Textos que Falem eu Nao Vivo sem Voce
Eu queria esse amor que fosse leve e profundo ao mesmo tempo, que me fizesse sorrir mesmo nas horas mais complicadas, que me inspirasse a ser melhor, mas que também aceitasse minhas imperfeições. Porque mereço alguém que me ame de forma completa, que me faça sentir especial todos os dias, e não apenas quando for conveniente.
Gláucia B Araújo
Sobre o texto: Eu o escrevi como um manifesto pessoal no dia 13/08/2025, com inspiração do texto"Um Dia Você Aprende",William Shakespeare.
É fácil defender quando se trata de uma inspiração
É fácil criar quando já se tem obras
É fácil dizer: Venha! Liberte-se. Quando já está fora da jaula
É simples dizer: é fase. Quando já se passou por ela
É simples dizer: não é “tão” intenso assim. Quando a dor não é na sua pele
É simples fazer amigos, difícil é criar verídico vínculo
Simples é seguir em frente, quando já está superado no presente
Entende que brincar é divertido, mas não quando o atinge ferindo-o
E até a dor fica linda numa poesia, mas não consegue esconder a dor vazia de uma alma sozinha
Entende que amar é como uma rosa com espinhos, cheia de beleza, mas sem cuidado, vira ferida acesa
Compreende que gostar é bonito, mas não o bastante para prolongar na vida, um sorriso
Um dia você aprende, que amar é como o mar, cheio de marés altas e baixas
Aprende que precisa de ritmo
Aprende que paixão vai embora, mas o amor fica
Fica com quem é paciente, derradeiro, satisfeito, conselheiro e amigo verdadeiro
É quase uma anistia, uma vida bonita, porém cheia de capacidades vazias, quando não se tem coragem de aprofundar e fugir da correria
Aprende que não há como viver, quando não se escolhe as oportunidades verdadeiras de um ser
Aprende que a dor é pequena comparada a algo vindeiro
Aprende que o amor é a vida, para alguém que se mostra inteiro
Aprende que a dor do amar não é nada, quando outrem se revela verdadeiro.
"Levi Hanyel".
📖 Prefácio do Livro
Eu nunca quis escrever um livro.
Essas páginas surgiram porque eu não tinha mais onde gritar.
Enquanto uns escrevem pra vender sonhos, eu escrevo pra não enlouquecer.
Cada crônica, cada verso, cada frase cuspida aqui, foi arrancada no tapa pela vida.
Não espere encontrar heróis nessas linhas.
Eu não sou um deles.
Sou só mais um filho da favela, que aprendeu cedo que abraços apertados escondem punhais,
e que o amor, quando não mata, vicia.
Esse livro não é pra quem quer se sentir bem.
É pra quem tem coragem de encarar a própria hipocrisia no espelho.
Se você chegou até aqui, bem-vindo ao caos.
Não prometo redenção, mas te garanto que a verdade aqui não tem maquiagem.
Assinado,
Valter Martins / Santo da Favela
Crônica de saudade: eu te peço perdão pela última vez
"Eu ainda vejo tuas coisa, eu ainda curto tuas foto, eu ainda abro o story pra ver se você olha tudo que eu posto". Continuo com saudade, contínuo sentindo sua falta, continuo querendo que estivesse aqui, comigo, mas sei que você não quer. Faz tanto tempo, até parece que tudo mudou — a vida, a rotina, a gente — e, ainda assim, esse sentimento não parou, sumiu desapareceu ou, sequer, mudou. Você me faz tanta falta, provável que por não saber o porquê acabou.
Talvez tenha terminado por eu não ter sido o que você queria, o que você precisava, o que você merecia. Não tenho certeza se foi isso, sequer tenho como saber, você me provou de te conhecer — de conhecer a sua verdade. E, por esse motivo, hoje me apego tanto às memórias — elas se tornaram a minha verdade, minha única possibilidade de tentar desvendar o que aconteceu, quando e como eu te perdi. Na verdade, eu te tive em algum momento?
Meu jeito devia exigir muito de você; quem sabe se eu fosse um pouco menos complicado, não teríamos nos separados. Não, talvez esse — ou melhor, aquele — era o momento para tudo acabar, eu havia feito, afinal, até o impossível para não terminar. Quando o fim não era mais possibilidade, e sim realidade, eu tentei postergar para ter um pouco mais de tempo com você. Claro, valeu à pena: ainda te guardo, em cada detalhe, na minha mente — eu me tornei melhor por e para você; não, você me tornou e torna melhor com tudo o que me ensinou durante aquele ano.
Será que, se eu te encontrar de novo, os seus olhos ainda serão meu abrigo e o seu abraço ainda serão minha morada? Não, é óbvio que não. Eu já te encontrei de novo, e quem eu vi não era quem eu conhecimento você está melhor, bem melhor para ser sincero, eu tenho orgulho disso, de você, embora ainda queira voltar a te ter com achei que já tive. Por fim, é verdade que você me faz falta e também é verdade que eu devia ter te pedido desculpa — não tive maturidade nem coragem para solver. Por isso e por tudo, eu te peço perdão pela última vez.
DIÁLOGOS COM A SOMBRA
Eu te ignorei por anos, trancada no sótão da mente
Doeu menos fingir que eras obra da poeira e do tempo
Mas nas noites de insônia, quando o mundo desmaia
Sinto teu peso no colchão, um afundamento calmo, lento
És o hóspede não convidado que paga aluguel em silêncio
A parte da história que nunca me contaram completa
A raiz que cresce na direção oposta da flor
A única verdade que minha alegria aceita discreta
E hoje, cansei da guerra. Baixei as armas da razão.
Abri a porta do sótão e disse, sem triunfo, apenas:
"Entra. Já que insistes em habitar esta casa,
ao menos vem da penumbra. Vamos ter uma conversa,
afinal somos inquilinos do mesmo osso, da mesma carne,
dividimos o mesmo teto quando a tempestade desaba."
Refrão:
E assim começou o diálogo com a sombra:
"O que queres de mim, além do medo que já te dei?"
E ela, feita de vozes antigas e pó de espelho:
"Nada que já não seja teu. Apenas devolver o que esqueceu de ser.
Sou a cidade submersa sob teu mar de tranquilidade.
O nome que riscaste da tua própria biografia.
Não vim para te destruir, apenas lembrar-te
que a luz que tanto cultuas nasceu da minha geografia."
Confessei meus segredos mais claros, os de pleno sol
Ela riu um riso de terra: "Ingênua. Esses não interessam.
Fala-me da inveja que vestiste de ambição.
Do ódio que baptizaste de 'justiça'. Da crueldade
que chamas de 'franqueza'. Dos desejos que afogas
no álcool da resignação. Desses sim, somos parentes."
E eu, sentada no chão com meu duplo noturno,
vi minha história reescrever-se com tintas diferentes.
Ela mostrou-me as feridas que eu causara e chamara de 'conquista'
Os amores que asfixiei em nome do 'amor próprio'
A criança que abandonei no caminho da 'maturidade'
E eu chorei. Não de arrependimento, mas de reconhecimento.
Era como ler um livro escrito em língua estrangeira
e descobrir, página após página, que era a própria história.
A sombra não era monstro. Era o arquivo, o repositório
de tudo o que joguei fora para brilhar na memória
E assim seguiu o diálogo com a sombra:
"O que faço contigo agora, se já não te posso temer?"
E ela, feita de silêncios e verdades truncadas:
"Integra-me. Não como inimiga, mas como contraponto.
Sou o contorno que dá forma à tua luz.
A nota grave na tua melodia.
Sem mim, és apenas claridade sem definição,
uma bondade plana, sem história, sem profundidade, sem dia."
Bridge (Musical: cresce para um clímax orquestral, depois cai em absoluto silêncio por 2 segundos)
E no ápice do confronto, veio a quietude.
A rendição. A sombra não se dissolveu em luz.
A luz não venceu a sombra.
Elas apenas... se reconheceram.
Dois rios correndo no mesmo leito.
Dois vocais na mesma canção.
E eu, que era a guerra,
tornei-me o campo de batalha pacificado.
E depois, o próprio tratado de paz.
Outro (Sussurrado, sobre um piano solitário que retorna):
E agora carrego-te comigo. Já não és um fardo às costas.
És a mochila com as provisões para a noite.
Aprendi a linguagem das tuas pausas,
e tu aprendeste a melodia dos meus desejos aceites.
Já não sou 'eu contra ti'.
Somos... um nós.
Uma alma com suas nuances.
E quando a luz do dia me define,
és tu, na penumbra, quem me dá dimensão.
Obrigada, estranha.
Minha mais íntima estrangeira.
Minha sombra.
Minha... dona de casa
Eu quero beijar os seus olhos
Queria lamber seus cabelos
Desejo morder os seus dentes
encontrar-te de repente
Se você me desse um segundo
Pra eu te prometer o mundo
Você não queria mais nada
Estaria apaixonada
Eu preciso fazer uma
pra te conquistar
Ficar longe
Ninguém se acostuma
E você nem pra me olhar
Não existe nada pior
que não sentir
O cheiro bom do seu suor
Eu tenho tanta coisa
pra fazer
Mas eu preciso
Fazer-te entender
Que eu só faço
Por você.
Hoje
Sem saber por quê
Fui lembrar
De um tempo que ficou pra trás
E vi alguém
Alguém que eu já não sou mais
Porquanto,
A despedida é uma constância
Só que quase que despercebida
E as fases da vida, tem prazo de validade
De vez em quando
Quase vemos isso, qual criança
A se rir de um medo bobo que não finda
Pra no fim da vida ter segredo
A saber-se o mesmo ainda... e ninguém vê
Pois, se conhecimento é uma conquista
A lista do que não sabemos permanece vasta
E é preciso ser um grande tolo pra pensar vencer
Vida, doce vida
Passa tão depressa
Quanto um lindo verso de lua cheia
O dia vem, pouca gente viu a lua
e o luar... ninguém
A gente segue, abandonando
Um medo ou outro ao longo do caminho
Como quem se despede de velha amizade
Mas que ainda existirão
Um dia após o fim da eternidade
Há um tempo a despir-se também
De todo e qualquer orgulho
Como espelho que se parte
Agora partimos
Sem fazer barulho, alarde ou ruido
Nem querer se fazer ouvido
Pois, quanto mais a gente cresce
Mais a gente se apequena
de tanto pensar, se pensa
E vê que não vale a pena.
Edson Ricardo Paiva.
Hoje eu acordei com uma vontade louca de procurar todas aquelas que amo de verdadde, precisei expor meu melhor sentimento por eles o amor, a saudade que tenho deles..
as vezes me sinto só, mas logo me vem a cabeça de que só não estou.. me sinto fraca por instantes, e me convenço de que sou mas forte que tudo,e assim tô vivendo .. Com vazios e excessos. Eu tô esgotada de tanta coisa.. precisando me desfazer delas ., e conquistar novas. Minha cabeça tá um turbilhão , esqueço por segundos o que me atormenta.. mas ha algo que me faz feliz.!
Clarice,
Esta é a quarta carta que inicio para responder a sua. A primeira eu deixei no Brasil, só trouxe a primeira página, que vai junto. A segunda eu rasguei. A terceira eu não acabei, vai junto também. Você por favor não ligue para isso não. Pode ter certeza de que não te esquecemos. Daqui de Nova York não posso te contar nada além do que você calcula. Tenho tido muitas dores de cabeça, Tenho tido muitas oportunidades de ficar calado. Tenho tido muita decepção com os Correios. Tenho tido cansaço, saudade e calma. Tenho escrito muitas cartas para você. Tenho dormido muito pouco. Tenho xingado muito o Getúlio. tenho tido muito medo de morrer. Clarice, estou perdido no meio de tantos particípios passados.
Como vai indo o seu livro? O que é que você faz às três horas da tarde? Quero saber tudo, tudo. Você tem recebido notícias do Brasil? Alguém mais escreveu sobre o seu livro? É verdade que a Suíça é muito branca? Você mora numa casa de dois andares ou de um só? Tem cortina na janela? Ou ainda está num hotel? Qual é o cigarro que você está fumando agora? Clarice Lispector só toma café com leite. Clarice Lispector saiu correndo no vento na chuva, molhou o vestido, perdeu o chapéu. Clarice Lispector sabe rir e chorar ao mesmo tempo, vocês já viram? Clarice Lispector é engraçada! ela parece uma árvore. Todas as vezes que ela atravessa a rua, bate uma ventania, um automóvel vem, passa por cima dela, e ela morre. Me escreva uma carta de sete páginas Clarice. Me escreva.”
- Fernando Sabino.
Essa é a nossa triste realidade no mundo em que vivemos.
Queria eu todos os dias poder falar de amor, de amizade e poesia...
Mas, nem sempre a vida é assim.
Existe a maldade, a traição e a falsidade.
Infelizmente, em nosso caminho, encontramos pessoas assim, que um dia fala de mim pra você e no outro, de você pra mim.
E nós vamos nos acostumando a viver dessa maneira, "não aceitando", mas aprendendo a separar quem em nossa vida vale a pena ficar, e quem devemos ignorar.
19/09/2018
O SONHO ACABOU
Para o audaz sonho
Pausa eu proponho
Naquelas núpcias
Loucas carícias
... Com sedução!
Porto seguro
O que procuro
Não vou contigo
Eu quero abrigo
... És contramão!
Teu compromisso
Tosco sei disso
Podes deixar
Em teu pensar
... Quanta ilusão!
Não se condene
Teu ser perene
Vai outra encontrar
Para te amar
... Com devoção!
Madalena de Jesus
Se eu parar pra pensar em todos os amores que já passaram pela minha vida, eu quase dou risada antes mesmo de começar. Tenho 19 anos, então, sinceramente, não é como se eu tivesse um currículo amoroso gigantesco, mas intensidade nunca faltou. Se faltasse, eu provavelmente teria inventado.
Teve o amor que chegou prometendo tudo e foi embora em duas semanas, mas deixou lembrança pra um ano inteiro. Teve aquele que parecia filme, com trilha sonora imaginária e tudo, e que acabou do jeito mais real possível: visualizado às 02:17 da manhã. Clássico. Teve o amor tranquilo demais, que não deu frio na barriga, mas deu paz. Na época eu achei chato. Hoje eu entendo. Ou quase entendo.
Também tiveram os amores confusos, que não sabiam o que eram, mas tinham certeza de que queriam complicar. A gente ria, brigava, fazia as pazes, brigava de novo, e no final dizia “a gente se fala”, sabendo muito bem que não ia se falar nada. E tudo bem. Ou pelo menos fingia que estava tudo bem.
Teve amor que me ensinou a gostar de músicas que eu nunca ouviria sozinho, séries ruins que eu defendia com unhas e dentes, e comidas que eu jurei que odiava, mas comi só pra agradar. Amor jovem é isso: você perde um pouco da dignidade, mas ganha boas histórias.
Os ruins também contam. Principalmente eles. Os que machucaram, os que mentiram, os que me fizeram prometer que nunca mais ia gostar de ninguém… até a próxima pessoa aparecer cinco dias depois. Esses amores doeram, mas deixaram algo útil: senso crítico e algumas piadas internas que só eu entendo quando lembro.
No meio disso tudo, teve risada, teve choro escondido no banheiro, teve mensagem apagada antes de enviar, teve coragem exagerada e covardia disfarçada de maturidade. Teve eu achando que sabia amar e eu descobrindo que não sabia nada.
No fim das contas, todos esses amores, bons ou ruins, passaram por mim como quem bagunça um quarto e vai embora. Alguns levaram coisas importantes, outros deixaram lembranças, e teve quem esqueceu algo essencial: um pedaço de quem eu era.
Hoje, aos 19, eu olho pra trás e rio. Rio de mim, principalmente. Porque, no meio de tanta confusão, eu vivi. E se amar desse jeito meio torto é errado, então tudo bem. Eu erro rindo.
— Cyrox
EU TE AMEI..
Eu te amei no instante em que te conheci, amei as improbabilidades, amei o impossível, amei cada vez que você me abraçou, amei tudo em você...
Odiei não poder gritar o quanto eu te amei, odiei cada vez que você foi embora e cada segundo que eu tive que viver sem você...
Odiei não ter coragem de pegar na tua mão sem olhar para os lados, eu me odiei por ter sido covarde, todas as vezes eu deveria ter tido coragem , odiei não ter tido forças pra te dizer que nós podíamos conseguir, só nós dois...
Eu odiei cada décimo de segundo da minha vida que eu não estive do teu lado...
E vou me odiar cada vez que eu olhar para o mundo sabendo que o único lugar onde eu ainda posso te encontrar é aqui dentro de mim...
- Ray Sousa
O despertar do casulo...
Eu consigo contar nos dedos o pouco de pessoas que sabem o quanto exponho no papel e nas entrelinhas o que sinto...
Poucos que conhece a verdadeira Ana, uma metamorfose...
Tão meiga e tão erupção!
É difícil postar algumas coisas que eu mesma faço, a verdadeira frase: Sair do casulo! Nada fácil expôr o que vem guardado a sete chaves com cadeados e correntes, apenas pelo fato de eu não deixar que as pessoas me vêem do jeito que sou. Fui blindada, aprendi a me permitir ser blindada...
Foram tantas as feridas e cicatrizes curadas, tantas as decisões e dúvidas. Tanto o expor como o omitir.
Bem, venho em um novo ciclo da minha vida do recomeço do reinventar.
Coragem de sair da zona de conforto, de se arriscar, de se lançar, se “olhar” e buscar aparar as arestas que todos temos: defeitos, medos e alguns sentimentos considerados “nada nobres” - mas que são humanos e, muitas vezes, legítimos - em busca da superação. Para isso é necessário essa dose de coragem e se permitir viver a metamorfose e deixar a vida de lagarta para virar borboleta.
Mas imagino que para a lagarta, se aquietar e ficar durante algum tempo abandonando a velha “roupagem” sem a certeza de como serão as novas asas, deve ser um grande desafio! Um misto de incerteza, medo, confiança e fé em si mesma! E aí em fim – sair do casulo - alçar voo! Poder olhar o mundo de outro ponto de vista, acima e mais abrangente, com a certeza de que se arriscar a deixar o comodismo em busca da completude, vale à pena!
Sem mais...
Ela passou ao infinito
E eu ao finito da vontade de esquecê-la.
Sua essência se espalhou pelo passado e futuro
Pelos espaços pretéritos entre inícios e fins.
Num leve e delicado suspiro
Soletrou a melodia inatingível da vida: a beleza.
O alfabeto se revestiu dela
E ela se transformou em letra
Que ninguém podia entender.
Ela se permitiu ao desejo
E nas pétalas que deixou em suas direções
Fez o jardineiro se apaixonar.
E agora ele se encanta com o pensamento
De regar os lábios que beijam as sépalas da paixão
E tocam a melodia escondida no amor.
Saiba que sempre que precisar de mim, eu estarei ao teu lado para te aliviar com palavras encantadoras e fixando moradia em teu coração;
Pois o sentimento que nasce entre nós é insuperável e inexplicável a nós que não nos vimos ainda;
Tenho-lhe em meu interior com o espírito do amor fraterno e leal te adoro minha preciosidade;
Arrasta-me com os teus olhos e me algema para o seu bel querer, fazendo com que eu me curve diante de sua formosura e exalte os teus perfumes;
Tua face tão graciosa e teu olhar quão fixam que me desatina e desperta tamanhos desejos que tenho certezas que encantarão a mim, a ti e a todos ao nosso redor;
Sempre sonhei em tocar as nuvens com os pés no chão
Dominador do meu destino, eu controlo a minha direção
Meu coração me deu asas e dessa forma eu aprendi a voar
Com minha imaginação eu sobrevivo me deixando amar;
E sou sabido nas palavras quando tento me reinventar
Mas sou inventor da minha história querendo alguém para encontrar;
O Eu Sou
Como ROSA de um jardim foi desarraigado.
Como LÍRIO DOS VALES foi cortado.
Como HOMEM de dores foi pisado por aqueles que no jardim andavam desatentamente.
Como CAMINHO mostrou aos homens a verdade, mas eles não o compreendeu.
Como OVELHA muda foi sacrificada sem postergar.
Como INOCENTE foi ferido sem motivo algum.
Como AMOR nos mostrou a face do grande EU SOU.
O Causo da Escrita Escondida e a Conta do Mago
Olhe, eu vou te falar uma coisa que até parece visagem, mas a verdade é teimosa e não aceita rédea. Sabe esse mundo que a gente pisa, com chão, árvore e bicho?
Pois saiba que isso aí é só a capa de um livro velho, escrito numa língua que o povo desaprendeu de ler faz é tempo.
Ontem mesmo, eu tava num canto, num silêncio tão brabo que eu conseguia escutar o sangue correndo nas veia, feito rio no estio.
Foi lá que eu avistei de um lado, um sujeito perdido atrás de resposta; do outro, um homem que parecia não ter data de nascimento.
O povo chama ele de Mago, mas ele parecia era o capataz desse mundo todinho, falando com a gente como quem conhece cada palmo de terra.
Eu fiquei ali, só no rastro da conversa, e peguei uma conta maluca que ele soltou, a gente tá fazendo um embaraço desgraçado de uma coisa que era pra ser uma equação certinha, sem erro.
O Mago pediu pra gente largar de mão essa lenga-lenga de discurso, esse mundaréu de ideia e palavra que a gente usa só pra querer ter razão.
Ele explicou o desenho do nosso corpo, a gente tem dois olho pra espiar, dois ouvido pra escutar e duas venta pra cheirar.
São seis jeitos de prestar atenção contra uma boca só de fala. Mas o cristão inverteu tudo! Vive com a boca no modo "repetir", gastando o fôlego à toa e esquecendo da escrita que Deus deixou marcada na ponta dos nossos próprio dedo.
Aí ele contou de um trato que a gente tem com o Invisível. Uma pulsação no peito. Disse que o segredo é o fôlego, três tempo pra puxar o ar e três tempo pra soltar.
É assim que a gente se liga com o "Senhor Sol", que ele chamava de irmão, e vira família da vida inteira. É essa a tal da equação.
E tem mais: ele disse que "vida grande" não se compra na feira nem com todo o dinheiro do mundo. Vida não é mercadoria.
Pra viver muito, tem que dar continuidade. A conta dele é essa: três árvore plantada pra cada alma que caminha no mundo. Essa é a matemática que fecha o ciclo.
Naquela hora, eu senti um sossego... a aflição que eu carregava, aquele medo de faltar as coisa, de dente doendo ou de falta de dinheiro, tudo isso virou fumaça. Eu entendi que a gente sofre é por causa das falha que a gente mesmo cria.
Ele falou de um tal plasma que vem vindo lá de diante... disse que ninguém escapa e que a gente se bate o dia inteiro por nada.
Parecia que ele tava mexendo numa maquete da vida, ajeitando as peça. O principal, ele disse, é que não precisa "querer" nada com força não... a Grande Vida já deixou tudo no lugar, tudo arrumadinho.
No fim das conta, já foi. Todo esse lugar lindo no mundo e muito mais. Já foi tudo mesmo, já foi. Quem tá no prumo, já tá vivendo no ar do tempo o tempo todo!
- Relacionados
- Textos de Amor
- Textos de amizade para honrar quem está sempre do seu lado
- Frases de quem sou eu para status que definem a sua versão
- Frases para namorada que mostram o quanto ela é especial para você
- Poemas que falam quem eu sou
- Frases de motivação: palavras para encontrar o incentivo que você precisa
- Poemas Quem Sou Eu
