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Textos que Falem eu Nao Vivo sem Voce

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A Bíblia nos chama a viver com sabedoria, não no automático. A fazer escolhas guiadas pelo Espírito, sabendo que: o tempo é precioso, o hoje não volta, e aquilo que fazemos para Deus nunca é em vão.
Viver assim é perguntar todos os dias:
Senhor, como posso Te honrar hoje, do jeito simples que eu tenho?
Que o Espírito Santo te conduza a viver dias cheios de sentido, mesmo em tempos difíceis. Ele faz florescer luz onde os dias parecem escuros. Miriamleal

A verdadeira adoração acontece onde o coração está rendido.
Porque Deus não busca um horário…
Ele busca um coração que viva para a glória dEle.
Apresentai os vossos corpos como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus; este é o vosso culto racional.
(Romanos 12:1)
Que a nossa vida seja um altar,
e cada dia, uma oferta de amor ao Pai.

O culto a Deus não se limita a um dia ou a um lugar.
Culto é tudo aquilo que fazemos para glorificar o nome do Senhor.
Não é apenas no domingo, dentro de um templo,
mas em cada atitude, em cada escolha, em cada passo do nosso viver.
Miriamleal

A pessoa não se torna justa porque nunca deveu,
mas porque a dívida foi paga.
O efeito disso na vida,
Você não vive tentando provar valor
Você não serve a Deus por medo de ser rejeitada
Você obedece por amor, não por culpa
“Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus.” (Rm 8:1)

O sistema cai não quando alguém grita contra ele,
mas quando a verdade permanece de pé, mesmo sendo silenciosa.


“Não por força, nem por violência, mas pelo meu Espírito, diz o Senhor.” (Zacarias 4:6)
Quem é de Deus não precisa bater, permanece.
E permanecer em Deus, no fim, sempre vence.

Os que tinham o coração humilde sentiam a presença de Jesus como convite à cura.
Zaqueu não precisou de um sermão longo, bastou Jesus entrar em sua casa, e o arrependimento nasceu
(Lucas 19).
A mulher samaritana foi confrontada com verdade, mas saiu restaurada, porque aceitou a luz (João 4). miriamleal

Já os fariseus sentiam ameaça.
Não porque Jesus fosse duro, mas porque Sua presença quebrava máscaras.
Quem ama o controle, a aparência ou o poder religioso resiste à luz, pois ela revela o que estava escondido
(João 3:19-20).
A resistência não era contra Jesus como pessoa, mas contra o que Ele revelava. miriamleal

Porque a vossa vida está escondida com Cristo em Deus. (Colossenses 3:3)


Ser escondida não é rejeição.
É proteção.
É preparo.
É amor do Dono cuidando do que é precioso.
Fica em paz,Quem te guarda é fiel,
e no tempo certo, Ele mesmo abre o cofre.
miriamleal

Quem carrega o Céu:
não deixa rastros de dor,
não normaliza abusos,
não justifica feridas em nome de Deus.
Deixa marcas de amor que edifica,
verdade que liberta,
e graça que transforma.
Continue guardando teu coração, para que cada passo teu seja testemunho do Reino, e não eco de trevas. miriamleal

Clama a mim, e responder-te-ei, e anunciar-te-ei coisas grandes e ocultas que não sabes. (Jeremias 33:3)


A oração alinha o céu com a terra.
Quem dobra os joelhos não tropeça no destino, caminha no propósito.
Nada escapa quando Deus está no controle. miriamleal

Não há coincidência na vida da pessoa que ora.
Há direção, há propósito, há mão de Deus conduzindo tudo.


Os passos de um homem bom são confirmados pelo Senhor. (Salmo 37:23)




o que parece coincidência é cuidado,
o que parece comum é Deus trabalhando em segredo. miriamleal

Está Escrito:


Mas o próprio Jesus não confiava neles, porque conhecia a todos e não precisava que ninguém lhe desse testemunho do homem, pois Ele bem sabia o que havia no homem.
(João 2:24-25)
Ou seja, Jesus Cristo amava, perdoava, curava, ajudava… mas não se confiava a todas as pessoas.
Jesus conhecia, e conhece o coração das pessoas.

O Comandante e a Madrugada
Meus amores, cada quilómetro que me afasta de casa não é uma distância, é um passo que dou para manter o perigo longe de vocês. Enquanto o sol brilha, eu sou o mestre e o aprendiz; moldo a tropa, preparo o meu corpo e afio a mente, porque no terreno, o erro não pede desculpas.
O meu descanso é breve e estranho: durmo das 18h às 22h, quando o mundo ainda está a fechar os olhos, para que eu possa ser os vossos olhos quando a escuridão for total. Eu durmo para não ser surpreendido; eu vigio para que vocês nunca sejam acordados pelo medo.
Na solidão da minha tenda, o silêncio da mata não é vazio; ele é uma orquestra de sobrevivência. Aprendi a ler o chão pelo ouvido. Conheço o roçar de cada pata na folhagem seca. Distingo, sem hesitar, o rastro de uma centopeia ou o peso discreto de um escorpião. Eles são os meus vizinhos, e eu os respeito. Mas confesso: a cobra continua a ser o único mistério que não dominei — o seu deslizar é como a traição, silencioso e imprevisível.

Dúvidas do viver
(Ensaio de Prosa Poética em golpes secos)
Agilson Cerqueira


Não sei.
E não importa.
Penso.
E não sai do lugar.
Produção,
Nome bonito pro vazio.
Sinto.
Não explica.
Razão falha.
Sentimento também.
Sem saída.
Cético —
De quê?
Prático —
Pra quê?
Nada sustenta.
Nem povo,
Nem Intelectual.
Ciente inconsciente.
Nem isso.
Não ser —
Sem drama.
Querer ser —
Erro.
O ser não falta.
Nunca houve.
Inquietude corrói.
Insatisfação gasta.
Nada constrói.
Tudo desgasta.
Resta —
Nem resto.
Nem nada.

Tem sonhos que não nascem prontos.

Eles vão ganhando forma aos poucos,
no tempo certo,
entre silêncios, tentativas e espera.

E quando finalmente florescem,
o que mais importa não é o que se vê…
é quem está por perto pra sentir junto.

Porque existem momentos
que não pedem plateia,
pedem presença.

Não pelo espetáculo,
mas pela história que existe ali.

No fim,
não é sobre o lugar,
nem sobre o momento em si.

É sobre dividir o instante
com quem, de alguma forma,
também faz parte dele.

O Sábio Sábado nos diz para tomar cuidado com as comparações, não se compare com ninguém, não meça os limites do seu trabalho, da sua bondade, da suas ações com outras pessoas. Não compare jamais a sua vida, o seu casamento as suas escolhas com as outras pessoas, principalmente nas redes sociais.
Temos que entender em Deus que ele nos fez cada um com suas benças e um diferente do outro justamente para que possamos ser mais saudáveis e frutíferos a cada dia para honra e glória unicamente do nome de Jesus Cristo.
O maior desafio do Cristão nos dias de hoje é o uso das redes sociais justamente pelos perigos de comparação, nesse mundo virtual parece que todo mundo está sempre feliz e sempre melhor que você na família, nos relacionamentos, no trabalho, nas viagens, e deixa a falsa aparência que a sua vida que é repleta de presentes e milagres de Deus todos os dias é uma vida chata, dessa falsa percepção nasce a ansiedade e a depressão e Jesus se entristesse com isso e essa tristeza celestial será refletida através de você sem você perceber. Por isso, nesse sábado vamos focar nos milagres e nas bençãos que recebemos todos os dias, acordar é um grande milagre, tomar um café é uma grande benção. Pense nisso! E seja grato por sua vida abençoada e real.

A NOBRE ARTE DE FORMAR E NÃO RETER. O DIRIGENTE ESPÍRITA COMO SEMEADOR DE ALMAS.
No organismo vivo que é a Casa Espírita, não há lugar para estagnação. Há movimento, crescimento e, sobretudo, renovação. Quando se observa com lucidez a dinâmica dos trabalhos, percebe-se que um dos mais graves entraves ao progresso coletivo reside na retenção indevida de funções, responsabilidades e espaços de atuação. Não por maldade deliberada, mas frequentemente por apego, zelo mal compreendido ou insegurança velada. Ainda assim, o efeito é o mesmo. O bloqueio do fluxo natural do serviço no bem.
O dirigente espírita, quando se fixa excessivamente em suas atribuições, esquecendo-se de que sua função é transitória e educativa, passa a agir como um guardião de tarefas, e não como um formador de trabalhadores. Este desvio sutil compromete a essência do trabalho espírita, cuja base é a cooperação, a fraternidade e o desenvolvimento moral de todos os envolvidos.
A Doutrina Espírita, em sua estrutura lógica e ética, não concebe o trabalho como propriedade individual. Ao contrário, ensina que toda tarefa é patrimônio coletivo, instrumento de aprendizado e meio de ascensão espiritual. Nesse sentido, reter reuniões, centralizar decisões ou limitar a participação de novos cooperadores constitui, ainda que inconscientemente, uma forma de egoísmo institucionalizado.
É imperioso compreender que há trabalhadores em potencial aguardando apenas uma oportunidade. Espíritos que, muitas vezes, trazem consigo experiências pretéritas, compromissos assumidos antes da reencarnação e legítimo desejo de servir. Quando encontram portas fechadas, não apenas se frustram, mas podem afastar-se, perdendo-se valiosas oportunidades de crescimento mútuo.
A omissão do dirigente diante dessa realidade é tão prejudicial quanto a ação desordenada. Delegar não é abdicar da responsabilidade. É exercê-la em sua forma mais elevada. Planejar, orientar, acompanhar e, sobretudo, confiar. A confiança é o elemento que transforma colaboradores em continuadores da obra.
O exemplo clássico da liderança espiritual encontra-se na postura de Jesus Cristo, que não monopolizou o ensino, mas distribuiu responsabilidades, enviando seus discípulos a aprenderem pelo exercício direto do bem. A pedagogia do Cristo não era de retenção, mas de expansão. Ele formava consciências, não dependências.
Da mesma forma, Allan Kardec, ao estruturar o Espiritismo, jamais centralizou o saber em si. Estabeleceu critérios, incentivou o estudo, promoveu o diálogo e permitiu que outros participassem ativamente da construção doutrinária. Sua liderança era firme, porém aberta, disciplinada, porém inclusiva.
Outro ponto de elevada reflexão encontra-se na advertência espiritual de Emmanuel, ao afirmar que muitos trabalhadores são Espíritos em processo de reajuste. Tal entendimento deve despertar no dirigente não o julgamento, mas a compaixão. E mais do que isso, a responsabilidade de educar, orientar e oferecer oportunidades de reabilitação pelo trabalho digno.
Negar espaço ao outro, sob qualquer justificativa, pode significar impedir que ele cumpra um compromisso espiritual. E, simultaneamente, pode representar para quem nega uma prova de orgulho não vencida.
A harmonia institucional não se constrói pela uniformidade artificial, mas pela integração consciente das diferenças. O chamado poder integrativo, conforme analisado nas ciências humanas, é aquele que se exerce com o outro e não sobre o outro. Trata-se de uma liderança que agrega, que escuta, que promove e que reconhece o valor alheio sem sentir-se diminuída.
É necessário, portanto, que o dirigente espírita exerça constante vigilância sobre si mesmo. Pergunte-se com sinceridade. Estou formando ou apenas mantendo. Estou abrindo caminhos ou protegendo territórios. Estou servindo à causa ou à minha própria necessidade de controle.
A resposta a essas indagações definirá não apenas a qualidade de sua gestão, mas o destino espiritual do grupo que lhe foi confiado.
A Casa Espírita não é palco de vaidades sutis, mas oficina de almas. Cada trabalhador que chega é uma esperança que se apresenta. Cada oportunidade concedida é uma semente lançada no campo da eternidade. E cada gesto de confiança é um ato de fé no potencial regenerador do Espírito.
Que os dirigentes compreendam, com profundidade, que sua maior obra não são as reuniões que conduzem, mas os trabalhadores que formam. Pois reuniões passam. Estruturas se transformam. Mas consciências despertas permanecem, dando continuidade ao trabalho do bem através dos séculos.
E quando a liderança se converte em serviço verdadeiro, a instituição deixa de ser apenas um espaço físico e torna-se um organismo vivo de luz, onde cada alma encontra não apenas tarefa, mas sentido, não apenas orientação, mas oportunidade de se reconstruir diante das leis divinas.

Às vezes, o mais importante não é o momento em si,
mas o significado que ele carrega.


Há experiências que não dizem respeito à pressa
nem a quem chega primeiro,
mas à capacidade de sentir, de estar presente
e de reconhecer o valor do caminho percorrido.


Alguns instantes podem parecer simples à primeira vista,
mas, para quem viveu cada etapa,
eles representam a concretização de algo muito maior.


E quando esses momentos acontecem de forma diferente do que se imaginava,
surge uma sensação sutil, difícil de traduzir —
não exatamente de perda,
mas de algo que tinha um significado único.


No fim, a vida revela que nem sempre controlamos o “quando” ou o “como”,
mas aquilo que sentimos
sempre aponta para o que realmente importa.


E talvez, em silêncio,
aprendamos a aceitar
que nem todo sonho acontece
exatamente como foi sonhado...

Viver com coerência vibracional não significa viver em paz o tempo todo. Significa saber transitar entre os estados, compreender o que o corpo e a mente estão dizendo, escutar os sinais antes que eles gritem em forma de dor, estafa ou doença.

Do livro: A mente em Hertz de Nina Lee Magalhães de Sá

Viver esse "primeiro momento" e encontrar o vazio é um batismo de fogo. Não houve o "nós", apenas o "eu" em uma vigília interminável. É o momento em que a alma diz ao corpo: "Nós fomos inteiros em um mundo de metades."
​Realizar o sonho de amar, mesmo sem a reciprocidade, é uma forma trágica de comunhão com o destino. É a prova de que a nossa vontade é capaz de criar universos inteiros, ainda que sejamos os únicos habitantes deles. Esse instante dói porque não é feito de encontro, mas de despedida do que nunca foi. É quando a vida nos olha nos olhos e, em um silêncio devastador, nos obriga a transformar toda aquela espera em uma nova e solitária forma de liberdade.


- Tiago Scheimann