Textos que Falem eu Nao Vivo sem Voce
Silêncio em Versos
Escrevo em poesia o que a voz não alcança,
O que o peito guarda e a fala cansa.
Nesta data que marca o ciclo de quinze anos,
Recordo o peso de antigos desenganos.
Dez foram os anos em quartos trancados,
Em roupas e gestos por outro moldados.
Dizem: “Isso passa!”, mas quem sente, bem sabe,
A dor não se esvai, no tempo não cabe.
Questionam o silêncio, o porquê do adiar,
Sem ver as ameaças e o medo no olhar.
Pela minha família, por segurança e zelo,
Abri mão de mim, vivi sob o pesadelo.
Havia palavras e gestos cordiais,
Mas a ira no brilho de olhos fatais.
Sinais de alerta surgiram tardios,
Quando me vi presa em laços sombrios.
Sem tempo de fuga, sem força ao gritar,
Pensei que o tempo pudesse curar.
Mas a vida chamou, a rotina mudou,
E a coragem de ser, enfim, despertou.
Saí para a rua, venci a agonia,
Pois dentro de mim a vida vencia.
Curei-me sozinha, na fé e oração,
Deus afastou o mal da minha visão.
Juntei meus cacos, as cicatrizes do chão,
Um ano em silêncio e em meditação.
Ouvia julgarem meu jeito ausente,
Mas era minha alma curando-se, urgente.
Não era loucura, não era o fim,
Era a paz que eu buscava dentro de mim.
Ass Roseli Ribeiro
"Palavras não me definem; minhas atitudes, sim. Ser honesta tem seu preço, mas o meu caráter é único e o meu nome é o meu maior patrimônio. Enquanto muitos falham em enxergar o valor do próximo, sigo tranquila, pois Deus conhece a minha essência e a minha integridade como profissional e ser humano.
Roseli Ribeiro"
O Que o Tempo Não Apagou
Suspiros mudos e o olhar no chão,
Palavras curtas, quanta hesitação...
Beleza rara que a todos cercava,
Enquanto eu, em silêncio, apenas olhava.
O que o peito não soube ler outrora,
É que ele me amava desde aquela hora.
Sua mãe me acolhia com tanto carinho,
Como se eu fosse filha em seu caminho.
Mas o destino trouxe a distância,
Fez-se o vazio, findou a infância.
O laço real não chegou a se dar,
E o tempo tratou de nos separar.
Até que a rede, em tela e sinal,
Trouxe de volta o elo vital.
Por meio de um amigo, veio o recado:
O antigo querer ainda estava guardado.
Porém, a vida impõe seus cuidados,
Dois mundos agora tão ocupados.
Mesmo que o brilho ainda se sinta,
Há prioridades que a realidade pinta.
— Roseli Ribeiro
TE VEJO COM OS MEUS OLHOS
Uma presença pesada sussurra em meu interior,
"Não posso mais carregar".
Um vazio me consome, um grito que não posso mais calar.
Memórias que insistem em me alcançar, como o vai e vem das ondas.
Lembranças salgadas demais,
Inundam meus olhos e me prendem as margens desse mar.
Já tentei prosseguir, mas fico com a dor, do que não posso mais lembrar.
O esquecimento é uma sombra, que me segue por toda parte,
Um lembrete constante, do que perdi, do que não posso mais ter.
Tento fugir, mas a dor do esquecimento me alcança.
Ainda vejo, com os meus olhos, fantasmas do passado;
pesadelos que não posso mais sonhar.
Então, enlouqueço;
devo virar as costas para o mar do esquecimento que;
antes fora o meu lar.
Seguir em paz com a dor, que de tempos em tempos;
sinaliza para onde não devo mais voltar.
Kátia Terra.
A QUE ME LEVA O QUE OUÇO E VEJO
Já não suporto, não aguento mais
ouvir e ver tudo a que estou sujeito,
como expressões de ódio e preconceito,
na TV e nas redes sociais.
Promovem verdadeiros festivais
de ignorância e falta de respeito,
para mostrar errado o que é direito,
com base em julgamentos pessoais.
Quanto mais falam, mais fica evidente
seu despreparo ... E o linguajar rasteiro
só me conduz a desenhar na mente
quadros com eles numa estribaria
soltando pela boca tanta asneira
- que espanto aos próprios asnos causaria.
O tempo...🌿
O tempo é o mais silencioso dos escultores. Ele não pede licença, não avisa, não se detém. Apenas passa, e em sua passagem molda rostos, destinos e memórias.
Ele não nos rouba — ele nos oferece. Oferece maturidade, cicatrizes que se transformam em sabedoria, e a chance de olhar para trás com gratidão. Cada linha no rosto é um poema escrito pela vida; cada olhar mais profundo é a assinatura da experiência.
O ontem nos mostra a semente. O hoje revela a árvore. E o amanhã será a sombra que acolhe aqueles que virão depois de nós.
O tempo não diminui, ele amplia. Não apaga, ele ilumina. Não prende, ele liberta.
Que cada fase da vida seja digna de celebração, pois o tempo é o mestre que nos ensina que não importa quantos anos se passem, o essencial é continuar crescendo, aprendendo e se reinventando.
“O tempo não é um inimigo que nos rouba a juventude, mas um mestre que nos oferece profundidade. Ele não leva embora quem fomos, apenas revela quem podemos ser.”
Roberto Ikeda autor
Olha pra dentro, sem filtro, sem cena
Reconhece o que presta, enfrenta o que pesa
Passado não apaga, não tem borracha
Cada erro que vivi hoje vira armadura na marcha
Só muda quem conhece a própria dor
Quem foge de si mesmo vive refém do pavor
- música Então busque conhecimento do dj gato amarelo
Em tudo que amei, fracassei.
Sinto-me um personagem mal contado de Dostoiévski,
mas não o Idiota.
Talvez “O Patético”.
Aquele que vê demais,
sente demais,
entende demais,
e mesmo assim espera.
Eu vejo a maldade.
Eu a sinto antes que ela fale.
Ela entra pelos gestos,
pelos silêncios,
pelas pequenas traições que ninguém nomeia.
Eu sei.
Eu sempre sei.
E mesmo assim eu espero.
Espero que, dessa vez,
algo de bom aconteça.
Que alguém fique.
Que alguém não minta.
Que alguém não desista quando perceber que amar exige mais do que encanto.
Mas não acontece...
E o pior não é a maldade.
É continuar esperando depois dela.
É olhar o mundo já sabendo do fim
e ainda assim desejar um começo.
Talvez meu erro não seja amar.
Talvez seja não aprender
a endurecer.
Mas há algo em mim que insiste,
não por ingenuidade,
não por burrice,
mas por uma fé involuntária
de que o bem pode, em algum momento,
vencer a própria tendência de falhar.
E se isso é patético,
então que seja.
Porque entre ser pedra
e ser alguém que ainda espera,
eu ainda escolho
esperar.
REFLEXÃO
“O amor não termina no grito, mas na ausência, no tratamento raso, no descaso e na falta de cuidado. Não se desfaz na discussão, e sim na falta de compreensão, empatia e respeito, mas na indiferença. Quando dois corações já não se procuram no silêncio, não sentem mais saudades e não se declaram em palavras sentimentos de AMOR, é porque a desconexão chegou antes da despedida.
O triste é que, em alguns casos, não existiu tempo de dizer ADEUS.”
(Mestre Malaquias da Viola)
Escrever é abrir portas invisíveis.
É sentir palavras pulsando, querendo sair.
Não importa se são perfeitas ou não,
o que importa é a coragem de colocar o pensamento no papel,
de transformar o que é interno em algo que respira fora de você.
Cada frase é um instante de descoberta,
cada página, uma aventura secreta.
Escrever é existir de um jeito só seu.
— Jess.
Às vezes, as pessoas tentam reduzir aquilo que não conhecem: sua história, suas dores silenciosas, as noites em que você quase desistiu e mesmo assim continuou. Quem olha de fora vê apenas o resultado, mas ignora o caminho cheio de esforço que te trouxe até aqui. Não permita que opiniões rasas tenham mais peso do que a sua própria trajetória.
Ser diminuído ou humilhado não define quem você é — define apenas a limitação de quem não consegue reconhecer a luta do outro. Valorize cada passo que você deu, principalmente aqueles que ninguém aplaudiu. O seu caminho tem valor porque foi você quem o construiu, com coragem, quedas e recomeços.
Respeite sua própria história. Quem conhece o próprio esforço não se curva ao desprezo alheio; segue em frente, com a dignidade de quem sabe exatamente o quanto custou chegar onde está.
O que seria um tom acima ou um tom abaixo?
A experiência não serve para definir quando estamos fora do tom. O tom é complexo. Pode ser profundo, pode ser raso, pode ser médio. O tom é dado por quem emite a opinião, a inflexão, mas seu sentido depende e é obrigatoriamente definido por quem recebe as vibrações percorridas em ondas pelo ar até seus (des) treinados ouvidos. As ondas percorrem o canal do ouvido, são transformadas em vibrações, estimulam os receptores e sofrem transdução para impulsos nervosos seguindo até o sistema nervoso. Neste ponto os sinais enérgicos, sensações, percorrem o corpo, geram calafrios, frio no estomago, agudez na espinha, euforia, alegria, coração acelerado ou nem tanto.
Feito este caminho, o tom, já foi dado, explicado, sentido, devolvido como apontado na física que diz que a toda ação tem-se uma reação de direção contrária e mesma intensidade.
E ainda temos os tons interpretados deliberadamente para fazer confundir ou desvirtuar o que da origem saiu, mas que não foi de agrado receber.
Misturas de personalidades, culturas, valores, conhecimentos, religiões, conceitos e pré-conceitos. ÀS vezes verdade e às vezes nem tanto. Preto no branco difícil de definir com tantos tons de cinza no meio do caminho.
O que seria um tom acima ou um tom abaixo? Tudo é relativo. Depende da vontade, da má ou da boa vontade. Depende do que se sente ou do vazio do coração. Depende de tudo que depende, que não se explica ou se explica demais.
Enfim, dê o tom e deixe que ele se transforme, dobre, curve. O tom é seu, o que fazem com ele é problema deles.
Guerreiro Maratonista
O guerreiro não se ilude pensando conhecer o caminho. Segue confiante na sua capacidade. Não se furta a tomar decisões. Sacrifica-se pela lua no fim da estrada. Sabe que seu destino é passar pela chegada. Percebe-se diferente sujeito daquele que começou nos primeiros passos rápidos. Compreende os momentos de agir e de pensar. Controla a respiração, ritmiza os passos e enxuga o suor. Mantem a mente focada. Sente a pulsação do coração. Quarenta e duas vezes, quarenta e dois momentos. Quarenta e duas vitorias.
Onde o Silêncio Floresce
No silêncio, não tenho respostas, nem ao menos
algumas palavras de conforto,
porém ainda ouço a sua voz ecoando nos meus pensamentos,
dizendo aquelas frases confiantes e sensatas
que alimentam a minha esperança,
mesmo que nada seja como era antes
depois que aquela nossa reciprocidade de outrora
deixou de ser uma constância,
pois perdi a sua confiança e não quero que sinta pena,
apenas estou desabafando.
Você não se importa mais provavelmente,
mas entre angústia e revolta, vem aquele sentimento de culpa,
está chovendo lá fora, estou chorando enquanto observo o céu chorar.
Em pouco tempo, as lágrimas da chuva e o meu choro se misturam,
uma das maneiras que, às vezes, a minha alma usa
para falar aquilo que não sei se vale a pena dizer através da fala;
assim, ela consegue desabafar até quando a minha boca se cala.
Na escuridão demasiada, fica difícil enxergar a saída,
não é fácil me manter de pé, fico pensando:
“será que se você me ouvisse ou me visse de alguma forma, viria me ajudar?”
Acredito que eu já saiba a resposta, então, é melhor não ficar esperando.
Agora já é tarde, não tem mais volta, os nossos mundos estão separados,
portanto, seguirei em frente, darei um passo de cada vez,
deixarei o passado e acenderei a luz do presente.
Aos poucos, certamente, com a permissão Divina,
o meu ânimo será restaurado e ficarei ainda mais forte.
Usarei o silêncio para ouvir os batimentos do meu coração
e o som do recomeço a cada nascer do sol.
A chuva voltará a ser melodia para os meus ouvidos,
tal qual a emoção celeste que faz florescer
é a decepção que, consequentemente, permite amadurecer.
E quanto à escuridão, ela exaltará as luzes do meu bem-estar,
como lindas estrelas durante a escuridade da noite.
o abandono de um pai é uma consequência que levamos para a vida toda,
por não receber um amor paterno achamos que o tratamento mais básico de um homem é aquele que nos faz sentir "a mulher mais sortuda do mundo"
e até a gente saber de verdade oque é ser a mulher mais sortuda do mundo,levamos muita porrada da vida,por culpa do amor paterno que jamais foi nos dado.
A realidade dos tutores que não sabem lidar com o comportamento humano reflete uma crise de autoridade que busca no imediatismo médico a terceirização da educação, utilizando o diagnóstico para mascarar falhas na dinâmica familiar na imposição de limites.
Aprendemos caminhar imitando movimentos. Assim justifica que, a base sólida de qualquer educação é o exemplo.
Senda de Seda
Amor não se sente pelo prazer só de dar, mas também de estar e escutar o sentido de cada pulsar, Ser refúgio na turbulência e na bonança.
Podemos ser adulto e crianças para percorrer os nossos pensamentos em momentos perdidos como setas lançadas que não tem voltas direcionadas num sentido comum, forçada pela força ativa da vida sopro de vida que inspira e canaliza a uma parceria de elevar a alma a um patamar de excelência encontramos a razão de ser, sentimos emoção do prazer de querer e crer um no outro, eu e tu num senda de seda, no último sono a despertar para tudo começar sem premeditar deixa rolar, deixa tocar na tua senda de seda e morrer com espada de dois gumes para poder ressuscitar com o teu balançar.
Agora estou a sonhar mas quando acordar será que vais suportar?
A falta que sentimos do que ainda não vivemos…
Em muitos momentos da vida, acreditamos estar sentindo falta de alguém.
Mas, se formos honestos e silenciosos o suficiente para observar, perceberemos que não é exatamente da pessoa que sentimos falta.
Sentimos falta da história que começamos a escrever com ela.
Não é ausência.
É interrupção.
A mente humana tem uma capacidade extraordinária de projetar futuros. Antes mesmo que algo exista de fato, o cérebro já ensaiou diálogos, construiu rotinas, imaginou casas, viagens, pertencimento. Criou uma narrativa inteira — sem que nada disso tenha acontecido no mundo real.
A neurociência chama isso de simulação prospectiva.
O cérebro antecipa experiências para se preparar para elas.
Mas, emocionalmente, ele não diferencia tão bem o que foi vivido do que foi apenas imaginado com intensidade.
Por isso, quando algo não se concretiza, não sofremos apenas pela perda de alguém.
Sofremos pela perda de um caminho inteiro que já havia sido aceito internamente como destino.
É o luto do que não aconteceu.
E esse luto é silencioso, porque não há memórias suficientes para justificar a dor.
Há apenas expectativas que não encontraram lugar na realidade.
Mas existe uma segunda camada, ainda mais sutil.
Quando aquilo que imaginamos não se realiza — principalmente quando depende do outro — o cérebro muda de estado. Ele sai do campo do vínculo e entra no campo da conquista.
O que antes era afeto passa a ser desafio.
Isso acontece porque o sistema de recompensa do cérebro, regulado principalmente pela dopamina, não responde apenas ao prazer de ter algo. Ele responde, sobretudo, à possibilidade de obter algo que ainda não foi alcançado.
A ciência chama isso de erro de previsão de recompensa.
Nós nos tornamos mais motivados quando:
• quase conseguimos,
• quando há incerteza,
• quando não está garantido.
O desejo cresce na ausência.
Não porque aquilo seja mais valioso, mas porque ainda não foi resolvido.
Assim, o que parecia amor, às vezes era ativação.
Não era a pessoa que nos prendia.
Era o estado interno de busca.
Quando conquistamos, o cérebro reduz esse impulso — porque aquilo já não exige esforço, já não representa novidade, já não carrega tensão.
E então confundimos estabilidade com perda de interesse.
Na verdade, são sistemas diferentes operando:
O da conquista busca intensidade.
O do vínculo busca continuidade.
Um produz excitação.
O outro produz construção.
Se não soubermos distinguir, passamos a vida tentando reviver o primeiro, incapazes de permanecer no segundo.
Por isso, muitas vezes, queremos mais aquilo que não temos do que aquilo que já está presente.
Não porque seja melhor.
Mas porque o cérebro foi desenhado para perseguir, não para repousar.
E é aqui que mora o equívoco.
Relacionamentos não são metas a serem atingidas.
São realidades a serem habitadas.
Metas terminam quando são alcançadas.
Vínculos começam exatamente aí.
Quando entendemos isso, algo muda.
Percebemos que não estamos tentando esquecer alguém.
Estamos apenas ensinando o cérebro a encerrar uma simulação que continuava rodando sozinha.
Não precisamos lutar contra o sentimento.
Precisamos retirar a energia da projeção.
O que não aconteceu não precisa ser resolvido.
Precisa apenas deixar de ser continuado dentro de nós.
E, pouco a pouco, o desejo deixa de ser urgência.
A ausência deixa de ser falta.
E a mente, que antes insistia em terminar uma história imaginada, aprende a voltar para aquilo que está vivo — agora, concreto, imperfeito, mas real.
Porque maturidade emocional talvez seja exatamente isso:
Parar de confundir intensidade com verdade.
E escolher, conscientemente, aquilo que cresce com o tempo — não aquilo que apenas nos acende por um instante.
CARNAVAL DA BAHIA
Tempo de magia
Tristeza não tem espaço
Hora de sorrir e viver
Caia nessa folia.
No carnaval de poesia
É festa e emoção
O coração bate forte
Vista sua fantasia.
Cinco dias até onde se alcança
Nada impede a alegria
O folião não se cansa.
Carnaval da Bahia
Explode na avenida
Tem versos e melodia.
Irá Rodrigues
07 — O Nosso Dia
Hoje não é apenas mais um dia no calendário…
é o número que aprendeu a ter significado,
é o 07 que virou promessa,
que virou encontro,
que virou “nós”.
Eduarda,
se meu coração tivesse voz,
ele não sussurraria…
ele declararia ao mundo inteiro
que foi em você que ele encontrou morada.
Antes de você,
ele batia…
agora ele sente.
Antes de você,
eu existia…
agora eu vivo.
Você chegou como quem não faz barulho,
mas transformou tudo.
Organizou meus sentimentos,
acalmaram meus medos,
e fez do meu peito um lugar de paz.
No dia 07,
as estrelas foram testemunhas
de um amor que não nasceu por acaso —
nasceu com propósito.
Eu não te amo pela metade.
Eu não te quero por momento.
Eu te escolho por inteiro.
Eu te quero para a vida.
Se um dia me perguntarem
onde mora o meu amor,
eu direi sem hesitar:
ele tem nome, sorriso,
e atende por Eduarda.
Hoje é o nosso dia.
Mas, na verdade…
todo dia que acordo e lembro que você é minha,
já é um 07 eterno dentro de mim.
Com amor,
Aden
— o homem que encontrou em você
o significado da palavra eternidade, te amo!!!
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