Textos que Falem eu Nao Vivo sem Voce
Teu sonho não acabou
Hoje a minha pele ja não tem cor
Vivo a minha vida seja onde for
Hoje entrei na dança e não vou sair
Vem eu sou criança e não sei fingir
Que eu preciso
Eu preciso
Eu preciso de você
Ah! Eu preciso, eu preciso muito de você
Lá onde estive o sonho acabou
Cá onde eu te encontro só começou
Lá colhi uma estrela pra te trazer
Pegue o brilho até entender
Que eu preciso
Eu preciso
Eu preciso de você
Ah! Eu preciso, eu preciso muito de você
Só feche seu livro quem ja aprendeu
Só peça outro amor quem ja deu o seu
Quem não soube a sombra
Não sabe a luz
Vem não perde o amor de quem te conduz
Eu preciso
Eu preciso, eu preciso de você
Nós precisamos
Precisamos sim
Você de mim e eu de você.
Suicídio
Às vezes penso o que quero da vida.
Às vezes se quero viver.
É penoso estar vivo.
Não sei o que significa viver.
Tem quem espere a Morte,
ela não vem.
E cavam a sua procura
mais do que de tesouros ocultos.
Será loucura?
Aguardo o fim deste drama.
Traga-me o descanso, ó dama,
como já fizestes com mais de cem...
Que devo fazer agora?
Esperar que a Morte venha, com foice ou sem?
Vivo em um universo paralelo.
Dizer que isso é loucura não passa de insanidade.
A todos devia existir o direito de ter um mundo só seu.
Salvo pela loucura,
Aqui estou eu.
Nada conheço desde mundo,
A não a ser a mim mesmo.
Saudações amigo!
- posso dizer todos os dias ao olhar no espelho.
Proeza a qual não posso alcançar na realidade dos homens...
A beleza aqui é inexistente
Não tenho a quem fazer comparações.
Solidão
Solidão
Solidão
Preserva minha sanidade...
Amores: incontroláveis
Amantes: sorrateiros
Amigos: fiéis
Pais: iguais aos do mundo real
Conhecidos: inexistem
Na memória só levo aquilo que desejo...
Sentir o soprar do vento?
Não passa de um intento,
Que faz com que o coração lento
Bata de acordo com o momento.
Para que as rimas??
Hahahahaha
Livres aqui estão...
Viúva de marido vivo
Triste e desolada, uma mulher vivia,
Pois morava numa casa, onde amor não existia
Ela era casada, mas vivia sempre sozinha,
O marido, apesar da ausência, ainda bebia
De bar em bar, de gole em gole, noite e dia,
Deixando ela sempre vazia,
E quando chegava, nada dizia,
Nem beijo, nem amor ele fazia,
Comia e bebia e no mesmo prato, cuspia,
Amor e felicidade, essa mulher não conhecia,
Se o seu marido era vivo,
Pra ela, um morto é o que parecia,
Sumia o dia todo e a noite só dormia,
Se essa mulher, ainda não era viúva,
Porém, todos os sintomas ela já sentia.
Rotas.... partiu... não pode ser ali!
VEJO onde no escuro absoluto, tudo está vivo, luz que cabe, meramente permite se ter o que verdadeiramente contempla, o nada fica, o vácuo é vazio, se entende o morno de ser, e tudo que se caracterizam na dita fala, e o que nada que dita o seu ser!
By eujuse
SENTIMENTOS
Vivo nas sombras, não sei o que pensar.
Sou parecida com uma árvore, morta e sem vida.
Os variados galhos secos mostram minhas dores escondidas em meus olhos.
Só eu sei da minha dor.
Só eu sei da minha tristeza.
E mesmo ardendo por dentro,
Eu sei como dói lembrar
De algo que poderia ter sido e não foi...
Não consigo sentir mais nada, pois essa tristeza me cala.
Talvez amanhã eu acorde alegre
E me liberte dessa tristeza que em mim se faz presente,
Minha alma senta na calçada
E meu coração chora.
Olho as poças de lágrimas que eu mesma criei.
Ontem eu chorei antes de dormir,
Eu estava triste e deprimida
Briguei com meus pensamentos
Estava pensando sem parar,
Não julgo o dia por amanhecer chorando, até porque hoje eu amanheci chovendo.
Sou procurado vivo ou morto nesta terra, mas não tem recompensa alguma. É que alguns corações que parti no caminho querem a minha cabeça, imploram por alguma justiça. Se ao menos eles soubessem que a dívida já foi cobrada a muito tempo, por outra pessoa que coleciona corações.
@fer_machado_escritor
Gratidão não é simplesmente falar obrigado. Ė sentir- se grato por estar vivo , por ter uma cama quentinha, ter pernas e braços e olhos e um corpo maravilhoso esculpido pelo criador com todas suas funcionalidades prontas a nosso dispor.
Agradecer por ter café da manhã, por ter nossa família e dizer sempre o quanto os amamos e são importantes para nós. Não esquecendo dos amigos e daquelas pessoas especiais que nos inspiram mesmo sem saber e nos fazem tão felizes pelo simples fato de existirem.
Prefiro ao vivo, olho no olho e não gosto de mandar sinais.
Sou mais comunicativa do que aparento .
Não tenho bola de cristal pra saber qual é a real intenção de ninguém, então se o meu comportamento não condiz com suas expectativas, não me limito, podemos manter um diálogo para esclarecimento.
FILME
Há dias que não existo, simplesmente me abstenho da vida e inexisto, não vivo, não choro, não rio e não escrevo.
Carregado de amargor, vago sem proposito, não há o que fazer. O céu é cinza, o clima é encoberto de monotonia, chateação e desinteresse.
Por quanto tempo isso há de durar ? Até quando terei que sofrer por esse sentimento frívolo que me traz frustação e ansiedade ?
Eu só quero que isso passe, que o dia acabe, que o tempo se quebre e o sol exploda, durante esse período seco e insensível, meu combustível é o ódio.
Talvez eu só esteja sendo dramático, fazendo suspense por algo besta, tentando romantizar o tédio. Não sei
Acho que as vezes não há protagonismo em dias que somos figurantes.
Vivo com saudade de algo que nem sei se um dia já tive e na expectativa de chegar logo algo que não sei se existe...
Louco? Não, apenas um realista que sabe a diferença entre realizar e sonhar, assim, um dia de cada vez vou realizando meus sonhos e superando as adversidades do dia a dia, só assim pra suportar essa "saudade" e conter essa "expectativa" que eu sinto!
Alma temidas
Já não temos a sua alma,
Já não vivo o seu respiro
Almas temidas,
Corpo e comidas.
Já não temos seu desgosto,
Já nem sinto o seu gosto,
Nem vejo o seu rosto.
Alma temida,
Corpo e destemida
Já não temo a sua veste,
Já não sinto sua pele,
Corpo e série,
Já te vejo por perto
Tão longe, não teme,
Alma destemida.
"Dois Mundos...
"Não te esqueça que vivo
No silêncio que me toma
Meu universo é só meu
E você, o sonho que aconteceu
Uma presença amada
Que me abriu horizontes
Que não trás a ansiedades
Dos aventureiros viajantes
Me tirando das mesmices
Que as rotinas de meus dias
Vindos e se apresentando sem modéstia
Vezes em tristezas... ou alegrias
Ser mouco não é nenhum castigo
Não machuca e nem altera realidades
Trás quereres e desejos de viver
Pois é no silêncio que ouço tuas verdades
“Falo do que não vivo”
✍️ Valter Martins / Santo da Favela, o Poeta da Rua
Em meus poemas,
falo de cigarros que nunca acendi,
mas sinto a fumaça deles
entrando na alma.
Falo de bebidas que não bebo,
mas conheço o gosto amargo
de quem tenta afogar o que sente
no fundo de um copo imaginário.
Falo de lágrimas que não caem,
porque já chorei demais por dentro —
lá onde ninguém enxerga,
mas tudo dói.
Falo de amor,
mesmo sem saber amar,
porque o amor é isso:
tentar entender o fogo
sem nunca ter tocado a chama.
Escrevo pra não morrer calado,
pra dar nome ao vazio,
pra fazer das palavras
o abrigo que o mundo me negou.
E talvez seja isso o que me salva —
mentir em versos
pra dizer a mais pura verdade.
Não estou à tua altura
nem desejo, nem quero ser opção.
Vivo o melhor de mim,
em paz, na tranquilidade
dos finais de tarde do sertão.
Tens outra oportunidade,
outro horizonte a descobrir.
Vai.
Vive tua nobreza, teu destino.
Deixa-me aqui,
no meu recanto,
onde o silêncio fala
e o tempo não cobra pressa.
Dizem que não tenho sentimentos,
que não me importo com ninguém,
que vivo num vazio imenso,
que o amor não me faz bem.
Águia ferida sou eu — e mais ninguém.
Alguém me viu voar,
com asas largas a balançar,
carregando um coração ferido,
porque sentir também é sofrer.
Águia ferida sou eu — e mais ninguém.
Não vivo uma boa fase da vida.
E talvez esse seja o maior problema:
já não sei mais quando foi a última vez
em que a vida realmente me habitou.
Os dias passam,
mas não deixam marcas boas.
Só acumulam cansaço.
Um cansaço antigo, profundo,
que não some com descanso
porque não vem do corpo —
vem da alma.
Estou brigado com quase toda a minha família.
Não por ódio,
mas por desgaste.
Por palavras ditas tarde demais
e silêncios longos demais.
O presente cobra explicações,
o passado cobra perdão,
e eu não tenho forças para pagar nenhum dos dois.
Perdi o trabalho.
E junto com ele,
perdi a sensação de utilidade,
de pertencimento,
de dignidade.
Quando não se tem mais um lugar claro no mundo,
qualquer lugar vira fuga.
Passei a sair de casa como quem foge de um incêndio invisível.
Coloco a mochila nas costas
— às vezes vazia, às vezes pesada —
e pego um ônibus qualquer.
Não importa o número,
não importa o destino.
O movimento engana a dor por alguns minutos.
Enquanto o ônibus anda,
parece que a vida também anda.
Mas quando desço,
tudo continua exatamente igual.
Tento me enganar.
Tento enganar os outros.
Finjo que estou resolvendo coisas,
que estou sendo útil,
que estou indo atrás de algo.
Mas, no fundo,
só estou tentando adiar o momento
de encarar o que me dói.
As pessoas dizem que eu sou louco.
Talvez porque eu suma.
Talvez porque eu não saiba explicar
o que acontece dentro de mim.
Às vezes, eu mesmo começo a duvidar da minha sanidade.
Porque não é normal se sentir tão deslocado
mesmo estando rodeado de gente.
Não é normal carregar tanta tristeza
sem saber exatamente onde ela começou.
Eu não quero morrer.
Mas também não sei mais como viver assim.
Existe um espaço estranho entre essas duas coisas
— um lugar onde a pessoa apenas aguenta.
E é lá que eu moro hoje.
O que eu queria
não era luxo,
nem reconhecimento,
nem vitória.
Eu só queria um lugar tranquilo.
Um lugar onde eu pudesse descansar em paz
sem precisar fugir,
sem precisar provar,
sem precisar ser forte.
Queria um lugar
onde o passado não gritasse,
onde o presente não cobrasse,
onde o futuro não assustasse.
Queria silêncio.
Queria pausa.
Queria alívio.
Porque viver assim,
carregando tudo sozinho,
se sentindo errado,
cansado,
perdido…
isso também machuca.
Só não deixa cicatriz visível.
"Até hoje, meu caro amigo, vivo por alguém que não se abalaria por minha morte.
Até hoje, tento ser, da rainha de minha vida, o consorte.
Certa vez, li que era possível morrer de amor, sem saber o nome do sujeito, o invejei, que sorte.
Viver amando, sem ter quem se ama, é maldição, é sobreviver na fraqueza tentando ser forte.
Venha, sente-se, leia-me, escute-me, me ame, me note.
Da sua ausência, indiferença, já noto cada recorte.
Se quiseres ou se tiveres que ir, vá; mas, por favor, rogo que não volte.
Não me implore, não chore.
Não peça perdão, viva na solidão, seja feliz na sua indiferença, seu esporte.
Encontre seu rumo, ache seu norte.
Me perdi, tentando viver por alguém que, de bom grado, desejara a minha morte..."
Vivo cansado de promessas não cumpridas
De promessas abusivas ao meu povo
E ações criminosas de que o governo
Tem a nos oferecer;
Perguntamos? Por quê?
Construímos um país
Digno de verdades;
E não de mentiras e ilusões
Mas talvez não...
Só queremos um tanto de paz
E até felicidade para com o nosso povo;
CERTO OU INCERTO?
Os meus sonhos são traidores da realidade em que vivo, já não sei mais o que é estar vivo, mesmo nunca estando morto, já não sei mais se prefiro viver com os olhos abertos diante de tudo o que posso ver ou se irei viver de olhos fechados, me encontro em uma situação nada fácil e já passei por momentos mais difíceis.
A realidade se tornou um pesadelo e já não sei mais o que é sonhar
Quando estou no instinto racional me sinto um animal e ninguém pode me enganar, nada passa despercebido e assim meus olhos enxergam feito águia, meus ouvidos se atentam feito de um elefante, fico tão atento que simplesmente pisco um olho por dez para que nada, nada possa passar sem que seja visto!
Onde viro um sorriso é considerado um milagre de Deus, pois tudo aqui tem um grande preço, um sorriso custa caro e uma lágrima tem o preço de uma vida, não se mostram os dentes nem para comer e respiram como se fosse por aparelho, os olhos estão sempre abertos e nem parece que estás dormindo, o descanso é não se descansar os corpos vivem famintos e sempre faltam alimentos, se tem muita sede e não se bebe pouca água...
O céu está dividido, mesmo não tendo fronteiras, se não souber onde pisar, o concreto se torna areia movediça, estamos tão fedidos que nem urubu quer essa carniça...
E olhando para o lado, não vejo lados, que lugar é esse onde que pra onde olhar, tudo é igual?
Será essa a diferença da crença na descrença, da subida e a descida, do alto pro baixo? Não sei, se aqui tudo é incerto.... Como vou dizer o que está certo?
Sendo que a única certeza é de que se existem várias incertezas, o que se diz novo é antigo e o antigo se faz em novo em um renovo
Mas ainda posso ver o céu, ainda posso escrever meus pensamentos em papel, ainda que existam abelhas há de existir mel, o que seria do pintor sem tinta ou sem o pincel, pode se ter casamento sem um anel?
Nessa vida de doces amarguras, só não deixo de ser fiel e cumprirei meu papel sendo livre ou sendo réu.
Com certeza derrubarei essa nova Torre de Babel, mundo cruel!
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