Textos que Falem eu Nao Vivo sem Voce
O que é mais abstrato do que o amor? Ele não tem forma nem cor, mas é o que me faz parar o coração. A gente busca incessantemente essa sensação de enfartar de amor, de sentí-lo pulsando e estourando nossas veias. Que outra coisa nos leva a isso? O que mais justifica todos os poemas, todas as músicas, toda a angústia e inspiração do mundo? Só ele, o amor. A pintura abstrata que muita gente já não aprecia mais. Em busca de retratos reais, a gente se joga nas cordas do comodismo, esquecendo o verdadeiro motivo de estarmos aqui. E eu sei que você também pensa assim.
Sua escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim. Em algumas escolas você não repete mais de ano e tem quantas chances precisar até acertar. Isto não se parece com absolutamente NADA na vida real. Se pisar na bola, está despedido… RUA!!! Faça certo da primeira vez!
Tem hora que a gente só quer aproveitar uma vibe boa. Não é amor, talvez uma paixão. A gente dá atenção em demasia porque a pele rolou e a vibe bateu. A gente dá atenção sabendo que o prazo de validade é curto. Porque quer viver um amor breve a todo custo. Mas o que fazer quando a pessoa não entende que essa sede toda é pra viver ao máximo essa intensidade, até que, enfim, ela se acabe. Pra esgotar as possibilidades que, no fundo, sabemos que tem fim. O que fazer quando a pessoa pensa que, no fundo, tem sentimento envolvido. No quesito de relacionamentos amigos, escutem, todos eles, tem prazo pra acabar. Eles estragam como aqueles alimentos maravilhosos que a gente compra e não come. Aqueles que a gente vê na gôndola do mercado e jurava que queria muito. Eles ficam lá na geladeira até expirar o prazo de validade e mofar. Por isso eu aconselho, vamos viver sem medo. Até acabar. Não deixem a vibe estragar. Vamos parar de romantizar tudo. Amor é consequência, se constrói e só o tempo diz. Curtam as paixões. Mesmo que momentâneas.
Aquilo que incomoda o coração tem que ser removido hoje. Se a gente não joga fora hoje, a gente corre o risco de amanhã, quando tiver outra coisa nos incomodando, juntar com a que incomodou ontem. E vai juntando, isso é residual. Tristeza é residual, vai ficando acumulada, então a gente precisa cuidar. Jogar fora e recomeçar.
Desculpe por ser tão antissocial. E me desculpe por não saber expressar o que penso. Me desculpe por não saber responder a sua pergunta. Sou capaz de escrever belas palavras em letras, mas não por palavras. Desculpe parecer um débil mental na forma de agir e pelo meus espasmos. Desculpe por ser diferente dos demais homens. Mas aqui falo o que realmente sofro aos meus alunos e conviventes: eu tenho síndrome de Asperger. Apesar de sentir desprezo por isso, é melhor expor logo. É, ninguém é perfeito. Mas estou tratando já faz sete anos. Tenho me controlado bem.
Tenho fases como a luas ou bipolar, inconstante, super conversadeira ou não, cheia de manias, fresca, chata, quase ou totalmente anti-social. Ás vezes tímida, louca, atirada, ou não. Não gosto de me sentir sufocada. Tenho horror a falsidade ou qualquer coisa desse gênero. Na maioria das vezes nem eu mesma me entendo. Hoje: quero muito. Amanhã: quem sabe. Não costumo dar trabalho. Nem levo desaforo para casa, pareço boazinha mas não pisa em mim. Ás vezes sensível, ás vezes fria. Se eu tenho defeitos? muitos. E quem não tem? Mas eu acredito que as qualidades superam os defeitos. Achava que o meu jeito me incomodava, mas agora vejo que é isso que eu sou. De verdade. É a minha essência, o meu caráter. E eu gosto de ser assim. Sou feliz da minha maneira.
Quando os gatos dominarem o mundo, não existirá carros nem ruas, portanto, não terão animais mortos no asfalto quente. Existirá imensas calçadas. Quando os gatos dominarem o mundo, os ratos serão os gatos, que caçarão os humanos maus que serão os ratos. Os gatos serão donos dos humanos que eram donos dos gatos, e assim os humanos irão descobrir como é bom ser protegido e amado pelo dono. Quando os gatos dominarem o mundo...
Não sinto mais impulsos amorosos. Posso sentir impulsos afetivos, ou eróticos - mas amorosos, sinceramente, há muito tempo. É estranho, e não me parece falso, mas ao contrário: normal. Era assim que deveria ter sido desde sempre. E não se trata de evitar a dor, é que esse tipo de dor é inútil, é burro, é apego à matéria. Sei lá. E não sei se me explico bem."
O papel do Estado, com efeito, não é exprimir, resumir o pensamento irrefletido da multidão, mas sobrepor, a esse pensamento irrefletido, um pensamento mais meditado e, por força, diferente. É, e deve ser, foco de representações novas, originais, as quais devem por a sociedade em condições de conduzir-se com maior inteligência que quando é simplesmente movida dos sentimentos obscuros, a agir dentro dela.
A palavra de Deus diz que devemos perdoar quantas vezes for preciso, mas não diz que devemos aprontar quantas vezes for preciso, porque o perdão traz liberdade , mas as feridas costumam deixar marcas aos quais o tempo será precioso pra cuidar...portanto, muito cuidado com seu falar e com seu agir ....
A inflação não é causada pelas ações de cidadãos privados, mas pelo governo: por uma expansão artificial da oferta monetária necessária para apoiar os gastos deficitários. Nenhum fraudador ou assaltante de bancos na história jamais roubou as economias das pessoas numa escala comparável à pilhagem perpetrada pelas políticas fiscais dos governos estatistas.
Só que é tudo mentira, as ações não geram reações, nem todo crime tem castigo, os bumerangues não voltam para nossa mão, gentileza não obrigatoriamente gera gentileza, na maior parte apenas ingratidão ou uma gorjeta que mal dá para um pingado. Aceite isso. Lide com isso. Eu sei que é o que os livros e os filmes e as propagandas estão tentando nos empurrar, mas ninguém está aqui de brincadeira à procura da felicidade. Estamos apenas fugindo das pequenas humilhações diárias, quando não das grandes. Estamos correndo da nossa incapacidade de conseguir um amor, um bom emprego, ou simplesmente a paciência do cretino buzinando na sua traseira
Minha vida não tem andado tão perfeita,na verdade nunca foi perfeita,to cansada de me iludir com tudo,e ter ainda que colocar um sorriso no rosto e dizer que não tenho nada que estou bem,mas na verdade eu não estou bem,nem se quer estive bem.Estou com coisas trancadas dentro de mim,muitas delas estão me machucando de uma maneira que estou me acostumando com essa dor.
Demorei tempo demais para conseguir escrever sobre isso. Harry Potter. Não só ele, mas também Hermione Granger, Rony Wesley, Gina Wesley, Os gêmeos, Hagrid, Snape, Minerva, Dumbledore e, é claro, Lord Voldemort. São tantos nomes que compõe essa história, muito mais que esses, cada um com seu valor, cada qual representando mais de uma década de história. Eu, você, NÓS somos a geração Harry Potter, e eu me orgulho muito disso. Fomos nós quem chorou e riu, quem leu todos os livros e tem, dentro de si uma parte do que representa a nossa vida. Há tantas coisas que eu gostaria de expressar, a minha vontade instantânea de chorar quando eu penso que é o "fim". Eu vejo as notícias na televisão e me dá um nó na garganta. Infelizmente, eu nao poderei assistir ao ultimo filme na estréia do mesmo. É claro, eu sei o que acontecerá no final. Mas enxergar isso, diante de uma tela de cinema, e escutar o "hino" de HP pela ultima vez, me causará uma dor aguda, que eu já tive um pequeno vislumbre quando vi Dobby morrer. Não quero que acabe. Não quero ter que chegar em novembro ou julho e não ter nenhuma estréia de Harry Potter para acontecer. É repugnante! É tão clichê dizer: não é o fim, nunca será o fim, a menos que eu mate essa história dentro de mim. Mas eu acho que é isso que reconforta. É essa ideia de que a saga criou uma amizade em forma de teia, e no momento em que um de nós esquecer o quanto foi importante em nossas vidas, o resto irá se romper. Lembro quando li pela primeira vez "A cicatriz não incomodara Harry nos últimos dezenove anos. Tudo estava bem." Foi o terrível momento em que eu desabei em lágrimas e pensei "haverá o filme, e eu mal posso esperar para assisti-lo". Mas agora que o filme chegou e realmente terminou a história, eu imagino o que vou pensar quando a ultima cena acabar e as luzes do cinema acenderem. Não há o que pensar. Porém, deixo com Harry e todos os seus amigos o amor sincero que iniciou na minha infância e persistirá por toda a minha vida. Lerei os livros mais uma vez, assistirei aos filmes mais algumas milhares de vezes até me conformar. Foi, com certeza A MELHOR HISTÓRIA QUE O MUNDO JÁ VIU. Pottermaníaco ou não, o mundo inteiro conhece a história do bruxinho com uma cicatriz em forma de raio na testa. Assim, com minhas sinceras palavras termino isso dizendo uma única coisa: nunca haverá um adeus para Harry Potter.
Não me julgue pela capa, sou um livro rústico. No que se refere a caráter, minhas páginas têm conteúdo, é só prestar atenção no sentido de cada frase neste livro que é minha vida. Não tenho nada a esconder. As histórias são reais, vividas, choradas, mas sem arrependimentos. Se gostar do livro, leia; se não gostar, não abra, pois se você me julga pela capa, não perca seu tempo para ler. Acredito que eu não lhe julgaria pela capa.
Luz pra todo mundo, porque meu coração não está nem aí pra má vontade dos outros, pra inveja, e pro cinismo. Meu coração está em paz, e pra mim o que vale é saber que tem gente boa, que tem gente que me abraça e sorri com os olhos. O restante deixo pra que o tempo leve, e que não chegue nem perto de mim...
Para aqueles que caminham pela vida com o coração cheio de fé, não há tempestade que consiga derrubar. Pois, para Deus, não há impossíveis. E, mesmo quando tudo parece perdido, Ele nos conduz ao caminho que nos levará à felicidade. Ter fé é enxergar a luz onde outros apenas veem escuridão. É acreditar e ter esperança, e, de forma positiva, atravessar e superar as dificuldades.
"Tem coisas que acontecem na vida da gente que não tem explicação perdemos a chance de amar e sermos amados por medo, por estar longe, por achar que as diferenças vão atrapalhar, ou a idade, mas esquecemos que um amor perdido jamais nos voltará e que a pior coisa no mundo é viver sem um amor."
Já não choro por ninguém, o que dizem não me toca. Faço o que considero certo, me atiro se sentir vontade. Arrependimento não faz alguém voltar no tempo, nem pra casa, e dos meus erros, hoje, só tento enxergar o lado bom. Tentei, errei, menti pra tentar consertar, e piorei tudo tentando acertar. Segui em frente, fiz as pazes com o passado e as minhas falhas já não me atormentam mais. Dos que me julgam apenas resta o sentimento de pena, e a ironia da falsa perfeição de quem erra no mesmo ponto. Humanos imperfeitos. A paz deve ser isso, construir um refugio em meio a tanto caos. Aprender a sobreviver as catástrofes do dia-a-dia. Já chorei e me importei, fiz o que era correto aos olhos de pessoas incorretas, me arrependi por atitudes que nenhum lamento resolveria. Não seria errado dizer que a felicidade é uma questão de escolha - eu posso ficar mal, é inevitável não se sentir bem o tempo todo, mas eu posso escolher meu caminho. As dores passam, realmente, elas passam, mas às vezes continuamos mal pelo fato de não seguir as linhas de um futuro que nos foi escrito. E quantas linhas você já pulou? Nostalgia, lembranças que ficaram de quem se foi, tempo perdido. E que tempo perdido. Nosso equilíbrio é o que temos, o que somos e o que queremos, estamos sempre pendurados a uma corda bamba segurando um pouco de tudo, se deixarmos que um dos itens caiam, também caímos, ninguém é de ferro, e até o ferro entorta com as colisões. Somos o que queremos, quando queremos, se o nosso querer for além de um simples querer. Somos parte de um universo paralelo, onde a maior regra é ser além. Ir além, conhecer o que existe do outro lado, do próprio lado, do lado de dentro. Se hoje tudo lhe parece estranho, faça o estranho parecer certo. Existe um infinito nas diferenças, pessoas que nascem para serem iguais, morrem como a maioria. Se hoje eu não choro por ninguém, não foi porque eu aceitei a monotonia da vivencia, mas sim, porque encontrei o verdadeiro motivo da existência. Ser o que não pode ser tocado com facilidade, as pessoas só nos machucam quando permitimos que elas cheguem perto o suficiente pra isso.
Para as nossas acções e omissões, não é preciso tomar ninguém como modelo, visto que as situações, as circunstâncias e as relações nunca são as mesmas e porque a diversidade dos carácteres também confere um colorido diverso a cada acção. Desse modo, duo cum faciunt idem, non est idem (quando duas pessoas fazem o mesmo, não é o mesmo). Após ponderação madura e raciocínio sério, temos de agir segundo o nosso carácter. Portanto, também em termos práticos, a originalidade é indispensável; caso contrário, o que se faz não combina com o que se é.
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