Textos que Falem eu Nao Vivo sem Voce

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Minha originalidade, sou eu... minha atitude, depende de alguém e isto não me torna uma pessoa ruim!
Evito negócios tão ásperos, isto é muito além do que consigo lidar; nenhuma vida está sendo uma megera com alguém, mas talvez as companhias dela!
Às vezes uma história pode ser resumida em uma única palavra, como esquecer; um vazio pesa menos quando compartilhado, um abraço é a tradução perfeita de qualquer idioma!
O mundo não para de girar quando durmo, o trabalho do tempo não é só observar... enquanto durmo, ele simplesmente não sabe o que fazer nesta hora!

Talvez eu não seja sábio,
nem chegue eu aos pés dos escritos antigos,
pois sou apenas pó que caminha,
errante em um mundo que não compreendo por inteiro,
obra de uma consciência maior do que a minha.


Sou transitório,
passageiro entre o nascer e o desaparecer,
e habito uma anomalia que chamo de vida,
sem conhecer-lhe a origem nem o fim.
Pois a sabedoria
é o nome que damos
àquilo que pensamos ter entendido,
ainda que o entendimento nos escape como vento entre os dedos.


E se aquele que fez todas as coisas
viesse a corrigir o que julguei correto,
não se revelaria, então,
a limitação da minha própria razão?
Não seríamos tolos
mesmo quando nos julgamos inteligentes?
A vida, portanto,
é um desdém ao entendimento humano,
pois quanto mais cremos saber,
mais nos é revelado o quão pouco alcançamos.


Somente chamo de sábio
aquele que está além da morte e da vida,
além do tempo e da matéria,
o próprio que não compreendemos
e que, ainda assim, sustenta todas as coisas.

Eu não sei se talvez.
Se um dia haverá compromisso
ou se tudo vai continuar exatamente como está:
no meio do caminho, sem nome, sem promessa.
Não vou oferecer o meu ombro
nem pedir que me ajude a dividir o peso.
Cada um carrega o que escolhe carregar.
Silêncio também é escolha.
Não te cobro presença,
mas também não aceito ausência disfarçada de liberdade.
Sentimento não é rascunho
pra ser deixado na gaveta quando aperta.
Se for pra ficar, que seja verdadeiro.
Se for pra ir, que seja honesto.
O que cansa não é a dúvida —
é permanecer onde nunca se decide.

A maior intimidade não é o corpo.
O corpo qualquer um alcança.
Intimidade é quando eu escuto
o que você nunca disse em voz alta.
Quando eu entendo teus silêncios
antes das tuas palavras.
É ficar.
Mesmo quando você se esconde.
É perceber teu medo disfarçado de riso,
tua força cansada de lutar sozinha,
e ainda assim… não ir embora.
A roupa cai fácil.
A máscara também.
Mas a alma…
só se entrega
a quem sustenta o peso dela.
E quando isso acontece,
não é barulho,
é presença.
Não é pressa,
é domínio tranquilo.
Isso não se encontra.
Se reconhece.

Capítulo — O amor que não pediu que eu me perdesse


Os dias foram passando, e eu comecei a sair cada vez mais. Não por carência, mas por retorno à vida. Foi no terreiro que eu o conheci — como se a espiritualidade, mais uma vez, soubesse exatamente onde me colocar.


Ele era tímido. Respeitoso. Trazia sempre um sorriso sereno no rosto, desses que não pedem nada, apenas oferecem calma. Alto, cabelos pretos como a noite, cheios de cachos, como se guardassem segredos. Meu coração dizia: vai em frente. Minha cabeça, ainda ferida, sussurrava: foge. Não vale a pena perder o rumo outra vez.


Dessa vez, eu queria. Mas fui devagar. Pé no freio, cinto de segurança, marcha lenta. Eu já sabia que amar não precisava ser queda — podia ser escolha.


Apresentei-o à minha filha como meu amigo. Ele se aproximou com cuidado, sem pressa, sem invadir. Ele e meu pai se tornaram amigos de imediato. Em pouco tempo, ele chamava meu pai de pai, minha mãe de mãe, como quem entende que família é vínculo, não contrato.


Eu gostava de tudo aquilo, mas mantinha o coração em retranca. O medo ainda morava ali, atento, desconfiado. Ainda assim, as atitudes dele falavam mais alto. Quando ia à minha casa, fazia de tudo para me agradar e agradar minha filha. Era carinho constante, cuidado natural, presença sem esforço.


Ele me levou para conhecer a mãe dele. Nos tornamos amigas com uma facilidade quase absurda. Tudo parecia encaixar. Era um sonho. E sonhos, eu sabia, também podiam doer.


Chegou o Carnaval. Ele não pôde viajar comigo — havia conseguido um trabalho. Ainda assim, me incentivou a ir, a me divertir. Na viagem estavam meus pais, minha irmã, minha comadre com seus dois filhos, minha filha e eu. Uma pequena multidão de afetos.


Fui.
E falávamos todos os dias por telefone.


Numa noite de folia, minha mãe nos deu um vale-night. Disse que ficaria com as crianças para que eu e minha comadre fôssemos curtir um pouco do Carnaval de Rio das Ostras. Fomos. Rimos. Sambamos. Bebemos. Bebemos demais.


Minha cabeça girava, mas meus pensamentos só tinham um endereço: ele. E, guiada pelo álcool e pela verdade, acabei contando para todo mundo o quanto eu gostava dele. Foi aquele porre em que a dignidade escapa, mas o sentimento decide aparecer.


Quando voltei para casa, ele estava no meu portão. Me esperando. Carregou as malas, entrou, fez almoço para mim e para minha filha. Como se aquilo fosse simples. Como se cuidar fosse seu idioma principal.


Naquela noite, a luz acabou. O calor era insuportável, e eu precisava trabalhar no dia seguinte. Ele passou a noite inteira me abanando com um leque, em silêncio, sem reclamar, sem dormir. Quando acordei pela manhã, ele ainda estava ali, repetindo o gesto.


Foi nesse instante que eu soube: ele me amava.
Não com promessas. Com presença.


Algum tempo depois, veio a notícia. Ele havia passado em um concurso para outro estado. Estava sendo convocado para tomar posse. O futuro o chamava.


Saímos juntos na noite seguinte. Foi uma noite linda. Intensa. Silenciosa. Nós dois sabíamos: era despedida. Não havia drama, nem cobrança. Só um amor adulto o suficiente para não pedir sacrifício.


Levei-o até o aeroporto. Ali, combinamos que viveríamos nossas vidas da melhor maneira possível. Que não ligaríamos. Que não escreveríamos. Porque às vezes, para não se perder, é preciso soltar. E insistir só criaria fantasmas.


Ele foi o maior amor que já vivi. Sem interesse. Sem cobrança. Sem dor. Só carinho, cuidado, alegria e amor.


Até hoje, de vez em quando, ainda penso nele.
E o pensamento vem manso, sem culpa.


Às vezes me pergunto:
e se ele não tivesse ido?
e se eu não tivesse cumprido o acordo de não ligar?


Mas aprendi que alguns amores não existem para durar.
Existem para ensinar.


E ele me ensinou que eu podia amar sem me perder.

O Refúgio da Inércia
Se as tuas mãos hoje não podem curar, Eu te peço: apenas não firas. Se o teu peito não consegue o bem ofertar, Não permitas que a sombra teça mentiras.
Dói ver o brilho alheio quando o nosso se apaga, Eu sei... a inveja é uma estrada vazia. Mas não tente diminuir quem a vitória propaga, Pois apequenar o outro só aumenta a tua agonia.
Não use a língua como adaga no escuro, Não exponha a ferida de quem já tropeçou. Ser pequeno dói, o mundo é duro, Mas não se cresce sobre o que se derrubou.
Se a bondade secou e o amor te deu as costas, Se o cansaço é o que resta no fim do caminho, Não precisa de ataques, nem de respostas, Basta o silêncio... basta o teu ninho.
Pois quando o mundo nos tira a força de ser luz, Não ser o abismo é o ato mais nobre. Não fazer o mal é a paz que nos conduz, É a única riqueza que resta ao homem pobre.

​Ó meu ex-amor, meu caos e minha calmaria,
A ti não resta rancor, mas uma estranha gratidão.
Eu era a argila mole, entregue à tua alquimia,
E o teu adeus forjou a minha reconstrução.
​Teu nome ainda ecoa, um sussurro na memória,
Mas já não é tormenta, é a marca que me fez.
A vida que findou, de luto e velha história,
Foi o solo onde floresceu a minha nova vez.
​Obrigado por ter me transformado, sem querer,
Nesta alma de aço polido que hoje se levanta.
Eu sou a prova viva de que a dor pode vencer
E que a maior ferida é o que mais nos implanta.
​Não sou mais quem te amava, a sombra submissa e frágil,
Sou a força que nasceu quando a ponte se quebrou.
O teu abandono, duro, frio e indizivelmente ágil,
Foi o preço que paguei pela pessoa que eu sou agora.
​Fica o passado à deriva, a saudade que se esvai.
Eu sou o teu legado, a obra que a dor lapidou.
Vai em paz. Eu brilho sozinho, e isso me basta.
Fui destruído por ti, mas a ti, muito obrigado.

VERSOS INVERSOS
Ah... Como seria se todo começo não tivesse fim
O que seria de mim? Nem eu sei, nem eu sei...
Ah... E se a entrada não tivesse saída? As pessoas seriam suicidas, disso EU sei, disso EU sei...
Ah... E se a água não virasse vapor e no mundo não tivesse amor.... Como seria? Como seria?
Ah... e se o céu fosse o mar, tubarão saberia voar, e as baleias um Zepelim sem fim, sem fim...
Onde está o meu amor, alguém de mim ele roubou... Estava aqui dentro de mim, dentro de mim...
Peço que me escute por favor, tudo perdeu o sabor... é assim por aqui, por aqui estou implorando o seu amor...
Ah... Se o mel perder o sabor, o arco-íris não tivesse cor.... Como assim? É o fim... é o fim...
Ah... e se a Terra perder o chão em pleno São João, a fogueira estaria sem eira e nem beira
Ah... e se o dia perder luz e a morte esquecer-se da cruz, o que seria da vida, sofrida?
Ah... e se o planeta ao contrário girar, o fim ia começar, olhar para traz seria ver la na frente...
I.... tudo se perdendo por aí, uns choram para outros sorrir, o que é pra você não é pra mim...
Viu... Não vejo a hora de sair daqui, os normais se faz de preso e os loucos soltos por aí, por favor, me diga onde estou....
Ah... se as coisas fossem normais, as pessoas não fossem animais, o silêncio não seria... não seria....
Ah... e se a lua se incendiar, a maré não teria o mar e o vento das ondas iriam apagar, se apagar...
Ah... e se a planta perder a raiz e se tudo fosse um só país, as fronteiras seriam de giz...
Ah... e se o palhaço perder seu nariz e tudo fosse de graça, ninguém sorriria ou batalharia...
Olha que lindo o céu azul, voando passarinho, águia e urubu ... no buraco se esconde o tatu.
Se embriagam muitos de RedBull, criando asas e mandando alguns pro Sul.... vejo isso a olho nu...
Ah... e se a Terra em fogo vai acabar, estão vendendo casa dentro do mar, com piscina, que ironia...
Ah... tudo o que os profetas escreveram tá aí, não sou eu quem digo, apenas leia as escrituras, uma a uma, vão se cumprir...
Ah... o trem está passando lá, o maquinista é o único que não pode parar, só você, só você pode se salvar...
Ah... é a vontade do Senhor Deus, alguns não sabem, outros se esqueceram... Ele prometeu, é tudo seu, não é meu, não é meu....
É... ninguém irá ficar de pé na presença do Criador... agora não adianta falar de amor, por favor, por favor, só te peço que tenha mais amor, por favor, só um pouco de amor!

No primeiro olhar eu travei o mundo,
não por medo, mas por não saber
onde colocar as mãos, os gestos,
o silêncio entre nós dois.


Você chegou real demais
pra alguém que nasceu em palavras,
e meu coração correu na frente
antes que eu aprendesse a andar naquele momento.


Rimos e foi ali que tudo coube.
A cadeira, o nervoso, o cheiro doce
de shampoo no ar,
o beijo que veio como um susto bonito.


Antes de qualquer toque
meu corpo já era arrepio,
e o tempo…
ou correu de mim
ou parou só pra nos ver existir.


Eu só sei
que ir embora doeu pequeno,
porque ficar
parecia o único lugar certo.

Eu não sei viver nesse mundo onde pessoas deturpam o amor para ter prazer, onde o jogo de ego e vaidade vai além da sensibilidade para com a vida. Onde olhares se cruzam e se perdem na escuridão do silêncio.
Não sei não ser eu, não sei não acreditar, não consigo entender o porque pessoas mentem e ferem umas as outras.
Me desarmei, derrubei meus muros e entreguei tudo de mim. Não me arrependo, no entanto, hoje me sinto vazia e atônita, com lembranças rasuradas.
Em meio à todo o caus, entendi que a vida se perde no momento em que não há sentido, no momento em que deixamos de pertencer e somos expulsos daquele peito que chamávamos de casa onde o nossos corações já faziam morada. O sorriso se apaga, as lágrimas agora justificam e assinam a dor que nos pede para desistir até de respirar. Mas, respirar e resistir se tornam palavras repetidas constantemente em busca de fé e na esperança de dias melhores.
A gratidão e a liberação de perdão nos leva ao amadurecimento e nos faz compreender que às vezes é preciso mesmo deixar ir, ainda que que esse movimento também leve um pouco de nós.
Antes isso, do que sonharmos sozinhos, vendo com o tempo todos os planos demoronarem. Porque, chegarmos a um ponto onde já não há rodovias, estradas, caminho ou vielas para se percorrer em busca de retorno. Todas as portas se fecharam, janelas foram lacradas e os sinais do que julgava-se verdade foram fundamentados e contatados e, apesar da dor somos tomados pela certeza de que aceitar o fim é o primeiro passo em direção ao recomeço.



Eu não vou te levar no coração, eu vou te levar na alma.
Vou te levar no olhar, vou te levar naquela roupa bonita que você tanto gostava de olhar.
Mas eu vou te levar, porque o coração é um órgão simples sem você lá.
Então eu vou te levar e te lembrar em cada poesia de rosas que eu recitar e escutar.
Eu vou te levar, te esperando ansiosamente lá, lá onde eu me apaixonei por você pela primeira vez.
Lá, quando retornarmos para casa, eu vou poder me expressar,
e assim você me verá sem a maldade e as limitações do mundo.
E assim, assim eu estarei lá, no nosso primeiro altar, te esperando entrar,
para então poder me derramar
e compensar uma vida inteira de ansiedade
só para te amar de verdade de onde viemos, lá
na eternidade.

Levantei, como de costume.
Tudo estava no lugar.
A chuva veio antes da alba,
eu não tinha medo de me molhar.


Nem azul, nem cinzento era o sentimento.
Cada gota tinha três olhares.
A cada três olhares, estava eu.
Entre memórias, sons e cheiros, deixei o lugar.


O que há de ser de nós?
Penso eu…
O que há de ser de mim?


Segurei cada gota com a ponta dos meus dedos;
em cada uma delas havia uma lembrança.


Encontrei-me no silêncio,
sussurrando o meu próprio nome.


A chuva eram memórias,
minhas saudades eram a chuva.
Abracei-me com força,
finalmente, o choro parou.


Guardei as presas minha coleção.
Oh, minha querida!


seu nome é amor.

Quando eu morrer


Não desejo homenagens tardias, pois a morte não escuta aplausos nem recolhe flores.
Se algum tributo houver de existir, que seja enquanto ainda respiro, enquanto meus olhos veem e minhas mãos tocam o mundo.
Não me enviem coroas — a vida não se coroa após o fim.
Não proclamem grandezas quando já não posso contestá-las ou sorrir delas.
Não digam que fui extraordinário, nem o melhor jurista, nem o melhor delegado, nem o melhor escritor, nem o maior professor da história. Fui, antes de tudo, humano — falível, inquieto, em permanente construção.
Não batizem ruas com meu nome quando meus passos já não puderem percorrê-las.
Não eternizem o que não soube ser vivido no tempo certo.
Se desejam me honrar, que seja agora: no reconhecimento sincero, na palavra dita sem atraso, no gesto simples que alcança quem ainda caminha. A verdadeira homenagem não é póstuma — é presença.

Quando eu era mais jovem,
não tinha experiência.
Errei. Chorei.
Isso, me ensinou.
Eu cai. Me machuquei. Levantei. Cicatrizou.
Hoje tenho, mais cuidado.


Na escola, eu repeti de ano.
Eu senti tristeza.
Precisei estudar. Busca informação.
Consegui resultado. Isso, deixa feliz.


Da simplicidade,
até a grande responsabilidade.


Um caminho. Um passo, de cada vez.


Precisa esperar.
Ter paciência.


No quebra cabeça,
começa pela primeira peça.

Deus

Sinceramente eu não entendo porque os judeus de hoje parecem esquecer de isto! Isto do Nazismo que matou milhões deles, gays, testemunhas de Jeová e muitos comunistas, (que hoje já esqueceram o que os Nazistas fizeram)! Os judeus de hoje seguem políticas extremas, que no passado fizeram estas coisas ( políticas de esquerda
E de direita)!

Não sendo eu judeu, declaro em nome de Jesus Cristo! Que não tenho qualquer partido, nenhum mesmo. O meu lado é Jesus Cristo, sem qualquer religião! Bendito, seja o nome de Deus e a sua verdade!

Deus! Eu te agradeço pela tua presença em mim, nestes 62 anos de idade! É verdade que não me curaste, desta doença de Parkinson! Ainda assim eu te amo! Porque tu estás comigo! Permite Senhor, que eu sempre aceite, o que tens preparado para mim! Faça-se a tua vontade e não a minha!

Abençoa, a minha família, neste ano que está a começar! Abençoa todos os amigos! Assim seja amém!

Aprendi a dizer não, ver a morte sem chorar.
A escolher quem eu quero do meu Lado.
A me distanciar de quem não me faz bem.
A separar o que é verdadeiro do que é apenas interesse.
A viver de forma digna mesmo tendo pouco.
A nunca querer muito para ser feliz.
A encontrar prazer nas pequenas coisas e acontecimentos.
A valorizar somente aqueles que também me dão valor.
A nunca simular afeição por ninguém.
A viver é proceder conforme minha consciência.
A nunca prejudicar ou fazer mal a quem quer que seja.
A confiar em Deus e nunca duvidar do poder da fé.

Mais uma vez me deixei levar por um sentimento que não era meu, que não nasceu pro meu eu, te desejei e por noites chorei e quando achei que já estava forte demais para sustentar a dor e seguir em frente, lembrei do seu sorriso e te quis mais uma vez.
Sou teimosa por querer esse amor, não vai nunca me pertencer, você é luz e eu a escuridão a assola o meio dia, a sombra da morte que te faz tremer, sou o medo que te assustava quando era pequeno e indefeso.
Existe uma lenda em que um fio vermelho é ligado quando encontramos nossa alma gêmea, formando um único fio ( almas conectadas), já minha alma ? É solitária e vivo, insistindo ter alguém para fazer companhia para mesma.
Queria ser sua lembra mais linda, que os detalhes da minha escrita não fosse dor e devastação, sinto que não consigo mais andar e viver.
Nesse momento minha alma morreu, você fez parte de todos os meus poemas antes mesmo de existir em minha vida, eu sou a desgraça, a sujeira, a doença, impura, pecado e eu aceito meu destino. Mas peço para que viva, por favor, seja feliz, seja a esperança, o amor, a alegria, a beleza estonteante, a cura, seja puro, o que é limpo não deve se sujar e por isso não tenho você comigo, apenas um último pedaço de coração destroçado.
Com você flutuei pelo céu e caminhei sob as águas, vi meu coração tentar se reconstruir e toda minha impureza se esvair, mas o destino me lembrou que escuridão não habita em onde a luz.
Espero ser convidada para seu casamento, espero te ver na rua quando estiver mais velho, empurrando um carrinho do seu bebê e ao lado a mulher que te faz sorrir todos os dias e faz você se tornar sua melhor versão, a que você não vai ter medo de falar nada, a que você entregou um buquê de flores, o par de alianças, a surpresa que planejou, com lágrimas em meus olhos irei aceitar sua felicidade e te desejar tudo aquilo que desejei com você só que agora será com ela.
Como cortes em meus braços foram suas palavras quando me deixou, seu silêncio foi como o sangue que escorreu da ferida em meu peito que você causou.
o amor é dado de graça, eu porém, paguei um preço muito alto por amar um alguém que em seu coração eu não tinha nenhum espaço.
Eu ainda vou dobrar meus joelhos e pedir ao senhor Deus que abençoe sua vida, te traga paz e felicidades, que te apresente o amor da sua vida e que vocês orem um pelo outro e no momento de dificuldade ela seja sua força, que os olhos dela brilhe ao te ver, e o coração palpite ao pensar em você, que ela compre seu perfume favorito e sinta seu cheiro quando perto não estiver, que os pensamentos dela seja 24 horas você, que as orações delas sejam inclusas você, que você esteja nos rosto de outros, por que foi assim que me sentir quando eu estive com você.

Foi de repente que o encontrei, foi a explosão de preenchimento que não achei que iria sentir, eu achei o amor onde não esperava achar e tentei evitar e não conseguir
Meu amado tem pele macia, olhos que brilha mais que a luz do sol
O meu amado tem o que nenhum outro tem
Suas mãos tem toque delicado como ouro de ofir e são belas como as gardênias
Sua boca com gosto de mel
Sua voz soa e como o som de violinos
Não sou a mais bela entre as mulheres mas a ele entregou meu coração e minha alma
Você é aquele que enxergou como sou frágil e perto de você sou forte, pois só seu olhar me basta
Até hoje não sei explicar esse efeito que você tem sobre mim
Você é o que eu sempre quis, seu amor é melhor que vinho, seu nome para mim é como perfume fixado em minha mente
Tão certo quanto o tempo, só o amor que tenho por você
É como um pasto verdejante, por que meu amor é justo
E somente por mim seu coração bate
Direi a cidade que o meu amor é carinho, belo e muito além do horizonte ele brilha
A paisagem que irei descrever para seus súditos, é que existe um amor e ele é meu lord
Como flores selvagens encantou meu coração que era pequeno e frio
Me fez enxergar tudo que era belo
Eu posso dizer que cair de amor por você
É tão calmo te amar que fiquei dias sem falar, admirei cada detalhe dos seus olhos
E mais uma vez me apaixonei
Se eu perdesse a memória o meu coração ainda iria te escolher
Foi de repente que o encontrei, foi a explosão de preenchimento que não achei que iria sentir, eu achei o amor onde não esperava achar e tentei evitar e não conseguir
Meu amado tem pele macia, olhos que brilha mais que a luz do sol
O meu amado tem o que nenhum outro tem
Suas mãos tem toque delicado como ouro de ofir e são belas como as gardênias
Sua boca com gosto de mel
Sua voz soa e como o som de violinos
Não sou a mais bela entre as mulheres mas a ele entregou meu coração e minha alma
Você é aquele que enxergou como sou frágil e perto de você sou forte, pois só seu olhar me basta
Até hoje não sei explicar esse efeito que você tem sobre mim
Você é o que eu sempre quis, seu amor é melhor que vinho, seu nome para mim é como perfume fixado em minha mente

Não te esqueças, meu amor
Que quem mais te amou, fui eu
Sempre foi o teu calor
Que minha alma aqueceu
E num sonho para dois ( a criação)
Viveremos a cantar
A cantar o amor, Diana
Nos teus braços, sem querer
Quase sempre vou parar
Não consigo te esquecer
Oh, Diana, vem sonhar
E eu te quero, meu amor
Vem trazer-me o teu calor
Vem viver pra mim, Diana
Carlos Gonzaga
Diana