Textos que Falem eu Nao Vivo sem Voce

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Mais difícil que esquecer um amor q não nos ama, é esquecer aquele amor que damos e recebemos, eskecer dos carinhos, risadas, dos conselhos, dos amassos, dos sorrisos, o mais difícil é o esquecer do querer bem, alem de nós mesmos... Isso torna mais difícil o esquecer... Esquecer de quem nos ama também, pior é qdo cruzam os olhares, ou a presença é sentida dentro da ausência da saudade, é quando passamos lado a lado e o nosso silencio de fora aperta os gritos da fome pela presença...
Ter que esquecer quem nos ama...
É nos machucarmos duas vezes, é doer pela nossa dor, e pela dor de quem nos ama...
Esquecer quem nos ama, é ter dois momentos a todo o momento, é ter q conviver com a ausência e ao mesmo tempo, inserir a pessoa em nosso momento com as memórias da presença.
É deixar o silencio sair dos lábios, e os gritos dos olhos...
É estar em pé, com o coração no chão...
Manter-se firme não por nós mesmo, mas por aquele que nos ama. Apoiar-se na ausência, pela presença.
Esquecer quem amamos, é difícil, mas esquecer quem amamos e quem nos ama, torna-se muito dolorido, é esquecer de nós mesmo e conviver com a nossa própria ausência.
É esquecer um pedaço de nós mesmo, esquecer da asas que um dia tivemos e criar falsas verdades para tentar preencher esse espaço em nós.

Êxtase

A antevéspera esperada, a alma sufocada,
Horas que não passam, minutos que param...
Desejo ardente profundo e crescente
Sonhos que antecipam o encontro, o enlaço
Perdidos no tempo e no espaço...

O encontro: tremor no corpo, desejo inconjugável
Beijos sedentos, abraço incomparável
Deixo em seu rosto o meu gosto,
Em sua alma minha presença,
Em seu corpo meu cheiro.

E usamos todos os sentidos: mãos bobas,
Olhos enigmáticos, ouvidos atentos,
olfato apurado, sabores indescritíveis...
O coração disparado, o frio na espinha
Suor e espasmos em nossos corpos delirantes...

Em seguida...o cansaço...retribuído, bem recebido
O desabafo desafogado, suspiros profundos
Seu corpo sob o meu... só meu
Nos perdemos nos mesmos sonhos
E nos refugiamos na expectativa do próximo encontro...

Ela odiava ter que admitir isso, mas ela o amava. E o pior, ele sabia e não fazia nada para amparar a dor - e o sentimento - que ela sabia que existia.
Ambos eram inseguros quando o assunto era amor, eles não tinham muitas experiências, embora ele sabia como a deixar balançada - ele era bom de fazer essas coisas, não precisava fazer nenhum esforço para deixar o pobre - e burro - coração da garota acelerado.

Seus olhos eram um enigma, escondia o maior dos sentimentos - e ela amava a tentativa de desvendá-los. Aquele sorriso era encantador, seu olhar penetrante, ele - realmente - tinha todas as qualidades que um garoto poderia ter para conquistá-la.

Ele era diferente e igual a todos os outros, mas não costumava ser o tipo conquistador, sua pele era naturalmente rosada e, ao contrário dos outros, ele tinha sentimentos. Ela amava tudo isso. Isso era claro.

Seu olhar frio e ao mesmo tempo penetrante em direção à garota relatava o que ela mais temia: ele não a amava. Admitir isso não foi uma das tarefas mais fáceis - nunca é - a se aceitar, afinal ele era seu primeiro e, - até então - único amor.

E o que ela poderia fazer diante de uma situações dessas? Nada. A não ser a aceitar as ironias do destino.

Não posso deixar que te leve
O castigo da ausência,
Vou ficar a esperar
E vais ver-me lutar
Para que esse mar
não nos vença.

Não posso pensar
que esta noite
Adormeço sozinho,
Vou ficar a escrever,
E talvez vá vencer
O teu longo caminho.

Quero que saibas
Que sem ti não há lua,
Nem as árvores crescem,
Ou as mãos amanhecem
Entre as sombras da rua.

Leva os meus braços,
Esconde-te em mim,
Que a dor do silêncio
Contigo eu venço
Num beijo assim.

Não posso deixar
de sentir-te
Na memória das mãos,
Vou ficar a despir-te,
E talvez ouça rir-te
Nas paredes, no chão.

Não posso mentir
que as lágrimas
São saudades do beijo,
Vou ficar mais despido
Que um corpo vencido,
Perdido em desejo.

Quero que saibas
Que sem ti não há lua,
Nem as árvores crescem,
Ou as mãos amanhecem
Entre as sombras da rua.

A escola não ensina que crianças são rejeitadas
e sofrem tentativas de homicício durante toda a sua gestação…
E que já no ventre recebem drogas, socos e gritos…
A escola não ensina que crianças são rejeitadas ao nascer,jogadas no lixo, afogadas, abandonadas em praças…
Ela não ensina que são maltratadas, abusadas sexualmente
e agreditas com palavras olhares e gestos todos os dias…
A escola não ensina que essas mães são crianças mal preparadas e revoltadas com a própria sorte, muitas vezes…

A escola não ensina que o poder é do mais forte,
seja pelo dinheiro que possui ou pela arma que carrega
e pelo silêncio que me obrigada a fazer…

A escola não ensina que a fome,
a raiva e a revolta fazem bandidos…
A escola não ensina que pessoas são cruéis, mentirosas,
preconceituosas e humilham o seu semelhante…

A escola não ensina…

A bola nova

Essa bola amarela, não sei não. Antigamente as bolas de futebol tinham a cor do couro com que eram feitas. Pintadas de branco, só em jogo noturno. Lembro do meu espanto ao saber que, em cada jogo oficial de campeonato usavam uma bola nova, o que me levava a sonhar com montes de bolas usadas uma vez só, estocadas em algum lugar. Uma visão do paraíso. E era uma bola por partida, substituída, com autorização do juiz, apenas em caso de perda de esfericidade, o nome científico de murchamento. Isto significava que quando a bola espirrava para fora do campo, era devolvida pelo público para que o jogo pudesse continuar. A bola era devolvida pelo público! Talvez nada na nossa história recente tenha a importância simbólica deste fato: no tempo da Número 5 cor de couro a torcida devolvia a bola. Se a bola demorasse a voltar para o campo havia manifestações de impaciência e quem a retivesse - só por farra, ninguém era ladrão - era hostilizado pelos outros torcedores. Não se sabe se a torcida passou a ficar com a bola quando começaram a usar várias por partida ou se foi algo na nossa alma que mudou. Há quem atribua a uma reversão dos pólos magnéticos da Terra lá pelos anos 40 e 50 a deterioração do caráter do brasileiro. Não sei. Seja como for, uma das suas primeiras manifestações foi não devolverem mais a bola.

Ela era branca só em jogo noturno porque ajudava a visibilidade, até se darem conta de que o branco também favoreceria a visibilidade de dia, pois seu contraste com o verde do gramado era maior do que o do marrom. Agora houve um retrocesso. A cor da nova bola não é marrom, é amarelo cocô-de-criança. Os goleiros estão se queixando de que ela é mais difícil de pegar, mas talvez estejam só com nojo. O contraste com o verde decididamente piorou. Não demora aparecer uma teoria conspiratória alegando que a troca foi para atrapalhar o Brasil na Copa deste ano. Um reconhecimento de que o Brasil era imbatível com a bola antiga, o campeão definitivo da bola branca. Como todos estranharão a bola nova da mesma maneira, estaria começando outra era com tudo reequilibrado, e com chance até para Trinidad-Tobago.

Além da bola, o Brasil precisará se preocupar com a soberba. O clima nacional está um pouco como o de 82, lembra? Aquele time que foi para a Copa da Espanha, com Falcão, Cerezo, Sócrates, Zico, Eder, também não podia perder para ninguém, com qualquer bola. Nos anais da Fifa não consta, mas quem ganhou aquela Copa foi a Soberba. Vai ser nosso principal inimigo na Alemanha.

Que seja ódio, que seja amor, afeto, momento, minuto, segundo, semanas... Odeio o fato de não estar aqui. Odiaria mais ainda se tivesse. Odeio o aperto que sinto agora. Odeio o palpitar descompassado, odeio o arder do meu coração machucado...
Me odeio por não ter fechado os meus olhos para os seus.

Dá-me Senhor uma fé forte e firme mesmo quando tudo disser e mostrar que não há caminhos.
Que tú Senhor seja o caminho para mim onde os homens fecharem.
Que tu Senhor seja a verdade para mim mesma diante de tanta mentira.
Que tu Senhor seja a vida onde a morte mostrar-se como solução para os problemas.
E,mais do que a vida terrena.
Que sejas vida eterna para todos nós.

Da pra arrancar o medo e a insegurança? Não. É, a triste realidade atormenta meus pensamentos, as vezes acho que vou enlouquecer, será? Eu me sinto livre quando rio sozinha, quando me olho no espelho e consigo sorrir com sinceridade. Porque aquele sorriso dado entre as muitas pessoas, esse não é verdadeiro. É que eu não quero sorrir, sabe? Mas eu tenho que sorrir, é assim que funciona, não é? É assim que se encaixa na sociedade. E eu quero me encaixar numa sociedade hipocrita? Eu não tenho o querer, ninguém tem.
Eu queria ser independente, é. Queria ter a minha casa, as minhas regras, no meu mundo , onde eu não precisaria sorrir a cada passo dado, onde eu não precisaria aceitar tudo que é imposto pelo sistema, esse tão maldito quanto quem o criou. Malditas pessoas.
É normal sentir como se nada fizesse sentido em sua vida? Claro que não, porque todos temos um objetivo, não é mesmo? Não. Eu não tenho, eu não sei o que poderia me fazer feliz. Porque a felicidade, ela é algo passageira, então porque existe, afinal? Ora, para que as pessoas não sofram tanto, ou não demonstrem que estão sofrendo. Ai felicidade, como você pode me machucar. Pare com isso, prometo fingir que sou feliz.

Não gosto de pessoas rasas. Se não sabe o que falar, cale-se e desista, sem tempo para levezas, se não veio com a intenção de ficar, nem pare. Retire-se!
A ociosidade entedia exaustivamente; agilidade é a palavra, essa sim revigora, estimula..., CORRA! Amo demasiadamente e ignoro na mesma intensidade. Por que minha educação não depende pra quem, mas meu sorriso sim!

Que o silêncio não afete o entendimento sobre tudo aquilo que um dia foi pronunciado como um ato de amor…

É que às vezes basta um instante de fraqueza para voltar no tempo do nada. Àquele tempo onde tudo era vazio e ninguém compreendia. O tempo do quase; do talvez; do frio e distante. O tempo do deserto de sentimentos e da imensa ausência. O tempo da vontade de não estar lá, circulando de um lado para o outro, no meio da incompreensão.

Basta um instante de fraqueza para alterar a sonoridade daquilo que se ouve; para fragmentar os instantes de ternura e interromper as manifestações de afeto. Porque é nos momentos de fraqueza que tudo aquilo que não foi cultivado com amor, morre!

Por isso mesmo, nos momentos de fraqueza, o melhor a fazer é calar a voz dos sentimentos para deixar falar a voz da razão… E às vezes a razão diz – daquele seu jeito determinado – que o silêncio é a melhor resposta quando a incerteza resolve demorar um pouco mais dentro do coração.

Porque sou cheia. Cheia de fases, cheia de sonhos, cheia de choros e carências.
Evito não amar. Evito não entrar em contato. Evito conversas, frases, sorrisos e suspiros. Evito porque tenho medo da dor. Evito porque no fundo tenho medo da rejeição. Evito porque não quero deixar minha maquiagem borrada pela milésima vez e meu orgulho ferido.

Dama da noite

Perfuma a lua
Ela nasce do nada
E não é minha nem sua
É noiva da madrugada
Que a transforma em mulher
De um sorriso vulgar
Só da pra quem quer
Escolhe a hora e o lugar

De quem é a dama?
De quem é a dama?
De quem é a dama?
Da noite é a dama da noite

Tem mil nomes de guerra
Cada noite um tal
E um belo par de pernas
Não existe outro igual
É as vezes menina
Quando quer é fatal
Mas no que nasce o dia
Se foi sem deixar sinal

De quem é a dama?

PRETÉRITO IMPERFEITO


Não pensei que fosse ser assim. Mas, foi. Aconteceu.
O tempo engoliu meus sentimentos;
e deixou para trás, apenas coisas que já não me servem. Lembranças.
Eu não quero mais te ver deitado no sofá vazio,
Eu não quero mais ouvir sua voz em outra boca,
E também não quero sentir o seu perfume no vento.
Não foi assim que aprendi a te amar.
E tenho certeza, não vai ser assim, que eu aprenderei a te esquecer.
Não por completo.

Eu tinha algumas possibilidades, mas você não me deixou escolha.
Então eu não pensei, senti.
Eu não senti, eu fiz.

Eu deixei fazer.

Das lembranças que hoje me acompanham,
A sua é a que mais me dói.
Você se foi sem me fazer chorar,
Mas, quero que saiba, que hoje eu choro.

Quem não arrisca, não petisca.

Sinceramente pra mim não existe essa história de namorar um pouco alguém. Sabe, quando alguém Namora, mas não se entrega, é um pé na sua vida de namorando e um pé na de solteiro. Pra se caso acontecer algo no namoro tem como se equilibrar e ir pra vida de solteira.
Não que mergulhar de cabeça em uma relação de primeira seja a prova real de sanidade, mas faz bem! E como diria Martha M. ''criaturas que derretem-se, entregam-se, consomem-se e não sabem negar-se costumam trazer um sorriso enigmático nos lábios. Alguma recompensa há de ter. '' Já passei por uma experiência assim e hoje eu vejo que não perderia nada em fazer isso no começo.
Eu aprendi que o amor é sempre um risco a se correr, nunca se sabe se você vai ser correspondida, ou se vai amar o quanto a pessoa mereça, mas arriscar é a escolha certa. e se não der certo? Tudo na vida é um jogo de superação.

NUNCA TOME UMA DESCISÃO COM O CORAÇÃO, POIS O CORAÇÃO É BURRO, SEGO E NÃO TEM NOÇÃO DO QUE É CERTO OU ERRADO...
SE VOCE ACHA QUE ESTOU ERRADO.....
VOCE NUNCA APAIXONOU-SE PELA PESSOA ERRADA. NUNCA OLHOU PARA UMA PESSOA E DISSE "NOSSA QUE LINDA(O)"....QUANDO TODO MUNDO DIZIA O CONTRARIO.
NUNCA SOFREU POR AMOR E MESMO SABENDO QUE TUDO ESTAVA ERRADO .... AINDA TINHA ESPERANÇA.
NUNCA OLHOU PARA TRAZ, VIU QUE SOFREU MUITO POR ALGUEM...MAS ENFRENTARIA TUDO DENOVO.
OU SEJA...ALEM DE BURRO, CEGO E SEM NOÇÃO.............
O CORAÇÃO TAMBEM É MASOQUISTA.
ELE TE DA A ILUSÃO QUE TUDO ESTA PERFEITO MESMO ESTANDO SOFRENDO.....

Sabe um dia alguém tentou me dizer
Que o meu conto de fadas não existia
E que as pessoas não eram boas de verdade
E que meu príncipe encantado não viria !

No Fundo eu juro que já sabia
Mais aquilo me fazia tão bem
Sabia que lá, em pouco tempo eu já não existiria
Precisava acordar, precisa enfrentar o que mais temia

O tombo foi trágico
A REALIDADE era brusca demais, para eu entender
Não havia sentimento, nada era mágico
O que todos queriam era dinheiro para poderem sobreviver

Juro, a ganancia era o pior
Uns com tanto e outros com tão pouco
Ninguém se lembrava o que era repartir
Lá só se preocupavam com o próprio nariz

Aos poucos minha luz foi se apagando
Eu fui desacreditando de toda aquela mágica
Que um dia eu havia sonhado
Na REALIDADE descobri que os sonhos não podiam existir
Foi ai que me vi morrendo e dejando estar no meu conto de fadas, e é la que me encontro até hoje
E é ela que eu sobrevivo me alimentando de ilusões
Mais me sinto melhor assim
E é lá que eu sempre quero estar !

TEMORES DA NOITE

É uma hora da manhã, cheguei a pouco e me sinto suja, não tenho coragem de conversar com Deus e todo o meu esforço foi jogado no lixo.
É sempre assim, eu fecho os olhos e não vejo.
Não vejo uma saída, não vejo uma solução.
Mais uma vez eu quero acabar com minha vida, sozinha, perdida... Mas também me falta coragem.
Todos os meus sonhos e planos se perdem, de novo, não há nada que eu possa fazer.
É sempre a mesma coisa, a história se repete, não há nada de novo, só os mesmos erros medíocres.
Eu ouço uma canção que me faz querer sumir, não há ninguém pra conversar, nem um amigo, e mais uma noite longa pra sobreviver.
Na minha boca tem o gosto dos meus pecados, e sinto todo o inferno rindo de mim, dizendo que mais uma vez ele me venceu e me fez tropeçar, no mesmo lugar...
Minha alma sangra pelos meus olhos, eu queria fugir, mas pra qualquer lugar que eu vou eu os sinto perto de mim, e tenho medo.
E eu quase me rendo aos seus encantos, quase me jogo nesse abismo pra não ouvi mais, pra não sentir esse desespero me convencendo.
Mas algo me agarra e não sei o que é...
Ah! Como eu queria que isso me deixasse cair de vez, pra nunca mais sentir, no meio da noite escura.
Quando olho para um canto e sei que ele está lá, mesmo não vendo, eu posso sentir seu hálito gelado e sua gargalhada fétida, zombando de mim e me dizendo que mais uma vez eu perdi meu tempo,
Não consegui...
Eu não consegui e não vou consegui nunca.
Quem eu penso que sou pra ousar sonhar desse jeito, quem sou eu pra imaginar que eu poderia conseguir, não, eu não posso!
E não adianta me iludir, não adianta ter esperança porque a esperança é ingrata e só faz a perda ser ainda maior, pra que tentar... Pra que?
O cheiro da mentira exala da minha pele e as horas passam.
Cada segundo o medo se entranha em mim, e não adianta fechar os olhos, não adianta acender as luzes, a escuridão vem de dento pra fora.
Vem na letra desta canção idiota, trazendo lembranças que eu prefiro esquecer.
E eles continuam aqui incitando minha covardia, ocultos pela sua capa de veludo cinzento,
Se aproximando cada segundo, dominado todos os pensamentos, e agora, já não é a dor, mas o medo que me impede de fechar os olhos,
O medo e a vergonha que me domina, que me consome e me sustenta!

Escrito em 08/04/2009

Não deixe que coisas ruins,tomem lugar em seu coração.
Nunca espere que alguém lhe estenda a mão.
A vida é assim, temos que pisar firme no chão.
Pouco importa se você é feliz ou não.
O importante é tentar ser feliz.
Ser alegre é uma dádiva, amar também.
Por isso ame sem distinção.
POR QUE FELICIDADE É AMAR COM O CORAÇÃO.

Deus assim o quis
"Quis lembrar teu rosto:
Não pude,
Só recordo o brilho dos teus olhos e o doce da tua saliva.
E não restou retrato pra um consolo.
Quis fugir. Porém não pude. Afinal;
Quando ainda havia amor, te guardei com todas as lembranças doces de minha infância,junto aos meus rompantes de adolescente e aos sonhos inocentes.
Enfim a lembrança da tua passagem está na estante da memória onde sempre bate o sol. E justamente por isso as letras se apagam, para ficarem impressas onde nem traça nem o tempo pode consumir.
Se há consolo para esse fim é: Deus assim o quis."