Textos que Falem eu Nao Vivo sem Voce
As minhas amigas chamam-lhe D.D Delavega
Naquela manha de Armageddon, chegou primeiro
Pulp fiction devagar o caracol avencou
Lembro me mal como entrou, olhei, sorriso
Bom dia em Japon es, apareceu no elevador esquerdo
Estava na lista de Schindler tal um anjo
Na lua, decidi fazer o teste na mesma
Falamos de comedia do filme de Al Pacino
Disse que era Patrick, mentiu vinha de meia
Pois veio de bicicleta, trazia um bolo,uma bola, gosta tambem de tenis e mais nada
Pois com tanta gestao dos recursos ha um ano
Resolvi a fazer mais perguntas
Sentou-se a mesa para escrever, bebi uma
Agua
Tanto tempo mais de 40mn fora do jogo
Finalmente interogei me qual sera o problema
Ele era solteiro e tocava numa banda de musica
Ach* depois chamo-me Maria de Barcelona
Perguntou si vamos, nos iamos para Cuba
Passei a frente disse adeus ele retorquou
Ate ja
Fomos comer frango no Hunger circo encontrei o cachecol que o porteiro roubou
Iniciou bem tinha conta apartado vestiou
Casacos, camisolas, eu tinha frio, cansada
Passei a noite nas urgencias com as filhas
Comprendi neste dia as melhoras amigas solteiras
Elas andam sempre felizes ha 25 à nos mas este Senghor gostaria tomar café com ele e conversar sobre a amizade e ohhh amor
Superações suspiradas
O considerado positivo
Atrai as cargas negativas
Essas o envolve, o acumula,
Supera!
Essa capacidade de atração
Passa longe de ser
Equivalente à gravidade,
Supera!
A absorção dos efeitos
A atração e a exposição
Nem sempre a radiação, a flor
Supera!
Reduz-se pois a negatividade
Pela não exposição da positividade
E assim, a Contra atração
Supera!
A água que te banha é esgoto
Logo depois de te banhar;
E tudo que tu come são fezes,
E tudo, no fim, lixo escroto.
Nada se cria, nada se destrói;
Nada brota em solo aleatório
Do que cravas no dente e rói,
Permanece por tempos nesse solo.
Pro lixo estou me lixando
Mas se o lixo se vai propagando
De esgoto em esgoto afundando
Se esgota o planeta, o homem, o plano.
No ínterim da vida, um mal estar, uma despedida
De mim. De quê?
Acho que eu dormi nos intervalos da chegada, da partida.
E a cada despedida eu me pergunto se é o fim
Ontem, morreu um bicho dentro de mim,
E hoje as suas tripas me degolam
Um bicho esguio e luminoso... Sei lá...
Só sei que estava aqui porque agora não está,
E se nunca esteve, tem um espaço aqui pra ele... Vazio, vazio
No ínterim da vida, um não estar, uma despedida...
Assim foi que eu fiquei desfalecida no sofá do quintal velho
Enquanto uma semente que virou broto que virou árvore e virou árvore
De repente, virava árvore que virava broto e virava semente
Semente que se enroscou e bloqueou minha garganta
Semente que dói feito pedra.
O que eu sei é que até ontem havia um caixão por aqui
Um caixão que ninguém abriu
O cadáver... Não sei bem... Mas acho que era morte/por segundo
Talvez por cárcere privado, talvez por conveniência.
O que eu sinto, vejo e ouço é que até hoje fede e bate na madeira inutilmente.
Aconteceu...
No ontem de algum dia
Em algum olhar distante, vazio e doloroso.
Eu não sei... Mas eu me lembro,
Como uma sensação no escuro.
Poema sem acabamento (ou inacabado)
Cada noite que me deito sem dormir
Cada sombra no escuro do passado
Os fantasmas do passado a me bulir
Me agitam o corpo quente e calado.
Turbilhões de memórias, de problemas
Problemas do passado do presente
Me agitam o corpo quieto e quente...
futuro do passado, me condenas?
Me resta o pesar das pálpebras do dia
À noite, o pesar do corpo absorto
...
Estou cansada. Da agonia,
Do desgosto. (?)
:O
Do livro na estante eu fujo
Da tv da sala eu fujo
Seu rosto me encara, eu fujo
Pra onde pra onde?
Da página em branco eu fujo
Do rádio a pilha eu fujo
O chão me segura, eu fujo
Pra onde pra onde?
Eu fujo do acaso, do horizonte
Da matilha de gentes na rua
Da fala prudente, da fala crua
Da gente decente, da gente intrusa
Pra onde pra onde?
Se acaso me visses
Enquanto eu fujo
Diria aflita ‘pra onde pra onde?
Não tens mais amigos, cachorros, amantes,
Sequer inimigo, parentes por perto.
Eu fujo,
Do ritmo constante dos passos
Dos abraços felizes e apertados
Do aperto do final do mês
Da mês do ano do dia
Mas quando, com quem e pra onde?
Se acaso nos visse correndo
No meio das gentes com pressa
Dirias: pra onde pra onde?
Pra onde vai aquele que não tem a si?
Se acaso nos visse em casa
Zizezagueando em um vão
Dirias: pra onde pra onde
Corre esse pensamento vazio?
Não sei se pode a vós parecer
Compreensível a questão:
Nós somos a célula perdida
O elétron fora de órbita,
Nós somos
A estrela não vista
Um amontoado de células
Sem corpo para habitar
Mas move-se em nós
Um palpitar inconstante
Que não me permite calar o espírito.
Se acaso me visse na cama
Falando qualquer idioma
- Pra onde pra onde
Corre essa língua solta
Pra Alemanha pra Roma
Pro fundo do Rio Potengi?
Eu fujo daqui e dali
Dali e daqui também fujo
Se volto é para fugir
Pro poço mais fundo de mim.
De fim em fim, eu não permaneço
Esqueço de permanecer
E se permaneço é um terço
Um terço esqueci de fazer
Um terço levaram os ventos potiguares
Pro prédio mais alto da vida mais rasa.
Eu fujo do assunto
Eu fujo das presilhas de cabelo
Eu fujo da liberdade
se ela me encontra, tenho medo
liberdade é uma coisa difícil de fugir
pode ser viciante.
Eu fujo do sentido, eu fujo
Quanto mais a altas horas da noite,
Não nos peça sentido, não procure
Não procure quem perdido está
Nas extravagancias de si.
Somos nós os esquecidos,
Não se gabe
Fugimos das suas lembranças, fugimos
E muitos nem percebem que estamos ali fugindo
Do borbulhar dos sentimentos humanos.
Eu e nós as vezes cansamos de fugir
E sentamos no banco de uma viela e
Esperamos passar um bonde de nome esquisito
Pra onde pra onde pra onde?
Pra última fuga de nós, a fuga cruel e definida.
Será liberdade a fuga? Fugimos a tanto tanto tempo
Que nem pude ver no espelho
Quanto tempo fugiu de mim.
Dorme, menino!
veste as fantasias que só os sonhos permitem
viaja no espaço sem limites
antes que a lua fuja na janela.
Dorme, menino!
tu és feliz no teu quarto aberto,
eu no quarto fechado me alegro.
se me seguro me sinto segura.
Dorme, menino!
Tranquilo da vida
se der um terremoto
garanto que te acordo
e a gente se segura no bruto da vida.
23:34 29/11/2013
Meu amor,meus livros,minha música,meu cabelo,meu inglês,meu reflexo-? Ou voo,ou explodo. São tantas as pendências,as ocupações que meu cérebro paralisou no tempo-espaço.Está em pane.Agora quase entendo porque aqueles cheios de compromissos têm mais dificuldade para assimilar conteúdos complexos.Haja falta de vida!Se me comprometo a algo, me descomprometo a uma série de outros.Se só encontro a paz no isolamento, que seja!que venha num momento e fique!Meu ideal de liberdade me impele essa vida corrida,essa busca medíocre.
Rima pobre
Das veleidades da vida
Debaixo do telhado de sempre
Entre paredes que prendem
E portas que abrem
E portas que fecham.
Acima do chão que segura
Quando corpo que pende
Quando a alma se perde
Quando o copo se enche.
Quisera que tanto harmonioso
Fosse o ciclo que decreta a cada coisa
Viva e morta, uma função;
Se assim funcionasse como o esboço
A realização.
Acima do telhado as gentes
A consertar a antena da tv que chhia.
Entre as paredes que prendem
Se abrira mil buracos de tempos em tempos.
As portas que abrem, abriam.
E fechavam meticulosamente.
O chão que pendia o corpo
Pertence agora a uma parcela de gente
Ou deita nas ruas irregularmente.
A alma derrama do copo que não suporta
As torrentes, dos tempos, das vidas, dos homens.
Se tudo é bem programado que homem haveria
que desse tudo e todos por boa intenção?
Se entre a humanidade caminha cada um
Cosendo com a própria linha sua trama de antemão...
As portas que abrem, quiçá, é uma armadilha
De entrar e ficar até então.
E quando por acaso se abrir uma oportunidade vã
Quebrar em nossa cara cristã, pedaços de um sonho bom.
Cada pedaço de tudo que deveria libertar
Mais limita e delimita no homem o seu lugar.
Mas continua e continuamos construindo castelos no ar (que bom!)
De imensas paredes, telhados e portas de se admirar
E taças pra beber e exaltar um tempo e um sonho.
Ladrilho e música, muita música, pra alma das gentes dançar
E esquecer que dançam pra esquecer que vivem e morrem.
Aos castelos todos dos homens vem o dia de desabar
Alguns desabam no chão, muitos desabam no ar.
O tempo passa,
passa por a gente
e a gente nem ve-lo passar
A gente muda,
desata laços
dá nós,
e amarra outros tantos laços.
Abre portas,
e fecha tantas outras
nesta imersão da vida.
E pela janela,
a gente ver o tempo correr
Como um filme,
com tantos encontros e tantas partidas.
A pergunta é:
o que aconteceu comigo?
Em algum momento fiquei, fiquei para trás.
Eu fiquei relaxado.
fiquei meio entorpecido.
talvez eu tenha cometido o pior de todos os crimes.
Eu me tornei civilizado.
Então, agora, vou recomeçar do zero.
Eu, e este mundo sem nome.
Preciso achar aquele lado animal de novo
Sorriso
Um dia casativo de trabalho
Sentei em um banco,
Olhando a rua,vi um cem teto.
Me peguei no sono.
E viagei pelo o universo
La eu via a lua de perto
Que imenciadao
No começo fiquei inquieto
Mais fui me soltando
E podia voar.
De planetas em planetas
Vendo a terra,
E varias estrelas.
Conheci saturno
Mais nao gostei
Era muinto escuro
Nao tinha sol para iluminar
Ou cheguei la a noite mesmo.
Rodei todo universo
Tava lindo
Acredite vi tudo isso
No sorisso de um mendigo
Cada dia que te via
Quantas lágrimas sorviam entre nós
Tu enxugavas os suspiros
do teu choro de menino
num blusão preto encardido
ou na ponta dos lençóis.
Eu te abraçava forte
entre o peito e o colchão
acho que eu absorvia
cada lágrima vertida.
Tuas lágrimas rodavam
a engrenagem do meu coração.
Ah, meu Deus! Eu não sabia
que a matéria prima eram lágrimas e dor.
O nosso amor (quem diria!) que pudesse terminar
com um sorriso de alegria.
Três pensamentos soltos
Data incerta (de maio a junho de 2012)
Saída a pouco tempo de uma tristeza profunda, sentia-me renovada. Amparada por sair de casa (algo incomum na época) e conhecer uma pessoa muito semelhante a mim.
Um sorriso grande
sem compromisso
seu olhar distante
como um fugitivo
de que tu se escondes?
Que queres comigo?
O quê, quando e onde?
Quer ser meu amigo?
Não me paquera de longe
Não se faça omisso
Não se afasta, por favor
Não some
Cadê meu sorriso?
Chorava todas as noites ainda
vieste enxugar minhas lágrimas de medo
sem medo, me disse rindo que sou linda
escondias, cruel, terrível segredo
não me amavas, me iludia
e eu que nada além da dor conhecia
me iludia e fingia que me amavas.
Como a lua cede ao sol à madrugada
toda minha tristeza já então cedia
às primeiras esperanças de um compromisso
felizes, seremos felizes: juntos!
E tantos afagos recebia
que um futuro juntos já se construía
sem que eu pensasse em construí-lo.
Era eu que não me amava e não sabia
que acreditava que me amavas por carência
e lançava meu corpo contra ti
como uma criança morta cai aos braços de um pai.
E lançava a ti os meus dilemas
e tudo que em mim já não cabia.
Viraste um anexo de mim, Rubem.
Nossas vidas foram feitas de erros,
Nos escolhemos o caminho que seguimos até aqui,
Eu queria te reencontrar
Só pra dizer que tá tudo bem
Que eu cresci
E que agora sou mais mulher,
A muito tempo estava pronta pra dizer muitas coisas
E hoje tenho forças para guardar elas pra mim
Não sei se ainda pensa em mim
Mas ao contrário de você
Eu me pego pensando em você todos os dias
Não sei se é costume ou saudade
Mas sei que as vezes me faz chorar
Não me pergunte nada
Eu não vou saber responder
Você acabou sendo o fantasma
Que vai estar sempre aqui
Me assombrando
Não importa para onde fuja
Eu vou te ver no rosto ou no jeito das pessoas
Isso é bem louco
Por que sei que você tá com ela
Ela não é eu, mas te faz feliz como eu nunca fiz
Nos meus sonhos você vem me procurar
Diz que tá tudo bem
Me abraça e me beija
Diz que nada vai nos separar
Mas é só um sonho
Nada disso é real
Ei meu fantasma
Não demos certo
E a culpa é minha
Por querer de mais
Amar de mais
E não saber ser
Mas quer saber
Eramos muito imaturos
Eramos tão inseguros
E quando aprendemos
A ser adultos não estávamos perto um do outro
E quer saber ?
Foi bem melhor assim
Porque se um dia acontecer de você voltar a olhar pra mim
Vamos começar do zero e nada do que aconteceu vai mais existir
vai ser tudo a primeira vez
Primeiro olhar,
Primeiro encontro,
Primeiro beijo,
Primeiro amor...
A mão sobre o lápis desenha
nosso destino de papel
tão frágil.
Antes molhava bico da pena
Hoje molhava o bico do seio
Se a caneta não presta, saculeja
O lápis é de grafiti, de diamante.
Sou eu, presa a uma folha de papel
é uma representação de mim
mais contente, mais completa
poderia me substituir
é mais eu do que eu mesma.
Mas a folha entra em decomposição
mais rápido que meu corpo
vida curta e feliz
vida longa e duvidosa...
meu corpo é de carbono
o lápis é de carbono
é de grafiti, de diamante
meu corpo de grafiti
meus corpos de carbono
sorriem com a analogia.
Você me desenhou
quantas vezes mesmo?
Você me desdenhou
ou me desdenhará?
Me sinto tão amada
mas amar não sei.
Me vejo desenhada,
desenhar não sei.
Parece que estou viva,
mas não sei viver.
Tentei te desenhar,
ficou engraçado...
as proporções corretas,
como faço?
Ora cabeçudo, ora cabecinha
Ora barrigudo, ora barriguinha.
Pego meu lápis e rabisco
um movimento inconsciente
talvez movido por um subconsciente
o destino do lápis incerto
na minha mão o destino do lápis
e minha vida de rabisco.
Tem gente que dá nó no osso
vontade de mastigar-lhe o miolo
querer que lhe atingisse um raio imenso
um raio do céu do firmamento.
Tem gente que dá gelo e fogo
gelo que não sara e fogo que não ferve
tem gente que não serve
com gelo ou fogo, queima
e tenta a paciência
é gente que só teima!
Uma noite
O quarto vazio..
Em um piscar,
Tinha um par.
O tempo, aquele clichê.
Parado, inerte;
Não haviam dublês.
Os dias que antecederam a noite,
eram lindas manhãs de cores vivas,
O sol sobressaia com energias positivas!
O clima estava se formando.
Uma noite...
A noite.
Chegou o dia da noite,
sem expectativas mas com mutias vontades,
Incrível foi para o dia e para a noite.
Maravilhoso, esplêndido, prazeroso, amigável, confortavel...
*Suspiros
Sem muitas palavras,
O que numa noite foi maravilhoso,
Os dias que procederam depois dela...
Foram de solidão.
J.P Eleuterio 30/10/2017
Ateu, ateu, ateu
o que movem os caminhos teus?
A quem entrega os apelos teus?
Quando nós recorremos a Deus?
Ateu, ateu, ateu
o que te motiva a viver?
No que a vida te cativa?
O que vai ser quando morrer?
Vai viver só por dinheiro?
Vai viver só por viver?
Sem acreditar em nada...
sem ter nada a perder...
E o seu eu? É só ciência?
Sua alma, sua consciência?
Meu querido amigo ateu
Se esse mundo é fruto da ciência
e não de Deus
Façam um altar pra ela
Seguirei os passos teus!
- Relacionados
- Textos de Amor
- Textos de amizade para honrar quem está sempre do seu lado
- Frases de quem sou eu para status que definem a sua versão
- Frases para namorada que mostram o quanto ela é especial para você
- Poemas que falam quem eu sou
- Frases de motivação: palavras para encontrar o incentivo que você precisa
- Poemas Quem Sou Eu
