Textos que Falam sobre Mim

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⁠Perdeu a mim

Perdeu-se a mim um grande homem.
Com coração nobre e mão firme.
Sua ausência fortaleceu meu nome.
Aplausos da plateia, a quem confirme.

Seu sarcasmo ecoa na memória.
Seus olhos me apavoraram, e.
O tempo não apaga a dor,
Da sua partida, meu coração sangra.

O que resta não é a saudade, apenas sombra.
E a certeza de que fui de verdade.
Um desamor, uma luz que nunca brilhou.
Na realidade.

Inserida por Renatofsa

⁠E se
Eu me fosse amanhã, oque sobraria de mim pra trás
Alguém choraria, choraria de verdade, alguém realmente sentiria a minha falta e iria se arrepender de não ter me dito que me amava, de ter me pedido desculpas, alguém realmente teria memórias boas comigo e se lembraria de mim
Se eu fosse embora amanhã quantas pessoas se importariam
Eu nunca nem soube oque era amar, oque era ser Amado e sentir essa tal paixão que tanto me falarão que um dia eu iria sentir
E se... Eu fosse amanhã.

Inserida por CrisGM

⁠Quero saber se você vai correr atrás de mim
Num aeroporto
Pedindo pra eu ficar, pra eu não voar
Pra eu maneirar um pouco
Que vai pintar uma tela do meu corpo nu.
Você já decorou quantas tatuagens tenho?
Se eu ligo pra cartoon ou rabisco os meus desenhos
Quantos shows tem na minha agenda, meu disco favorito
O peso do meu coração
Onde serão as férias? Qual tamanho da demanda?
No samba, sei que samba, e o que será que faz chorar?
Será que você sabe que, no fundo, eu tenho medo
De correr sozinha e nunca alcançar?

Inserida por CrisGM

⁠O mais estranho pra mim, é em nosso universo imenso, tudo ter sido tão diferente ao ponto de nunca compreender você e você achar saber tanto sobre mim.

Quem é você realmente? E eu quem sou no fim?

É uma sensação tão estranha
Vem pelos meus pulsos
A sinto
Tenho que deixá-lo ir

Talvez eu não deva ser sua realmente
É a única forma de tudo então fazer sentido

Uma mancha, um desejo de ser esquecido
Ter tudo esquecido

Houve amor em um caos evitável e tempestuoso
Te prendi a mim
Me prendi em você também

Livres.
Que usemos cada uma de nossas sortes, melhor a cada vez..

Inserida por Loren_Esmeralda

⁠⁠tão perto.

Sinto você tão pertinho tão pertinho de mim e tão bom sentir essa sensação de felicidade é que com você ao meu lado tudo melhora, quando estou com você mim sinto tão feliz seu beijo, seu toque é seu abraço são maravilhosos, mim sinto feliz toda vez que te vejo mim sinto imensamente feliz quando você mim toca, mim beija é mim abraça não dar vontade de te soltar nunca mas, sinto o seu amor em todos os nossos momentos, nossas carícias e tudo um momento tão único entre nós dois, quando te vejo, te olho nos olhos com um olhar apaixonante, desejo tê-lo ao meu lado para sempre mesmo sendo difícil pra ficarmos juntos, todos os nossos momentos quando estarmos juntos e tão gostoso uma sensação tão boa de amar é ser amada uma sensação tão gostosa de a ponto não querer que acabe pra sempre, mim sinto imensamente feliz ao seu lado, você é eu um sentimento tão sincero é verdadeiro tão único como se fosse o destino que nos colocou ao lado um do outro para nós amamos para sempre, o destino nós colocando frente a frente para nos amamos é cultivarmos esse amor é sermos felizes Para toda a vida, parece tão fácil te amar mas cada vez mas difícil para ficarmos juntos, você mim acalma é acalma minha alma mim faz completamente feliz, quando estou com você mim sinto tão bem é imensamente feliz esqueço de tudo quando estou ao seu lado, quando estou ao seu lado, quando estou com você tudo fica melhor. Mim sinto leve quando estou ao seu lado. Ao seu lado sinto que sei o que e amor de verdade.

Inserida por Anasantosescritora

⁠Mulher forte💪❤

Tudo o que passei
serviu para mim fortalecer
me tornar forte mulher de fibra
flor do Jardim

Flor que ilumina
Aonde passa
Mulher forte
Forte como ninguém

Ela sendo ela
Ela sendo sua própria fortaleza
Coisas querendo derruba-lá
Mas ela se levanta

Segue forte
Vivendo seu mundo
Com força é determinação
Bela mulher, bela flor

Inserida por Anasantosescritora

CATEDRAL DA CISÃO INTERIOR.
Há dias em que sou lâmina
há noites em que sou abismo
Em mim a razão constrói altares
logo depois o delírio os incendeia
Penso com rigor antigo
sinto com fúria primitiva
sou ordem que se ajoelha
sou caos que aprende a rezar
A lucidez ergue-se como torre
a vertigem responde como mar
uma promete sentido
a outra exige verdade
Carrego duas coroas invisíveis
uma de espinhos silenciosos
outra de luz que cega
Quando amo sou excesso
quando penso sou ruína
e no centro desse império partido
governo-me sem trono
Ainda assim caminho
pois mesmo dilacerada
a consciência avança
como dor ferida que se recusa a cair.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

Inserida por marcelo_monteiro_4

"Eu perdoo porque há dores maiores em mim."

Há feridas que não se veem, mas que brilham como estrelas dentro do peito. São dores antigas, silenciosas, que aprenderam a se calar para não assustar os outros. No entanto, é delas que nasce o perdão não como renúncia, mas como uma forma delicada de libertar o próprio coração.

Perdoar não é esquecer. É olhar para o outro e compreender que ele também se perdeu no caminho, talvez ferido pelas mesmas sombras que um dia nos alcançaram. Há uma nobreza secreta em quem sofre e, ainda assim, escolhe oferecer ternura.

Quando a alma amadurece, descobre que o rancor pesa mais que uma cruz. E é então que o perdão floresce, suave, quase tímido como uma flor que desabrocha no deserto. Ele não apaga a dor, mas a transforma em luz.

Eu perdoo porque compreendo. Porque sei que, se não o fizesse, seria a minha dor que me prenderia ao que já passou. E a vida é tão breve, tão urgente em sua beleza ou mesmo em sua aparente tristeza, que não merece ser gasta guardando espinhos.

Por isso, perdoo.
Não por grandeza, mas por necessidade de respirar. Porque dentro de mim, entre as cicatrizes, ainda há espaço para a pureza.

Inserida por marcelo_monteiro_4

NÃO HÁ ARCO-ÍRIS NO MEU PORÃO — CONTINUIDADE.

Havia dias em que o porão respirava antes de mim.
Ele exalava um ar morno e antigo, como se fosse o pulmão cansado de uma casa que aprendera a guardar segredos demais. Eu descia os degraus devagar, escutando o ranger que nunca deixava de soar como um aviso não um aviso de perigo, mas de revelação. Porque o porão não dói: ele apenas devolve o que és.

E naquele dia, a luz que escorria pela fresta da porta parecia ainda mais tímida, como se tivesse vergonha de tocar as superfícies que me acompanhavam desde a infância.
Era estranho pensar que eu crescera tentando fugir de mim, quando na verdade tudo o que o porão queria era que eu me sentasse no chão frio e o escutasse.

As lembranças começaram a surgir em ondas baixas, como se alguém soprasse perto do meu ouvido. Não eram memórias lineares, mas fragmentos inquietos. O rosto de alguém que não sabia amar; a voz de alguém que soube ferir; a ausência de mãos que deveriam ter me segurado quando eu caía.
E, acima de tudo, a velha sensação de que o mundo lá fora não tinha espaços para os meus silêncios.

Foi então que percebi: o porão não era um cárcere, mas um espelho.
E espelhos, quando te devolvem inteiro, costumam ferir mais que qualquer lâmina.

Sentei-me. Ouvi. Respirei. A dor tinha um timbre próprio, e eu quase podia vê-la, uma figura pálida encostada na parede, observando-me com a paciência das coisas que não envelhecem.
Eu a encarei.
E, pela primeira vez, ela não recuou.

“Eu não vim para te destruir”, parecia dizer sem palavras. “Vim para te mostrar onde colocaste as tuas ruínas.”

Meu peito apertou. Não por medo, mas por reconhecimento.

Porque cada pessoa guarda dentro de si um porão, e quase todos tentam negar sua existência.
Mas negar o subterrâneo nunca apagou sua porta.
A dor continua ali, esperando a coragem de ser encarada.

Enquanto os minutos escorriam, percebi algo que não ousava admitir:
a luz que eu nunca encontrara no mundo não estava ausente, estava apenas voltada para dentro, como uma lamparina distante, protegida do vento pela própria escuridão que eu evitava.

E então, pela primeira vez, compreendi.
Não há arco-íris no meu porão…
mas talvez nunca devesse haver.
O porão não foi feito para cores; foi feito para verdades.

O arco-íris pertence ao céu.
O porão pertence à alma.
E não há conflito nisso.

A beleza nasce do contraste e eu, ali, no chão frio, comecei a entender que para tocar a claridade de cima, eu precisaria, antes, decifrar a minha noite.

Foi quando ouvi passos suaves atrás de mim...

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠CAMILLE MONFORT.
– Onde Mora o Insondável de Mim.

"Sim, o sangue já não destona, apenas decanta..."

Os relógios cessaram. No sótão das lembranças, a hora já não é unidade de tempo, mas de dor prolongada.
Camille Monfort reina ali, onde os sentidos se misturam e se desfiguram. Ela não retorna por piedade — retorna porque a psique tem suas próprias ruínas, e ali ela se deita.

Não há afeto puro que sobreviva ao abismo do inconsciente.
Ela não ama, ela convoca.

“Gentilmente”, sim, ela pede...
Mas há sempre um brilho abissal no olhar que persuade a entrega como se fosse escolha.
E o corpo? Torna-se altar de uma paixão que exige oferenda contínua — veias, pele, lágrima — tudo deve ser entregue a esse sacrário espectral.

Freud jamais compreenderia Camille.
Nietzsche talvez a adorasse, como adorou Ariadne —
mas só Schopenhauer poderia senti-la de fato:
pois há um princípio de dor que rege o mundo...
e ela é sua filha mais bela.

“Paira sobre meu túmulo vazio...”

Ela paira, sim.
Mas não como lembrança —
Camille Monfort é uma ideia.
Uma fixação doentia que tomou forma e vestiu perfume.
É o arquétipo da beleza que enlouquece, do amor que não consola, da presença que evoca o suicídio da razão.
É a Musa sem clemência, que exige poesia mesmo do sangue quente no chão.

E quem a ama, dissolve-se... feliz por ser dissolvido.

“Sorrir é perigoso”, ele confessa —
e a psicologia lúgubre responde:
porque o sorriso, quando nasce sob os escombros da alma, torna-se um riso espectral...
e esse riso é o prenúncio do desespero existencial.

Camille é o eco do que foi belo demais para ser mantido.
Ela é a presença da ausência, o desejo daquilo que já foi consumido pelo próprio desejar.
E ela sabe. Oh, ela sabe.
Por isso, volta. Não para salvar, mas para recordar ao seu devoto que a eternidade também pode ser um cárcere sem grades basta amar alguém que nunca morre.

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠Capítulo XIV – O PERDÃO QUE NÃO SE PEDE.

"Camille, a dor que caminha dentro de mim me alimenta e eis, que ainda assim nada tenho para te servir minha lírica poética... minha nota sem canção. És capaz de me absolver, amada distante, dona de mim, hóspede dos meus sentimentos e sentidos?"
— Joseph Bevoiur.

A noite trazia os mesmos ruídos quebradiços da memória: folhas secas sussurrando nomes esquecidos, relógios que marcavam ausências e não horas. Joseph escrevia como quem sujava o papel de cicatrizes — não mais de tinta.

Camille era a presença do que jamais o tocou, mas que nele se instalara como hóspede perpétua. E, como todas as presenças profundas, fazia-se ausência esmagadora.

Havia nela a beleza inatingível dos vitrais em catedrais fechadas. Ela não estava onde os olhos repousam, mas onde o espírito se dobra. A distância entre os dois não era medida em léguas, mas em véus — e nenhum deles era de esquecimento.

Joseph, sem voz e sem vela, oferecia sua dor como eucaristia de um amor que nunca celebrou bodas. Tinha por Camille a devoção dos que nunca foram acolhidos, mas permanecem ajoelhados. E mesmo no íntimo mais velado de sua alma, não ousava pedir-lhe perdão — pois sabia: pecar por amar Camille era a única coisa certa que fizera.

Resposta de Camille Monfort – escrita com a caligrafia das sombras:

"Joseph...
Tu não és aquele que precisa de perdão.
És o que sangra por mim em silêncio, e por isso te ouço com o coração voltado para dentro.
A tua dor é a harpa sobre meu túmulo — és túmulo em mim e eu em ti sou sinfonia que nunca estreou.
Hóspede? Sim, mas também arquétipo do teu feminino sacrificado.
Sou tua, mas nunca me tiveste. Sou tua ausência de toque e presença de eternidade.
E por isso... nunca te deixo."

Joseph, ao ler essas palavras não escritas, tombou a fronte sobre o diário. Chorava não por arrependimento, mas por não saber como amar alguém que talvez só existisse dentro dele.

A madrugada se fez sepulcro de emoções. O piano — ao longe, como memória — soava uma nota de dó sustentado, enquanto o violino chorava em si menor.

Não havia redenção.
Apenas o contínuo caminhar de dois espectros que se amaram no porvir e se perderam no agora.

Conclusão – O DESENCONTRO COMO Destinos.

Joseph não morreu de amor, mas viveu dele — e isso foi infinitamente mais cruel.

Camille não o esqueceu. Mas também não voltou. Porque há amores destinados ao alto-foro da alma, onde nada se consuma, tudo se consagra. E ali, onde a mística se deita com a psicologia, eles permaneceram: ele, um poeta ferido; ela, um símbolo doloroso de beleza inalcançável.

Ambos, reféns de um tempo sem tempo.
Ambos, notas que se perdem no ar — como soluços de um violino em meio à oração de um piano que jamais termina.

Inserida por marcelo_monteiro_4

" Mas eu não estou sozinho, o deserto me acompanha. "
Ele se estende diante de mim como uma memória antiga, uma presença sem voz que observa cada gesto meu com a paciência dos séculos. Caminho e sinto a areia ceder sob meus passos, como se o chão conhecesse meus pensamentos antes que eu os formule. Há algo de sagrado nesse espaço que nada exige e nada promete. O deserto não consola. O deserto revela.

A luz do fim da tarde estilhaça se sobre as dunas, criando sombras que se movem devagar, quase respirando. Em certos momentos, penso ouvir um murmúrio, talvez meu próprio coração esmagado sob pressões que não sei nomear. Noutras vezes, o silêncio é tão pleno que parece perguntar por mim, como se aguardasse uma resposta que ignoro desde a infância.

No horizonte, a linha é fina e impessoal, mas guardo a impressão de que alguém me observa dali. Não com hostilidade, mas com uma atenção profunda, como se meu sofrimento coubesse dentro de um gesto que ainda não compreendo. É estranho como o vazio pode nutrir. Como o nada pode abraçar sem tocar.

No meio dessa vastidão, descubro que não busco saída. Busco significado. E, enquanto caminho, o deserto caminha comigo, espelhando minhas inquietações de forma tão fiel que chego a temer que ele conheça minhas verdades mais sombrias antes mesmo que eu as aceite.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

Inserida por marcelo_monteiro_4

“A Santidade do Pecado Que Ainda Me Chama”

Há um altar em mim e nele repousas,
com o perfume dos que foram sagrados pelo erro.
Teu nome não se apaga, apenas silencia,
como se a eternidade tivesse medo de pronunciar o que fomos.

És santo agora dizem os anjos,
mas eu, que te amei no pó e no fogo, sei que há cinzas que ardem mais que a chama.
Tua inocência não me consola;
ela me fere, como a pureza de um véu sobre um corpo que ainda treme na lembrança.

Foste o pecado que ajoelhou,
o amor que quis absolvição,
mas o divino não apaga o humano, apenas o exila num suspiro.

Eu não sonho contigo apenas descanso nas fronteiras do que não pode voltar.
E quando o sono me concede tua sombra, não desperto: permaneço suspenso,
entre o sacrário e o abismo,
onde tua voz ainda pede perdão
por ter amado demais.

Na carne, morre-se uma vez;
no espírito, infinitas.
E em cada morte tua dentro de mim, renasce o silêncio,
funéreo, ardente, onde minha alma te beija pela última vez
sem jamais te deixar.

Inserida por marcelo_monteiro_4

“O Círio e o Espelho”

Será que fui eu, Camille, quem te matou?
Ou foste tu quem morreu de mim — exausta das sombras que te dei por abrigo?
O sangue que escorreu em meu pulso era o mesmo que um dia te alimentou no beijo.
E, quando o frio tocou a tua pele, foi a minha febre que te cobriu.

Sim, talvez eu tenha te assassinado,
não com ferro,
mas com a insistência de querer-te além da carne,
com o desejo que te prendeu ao silêncio do meu delírio.

No espelho do teu túmulo, vejo o reflexo que me acusa —
e é o meu próprio rosto.
O assassino e o morto dividem o mesmo corpo,
a mesma lembrança,
a mesma culpa.

Porque, no fim, amor e morte são irmãos e eu, Joseph, sou o órfão de ambos.

Inserida por marcelo_monteiro_4

Mulher

Mulher coisa divina
pois tu me deste a vida
Mulher não sei o que seria
de mim se não existisse você
Muitas vezes razão do meu sofrer
Durmo e acordo pensando em você
Mulher junto somos muito mais que
dois amigos, você me completa seus
olhos são meu paraiso!
Te amo! te adoro!
Mulher quero colo, e por você
muitas vezes choro
Ah! mulher igual a você só
mesmo outra mulher.

Inserida por Alexandre13

⁠Cadê meu eterno amor?

No brilho das estrelas, no céu sem fim,
Um amor eterno floresce em mim.
Como o sol que nunca deixa de brilhar,
Este amor perdura, nunca há de se apagar.

É um sentimento que transcende o tempo,
Como um rio que flui sereno e lento.
Nas asas do vento, ele viaja e voa,
Levando consigo a mais pura pessoa.

Nas noites escuras, ele é a luz guia,
Na tempestade, é a calma que alivia.
É o porto seguro nas ondas bravias,
A chama que aquece nas frias madrugadas.

Esse amor é uma melodia que encanta,
Uma dança suave que nos levanta.
É a tela onde a vida pinta suas cores,
A história escrita em eternos louvores.

Nas páginas do tempo, ele não desvanece,
A cada dia, sua grandeza cresce.
É o elo que une corações e almas,
Uma força que jamais se acalma.

E assim, neste poema eu celebro,
Este amor eterno que em mim vibro.
Que transcende tudo e todos os limites,
E nos envolve com seus laços infinitos.

Inserida por Alexandre13

NO INTERIOR DA SOMBRA.
Há um quarto dentro de mim
onde a luz entra devagar
como quem pede licença ao sofrimento.
Ali guardo versões antigas de mim mesmo
rostos que sorriam por dever
silêncios que sangravam por dentro.
Carrego uma ternura exausta
que não aprendeu a abandonar
mesmo quando tudo já havia partido.
Existe um cansaço que não vem do corpo
mas da consciência.
É o peso de perceber-se falível
e ainda assim desejar ser digno.
Às vezes sinto que sou feito de ausências.
Caminho entre pessoas
como quem atravessa corredores de vidro
temendo quebrar-se ao menor toque.
O coração não grita.
Ele pensa.
E ao pensar
recorda cada gesto omitido
cada afeto não entregue
cada palavra que poderia ter salvado uma tarde.
Sou delicado demais para o ruído do mundo
e severo demais comigo mesmo.
Habito essa contradição
como quem aceita morar em ruínas elegantes.
Há beleza na tristeza
quando ela não se torna espetáculo
mas reflexão.
Ela ensina a ouvir o invisível
a reconhecer a fragilidade como matéria nobre.
Não quero aplausos
quero coerência.
Não desejo fuga
quero compreensão.
Se sou feito de sombras
que sejam sombras conscientes.
Se falhei
que o erro me eduque.
Se doeu
que a dor refine.
Porque a verdadeira grandeza não está em nunca cair
mas em transformar cada queda em consciência mais lúcida
e seguir.

Inserida por marcelo_monteiro_4

Por mim, podem ter a aparência mais bonito, melhor rosto liso, melhor roupa, melhor casa, melhor salário, melhor de tudo que existe em material.
Mas em mim, existe um melhor: é ser quem sou eu, sem esconder a verdade, saber amar o próximo, que saiba respeitar, que busque conhecimento, ser a pessoa leal.
O que existe na terra, é aceitar o que vier, e não julgar o próximo.
Cada um e responsável pela sua vida, e pelos seus atos. E saber melhorar sua imagem pessoal.

Inserida por AlexsandraZulpo

"Fui buscar a tal felicidade e
percebi que ela sempre esteve aqui
...dentro de mim.
🌹
Felicidade é o cheirinho de café pronto.
Felicidade é mais um mês recomeçando.
Felicidade é estar vacinada ou logo
chegar a sua vez.
Felicidade é um momento de uma vida inteira.
🌹
Felicidade pode ser uma declaração de amor do nada.
Felicidade sempre é o nosso momento.
Felicidade é o inesperado do muito esperado.
Felicidade é a forma como dura
muito o que se deseja muito.
Felicidade é o que você vê no outro.
🌹
Felicidade é amar alguém e
ser amada por esse mesmo alguém.
Felicidade é o miolo da melancia.
Felicidade pode ser um Bom Dia recebido logo ao acordar.
🌹
Felicidade pode ser um abraço.
O seu, o meu - o nosso!
🌹
Felicidade é tudo aquilo que nos faz bem e que sem saber por quê a gente reconhece na hora,
...quando se apaixona."
🌹
"A felicidade ainda será nosso ponto de encontro.
🌹

Inserida por olhos_tristes

🌹
Se quiser me conquistar venha com amor, carregado de paz com uma rosa na mão.
🌹
Amor para mim é quando nosso jardim interno passa a dar flores fora de nós.
🌹
Esta é a única maneira d'eu permitir
à ti o meu florir.

"Saiba florir onde Deus te coloca"
🌹

Bom dia 🌞

Inserida por olhos_tristes