Textos que Descreva a Si Própria

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O castigo mais cruel não é a ausência do objeto desejado, nem a idealização utópica de si que jamais se realizou — é a proximidade eterna daquilo que se pode ver, sentir, imaginar, mas nunca alcançar. Há tormentos que não nascem da falta absoluta, mas da presença inacessível: aquilo que permanece ao alcance dos olhos e fora das mãos. E é justamente essa vizinhança impossível que prolonga o desejo até transformá-lo em prisão.

O sujeito que acredita decidir a partir de si não examinou ainda a densidade do que o constitui. O aparato psíquico é formado por sedimentos: internalizações precoces, modelos parentais, identificações com figuras de afeto e de conflito, traumas que atravessaram gerações sem nome. O que se chama de escolha é, com frequência, a repetição de um roteiro cuja autoria pertence a outro — às vezes a um morto que nem chegou a ser nomeado. O indivíduo como unidade coesa é uma ficção defensiva: o que existe é um sujeito dividido, atravessado por vozes que não reconhece como suas e que, justamente por isso, age como se fossem.

O maior adversário que o sujeito enfrenta — depois de si mesmo, e sobretudo quando tenta caber no que o outro espera — é o tempo. Não porque seja hostil: porque é indiferente. Age sem anunciar, avança sem pedir permissão, e por entre seus intervalos escorrem as oportunidades que o sujeito adiou enquanto aguardava condições perfeitas que raramente se instalam. A relação saudável com o tempo não é de combate — é de reconhecimento: perceber que o relógio não conspira, apenas avança, e que a traição mais silenciosa não é a do mundo, mas a de si mesmo quando se recusa a mover enquanto o tempo ainda oferece espaço para o movimento.

Ninguém se perde de si; abandona-se, pouco a pouco, em concessões que parecem inofensivas. Troca-se a própria trilha — austera e silenciosa — por caminhos já validados, onde o conforto encobre a deserção. Vive-se muito, mas habita-se pouco. Até que, em algum ponto, a consciência — tardia, porém irredutível — rompe o ruído e cobra o retorno àquilo que nunca deixou de chamar.

O homem não sofre porque perdeu a si mesmo. Sofre porque passou a vida inteira fugindo do Primevo que jamais deixou de habitá-lo. Quanto mais se afasta dessa origem silenciosa, mais tenta preencher o vazio com identidades, crenças, conquistas e distrações. Mas nada consegue ocupar o lugar daquilo que nunca foi embora.

Poupar um filho da vida é condená-lo a viver sem si mesmo. Toda dificuldade que os pais sequestram da infância reaparece na vida adulta com juros de caráter: transforma limites em ofensa, responsabilidade em opressão, frustração em revolta e amor em chantagem. Quem protege do peso da existência não fortalece os ombros; atrofia a consciência. No fim, não cria filhos — fabrica adultos incapazes de carregar a própria história, sempre à procura de alguém que suporte o peso que nunca aprenderam a sustentar.

⁠Aprenda a viver intensamente dando o máximo de si para si mesmo, não reclamar e nem esperar favores de ninguém. Favor não é obrigação, mas um ato de amor. Só é capaz de amar quem é amado, e para tristeza de muitos o amor é um comportamento que só pessoas inteligentes são capazes de ter. Amar é uma decisão de se estar melhor diante do mundo

A partir do momento em que se percebe a manipulação e a sucção de energia por meio do medo, o sistema colapsa. Ensinaram-lhe que você deve ter medo do sistema, mas é o sistema que tem medo de você. Não tenha medo, eles se alimentam desse medo. Você também é Deus e o sistema não é nada quando você percebe isso. Faça sempre o bem e mantenha a sua energia limpa, tudo será recompensado e você perceberá o quão fraco é esse sistema sujo. NÃO TENHA MEDO DO SISTEMA, ELE TEM MEDO DE VOCÊ.

"Ninguém deve construir a casa da 'justiça' para que outro venha habitá-la; isso, por si só, já seria uma forma de injustiça. Tal construção só se justifica no coletivo, para todos, ou no âmbito individual, para si mesmo. Pois, nesse sentido, cada um tem o dever de zelar pela justiça em seu próprio ambiente e contribuir para essa edificação." (Juliano Assis)

O conceito de eternidade implica um conceito de duração. A duração é a perduração do ser em si mesmo, mas a eternidade é um perduração diferente de qualquer outra, porque é uma perduração do ser em si mesmo ”tota simul’’ totalmente simultânea. Não é um presente perene como muitos julgam, é alguma coisa que não é nem passado, nem presente, nem futuro, é a simultaneidade do próprio ser perdurando em toda sua intensidade perfectiva.

Toda a sua realidade começa na sua mente. Se iniciar a semana dizendo a si que será abençoada,se projetara para as bençãos. Mas, se já começa-a se maldizendo, sustente os seus decretos! Pois, é assim que o seu inconsciente irá dirigir o seu consciente!. Não há como a realidade ser diferente "

Imagine você, seu filho e o semelhante: fazer brotar o "amar ao próximo como a si mesmo" sem a Bíblia — isso é, de fato, muito sábio. Do contrário, seguindo as Escrituras, você apenas lê, mantém o conteúdo árido na mente e o racionaliza; pois o que você busca é o fazer brotar: reinteligir, captar a coisa por dentro, na prática, no nexo da vida, para impregnar na alma.

"Eu não quero criar seguidores. Quero despertar seres humanos capazes de pensar por si mesmos. Uma mente livre não é aquela que concorda comigo; é aquela que possui coragem de questionar tudo, inclusive as minhas próprias palavras. Porque a verdadeira liberdade não nasce da obediência, mas da consciência."

Incoerentemente entre as mulheres mais jovens e humildes, metem para si mesmo que a pretensa estabilidade conjugal de uma aventura, virá através da maternidade. O que não é verdade, na maioria das vezes o homem ao primeiro sinal de criança, desaparece e o inocente fruto da incoerência ilusória da menina, ficará na conta da família até ter idade suficiente para o provável, revoltante e irresponsável abandono.

Para encontrarmos nossas respostas, para cada um conhecer a si mesmo é um trabalho extenso, intenso e constante. Temos que formular as perguntas, experiênciar vivencias e ler muitas idéias de grandes autores, com total liberdade investigativa de pensamentos. Cada qual não pode se definir por uma sentença midiática que estourou na geração rasa intelectual por um filme, que bem longe do que realmente significa, vive repetindo sem alma e sentido. Assim como a expressão "carpe diem" que foi escrita em original pelo poeta romano Horácio (65 a.C. – 8 a.C.). A expressão faz parte da obra Odes (Livro I, 11), onde a sentença completa em latim é "carpe diem quam minimum credula postero", que significa "aproveite o dia de hoje e confie o mínimo possível no amanhã".

É importante: Faça o Bem para Deus, faça o Bem para si e faça o Bem para o próximo. Ao cultivar o Bem em sua vida, você fortalece o Amor, a Paz, a Pureza, o Respeito e a Harmonia. Cada gesto de bondade ilumina o coração, inspira outras pessoas e contribui para um mundo mais cheio de esperança. O Bem compartilhado floresce em alegria e une as pessoas em um caminho de luz e amor.

Todo artista de verdade possui em si a total liberdade na sua complexa criatividade e sendo assim, tem o direito de criar, aprimorar e inovar uma obra de sua própria autoria genuína, sem obedecer os mesmos temas, desenhos, traços, movimentos e cores utilizadas no passado. A marcação do tempo fica a cabo dos críticos e historiadores pois para o verdadeiro artista, não existe este tempo, com o passado, o presente e o futuro, tudo é uma coisa só, entre os sentidos, medos e desejos na livre perspectiva de se melhor expressar.

"Pensar por si mesmo virou uma arte para poucos. A maioria prefere a conveniência de vegetar como gado digital, aguardando o sinal verde do WhatsApp para saber qual 'verdade' deve defender no dia. São mentes brilhantes limitadas pelo horizonte de uma terra plana, orgulhosas de viverem presas em seus próprios cercadinhos de ignorância manipulada."⁠

366🙏🌹Procure dentro de si em seu coração o reino de Deus, o habitar de Jesus Cristo, da luz divina, do amor, da paz e o verdadeiro caminho da pureza, do norte, da regeneração... A importância das religiões no plano físico consiste naquilo que você pratica, a ética e o moral é o ápice dos ensinamentos cristã, mas temos os bons preceitos, ás boas obras, a intenção de cada ato praticado por nós, não importar se você nem mesmo se diga ateu pois o que verdadeiramente age em você é o bom coração ás boas ações, não importar a religião que você abraça, a sua fidelidade com a mesma, pois essa fidelidade na verdade é com Deus desde que faças o bom uso daquilo que aprendeu na sua existência sem distorção de valores, sem segundas intenções, sem obscuridade no agir "Conhecereis a verdade que te libertar" assim virá o despertar da consciência esteja onde esteja filtre o que houves o homem é falho, a verdade está no seu coração na morada do criador, apenas busque ser melhor a cada dia... Cada ser está de acordo com o seu progresso espiritual, pois todas ás religioes são degraus para chegar ao criador que é a pureza, o amor, a caridade e a doação do perdão, procure então ser luz para o teu próximo...🌹🙏BOM DIA FAMÍLIA. Ayache Vidal.

Um indivíduo do qual não consegue perceber quem está à sua volta e só olha para si, é típico de um narcisista. A alienação impede um desenvolvimento intelectual socialmente; a fragilidade traz o medo do envelhecimento, onde a busca em sentir-se aprovado pelos demais é constante, típico de uma mercadoria e, consequentemente, o egoísmo estético o faz olhar apenas para o próprio umbigo, ao ponto do corpo se tornar o único horizonte relevante do sujeito, infelizmente.