Textos Perfeitos

Cerca de 75392 textos Perfeitos

Aprenda a dizer SIM ou NÃO para si mesmo.
Aprenda a dizer SIM ou NÃO para os seus pais, com respeito às escolhas e limites que estabelecem.
Aprenda a dizer SIM ou NÃO para a sua família, reconhecendo que o amor não se resume à conformidade.
Aprenda a dizer SIM ou NÃO para os seus amigos, sem medo de se perder em agradar.
Aprenda a dizer SIM ou NÃO para as pessoas, respeitando sua autenticidade e os próprios princípios.
Aprenda a dizer SIM ou NÃO para a sociedade, sem se deixar ser moldado por padrões que não representam quem você é.
Aprenda a dizer SIM ou NÃO para o mundo, com consciência de seu impacto e da responsabilidade que carregamos.
Aprenda a dizer SIM ou NÃO para a vida, abraçando o que é realmente importante para o seu crescimento e bem-estar.
Aprenda a dizer SIM ou NÃO até para o que acabou de ler, refletindo sobre o que realmente faz sentido para sua jornada.


A verdadeira liberdade nasce da capacidade de escolher conscientemente, seja para afirmar ou negar, sempre com o entendimento de que nossas escolhas definem a essência do nosso caminho.

Não sou "contra o sistema"; sou a favor de um sistema melhor.
Não sou "diferente"; busco a igualdade.
Não sou "filósofo"; todo mundo pensa.
Não sou "desperto"; estou despertando para as mentiras na minha vida.
Não sou "sábio"; estou aprendendo todo dia.
Não sou "espiritualizado"; estou espiritualizando meus defeitos.
Não sou "perfeito"; estou aperfeiçoando minhas imperfeições.
Não sou "iluminado"; estou me esclarecendo sobre minhas falhas.
Não sou "evoluído"; estou evoluindo quem sou.
Não sou "melhor" nem "pior"; eu morro.

Quando você era criança, os adultos encheram sua mente de "não pode". Algumas dessas restrições faziam sentido na época — eram necessárias para sua segurança e sobrevivência. Mas agora você é adulto. E sabe o que isso significa?

Que você não precisa mais desses "não pode".

Pode conversar com estranhos.
Pode tocar nas coisas.
Pode se divertir sem motivo.
Pode brincar todos os dias.
Pode errar sem medo.
Pode chorar à vontade.
Pode fazer barulho.
Pode esquecer o relógio.
Pode fugir das punições inventadas.
Pode sair sem destino.
Pode andar por aí sem propósito.
Pode ouvir o que sente.
Pode viver!

O que antes era proibição, agora é escolha. A vida não precisa ser um eterno cumprimento de regras criadas para te limitar. Você pode. Você sempre pôde. Só esqueceram de te contar.

O sentido é compartilhar,
não guardar...
Pois, de qualquer forma,
quando a morte chegar,
em referência,
só vai sobrar
o ar,
para os outros respirarem.

Respirando essa ideia,
além do ar,
que é dar,
tudo o que tenho para acrescentar,
do meu próprio bem-estar,
para os outros usarem,
tudo o que eu tenho para dar.

Dar o que me faz aceitar;
Dar o que me faz observar;
Dar o que me faz expressar;
Dar o que me faz falar;
Dar o que me faz mostrar;
Dar o que me faz informar;
Dar o que me faz ensinar;
Dar o que me faz ajudar;
Dar o que me faz acreditar;
Dar o que me faz realizar;
Dar o que me faz encontrar...

Encontrar o sentido dessa vida,
que é dar tudo o que sou para compartilhar.

A crença que eu acredito é o óbvio...

Não vejo sentido algum ir para uma igreja buscar "Jesus", sendo que Jesus tá em mim, dentro de mim, e pra mim, Jesus é amor.

Não vejo sentido algum ir para um centro espírita "limpar as energias ruins", sendo que qualquer energia "ruim" que eu tenha, sou eu mesmo inventando isso dentro de mim.

Não vejo sentido algum fazer "terapia" com psicólogos e psiquiatras, sendo que minha melhor terapia é questionar minha própria vida e ir mudando o que tá ruim.

Não vejo sentido algum "meditar", sendo que eu medito toda vez que eu durmo.

Não vejo sentido algum buscar "alguma ajuda" externa, sendo que toda minha cura, é interna.

O externo, é só pra lembrar, o que já vive em mim, depois que eu lembro, não é mais tão necessário assim...

O orgulho é uma ignorância não resolvida, uma barreira invisível que te impede de evoluir. Ele cria limitações na sua mente, tornando-se um obstáculo para o aprendizado, fechando portas para novas experiências e visões. Com o tempo, o orgulho afasta as pessoas ao seu redor, afastando aqueles que poderiam te ensinar algo valioso. Ao fim, ele te deixa sozinho, aprisionado em uma prisão de vaidade e autossuficiência, onde a verdadeira sabedoria permanece distante.

Já a humildade é um caminho aberto para evoluir. Ela sabe que até um insulto pode ser uma lição, pois a humildade entende que a crítica, quando bem observada, pode nos mostrar algo que precisamos mudar. A humildade não se ofende facilmente, mas usa as adversidades como uma oportunidade para aprender e evoluir. Ela atrai pessoas de coração puro, aquelas que, como ela, reconhecem que o valor de um ser humano não está na aparência, nem no ego, mas na sua capacidade de compartilhar e acolher. E, ao contrário do orgulho, a humildade nos enriquece de afetos sinceros, criando laços verdadeiros e duradouros em todos os lugares por onde passamos. Em vez de nos isolar, ela nos conecta, nos torna mais humanos e mais completos.

Existem dois tipos de riquezas:

Riqueza material;
Riqueza afetiva.

A riqueza material é a que envolve as coisas que você possui, o dinheiro que você tem, a casa, o carro, os bens. Ela traz conforto, mas é passageira. Você pode conquistá-la, mas não garante que ela seja duradoura. Ela pode ser perdida, ou até mesmo não te trazer a felicidade que você espera. A busca por ela muitas vezes nos afasta do que realmente importa, e nos coloca em uma corrida sem fim.

Já a riqueza afetiva está no que você constrói com os outros, nas relações, no amor, na amizade, nos momentos que você compartilha. É uma riqueza mais duradoura, que não pode ser roubada. O afeto, a conexão e os sentimentos que você compartilha são coisas que te enriquecem por dentro, e deixam marcas que o tempo não apaga.


Porque, no fim das contas, sua vida vai refletir o que você escolheu valorizar. Se você corre só atrás de dinheiro e coisas, pode chegar um dia e perceber que o que realmente importa são as pessoas que amou, os momentos que viveu, tudo aquilo que compartilhou.

No final, ninguém lembra do carro que você teve ou do dinheiro que guardou. Lembram do seu sorriso, do seu abraço, da sua presença. Lembram se você foi bom, se amou de verdade, se fez diferença na vida de alguém.

Então, pense bem: o que você quer que sobre da sua vida? Porque o tempo passa, e o que fica não é o que você comprou, mas o que você viveu e quem você amou.

Não existe passado. Se eu penso no passado, na verdade, estou pensando agora.

Não existe futuro. Se eu penso no futuro, estou, de fato, pensando agora.

O que eu penso agora, é o que realmente existe neste exato momento.

O que foi ontem, se ontem também foi hoje?
O que é amanhã, se amanhã se tornará hoje?
E o que é hoje, senão apenas agora?

O "LOUCO":

Aparentemente, todo mundo é "normal".
Dentro da cabeça, todos carregam uma loucura única.

Vivemos em uma sociedade hipócrita que ostenta máscaras de normalidade, enquanto oculta as loucuras reais que habitam cada um de nós.

Fingem, fingem e fingem a cada dia. Vêem um "louco" dançando na rua e o julgam como "anormal", mas, dentro do seu quarto, em quatro paredes, se entregam à sua própria dança, imersos em suas próprias "loucuras".

Sentem vergonha quando alguém é verdadeiramente si mesmo, mas fingem ser o que não são, movidos pela vergonha de se aceitarem como realmente são.

Criticam alguém como "inconveniente", mas o verdadeiro incômodo está em não se aceitarem por inteiro.

Sofrem de "vergonha alheia" ao ver alguém ser verdadeiro, mas têm vergonha de ser quem realmente são.

Julgam o próximo como "louco" por não entenderem sua essência, mas é o "louco" quem entende o verdadeiro motivo de ser julgado. Quem, então, é realmente "louco"?

Para os outros, ele é estranho, mas para si mesmo, ele é apenas alguém que se permite ser. Quem, então, é realmente "louco"?

Tem medo de ser você mesmo, mas quem é "louco"?
Tem medo do que os outros vão pensar, mas quem é "louco"?
Não sabe o que está fazendo neste mundo, mas quem é "louco"?
Tem medo de ser rotulado de "louco", mas quem é "louco"?

Enquanto os outros fingem ser "normais" para o mundo, os "loucos" são simplesmente quem realmente são, vivendo o que são por dentro, sem esconder nada.

As pessoas não são obrigadas a viver por você.
As pessoas não são obrigadas a te amar.
As pessoas não são obrigadas a te dar atenção.
As pessoas não são obrigadas a gostar de você.
As pessoas não são obrigadas a te ajudar.
As pessoas não são obrigadas a te reconhecer.
As pessoas não são obrigadas a fazer o que você quer.

Mas você pode viver por quem quiser.
Amar quem quiser.
Dar atenção pra quem quiser.
Gostar de quem quiser.
Ajudar quem quiser.
Reconhecer quem quiser.
Fazer o que quiser.

O que você dá ao mundo não vem com garantia de retorno, mas ainda assim, é sua escolha.

Fácil querer amor, difícil amar.
Fácil falar, difícil agir.
Fácil pedir, difícil oferecer.
Fácil julgar, difícil se colocar no lugar.
Fácil ser indiferente, difícil fazer a diferença.
Fácil ouvir, difícil compreender.
Fácil tolerar, difícil transformar.
Fácil derrubar, difícil construir.
Fácil guardar, difícil compartilhar.
Fácil ter, difícil ser.
Fácil estranhar, difícil aceitar.
Fácil imaginar, difícil viver.

Fácil passar pela vida, difícil viver de verdade.

Existem vários "EUs" dentro de mim.

Um EU é alegre.
Um EU é triste.
Um EU é paz.
Um EU é angústia.
Um EU é ódio.
Um EU é indiferente.
Um EU é amoroso.
Um EU é frio.
Um EU é sociável.
Um EU é antissocial.
Um EU é atencioso.
Um EU é magoado.
Um EU é arrogante.
Um EU é orgulhoso.
Um EU é vaidoso.
Um EU é solidário.
Um EU é egoísta.
Um EU é frustrado.
Um EU é cansado.
Um EU é ansioso.
Um EU é estressado.
Um EU é agradável.
Um EU é desagradável.
Um EU é normal.
Um EU é louco.
Um EU é lembranças.
Um EU é mudança.
Um EU sou EU.

E cada EU aparece no momento que precisa aparecer.
Cada momento nasce das escolhas que fiz — e das que escolhi não fazer.

Agora, escolho ser quem sou.
E isso é o que estou sendo, neste exato momento.

O amor eterno entre a existência e a inexistência

Um sempre existiu, o outro nunca existiu.
Tão opostos, ao mesmo tempo tão iguais...
Um cria, o outro desfaz.
Um sempre nasce, o outro sempre morre.
Um é tudo, o outro é nada.

Mas o que é o nada, se tudo é tudo?
Parece um paradoxo impossível de explicar,
como o amor que sinto e não consigo decifrar.
Algo que está além da minha razão,
por isso, deixo apenas essa reflexão.

Não confunda depressão com tristeza por não conseguir agradar aos pais, aos amigos e à sociedade.
Não confunda depressão com a vontade de não fazer nada.
Não confunda depressão com a falta de aceitação de si mesmo.
Não confunda depressão com a invenção de problemas.
Não confunda depressão com a criação de pensamentos negativos.
Não confunda depressão com o sentimento de culpa por algo que não tem razão para ser.
Não confunda depressão com preguiça.
Não confunda depressão com a insatisfação em trabalhar em algo que não se deseja.
Não confunda depressão com o medo do que os outros pensam ou acham.
Não confunda depressão com o abandono de si mesmo.
Não confunda depressão com angústias mal resolvidas.
Não confunda depressão com o sentimento de piedade.

Não confunda depressão com tristezas que vêm e vão naturalmente na vida.

Se eu gosto mesmo de fazer uma coisa, ninguém vai me desanimar.

Mas se eu não gosto, e estou fazendo só porque os outros querem, qualquer pessoa pode me desanimar.

É assim que a vida funciona:

O que a gente sente no coração é forte e ninguém estraga.

O que a gente faz por obrigação é fraco e qualquer problema já acaba com a nossa vontade.

No fim, só o que a gente realmente quer é que dá força pra gente continuar.

Mais amor, menos ódio.
Mais alegrias, menos tristezas.
Mais amizades, menos conflitos.
Mais paz, menos preocupações.
Mais pessoas, menos papéis.
Mais viagens, menos rotinas.
Mais montanhas, menos prédios.
Mais natureza, menos cidades.
Mais diferenças, menos uniformidade.
Mais detalhes, menos indiferenças.
Mais horizontes, menos bolhas.
Mais céu, menos teto.
Mais lua, menos lâmpada.
Mais folhas, menos paredes.
Mais pássaros, menos discursos vazios.
Mais leveza, menos cobranças.
Mais lembranças, menos rancor.
Mais sentimento, menos razão.
Mais vida, menos mortes.


Que em cada escolha, possamos dar mais espaço ao que realmente importa: ao que nos aproxima da essência do ser, da beleza do momento e da verdade do que somos.

O mal não existe. Por não existir, ele tenta destruir o que existe, tentando levá-lo à inexistência. Contudo, esse esforço é em vão, pois, justamente, o mal não é capaz de destruir o que é real, o que é verdadeiro, o que é. O mal é, na verdade, apenas uma ilusão: a negação de si mesmo, a negação do próprio bem.

Assim como a mentira, o mal é uma invenção sem fundamento, algo que só existe enquanto for alimentado pela distorção da verdade. Ele não tem substância, não tem essência. O mal, portanto, é uma criação passageira, que necessita de poder por si só.

Da mesma forma, a solidão não é uma realidade. Não há solidão verdadeira, pois estou sempre acompanhado de mim mesmo. Mesmo nos momentos em que parece haver um vazio ao redor, a presença interior permanece. A solidão é uma percepção equivocada, que ignora a verdade de nossa conexão constante com o nosso ser.

A angústia, também, é uma ilusão. Não existe angústia em sua forma real, porque, quando estou em paz – como no sono tranquilo –, não sinto angústia alguma. O que a angústia representa, na verdade, é a negação da minha própria paz, é a resistência ao estado de harmonia que está sempre disponível, mesmo que por vezes não o reconheçamos.

E a morte? A morte não existe. O mal, como qualquer outra ilusão, tenta nos convencer de sua realidade, mas, na verdade, ela não passa de uma transição, um processo de mudança que está além da nossa compreensão limitada. Não posso morrer se nunca deixei de existir; o nascimento e a morte são, na essência, partes de um ciclo contínuo, e o que realmente importa é o que prevalece: a existência.

Porque, afinal, a inexistência não existe. O que prevalece é a verdade da existência, e essa é eterna, única, e fixa.

A paz está presente em todas as situações, mas nem sempre a aceitamos, pois muitas vezes acreditamos que determinadas circunstâncias não merecem nossa paz. O problema, portanto, não são as angústias em si, mas sim a paz que negamos a nós mesmos ao não a aceitarmos, justamente quando mais precisamos dela.

Um dia, você perceberá que todos os conflitos internos que já viveu foram, na verdade, uma manifestação do medo de abraçar a própria paz.

*NEM SEMPRE MENOS É MAIS*
No mundo da matemática, se você não fizer as contas direitinho, no final sempre será menos do que mais.
Na vida com filho é a mesma coisa.
Menos limite hoje = mais problema amanhã.
Menos "não" agora = mais choro depois.
Faz a conta certa enquanto é tempo.

Passaste por mim com a intensidade de um dia tórrido de calor. Nunca pensei que as marcas das queimaduras que me deixaste viessem a ser cicatrizes que olho, agora, com saudade. Era para ser eterno. Afinal eterna é a saudade. Saudade de tudo o que vivemos. Saudade dessa intensidade que não volta, porque nunca se volta ao lugar onde fomos felizes. Eternas as lembranças.



Eterna será também a chama que viverá sempre porque as palavras a reacendem.



Será que pensas em mim? Porque para ti os amores são fugazes não deves pensar. Será que quando ouves uma música te lembras que a ouvíamos também? Ou terás músicas para todos os teus amores?



As vezes penso coisas estúpidas; que o sol também nasce para ti por isso estamos os dois sob os mesmo céu, que os sítios por onde passas eu também passo. E que talvez isso seja algo que temos em comum. Mas depois penso que, também tens isso em comum com outras pessoas e por isso eu não sou especial.



Outras vezes penso que nem sabes já qual dos teus amores fui eu.



Ainda te lembras?





Penso também que foste, a minha maior aventura. Que contigo vivi os momentos mais felizes da minha vida e, também os mais tristes e desesperados. Por ti chorei as lágrimas mais apaixonadas que uma mulher pode chorar e contigo tive a maior paixão que um ser humano pode ter. Fiz as maiores loucuras, vivi as maiores loucuras.



Será que para ti também sou inesquecível?



Foste tu que deste significado ao meu “NÃO POSSO VIVER SEM TI”. Ate chegares não sabia o que isso era. Nunca tinha vivido uma paixão que queima. Não podia dizer que tinha realmente vivido até te conhecer. Conheci os maiores prazeres e dores. Um fogo assim capaz de queimar até a alma, uma dor assim capaz de me sufocar o espírito, uma ânsia de ser parte e ti de viver dentro de ti, de te poder respirar. O sentimento de ser um membro qualquer do teu corpo ou de seres tu o motor que me fazia acordar. Que se não existisses no meu mundo eu não poderia nunca existir também porque eras tu todo o meu alimento. Uma dor de alma que atingia o corpo e me fazia tremer como se fosses uma substância aditiva. Eras, foste o meu vicio. Aquele que eu queria pela manhã para todo o dia. Precisava perto de mim toda a noite. Não dormia sem.



Será que também te viciei?....



Não estou a dizer que te quero de volta. Não te quero mais.

Ficaste a bonita recordação da época da minha vida em que me perdi.

A sensação de nos perdermos por alguém é algo que merece ser vivido. É, sem dúvida a melhor experiência da vida.

Ninguém pode viver eternamente no fogo da paixão. É autodestrutivo porque não nos deixamos viver

Fica-me, apenas, a questão. Como seria viver uma vida contigo? Terias que ser alguém diferente. Mas se fosses como seria? E será que se fosses alguém diferente eu me teria perdido assim por ti? Acho que sim. Porque serias tu. A minha mágoa é não teres querido viver a outra parte da paixão. Aquela em que deixamos de nos destruir para nos construirmos. A paixão é um sentimento egoísta. NÃO POSSO viver sem ti. Por isso tu tens que ser MEU.


Faltou a outra parte. Aquela em que nos amávamos. No final, também eu não te amei. Nunca te aceitei como eras. Nunca, sequer pus em hipótese poder viver a vida que querias viver comigo. Sempre pensei em viver o momento. Aquele momento em que ter queria a qualquer custo. Nunca pensei numa vida contigo a longo prazo da maneira que tu querias. Por que na realidade também tu nunca puseste a hipótese de viver no meu mundo. Sempre quiseste ser meu amante, nunca meu companheiro.



Eu nunca poderia viver assim.



No final faltou “apenas” o amor.

Inserida por luna_chiara