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Ou eu trabalho no que eu adoro, ou eu não trabalho.
Ou eu trabalho na hora que eu quiser, ou eu não trabalho.
Ou eu trabalho vivendo, ou eu não trabalho.

Para mim, viver e trabalhar devem ser a mesma coisa. Não vou jamais separar essas duas realidades, para ficar esperando os finais de semana e as férias, enquanto minha vida vai se perdendo em uma rotina de insatisfação, com antidepressivos para disfarçar o desconforto de estar fazendo algo que não gosto. Não vou ser mais um robô sustentando o luxo e o paraíso superficial de banqueiros e mega-ricos, que diariamente roubam meus direitos. Não, isso eu não aceito.

Eu posso pedir esmola na rua para as pessoas que sustentam esses banqueiros e mega-ricos, mas nunca vou aceitar que minha vida seja desperdiçada fazendo algo que não me satisfaz.

Porque, no fim das contas, eu vou morrer, com ou sem dinheiro, trabalhando ou não. Tudo o que eu conquistar vai ficar aqui, não vou levar nada. Então, vivo e viverei sempre do jeito que eu quiser. O jeito que eu gosto de viver é o jeito no qual eu devo trabalhar. Por mais impossível que pareça, é necessário ter criatividade para criar um novo trabalho de sobrevivência baseado no que eu realmente amo. Isso, para mim, é trabalho: viver fazendo o que eu amo. O resto, bem, é apenas escravidão.

Respeito apenas as minhas próprias vontades, não as vontades dos outros sobre mim. Isso não é egoísmo; egoísmo é quando os outros tentam me obrigar a fazer o que eu não quero.

Não aceito fazer nada que, no fundo, eu não tenha vontade de fazer.

Não aceito trabalhar no que não gosto; aceito trabalhar no que eu adoro.
Não aceito viver de um jeito que não quero; aceito viver do jeito que escolho para mim.
Não aceito ser alguém apenas para agradar os outros; aceito ser sincero, sendo eu mesmo.
Não aceito esperar pelo tempo dos outros; aceito viver no meu próprio tempo.
Não aceito me prender ao superficial; aceito viver de acordo com minha própria essência.
Não aceito deixar de viver; aceito viver completamente.

Porque, no final, a única vida que realmente importa é a que eu escolho para mim. E viver de acordo com o que sou é o maior ato de respeito que posso ter para com minha própria existência.

Existem três coisas que impedem alguém de enxergar o óbvio:

O ego;
O orgulho;
O medo.

O ego inflado faz com que a pessoa ache que já sabe de tudo, e, por isso, não consegue perceber o que está na sua frente. Ele cria uma barreira que a impede de enxergar além de sua própria visão limitada.

O orgulho, por sua vez, faz com que a pessoa tenha dificuldade em reconhecer os próprios erros ou aceitar que pode estar equivocada. Isso a impede de ver o que é claro para os outros, pois prefere se manter em sua posição, ao invés de aprender e evoluir.

O medo, talvez o mais forte de todos, faz a pessoa temer a verdade. Ele a paralisa, fazendo com que evite enxergar o que é óbvio, com medo das consequências de enfrentar a realidade.

Essas três coisas criam uma barreira que impede de enxergar o óbvio, e só quando conseguimos lidar com o ego, o orgulho e o medo, é que conseguimos ver as coisas como realmente são.

A alma é um conjunto invisível de intenções de um ser;
O corpo é um conjunto visível de ações de um ser.

A alma é o ser, o corpo é apenas parte do ser; Então, não adianta você olhar as ações de um corpo, pois o que vem primeiro são as intenções, ou seja, o ser — a alma.

A melhor forma de sentir as intenções do ser é pela sua própria intuição, pois a intuição é um poder invisível que te revela as intenções de um ser antes do corpo desse ser agir.

As intenções são o próprio ser, ou seja, a alma;
A intuição te revela quem é o ser, ou seja, quem é a alma com a qual está lidando.

Mas, para saber com qual alma está lidando, você tem que enxergar primeiro com quais intenções próprias você tem ou já teve!

A maior árvore do mundo, em termos de altura, é uma sequóia chamada Hyperion, que chega a impressionantes 115,61 metros de altura. Incrível, não? Ela foi descoberta em 2006 na Califórnia. Essa árvore levou séculos para crescer e alcançar esse tamanho extraordinário. O que eu quero te mostrar com isso é o seguinte: se você deseja construir algo duradouro, se quer plantar algo que tenha valor na humanidade, saiba que você precisará dedicar sua vida inteira ao processo. Isso significa viver com intenção, seguindo seus sentimentos e convicções, porque é esse caminho que dá sentido à vida.


E, é importante que você entenda: ao plantar, talvez você não colha os frutos imediatamente. Talvez nunca veja o crescimento inteiro daquilo que semeou. Mas, o que você plantou estará ali, pronto para ser regado e nutrido por aqueles que vierem depois de você. Alguém, algum dia, descobrirá o sentido dessa árvore e a cuidará até que ela cresça, se fortaleça e se torne útil para todos que passarem por ela.


Veja, Jesus fez algo semelhante. Sua árvore foi plantada há mais de 2 mil anos, e não se trata de "nome", de "história" ou de "obrigação". O que ele fez foi viver de maneira verdadeira, seguir suas próprias vontades, sem medo de ser quem realmente era. Essa foi sua maneira de plantar algo que ainda cresce e dá frutos, mesmo depois de tanto tempo.


Então, assim como essa grande árvore ou como Jesus fez, o que realmente importa é viver com propósito, em harmonia com o que você acredita. Isso é plantar. Viver é, de certa forma, uma maneira de viver e deixar algo que transcende o nosso tempo.

Não é por acaso que temos dois olhos, dois ouvidos e apenas uma boca. Isso mostra que devemos observar e ouvir mais do que falar. Antes de dizer qualquer coisa, é preciso entender.

Escutar e olhar nos ensinam muito mais do que falar. Quem fala sem ouvir, quem fala sem olhar, fala sem saber. A boca é só um, porque falar deve ser a última etapa, depois de aprender.

E isso vale para a comunicação em geral. Ser fluente não é apenas saber outros idiomas ou escrever bonito. É saber falar a linguagem certa para cada pessoa. É explicar algo difícil de um jeito simples para sua avó, para uma criança, para um universitário, para um humilde, para quem nunca ouviu falar do assunto.

Cada pessoa entende de um jeito. Para comunicar bem, você precisa ouvir e observar qual é a linguagem dela. Só assim você vai conseguir falar para que ela realmente entenda.

Mas isso exige humildade. Se o ego falar mais alto, você só vai criar conflitos, porque não ouviu nem entendeu antes de falar.

Por isso, dois olhos, dois ouvidos e uma boca. Primeiro, observe. Depois, escute. Por último, fale.

Se eu tô mal com algo, é porque eu não aceito esse algo ou não mudo esse algo, se eu não aceito e nem mudo, é óbvio que vou ficar mal.

O esquema não é tomar anti-depressivo, nem continuar mal, o esquema é eu aceitar esse mal ou mudar esse mal, porque aceitando esse mal, eu fico bem, mudando esse mal, eu também fico bem, o que me impede disso, é só o medo, medo do que vão pensar ou achar, caso eu mude, caso eu aceite, só isso.

Só é difícil, se eu dificultar.

Resumo sobre "magia"

Magia é, na verdade, um gatilho inconsciente gerado pelas nossas intenções e crenças.

Por exemplo, se eu digo que sou macumbeiro e tenho o poder de fazer certas coisas na sua vida (intenção), e você acredita nisso (crença), você acaba sendo afetado pelaquilo que muitos chamam de "magia". O que acontece é que você passa a acreditar que qualquer coisa que aconteça na sua vida foi causada por essa "magia". A partir disso, você começa a viver de forma distorcida, sem perceber que está se deixando levar por algo que não tem poder real sobre você. E isso não se limita ao momento presente; você passa a viver como se estivesse sendo constantemente influenciado por forças externas, quando, na verdade, é sua própria crença que está moldando sua percepção da realidade.

Portanto, qualquer crença que você tenha em relação a outras pessoas possuírem "poderes" ou "magias" que possam te prejudicar só serve para te enfraquecer. Isso acontece porque, ao não se conhecer bem o suficiente, você se torna vulnerável às influências externas, acreditando que outras pessoas têm algum tipo de controle sobre sua vida. Mas a verdade é que o que realmente nos afeta são as crenças que alimentamos, e não as ações externas. Se você acredita que alguém tem o poder de te prejudicar, é essa crença que vai começar a influenciar suas emoções e ações, criando um ciclo negativo.

A "magia", então, não é o que nos ensinaram a acreditar. Ela não é uma força sobrenatural que nos controla, mas sim o efeito das intenções e crenças que aceitamos como verdades. Quando começamos a perceber isso e tomamos consciência das nossas próprias intenções e crenças, podemos nos tornar imunes àquilo que chamamos de "magia". Ninguém pode nos afetar sem o nosso consentimento, e isso acontece principalmente no nível inconsciente. Quando entendemos que somos nós mesmos que damos poder a essas crenças, deixamos de ser vítimas daquilo que pensamos que nos afeta.

Por exemplo, quando alguém diz "macumba existe", isso pode ser visto como uma tentativa de lançar uma "magia". Mesmo que a pessoa não tenha a intenção de prejudicar, a verdadeira intenção é te fazer acreditar nisso. E ao acreditar, você acaba internalizando essa ideia no inconsciente. Quando isso acontece, qualquer ação ou intenção de alguém que se envolva com essas práticas será interpretada como algo que está diretamente ligado à magia, o que reforça a crença de que você está sob o controle de algo externo.

No fim, ninguém tem o poder de te afetar sem que você mesmo permita. A verdadeira "magia" é a que você cria com suas próprias crenças, muitas vezes sem perceber. Quando você se conhece e entende o poder da sua própria mente, pode se libertar das ilusões criadas pelas crenças externas. Por isso, se o que você acredita te limita ou te prejudica, a verdadeira mudança só pode acontecer quando você começar a olhar para dentro e perceber que o único poder que existe sobre sua vida é o que você dá a ele.

Não me sinto culpado nem arrependido por nada que fiz ou faça; sinto-me apenas responsável pelas consequências dos meus atos, porém sempre consciente de cada um deles.

É mais fácil sentir arrependimento pelo que tive a oportunidade de fazer e não fiz, do que pelo que fiz. O que fiz está feito, já faz parte da minha história. O que não fiz, no entanto, não posso mais voltar atrás.

Os megabanqueiros, megaempresários, megacorporativistas, megatecnocratas, megafinanciadores, megafilantropos — essa minoria que detém a maior parte do dinheiro do planeta — controlam muito mais do que apenas riquezas. Dinheiro é poder, e quem tem poder faz o que bem entender.

Eles compram a mídia, a educação, a saúde, as forças armadas, os políticos. E usam tudo isso a seu favor.

As forças armadas? São suas ferramentas para roubar terras, saquear recursos naturais, desestabilizar países, iniciar guerras e pilhar nações inteiras sob o pretexto de "democracia" ou "segurança nacional".

A mídia? Um instrumento de alienação em massa. Transforma pessoas em consumidores compulsivos, manipula a opinião pública, distrai da realidade, distorce fatos e modela nossas mentes sem que percebamos.

A educação? Um sistema sabotado para manter o povo na ignorância. Não ensina a questionar, apenas a obedecer. Treina cada geração para ser uma engrenagem submissa na máquina do sistema, uma força de trabalho disciplinada e previsível.

A saúde? Um mercado bilionário onde a doença vale mais do que a cura. Investem em tratamentos contínuos, não em soluções definitivas, porque um paciente crônico é um cliente eterno. A saúde virou uma indústria, e a vida humana, uma mercadoria.

Os políticos? Apenas fantoches bem pagos. Mentem, enganam, fazem promessas vazias. São a cortina de fumaça perfeita para que o povo acredite que tem escolha, enquanto o verdadeiro poder nunca muda de mãos.

E assim seguimos, dia após dia, presos nesse jogo. Enquanto nos dividimos, competimos, nos atacamos, nos escravizamos e nos destruímos, os verdadeiros donos do mundo assistem de longe, tranquilos, desfrutando de seus paraísos artificiais — financiados pela nossa ignorância e inocência.

Saiu do pensamento, virou prática;

Escreveu, prática.
Desenhou, prática.
Digitou, prática.
Mostrou, prática.
Falou, prática.
Expressou, prática.
Cantou, prática.
Trabalhou, prática.
Estudou, prática.
Compartilhou, prática.
Olhou, prática.
Ouviu, prática.
Mexeu, prática.
Andou, prática.
Percebeu, prática.
Aceitou, prática.
Viveu, prática.
Mudou, prática.
Fez, prática.

Apenas tá pensando? Teoria.

Pensar é o ponto de partida, mas é a ação que transforma. Pensar sem agir é como sonhar sem acordar. Só a prática, a experiência, é que vai realmente moldar as ideias, tornar as intenções em realidade. A diferença entre um sonho e uma conquista é, essencialmente, a prática.

Para mim, não existe cansaço mental. Isso é um limite que não faz mais parte de mim; não tem mais sentido. Para mim, o que existe é apenas relaxamento mental.

Percebi que, toda vez que eu me via aceitando sentir esse "cansaço" ou essa "exaustão" mental, na verdade estava diante de um profundo relaxamento, um descanso que minha mente ansiava por ter, mas que eu, por algum motivo, me sabotava e não permitia. Quando comecei a aceitar esse "cansaço", essa "exaustão", logo entendi que, na verdade, era apenas um relaxamento profundo e renovador que a mente precisava.

Pesos desnecessários que liberei:

Eu não preciso sentir culpa.
Não me arrependo do que fiz.
Não sou obrigado a seguir o que os outros esperam.
Não sou obrigado a viver como a sociedade quer.
Não preciso agradar a família ou ninguém.
Não sou obrigado a conversar ou a ser algo que não sou.
Não preciso ter mais do que preciso, nem ser rico.
Não sou obrigado a fazer faculdade, ou a trabalhar onde não quero.
Não sou obrigado a casar, a conviver com as mesmas pessoas ou a me apegar a nada.
Não sou obrigado a ficar onde não me sinto bem, ou a esperar o tempo dos outros.
Não sou obrigado a seguir as ordens dos outros, nem a fazer o que não quero.

Eu faço o que eu quiser.
Não faço nada, se não me sinto disposto.
Vivo do meu jeito, no meu tempo.
Escolho com quem estar, e onde ir.
Converso se for para agregar.
Sou o que desejo ser, sem cobranças externas.
Viajo para onde meu coração me leva.
Vivo para mim mesmo, sem precisar de validação.

Não sou egoísta, sou livre. Egoísmo é tentar me fazer viver contra minha vontade.
Quem se magoa com a minha vida, isso não é problema meu, é problema da pessoa.
Eu não carrego pesos, apenas leveza e paz.

Desfaço as crenças que limitam meu ser, liberando espaço para viver de forma mais completa e verdadeira. O que não me serve, eu deixo ir.

Ver, ver, ver, ver, ver, até que os olhos se cansem de tanto olhar, e então, transformar o que se vê;

Ouvir, ouvir, ouvir, ouvir, ouvir, até que o som se torne insuportável, e então, mudar o que se escuta;

Pensar, pensar, pensar, pensar, pensar, até que o pensamento se repita e se torne vazio, e então, renovar o que se pensa;

Ser, ser, ser, ser, ser, até que o peso de ser o que não é se torne insuportável, e então, reinventar o próprio ser;

Fazer, fazer, fazer, fazer, fazer, até que a repetição do fazer se torne estagnante, e então, mudar o fazer para algo mais significativo;

Viver, viver, viver, viver, viver, até que a rotina da vida se torne sufocante, e então, buscar uma nova forma de viver.

Nada, nada, nada, nada, nada, até que o vazio se transforme em peso, e então, deixar ir o nada, para acolher o tudo.

A mudança começa quando a repetição cansa, e o cansaço se torna o ponto de transformação. Tudo que se repete, quando enjoa, pede por uma renovação. O que antes parecia constante e certo, agora exige novos olhos, novos ouvidos, novos pensamentos. E, no fim, é a mudança que nos leva ao verdadeiro viver.

Cada caso é único, mas estou falando de mim, da minha experiência.

Para mim, depressão nunca foi uma "doença". Foi, antes, um sinal, um alerta profundo para a necessidade de mudança.

Mudança de pensamentos, Mudança de crenças, Mudança de hábitos, Mudança de rotinas, Mudança de pessoas ao meu redor, Mudança de lugares, Mudança de mim mesmo, Mudança de vida.

Para mim, depressão nunca foi uma "doença". Foi, na verdade, uma negação de mim mesmo.

Quando finalmente aceitei quem eu sou, quando aceitei o que já foi, quando aceitei a realidade como ela é, tudo mudou. Aceitei as pessoas, o mundo, a vida... e, principalmente, aceitei a mim mesmo.

Para mim, depressão nunca foi uma "doença", mas uma ilusão criada pela minha resistência à mudança e ao autoconhecimento. O que o mundo chamava de "depressão" foi, na verdade, uma busca por algo que eu já possuía dentro de mim — a aceitação de quem eu sou. E foi quando aceitei essa verdade que me encontrei novamente.

Às vezes, o que percebemos como sofrimento é apenas um reflexo da nossa resistência a viver de forma verdadeira. Quando nos permitimos mudar, aceitar e ser quem realmente somos, a dor se transforma em evolução.

Tudo é uma crença, e eu estou sempre acreditando em algo — até quando penso que não acredito em nada, estou, na verdade, acreditando que não acredito. Não há como escapar das crenças, porque até na tentativa de fugir delas, estou acreditando que estou fugindo. Mesmo quando digo que não acredito em nada, estou, na verdade, acreditando que não acredito em nada.

A única coisa que eu posso fazer é mudar minhas crenças. E, no fundo, isso também é uma crença: a crença de que eu tenho o poder de transformar aquilo em que acredito. Cada crença que tenho, seja consciente ou inconsciente, muda a minha realidade. Ao alterar essas crenças, mudo não só o que penso, mas também o que sou e como vejo o mundo. E isso, por si só, é um ato de transformação.

Assim, percebo que a liberdade não está na ausência de crenças, mas no poder de escolher quais crenças adotar. O simples fato de acreditar que posso mudar minhas crenças já é uma crença poderosa, capaz de transformar minha perspectiva de vida.

Intenções que não me servem pra nada:

Não tenho a intenção de fazer ninguém sofrer por mim, esse ego é muito vazio, cru, não faz sentido, não preciso disso.

Não tenho a intenção de fazer ninguém se arrepender por causa de mim, essa vaidade é superficial, mimada demais, é perder tempo atoa.

Não tenho a intenção de fazer ninguém correr atrás de mim, esse orgulho é muito arrogante, desumilde, fraco.

Não tenho a intenção de fazer ninguém se sentir culpado, tento o máximo não deixar ninguém assim sem querer, esse comportamento é infantil, injusto, egocêntrico.

Não tenho a intenção de deixar ninguém pra baixo, senso de "superioridade" me da vergonha e só demonstra o quão inseguro eu sou.

Não tenho a intenção de prejudicar ninguém, essa intenção só mostra o quão frustrado minha vida é.

Não tenho a intenção de querer ser melhor que ninguém, isso só me torna uma pessoa pior.

Não tenho a intenção de fingir ser o que não sou para agradar alguém, é artificial, pessoas gostar apenas do fingimento e não do que de fato sou.

Não tenho a intenção de me orgulhar com o que eu tenho, não faz sentido eu me orgulhar do que consegui, do que tenho, sendo que alguns não tem, me da vergonha.

Não tenho a intenção de desmerecer o que o outro faz, eu não mereço isso.

Essas intenções não me servem pra absolutamente nada, é só atraso de vida mesmo, atrás de migalhas de ego ferido, é como se eu não estivesse evoluindo direito.

Enquanto os bancos controlarem a sociedade, a escravidão, a pobreza e a miséria jamais chegarão ao fim.

Se aqueles que detêm o maior acúmulo de dinheiro e poder no mundo – os bancos – não têm interesse em acabar com esse ciclo, como isso poderia acontecer?

Há décadas, essa estrutura se mantém intacta, e está na hora de enxergar o verdadeiro poder que os bancos exercem sobre a sociedade. Esse é o primeiro passo. Sem essa compreensão, qualquer tentativa de mudança será apenas superficial.

Mas enquanto o povo continuar sendo conduzido pela narrativa imposta pela mídia – que foca sua atenção nos fantoches políticos, desviando o olhar dos verdadeiros controladores do sistema – a realidade não mudará. A sociedade seguirá nesse estado degradante que você vê todos os dias.

Os bancos detêm o poder. A cegueira implantada precisa ser removida. Abra os olhos para o que está à sua frente e perceba o óbvio:

Poder = Dinheiro
Dinheiro = Bancos
Bancos no poder!

Aprenda a dizer SIM ou NÃO para si mesmo.
Aprenda a dizer SIM ou NÃO para os seus pais, com respeito às escolhas e limites que estabelecem.
Aprenda a dizer SIM ou NÃO para a sua família, reconhecendo que o amor não se resume à conformidade.
Aprenda a dizer SIM ou NÃO para os seus amigos, sem medo de se perder em agradar.
Aprenda a dizer SIM ou NÃO para as pessoas, respeitando sua autenticidade e os próprios princípios.
Aprenda a dizer SIM ou NÃO para a sociedade, sem se deixar ser moldado por padrões que não representam quem você é.
Aprenda a dizer SIM ou NÃO para o mundo, com consciência de seu impacto e da responsabilidade que carregamos.
Aprenda a dizer SIM ou NÃO para a vida, abraçando o que é realmente importante para o seu crescimento e bem-estar.
Aprenda a dizer SIM ou NÃO até para o que acabou de ler, refletindo sobre o que realmente faz sentido para sua jornada.


A verdadeira liberdade nasce da capacidade de escolher conscientemente, seja para afirmar ou negar, sempre com o entendimento de que nossas escolhas definem a essência do nosso caminho.

Não sou "contra o sistema"; sou a favor de um sistema melhor.
Não sou "diferente"; busco a igualdade.
Não sou "filósofo"; todo mundo pensa.
Não sou "desperto"; estou despertando para as mentiras na minha vida.
Não sou "sábio"; estou aprendendo todo dia.
Não sou "espiritualizado"; estou espiritualizando meus defeitos.
Não sou "perfeito"; estou aperfeiçoando minhas imperfeições.
Não sou "iluminado"; estou me esclarecendo sobre minhas falhas.
Não sou "evoluído"; estou evoluindo quem sou.
Não sou "melhor" nem "pior"; eu morro.