Textos para Pessoas Importantes

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O mundo gira, bem sei.
A roda da vida, também.
As pessoas passam deixando seus rastros que, de qualquer forma, marcam.
Algumas caminham suavemente que pouco registram,
mas povoam as nossas lembranças suficientemente para nos causar o riso...
Outras... insistimos para nem nos lembrarmos que existiram em nossas vidas pelo sofrimento causado.

''A Brisa de Agosto''
Eu havia dito aquilo a muito tempo,
Descobrir que pra algumas pessoas palavras são apenas como o vento,
E infelizmente se torna uma tempestade.

Amei como um guerreiro,
Me sacrifiquei como soldado,
E ainda mesmo assim você me deixou como um covarde.

Gostaria ao menos entender sua motivação chameja,
Mas agora que a chuva já passou e o vento já secou,
Vejo que nem há mais resquício da nossa fogueira.

Uma vida boa


Disseram-me que a vida boa
era feita de sorrisos.
Mas encontrei pessoas
com saudades nos olhos
que ainda sabiam amar.
Vi mãos cansadas
que continuavam cuidando.
Vi quem chorava em silêncio
e, ainda assim, seguia.
Então entendi:
a felicidade é visita.
Chega sem avisar,
permanece um instante
e vai embora.
E como seria bonito
se, ao dizer "estou cansado",
ninguém tentasse me consertar.
Apenas permanecesse.
Em silêncio.
Ao meu lado.
Porque há dias
em que a gente não precisa
dar conta de tudo.
Precisa apenas
que alguém escute
sem transformar nossa dor
em um problema a ser resolvido

•Pessoas•


• Há pessoas que são euforia. Chegam e fazem tudo parecer maior, mais intenso, mais vivo.


•Há pessoas que são tempestades. Nunca passam despercebidas e sempre deixam algo transformado.


•Há pessoas que são fogo. Aquecem, iluminam... ou queimam.


•Há pessoas que são mar. Acalmam num dia, engolem no outro.


•Há pessoas que são primavera. Florescem até nos lugares mais secos.


•Há pessoas que são inverno. Silenciosas, frias por fora, profundas por dentro.


•Há pessoas que são faróis. Não caminham por você, mas mostram o caminho.


•Há pessoas que são labirintos. Quanto mais você tenta entendê-las, mais caminhos aparecem.


•Há pessoas que são euforia. Fazem o coração acelerar antes mesmo de dizer uma palavra.


•Há pessoas que são abrigo. Basta a presença delas para o mundo parecer menos pesado.

Nem todas as pessoas permanecerão na sua vida, e isso não significa que todas foram um erro. Algumas vieram para ensinar, outras para caminhar ao seu lado por muitos anos e algumas apenas para mostrar caminhos diferentes. O valor de um encontro não deve ser medido apenas pela sua duração, mas pelo que ele despertou em você. Há despedidas que machucam, mas também existem despedidas que abrem espaço para uma nova versão de nós mesmos.

Pepita de Oliveira

As pessoas mudam, e isso faz parte da vida

É comum sentirmos saudade de quem alguém foi. Das conversas, dos gestos, da presença que parecia constante. Mas as pessoas mudam, assim como nós mudamos.
Algumas mudanças aproximam. Outras criam distância. Nenhuma delas apaga completamente o que foi vivido.

Nem toda mudança representa falta de amor. Às vezes, representa novos caminhos, prioridades diferentes ou fases que já não se encontram.
Aceitar isso não significa deixar de sentir. Significa compreender que o valor de uma história não depende apenas de como ela termina, mas também de tudo o que ela construiu enquanto existiu.

A vida segue transformando pessoas. E nós também fazemos parte dessa transformação.

Pepita de Oliveira

As emoções não são inimigas

Muitas pessoas tentam eliminar a tristeza, o medo ou a raiva como se essas emoções fossem sinais de fraqueza.
Na verdade, elas fazem parte do funcionamento saudável da mente.

O sofrimento costuma aumentar quando brigamos com aquilo que sentimos.
Reconhecer uma emoção não significa concordar com ela. Significa permitir que ela seja compreendida antes de decidir o que fazer.

A inteligência emocional não está em sentir menos. Está em responder melhor ao que sentimos.

Pepita de Oliveira

A vida não anda para trás

Há pessoas que passam anos olhando para o passado, tentando descobrir em que momento tudo mudou. A verdade é que a vida muda todos os dias, em pequenos detalhes que quase nunca percebemos.
O tempo não nos pede autorização para seguir. Ele simplesmente segue.
Por isso, maturidade não é viver sem saudades. É aprender que algumas lembranças merecem ser visitadas, mas não habitadas.
Quem transforma o passado em moradia deixa de construir o futuro. Quem o transforma em aprendizado leva consigo apenas o que ajuda a crescer.
A vida nunca exigiu que esquecêssemos. Ela apenas espera que continuemos caminhando.

Pepita de Oliveira

As pessoas nem sempre mudam

É comum ouvirmos que as pessoas mudam.
Algumas mudam, sim.
Outras apenas deixam de esconder quem sempre foram.
Enquanto havia interesse, conveniência ou necessidade, sustentavam uma versão de si mesmas. Quando essas razões desaparecem, não se esconde mais quem é.

Por isso, nem toda mudança é uma transformação. Às vezes, é apenas uma revelação.

Pepita de Oliveira

A liberdade tem um preço

Muitas pessoas desejam ser livres.
Poucas estão dispostas a abrir mão da aprovação dos outros.
Enquanto sua paz depender do aplauso, da aceitação ou da validação de alguém, sua liberdade continuará emprestada.
A verdadeira liberdade começa no dia em que você aceita que nem todos entenderão suas escolhas e mesmo assim continua caminhando.

Pepita de Oliveira

É lindo, aconchegante e agradável a companhia das pessoas que sabe romantizar as situações. Explicitar o sentimento de altruísmo comove facilmente os sentimentalistas. Essa premissa é uma verdade absoluta para você? A tese supracitada, contudo, não é somente uma viajem expelida das vísceras do senso comum.
Na filosofia, o ato de ficar feliz com a vitória do próximo, representa a nobreza de espírito. Adotemos então, o freudenfreude(alegria pela alegria do outro), assim, seremos guiados em direção ao caminho sem cobiça e ressentimento, em direção a uma vida mais leve e virtuosa.

130526

Tem pessoas que funciona como terra seca, suga toda a água, guarda para si e não deixa nada transbordar. Vivem acreditando que o mundo precisa caber em uma caixa pequena, onde só o nome delas tem permissão para brilhar.
É gente que planta cercas antes de plantar sementes, com medo de que alguém encoste no jardim. Mas quem vive assim, commesse egoísmo de tudo, esquece que até a flor mais bonita morre se o ar não circular.
O egoísmo é uma raiz que cresce para dentro e acaba sufocando o próprio peito. É a tentativa solitária de ser floresta em um palmo de chão. Só que nada que cresce desse jeito, apertado e egoísta, traz paz de verdade para o coração. Eu me sinto diferente. Meu jeito é semente que não tem medo de rachar a terra para se misturar com o que é de fora. Porque quem se isola é terra doente, vivo mesmo é quem se permite brotar no outro.


DeBrunoParaCarla

​É engraçado como as pessoas funcionam. Hoje vi que jogaram vários livros no lixo. Para quem jogou fora, deve ter sido uma alegria limpar a casa e tirar o que achava que não servia mais. Mas para mim, que encontrei aqueles livros ali jogados, deu uma tristeza danada.
​Livro não é lixo, é história. É o sonho de alguém que escreveu e o aprendizado de quem leu. Recoli cada um com cuidado, porque enquanto eu tiver um espaço na minha estante, nenhuma dessas palavras vai ser tratada como sobra. O que era resto para os outros, agora é companhia para mim


DeBrunoParaCarla

​Muitas pessoas têm medo da escuridão, mas eu aprendi a amá-la porque é nela que as nossas sombras se encontram. Amar-te não é apenas celebrar os teus dias de sol; é sentar-me contigo no chão da tua noite e não acender a luz até que te sintas pronta. As minhas sombras reconhecem as tuas. Elas não se julgam, elas não se assustam. Elas apenas se entrelaçam, criando uma dança que ninguém mais consegue ver. É nessa aceitação total, onde o Bruno sombrio encontra a Carla real, que a nossa união se torna indestrutível.


DeBrunoParaCarla

Nem toda Amizade é abrigo. Nem todo abrigo é amizade.


Há pessoas que entram em nossa vida chamando-nos de amigo, sorrindo ao nosso lado, dividindo a mesa, as conversas e até os nossos sonhos. Mas, infelizmente, nem todos os que caminham ao nosso lado caminham pelo nosso bem. Ao longo da história, quantas vidas foram destruídas pelas mãos de quem um dia recebeu confiança? Quantos foram traídos por aqueles que chamavam de irmãos, parceiros ou amigos?


A maior dor da traição não está nas palavras duras de um inimigo, mas no golpe silencioso de alguém em quem depositamos o coração. Ao mesmo tempo, a vida também nos surpreende.


Quantas vezes a mão que nos levantou veio de alguém que nem fazia parte do nosso círculo? Pessoas que não tinham obrigação alguma de ajudar, mas escolheram estender a mão quando todos os outros se afastaram. São gestos assim que nos lembram que a bondade ainda existe.


Os verdadeiros amigos não são aqueles que apenas sorriem quando tudo vai bem. São aqueles que permanecem quando o mundo inteiro vai embora. Não competem com suas conquistas, não sentem inveja da sua felicidade, não espalham o que ouviram em segredo e não abandonam você quando as dificuldades chegam.


Vivemos um tempo em que amizades sinceras se tornaram raras. Há muitos conhecidos, muitos seguidores, muitos contatos... mas poucos amigos de verdade.


Por isso, escolha bem quem conhece suas fraquezas, quem entra na sua casa, quem conhece seus sonhos e quem participa da sua caminhada. Não tenha medo de perder amizades falsas. O que é verdadeiro permanece. O que é interesseiro desaparece com o tempo. É melhor caminhar sozinho por um período do que estar cercado de pessoas que esperam apenas a oportunidade de ferir você.


Valorize quem ora por você na sua ausência. Quem celebra suas vitórias sem inveja. Quem corrige com amor, protege seu nome quando você não está presente e permanece ao seu lado mesmo quando não há vantagens em fazê-lo.


No fim, a vida nos ensina uma grande lição: a quantidade de amigos nunca foi o mais importante; o verdadeiro tesouro sempre foi a qualidade de quem escolheu permanecer ao nosso lado com lealdade, respeito amor.

Pra Hoje:
Decidi não me importar mais com pessoas que nada me acrescentam, que vivem a minha vida, se preocupam se durmo e acordo e, não porque querem meu bem, mas pelo contrário porque querem me ver cair... Hoje parei de me preocupar com você, a minha vida está nas mãos de Deus e só Ele que tem o poder sobre ela... Então que seus dias sejam de paz, que você consiga viver sua vida na plenitude do perdão, da bondade, do respeito e, acima de tudo da humildade com cada um... te desejo amor!

Olá, pessoas. E pessoos também, por que não?


Antes de qualquer coisa, acho justo avisar que este livro não tem a pretensão de virar um clássico. Não espero que ele seja estudado em escolas, citado em teses ou colocado ao lado de Kafka, Nietzsche ou qualquer outro sujeito que passou a vida tentando entender o mundo.


Na verdade, isso aqui é bem mais simples.
É só um lugar onde resolvi guardar um pouco dos meus dias. Das coisas que me fizeram rir, das que me fizeram querer dormir por uma semana inteira e das que, por algum motivo, achei que valiam a pena registrar.


Talvez, em algum momento, você aprenda alguma coisa comigo. Talvez não. Talvez eu aprenda alguma coisa comigo mesmo enquanto escrevo. Acho que essa possibilidade já é um bom motivo para continuar.


Não faço ideia de quem você é. Não sei seu nome, sua idade ou o motivo que fez você gastar seu precioso dinheiro neste livro. Aliás, obrigado por isso. Espero, no mínimo, que eu consiga fazer companhia durante algumas páginas.


E sim, eu poderia dizer que "o hábito da leitura expande a mente", "estimula a criatividade" e todo aquele blá-blá-blá que todo livro parece ter a obrigação de repetir. Mas acho que você já ouviu isso o suficiente.


Então chega de enrolação.


Se você decidiu continuar lendo, seja bem-vindo.
Hoje começa o diário de bordo de Sthelphen Hilburg, um sujeito completamente comum tentando sobreviver à maravilhosa e miserável vida real.




Capítulo 1
O começo menos épico de todos
Dia 1 de muitos que ainda virão.


Meu nome é Sthelphen Hilburg. Carrego na bagagem da vida aproximadamente vinte e cinco anos. Destes, uns dois foram gastos entre cigarros baratos, bebidas de procedência duvidosa e questionamentos existenciais durante o expediente. Afinal, alguém precisa fingir que está trabalhando enquanto tenta descobrir o sentido da própria existência.




Nunca fui o tipo de pessoa que escrevia diários, poemas ou passava horas lendo livros. Na verdade, sempre estive mais perto de quem compra um livro e o usa como apoio para uma mesa bamba do que de alguém que realmente o termina. Mas, por algum motivo que ainda não consigo explicar, escrever sempre me intrigou. Talvez porque seja mais fácil conversar com uma folha de papel do que com certas pessoas.
Então aqui estou eu, começando essa história. Ou, no pior dos casos, registrando uma coleção de abobrinhas que talvez façam sentido para alguém no futuro. Se não fizerem, pelo menos serviram de entretenimento para mim.


Acordo todos os dias às sete da manhã desde os meus treze anos. Não porque gosto de acordar cedo. Ninguém em perfeito estado mental gosta. Acordo porque a vida decidiu que esse seria o preço para continuar pagando as contas.


Meu trabalho consiste em enfrentar monstros muito mais perigosos do que dragões ou demônios. Os meus aparecem do outro lado do balcão e perguntam, com a maior naturalidade do mundo, se "não tem como fazer mais barato", mesmo quando a peça já está em promoção.
É nessas horas que começo a questionar se a minha saúde mental realmente vale o salário do fim do mês. Alguns dias parecem tão absurdos que fico convencido de que estou vivendo dentro de um filme de baixíssimo orçamento, daqueles em que nem os figurantes parecem acreditar no roteiro.


Mas, fazer o quê?
São os ossos do ofício. Sempre quis usar essa expressão. Ela tem um ar estranhamente elegante para dizer que a vida resolveu complicar as coisas de novo.


Bom, e se você está se perguntando por que, num dia completamente aleatório, eu resolvi começar a escrever um livro, a verdade é que essa é uma pergunta que eu também deixo em aberto.


Eu simplesmente não sei.


Não faço ideia do motivo de estar gastando tanto tempo com algo aparentemente banal. Escrever um livro não vai pagar minhas contas, não vai deixar minha comida mais barata e, muito provavelmente, também não vai mudar o rumo da humanidade. Então por que escrever?
Talvez a pergunta certa seja outra: por que não escrever?


Será que toda história precisa nascer de um grande propósito? Será que existe algum decreto dizendo que só pessoas extraordinárias podem despejar pensamentos em folhas em branco?


Eu espero que não.


Então vou fazer exatamente isso. Vou encher páginas com literatura barata, pensamentos mal resolvidos e frustrações que, de vez em quando, parecem fazer mais sentido no papel do que dentro da minha cabeça.


As folhas estão vazias. Esperam apenas que alguém escreva alguma coisa nelas. Acho curioso como elas se parecem comigo.


Nós dois estamos em branco, tentando descobrir o que merece ser registrado. E, quem sabe, transformar pequenos desastres cotidianos em algo bonito. Afinal, até as calamidades têm uma estranha forma de produzir boas histórias quando o tempo passa.


Eu não faço a menor ideia de como vão se desenrolar essas maluquices que o mundo resolveu chamar de dias úteis.


Também não sei quem eu vou ser daqui a alguns meses. Talvez eu continue exatamente o mesmo. Talvez mude completamente. A vida tem esse péssimo costume de alterar as pessoas sem pedir autorização.


Também existe uma boa chance de eu abandonar este diário no meio do caminho, como já abandonei tantas outras coisas ao longo da vida. Não seria nenhuma novidade. A diferença é que, desta vez, espero conseguir ir um pouco mais longe.


Enquanto esse estranho fogo pela literatura continuar queimando em algum canto da minha alma, eu prometo fazer o possível para manter você por aqui. Nem que seja contando pequenas tragédias cotidianas, pensamentos aleatórios ou histórias que só fazem sentido para mim.


Por hoje, acho que basta.


Se eu sentir vontade, volto a escrever mais tarde. Se não, deixo o problema para o meu "eu" de amanhã. Ele já está acostumado a resolver as pendências que a minha procrastinação insiste em criar.


Então, até amanhã.


E, caso você ainda esteja aí do outro lado da página, obrigado pela companhia.


Nos vemos no próximo capítulo, meu caro leitor. Ou melhor... meu companheiro de viagem.


Acho que não consegui ficar calado por muito tempo.


Ainda existem muitas coisas que eu quero escrever por aqui. E, sinceramente, não faço ideia de onde elas surgem. Talvez venham de lembranças que, quando eu era mais novo, pareciam completamente inúteis, mas que hoje voltam brilhando na minha cabeça, como se estivessem esperando a hora certa para fazer sentido.


É estranho pensar nisso.
Justamente quando somos crianças, na fase em que mais inventamos mundos, aparecem adultos dizendo o que é "besteira" e o que não é. Como se toda ideia precisasse fazer sentido.


Mas e se uma ideia não quiser fazer sentido?


E se ela só quiser existir?


Na minha opinião, uma criança deveria ter todo o direito de imaginar dinossauros comendo banana split enquanto dançam ragatanga. Ou qualquer outra maluquice que passe pela cabeça dela. A imaginação nunca precisou pedir licença para a lógica.


O curioso é que, olhando para trás, eu percebo que nunca fui muito bom nisso.


Lembro de um colega da escola. Não faço a menor ideia do nome dele, mas lembro perfeitamente da cena. Ele ficava sozinho, mexendo os dedos como se fossem personagens, fazia barulhos com a boca e parecia completamente mergulhado no próprio universo.


Na época, eu olhava para aquilo com estranheza. Talvez até com um pouco de vergonha alheia.


Hoje, porém, eu invejo aquela liberdade.
Ele não precisava de uma tela, de um videogame ou de um celular para viajar para outro mundo. Bastavam os dedos, alguns sons e uma imaginação que parecia infinita.


Eu nunca consegui fazer aquilo.


E talvez seja por isso que estou escrevendo este livro.


Talvez esta seja a minha forma de brincar de faz de conta, só que alguns anos atrasado.

⁠A receita para ser feliz é simples!
Apreciando as pequenas coisas da vida, fazem as pessoas se sentirem mais felizes? A ciência mostra através de estudos e pesquisas que realmente isto faz a diferença. Todos queremos ser felizes e às vezes parece tão difícil em chegar lá. Mas a resposta é mais simples do que pensamos, ela está bem a nossa frente e as vezes por problemas diversos deixamos as oportunidades de sermos felizes passar.

Faça de cada dia um evento especial
Buscando a felicidade em coisas simples da vida
Admirar e sentir o cheiro das flores
Passear por lugares bonitos contemplando a natureza.
Sorrir, conversar com seus familiares e amigos ou ouvir música e assistir a um filme, saborear uma boa comida acompanhada de uma excelente bebida para brindar o momento especial, são coisas simples que levam apenas alguns minutos uma vez por dia que pode-lhe proporcionar momentos felizes.

Se eu morresse hoje,
O que é que as pessoas
Diriam de mim?


Será,
que diriam Maldades?
Ou será que diriam crueldades?


Será,
Que diriam coisas amigáveis?
Ou será que diriam palavras agradáveis?


Acho que iria depender
De como acabei
Por deixar de fazer
Parte deste mundo
De dementes


Se foi de morte matada,
Se foi de morte negligenciada,
Ou se foi de morte autotirada.

Padre Fábio de Melo num de seus muitos textos nos diz como Jesus se apaixonava pelas pessoas e as tornava suas amigas. As trazia para perto Dele.
É fascinante olhar para a capacidade que esse homem, que esse Deus tem, de investigar a miséria do outro e encontrar a pedra preciosa que está escondida.Quem dera todos nós tivéssemos esse mesmo olhar,que vê no próximo um irmão e não um inimigo.As pessoas andam tão egoístas sempre no seu mundinho,com seus problemas,e muitas vezes esquecem que bem do seu lado,tem alguém precisando de uma carinho,,uma palavra amiga,ou só se fazer presente,mesmo que em silêncio diga "eu estou aqui conte comigo".Empatia é uma palavra bonita,vamos usar sem moderação?Eu não sei quais são os seus problemas e as dores que você carrega na alma,mas se precisar aqui tem um ombro e uma mão amiga pra te ajudar sempre,é só chamar,você não esta sozinho.