Textos para Pessoas Importantes

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Algumas pessoas tratam os outros com raiva e rudeza porque estão frustradas, inseguras, sobrecarregadas ou porque aprenderam a se defender dessa maneira. Às vezes, elas não sabem lidar com as próprias emoções e acabam descontando nos outros.


Muitas vezes, a forma como alguém nos trata revela mais sobre o que ela carrega por dentro do que sobre nós.


Mas entender a origem não significa aceitar o desrespeito: ninguém tem o direito de machucar os outros. É importante não se culpar e colocar limites.

Responsabilidade Radical


Enquanto você culpa, você não muda.
Culpar o passado, as pessoas, as circunstâncias podem até fazer sentido — mas não resolve.


Porque tudo o que está fora de você foge do seu controle.


Responsabilidade radical não é assumir culpa por tudo. É assumir poder sobre o que você pode
fazer a partir de agora.


E isso muda completamente o jogo.


Ação do dia:


Hoje, diante de um problema, pergunte: “O que está sob meu controle aqui?”

amor não busca pessoas
perfeitas pra se amarem, ele
une pessoas imperfeitaspara
se completarem.Quando o
amor é verdadeiro,não existe
limites ou distância,pois nenhum empecilho é maior, nem mais forte
que o amor.
Incrível é amar e ser amado na
mesma intensidade, priorizar
alguém e ser também prioridade.


Viana Filho

DESFAÇATEZ...


O mundo está cheio de hipocrisia,
pessoas que mentem e fingem ser
quem não são.
Se vendem por migalhas, são serpentes com preço e sem valor.
Abraçam falsamente, na presença são gentins e agem como cordeiros, naausência, são lobos, que ferem sem temor.
É uma ilusão acreditar na desfaçatez, dessa gente, "geração" de humanos sem humanização, maldosa e sem pudor.


( ESSA REFLEXÃO NÃO É UMA ALUSÃO, MAS SIM, UMA AUTOANÁLISE DE EXAME DE CONSCIÊNCIA.)

Virada de ano novo


As pessoas estão preocupadas com o fim do ano, e já estão se preparando para a virada do fim do ano com seus planos de roupa nova, desejos novos, planos desenhados às pressas. Mas o que adianta você entrar num novo ano com coisas novas, SE VOCÊ NÃO VAI ENTRAR NUM NOVO EU? Você muda de estação, mas a mentalidade continua velha, sem reflexão nenhuma da sua vida, só que nada disso importa se o “eu” que atravessa a meia-noite continua preso aos velhos hábitos errôneos. O calendário muda, mas a vida não acompanha quando a mente permanece estacionada. A verdadeira virada não acontece no relógio; acontece dentro do coração, quando decidimos nos tornar novas criaturas e renovar a própria maneira de ser. A data é só cenário. A mudança real é quando você permite que uma nova versão de si mesmo desperte. É essa virada interna que transforma qualquer ano em um recomeço.

Bem poucas pessoas entendem,
que igreja é o corpo humano,
não aquele monte de pedras,
onde pessoas se reúnem por algumas horas,
depois vão embora,
esquecendo o que mais interessa:
DEUS que deseja ser o teu respirar
e não um simples passa tempo,
onde as pessoas vão passear,
deixando DEUS lá,
Mas em construções humanas,
DEUS não pode habitar!

Na minha opinião, ninguém sabe nada de você de verdade. As pessoas criam versões na imaginação, com suposições. Elas inventam uma história, um personagem, e julgam o que imaginam.
Mas você não deve perder energia pensando nisso. Essas ficções não definem quem você é. A vida é agora, é real e está acontecendo neste exato momento. O que importa é o que você sente, faz e vive.
Não se aprisione às expectativas ou narrativas dos outros. Liberte-se e viva.
Alexandre Sefardi

Aquí, onde moro, ouço falar trem bom ou aquele trem... Um Paulista nos trilhos de pessoas lindas, onde o primeiro vagão é o do sentido da vida. O segundo vagão é o do silêncio. O terceiro vagão é o da simplicidade. O quarto vagão é o do sentimento. Aprendi que um dos segredos da felicidade é saber criar condições pra que a vida dependa de nós. Viver é a arte de realizar sonhos. Viver é ser o artista de si .As mudanças ficam mais fáceis quando o que se passa dentro de você é explicado. Aqui, isso é a Vida.
Vida de Solteiro
Alexandre Sefardi

Cada vez mais, pessoas perturbam os ambientes que frequentam, seja no trabalho, nas redes sociais ou na internet. As redes, em especial, dão a alguns a liberdade de invadir a vida alheia, criando conflitos políticos, religiosos e sendo agressivos.
Muitos misturam questões pessoais com debates coletivos, tratando problemas emocionais como se fossem filosóficos, sem base sólida. Culpam o mundo por questões que deveriam resolver com profissionais. Também distorcem falas alheias para criar rótulos, fugindo do contexto real.

As pessoas que mais vão marcar a sua vida são as que se importam demais. Aquelas que chamam de loucas, ciumentas ou confusas. Elas ligam de madrugada para falar do que aconteceu, brigam, olham feio para os outros perto de você e fazem bico. Mas pensa: quem não gosta de saber que é desejado?
Quem não liga para você ou finge que não vê as coisas, não está nem aí. Já quem é "chata" está sempre do seu lado, não quer saber do seu dinheiro e te protege de tudo. Elas têm defeitos, mas se viram do avesso por você. São duronas, mas se você as tratar bem, viram as pessoas mais doces do mundo. Então cuide bem de quem briga e teima por você. Essa pessoa sim dá valor ao que você é.

As pessoas vão,
como folhas levadas pelo vento,
algumas sem se despedir,
outras fingindo que nunca prometeram ficar.


Dói.
Dói fundo.


Mas eu aprendo que não é em todo peito
que cabe o tamanho da minha entrega.
Eu não sou quem abandona,
sou quem resiste,
quem carrega cicatrizes,
mas também flores na alma.
E se hoje me deixam, amanhã encontro quem fica, Quem entendi que presença é escolha e que amor é raiz, será por inteiro, não pela metade.

Aprendizado do dia: Pessoas realmente boas são raras. Quando alguém é bom pra você, isso não se explica em palavras, se demonstra. Muitas vezes até assusta, porque a gente não está acostumado a ser bem tratado. Esse cuidado é a forma mais simples e sincera de alguém dizer que se importa. E Deus coloca esse tipo de pessoa na nossa vida uma única vez. Se tiverem a oportunidade, guardem, cativem e cuidem, porque o mundo está cada vez mais sombrio, e uma luz faz diferença.
Gente assim não é perfeita, e nem precisa ser. Carrega uma graça, um tipo de brilho que impulsiona. Não é fácil reconhecer, mas existe uma semelhança divina nisso.
Cultivem o que é bom. Assim como todos passam pela nossa vida, um dia essa pessoa também pode ir, sem deixar rastros. Eu, sinceramente, ainda não encontrei alguém como eu descrevo, mas quando encontrar, não vou deixar ir até Deus levar.
Às vezes, deixamos o que é bom passar porque achamos que não merecemos ou porque perguntamos “por que eu?”. Esqueçam essas perguntas. Vivam o que Deus determinou e não deixem nada estragar isso. Uma luz, no meio da escuridão, salva.


06:52 da manhã de uma quinta-feira, dia 27 de novembro de 2025.

O arrependimento?


Algumas pessoas olham pra trás e sentem peso. Outras transformam tudo em narrativa conveniente pra dormir em paz. Não porque sejam monstros, mas porque encarar o próprio impacto dá trabalho emocional, e muita gente foge desse serviço como foge de imposto.
Você pode virar “uma história” na boca de uma pessoa. Pode virar silêncio. Pode virar culpa. Nada disso está sob seu controle. O que está é isto: você sabe o que viveu. E isso não pode ser reescrito por terceiros, nem diminuído por versões mal contadas.

Eu cansei das pessoas difíceis
não das profundas
das difíceis por ego, por pose, por medo mal disfarçado.
Cansei de provar quem sou
como se afeto fosse currículo
e presença precisasse de carimbo.
Hoje eu escolho o simples
não o raso.
O simples que fica
o simples que não some
o simples que não humilha para se sentir maior.
Se for para andar junto
que seja leve.
Se for para doer
que ao menos valha a verdade.
O resto
eu deixo para quem ainda confunde distância com valor.

As pessoas passam quando veem flores.
Param quando há festa, riso fácil, promessas leves.
Mas desviam o olhar diante da cadeira, do silêncio,
do corpo que pede cuidado e não encanto.
Fico.
Não por vocação ao sacrifício,
mas porque amor não negocia presença.
Ser só eu e ela pesa,
não pelo caminho em si,
mas pela constatação de que poucos sabem caminhar
quando o chão exige firmeza.
Aprendi a ser suave sem ser frágil,
a seguir sem plateia,
a entender que quem vai embora
não falhou comigo,
apenas revelou seus limites.
E sigo.
Com menos mãos ao redor,
mas com a consciência limpa
de quem não trocou amor por facilidade.

A cidade segue funcionando, as pessoas riem nos lugares errados, o tempo insiste em andar para frente.
Eu não acompanho.
Eu administro a falta. Em silêncio. Em turnos.
Não chamo de saudade porque saudade é doméstica demais para o que ficou.
Isso aqui é permanência forçada.
É carregar alguém mesmo quando a outra pessoa largou o peso.

Eu me procurei nos lugares errados.
Nas pessoas.
Nos olhares que não ficaram.
Nas promessas que não sobreviveram.
E no fim…
eu estava no único lugar onde nunca pensei em olhar:
Dentro de mim.
Me reencontrar não foi bonito.
Não teve trilha sonora.
Teve silêncio.
Teve vergonha do que aceitei.
Teve culpa pelo que calei.
Mas também teve uma verdade crua:
eu nunca estive perdida.
Eu só estava longe de mim.
Fazer as pazes comigo não foi me perdoar por tudo.
Foi entender por que eu fiz.
Foi abraçar a mulher que aguentou o que eu hoje não aceito mais.


Reencontro não é voltar a ser quem eu era.
É finalmente ser quem eu sou.

Existem pessoas que passam a vida inteira estando presentes.

São aquelas que respondem, que ajudam, que escutam, que encontram tempo mesmo quando não têm tempo.

Muitas carregam o hábito de cuidar dos outros sem fazer contas, sem esperar recompensas, sem cobrar retorno.

Mas a vida costuma ensinar uma lição curiosa:

Nem sempre quem recebe cuidado sabe oferecer cuidado.

E então chegam os dias difíceis.

Dias em que essas pessoas também precisam de uma palavra, de uma presença, de uma resposta.

É nesses momentos que descobrem quem realmente caminhava ao seu lado e quem apenas se acostumou com aquilo que recebia.

Não se trata de ingratidão de todos. Nem de maldade.

Apenas uma verdade antiga: poucas pessoas conseguem oferecer aos outros a mesma dedicação que gostam de receber.

Talvez por isso algumas presenças silenciosas sejam tão raras.

E tão valiosas.

•Pessoas•


• Há pessoas que são euforia. Chegam e fazem tudo parecer maior, mais intenso, mais vivo.


•Há pessoas que são tempestades. Nunca passam despercebidas e sempre deixam algo transformado.


•Há pessoas que são fogo. Aquecem, iluminam... ou queimam.


•Há pessoas que são mar. Acalmam num dia, engolem no outro.


•Há pessoas que são primavera. Florescem até nos lugares mais secos.


•Há pessoas que são inverno. Silenciosas, frias por fora, profundas por dentro.


•Há pessoas que são faróis. Não caminham por você, mas mostram o caminho.


•Há pessoas que são labirintos. Quanto mais você tenta entendê-las, mais caminhos aparecem.


•Há pessoas que são euforia. Fazem o coração acelerar antes mesmo de dizer uma palavra.


•Há pessoas que são abrigo. Basta a presença delas para o mundo parecer menos pesado.

O Turbilhão


Existe um vendaval morando em mim.


Ninguém o vê.
As pessoas enxergam o meu sorriso,
as minhas palavras,
os meus poemas.
Mas ninguém escuta o barulho dos destroços que carrego por dentro.


Há dias em que tudo o que eu quero
é ir embora.


Ir embora das expectativas,
das decepções,
das promessas quebradas,
das portas fechadas,
das pessoas que só lembram de mim quando precisam.


Quero ir embora da culpa que me veste,
do cansaço que me acorda,
das batalhas que ninguém imagina que luto.


Mas, no fundo,
não quero desaparecer.


Quero encontrar um lugar
onde eu possa respirar sem pedir desculpas por existir.


Quero voltar para mim.


Porque há muito tempo
venho morando na vida dos outros
e esquecendo de cuidar da minha.


Talvez esse turbilhão
não seja um fim.


Talvez seja a tempestade
arrancando tudo aquilo
que nunca foi abrigo.


E quando o vento passar,
se passar,
espero encontrar entre os escombros
a única pessoa
que nunca deveria ter abandonado:


eu.