Textos para Pessoas Importantes

Cerca de 12404 textos para Pessoas Importantes

Eu não tenho acesso as pessoas mais "importantes" desse planeta, mas eu tenho acesso a pessoa mais importante do Universo.
As pessoas mais "importantes" nesse planeta, eu duvido que conheçam meu nome.
Todavia, a pessoa que conheço mais importante do universo, me chama pelo nome.

L.A CARVALHO
Inserida por Luiz300
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Você pode se achegar as pessoas que em seu olhar, parecem serem importantes e bem sucedidos.
Quer conquista-los ?
Tenha empatia.
Eles não procuram perfeição.
Procuram raridades que tenham humildade e sinceridade.
Não A adianta tentar ser o que não é, certamente será reprovado, todo mundo faz merdas.

Marcos Vinicius Trindade
Inserida por MarcosViniTrindade

Será que não temos zonas de conflitos que nos têm levado a colocar pessoas importantes no rodapé de nossa história, ainda que não admitamos?
Quem não é herói em alguns momentos e vilão em outros? Quem não é maduro em determinadas funções da inteligência e infantil em outras? Que psicólogo, pedagogo, sociólogo ou filósofo não tem reações incoerentes e tolas quando atingido por determinados tipos de estresses? (O Código da inteligência)

Augusto Cury
Inserida por barbaracleide
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As pessoas mais importantes...

São aquelas que um abraço seu é suficiente para alegrar o dia
Que não dorme antes que você esteja em segurança

Talvez não concorde com tudo que você diga ou faça, mas estará ao seu lado mesmo se tudo der errado.

As pessoas mais importantes das nossas vidas desejam a nossa felicidade, respeitam as nossas escolhas e nos orientam quando parecemos perdidos.

Muitas vezes se doam por completo, abrem mão, se dedicam, só pra ver nosso sorriso de satisfação.

Felizes somos quando aprendemos a cultivar afeto nos corações, multiplicar amor e colher felicidade...

Tati Salvino
Inserida por TatiSalvino
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Certo dia conversava com amigos sobre as pessoas e a mania de acharem que são mais importantes que as outras no Candomblé.
Vejo que a grande maioria são pessoas que fora do candomblé são amarguradas, frustradas, de baixa auto estima, pobres de espirito, traumatizadas, sem estruturas familiares fortes e etc...
Assim, quando começam em nossa religião um novo mundo com novas perspectivas se abrem a elas.
Quando seus Zeladores/as os iniciam logo vem em alguns casos os famosos (Cargos no Santo) e aí muitas vezes começam as guerras internas dessa pessoa.
Querem humilhar, pisar, aborrecer e tudo pelo suposto poder que acham que tem e pelas frustrações que tem em suas vidas fora do barracão.
Tenho a certeza que todos já ouviram essa frase que diz:
"Quer conhecer uma pessoa, dê poder a ela...".
É corretíssima essa frase. Conheço pessoas de bons discursos, de vida supostamente exemplar, de valores morais bem definidos e firmes que quando se sentem acuadas de alguma forma em seus supostos cargos de santo perdem o rumo e se mostram como realmente são isso reflete o egoísmo e muitas vezes suas amarguras e frustrações na vida pessoal, bem no fundo o que cometem em suas casas de Santo são reflexos de suas vidas inseguras e mal estruturadas, isso bem no fundinho lógico.
Pois, a necessidade de se mostrar forte e firme vem em primeiro lugar, afinal, a propaganda é a alma do negócio, assim dizem!
O que se esquecem é o verdadeiro sentido de se ter religião, que é ter um norte a seguir, obter respostas de algo, acreditar sem ver, isso se chama Fé.
Entrar no Candomblé pra que, se não consigo ver meu irmão melhor que eu?
Entrar no Candomblé pra que, se a roupa do meu irmão é melhor que a minha?
Entrar no Candomblé pra que , se a Casa do meu irmão é maior ou mais bonita que a minha?
Entrar no Candomblé pra que, se não consigo ter um simples diálogo com o próximo sem humilhar e medir forças com ele?
Entrar no Candomblé pra que, se nem sei o verdadeiro sentido dessa Religião Ancestral tão linda em seus detalhes?
O sagrado não precisa de você, você que precisa dele para tentar entender o que está fazendo de errado, ele te dá o caminho mais é você que tem que caminhar.
Resumindo, o Candomblé não é para qualquer um!

Nkuame
Inserida por oxim
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Há quem diga que nos esquecemos das pessoas como se elas não fossem mais importantes na nossa vida, eu sinceramente prefiro dizer que não seja um "esquecimento" apenas uma forma protetora de não permitir que alguém novamente possa nos fazer sofrer , não priorizar mais ,pelo muito que falavam e pouco que faziam, por transparecer um sentimento que na verdade era pouco quisto por elas mesmas. Infelizmente as vezes nos deparamos com seres que conseguem por uma película fina e transparente representar formas que não condizem com seu verdadeiro ser e com isso criamos expectativas demais sem medir o que de fato e importante seja é realmente as atitudes, passando a acreditar que aquilo que foi feito, foi apenas um deslize ou um erro qualquer como todos nós temos, e acabamos por não perceber que os mesmos se repetem e nessas alturas por termos já firmado sentimentos por elas , passam despercebidos aos nossos olhos e coração!
Com o tempo quando por fim caímos na realidade dos fatos é onde vem as decepções, as dores, os lamentos, o choro e por fim a impotência que passamos a ter sobre nós mesmos de poder acreditar de novo, nos causando um bloqueio emocional que nos transforma em pessoas mais duras, mais severas e principalmente seletivas. E foi exatamente essa forma que encontrei de me proteger não só dos seres humanos, mas sim, dos sentimentos que um dia acreditei que fosse tão real quanto a forma que foi representado! Só um coração machucado pode entender a dor de sermos verdadeiros.

Jacinara Silveira
Inserida por Jacinara
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Sempre achei o ser humano o ultimo da lista dos seres importantes, e acredito que se as pessoas inteligentes começarem a olhar ao seu redor irão acabar concordando com essa tese maluca de um doido desconhecido que não é melhor do que ninguém, e nem pretendo ser, vou deixar essa hipótese para os consumistas natalinos que acham que seu bel prazer em gastar com ricos presentes irão transformar o mundo no que os seus desejos imaginam, como muitos nunca tiveram o natal que sonharam ter, quem sabe uma reflexão sobre seu passeio de carro novo ao shopping para pesquisar as possibilidades de mostrar o quanto seu ego pode ser maior do que sua capacidade de pensar sobre sua inteligencia pouco usada, fico imaginando como seria o natal desses seres que além de serem extremos consumistas permeiam o ócio da imbecilidade em julgamentos e atitudes mesquinhas, como seria o natal desses seres sem seu misero centavo que carregam em seus cartões de crédito como se fossem armas para utlizar nessa guerra consumista do século da informação utilizada apenas para mostrar o quanto ninguém é informado sobre nada.
Como não somos capazes de suportar a nós mesmos procuramos no consumismo uma forma de agradar o que nem nós mesmos suportamos em nós, na verdade o presente se tornou uma forma de comprar o outro ser, que por sinal aceita por questões óbvias que tornamos o natal das frustrações pessoais, das mesquinharias pessoais e das ignorâncias frente a fome e a miséria, nossas ceias fartas de pessoas famintas dos nossos exageros e das esperanças de receber o melhor que vem embrulhado em papel de presente sintilante e com desenhos e dizeres que nos remetem a não pensar em nada a não ser ganhar mais e mais caro, parece que nosso valor se resumiu a esquisitice de ser realmente o topo da cadeia alimentar, aquilo que serve apenas para sí próprio, opa, desculpe, me equivoquei, pois nem para sí próprio servimos, precisamos ser melhores para dizer que servimos para alguma coisa, e quem define se somos melhores está muito acima de nós, mas achamos que nosso cartão de crédito e nossos presentes caros no natal nos fazem seres divinos, quanta hipocrisia, quantas vezes doamos uma cesta básica a quem precisa, quantas vezes damos um prato de comida a quem pede, bom, um presente caro para cada afilhado que tive eu nunca esqueço, pelo menos eles não vão me chamar de pão duro, velhaco e unha de fome, como se isso me fizesse melhor, tenho pena de quem pensa assim, esse nunca olhou nos olhos de quem teve pela primeira vez um natal de verdade, com carinho, afeto e alguém que se importasse de verdade, de que adianta tantas coisas bonitas no natal, se só o que carrego comigo é um ser capaz do bem ou do mal, enfeitar minha casa, meu pinheiro, comprar presentes caros, isso só me faz um ser igual a qualquer outro, capaz de dizer sim as futilidades, mas sem coragem de fazer o outro sorrir pelo simples fato de existir, bom, não vou estragar seu natal, continue fazendo o que sempre fez e foi treinado, eu vou continuar pensando, afinal é a única coisa que me resta do real valor que esta data me representa.

Vilmar Becker
Inserida por VilmarBecker
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Não justifico os meus erros perante pessoas importantes, que tem espaço na minha vida, as que eu tenha ferido ... pois sei que antes de ter errado, eu tive tempo para pensar (neles, nas consequências, em quase tudo). Por isso, uma mensagem de desculpas só serviria para acalmar o momento (se é que assim for), pois o tempo que hoje se vive não dá o privilégio á vida de refazer os seus feitos.

Em nome da amizade, sentimento de nostalgia como o AMOR.

Charnaldo Charle
Inserida por CharnaldoCharle
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Li, algures, que “as pessoas preferem apegar-se às memórias porque, por muito que as pessoas mudem, as memórias não mudam”. Acredito, que seja verdade. As memórias, são algo a que nos apegamos. Simplesmente, porque, quando, são boas e importantes para nós, não nos queremos desapegar delas. É normal. Contamos com elas, porque, sabemos bem como são.

Patrícia Rebelo , in " Um dia disseste que eu devia escrever um livro"
Inserida por PatriciaRebelo

- Que você morreu? - disse a velha senhora, sorrindo. - Faleceu? Partiu? Foi falar com Deus?
- Morri - ele disse, suspirando. - E isso é tudo o que eu lembro. Depois a senhora, os outros, tudo isso. A gente não devia ter paz quando morre?
- Temos paz - disse a mulher - quando estamos em paz com nós mesmos.

As Cinco Pessoas Que Você Encontra No Céu
Inserida por marianastela
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" Sou feita de choros sem ter razão, pessoas no coração, atos por impulsão. Eu sou amor e carinho constante distraída até o bastante, não paro por instante. Já tive noites mal dormidas perdi pessoas muito queridas cumpri coisas não-prometidas. Muitas vezes eu desisti sem mesmo tentar
pensei em fugir,para não enfrentar sorri para não chorar. Tenho saudades de pessoas que fui conhecendo, lembranças que fui esquecendo
amigos que acabei perdendo. Mas continuo vivendo e aprendendo..."

Martha Medeiros
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A 93 milhões de milhas do Sol
As pessoas preparam-se, preparam-se
Porque lá vem, é uma luz
Uma linda luz, além do horizonte
Para dentro de nossos olhos
Oh, minha nossa, que linda
Oh, minha bela mãe
Ela me disse, filho, você irá longe na vida
Se fizer tudo direito, amará o lugar onde estiver
Apenas tenha certeza de que onde quer que vá
Você sempre poderá voltar para casa

A 240 mil milhas da Lua
Percorremos uma longa distância para pertencer a esse lugar
Para compartilhar essa vista da noite
Uma noite gloriosa
Além do horizonte há outro céu brilhante
Oh, minha nossa, que lindo
Oh, meu pai irrefutável
Ele me disse, filho, às vezes, pode parecer escuro
Mas a ausência da luz é uma parte necessária
Apenas tenha certeza de que você nunca está sozinho,
Você sempre poderá voltar para casa
Casa
Casa
Você sempre pode voltar

Toda estrada que é uma subida escorregadia
Mas sempre há uma mão na qual você pode se segurar
Olhando profundamente pelo telescópio
Você pode perceber que seu lar está dentro de você

Apenas tenha certeza de que onde quer que você vá
Não, você nunca está sozinho,
Você sempre voltará para casa
Casa
Casa

A 93 milhões de milhas do Sol
As pessoas preparam-se, preparam-se
Porque lá vem, é uma luz
Uma linda luz, além do horizonte
Para dentro de nossos olhos

Jason Mraz
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Eu escrevo para ser entendido;
Se fosse para as pessoas entenderem outra coisa
além daquilo que eu escrevi,
eu não me daria ao trabalho
de escrever absolutamente nada;

Comigo não existe essa história
de eu ser responsável pelo que eu escrevo,
não pelo que você entende;

Sou responsável pelo que eu escrevo sim,
e co-responsável pelo o que você entende, também!
Então se eu escrever cachorro
querendo que isto signifique cachorro,
o mamífero de quatro patas,
não vá você entender cavalo;

Se você entender cavalo
quando eu quiser dizer cachorro,
ou eu devo emendar-me e escrever de modo mais claro,
ou você deve procurar aprender a ler e interpretar direito
= senão, as duas coisas!

A função da comunicação é fazer-se entender,
embora existam muitas pessoas
que prefiram se desentender.

Augusto Branco
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Você não precisa que todas as pessoas te aceitem
do modo como você é.
Você só precisa encontrar
alguma extensão de você mesmo no universo.
Não precisa ser muito, não precisa ser tanto.
E sendo apenas uma extensão de você mesmo,
também nem precisa ser muito bom
e, muitas vezes, uma única pessoa basta. :)

Augusto Branco
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Grande parte (talvez a maioria) das pessoas procuram-se por causa de diferenças complementares (que existem, e como!) que depois crescerão até distanciá-las. Há uma percepção antecipada do que é falta, carência e insegurança nos nossos núcleos internos. Procura-se, então, quem tem ou parece ter o que nos falta. No começo é ótimo. Depois... babau, embora haja relações que se baseiam a vida inteira nessas diferenças que se complementam.

A união entre duas pessoas - quando não é amor, mas nele se camufla - é a complementação de necessidades que, num dado momento da vida de cada um, parecem essenciais para a solução de suas dores, mágoas ou carências. Amor é deveras confundido com "necessidades complementares".

O progresso interior ou amadurecimento de apenas um dos membros do par amoroso, torna ainda mais instável a relação porque dela retira o caráter complementar que a mantinha. Dois espelhos, um defronte do outro, geram imagem infinita. Um só espelho reflete apenas a imagem de quem se olha. Olhar e ver o outro aplaca. Olhar e apenas ver-se é, para muitos, insuportável.

Quando a evolução de uma das pontas do par amoroso dá-se de maneira
mais rápida que a da outra, esta não tem mais em quem projetar as suas ansiedades. Uma parte já não aceita as cargas da outra, antes assimiladas por imaturidade, medo ou dependência econômica. Aí o equilíbrio do par se abala. Ou rompe.

Por evolução não se entenda apenas a intelectual. Esta é importante,
porém não decisiva. Numa pessoa, há vários núcleos internos que
podem ganhar graus ou ritmos evolutivos diversos: emocional, sexual,
profissional, espiritual, físico, econômico, político.

Somos seres variados, plurais. Nossa arquitetura interior possui
elementos de vários estilos e escolas. Englobamos e amealhamos,
tendências díspares, propostas diferentes em nossos vários núcleos interiores. Assim, em nossa relação mais profunda, que é
a íntima, cada núcleo interior seja, intelectual, emocional, sexual, profissional, espiritual, econômico e político pode vir
a ter ritmos diversos de evolução.

Somos seres tão estranhos, que podemos passar por evoluções
intelectuais formidáveis e permanecer anos a fio estacionados ou
cristalizados em outro núcleo emocional. Podemos evoluir emocional,
profissional e politicamente e permanecer estacionados sexualmente, e
repetir antigas, estacionárias ou primárias formas de exercício do
instinto sexual. E assim por diante. É muito difícil evoluir por igual
em todos os nossos núcleos interiores. Por isso desandam tantos casos
de amor depois que se resolvem com a união das pessoas.

Artur da Távola
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Palavras ao Vento

Eu sempre acreditei na vida, desde muito pequeno, que existem pessoas na nossa história que elas são tão fundamentais, mas tão fundamentais que a gente não pode mais dizer um nome sem que a gente lembre do nome dela. A gente identifica os verdadeiros amigos, as pessoas essenciais na nossa vida no momento da muita alegria ou no momento de muita tristeza: são esses dois extremos que são capazes de revelar quem a gente ama de verdade. Quando você está alegre demais, aquelas pessoas que você gostaria de tê-las ao seu lado vendo as coisas que você está vendo. Quando você está triste quais são as pessoas que você gostaria que estivessem ali segurando a sua mão? Aí você verifica os seus verdadeiros amigos. Agora, por quê que eles ficaram? É um mistério! A gente nunca sabe dizer porque aquela pessoa ficou amiga da gente. Talvez porque ela tenha tido uma sensibilidade maior que os outros não tiveram, talvez porque elas olharam pra gente de um jeito mais aperfeiçoado, porque tiveram mais paciência com a gente, tiveram mais calma. Não é assim? Os amigos que vão ficar pro resto da vida, a gente pode ter sido enjoado, mas eu sei que na hora que precisar deles eles vão está do meu lado. Só por isso a gente suporta os defeitos dos outros...porque a gente sabe que mesmo que eu esteja na miséria ela vai está ali do meu lado; mesmo que eu perca tudo que eu tenho (...)

Eu achava engraçado porque as novelas mexicanas tem umas frases dramáticas (...) Tem uma frase de novela mexicana que eu sempre recordo, é uma que falava assim: “Meu filho, aconteça o que acontecer nós nunca vamos deixar de te amar”. E eu achava engraçado aquilo, mais cheio de significado. Dramático, né? Aconteça... Gente o que poderia acontecer de tão sério? Sei lá. De repente, você já não é o ser humano que você gostaria de ser. Que tenha dado tudo errado. E eu acho bonito isso, né? Não há condição para o amor nessa casa, aconteça o que acontecer. É aquela velha história: eu briguei com você,eu fiz tudo errado, eu te tratei mal, te destratei...eu fui injusto com você, eu te abandonei, mas de repente no meio da noite meu filho morre e você é a primeira pessoa pra quem eu tenho vontade de ligar. Isso é amor, não há outra chance! Eu não tenho medo que o outro não vá me receber, eu não tenho medo de que o outro vá me tratar mal, do mesmo jeito que o tratei. Eu não tenho medo de que o outro lado tenha resistência a mim. Não! O amor que eu sei que ele tem por mim é que me dá coragem de ligar no meio da noite e dizer: “Eu preciso de você agora, mesmo que você não tenha tido a oportunidade de me ter ao seu lado no momento em que você precisava!” (...) Isso é ser amigo de verdade, é quando não depende do tempo, de quantas vezes eu liguei pra você, quantas vezes eu fui atrás. Não, não, o laço que permanece, que independe do tempo. Que às vezes na correria da nossa vida, às vezes você não tem aquele tempo de cultivar, mas você sabe que ele está lá (...) Eu tô aqui!

Cada vez que eu me recordo a necessidade de ter alguém ao meu lado eu me lembro dessa frase:” Eu tô aqui!” Eu não faço estardalhaço, eu não crio muito barulho, eu não tô dando notícia, mas eu estou aqui!!! O tempo vai passar, as coisas vão ficar diferentes, pode ser que eu não tenha oportunidade de está aí, pode ser que eu não tenha oportunidade de chegar a tempo, mas fique sabendo que eu estou aqui! Que bom que essa frase tem o poder de repercutir em quem ama e talvez quem ame nem sabe o quanto isso repercute, porque experimentar da misericórdia pelo lado dos fortes não sei se tem muita vantagem... Eu quero ver a gente saber experimentar a misericórdia pelo lado dos fracos, quando você precisa ser amado, quando você precisa ser elogiado, quando você precisa ser aquele que sai do lugar para pedir ajuda. Aí nessa hora, neste momento você possa ver que as coisas poderão ser resolvidas com aquela presença que você sabe que não muda, que está ali, alguém que lhe assegura está ali (...) Não sei qual a possibilidade que eu tenho de está na sua vida, não sei de que forma eu possa está na sua vida...pode ser que de uma forma concreta, pode ser que você me conheça (...) eu gostaria de dizer pra você (...) que eu gostaria de continuar estando aqui e dizer: ”Eu estou aqui (...)!”

Padre Fábio de Melo
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Gosto de pessoas doces, gosto de situações claras; e por tudo isso, ando cada vez mais só. O que vai sendo vivido e sentido por cada um é tão particular que, mesmo incomum ou já cantado em prosa e verso, é para sempre também único.
[...]Tenho aprendido coisas que ainda estão vagas dentro de mim, mal comecei a elaborá-las. São coisas mais adultas, acho. Tem sido bom.

Caio Fernando Abreu
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O garoto do pandeiro

No meio de pessoas ensebadas e poças nojentas de cerveja e mijo, ele surgiu com seu pandeirinho. O mundo cheio de motivos para ir embora congelou naqueles olhos verdes melancólicos e ao mesmo tempo despretensiosos. A festa ganhou sentido e por alguma razão minha vida também.
Foram três ou quatro anos de um amor que beirava a obsessão: eu andava pelas ruas e achava que todo mundo era ele. Cheguei ao ponto de um dia me olhar no espelho e também achar que era ele. Fiquei louca de pedra mesmo.
Não comia, não dormia, não ria, não tinha a menor idéia do que fazer da vida.
Tentei terapia, ioga, curso de artes plásticas, budismo, cartomante, centro espírita… Nada adiantava. Eu não conseguia encontrar uma razão para viver ou um alento para sobreviver. A única coisa que eu fazia era chorar o dia todo porque o tal do garoto perfeito não queria saber de mim.
Até hoje, amigos da época da faculdade ainda me encontram e perguntam “E fulano?”. Eu apenas sorrio e respondo incerta: “Passou, coisa de quando eu era criança”. Depois fico um pouco envergonhada em lembrar o quanto eu enchia o saco de todo mundo com a minha monotemática – eu basicamente não falava de outra coisa.
Toda vez que tinha um trabalho pra fazer na faculdade, minha inspiração era a cidade natal dele, ou alguma banda que ele gostava muito, a etimologia do seu nome, a rua onde ele morava, a pinta do lado esquerdo do seu rosto…
Eu lia o que ele lia, escutava o que ele escutava, ia aonde ele ia, torcia pelo mesmo time e cheguei até a me apaixonar pelas mulheres que ele paquerava. Eu gostava tanto dele que acabei virando ele, mas não me perguntem o que isso quer dizer.
Foi o maior amor que já senti na vida. Lembro até hoje de uma sensação muito absurda da época: todas as vezes que o metrô parava na estação próxima ao cortiço em que ele morava, eu sentia uma bola de fogo tão grande no peito que eu pedia a Deus: “Não me deixe morrer antes de vê-lo só mais uma vez”.
A república onde ele e mais 200 estudantes comunistas da USP dormiam ficava no beco mais escuro da Avenida São João. As paredes eram forradas de imagens do Lênin, Che, Fidel, Lula (os tempos mudaram mesmo…) e uma ou outra atriz pornô. A trilha musical para minhas inesquecíveis tardes de amor começava quase sempre com a letra “c”: muito Chico, variando um pouco para Cazuza, Caetano ou Cartola.
A emoção de estar ali com ele era tão forte que eu sempre ia embora antes da hora com medo de vomitar ou explodir. Minha boca secava, entortava, eu só falava burrices. Era um horror e ao mesmo tempo a glória.
A história terminou junto com a faculdade. Ele sumiu no mundo e eu cai na vida. Tive dezenas de namorados, aprendi a amar menos, o que foi uma pena, e aprendi a ser mais cínica com a vida, o que também foi uma pena, mas necessário. Viver pra sempre tão boba e perdida teria sido fatal.
Dez anos depois recebo uma ligação estranha, a mesma voz de sempre, as mesmas lacunas que eu, sempre nervosa, nunca soube preencher. A bola de fogo ainda estava dentro de mim, minhas pernas ainda podiam fraquejar, minha boca ainda secava, eu ainda guardava em mim os restos corajosos e puros do primeiro, e sempre maior, amor.
Cortei o cabelo, comprei roupa nova, fui o caminho inteiro me dizendo “Agora você é uma mulher, comporte-se como tal” e rezando a Deus para que ao menos dessa vez me ajudasse a controlar o queixo que sempre tremia.
Cheguei primeiro, estalei os dedos, mordi a boca, suspirei, fechei os olhos. De repente ele estava lá. Olhei bem, olhei de novo, olhei mais uma vez… Não… o que tinham feito do meu amor? O que tinham feito do meu demônio, da minha morte, da minha vida, da minha essência, dos meus valores, das minhas verdades?
Ele se sentou ao meu lado com olhos verdes apagados e limitados, comentou que retardatariamente ainda tocava seu pandeirinho e acreditava no PT. Sua camisa era brega, seu cheiro era oleoso e seu papo era digno de descontrole dos queixos realmente, pois dava muito sono.
Nos beijamos e nada, nenhuma disparada no coração, nenhuma dobrada involuntária nos joelhos, nada de estrelas, sininhos, fogos e cores vibrantes. O garoto perfeito dos olhos verdes perfeitos e das músicas perfeitas era agora apenas o garoto desinteressante do pandeiro. Como eu pude quase morrer pelo garoto do pandeiro?
Voltei pra casa amando e odiando o tempo. Amando porque o tempo havia passado, odiando porque o tempo havia passado.

Tati Bernardi
Inserida por tatybueno
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No Brasil, há pessoas que acreditam que negociar a paz no Oriente Médio é obedecer cegamente aos ditames das grandes potências.

É fácil dizer “sim, senhor” para um grupo de países ultra-armados que impõe que você deve ser um cãozinho covarde, incapaz de manifestar senso crítico ou opinião própria.

E para aqueles que vierem dizer que o Irã é um perigo por que seu presidente disparou bravatas contra Israel, peço que me respondam quem realmente possui armas nucleares, e quem já se mostrou capaz de usá-las por duas vezes.

Digam-me quem é que está promovendo guerras atrás de guerras neste mundo: Irã ou Estados Unidos?

E digam-me quem é que está subjugando pessoas inocentes, ferindo os direitos humanos e mantendo um clima constante de tensão e terror na Faixa de Gaza: será o Irã ou Israel?

Os analistas que afirmam que o Irã é mesmo um perigo só podem estar brincando, ou não entendem mesmo nada do que dizem.

Augusto Branco
Inserida por AugustoBranco
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Sabemos que a partida deste mundo é algo normal e que, de repente, as pessoas vão para um lugar melhor, ao menos é o que dizem, não sabemos se é verdade ou não, pois ninguém nunca voltou para nos contar como são as coisas. Tudo é apenas conjecturas...

O verdadeiro sentimento neste momento é a saudade, a dor da perda e também o arrependimento por ter falado demais ou, de menos. É um momento complicado para quem fica, pois, são os vivos que continuam com a consciência da existência, quanto os que partiram, deixaram tudo para trás... Mergulharam no amanhã inevitável e completamente maravilhoso.

Talvez, estejam nos olhando de onde estão, talvez não... Talvez esperem que nós mesmos encontremos as respostas para nossas perguntas e, de alguma forma, possamos compreender o que não se pode entender, pois nem tudo nesta vida é para compreendermos, por exemplo: a morte. A morte, por mais difícil que seja é apenas uma manutenção para nossa existência, ela é o topo de nossa cadeia alimentar, somos devorados a cada dia. Por isso, precisamos usar este momento como marco... para mudanças, pois é exatamente o que esta acontecendo, uma drástica mudança na vida de todos da família.

Perder alguém é sempre doloroso para aqueles que ficam, mas talvez para quem parte, não seja tão ruim... Se desprender do magnetismo que nos prende ao solo, as necessidades de materiais para sobreviver neste plano, enfim, a morte também pode ser um anjo libertador da pessoa e também da família, pois quem gosta de ver alguém próximo sofrendo lentamente sem esperanças de cura?

Acho que é o momento de pensarmos e entendermos que a morte é mais uma passagem, um ingresso para uma nova existência, por isso nosso corpo foi feito com prazo de validade, para não corrermos o risco de passar do tempo necessário para aprendermos o que precisamos aprender, sei que neste momento, as melhores palavras seriam... Meus pêsames, contudo, precisamos entender que determinadas situações não temos como lidar...

Ninguém parte na véspera, todos temos o momento certo para seguir mais adiante, sei que às vezes, a morte não parece justa, contudo, neste mundo que vivemos, de caminhos intrincados, tudo acaba seguindo para um único e determinado ponto, agora, com certeza não saberemos o por que, é o momento de chorar, de sentir saudade, de lembrar o que foi dito e o que não foi dito, contudo, não podemos esquecer de continuar, pois, como aqueles que partiram, um dia chegará a nossa vez de embarcar.
E também deixaremos muitas pessoas com saudade, pois como todos seres humanos, somos importantes uns para os outros, no entanto, às vezes, infelizmente esquecemos de dar o devido valor devido aos fatos que nos envolve, até o momento de partir, onde o regresso é apenas uma lacuna possibilidade, por fim... O luto de perder alguém é mais uma saudade, um momento de estar mais próximo, de falar o que se deve ou calar o que não deve dizer.

Desconhecido
Inserida por lubaffa
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