Textos para Alguém Especial
Uma vez ouvi alguém dizer que para o nosso mais alto bem deveríamos dizer para as pessoas tudo o que realmente pensamos delas, mesmo que isso venha a machucá-las.No entanto, antes de dizer para o outro tudo o que realmente deseja, esteja emocionalmente preparado para ouvir tudo o que vier de lá.Como diz o ditado popular: Quem fala o que quer, ouve o que não quer. Falar é fácil, difícil mesmo é ouvir. Então, antes de dizer tudo o que pensa, pergunte para si mesmo: Como eu reagiria ao ouvir isso?Se a resposta for positiva, então vá em frente.
Libertador não é dizer tudo o que pensa, mas conseguir mudar a maneira de pensar. Não faça com os outros aquilo que não quer que façam com você.
Tem um momento em que gostar de alguém deixa de ser leve
e vira um espelho.
Porque não é mais sobre ela.
É sobre o risco de alguém enxergar
o que você mesmo às vezes evita olhar.
Se eu me declarar, não entrego só um sentimento —
entrego minhas contradições, meus exageros,
meu jeito intenso de sentir,
meus silêncios estranhos,
meu fundo que não é raso.
E o medo não é ela ir embora.
É ela ficar…
mas só até perceber quem eu sou de verdade.
Enquanto eu não falo, eu controlo a narrativa.
Sou interessante, sou tranquilo, sou seguro.
Mas isso é só a borda.
Quando eu falo, eu afundo.
E quem afunda não escolhe o que o outro vai ver.
Mas existe uma verdade que pesa mais que o medo:
se alguém só gosta da minha superfície,
então nunca gostou de mim.
Ficar calado me mantém perto,
mas me mantém escondido.
E amor nenhum sobrevive a um esconderijo.
Talvez eu assuste.
Talvez eu perca.
Mas se eu não for inteiro,
o que sobra não sou eu —
é só alguém tentando caber.
E eu já aprendi:
ser aceito pela metade
é uma solidão disfarçada de companhia.
Quando você está apaixonado,
Um simples gesto ou ação
te faz "lembrar alguém";
como por exemplo:
-Uma música, um sorriso,
-Uma frase, um livro,
-Uma cor, um olhar,
-Uma lembrança, um toque,
-Uma história, um final feliz,
-Uma cor, um abraço
-Uma piada ou um sorriso.
(Dentre outros...)
"O amor é maravilhoso!"
Crer ou confiar, compartilhar ou doar, demais, é demais!
Trato alguém da maneira como me trata, o respeito deve ser mútuo, devo manter o meu olhar sempre erguido, esta confiança faz com que gente me respeite!
Um dia ruim, não significa uma vida ruim, o primeiro dia para uma mudança, é recusar-se a permanecer o mesmo!
Certifique-se de cuidar bem de si mesmo, porque o mundo seguirá em frente, se ninguém se importa... "a pior forma de chorar é aquela que não derrama nenhuma lágrima"!
A felicidade é simples: algo para realizar, alguém para amar e boas surpresas!
Utilize uma audição aguçada e visão binocular para surpreender uma surpresa, oportunidades são capturadas de forma oportunista... "quem escolhe a pesca de um pescador, senão ele"!
Concentrar nos resultados, nunca mudará os resultados; concentrar no variável, obterá novos resultados!
Seja dono da sua vida, ninguém virá te salvar: "fundamentar nos teus sonhos é difícil, mas reclamar da realidade é fácil!
Um grande ego leva alguém para muito longe, e o deixa lá sozinho; "nossas vidas conhece melhor os nossos planos, e nos dá o que merecemos o tempo todo"!
Um recomeço esperançoso supera certas moléstias antigas, quando se excede e consiste, insiste, e não se cala e suplanta as noites desestreladas!
Já não conto os meus dias, me preocupo com às suas intensidades diárias; quando desejos se encontram e sorriem um para o outro o afeto é certo, se a hora do íntimo não é incerta!
Motivos bons, só de dentro, sorriso bom, vem de dentro!
Alguém que não entende isto, não tem como absorver aquilo que desconhece e não valoriza: o tempo não diz a ninguém que ela envelhece, apenas que a viagem não tem mais retorno!
Viver se chega mais longe que sonhar, eu não quero o que a imaginação pensa, mas o que o coração deseja... mas às vezes dói!
Certas coisas quando parecem que vai, não vai, e quando ninguém dá nada, aí ela assusta já enraizada no conformismo!
Tudo na vida tem o tempo certo de acontecer, mas só se alcança o tempo certo quando tem que ser; quem confia realmente em sua força, é surpreendido e nunca decepcionado!
Minha originalidade, sou eu... minha atitude, depende de alguém e isto não me torna uma pessoa ruim!
Evito negócios tão ásperos, isto é muito além do que consigo lidar; nenhuma vida está sendo uma megera com alguém, mas talvez as companhias dela!
Às vezes uma história pode ser resumida em uma única palavra, como esquecer; um vazio pesa menos quando compartilhado, um abraço é a tradução perfeita de qualquer idioma!
O mundo não para de girar quando durmo, o trabalho do tempo não é só observar... enquanto durmo, ele simplesmente não sabe o que fazer nesta hora!
Desamparo
Eu só queria
alguém que cuidasse de mim.
Um colo.
Um abrigo contra o mundo
que me expõe
como pele sem defesa.
A solidão chega sem ruído,
instala-se aos poucos,
ocupa os vazios,
faz morada no peito
— e dói.
Dói como peso contido,
como um aperto
que não encontra saída.
O ar falta.
Afundo devagar,
sem resistência,
como quem desce ao fundo do mar
em silêncio.
Ainda assim,
há em mim uma consciência:
preciso voltar à superfície.
Retorno.
E nada mudou.
A solidão permanece.
Então pergunto,
não em voz alta,
mas por dentro:
vale a pena?
Se vale,
revela-me o porquê.
O silêncio se estende
como um vento que uiva
sem me tocar.
Há um vidro invisível
entre mim e o mundo:
vejo o movimento,
a correnteza,
mas não posso atravessar.
Estou presa
num espaço estreito,
insonoro,
onde a ausência de saída
me torna cativa.
Desperto.
E ao me reconhecer desperta,
compreendo:
ainda estou só.
R. Cunha
Autonimia interior, Leveza e Vitória íntima
Vocês acham mesmo que alguém ou alguma coisa
possa exercer força sobre mim?
O saldo do dia é a consciência leve
e o coração tranquilo,
prontos para o recomeço
de um novo aprendizado.
Tudo isso nasce de uma entrega consciente,
da fluidez com que escolhi
conduzir a vida.
Sem ego,
sem armas,
sem disputas,
sem defesa para muitas coisas
que não precisam ser defendidas.
A vitória será sempre, ao final do dia,
em um respirar profundo,
nascido da certeza
de que hoje eu venci mais um dia.
Tristeza não é terminar um relacionamento.
Tristeza é acordar todos os dias ao lado de alguém e ainda assim se sentir sozinho.
É sorrir por fora enquanto o coração apodrece por dentro.
É insistir numa relação que não te representa, não te respeita, não te acolhe.
Tristeza é permanecer onde o amor virou peso,
onde o diálogo morreu,
onde a paz foi substituída pelo silêncio frio e pela ausência de cuidado.
É morar junto e viver distante.
É dividir a casa, mas não dividir a vida.
Não existe felicidade em um palácio cheio de mágoas.
Não existe riqueza que compre paz.
De nada vale conforto, status ou aparência.
O lar virou um campo de batalha emocional.
Às vezes, a maior prova de amor-próprio.
é ter coragem de partir.
É escolher a solitude com dignidade.
Em vez de uma companhia que machuca.
Porque viver só, em paz e feliz
sempre será melhor.
Do que viver acompanhado, amargurado
e vazio de amor.
E quem entende esta realidade.
não perde ninguém…
se encontra.
Vou sair, mas não vou com a minha blusa mais bonita.
Vai que alguém elogia o meu estilo...
Eu não saberia o que dizer
Porque essa blusa eu ganhei
do meu "amuairo".
O meu amuairo...
Que me cuspiu e me descartou
Quando se sentiu
Diminuída
Alguém que eu tanto enaltecia e cuidava...
Com sua pressa, através de um curioso
"senso de urgência"
Se justificou silenciosa
Pelas coisas que viu
Quando invadiu a minha privacidade
E por fim, me presumiu por completo.
Foi o jeito mais doloroso ou confortável? Eu realmente não sei, as pessoas agem conforme suas conveniências.
Foi atrás até das minhas notas
conversas comigo mesmo
Onde eu jogava até as coisas mais estúpidas que passam pela cabeça.
Ali, no intervalo da consciência. Covardia.
Se o relacionamento estava no fim, precisava disso?
Subverter que agora é uma vítima
De uma pessoa ruim, nojenta e egoísta...
Um lixo. Escrito em diferentes palavras de uma carta.
Você deve se achar no direito
de se divertir, depois descartar e destruir
uma pessoa.
Você já deve ter feito mal verdadeiro
dessa forma.
Eu só sou capaz de fazer mal a mim mesmo.
E já até pensei melhor.
Eu vou usar a camiseta. Sem receio. Vou falar que comprei num bazar por 10 R$ de uma pessoa qualquer.
Uma pessoa medicada e bem feliz!!! Sendo livre e bem sucedida por ai.
Que loucura ne? Talvez seja melhor assim, até pra mim!!!
Porque eu sou TÃO OTÁRIO
Que se você tivesse na merda, provavelmente eu ficaria muito preocupado. Em alerta, pensando só em você, querendo estar perto para cuidar de você como esse imbecil aqui sempre fez.
Então é melhor assim, sem o risco de me sensibilizar.
Por que afinal, essa merda é só uma blusa. tão bonita quanto tantas outras merdas de roupas por ai.
E você é só mais uma, mais ou menos bonita que qualquer uma por aí
E que só quer "aproveitar a vida"
Antes de envelhecer e cair morta
Como qualquer pessoa.
Nessa merda de universo sem relevância alguma. Divirta-se, você merece!!!
Todo mundo, em algum momento, aprende que perder não é só ver alguém ir.
É perceber que certas partes da gente vão junto, mesmo quando o corpo fica.
É acordar e sentir falta de algo que não tem nome, mas pesa.
É continuar vivendo com uma saudade que não pede permissão.
E a gente segue.
Segue trabalhando, conversando, sorrindo quando precisa.
Mas por dentro, existe uma pausa não resolvida.
Uma conversa que nunca terminou.
Um abraço que ficou no meio.
Um “se” que nunca encontrou resposta.
"Sou alguém tímido, mas divertido... quem pensa mais sério são meus sentimentos, retraídos"!
Acredite nas suas emoções, e nunca duvide da sensibilidade delas, não vá aonde o teu sorriso não foi convidado... um riso preso serve como máscara que inibi a liberdade de expressão!
Não compartilhe tuas dores com alguém que o trata com condescendência, mas não o diminua, pois não se sabe, se em algum dia quem trabalhará para o teu crescimento!
Não seja arrogante com o teu desconhecimento, e nunca com alguém diferente de si... se é único, aja com convicção de aprender sem se sentir culpado!
A Urna Veio?
Há uma pergunta que se faz sempre que alguém morre. Tão simples, breve, quase automática: “A urna veio?”
À primeira vista, trata-se de uma questão de gestão de tempo: as pessoas precisam livrar-se logo da urna, pois ela pesa na consciência dos que ficam. No fundo, porém, é uma das perguntas mais metafísicas que a linguagem humana já forjou.
Quando alguém morre, algo inusitado sucede: o seu nome passa a ser insuficiente. Aquele que, há horas, era chamado pelo nome próprio — repleto de história, afectos, memórias e conflitos de legitimação — hoje é reduzido a um objeto. Ninguém ousa perguntar por ele ou por ela; pergunta-se pela urna. Pior ainda, pergunta-se se ela veio. O nome cede lugar à coisa.
A morte não sacrifica apenas a vida biológica; ela opera uma transmutação simbólica. O sujeito transforma-se em conteúdo da urna. A pessoa converte-se em recipiente prestes à decomposição. Aquilo que foi presença temida, respeitada, amada ou odiada torna-se restos mortais. A linguagem segue com fidelidade fria esse processo: deixa de nomear identidades de excitação e passa a rotular objetos de repulsa. São poucos os que se aproximam da urna, ainda mais quando ela contém restos mortais em avançado estado de decomposição. Até os perfumes teimam em desempenhar o seu papel com zelo.
Esse desvio de eixo gravitacional não é um acidente aristotélico. É a revelação do quanto nos é difícil lidar com a substância finita. Dizer “a urna veio” é mais consolador e aconchegante do que dizer o nome daquele que já se tornou autenticamente mudo. A urna veio — eis um termo técnico que nos protege do abismo existencial. É uma forma de anestesia simbólica. A sociedade precisa refinar a absurdidade da morte para continuar a funcionar; do contrário, ela se tornaria tão insuportável quanto a pedra de Sísifo.
Mas há algo de profundamente angustiante nisso. Durante toda a vida, lutamos para afirmar quem somos, para deixar marcas, para sermos reconhecidos como seres singulares. No fim, essa singularidade dissolve-se numa designação coletiva. A urna é sempre igual, apesar de conter restos mortais de seres irrepetíveis. A morte, nesse sentido, nivela desigualdades que nem a Declaração Universal dos Direitos Humanos consegue suprimir: ela é radicalmente igualadora.
A pergunta “A urna veio?” diz mais do que se imagina. Ela diz que o corpo (matéria) derrotou o nome (ideia); que a ciência da vida (biologia) venceu a ciência das vivências (biografia); que a história pessoal foi brutalmente encerrada e substituída por um banho colectivo. O ser humano deixa de ser projecto — como diria Heidegger — e passa a ser coisa disponível, transportável, administrável.
No entanto, algo permanece. Mesmo quando dizemos “urna”, sabemos que ali está alguém. Só que é um alguém que já não responde. Há quem responda por ele lá fora. A linguagem tenta coisificá-lo, mas a memória insiste em humanizá-lo. Em surdina, o nome continua a ecoar na mente dos seus. É assim que nasce o luto: no intervalo entre o objeto dito (urna) e a pessoa lembrada (nome).
Por isso a pergunta incomoda tanto, talvez. Porque ela expõe, sem disfarces, o absurdo da condição humana: não é apenas o corpo que apodrece; é também a forma como o mundo nos nomeia quando já não temos possibilidade de responder. E quando o nome se revela insuficiente, resta a urna.
A morte, afinal, não é apenas o fim da vida. Nem é o início da briga pelo espólio.
É o começo do momento em que o humano deixa de ser chamado e passa a ser levado.
A Garota do Balcão
Passei dois anos tentando entender como é perder alguém.
Não perder por briga ou despedida, mas perder por dentro.
Perder a fé no sentimento, perder a crença no amor, perder a certeza de que algo assim pudesse acontecer de novo.
Durante esse tempo, eu realmente acreditei que não encontraria mais ninguém.
Que algumas pessoas atravessam a nossa vida levando consigo tudo o que havia para amar.
Que depois delas, o coração aprende a funcionar… mas não a sentir.
E então, sem qualquer aviso, eu entrei numa loja de acessórios de celular.
É curioso como a vida escolhe cenários simples para grandes recomeços.
Entre películas de vidro, suportes discretos e cabos organizados não por cor, mas por tipo —
como se até ali tudo precisasse fazer sentido —
havia uma garota atrás do balcão.
E o mais estranho de tudo é que a única coisa que realmente nos separa…
é o balcão.
Não foi só o sorriso que chamou atenção.
Foi o conjunto.
O jeito contido.
As tatuagens minimalistas, quase silenciosas, marcadas como pensamentos que não precisam ser explicados.
Detalhes pequenos, mas cheios de intenção — como quem diz muito sem dizer nada.
E então tem o olhar.
Um olhar tão misterioso que desconcerta.
Daqueles que, se sustentado por mais de três segundos,
faz a gente desviar não por timidez,
mas por sentir demais.
Ali eu entendi uma coisa importante:
o amor não avisa quando volta.
Ele reaparece… diferente.
Não veio com urgência, nem com exagero.
Veio como curiosidade.
Como vontade de permanecer um pouco mais.
Como aquela sensação estranha de querer voltar ao mesmo lugar sem precisar de motivo.
A Garota do Balcão não sabe,
mas ela desmentiu uma certeza que eu carreguei por dois anos.
Ela provou que a gente nunca perde a capacidade de se apaixonar —
a gente só esquece como é até alguém lembrar.
Hoje, confesso ao público:
já não tenho mais o que inventar para entrar naquela loja.
Já comprei o que precisava… e o que não precisava também.
Mas continuo voltando.
Talvez isso não seja uma história de amor.
Talvez seja só um capítulo breve.
Ou talvez seja o começo de algo que ainda não tem nome.
Mas uma coisa é certa:
depois de tanto tempo acreditando que o sentimento tinha ficado no passado,
eu me apaixonei de novo.
De um jeito novo.
Mais calmo.
Mais consciente.
Mais verdadeiro.
E tudo isso começou…
E tudo isso começou com um balcão no meio.
Não como obstáculo,
mas como prova de que às vezes o amor não está distante —
só separado por alguns centímetros
e pela coragem de atravessar.
Eu queria nunca ter conhecido elas, Deus.
Nunca mesmo.
Eu fico pensando o que faz de alguém pensar que é alguém bom quando é assim, sabe??? Tipo, você acha que você é uma boa pessoa? Acha mesmo??? Aí eu me sinto tão chata, tão irritada, tão brava com tudo isso, porque isso é ridículo! Simplesmente ridículo! Eu tô tão nervosa, fala sério
Amém e Amém!
Muitos acham que Jesus Cristo é um mito; mais uma lenda das lendas; enfim alguém que se não existe ou existe, não virá outra vez. Não! Ele não pode dar esperança a ninguém; o mal existe e continuará a existir; Lúcifer tem vencido e vai vencer; assim como os arrogantes existem e continuarão a existir! Os assassinos, prostitutos, comete dores de bruxaria e toda a feiticeria! Enfim todos os malignos, sempre existirão!
Mas desde já, te digo, Eu Helder Santos da Glória Duarte, que Jesus Cristo, não é um qualquer, nem os que nele estão, são uns quaisquer! Jesus Cristo é o Senhor dos Senhores! Diante dele se curva todo o poder, todo o domínio, todo o ser criado, toda a criação, todo o universo, todo o trono, poderes visíveis e invisíveis! Toda a potestade. A própria eternidade se humilha diante daquele que é antes de todas as coisas e também depois de tudo! Porque antes dele vir fazer a obra que fez, neste mundo, já ele é Senhor Todo poderoso. E é este todo poderoso que veio morrer e ressuscitar. Nem esta obra, ainda hoje não compreendida de todo, pelo ser humano, ninguém a fez, a não ser ele. Eis que ele está vivo! Bem vivo e virá julgar todo o poder humano, todo o poder espiritual, todo o demónio; virá julgar tudo o que foi criado. Eis que já todo o universo clama diante, neste momento.
Os que blasfemam dele, os arrogantes, os militares os juízes deste mundo, enfim todo homem religioso e não religioso, irão dizer diante dele, que é o Senhor eterno! Os santos dele irão também julgar as nações, os anjos, e tudo quanto existe, com ele! Todos os que fizeram injustiça, todos os homens, "santos" e "não santos" dirão "És senhor eterno"! Que se cale diante dele, toda a terra e todo o céu! As religiões se humilharão, perante o Senhor que é, era e vem vindo já! Amém! Amém!
Os presos
As vezes penso no seguinte: será que alguém sabe o que é estar na cadeia? Sendo inocente ou não! A cadeia nunca é um bom ambiente! Se alguém é inocente, na cadeia, para não morrer deixa de ser!
Alguma vez pensamos, no que se pratica lá dentro! Alguma vez, os que lá vão com o evangelho, sabem mesmo quem são os homens que lá estão?
E os guardas, como tratam os presos? E como deixam de tratar? O que fazem os diretores aos presos? Não basta ser religioso e lá ir com uma religião bonita , para apresentar aos reclusos! É preciso saber de cada recluso? É preciso mais do que amar! E vós advogados sabeis tudo isto certamente? Já agora vós juízes, quando dais uma sentença, sabeis de tudo isto?
Eu sei! Nunca estive preso! Mas sei! Talvez alguém diga! "A cadeia não é para mim! É para os maus"! E quem são os bons e os maus! Sim neste mundo, quem é bom?! Ou mau? E já agora, Jesus lembrou- nos de visitar os presos! Jesus esteve preso, antes de ser condenado! É Jesus que tem a palavra final sobre os criminosos: bons e maus! Certamente que hoje já Jesus pensa em cada situação!
Mais uma vez, faço questão de registrar o quanto é impressionante testemunhar alguém que sabe viver — e mais do que isso, que merece viver. Que merece, a cada dia, encontrar a sua melhor versão.
E você encontra.
E sabe o que é ainda mais incrível? Quando chega lá, você não se acomoda: corre atrás, se supera e nos mostra que o céu não é o limite. Você vai além.
Que potência você é.
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