Textos Marcantes

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Azar de quem te perdeu e sorte de quem te ganhar. Azar de quem te teve perto, experimentou a delícia que é estar ao seu lado e não quis se aprofundar. Azar de quem jogou fora os seus detalhes e toda a sua intensidade.⁠ Azar de quem aos poucos te perdeu...
E toda a sorte do mundo para quem seus caminhos cruzar
Toda a sorte do mundo para quem desejar em você se aprofundar e ao seu lado ficar

Liberdade é poder ir ou ficar
Rir ou chorar
Cantar e desafinar
Amar e desamar
Perder ou ganhar
É nunca envergonhar-se de si
É escolher ser feliz sem pedir
É penas escolher.

Liberdade é amar-se em qualquer circunstância.
Dar amor sem cobrança
É lembrar-se dos dias idos
E enche-se de esperança
Sonhando com um futuro melhor.

⁠oii pequena querida EU lhe escrevo, foram tantas palavras, tantos jeitos para te ganhar, já vivemos tanto em tão pouco tempo amor.
Eu sei que muitas vezes me despedaço, pra caber em pedaço em você, amor tu me mostrasse tanto aí dentro, porque mesmo assim ainda me questiono como alguém escolheria ficar comigo resto da vida.
se eu quando me entrego assim, como venho me entregando a você tudo que sou. Desde que você Chegou roubando eu de mim. porque eu sinto esse sentimento tão forte que não consigo me imaginar sem vc, talvez eu tenha criado algum tipo de dependência em vc amor. eu só não quero me sentir mal, nunca roube minha paz, nunca me engane, nunca me diminua, nunca pare de me olhar com amor e carinho. e nunca faça eu perde meu tempo, meus sonhos, a minha vida contigo se vc não quiser viver está vida ao meu lado. porque eu só quero ser feliz com alguém que também se sinta feliz estando do meu lado. alguém tenha planos pra a gente, alguém que esteja comigo em todos os momentos segurando a minha, alguém que sinta medo em me perde, alguém que sonhe com uma casinha bem confortável, alguém que queira me ver no altar. no final a gente só alguém verdadeiro, que cuide tão bem quanto quem sempre nos amou, alguém que te trate como a mulher mais especial do mundo. alguém que nunca desista de você.
No final a gente só que alguém que nos ame mais que nos mesmo. eu desejo as melhores coisas que deus tem pra nós amor, desejo bençãos sobre as nossas vidas. E que o nosso para sempre, seja para sempre!




ÁS 23:34
25/09/23

Quando criança não tínhamos olhos maldosos; não pensávamos em ganhar vantagem; não nos sentíamos superiores ou perfeitos, nem percebíamos as diferenças ou nos julgávamos melhores, apenas vivíamos e nos divertíamos.

Então a gente cresceu! E aí era preciso tomar atitudes, ter responsabilidades, assumir compromissos e honra-los. E tudo isso que não tínhamos, quando criança, tivemos que aprender a ser. Entretanto, passamos a notar as diferenças, se tornar preconceituoso e desrespeitoso com o próximo, pois perdemos o coração de criança!

É pessoal, foi preciso crescer, foi preciso mudar, foi preciso ter compromissos e atitudes; todavia algo que não era preciso, deixamos acontecer: “o envelhecer do coração”. Ter um coração de criança nos faz acreditar nos sonhos, por mais impossíveis que sejam; nos faz ser amor, carinho, afeto, dedicação e, principalmente, abraços e sorrisos!

Que você ao crescer, ou se já cresceu, continue firme nas suas decisões, fiel em seus compromissos, digno com o próximo, respeitoso com as diferenças e solidário ao que necessita sem jamais perder o coração, as palhaçadas e alegrias de criança!

Princesinha narcisista
faz os trabalhos sozinha
acha que vai ganhar balinha
mas acaba sem sombrinha
na chuva de sentimentos
ela roda e sorri
falando que ama a chuva
sendo que dentro dela
nada muda
e o coração estremece
tem todas as chances
mas perde o lance
escola perfeita
nota ruim como seita

Feliz Completude

Ao ganhar dinheiro, fico feliz. Se ganho um carro, fico feliz. Ter um gato, me faz feliz. Mas dinheiro, carro, ou gato não me fazem sentir completa. Dependo de mim para ser feliz, única e exclusivamente. A felicidade é singular e própria.
Exemplificando porcamente: Se eu estou no BBB e não saio no paredão, não importa se o outro está chorando, ou se todos na casa queriam que ele ficasse e não eu... Eu estou feliz.

Completude é algo muito delicado. Você existe ainda que incompleto, isso não faz de você inexistente ou inválido. Você apenas tem um espaço a ser completado dentro de si, por alguém que não vem a ser de sua escolha. São inúmeras as vezes que escolhemos alguém para estar ao nosso lado e ela não nos completa. Algumas vezes já sabemos disso, noutras descobrimos depois de bastante tempo com alguém do nosso lado, que simplesmente, não nos preenche, não nos completa.

Certas vezes, este alguém além de não nos completar ainda retira algo de nós. Às vezes a emoção, outras vezes a sinceridade. Todavia existem vezes em que não queremos de forma alguma certa pessoa pra nós, e esta, simplesmente nos completa. É ela quem não retira nada de você, e ainda preenche o que um dia já te foi retirado, e ainda completa seus espaços vazios, necessitados de um complemento.

Há certas horas, que nem você e nem o outro, querem um ao outro. Se odeiam, se repelem, se maltratam, se conhecem, se descobrem, se admiram, se entrosam, se adoram, se aceitam, se amam, e finalmente, se completam.

O Fim sempre dói, mais nada é eterno
aqui neste mundo, temos que saber
ganhar mais também saber perder.
Tem momentos que o melhor é deixar
as coisas acontecer, tomar seu rumo.
Sem magoas, ressentimentos. Apenas
seguir em frente. Tudo é aprendizado,
veja o lado bom das coisas, ontem
a noite foi de frio e tempestade, e
mesmo assim o Sol, já nasceu e esta
brilhando no céu. È hora de seguir
em frente.

Amigos o basquete é o esporte da vida moderna


Os motivos
1- nunca podemos ganhar uma partida sem o grupo
2- times melhores ,são aqueles ,que todo o grupo pontua ( faz pontos )
3- o time tem que fazer cesta em 23 segundos . Isso é a vida moderna
A- temos que decidir em grupo
B-temos que ser rápidos no raciocínio para decidir o rumo do jogo ( nossa vida)
4- não dá para ficar no blalablablá Temos 23 segundos Para essa decisão
5- todos trabalhamos atacando e defendendo ao mesmo tempo
6- um esporte altamente dinâmico
7- não é atoa que é o esporte favorito da 1 nação do mundo !!

A estratégia é simples: "Dar" para ganhar adeptos. ("Bolsas" ajudas)


Com isso as pessoas perderão dignidade e chances de crescimento, entregando o ouro (sua vida) sua prosperidade por MIGALHAS.


Eles sabem alienar são altamente estrategistas.


Devemos ter a consciência de que tudo podemos mas nem tudo nos convém.

“A poeira testifica a vontade do chão de ganhar os céus.
A flor se realiza em seu pólen pegando carona nas abelhas
para que seu fruto não nasça sem antes ter a sensação dos ares.

Tudo que existe anseia as alturas.
Assim, o pensamento em mim.

Meu pensamento criou asas,
fez minha alma voar.
Minhas palavras, essas sim, caminham.
Por isso no poema quando você é o tema
Nunca sei se vou ou se voo. “

“A Pedagogia da Derrota”


Ganhar ou perder? A pergunta reverbera através dos corredores da existência humana como um eco persistente, uma interrogação que nos persegue desde o primeiro jogo infantil até o último suspiro.

E nesta encruzilhada aparentemente simples, reside um dos paradoxos mais inquietantes da condição humana: somos ensinados a vencer, mas é o perder que verdadeiramente nos educa.



O ser humano é criatura refratária à derrota. Construímos civilizações inteiras sobre a premissa da vitória, erigimos monumentos aos vencedores, celebramos os triunfadores. A história, dizem, é escrita pelos que vencem. Mas o que não nos dizem é que a sabedoria é forjada pelos que perdem e conseguem, apesar de tudo, permanecer de pé.



Aceitar a perda é exercício de uma complexidade desconcertante. Vai contra todo o instinto de sobrevivência, contra a narrativa que construímos sobre nós mesmos como protagonistas destinados ao sucesso. Quando perdemos, não é apenas um jogo, uma competição ou uma oportunidade que se esvai é um fragmento da nossa própria mitologia pessoal que desmorona. E isso, essa demolição do ego, é insuportável.



Mas aqui reside o paradoxo luminoso: é justamente na perda que habitam as lições mais profundas. Ganhar nos confirma, nos valida, nos mantém confortavelmente instalados nas certezas que já possuíamos. A vitória é espelho que reflete o que queremos ver. A derrota, por outro lado, é vidro estilhaçado que nos obriga a olhar através dos cacos, a enxergar o que preferíamos ignorar.



Aprender a perder é, portanto, uma arte mais refinada que aprender a ganhar. Exige humildade essa virtude tão rara numa época de egos inflados e autopromoção incessante. Exige resiliência a capacidade de ser golpeado e não se deixar destruir. Exige, sobretudo, uma coragem particular: a coragem de olhar para o próprio fracasso sem desviar os olhos, sem buscar culpados externos, sem se refugiar em justificativas confortáveis.



Você saberia perder? A pergunta não é retórica. Saberia erguer-se de uma derrota sem amargor corrosivo? Conseguiria extrair da queda não um trauma, mas um ensinamento? Teria a grandeza de reconhecer que o adversário foi, naquele momento, melhor, mais preparado, mais merecedor e ainda assim não permitir que isso corroa sua autoestima?



A verdade desconfortável é que a maioria de nós não sabe. Perder nos torna defensivos, ressentidos, amargurados. Criamos narrativas alternativas onde fomos traídos pelas circunstâncias, pela injustiça, pela má sorte. Qualquer explicação serve, desde que não precisemos confrontar a possibilidade de que simplesmente não fomos bons o suficiente daquela vez.



Mas os sábios esses raros exemplares da espécie humana que conseguiram transcender o ego compreendem algo fundamental: a derrota é professora mais generosa que a vitória. Ela nos revela nossas fraquezas, expõe nossas ilusões, desmantela nossas arrogâncias. E ao fazer isso, abre espaço para o crescimento genuíno, aquele que não vem da acumulação de troféus, mas da transformação interior.



Talvez devêssemos inverter a equação. Em vez de ensinar as crianças apenas a vencer, deveríamos ensiná-las a perder com dignidade. A levantar-se sem ódio, a reconhecer a derrota sem desmoronar, a entender que fracassar não é tornar-se um fracassado é simplesmente participar da experiência humana em sua totalidade.



Porque a vida, essa competição implacável contra o tempo e contra nossas próprias limitações, garantirá que todos nós, invariavelmente, percamos. Perderemos disputas, oportunidades, pessoas amadas. A questão não é se vamos perder, mas como perderemos. Se desmoronaremos sob o peso da derrota ou se aprenderemos a dança delicada de cair e levantar, de ser derrotado sem ser destruído.



No fim, a vitória mais importante não é sobre adversários externos, mas sobre nossa própria incapacidade de aceitar a imperfeição, a vulnerabilidade, o fracasso. Saber perder é, paradoxalmente, a única vitória que realmente importa. Porque é a única que nos torna, finalmente, inteiramente humanos.

⁠Os Tolos se dedicam a ganhar dinheiro,
fama, mulheres e todas as outras
glórias deste mundo.
Os sábios se dedicam a ganhar
a amizade de DEUS,
levando mensagens,
louvando e adorando.
Os tolos, de nada vão desfrutar,
porque as suas vidas passam como um sopro,
já os sábios, colherão saúde, vida longa
e vida Eterna!

Perdi você

Na urgência do ganhar, perdi você,

quando a dor brinca, o drama ganha,

o coração que persegue o futuro com muita sede é comido pela fome do presente vazio, já a boca que tem proximidade com os sentimentos de outra boca ao ponto de sentir sua respiração, essa implora por uma paralisia instantânea do tempo na busca do deja vu do momento,

a cachoeira cai, as plantas choram, o rio corre, a saudade é densa,

na falta que abala o incrível é sobreviver.

Entre versos e canções, eu prefiro poesias...

... Entre ter e perder, eu prefiro ganhar...

... Entre pensar e agir, eu prefiro escolher...

... Entre você e a sua dúvida, eu prefiro suas certezas...

... Entre avançar e recuar, eu prefiro seguir caminhando, sem medo, sem receios, sem procrastinar. Eu quero coisas novas...

Entendeu...

Em Tempo de Poeminha

Tamanho nunca foi documento
É chorar nunca foi argumento.
Ganhar no grito é feio
E ser feio não é bonito.

Ciranda nem sempre foi cantiga
Cantigas nem sempre foram de roda
Gato nunca usou bota
E foi-se o tempo do relógio de corda.

Assim como foi o tempo do orelhão
E das fichas de telefone
De crença em Coelho da Páscoa
E medo de Lobisomem.

E quase sempre o tempo
Acaba sendo a cura de tudo.
E quase sempre a cura de tudo
Acaba vindo com o tempo.

⁠É preciso entender que desde que o mundo é mundo existe o interesse em ganhar, faturar sobre algo ou alguém, isso não vai mudar, o que acontece em alguns casos, (pessoas e instituições) que aplicam a gratuidade, vezes vem disfarçada também de alguma intenção de retorno, mesmo que seja somente de marketing.
Agora quem realmente doa, é uma minoria, que dificilmente você vai ver por ai dando bandeira.

Antes do primeiro avião ganhar os céus, alguém disse que era impossível. Para quem ouviu e acreditou, o impossível tornou-se uma barreira intransponível, uma jaula para a inovação. Mas o que acontece quando abraçamos o "nada saber"?
​Quando eu digo que não acredito no impossível e confirmo que "nada sei", eu não estou declarando ignorância, mas sim acessando o Ponto Zero. É o estágio onde admitimos que algo é possível, mesmo sem saber ainda como realizá-lo.
​Como sempre digo: "O Nada não é um vazio, mas o silêncio fértil onde a Visão Abstrata tece; e é desse tecido invisível que o Algo emerge, reescrevendo a realidade.

O poeta é um ser múltiplo,
amorfo como a névoa
antes de ganhar forma no horizonte.


Vive em permanente desintegração,
como estrela antiga
que se desfaz em luz.


E, no entanto,
recompõe-se em silêncio
num outro organismo,


um corpo de palavras
que respira além da carne,
um corpo poético
que transcende
a breve matéria do seu criador.


✍©️@MiriamDaCosta

É justo um pedreiro ganhar mais do que alguém com estudo?


Depende do que se entende por “estudo”: diploma?
Porque, com certeza, o pedreiro não é um vegetal, e para tudo é preciso ser racional.
Inclusive, as duas pessoas mais inteligentes que conheço não estudaram. Podem chamá-las do que for; eu as chamo, com orgulho, de mãe e pai.
Uma sabedoria que nasce, que vive e que se transforma em ações.

BRADO NATALINO

Não vou ganhar presente de Natal,
não tenho sapatinhos, nem janela,
pois durmo nas calçadas da capela,
sou fruto deste mundo desigual.

Eu trago em mim as marcas da mazela
que herdei da escravidão colonial,
desse abandono imenso e estrutural
que agora se renova na favela.

A minha vida é chama d’uma vela,
que frágil pulsa em meio a um vendaval,
ninguém escuta meu grito ancestral,
que é eco dos mil brados de Mandela!

Escravos no passado e sem devir
não têm Natal! Não têm porque sorrir!

Inserida por edirpina