Textos Marcantes

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Inteligência - é a capacidade de maximizar opções futuras.

Decisões inteligentes - são aquelas que ao contrário de fechar portas mantém portas abertas para outras decisões no futuro.

Ciéncia inteligente - não é aquela que resolve detalhes e fecha portas, mas a que abre novas questões e possibilidades.

Animais inteligentes - são aqueles capazes de formular mentalmente estados futuros possíveis e então decidir pelo caminho que mantém mais opções abertas.

Pessoas inteligentes, são pessoas solitárias, mas acima de tudo, felizes...

Um viva à ignorância social.

Não sou um gênio, tenho sonhos bobos e ideias tolas.

Não sou santo, tenho desejos e sentimentos.

Não sou lindo, mas fui feito à imagem e semelhança de Deus.

Não sou malandro, mas a formiga só trabalha porque não sabe cantar.

Com grande pesar, noto que em quase todas as pessoas, mesmo as mais inteligentes, a evolução do seu entendimento paralisa num certo ponto e não caminha mais nem um passo. Aquilo que entendem, entendem, e o que não entendem já não lhes interessa mais. Entram no ciclo do repetitivo e se mostram incapazes de ajustar seu intelecto a situações novas, questões novas e novos enigmas.
Muitas dessas pessoas são religiosas, mas, pergunto eu, pode haver o amor à verdade sem a ânsia de MAIS verdade? A paralisia da inteligência não reflete uma indolência cognitiva, uma indiferença pelas verdades ainda não conhecidas? E por acaso Deus não ordenou que O BUSCÁSSEMOS, que MEDITÁSSEMOS dia e noite? Santo Agostinho não ensinou que só em Deus a nossa inteligência pode encontrar o repouso, que portanto repousar antes disso é desistir de Deus? Não é patente que só uma grande e permanente tensão do espírito humano em direção a MAIS VERDADE atende ao mandamento do espírito divino? Se a sua inteligência parou, a sua alma se petrificou nas rotinas do culto e acha que com isso está "servindo a Deus". Da minha parte, não tenho a menor pretensão de servir a Deus. Nem imagino para quê Ele precisaria dos meus serviços. Mas sei que eu preciso d'Ele e só n'Ele encontrarei o repouso das minhas inquietações. Sugiro, portanto: Pare de "servir a Deus" e comece a PROCURÁ-LO.

As mulheres inteligentes e feias, ficam felizes quando dizem a elas que são bonitas.
As mulheres bonitas e burras ficam felizes quando dizem a elas que são inteligentes.
As mulheres feias e burras ficam felizes quando dizem qualquer coisa a elas
As mulheres bonitas e inteligentes simplesmente são felizes sem precisar ouvir nada para isso...

Por vezes, pessoas que se acham inteligentes e cultas falam com escárnio, maldade e com uma resolução das suas convicções que até parecem verdadeiras as suas belas construções gramaticais óbvias... Mas não seria "o óbvio" um traço da idiotice?
Estou quase certa de uma "coisinha", na mísera "filosofia do umbigo" ao ser escrita e lida por milhares: faltam freios farmacológicos em grande parte da humanidade...
Mas o bom senso realmente é tão individual que merece a nossa verdadeira idolatria...
Como é bom viver e ter olhos para ler.
Ler é realmente algo espetacular. Assim como o "verão" para os eruditos na arte clássica...

Às vezes não é amor...
É só a única coisa que faz
com que pessoas inteligentes
sejam irremediavelmente românticas,
almas independentes ansiosas,
E adultos sensatos releem as mensagens
como se estivessem decifrando escrituras
antigas em busca de significado.
Às vezes não é amor...
É só aquele que suaviza a lógica,
perturba a certeza e nos lembra
o quão belamente humanos somos.

POR QUE PESSOAS INTELIGENTES TAMBÉM TOMAM DECISÕES RUINS?

Inteligência ajuda a resolver problemas.

Mas existe um problema que a inteligência, sozinha, não resolve: o que fazemos com a própria inteligência.

Uma pessoa cognitivamente sofisticada pode analisar cenários complexos, compreender argumentos difíceis e construir justificativas extremamente elaboradas.

Essa capacidade pode ajudá-la a encontrar a verdade. Também pode ajudá-la a defender aquilo em que deseja acreditar.

Quanto maior a capacidade argumentativa, maior pode ser a capacidade de racionalização.

Não usamos nossa inteligência apenas para revisar crenças. Também podemos usá-la para protegê-las.

Por isso, inteligência e discernimento não são sinônimos.

Uma pessoa pode possuir enorme capacidade de processamento e atribuir pesos inadequados às informações que processa. Pode compreender perfeitamente um argumento e recusá-lo por razões identitárias. Pode reconhecer probabilidades e agir impulsivamente.

A pergunta, portanto, não é apenas quanto conseguimos pensar.

É como regulamos aquilo que participa do pensamento.

Discernimento não compete com inteligência. Opera sobre outra dimensão.

Ele pergunta quais elementos devem participar de uma decisão, quanto devem pesar e quando uma interpretação precisa perder autoridade.

Talvez por isso pessoas extremamente inteligentes também consigam cometer erros extremamente sofisticados.

A inteligência pode construir caminhos. Mas não determina, sozinha, qual caminho merece ser seguido.

Pensar muito não garante pensar bem. E pensar bem não garante discernir o que deve governar a decisão.

Carlos Eduardo Balcarse
Psicanalista, Educador, Escritor e Pesquisador

POR QUE PESSOAS INTELIGENTES TAMBÉM ACREDITAM EM COISAS ERRADAS?

Inteligência não imuniza ninguém contra o erro.

Às vezes, inclusive, nossa capacidade de argumentar pode ser utilizada para defender com enorme sofisticação aquilo que nunca examinamos com a mesma sofisticação.

Saber argumentar não garante saber revisar.

Conhecimento não elimina vieses.

Formação não elimina interesses.

Memória não elimina distorções.

E inteligência não elimina a necessidade de discernimento.

Talvez uma das formas mais perigosas de ignorância seja aquela capaz de construir excelentes argumentos para não reconhecer a própria ignorância.

Quanto melhor pensamos, maior deveria ser nossa responsabilidade de pensar sobre como estamos pensando.

Porque a inteligência pode construir argumentos.

Mas somente a revisão permite descobrir quando os argumentos começaram a construir a inteligência que os defende.

Carlos Eduardo Balcarse
Psicanalista, Educador, Escritor e Pesquisador

A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL ESTÁ NOS TORNANDO MAIS INTELIGENTES OU MAIS DEPENDENTES?

Uma resposta correta produzida por uma máquina não comprova que a pessoa compreendeu o problema.

É possível apresentar resultados extraordinários e continuar incapaz de explicar como foram construídos.

O perigo não está simplesmente em utilizar inteligência artificial, mas em confundir desempenho assistido com competência própria.

Essa distinção dialoga com minhas pesquisas sobre Pedagogia do Discernimento, Alfabetização do Discernimento Consciente e METADISCERN.

Pensar por si mesmo não significa pensar sozinho. Significa não terceirizar a responsabilidade pelo que se aceita como verdade.

Carlos Eduardo Garcia Moreno Balcarse

Carlos Eduardo Balcarse

Psicanalista, Escritor e Pesquisador

19 de outubro de 2026

POR QUE PESSOAS INTELIGENTES ACREDITAM EM MENTIRAS, DEFENDEM QUEM AS MANIPULA E NÃO PERCEBEM QUE ESTÃO SENDO CONTROLADAS?

Porque inteligência não garante discernimento.
Conhecimento não garante consciência. E pensar não significa, necessariamente, pensar por si mesmo.

Uma pessoa pode possuir formação acadêmica, acesso à informação e capacidade de argumentação e, ainda assim, reproduzir fake news, defender interesses contrários aos seus, obedecer a pensamentos automáticos e confundir manipulação com liberdade.

“O senso comum comumente mente.”

A desinformação não começa apenas quando alguém produz uma mentira. Ela também prospera quando alguém perde a capacidade de questionar aquilo que deseja acreditar.

É nesse território que se estabelece uma verdadeira guerra mental: entre o que pensamos, o que sentimos, o que acreditamos e aquilo que decidimos transformar em verdade.

Mas como desenvolver pensamento crítico, ampliar a consciência, superar a alienação e conquistar autonomia intelectual?

A resposta não está simplesmente em pensar mais, estudar mais ou consumir mais informações. Está em aprender a examinar os critérios que autorizam nossas crenças, interpretações e decisões.

Em minhas pesquisas científicas, desenvolvo essa discussão por diferentes caminhos.

No METADISCERN, examino o discernimento como uma operação de segunda ordem: não apenas pensar, mas avaliar os critérios pelos quais um pensamento recebe autoridade.

Na Pedagogia do Discernimento, investigo uma educação que ultrapasse a memorização de respostas e favoreça a formação de sujeitos capazes de questionar, interpretar e revisar aquilo que aprenderam.

Na Alfabetização do Discernimento Consciente (EADC), abordo a necessidade de desenvolver competências para reconhecer desinformação, distinguir evidências de opiniões e resistir à manipulação informacional.

Na pesquisa sobre evocação e desautorização, examino por que lembrar não significa compreender e por que conhecimentos recuperados da memória precisam, em determinadas circunstâncias, perder a autoridade que anteriormente receberam.

No estudo sobre discernimento na regulação da relação entre emoção e ação, investigo a diferença entre sentir intensamente e autorizar que uma emoção determine nossas escolhas.

E no Método PROTAGONISTA, desenvolvo uma abordagem voltada à consciência, à responsabilidade pelas escolhas e à autoria da própria trajetória.

Essas questões se tornam ainda mais urgentes diante da inteligência artificial.

Uma máquina pode produzir respostas brilhantes para alguém que não compreende sequer a pergunta. Pode ampliar o desempenho sem necessariamente desenvolver competência independente. Pode facilitar o acesso ao conhecimento enquanto o indivíduo terceiriza sua capacidade de julgar.

A tecnologia pode ajudar a pensar. Não deve receber automaticamente a autoridade de pensar por nós.

“A mente mente e o discernimento desmente.”

A libertação mental não consiste em eliminar pensamentos negativos, silenciar a mente ou abandonar todas as influências. Consiste em reconhecer que nem tudo o que pensamos merece continuar sendo acreditado, nem tudo o que sentimos precisa ser obedecido e nem tudo o que aprendemos merece permanecer autorizado.

Discernimento é criar distância entre o que pensamos e o que decidimos continuar pensando.

A maior ameaça à autonomia humana talvez não seja a falta de informação, mas a incapacidade de reconhecer quando uma informação, uma emoção, uma lembrança ou uma convicção está assumindo uma autoridade que não merece.

Porque quem não examina aquilo que governa seus pensamentos dificilmente perceberá quando deixou de governar a própria vida.

“Pensar por si mesmo não é pensar em si mesmo.”

Carlos Eduardo Garcia Moreno Balcarse

Carlos Eduardo Balcarse

Psicanalista, Escritor e Pesquisador

19 de outubro de 2026

Tem-se energias inteligentes para poder agradar o próximo sem algum interesse, dependência emocional ou validação, mesmo estranhos por aí, como a própria gentileza ou algum favor viável, enobrecendo a alma sempre quando puder.


É como agradar-se quando não se desagrada, sem custar nada. Isso existe na medida com equilíbrio e é de agradecer, é poder.

"Inteligentes e competentes pra burro foram os Maias... Ou quem disse que foram os Maias a dizer que o mundo acabaria em 21/12/2012. Convencer doze por cento da população mundial é coisa pra gente inteligente e competente pra burro."
Frase Minha 0552, Criada no Ano 2012

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

⁠Os Inteligentes mudam de ideia o tempo todo, os que Fingem ser, morrem agarrados a ideias que nem deles são.


Mudar de ideia não é sinal de fraqueza; muitas vezes, é a prova mais evidente de que alguém ainda está pensando.


Só quem se permite confrontar as próprias certezas consegue perceber quando uma convicção deixou de ser fruto da reflexão e passou a ser apenas apego.


Há quem confunda inteligência com a capacidade de ter sempre uma resposta pronta.


Mas inteligência também é saber dizer: “eu estava errado”, “não sei” ou “nunca tinha pensado por esse ângulo”.


O pensamento vivo não se sente humilhado diante de um argumento melhor; ele se sente provocado por ele.


O problema começa quando a opinião deixa de ser uma conclusão e passa a ser uma identidade.


A partir daí, qualquer questionamento parece uma agressão pessoal.


A pessoa já não defende uma ideia porque acredita nela; acredita nela porque precisa defendê-la.


E, nesse processo, pouco importa se a ideia nasceu de sua própria experiência, se foi examinada com cuidado ou simplesmente herdada de alguém que ela admira.


É curioso como alguns se orgulham de nunca mudar de opinião, como se a imobilidade fosse uma medalha de inteligência.


Não percebem que permanecer eternamente no mesmo lugar pode significar apenas que nunca tiveram coragem de recalcular a rota, de revisar o caminho.


Pensar por conta própria exige um tipo desconfortável de liberdade: a liberdade de discordar de quem admiramos, de abandonar aquilo que já defendemos publicamente e, sobretudo, de reconhecer que nossas certezas também podem estar erradas.


No fim, talvez a diferença entre quem pensa e quem apenas repete não esteja na quantidade de opiniões que possui, mas na disposição de submetê-las ao próprio julgamento.


Porque ideias não deveriam ser correntes.


Deveriam ser ferramentas.


E quem realmente pensa não teme trocar uma ferramenta quando percebe que ela já não serve.

Há algumas horas citei que...
“Homens inteligentes e sadios sempre sabem diferenciar uma mulher decente de uma desclassificada e darão a cada uma o tratamento adequado”.
E estive refletindo a respeito disso... Cheguei à conclusão, que estou errada em generalizar. Até mesmo por que o mundo está cheio de homens inteligentes e que não sabem diferenciar uma mulher decente de uma desclassificada.

Inserida por Vanessa0910

O problema do mundo é que as pessoas inteligentes estão cheias de dúvidas e as pessoas idiotas estão cheias de certezas. Algumas pessoas vivem em um hospício pessoal.[...] É muita gente te dizendo o que fazer, e pouca gente mostrando como se faz.
Às vezes, não precisamos de conselhos, mas sim de alguém que nos ouça sem nos julgar. O engraçado é que, por mais que você se esforce, algumas pessoas só conseguem ver o seu pior. Mas a vida é assim mesmo, alguns vão te odiar, fingir que te amam agora. Então, pelas costas, eles tentam te eliminar... .
Às vezes, você não quer pensar, não quer fazer planos, não quer criar expectativas. Às vezes, você quer apenas que os dias passem.(eu sei bem como é) Não é tristeza, não é raiva, não é amor. É só uma vontade de ficar quieto, de ficar sozinho, de ficar em paz. Sei lá... .
Mais ai é contigo, tome alguma atitude. A vida não irá bater na sua porta te chamando para ser feliz!
Veja o meu caso por exemplo. Não estou lutando por achar que vou vencer, eu tenho que vencer, por isso continuo lutando...'

Inserida por Rafaeldisouza

'Somente os homens cultos e inteligentes amam as bibliotecárias, já os ratos as bibliotecas'.

Amar Bibliotecária é... quando ela pergunta "Qual o assunto" e você responde "AMOR".
Amar Bibliotecária é... extasiar-se no conhecimento.
Amar bibliotecária é... todos os dias poder deleitar-se nas mais lindas páginas do amor.
Amar Bibliotecária é... automatizar as rotinas diárias para dedicar-se aos desdobramentos da emoção.
Amar Bibliotecária é... guardar os livros na estante e ela no coração.
Amar Bibliotecária é... viver um conto de fadas, dentro de uma antologia romântica.
Amar Bibliotecária é... fazer da periodicidade de seus carinhos o unitermo da vida em comum.
Amar Bibliotecária é... classificá-la no coração, indexá-la na mente e encaderná-la nas mãos.
Amar bibliotecária é... registrá-la como entrada principal, secundária e remissivas no seu coração.
Amar Bibliotecária é... legislar em comunhão a informação da vida a dois.
Na era da Internet, ponha ordem nos seus documentos eletrônicos.
Digitalize a Bibliotecária para o seu disco rígido.
Organize suas idéias. Instale uma Bibliotecária na memória ROM dos teus pensamentos. Grave-a no disco rígido do seu coração. É o melhor antivírus contra a desinformação e o desamor.

Inserida por Melysse

Ouvi dizer que os inteligentes são aqueles que aprendem com os erros dos outros.

Bem… Se isso for verdade, penso, sinto e ajo como uma burra de marca maior. E sabe o que mais? tenho orgulho disso.

Existe superficialidade maior do que passar a vida equiparando-a a dos outros? Que se dane a experiência alheia. Quero ganhar a minha!

Eu opto pelos riscos, pela adrenalina. E, apesar de morrer de medo de altura, escolho a queda livre. Caso contrário, o que seria da minha vida além de uma triste e chata receita de bolo?

Me chame de louca, de irresponsável. Talvez eu até concorde.

Quero pegar os caminhos que me disseram pra não pegar simplesmente porque eu senti vontade.

Eu tenho consciência de que vai ser assustador, às vezes. Mas é assim que vai ser, nem que pra isso eu tenha que lembrar a mim mesma, todos os dias da minha vida, que eu tenho, ou tive, sede demais pra me contentar com pouco.

Eu quero ser alguém, sabe? E o meu ponto é: Ninguém se torna alguém sendo, ou agindo, como mais um.

Inserida por Dandarabf

Os engessados
Tenho muitos amigos inteligentes, bem... Alguns. Mas, infelizmente a maioria deles está engessada. Sem poder criticar, opinar, reivindicar. Vejo absurdos em nossas cidades acontecendo e todos reféns da situação. Como se a cidade toda fosse tomada de assalto. Ninguém grita por socorro, pega o ladrão ou chama a polícia. Todos amarrados por suas profissões, cargos, salários ou pretensões, o que vão dizer o que vão pensar isso não compete a mim, meu filho trabalha nisso, meu pai naquilo, o filho do tio da irmã do primo...
Uma cidade inteira refém?
Não me admira que a maior parte da cidade e isso lá vão um número bem grande de 99 por cento nada faça, até porque a ignorância de o que fazer como fazer vive em suas mentes sem pagar o aluguel.
Mas sobra-nos um por cento. Um por cento não é nada.
Talvez.
Um por cento é o número certo pra começar algo. Alguém pensou antes. Talvez possamos ter um surto de inconsciente coletivo a partir deste um por cento. Alguém grita: Já, e pronto, começam a se desvencilhar dos gessos pra intuírem que no caminho que está esta canoa vai afundar.
Você me leu, e espero que você faça parte dos um por cento. Que você seja o condutor do bonde da dignidade em sua cidade, do seu bairro. E, que seus filhos não venham se envergonhar de você no futuro.

Inserida por ZUZUFONTES

Leitura :
- Textos com grande conteúdo e diversas linhas.
Inteligentes, cultos e vontade de aprender.

-Textos pequenos poucas linhas.
Curiosos, preguiçosos e passa adiante.

Seria isso apenas paras as coisas importantes,
Ou as banais são mais relevantes?

Que tempo...


Diego Bosso

Inserida por Diegobosso

"Os Espíritos Superiores só se ocupam das comunicações inteligentes, tendo em vista a nossa instrução. As manifestações físicas ou puramente materiais são atribuídas mais especialmente aos Espíritos inferiores, vulgarmente designados sob o nome de Espíritos batedores, como, entre nós, os golpes de mágica são próprios dos saltimbancos, e não dos cientistas."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)