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Senhor, vós que me ensinas o que é certo e errado, e o que pode
fazer-me feliz e infeliz, faz-me então obediente a vossa lei de amor.
Dá -me discernimento para que eu não me deixe levar pelos caminhos tortuosos do mal, da inveja, dos vícios e da perdição.
Peço -lhe ainda o dom da prudência, para que eu não faça dos vossos mandamentos uma espécie de escravidão; à julgar, condenar, impor falsas obrigações aos meus irmãos, companheiros de jornada.
Que todas aprendam que vós sois o caminho que liberta!
Que assim seja!
Haredita Angel
26.10.25

- Feliz ano para todos que amam demais.
Que acreditam demais num mundo melhor.
Que vêem beleza demais no tentar ser mais humano, mais resiliente, mais flexível...
Mais Gente!


- E, Jesus que nos ama demais, nos guie demais em sua luz perpétua!


Votos sinceros de 365 dias Demais pra vocês!
Haredita Angel
15.12.25

Tem lembranças que doem mais quando não podemos tocá-las, quando parecem felizes longe de você.
Tem amores que não morrem, ainda que a vida os separe, ainda que o tempo e a distância insistam em seguir em frente.
Nos contos de fadas, uma garota pobre conhece um cara aleatório rico, se apaixonam, tem filhos e morrem. Mas nessa história, na nossa, na sua, sempre tem um intento de seguir em frente, e de alguém que sempre teve um lugar no seu coração, até quando a vida decide botá-los em mundos diferentes.
- Mismatched_Kid

' SONETO DE UM GRANDE AMOR '


Nosso amor será infinito a todo momento
De ti cuidarei com carinho e encanto
um amor entre sonhos e esperança
Com lealdade respeito e confiança


Vamos viver esse amor com alegria
Todos os dias, em harmonia
Gritar para o mundo ouvir nosso amor
Na vasta imensidão com todo fervor


Um amor vivido entre razão e paixão
Sentindo a chama ardente do amor
Na suavidade de uma linda canção


Que nosso amor, seja uma paixão vivida
No mais profundo de nosso interior
Unindo nossas almas em uma só vida


Maria Francisca Leite
Direitos Autorais Reservados Sob a Lei -9.619/98

Está para nascer alguém mais Feliz do que os que podem (com)partilhar suas tristezas e mais Triste do que os que não podem (com)partilhar suas alegrias.


Feliz é aquele que encontra espaço para partilhar as próprias tristezas. Porque a dor repartida, mesmo que não desapareça, torna-se mais leve ao ser acolhida por outro coração.


Do mesmo modo, está para nascer alguém mais triste do que aquele que não encontra com quem partilhar as próprias alegrias.


Porque a felicidade guardada em silêncio perde cor, e um riso não ecoa inteiro quando não encontra outro riso para acompanhá-lo.


A vida se constrói nesse movimento de ida e volta: consolar e ser consolado, celebrar e ser celebrado.


Quando temos a quem confiar nossas lágrimas e a quem oferecer nossas risadas, descobrimos que a verdadeira riqueza não está em acumular, mas em compartilhar.


Talvez a maior bênção da existência humana não seja estar sempre Feliz ou sempre amparado, mas nunca estar só.

⁠Felizes os que não extraviam o Tempo do Propósito para desperdiçá-lo em guerras erradas.


Porque tempo é vida em estado bruto — e vida não admite rascunho.


Há batalhas que seduzem pelo barulho, pela plateia, pela falsa sensação de heroísmo.


São guerras que inflam o ego, mas esvaziam a alma.


Lutas que parecem urgentes, mas não são importantes.


Conflitos que prometem justiça, mas só alimentam vaidades feridas.


Escolher as próprias guerras é um ato de maturidade espiritual.


É entender que nem toda provocação merece resposta, que nem toda divergência exige trincheira, que nem todo ataque precisa de contra-ataque.


Às vezes, a maior vitória é permanecer inteiro.


Quem aprende a escolher suas guerras descobre que propósito não combina com distração.


Que energia é recurso sagrado.


Que paz não é covardia — é estratégia.


E que há combates que só existem para nos afastar daquilo que realmente fomos chamados a construir.


Felizes os que discernem.


Felizes os que aprenderam a escolher suas guerras.


Porque não vencem todas as batalhas — mas preservam aquilo que nenhuma vitória pode devolver: o próprio destino.

⁠Às vezes, a pressa em comprar Verdade Aveludada é tão grande que os Apaixonados já nem se importam com a Embalagem.


E talvez seja justamente aí que mora o perigo mais silencioso do nosso tempo: não na mentira escancarada, mas na verdade que se deixa moldar ao toque — macia, confortável, ajustável aos desejos de quem a consome.


Uma verdade que não exige esforço, que não confronta, que não pede revisão de rota.


Apenas acolhe, embala e confirma.


Em meio à pressa, desaprendemos o valor do desconforto.


Esquecemos que a verdade, quando genuína, raramente chega pronta para ser aceita; ela provoca, desloca e inquieta.


Mas o espírito apressado não quer esse atrito — ele busca a suavidade de narrativas que caibam perfeitamente em suas certezas pré-fabricadas.


E assim, pouco a pouco, a embalagem deixa de importar porque o conteúdo já foi previamente escolhido.


A polarização se alimenta exatamente desse hábito: não de discordar, mas de não querer sequer considerar.


Cada lado constrói sua vitrine de Verdades Aveludadas, expostas com brilho suficiente para seduzir os que só desejam acreditar.


E quem compra, não lê o rótulo — apenas reconhece o que já sente.


Nesse cenário, a manipulação já nem precisa ser sofisticada; basta ser conveniente.


Não é necessário esconder a incoerência, apenas envolvê-la em familiaridade.


Afinal, quando a emoção se antecipa à razão, qualquer embalagem parece suficiente — desde que o conteúdo não ameace o conforto de quem o consome.


Talvez o maior desafio do nosso tempo não seja encontrar a Verdade, mas reaprender a desacelerar diante dela.


Ter a coragem de examinar o que nos agrada com o mesmo rigor que aplicamos ao que rejeitamos.


Porque, no fim, não é a embalagem que define o valor do que compramos — é a disposição de encarar o que há dentro, mesmo quando já não é tão macio quanto gostaríamos.

A pressa em escolher um lado é tão grande que a maioria já consegue arrotar opinião sobre conteúdo que nem sequer consumiu.


Vivemos um tempo em que reagir vale mais do que compreender.


A velocidade com que julgamentos são formados supera, com folga, o tempo necessário para escutar, refletir ou até mesmo duvidar.


Opinar virou quase um reflexo involuntário — não porque temos algo sólido a dizer, mas porque o silêncio passou a ser confundido com ausência de posicionamento, e isso, para muitos, parece inaceitável.


O problema não está em ter opiniões, mas na superficialidade com que elas nascem.


Quando não há contato real com o conteúdo, o que se expressa não é pensamento, é apenas eco.


Eco de manchetes, de recortes, de narrativas prontas que dispensam esforço e recompensam a pressa.


E assim, pouco a pouco, vamos terceirizando a própria capacidade de pensar.


Há uma falsa sensação de pertencimento em escolher rapidamente um lado.


Como se isso garantisse identidade, como se fosse suficiente para nos situar no mundo.


Mas o preço disso é alto demais: abrimos mão da complexidade, ignoramos nuances e transformamos qualquer assunto em uma disputa rasa, onde o objetivo não é entender, mas vencer.


Talvez o verdadeiro ato de coragem, hoje, seja justamente o contrário.


Seja admitir que ainda não sabemos o suficiente.


Seja escutar antes de falar, consumir antes de julgar, refletir antes de reagir.


Porque pensar dá trabalho — e, em tempos de imediatismo, tudo que exige tempo parece quase um ato de resistência.


No fim, não é sobre escolher um lado rápido demais.


É sobre não se perder de si mesmo no processo.⁠

⁠Felizes os que aprendem a separar o pecado do pecador, pois estes jamais odiarão o que mais importa para Deus: o Ser Humano.


Há uma diferença bastante sutil — e profundamente transformadora — entre condenar um ato e rejeitar uma pessoa.


Quando essa linha tênue se apaga, o julgamento deixa de ser sobre falhas e escolhas e passa a ser sobre existências.


E, nesse ponto, já não há justiça, há apenas soberba disfarçada de virtude.


Separar o pecado do pecador não é relativizar o erro, nem suavizar suas consequências.


É reconhecer que ninguém se resume ao pior gesto que já cometeu, aos próprios olhos ou aos alheios.


É entender que, por trás de toda falha, existe uma história, uma fragilidade, uma humanidade que nos espelha muito mais do que gostaríamos de admitir.


O ódio é sempre uma simplificação…


Ele reduz o outro a um rótulo confortável, que nos poupa do esforço de compreender.


Amar — ou ao menos não odiar — exige muito mais: exige coragem para enxergar complexidade onde preferiríamos ver certezas, exige humildade para lembrar que também erramos, ainda que em medidas diferentes ou menos visíveis.


Talvez o verdadeiro desafio não seja apontar o erro, mas fazê-lo sem desumanizar quem erra.


Porque, no momento em que passamos a odiar o outro, deixamos de perceber que o que nos conecta a ele é maior do que aquilo que nos separa.


No fim, separar o pecado do pecador é menos sobre o outro e mais sobre quem escolhemos ser diante dele.


É decidir se seremos juízes implacáveis ou consciências lúcidas.


É optar entre retroalimentar o ciclo do desprezo ou interrompê-lo com lucidez e compaixão.


E essa escolha, silenciosa e diária, diz muito mais sobre nós do que sobre qualquer erro alheio.

⁠A certeza da facilidade em manter o aluguel das cabeças dos asseclas é tão grande que nem se esforçam nas narrativas.


Já não há necessidade de coerência, tampouco de inteligência refinada.


Basta repetir bordões, fabricar inimigos convenientes e distribuir migalhas de pertencimento para que multidões defendam o próprio cabresto com fervor quase religioso.


A manipulação moderna descobriu que o segredo nunca esteve na qualidade da mentira, mas na vaidade de quem deseja acreditar nela.


Os donos do discurso rebuscado perceberam há muito tempo que a paixão cega trabalha de graça.


O sujeito já não analisa, apenas reage.


Não pensa, apenas reproduz.


E quanto mais vazio se torna o argumento, mais agressiva costuma ser a defesa, porque quem suspeita da própria fragilidade precisa gritar mais alto para abafar o desconforto da dúvida.


A tragédia não está apenas nos que mentem deliberadamente, mas nos que terceirizam a própria consciência em troca de aplausos de grupo.


Há quem abra mão da lucidez para não perder a sensação de pertencimento.


Afinal, pensar por conta própria exige coragem; repetir slogans exige apenas obediência.


Enquanto isso, os arquitetos da manipulação seguem confortáveis.


Nem precisam esconder contradições, apagar rastros ou sustentar promessas impossíveis.


Sabem que boa parte dos seus fiéis não busca verdade — busca confirmação emocional.


E quando a emoção se torna mais importante que os fatos, qualquer absurdo pode vestir a fantasia de virtude.


Talvez o maior triunfo dos manipuladores seja convencer tanta gente de que independência intelectual é ameaça, e não libertação.


Porque uma cabeça alugada não questiona o contrato.


Apenas aprende a odiar quem ainda se atreve a pensar por conta própria.

⁠A fila da empatia da boca para fora é tão grande ao ponto de facilitar a escolha em ter empatia da boca para dentro.


Vivemos um tempo em que a empatia se tornou um discurso popular.


Ela aparece em legendas, palestras, campanhas e conversas cotidianas.


Todos parecem saber o que dizer diante da dor alheia.


As palavras certas estão quase sempre prontas, organizadas e acessíveis.


Há sempre uma frase de apoio, uma mensagem de incentivo ou uma manifestação pública de compreensão.


No entanto, entre o dizer e o sentir existe uma distância que nem sempre é percorrida.


A fila da empatia da boca para fora cresce justamente porque falar é muito mais simples do que se envolver.


É possível demonstrar solidariedade sem abrir espaço para a escuta verdadeira.


Assim como é possível concordar com causas sem carregar o peso das consequências que elas impõem à vida de alguém.


Em muitos casos, a empatia se transforma em uma aparência socialmente aceitável, um gesto rápido que tranquiliza a consciência, mas não alcança o coração.


Diante disso, surge uma escolha bastante silenciosa: cultivar a empatia da boca para dentro.


Aquela que não precisa de plateia, reconhecimento ou aplausos.


A empatia que se manifesta primeiro na reflexão, quando tentamos compreender dores que não vivemos, histórias que não conhecemos e batalhas que nunca enfrentamos.


É uma empatia menos visível, porém mais profunda.


Ela exige humildade para admitir que não sabemos tudo sobre o sofrimento do outro e coragem para abandonar julgamentos precipitados.


Ter empatia da boca para dentro não significa permanecer em silêncio diante das necessidades alheias.


Significa que as palavras passam a ser consequência de uma compreensão genuína, e não apenas uma reação automática.


É quando o discurso encontra coerência nas atitudes.


Quando a ajuda não é oferecida somente para fingir preocupação, agradar ou ser vista, mas porque alguém realmente se importa com o seu próximo.


Talvez o mundo precise de menos demonstrações instantâneas e mais sensibilidades cultivadas em silêncio.


Porque a verdadeira empatia não nasce na necessidade de parecer humano; ela nasce na disposição de reconhecer a humanidade que existe no outro.


E, quando isso acontece, as palavras deixam de ser protagonistas para serem coadjuvantes das ações.


Elas se tornam apenas a extensão natural de um sentimento que já encontrou morada em nosso interior.

⁠⁠Talvez não haja Dor que supere a de beijar a Testa Gelada do nosso Grande Amor num caixão.


Há despedidas que não encontram palavras suficientes.


O silêncio pesa muito mais do que qualquer discurso, e o coração tenta aceitar aquilo que a alma insiste em negar.


Nesse instante, compreendemos que o verdadeiro amor não se mede apenas pelos dias felizes, mas pela imensidão da saudade que fica quando a presença vira memória.


Quem ama de verdade, nunca está preparado para dizer adeus.


Restam as lembranças dos sorrisos compartilhados, das mãos entrelaçadas, dos sonhos construídos e da gratidão por cada momento (com)partilhado.


A morte pode até interromper uma história nesta terra, mas jamais poderá apagar um amor que marcou uma vida inteira.


Hoje, entre lágrimas, medos e saudade, só consigo dizer:


Vá em paz, amor da minha vida, Célia Maria!


E, mesmo com o coração dilacerado, elevo meus olhos aos céus e agradeço:


Gratidão, Pai Eterno, Pai Amado, por ter me emprestado a mulher da minha vida por mais de três décadas.


Que eu tenha forças e hombridade para honrar tudo o que vivemos, e para carregar comigo o legado de amor que ela deixou.


Talvez uma das maiores provas de que o amor existe seja exatamente a tamanha intensidade da dor da despedida.


E, talvez, não haja dor que supere a de beijar a testa gelada da pessoa mais amada da sua vida num caixão.




Vá em Paz, amor da minha vida!

Quase ninguém consegue ser mais Infeliz do que os que esperam a sexta-feira para serem Felizes.


Essa constatação medonha incomoda porque revela uma verdade que muitos preferem ignorar.


Quando condicionamos nossa felicidade à chegada da sexta-feira, estamos, na prática, renunciando a vários dias da nossa própria vida todas as semanas.


Vivemos contando os dias: segunda é um peso, terça uma espera, quarta uma esperança, quinta uma ansiedade…


Então chega a sexta-feira, e depositamos nela a missão impossível de compensar tudo o que deixamos de viver.


Mas nenhuma noite, nenhum happy hour e nenhum fim de semana conseguem preencher o vazio de uma rotina que aprendemos a desprezar.


A Felicidade não pode ser um compromisso marcado apenas para o fim da semana.


Ela precisa encontrar espaço nas pequenas vitórias, nas conversas sinceras, na tranquilidade do café da manhã, no trabalho que faz sentido, no aprendizado diário e até nos desafios que nos fazem crescer.


Quem vive apenas para a sexta-feira está, sem perceber, desejando que a maior parte da própria vida passe depressa.


E desejar que o tempo passe é uma das formas mais silenciosas de desperdiçar a existência.


Que a sexta-feira continue sendo bem-vinda.


Mas que ela seja apenas mais um dia bom em uma vida que vale a pena ser vivida diariamente.⁠

Que a Paz e a Felicidade te abracem tão apertado, ao ponto de quebrar todas as agruras e preocupações.

Porque, no fundo, é disso que todos precisamos: de um abraço que não seja apenas físico, mas na alma.

Um abraço capaz de silenciar o barulho das inquietações, de aliviar o peso das responsabilidades e de lembrar que a vida é muito maior do que os problemas que insistem em ocupar nossos pensamentos.

Vivemos cercados por cobranças, expectativas e pela falsa necessidade de controlar tudo.

Esquecemos que algumas das principais conquistas não podem ser compradas, planejadas ou antecipadas.

A paz nasce quando aceitamos que nem tudo depende de nós.

A felicidade floresce quando aprendemos a enxergar beleza nas pequenas coisas que o cotidiano oferece.

Talvez a verdadeira riqueza esteja em terminar o dia com o coração leve, em cultivar bons encontros, em agradecer pelo que já temos e em seguir confiando que o amanhã trará novas oportunidades.

As dificuldades continuarão existindo, mas elas deixam de ser gigantes quando a serenidade ocupa o lugar do medo.

Que nunca nos falte a coragem de sorrir mesmo em dias nublados, a esperança para recomeçar sempre que necessário e a sabedoria para compreender que a paz não é a ausência de tempestades, mas a certeza de que nenhuma delas é eterna.

E que, quando a vida insistir em apertar, a Paz e a Felicidade consigam apertar ainda mais forte, até que todas as agruras e preocupações se desfaçam diante da força de um coração que escolheu viver com fé, gratidão e esperança.

⁠O grande Amor da nossa vida não é só quem Acelera nosso coração, mas também quem Desacelera nossa cabeça.


Porque amar não deveria ser viver em constante estado de alerta, tentando decifrar silêncios, justificar ausências ou adivinhar sentimentos.


O amor que realmente importa não é aquele que nos deixa presos à ansiedade de saber se somos suficientes, mas aquele que nos oferece a tranquilidade de simplesmente sermos nós mesmos.


Há pessoas que chegam e despertam borboletas no estômago, fazem o coração bater mais forte e transformam dias comuns em momentos inesquecíveis.


Mas existe algo ainda mais profundo: encontrar alguém diante de quem a alma consegue respirar.


Talvez o verdadeiro amor seja menos sobre a intensidade dos primeiros encontros e mais sobre a paz que permanece depois que a euforia passa.


É ter alguém que não alimenta inseguranças, que não transforma afeto em disputa, presença em prêmio ou silêncio em castigo.


É poder descansar no abraço de alguém sem precisar perguntar se amanhã esse abraço ainda estará ali.


Porque paixão pode incendiar.


Desejo pode estremecer.


Encantamento pode nos tirar o chão.


Mas, amor, quando é saudável, também sabe nos devolver ao chão — e permanecer ao nosso lado enquanto recuperamos o equilíbrio.


No fim, talvez o grande amor não seja quem nos faz sentir tudo ao mesmo tempo, mas quem nos ensina que não precisamos sentir medo para sentir amor.


É aquele alguém que acelera o coração quando chega, mas que, quando fica, faz a nossa mente finalmente encontrar silêncio.


E talvez seja essa a forma mais bonita de amar: encontrar alguém que não seja apenas motivo para o coração bater mais forte, mas também razão para a alma descansar.

⁠Felizes são os casais que, ao perderem o sono, encontram a graça de poder tocar a alma um do outro.


Porque há noites em que o corpo pede descanso, mas o coração pede presença.


E, quando duas pessoas se amam de verdade, até a insônia pode se transformar em um daqueles raros momentos em que o silêncio deixa de ser vazio e passa a ser companhia.


É bonito quando, em vez de cada um se virar para o seu lado, existe um olhar que pergunta sem palavras: “Quer conversar?”.


E então surgem confidências, lembranças, medos, planos e sonhos que talvez o barulho do dia nunca tivesse permitido revelar.


Tocar a alma de alguém não exige grandes gestos.


Às vezes, é apenas ouvir sem pressa, acolher sem julgamento, fazer carinho enquanto o outro fala ou permanecer em silêncio, mas deixando claro: “Eu estou aqui”.


No amor, talvez uma das maiores intimidades seja essa: conhecer o que existe por trás dos sorrisos, das certezas e das aparências, e ainda assim escolher permanecer.


Porque dividir uma cama é muito fácil.


Difícil — e até extraordinário — é dividir a vida, os pensamentos, as fragilidades e os silêncios.


E, quando a madrugada chega, o sono vai embora e duas almas permanecem acordadas uma para a outra; talvez não seja uma noite perdida.


Talvez seja a vida lembrando que existem encontros que valem mais do que qualquer hora de sono.

⁠Só não somos mais felizes porque queremos ser mais felizes que os outros — e eles não são tão felizes quanto demonstram.


Talvez uma das principais armadilhas da felicidade seja transformá-la em competição.


A gente olha para a vida do outro e imagina que ele chegou a um lugar onde nós ainda não conseguimos chegar.


Vemos a viagem, o sorriso, a casa, o relacionamento, o sucesso, as conquistas… e, sem perceber, começamos a medir a nossa vida pela régua de uma realidade que conhecemos apenas pela aparência.


Queremos ter mais.


Viver mais.


Conquistar mais.


Ser mais admirados.


E, principalmente, queremos que a nossa felicidade seja maior do que a felicidade de quem está ao nosso lado.


Mas existe uma ironia nisso tudo: muitas vezes, estamos competindo para vencer uma disputa que ninguém realmente está disputando.


Porque quase ninguém mostra suas inseguranças na mesma proporção em que mostra suas conquistas.


Poucos fotografam a solidão, a dúvida, o medo, as noites mal dormidas, os conflitos dentro de casa ou o vazio que aparece quando todos vão embora.


A vitrine quase nunca revela o estoque verdadeiro.


Talvez aquela pessoa que você imagina ter uma vida perfeita também olhe para você pensando que a sua vida é melhor que a dela.


E assim passamos boa parte da existência desejando a felicidade que imaginamos que os outros possuem, enquanto eles fazem exatamente a mesma coisa conosco.


É um desperdício silencioso.


Porque a felicidade deixa de ser uma experiência e passa a ser uma comparação.


Se o outro tem, eu preciso ter também.


Se o outro viajou, preciso viajar.


Se o outro prosperou, preciso prosperar mais.


Se o outro parece realizado, preciso provar que também estou.


E, nessa busca, esquecemos uma coisa essencial: felicidade não é um pódio.


Não existe primeiro lugar.


A felicidade de alguém não diminui a nossa.


O sucesso do outro não é um fracasso nosso.


A beleza de uma vida diferente da nossa não torna a nossa vida menos valiosa.


Talvez sejamos mais felizes quando deixamos de perguntar:


“Estou melhor ou pior que os outros?”


E começamos a perguntar:


“Estou vivendo de acordo com aquilo que realmente importa para mim?”


Porque, no fim, a vida não precisa parecer extraordinária para ser profundamente boa.


Às vezes, felicidade é uma conversa sem pressa...


É ter alguém para ligar.


É dormir em paz.


É poder voltar para casa.


É rir de coisas simples.


É não precisar provar nada para ninguém.


Talvez a verdadeira liberdade seja justamente essa: não precisar que a nossa vida pareça melhor do que a vida de ninguém.


Quando paramos de competir pela felicidade, descobrimos que já havia muito dela por perto.


E talvez seja esse o paradoxo:


Não somos infelizes porque temos pouco.


Muitas vezes, somos infelizes porque olhamos demais para o que os outros parecem ter.


No dia em que compreendermos que quase todos estão apenas tentando parecer bem enquanto enfrentam suas próprias batalhas, a comparação perde força.


E sobra espaço.


Espaço para agradecer.


Para viver.


Para ser quem somos.


Sem plateia.


Sem disputa.


Sem precisar ser mais Feliz que ninguém.

Sinto falta de quando a minha felicidade cabia em duas palavras suas: “bom dia”, “boa noite”, “te amo”.
Era tão simples e, ainda assim, fazia meu coração amanhecer antes do sol.
Eu sorria para a tela, como quem recebia o mundo inteiro em uma pequena notificação.
Hoje, até mudei o som do meu celular.
Não porque deixei de gostar, mas porque nossa história já decorou cada nota dela, na esperança de te ouvir.
E é isso que mais me dói: não sentir falta de nenhuma notificação, nem de momentos extraordinários.
Eu sinto falta do simples: do seu “bom dia”, do seu “boa noite”, do seu “te amo” e do meu sorriso bobo.
Daquelas pequenas mensagens que faziam eu me sentir a pessoa mais feliz do mundo.
Não sinto saudade ou falta de uma mensagem.
Sinto saudades e falta de quem eu era quando ela vinha de você.
Sinto falta e saudades de “você”.

ESPAÇO ENTRE NÓS

A curiosidade virou amizade,
E depois, um amor de verdade.
Pensamentos tão parecidos,
Corações tão bem unidos.

Ele dormia e sonhava,
Acordado, pensava:
Como podemos ser tão iguais?
Com conversas tão legais?

Ela contava sua história,
E o seu dia de glória.
Ele falava dele sim,
Mas não tão interessante assim.

Eles amavam conversar,
Ficavam horas a papear.
Mas isso já não bastava,
Estarem juntos, ele sonhava.

Entre eles, tudo é perfeito,
Só a distância é o defeito.
Mas logo criam o teletransporte,
Que vai levar do sul ao norte.

Agora ele sofre com tristeza e dor,
E pensa como viver esse amor.
Por que tinha que ser assim?
Por que ela tão longe de mim?

Mas, mesmo longe, ele decidiu lutar,
Pois o amor verdadeiro sabe esperar.
Com palavras, carinho e conexão,
Mantém viva essa paixão.

”Alguns torcem contra os Grandes, mesmo sem motivo (além da papagaiada do odio)! É automático! Torcem contra a Coca Cola, contra a Apple, contra a GLOBO, contra os Estados Unidos! E daí? Conseguem nada com essa torcida contra!”
Frase Minha 0010, Criada no Ano 2006

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com