Textos grandes: longos e gigantes para copiar
Que cada querer mais querido seja a próxima página lida, o próximo roteiro de um feliz e largo vivido.
Na escolha, no intenso, na ousadia, nas entranhas, na poesia, na perdição, na calmaria...
De todo modo, que nos ACONTEÇA VIVER!
Alertas da certeza e da gentileza de que somos nós a melodia, a gravidez do ato, somos nós a potência, a autoria da existência, a boniteza sentida, o tamanho e a largueza do passo ...
Somos nós, irremediavelmente, a LIBERDADE E A CORRENTEZA da vida!
O amor...
acho ser esse sentimento que dá grandezas às coisas simples. Que dá beleza aos gestos tímidos, que dá sentidos e claridades aos vagos e pálidos viveres de aí, de aqui...
É isso de sabor da gentileza tocada, da simplicidade beijada, da frivolidade a dois, já tão lindamente, consagrada.
Isso da confluência de querer, da transcendência de pensar, um ser e estar, já tão, intimamente, clareadas.
É namoro de mar e luar. É abraço sem espaços. É encontro, por vezes, sem presenças, é enlace, por sempre, sem tangências.
Amor é valor...
quando lembrança da leveza, quando constância da entrega, quando celebração da espera, quando reverência à chegança do TEMPO em ânsia e sem exitância .
Como não dizer ainda... herança de uma noite, a consagrar de todos os brilhos e delírios, um dia.
Como não dizer, sobretudo, de um SENTIR, emblemadado em canção, versado em paixão, eternizado no irrepetível e raro da emoção.
Sabemos ser amor...
na crescência dos desejos, na sintonia dos sonhos, na completude da entrega, na afinidade única e íntima de um DIÁLOGO. Esse que amadurece, que eleva, que amplia , acolhe e aquece tudo.
Talvez amar seja mesmo isso...
Um encontro entre almas, que se acharam corpos, para renascerem, vidas. Talvez seja mesmo, toda essa intensidade, toda essa amplitude, toda essa profundidade que, pela emoção, vai tecendo e enternecendo um denso e imenso existir.
Esse raro e indecifrável encontro, que acontece pelas esquinas do "acaso" para ser, em duas existências, uma mesma ETERNIDADE.
Ela é a realizadora dos maiores desejos...
Ela é objeto de intrigas, grandes amores e perdições...
Ela é magnífica...
Ela faz sonhar os mais belos sonhos...
Ela provoca e desafia constantemente...
Ela concede prazeres inconcebíveis...
Ela é bela...
Ela é enigmática...
Ela causa enormes sofrimentos...
Ela muitas vezes nos trai...
Ela é vibrante...
Ela nos derruba e em seguida nos ampara...
Ela é obscura...
Ela provoca esperanças, provações e conquistas...
Ela é para uma só vez... (tem quem acredita que sejam muitas outras, mas mesmo assim, querem que a atual dure muito)
Ela pode ser colorida... A minha é cor de rosa...
Ela é a vida...
Em busca de almas que não mais encontro,
Coração anseia por uma amizade verdadeira,
Num espaço que parece ser sempre o desencontro,
Onde a falsidade reina, e a luz é passageira.
Procuro um refúgio onde a alma se reconforte,
Onde o carinho seja mais do que ilusão,
Mas só encontro desalento e uma triste sorte,
Num mundo que me nega paz e compreensão.
Queria encontrar um lar nos laços da amizade,
Onde o afeto humano fosse meu amparo,
Mas as ilusões se desfazem na crueldade,
E o vazio se instala no peito amargo.
Assim, neste mundo de sombras e desgosto,
Perdido entre as névoas da desilusão,
Quem sabe eu morrerei sem o gosto
De pertencer a algum lugar ou coração.
Infeliz e maldito seja todo aquele e aquela egoísta pessoa que me rouba da minha feliz, justa e perfeita insanidade sem ter a verdadeira possibilidade de me dar os eficazes meios de algumas mentiras e curtas confusas possibilidades para que viva pelo menos por algum tempo, feliz.
A torpe felicidade incomoda à muita gente mas a feliz loucura incomoda muito mais.
Na técnica xilográfica para a gravura existe conceitualmente uma grande dúvida,do que é por excelência e comercialmente a verdadeira obra de arte:
É a imagem calcada e prensada à tinta sobre a plataforma do papel seja de arroz ou de outra gramatura ?
Ou é o taco de madeira onde o artista com a goiva e com os estiletes construiu por sulcos entre o altos e baixos a imagem de forma nevrálgica a ser estampada ?
As 3 grandes religiões monoteístas, cristianismo, judaísmo e islamismo, hipocritamente pregam a paz, a tolerância, a compaixão e o amor ao próximo, e da mesma forma, dissimuladamente praticada de fato pela maioria de seus fiéis. Deixando suas marcas atualmente e no passado em guerras, causando banhos de sangue em nome de Deus. Sem religião o mundo seria infinitamente mais pacífico, pois nunca houve guerra e carnificina em nome do ateísmo. Nada pior do que não transformar em atos o que se prega!
(Mário Luiz)
No meu país há grandes riquezas
Há grandes belezas
belezas naturais
belezas que não existe iguais
O meu país é rico por natureza
Há um povo de imensa beleza
não importa a cor ou a condição financeira
ninguém nunca conseguirá acabar com essa riqueza
O meu pais só merece um pouco mais de honestidade
da parte daqueles que dizem ser governantes
mas usam da corrupção com a nossa população
e a eles só resta ser chamados de ladrão
Eu aposto que a grande maioria das pessoas pensam que é só isso, mas eu discordo, AMAR não é mesmo só dizer "eu te amo"...
AMAR é algo muito além disso, é muito mais do que simples palavras, AMAR é carinho, é proteção, é cuidado, é atenção, é compreensão, é estar junto, perto em todos os momentos nescessários e importantes pra quem ama... Ame ->mostre, não simplesmente só fale...
O momento presente está pedindo para mantermos a
consciência de sermos grandes doadores.
Mesmo que os outros não doem, nós deveríamos doar.
Mesmo se alguém não cooperar deveríamos dar respeito.
Ao invés de absorver o que você não gosta em alguém,
deixe seu coração e mente livres para terem bons sentimentos.
Quanto mais você se tornar um doador mais os seus tesouros irão aumentar.
Grandes doadores são como oceanos de misericórdia,
estão sempre transbordando.
Amizade
Centenas de pessoas atravessam a nossa vida diariamente.
Umas passam bem devagar e aproveitam o trajeto ao nosso lado, outras estão sempre correndo e não tem interesse em observar o caminho conosco, e têm aquelas que decidem fazer o mesmo percurso que a gente pelo simples prazer da nossa companhia.
As pessoas que fazem parte da última categoria sabem que nem sempre será prazeroso.
Elas também reconhecem que muitas vezes o caminho será complicado.
Em outras situações irão questionar qual a razão de agirmos de determinada forma enquanto caminhamos.
Mas nunca, em hipótese nenhuma vão achar que o passeio foi em vão.
"Amigo de verdade te leva a sério, te leva no riso, te leva no bico, mas te leva."
Te carrega pra vida toda!
Um dia aprendemos que verdadeiras amizades continuam a crescer, mesmo
distantes.
E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem tem na vida.
Amigos são irmãos que a vida nos deu para caminhar conosco ao longo da
nossa jornada espiritual, continuando quando e onde Deus assim o permitir.
Qualquer relacionamento seja ele
Amizade
Namoro
Casamento
Sobrevive quando ambos
oferecem o seu melhor ao outro.
E para os que não compreendem isso,
O melhor não é só o mais caro, sofisticado,
O que exige sacrifício, que faz loucuras, não
é não O melhor envolve TUDO que faz o outro
se senti bem, confortável e seguro.
Envolve tempo, atenção, o carinho,
respeito, verdade, generosidade,
cumplicidade, gentileza, perdão..
O melhor envolve também o simples
como rirem juntos, brincar, dividir um
pedaço de carne, conversarem horas
sem perceber o tempo passar.
Oferecer o melhor ao outro é um
mantenedor dos relacionamentos.
Um filho nunca será perfeito o suficiente para atingir a pura grandeza de sua Mãe. Mas, será sempre perfeito aos seus olhos.
Porque Mãe e filho se completam. Preenchem-se num espaço único. Cabem em um só.
Refletem entre si compartilhando do mesmo corpo, do mesmo sangue, da mesma respiração.
Suas dores e alegrias não se somam. São as mesmas. São únicas e não conseguem nunca ser incompatíveis.
Não há melhor abraço, melhor carinho, melhor acolhimento.
Não há maior amor, maior compreensão, maior respeito.
São feitos em um ciclo harmônico e recíproco. O filho nasce para Mãe. A Mãe nasce para ter o filho. E são o mundo e a vida um para o outro.
E Mãe nasce duas vezes.
Pois, não há vida de mãe que não renasça junto ao nascimento de seu filho. Muda-se a razão de sua própria existência.
O seu filho será sempre a imagem pela qual buscarão os seus olhos, a voz que buscarão os seus ouvidos. Será aquele de quem sempre se ocuparão seus pensamentos.
Amor entre Mãe e filho é incondicional.
É o amor pronto. Acabado em si mesmo. É um amor que não espera em exigências, porque ele tudo acolhe, tudo compreende, tudo aceita, de tudo se satisfaz.
E não é cego. É o amor que mais enxerga, o que vê através de tudo. E por isso mesmo é o mais sincero e verdadeiro, porque nele há a certeza da pessoa que se ama, e a certeza de que o ama mesmo assim.
E quando separados pela distância, Mãe e filho se perfazem na maior expressão de saudade, porque longe um do outro são incompletos, e a saudade passa a ser até de ‘si mesmo’.
Mas, seus caminhos nunca se afastam. São traçados lado a lado, pois não há distância que os impeça de se acompanharem.
E não importa quão longe caminhe um filho, ele nunca encontrará outro lugar que sempre poderá voltar assim como sempre o poderá para os braços de sua Mãe.
É o colo que sempre lhe cabe, os braços que sempre o alcançam, e o coração que sempre o ama.
É o amor que exala sem nem precisar ser dito. É uma paixão que o aquece como fonte de vida.
Os filhos devem agradecer às Mães por ter-lhes dado a vida. Devem agradecer às Mães por viverem com eles, para eles e por eles.
Mãe e filho. Uma só vida. Um só sentimento. Uma só razão.
Ninguém pode nos fazer felizes ou infelizes, somente nós mesmos é que regemos o nosso destino
As estradas que nos levam à felicidade fazem parte de um método gradual de crescimento íntimo cuja prática só pode ser exercitada pausadamente, pois a verdadeira fórmula da felicidade é a realização de um constante trabalho interior.
Ser feliz não é uma questão de circunstância, de estarmos sozinhos ou acompanhados pelos outros, porém de uma atitude comportamental em face das tarefas que viemos desempenhar na Terra.
Nosso principal objetivo é progredir espiritualmente e, ao mesmo tempo, tomar consciência de que os momentos felizes ou infelizes de nossa vida são o resultado direto de atitudes distorcidas ou não, vivenciadas ao longo do nosso caminho.
No entanto, por acreditarmos que cabe unicamente a nós a responsabilidade pela felicidade dos outros, acabamos nos esquecendo de nós mesmos. Como consequência, não administramos, não dirigimos e não conduzimos nossos próprios passos. Tomamos como jugo deveres que não são nossos e assumimos compromissos que pertencem ao livre-arbítrio dos outros. O nosso erro começa quando zelamos pelas outras pessoas e as protegemos, deixando de segurar as rédeas de nossas decisões e de nossos caminhos.
Construímos castelos no ar, sonhamos e sonhamos irrealidades, convertemos em mito a verdade e, por entre ilusões românticas, investimos toda a nossa felicidade em relacionamentos cheios de expectativas coloridas, condenando-nos sempre a decepções crônicas.
Ninguém pode nos fazer felizes ou infelizes, somente nós mesmos é que regemos o nosso destino. Assim sendo, sucessos ou fracassos são subprodutos de nossas atitudes construtivas ou destrutivas.
A destinação do ser humano é ser feliz, pois todos fomos criados para desfrutar a felicidade como efetivo patrimônio e direito natural.
O ser psicológico está fadado a uma realização de plena alegria, mas por enquanto a completa satisfação é de poucos, ou seja, somente daqueles que já descobriram que não é necessário compreender como os outros percebem a vida, mas sim como nós a percebemos, conscientizando-nos de que cada criatura tem uma maneira única de ser feliz. Para sentir as primeiras ondas do gosto de viver, basta aceitar que cada ser humano tem um ponto de vista que é válido, conforme sua idade espiritual.
Para ser feliz, basta entender que a felicidade dos outros é também a nossa felicidade, porque todos somos filhos de Deus, estamos todos sob a Proteção Divina e formamos um único rebanho, do qual, conforme as afirmações evangélicas, nenhuma ovelha se perderá.
É sempre fácil demais culparmos um cônjuge, um amigo ou uma situação pela insatisfação de nossa alma, porque pensamos que, se os outros se comportassem de acordo com nossos planos e objetivos, tudo seria invariavelmente perfeito. Esquecemos, porém, que o controle absoluto sobre as criaturas não nos é vantajoso e nem mesmo possível. A felicidade dispensa rótulos, e nosso mundo seria mais repleto de momentos agradáveis se olhássemos as pessoas sem limitações preconceituosas, se a nossa forma de pensar ocorresse de modo independente e se avaliássemos cada indivíduo como uma pessoa singular e distinta.
Nossa felicidade baseia-se numa adaptação satisfatória à nossa vida social, familiar, psíquica e espiritual, bem como numa capacidade de ajustamento às diversas situações vivenciais.
Felicidade não é simplesmente a realização de todos os nossos desejos; é antes a noção de que podemos nos satisfazer com nossas reais possibilidades.
Em face de todas essas conjunturas e de outras tantas que não se fizeram objeto de nossas presentes reflexões, consideramos que o trabalho interior que produz felicidade não é, obviamente, meta de uma curta etapa, mas um longo processo que levará muitas existências, através da Eternidade, nas muitas moradas da Casa do Pai.
Ninguém pode nos fazer felizes ou infelizes, somente nós mesmos é que regemos o nosso destino
As estradas que nos levam à felicidade fazem parte de um método gradual de crescimento íntimo cuja prática só pode ser exercitada pausadamente, pois a verdadeira fórmula da felicidade é a realização de um constante trabalho interior.
Ser feliz não é uma questão de circunstância, de estarmos sozinhos ou acompanhados pelos outros, porém de uma atitude comportamental em face das tarefas que viemos desempenhar na Terra.
Nosso principal objetivo é progredir espiritualmente e, ao mesmo tempo, tomar consciência de que os momentos felizes ou infelizes de nossa vida são o resultado direto de atitudes distorcidas ou não, vivenciadas ao longo do nosso caminho.
No entanto, por acreditarmos que cabe unicamente a nós a responsabilidade pela felicidade dos outros, acabamos nos esquecendo de nós mesmos. Como consequência, não administramos, não dirigimos e não conduzimos nossos próprios passos. Tomamos como jugo deveres que não são nossos e assumimos compromissos que pertencem ao livre-arbítrio dos outros. O nosso erro começa quando zelamos pelas outras pessoas e as protegemos, deixando de segurar as rédeas de nossas decisões e de nossos caminhos.
Construímos castelos no ar, sonhamos e sonhamos irrealidades, convertemos em mito a verdade e, por entre ilusões românticas, investimos toda a nossa felicidade em relacionamentos cheios de expectativas coloridas, condenando-nos sempre a decepções crônicas.
Ninguém pode nos fazer felizes ou infelizes, somente nós mesmos é que regemos o nosso destino. Assim sendo, sucessos ou fracassos são subprodutos de nossas atitudes construtivas ou destrutivas.
A destinação do ser humano é ser feliz, pois todos fomos criados para desfrutar a felicidade como efetivo patrimônio e direito natural.
O ser psicológico está fadado a uma realização de plena alegria, mas por enquanto a completa satisfação é de poucos, ou seja, somente daqueles que já descobriram que não é necessário compreender como os outros percebem a vida, mas sim como nós a percebemos, conscientizando-nos de que cada criatura tem uma maneira única de ser feliz. Para sentir as primeiras ondas do gosto de viver, basta aceitar que cada ser humano tem um ponto de vista que é válido, conforme sua idade espiritual.
Para ser feliz, basta entender que a felicidade dos outros é também a nossa felicidade, porque todos somos filhos de Deus, estamos todos sob a Proteção Divina e formamos um único rebanho, do qual, conforme as afirmações evangélicas, nenhuma ovelha se perderá.
É sempre fácil demais culparmos um cônjuge, um amigo ou uma situação pela insatisfação de nossa alma, porque pensamos que, se os outros se comportassem de acordo com nossos planos e objetivos, tudo seria invariavelmente perfeito. Esquecemos, porém, que o controle absoluto sobre as criaturas não nos é vantajoso e nem mesmo possível. A felicidade dispensa rótulos, e nosso mundo seria mais repleto de momentos agradáveis se olhássemos as pessoas sem limitações preconceituosas, se a nossa forma de pensar ocorresse de modo independente e se avaliássemos cada indivíduo como uma pessoa singular e distinta.
Nossa felicidade baseia-se numa adaptação satisfatória à nossa vida social, familiar, psíquica e espiritual, bem como numa capacidade de ajustamento às diversas situações vivenciais.
Felicidade não é simplesmente a realização de todos os nossos desejos; é antes a noção de que podemos nos satisfazer com nossas reais possibilidades.
Em face de todas essas conjunturas e de outras tantas que não se fizeram objeto de nossas presentes reflexões, consideramos que o trabalho interior que produz felicidade não é, obviamente, meta de uma curta etapa, mas um longo processo que levará muitas existências, através da Eternidade, nas muitas moradas da Casa do Pai.
No dia de hoje poderemos ser colocados frente a um dos grandes desafios ao nosso desenvolvimento individual: a escolha do amor.
Não se trata simplesmente de escolher entre pessoas, mas uma reflexão sobre valores.
Nossas escolhas refletem quem queremos ser, e não podemos escapar das consequências.
Se até hoje o resultado de nossas escolhas não nos agradaram, não adianta culpar o destino ou os outros, precisamos refletir sobre a qualidade dos valores que tínhamos ao decidir pelo que decidimos.
Por isso, hoje aproveite para analisar com mais atenção e carinho as ideias que andam influenciando suas escolhas, e não se deixe levar pelas compulsões dos instintos e carências.
Uma coisa importantíssima que nós temos que saber para sermos mais felizes é que nós não vivemos num mundo perfeito, porque nós não somos perfeitos e nem as pessoas que convivem conosco. Por isso o nosso dia-a-dia está cheio de problemas de relacionamento, enganos, pequenas maldades, imperfeições...
É natural que, quando isso nos acontece, fiquemos sentidos. Mas depois temos que ter maturidade suficiente para digerir essas coisas, ter bom discernimento, levantar nossas cabeças e olhar sempre para a frente, sem se importarmos demais com esses enganos.
Se deixarmos que essas coisas se instalem dentro de nós, dentro do nosso coração, envenenando o nosso Ser, nós, que já estávamos sentidos, ficaremos ressentidos...
Se alimentarmos esses ressentimentos dando argumentos, justificando, começaremos a ficar envenenados por dentro em relação à muitas pessoas, começando por perder a capacidade de amar, confiar e perdoar.
Se permitirmos que hoje nossos sentimentos se transformem em ressentimentos, amanhã irá se transformar em rancor. Depois de amanhã, este rancor dominará o nosso interior, transformando-se num monstro invisível...e, dentro de pouco tempo, irá se transformar em ódio. É muito importante percebermos esta lógica do coração humano, para que possamos evitar e, mais importante ainda, nos construirmos à Imagem e Semelhança de Deus, encontrando motivos para sermos verdadeiramente felizes...
Feridas, mágoas, ressentimentos, arrependimentos, tristezas...Tudo isso faz parte da Vida, mas não nos impede de continuar vivendo e sonhando. O correto é aprendermos com cada situação, aceitarmos que ninguém é perfeito, e mostrarmos para o mundo que tudo vale a pena. É preciso acreditar no lado bom das coisas. É preciso lutar e, às vezes, se ferir para sermos felizes de verdade. Com o tempo, as feridas se fecham, as mágoas se apagam, os ressentimentos viram perdão e as tristezas virarão apenas lembranças...
Muitos de nós, quando escolhemos pessoas para ter ao nosso lado, seja em amizades ou em relacionamentos românticos, buscamos aquelas com menos erros e defeitos, porque fomos levados a acreditar que a vida é mais feliz quando estamos com pessoas “perfeitas”.
O que deixamos de considerar é que não existe nenhum ser humano perfeito, todos temos forças e fraquezas, características boas e ruins e, muitas vezes, uma pessoa que aparenta ser exatamente aquilo que procuramos, pode ser a escolha mais errada que já fizemos na vida.
Se quisermos escolher pessoas realmente boas para termos ao redor, que agregarão em nossas vidas, não devemos buscar perfeição, mas sim caráter.
Beleza se vai, dinheiro se perde e sorte muda de lado. No final das contas, o que realmente permanece com cada um de nós são os nossos valores e aquilo que fizemos de bom para o mundo.
Quando colocamos a perfeição, seja ela em qual for, como uma prioridade em nossos relacionamentos, viveremos sempre frustrados e sozinhos, reclamando de como as coisas nunca dão certo, e como todas as outras pessoas em nossas vidas parecem ter encontrado alguém para ter ao seu lado, menos nós.
A verdade é que ninguém tem um relacionamento perfeito. Não existem pais perfeitos, filhos perfeitos, parceiros perfeitos. O que existem são pessoas que, mesmo com toda a sua imperfeição, são capazes de fazer nossos mundos muito mais felizes.
Não importa quão pacífica a vida de outra pessoa pareça, tenha certeza de que ela também discute e sofre de incompatibilidades com as pessoas ao seu redor.
A vida realmente começa a fazer sentido quando adquirimos a sabedoria de que ao invés de tentar mudar as pessoas que temos por perto, a menos que se trate de um relacionamento tóxico, devemos mudar a nós mesmos e a nossa forma de enxergar tudo o que nos acontece.
Os defeitos sobre os quais reclamamos em algumas pessoas ao nosso redor podem se tornar as características que mais sentiremos falta quando elas não estiverem mais em nossas vidas. A perfeição é uma questão de perspectiva, e quando aprendemos a aceitar que as falhas fazem parte de todas as pessoas que amamos, encontramos sempre um bom motivo para mantê-las ao nosso lado.
Espere perfeição de coisas, não de pessoas. Para sermos felizes, não precisamos estar perto de pessoas que nunca erram, mas de pessoas que, mesmo em seus erros, nos mostram que a vida é melhor ao seu lado.
Portanto, quando for escolher as pessoas que deseja ter em sua vida, não busque pessoas perfeitas, porque elas não existem. Busque pessoas que fazem o seu mundo mais feliz. Dessa maneira, você nunca errará!
Aprendemos sobre amizade com pessoas que nunca cultivaram amigos.
Aprendemos sobre relacionamento com pessoas que cultivam relacionamentos fracassados.
Aprendemos sobre sucesso com pessoas que se consideram fracassadas.
Aprendemos sobre fé com pessoas que julgam e punem.
Aprendemos sobre riqueza com pessoas falidas.
Aprendemos sobre coragem com pessoas que vivem com medo.
Aprendemos sobre liberdade com pessoas que vivem presas á opinião dos outros.
Aprendemos sobre virtude com os mentirosos.
Você não consegue ver? Está tudo errado!
Quem nos ensinou errado, aprendeu errado. E sofre como você.
É você quem deve quebrar todas essas falsas crenças, falsos conceitos que lhe foram impostos e criar os seus próprios conceitos sobre tudo.
Seja um questionador, seja o diferente do grupo.
Você já viu um grande grupo se iluminar? Não! Porque a iluminação só pode ser atingida na individualidade.
Não seja o igual. Não seja mais um infeliz!
Descubra quem é você de verdade e curta essa pessoa incrível que está aí dentro, sob camadas e camadas de conceitos errados de outras pessoas.
Leia, duvide, questione e recrie as “regras”. Viva com base nas suas próprias normas.
Seja a ovelha azul da família! Simplesmente seja! Seja feliz!
