Textos Fortes Morte
Ser Chauffeur… triste a sina.
Ser Chauffeur! Sorte dura, mau labôr,
Que traz a vida à morte acorrentada.
E quanta vez , já alta madrugada.
Vê levantar do sól todo ’splendôr.
E segue, estrada fora, sem temor
Ao p’rigo de qualquer uma cilada.
Da sua vida; alegre e acidentada.
É o chauffeur o próprio jogador.
Quem sabe se ele um dia virá a ser,
No meio dos perigos porque passa,
O assassino de um filho a quem adora.
É dos que, trabalhando sem temer
Para ganhar o pão, tem a desgraça
De ter consigo morte a toda a hora
Nicola David Júnior - 1905
A morte.
Como a lágrima que cai do céu, minhas lágrimas passeiam pelo meu rosto denotando um sentimento omisso, que com palavras não sou capaz de descrevê-lo.
Minha alma grita por socorro, mas ninguém é capaz de me ouvir.
Meu corpo estremece no instante de um breve e significativo movimento.
Deitada entre quatro paredes, apenas sinto o chão gelado tocando em minhas costas.
Meu ar tenta me sufocar, meu coração não mais quer bater, minha mente não mais responde.
Sentimentos são esquecidos , momentos apagados, e pessoas jamais lembradas.
A luz se apaga, nada mais vejo, agora apenas durmo num sono profundo.
Ditado popular; se a morte for descanso quero viver
cansado. Reflita e lembre-se quanto maior a velocidade
maior é a probalidade de acidente; e mais rápido
chegará a sepultura. Procure se aperfeiçoar no que
pretende fazer e faças com fé e cadencia. Procures
planejar melhor, e entenderá o porque que a pressa é
inimiga da perfeiçâo. Seja consciente e lembre-se todos os frutos sâo conhecidos e reconhecidos nas boas açôes.
Os olhos de Ruth Cardoso
Soube com tristeza, pela televisão, da morte de Ruth Cardoso. Ela sempre transmitiu uma grande distinção e serenidade em suas aparições públicas, e quem a conheceu pessoalmente creio que também tinha a mesma impressão.
Os comentaristas acentuam o seu papel na criação do Comunidade Solidária, assunto que nunca acompanhei direito. De qualquer modo, ela foi muito mais do que uma “primeira-dama” (termo que detestava) ao lado do presidente, mas parecia ao mesmo tempo estar constantemente ao lado de Fernando Henrique e no seu espaço próprio, independente.
Para levar este post a um extremo de subjetividade, acho que havia algo muito próprio no olhar de Ruth Cardoso, e no seu tom de voz: ela parecia encarar os entrevistadores, as câmeras, não sei se com bondade, mas certamente com compreensão; não uma compreensão intelectual, ou política, mas compreensão humana mesmo. Atrás dos óculos grandes, os olhos escuros diminuíam um pouco, mas tinham algo de doce, sem ser sedutor: eu sentia certo conforto ao vê-los, mesmo na TV. Tinham, sei que a palavra é estranha, uma grande maciez.
Talvez eu imagine o quanto de compreensão, de perdão mesmo, ela teve de ter com Fernando Henrique ao longo da vida. Mas quantas mulheres não acabam desenvolvendo esse traço de caráter? Acostumam-se, quando não brigam de vez, a encarar o marido como uma espécie de menino crescido, que de vez em quando chega arranhado das brigas de rua, e se entrega fanaticamente à sua coleção de bolinhas de gude...
Mas é claro que, sendo intelectual, professora, e tendo vivido durante o nascimento e o apogeu do feminismo, ela soube viver a própria vida, sem a passividade das antigas esposas de presidentes, de homens de negócios etc.
Foi um fator muito importante para que ela não fosse uma deslumbrada com o poder. Imagino também que sabia, desde moça, que Fernando Henrique haveria de ser presidente (dizem que ele tinha certeza disso já na juventude). Sem deslumbramento nem arrogância, Ruth Cardoso mostrou, sobretudo, que na simplicidade está o segredo da distinção.
O TRAPÉZIO DA MORTE!
Subir no alto do picadeiro Dante a sua espera o trapézio
Coligida ao mesmo dá seu impulso ao ar do outro lado
A candidez da morte a sua espera com as mãos estendida
E ela tantalizada pelo balouçar do trapézio que se faz
Mais e mais perto ao alcance das mãos frias e ambrosiacas
Na fascinação cabelos revoltos ela e a morte se entrelaçam num grande
Salto mortal, a morte em seu vento frio entra magistral e pontual.
Segurando o espírito dela, que jaz na sua imobilidade solene.
É por que é
A morte é o incansável e eterno fato
Atrevo-me ainda a falar que é o verdadeiro fato
Atrevo-me mais ainda
A falar que, não que a admire
Porem que a entendo
Não que seja bonita
Mais necessária
- não a temo!
Ela é absoluta e inebriante
Toda via, com sua dor
Ela trás beleza e sentido
Ela é amante
Sem ela nada faria sentido
Em nada haveria beleza
Sem ela não haveria crenças
Sem ela tudo seria certeza
Imortalidade não me agrada
Se existisse
Me embriagaria – amarga
Desamores, descrenças
Tudo aceito, tudo prata
Sem presenças
-Ó Linda morte horrível
Amante insensível
Que com sua flecha
Dura pálida e invisível
Da beleza as coisa e sentido ao impossível. 14/11/2006
Quando penso na morte.
Quando penso na morte, tento imaginar como seria a minha. Será que vou morrer de velhice, com alguma doença, em algum acidente? Será que vou sentir muita dor, será que vou sofrer muito, ou será que vou dormir, me anestesiar e apagar, como se fosse uma energia que acaba de repente?
Existem muitos conceitos do que há depois da morte... Qual será o certo? Afinal, não me lembro de ter morrido outras vezes, não me lembro de outras vidas, de outras passagens, de outro começo.
Isso tudo parece muito esquisito, mas quem nunca pensou nisso? Todos nós pensamos em morte e em como vamos morrer. Todos nós temos medo de morrer antes de realizarmos nossos desejos, concretizar os nossos planos, criar os nossos filhos, antes de conhecer nossos netos, antes de voltar a falar com aquela pessoa que não falamos há tempos, antes de dizermos obrigada para um grande favor que nos fizeram, antes de aproveitar tudo! Pensamos em como nossos entes queridos sentirão nossa falta, como eles poderão sofrer, como eles vão ficar, principalmente se tivermos alguém que depende muito de nós.
Realmente a vida é muito curta e quando paramos pra pensar que estamos sujeitos a morrer em qualquer hora, em qualquer dia, em qualquer segundo, vemos o quanto é valioso poder estar vivo e com saúde. É valioso cada momento de nossas vidas, cada palavra, cada imagem, cada namorado, cada esforço para qualquer desejo. Tudo o que temos é o agora, porque o amanhã eu não sei te dizer o que acontecerá. Fazemos planos, é lógico, porque somos animais racionais e podemos criar nosso futuro baseado nas nossas metas e desejos. No entanto, o futuro é algo abstrato e imprevisível. O agora, não. Ele é real, ele é o que está acontecendo independente de planos. Agora estou escrevendo esta crônica (bom, pelo menos espero que isso seja uma crônica, ou algo parecido), mas não sei o que eu estarei fazendo, daqui a pouco. Pretendo, ir para minha casa, mas pode acontecer algum imprevisto, o ônibus pode enguiçar e eu chegar duas horas depois do que eu planejava, posso encontrar com alguém que não vejo há muito tempo e parar para tomar um chopinho, de repente até mudar de destino (afinal, não estou com muita vontade mesmo de ir pra casa). Enfim, somos imprevisíveis, ou melhor, a vida é imprevisível e não podemos controlá-la inteiramente. Podemos fingir que temos controle sobre ela, mas não é bem assim que as coisas funcionam. Somos interrompidos às vezes por um maldito telefonema (depois que inventaram o celular, não temos mais sossego) e já era aquele planejamento que talvez fizemos há dias, ou há meses...
Às vezes fico pensando que seria interessante saber o nosso futuro, com quantos anos vou casar, com quantos terei filhos e quando será a minha grande vitória profissional, quando vou morrer e de quê eu vou morrer. Mas, logo desisto, pois que graça haveria? Somos tão ignorantes que não sabemos o porque não sabemos do nosso futuro. Como diz a música: “É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã, porque se você parar pra pensar, na verdade não há".
Assim vamos vivendo, aprendendo, errando, corrigindo (ou tentando corrigir), curtindo, até que um dia a morte na certa nos virá. Virá para todos; sejamos pobres, ricos, negros, brancos, bonitos, feios, novos, velhos... Morreremos um dia. E não adianta dizer que não curtiu, que não viveu, que não conseguiu, porque tivemos a oportunidade. Tivemos a vida nas nossas mãos e se não aproveitamos, isso foi um mero descuido e uma total ignorância dos fatos... Não soubemos aproveitar o agora, um sorriso, um olhar, um beijo, um abraço, um emprego, o dinheiro...
PENUMBRA
Por onde andas a vida?
Só consigo ver a morte
Só vejo o escuro
Não consigo ver a luz, pois ela me machuca.
Eu vivo tão assim
Muito mais pra lá
E muito menos pra cá
Por onde andas a velha busca
Por onde anda o novo encontro que barra o nosso encanto
Será que é pelos cantos
Lá onde há tantos prantos
Somos, vamos
Não sei o que e nem pra onde
Que isso não me espante
Ou me aponte o caminho dos moinhos longínquos errantes.
Vazio...
o tempo preocupa meu coração
viver é morte na solidão
gostaria de ser enfim desafiada
sentir algo que não fosse vazio o nada
sempre triste a alma atrelada
decepções,razões de ser amada
fugas movimentam lágrimas
esconderijos não existe,sinto-me acuada
confuso são os cinco sentidos
indiferença é o código do conflito
natureza é grosseiramente contrariada
O que vem a ser a morte depois da vida, ou talvez o que vem a ser a vida depois da morte?
Será que alguém ou algum ser humano pode saber e entender sobre este mistério tão presente em nossa existência?
Quem pode imaginar o que acontece depois que partimos ou o que estava acontecendo antes de chegar-mos a este mundo.
Não sabemos onde estávamos antes de chegar aqui e não sabemos para onde vamos depois que não mais estivermos aqui.
Tudo que podemos saber e ter a certeza é que estamos aqui e aqui não ficaremos.
Sabemos que somos sementes nascemos crescemos deixamos frutos, mas nenhuma semente, nenhum fruto teu será você cada um de nós somos frutos únicos e cada semente é uma semente ainda que a matriz conceda duas sementes, cada semente será uma única semente com vontade e pensamento próprio.
†a morte e os demonios †
estou vivendo na escuridão
trancado no escuro
meu espirito se encontra
no vazio e na solidão.†
†não tenho boas lembranças
do dia em que nasci
até os dias de hoje
sou perseguido pela morte†
†não vejo nada de bom
sou 666% maldade
quando olho para o céu
só vejo a morte e os demõnios que me vigiam.†
†já me acostumei não me importo até gosto
o unico lugar a onde me cinto bem é no cemiterio
adoro aquele lugar é pra lá que vou
para um tumulo escuro e friu†
†não tenho amigos é só eu e a escuridão
as pessoas que pensam que me conhecem
não,não me conhecem nem 1 terço
do que elas pensam que me conhecem†
†espero encomtrar alguem que me comprienda ou esperar o doce e sombriu beijo da morte.†
Qual a diferença de uma coisa, e a outra? Reflita.
Vamos refletir juntos.Exemplo vida e a morte.SE não
sabes da vida jamais entenderá que, dentro da vida
não á lugar para a morte.Propague a páz assim fazen-
descobrirá que a vida é eterna,e que a morte foi ven-
cida. Alegre-se relita.Seja util e entenderá.
Titulo: Carteira assinada
"Será que a vida se resume na morte?
deveriamos morrer em cada esquina,ou em cada decepção?
Sonhos sempre vêm mas nunca se materializam; ja que toda vez que um sonho vira matéria.
Ele não importa mais..!
A vontade de gritar se reprime para não nos sentirmos envergonhados, mas praquê ter vergonha?
Se todos cheiram a puz.!
Escroto..o esbosso da alma daqueles que procuram o que nunca queriam ter!
O homem que ergue arranha céus,,,mal pode andar.
A velha esclerosada,simplesmente tem a lucidez ,que nós esclerosados não conseguimos ter.
A limpeza é feita com tanta raiva,que se entrega ao ódio e acaba limpo por um preço.
Ninguem é nada mais do que um preço,nao conseguimos ser nada mais do que uma mentira.
A PROCURA
Há que ser
Do meu pensar
A dor
Que aflora
Da carne pútrida
A Morte
Os vermes inumanos
Vorazes cumprem
A sina prescrita
Por poderoso Senhor...
Alegra-me saber que o invólucro
Abrigo de meu Espírito
É embalagem descartável
Veículo de interação
Aqui na Terra
E que a ela
Tornará em pó
Enquanto a Alma voará
Espaços livres
Eternamente
Buscando nova morada
Reencarnando aqui
E acolá
Vivenciando a dádiva divina
Do existir perene
Driblando a Dor
Senhora dos Males
Buscando o Amor
Pelo Infinito...
NELSON VITOR PEREIRA
Publicado no Recanto das Letras em 16/04/2007
EM SONHOS,EM ONDAS
SEM CONTROLE
ALMA,VIDA,ANJOS,MORTE
ALÉM DA COMPREENSÃO
EM SONHOS,EM ONDAS
SOMOS IRREAIS
ALÉM DA COMPREENSÃO
EM ONDAS,IMAGINAÇÃO
NÃO HÁ NADA ALÉM DE BELOS SONHOS
SONHOS E PESADELOS,PARA QUE POSSA VIVENCIAR
NÃO HÁ COMO ACORDAR
O SONHAR É UM SONHO
REALIDADE É O IRREAL
UMA CHANCE DE SONHAR
UMA CHANCE PRA SORRIR
SOMOS PUROS,MAS NOS ESQUECEMOS
A VIDA É O SONHO
E A REALIDADE É O IRREAL...
A morte é além de cruzar o mundo, como amigos fazem nos mares; Vivem dentro um do outro.
Para eles as necessidades devem estar presentes, esse amor é viver naquele que é Onipotente.
Neste vidro/espelho divino, se vêem cara a cara; e suas conversas são livres, assim como puras.
Este é o conforto dos amigos, que pensavam que poderiam
morrer, ainda sua amizade e sociedade são, no melhor sentido, sempre presente, porque é imortal.
Morte Prematura
Eu pensei muito em você.
Pensamentos direcionados a um amor que eu nunca tive.
Que eu muito sonhei e idealizei.
Estava me ilundindo.
Sofrendo calado
Resolvi te esquecer.
Não quero mais te ver.
Vou esquecer esta vontade louca de esta contigo.
Tenho que desaparecer.
Vou me esconder.
Tenho que ter esta ferida sarada
Se não dela eu vou morrer.
Amor te A morte Amor te amor
Tem morte morrida, morte matada.
Tem morte sofrida, morte chorada.
Tem morte furada, morte por nada.
Tem morte contida, morte cantada.
Tem morte bonita, morte maldita.
Tem morte aflita, morte que grita.
Tem morte indecisa, morte que alisa.
Tem morte que é cinza, morte Maisa.
Tem morte que afronta, morte que aponta.
Tem morte que espanta, mortes tantas.
Tem morte chinfrim, morte assim.
Tem morte ruim, morte de mim.
Tem morte que ensina, a vida é uma sina.
Tem morte que canta, a vida é tão bela.
A morte te avisa que a vida é precisa.
A morte nos leva pois a vida é dela.
GULA DE VIDA
Nossa gula de vida
dispensa a ração da morte
pois deseja como cardápio
um banquete de esperança
Nossa gula de vida
dispensa egoísmo e solidão
pois deseja como cardápio
paz de espírito e comunhão
Nossa gula de vida
dispensa brutalidade
pois deseja como cardápio
educação e sensibilidade
Nossa gula de vida
dispensa pontapés e bate-boca
pois deseja como cardápio
cafuné e beijo na boca
No campo de batalha é vida ou morte, você joga os dados e aceita a sorte.
A vida é assim, o mundo age assim, mas todo mundo sabe que tudo tem um fim.
Acreditar no jogo é um mistério, mas correr atras dos sonhos é um proverbio.
A luta que perdemos os sonhos que esquecemos, hoje o mundo não é mais como queremos.
Esperamos um Herói, mas esquecemos de ser UM.
Queremos a vitória, mas não queremos uma derrota.
O engraçado é que o mundo amanhã poderá ser melhor.
Os nossos sonhos poderão voltar e a dor não mais será uma mera diversão.
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