Textos Engraçados sobre a Vida

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Quando a vida não der mais prazer,
Quando o sol não brilhar para você,
Quando tudo chegar a dizer não para você...
Quando uma lágrima rolar
E o seu pranto alguém escutar,
Se lhe pedirem para estender a mão, é só ir...
Eu vejo o mundo ao meu redor,
Eu olho as nuvens que passam no céu.
O tempo, como fumaça, se vai
Para não mais voltar.
Quem dera eu e você,
Uns dias destes, andando por aí,
Pudéssemos encontrar o amor
Para nos fazer feliz.
E o nosso pranto secaria,
Solidão não mais haveria,
A alegria estaria em nós.
Quem dera eu e você
Se importasse mais com o amor...

DISCURSO SOBRE AS AMENIDADES DA VIDA


Repensar a vida é fazer escolhas entre razão e emoção!
Vivemos neste dualismo de consequências de erros e acertos.
As escolhas nos colocam, de certo modo, em momentos da vida, em standby!
Pensar é um exercício da mente humana, mesmo que ela insista em não enxergar seus contrapontos.
O delinear do caminho nos mostra imensas diversidades ou adversidades. Há um mundo com imensas possibilidades, e as probabilidades, nós quem as tornamos exatas.
O corpo e a mente, usamos como ferramentas no dia a dia, e com elas nos mostramos ao mundo. Podemos fazer destas ferramentas bom uso ou não; cabe às escolhas que iremos fazer!
A vida é um jogo de perde e ganha. Os dados são lançados todos os dias, e a "sorte" se mostra nas oportunidades de quem as fez, durante o caminho!
O impacto das coisas que transitam ao nosso derredor nos afirma, no fim de algumas observações, que o projeto de vida precisa ser meticulosamente articulado, pois nada do que se projeta é 100% certo de acerto!
Vivemos em um mundo transitório e mutável. Ontem era aquilo, hoje já é isto...
Largar mão da vida, e entregar este projeto a terceiros, é se ausentar das responsabilidades impostas, adquiridas ou feitas.
O que as pessoas veem em nós não é realmente o que pensam que veem. Então, afinal de contas, o porquê das observações do texto?
Será melindre? Pensamento retórico? Ou estupidez?
Rousseau defendia que os homens nascem bons, mas, em contato com a sociedade que é má, tornam-se igualmente maus.
Hobbes defendeu que o homem nasce mau, com instintos de sobrevivência, e que, devido a tais instintos, é capaz de fazer qualquer coisa. Para Hobbes, a sociedade tem o papel de educá-lo, de humanizá-lo, de torná-lo sociável.
Diante de tais perspectivas, fico com um pé quase que fincado na ideia de que nascemos como papel em branco e a sociedade nos influencia, impondo suas regras, tradições e manejos, para nos moldar do jeito que ela quer! Há os que tentam ir contra, mas moralismo, ética e tendências não partem de um indivíduo, e sim da sociedade, que com o passar dos séculos, sempre muda seu comportamento!
Como diria Jean Paul-Sartre: "O inferno são os outros."

ENGESSAR A VIDA ATRAVÉS DA ESTUPIDEZ E DO MEDO


O estúpido que tem medo não está sendo estúpido por falta de informação;
ele é estúpido porque escolheu o medo como identidade.


Você pode trazer gráficos, estudos, testemunhos, lógica cristalina,
pode alinhar os fatos como soldados em perfeita ordem;
ele vai olhar para tudo isso e ver apenas mais uma ameaça disfarçada.
Porque o medo dele não mora na cabeça.
Mora no peito, na barriga, naquele lugar escuro onde a razão não tem chave.


A razão convence quem já está meio convencido,
quem tem um cantinho de dúvida que ainda respira.
Mas o medo absoluto é uma religião sem hereges:
o fiel não quer ser salvo daquilo em que acredita;
ele quer ser salvo pelaquilo em que acredita.


Você pode provar que o monstro não existe,
mas se o monstro é a única coisa que dá sentido à vida dele,
ele vai preferir o monstro à paz.


Então não há argumento que chegue,
não há frase bem construída,
não há metáfora bonita o suficiente
para convencer o estúpido que se alimenta do próprio pavor.


O que há, quando muito, é o tempo.
O tempo que às vezes cansa o medo,
que desgasta a armadura,
que faz a pessoa acordar um dia e perceber
que passou a vida inteira tremendo de um fantasma
que nunca lhe tocou de verdade.


Ou então o encontro.
Não o encontro com a razão,
mas com alguém que vive sem aquele medo
e, estranhamente, continua vivo,
continua inteiro,
até sorri.


Aí, só aí,
num instante em que a guarda baixa,
pode nascer uma pergunta pequenininha, quase inaudível:
“E se eu estiver errado?”


Essa pergunta é o único buraco
por onde a luz consegue entrar
numa cabeça que se fechou para o mundo
achando que assim se protegia dele.


Antes disso,
guarde sua energia.
Não se gasta pólvora com quem já decidiu
que o estrondo é música celestial.


O estúpido pelo medo
só se convence
quando um dia o medo o cansa
ou quando a vida, com sua paciência cruel,
lhe mostra que sobreviver sem pavor
também é possível
e, pasmem,até mais bonito.

O mundo gira, bem sei.
A roda da vida, também.
As pessoas passam deixando seus rastros que, de qualquer forma, marcam.
Algumas caminham suavemente que pouco registram,
mas povoam as nossas lembranças suficientemente para nos causar o riso...
Outras... insistimos para nem nos lembrarmos que existiram em nossas vidas pelo sofrimento causado.

DESABAFO DE UM CORAÇÃO!

Não raramente observamos e ouvimos reclamações sobre o discorrer da vida.
Talvez os sentidos apostos em cada palavra possam ocupar um real significado, pois, afinal, ninguém se angustia por blasfêmia, repetição de falas ou por descuido do coração.
Somos as variâncias de sentidos revelados nos resultados entre o ofertar e o receber... poucos estão aptos a receber e, muito menos, adequados a doar.
Nesta caminhada, entre o ir e o ficar, surgem dúvidas condicionantes. Não ficamos pelo receio da repetição daquilo que já fora vivido e registrado nos escaninhos de nossas almas como algo negativo e não seguimos pela incerteza do novo, pois a zona de conforto, muitas vezes, é a sustentação da imobilidade para novas estradas e outros rumos.
Sem o que oferecer no mundo ilusório do TER e oferecendo muito quando se trata de amor e do SER... muitos se perdem pelo desespero da invariável máscara do presente que impõe os retrocessos do ontem que pulula no amanhã. Gente sem presente ostentando o velho e o futuro de nada.
Vasculhando bem... e não limpando muito... a lamúria é o estado desalmado de uma alma ferida e quase abatida pelo flanco da solidão.
Viver é o inusitado murmúrio das vozes que são silenciadas quando precisamos acenar um sentido e não nos permitem e que, muitas vezes, gritam quando carecemos manter o silêncio absoluto para não ferirmos como nos ferem.

Brasília, 04 de abril de 2012

⁠Crônicas de uma vida – Parte que não se conta no currículo


Quando eu nasci, não entendia nada sobre humanidade. Nem por que raios eu tinha vindo ao mundo. Era só um choro automático, um corpo quente e confuso que exigia leite, colo e silêncio.


Com o passar dos anos, comecei a querer ser alguém **especial**. Não sabia ainda o que era humanismo, compaixão ou empatia — palavras grandes demais para uma criança que só queria ser notada. Então foquei no meu eu: minhas notas, minhas conquistas, meu quartinho organizado, minhas pequenas vitórias que eu achava que definiam valor. O mundo era um palco, e eu ensaiava meu monólogo principal.


Até que, numa noite qualquer — daquelas em que a cidade parece respirar mais devagar —, tudo mudou sem aviso.


Eu caminhava pela rua estreita atrás do prédio, fugindo da insônia e do calor abafado do apartamento. Foi quando a vi: uma figura encurvada, quase fundida com a sombra do poste. Uma mulher (acho que era mulher, a penumbra roubava detalhes). Ela revirava uma lata de lixo com uma paciência feroz, os braços magros desaparecendo até o cotovelo no fundo metálico. O som era seco, plástico rasgando, latas batendo. De vez em quando ela parava, examinava algo na luz amarelada, levava à boca e mastigava devagar, como se saboreasse um prato requintado.


Fiquei parado. Não consegui seguir andando.


Primeiro veio a surpresa. Depois, uma pontada de indignação quase infantil: **Como assim? Como uma pessoa igual a mim, feita da mesma carne, do mesmo sangue quente, pode chegar a esse ponto?** O cérebro tentava calcular: acidente? drogas? doença? família que virou as costas? E logo em seguida veio o desconforto pior: e se eu, com toda a minha pose de “alguém especial”, estivesse a apenas algumas más decisões de distância daquela lata de lixo?


Ela ergueu os olhos por um instante. Não sei se me viu de verdade. Talvez eu fosse só mais um vulto na noite, mais uma silhueta que passa e julga. Mas naquele segundo de cruzamento de olhares — ou de quase-olhares — alguma coisa em mim estalou.


Não foi pena. Pena é confortável, dá para resolver com uma moeda ou um sanduíche. Foi **reconhecimento**. Uma espécie de espelho torto e cruel. Ela ali, eu aqui. Mesma espécie. Mesma fragilidade essencial. Só que a vida tinha apertado o acelerador em direções opostas.


Voltei para casa com o estômago embrulhado e os pensamentos em looping. Naquela noite, pela primeira vez, percebi que ser “especial” não era uma conquista solitária. Era, na verdade, uma ilusão muito frágil, sustentada por circunstâncias que eu não controlava: nasci em berço que não desabou, tive acesso a escola, saúde, comida na mesa, rede de proteção invisível que a maioria nem percebe que tem.


A criatura furtiva da noite adentro não era “outra”. Era um **lembrete**. Um lembrete vivo, sujo, faminto, de que a humanidade não é mérito — é sorte, é sistema, é escolha alheia, é conjunto de acasos e de decisões coletivas.


E aí, devagar, quase sem querer, comecei a entender o que talvez seja o humanismo: olhar para o outro e enxergar, antes de qualquer coisa, o mesmo grito surdo de existir. Não importa se está dentro de um terno caro ou revirando lixo à meia-noite.


Aquele encontro não me transformou num santo. Longe disso. Mas plantou uma dúvida incômoda e permanente:
E se eu tivesse nascido do outro lado da lata?
E se, amanhã, a vida virar a chave e me colocar lá?


Talvez a verdadeira especialidade não seja chegar ao topo.
Talvez seja conseguir olhar para baixo — ou para o lado — sem desviar os olhos.
E, quem sabe, estender a mão.
Não por pena.
Mas por reconhecer, no fundo do peito, que aquela mão que revira o lixo poderia, em outra história, ser a minha.


E você? Ja passou por situação que fez repensar quem você acha que é?


Ysrael Soler

NAS ENTRELINHAS DA ROTA

Nas entrelinhas da rota
​Se há pormenores
Nas entrelinhas da vida,
Há de haver também
Inúmeras circunstâncias
Que recalculam as rotas.

​Num destrinchar de atitudes
Pitorescas, malogradas e bem-sucedidas,
O olhar se divide entre o observado e o observador,
Na constante linha tênue da vida.

​Quando tudo converge
Ao esquecimento e à memória,
Descobrimos que ambos andam de mãos dadas,
E não haverá bifurcação
Que os impeça
De cumprir o destino
Rotativo que os fortaleceu
No caminho...

Ysrael Soler

A vida é uma
bolha de sabão.


Ah,
esse martelar
não para.
Oco,
vazio,
o tempo todo,
o mesmo assunto,
sem descanso um
minuto.


Pra que isso aqui!!
Pra que tudo isso!!!
Pra que esse desperdício!!!
E a mesma pergunta,
sem resposta:
pra que existir
se vou deixar
de existir?


Isso é uma
loucura
que parece
sem cura!!!!


Sem entender,
isso vai desaparecer.
De novo isso na minha
mente.


Isso é só
oco,
vazio.
A vida é vão,
feito bolha
de sabão.

Pode a vida vir da pedra?
Pode a consciência vida pedra?
Pode a razão vida vir da pedra?
Pode sentimentos e emoções surgirem da pedra?


Não, se observamos este mundo existe uma regra; a vida só pode vir de outra vida, também podemos observar que a vida que deu origem morre, mas essas coisas que não surgiram da pedra são eternas,


existem duas origens da vida , origem eterna e origem mortal, a origem eterna é Deus, porque é necessário uma primeira origem sem reprodução.

⁠#TARDE

Secretamente, entre a sombra e a alma...
O ocaso da vida...
Uma conversa entre recordações...
E cerveja gelada...

Separando o ontem do amanhã...
Pode ser o tempo de nossa felicidade...
Vivo entre formas luminosas e vagas...
Aqui estou eu...
Minha temporaridade...

Sempre em minha vida foram demasiadas as coisas...
Caminhos foram ecos e passos...
Deleite meu...

Acho que tenho tudo que quero...
À sombra de coqueiros...

Sandro Paschoal Nogueira

⁠#ADIANTE

Momentos da minha vida...
Eu sobrevivi a tudo que passei...

Meu espírito foi trucidado...
Corpo expurgado...
A cura ainda não me abençoou...

Eu vi a maldade pura diante de mim...
Mas eu sobrevivi...

Dizem que isso é bom...

Gosto de viver, mas é difícil seguir...
Com algumas memórias...
DIfícil torna-se a acordar e dormir...
Difícil saber que quem faz isso vive uma vida normal...

E sabem porquê eu passei por isso?
Porque eu existo....
Só isso.

Mas eu sobrevivi...
Estou aqui...
E nesse dia eu comemoro a proeza de ser...
Eu...

Sandro Paschoal Nogueira

⁠Vivo a vida, sem amarras...
Sinto o vento, sinto a liberdade...
No silêncio, encontro meu ser...
Vida introspectiva, momentos de saber...

Não quero perder a espontaneidade,
Deixar que a vida se torne rotineira.
Lanço olhar para o horizonte,
E vejo um mundo cheio de possibilidades...

São tantas as aventuras, tantos os sonhos...
São tantas as camadas, tantos os mistérios...

Coração alegre, alma livre.
Vivendo no abandono imposto...
Melhor assim...
Não sinto o pesar dos anos...

Sigo em frente, com liberdade e ousadia...
Porque a vida é um presente,
Um labirinto, cheio de desafios...

Mas não me perco, não me desvio...
Não me preocupo, não me atenho...
Possuidor de um coração contemplativo...
Nunca desisto...

Sandro Paschoal Nogueira

#Gente #hipócrita #e #feia...
Mentem tanto e a tudo manuseiam...
Aranhas asquerosas ...
Vida suja em teia...

Já não mais me admiro...
Só lamento o fato...
Sempre quando saio de casa...
Fico consternado...

É tanta mentira...
Que vejo no olhar...
Gesticulando demais...
Põem-se a gargalhar...

Fico só prestando atenção...
Querendo chamar a atenção...
Estufa o peito o pavão...
Pensa que me engana...
Acredita nele mesmo...
Se achando espertalhão...

A matrona, por sua vez, tenta disfarçar...
Sua língua é guizo de cascavel...
Batendo na boca até o céu...
A chocalhar...

Com voz meiga...
Fazendo-se de ingênua...
Cheia de trejeitos e afins...
Odalisca de botequins...
É uma bela viola...
Mas por dentro...
Com certeza...
Pão bichado, bolorento...

Incautos acreditam...
Em qualquer promessa vã...
Gente boba...
Retardada...
Querem...
Precisam...
Se enganar...

Penso eu cá comigo...
Só existem espertos...
Enquanto tolos estiverem perto...

Um sorriso nos lábios...
Pego rapidinho meu caminho...
Saio de fininho...

Não sou grande coisa...
Mas também pequena não sou...
Se com porco eu ando...
Farelo também vou comer...
Não gosto dessa ração...
Então...
É melhor eu me abster...

Sandro Paschoal Nogueira

Uma vida boa


Disseram-me que a vida boa
era feita de sorrisos.
Mas encontrei pessoas
com saudades nos olhos
que ainda sabiam amar.
Vi mãos cansadas
que continuavam cuidando.
Vi quem chorava em silêncio
e, ainda assim, seguia.
Então entendi:
a felicidade é visita.
Chega sem avisar,
permanece um instante
e vai embora.
E como seria bonito
se, ao dizer "estou cansado",
ninguém tentasse me consertar.
Apenas permanecesse.
Em silêncio.
Ao meu lado.
Porque há dias
em que a gente não precisa
dar conta de tudo.
Precisa apenas
que alguém escute
sem transformar nossa dor
em um problema a ser resolvido

Flores & Escartelate


Comemorar a vida
é sentir a magia das horas
feito brisa que sopra no rosto.


Comemorar a vida,
é ver que a beleza do dia
pode estar no cair da tarde,
no ensejo de um abraço,
ou no afago do aroma de alecrim.
É música que invade o jardim.


E nos infinitos das flores
e em cada canto desse mundo,
passo a compreender melhor
as cores que inundam meu abrigo
e enfeitam as esquinas
e toda consagração.
O Escartelate da minha infância...
guardo a lembrança,
do sabor, do doce, da emoção.
Por tudo, sempre,
Gratidão


(Carmen Eugenio)

“Mãe é sinônimo de tudo na vida. É a mulher heroína que Deus criou com amor e escolheu para gerar a vida humana. Através do dom concedido por Deus, ela traz ao mundo filhos e filhas, sendo uma verdadeira dádiva do dom da vida.
Para todas as mamães, deixo o meu grande abraço, carinho e admiração. Que Deus abençoe grandemente cada uma de vocês, mamães, com saúde, paz, amor e muitas felicidades. Feliz Dia das Mães!”

De todas as coisas que acontecem na nossa vida, existe umas que são sem explicacao.
Sem saber explicar cheguei aqui, sem imaginar, e sem esperar te conheci, e de perdida me achei, e te ensinei a ser melhor também...
Hoje somos dois em um, somos o que muitos querem ser e não é possível, porque sem explicações lógicas, nos completamos sem querer, e tudo ficou melhor, mais perfeito, e mais feliz.
Descobri a simplicidade de viver com o necessario, sem se importar com o que os outros pensam e falam.
Iara Rosires

Seus sonhos são a essência da sua vida. Eles nos motivam a acordar todos os dias e enfrentar cada desafio com determinação. A realização de planos e metas pessoais é o que nos faz acreditar que podemos vencer de verdade. Então, continue sonhando sem limites e deixando sua imaginação voar. Que você tenha uma ótima semana e continue a acreditar em si mesmo.
Sonhar...
Coisa de Gente!
Alexandre Sefardi

A vida machuca de um jeito que, às vezes, parece impossível entender.

É difícil acreditar que um dia eu fui aquele cara cercado de amigos e amigas. Sempre existia alguém para conversar, dar risada, sair, pedir um conselho ou simplesmente estar por perto.

O tempo passou... cada um seguiu o seu caminho. E eu fiquei.

Hoje, quando preciso desabafar, não encontro ninguém. O silêncio virou minha companhia, e a solidão pesa tanto que, às vezes, parece sufocar.

Tenho certeza de que já fui o motivo do sorriso de muitas pessoas. É triste olhar para mim agora e sentir que me tornei uma das pessoas mais tristes que conheço.

Nunca imaginei que a solidão pudesse doer tanto. Tem dias em que parece que ninguém percebe a minha ausência, como se eu tivesse desaparecido aos poucos, sem fazer falta para ninguém.

Ser positivo não significa acreditar que a vida é um mar de rosas e que dificuldades e desafios não existem.
Ser positivo significa acreditar no poder do invisível e no poder do impossível, e descobrir que o poder não está nos problemas, mas sim nas soluções. E que o querer é o que verdadeiramente te dá o poder para vencer qualquer desafio, pois, quando se deseja com toda a intensidade alguma coisa, o universo sempre conspira a seu favor e tudo sempre dá certo!
O universo sempre conspira a meu favor e tudo vem a mim com alegria, facilidade e glória!
Bom dia.