Textos Engraçados sobre a Vida
A vida não é fácil para ninguém.
É preciso estarmos vigilantes em relação ao conteúdo digital que estamos consumindo e as notícias
de uma forma geral para não sobrecarregar a nossa "represa psicológica" ao ponto de perdermos
a tolerância com pessoas que estão ao nosso redor.
Rodeio no Amanhecer
Rodeio no amanhecer
da vida me leva
nos braços amáveis
da esperança bonita
de continuar tendo
fé nesta vida linda.
Rodeio no amanhecer
do amor me carrega
para os teus braços
para ir sempre
por onde você for.
Rodeio no amanhecer
do mundo me faz
crer que a hora quem
faz é o agora sem
nenhum pouco arrefecer:
vou esperar e te receber.
"Não existe essa coisa de "mau" ou "bom" tempo.
Lembre-se que a vida é feita de um milagroso paradoxo.
Se a chuva em alguns lugares, derruba casas e desfavorece a ida à praia,
em outros, chuva é tudo o que se quer para fazer crescerem as plantas e,
sol, é tudo o que se tem e não se quer por aquele período, já que tem causado a
castigadora seca..."
Talvez não haja
livro mais bobo
do que o
“Livro Aberto”
da nossa própria vida.
Pois, não há imaturidade maior que colocar nossa história nas gôndolas das curiosidades.
Não por falta de páginas, mas por excesso de exposição.
Há histórias que não foram feitas para vitrines, mas para travesseiros.
Não pedem aplausos — pedem silêncio.
Não querem curtidas — querem maturidade.
Transformar a própria trajetória em material de exposição na gôndola de curiosidades é — no mínimo — confundir transparência com exibicionismo, sinceridade com carência e coragem com imaturidade.
Nem tudo o que vivemos precisa ser explicado.
Nem toda dor precisa de plateia.
Nem toda vitória precisa de testemunhas.
Há capítulos que só fazem sentido quando lidos absolutamente em segredo.
E há aprendizados que se perdem no instante em que viram espetáculos.
A vida não é um Livro Aberto.
É um manuscrito sagrado, com trechos que só o tempo, a consciência e Deus têm permissão de folhear.
Enquanto para uns, o que dói é a finitude da vida, para outros, o que alivia é a finitude das dores.
Para uns, a morte é a grande inimiga — a interrupção brusca dos planos, dos afetos, dos sonhos ainda inacabados — para outros, ela surge como um descanso prometido, quase um silêncio misericordioso depois de longos e exaustivos gritos.
Há quem tema a finitude da vida porque ama intensamente o que tem, o que construiu, o que viveu e o que ainda espera viver.
Para esses, cada despedida é um rasgo, cada adeus é uma mutilação do possível.
A morte representa a perda de tudo: das mãos que se tocam, das conversas inacabadas, dos abraços que ainda poderiam ser dados.
É o fim das oportunidades de amar mais uma vez.
Mas há também quem, exausto de carregar dores que não cessam, encontre na ideia da finitude um alívio secreto.
Não porque despreze a vida, mas porque já não suporta a forma como ela se apresenta.
Para esses, a morte não é vista como roubo, mas como cessação.
Não é a perda de tudo — é o fim de tudo o que dói.
É o apagar de uma chama que já não aquece, apenas queima.
E aí reside o grande paradoxo da existência: a mesma morte que para uns é tragédia absoluta, para outros é libertação imaginada.
Ela é, simultaneamente, ausência e descanso; ruptura e cessação; perda e alívio.
Talvez isso revele menos sobre a morte e mais sobre a forma como estamos vivendo.
Porque, quando a vida é experiência de sentido, a finitude assusta.
Mas quando a vida se torna apenas resistência, a finitude seduz.
No fundo, não é a morte que muda de significado — é o peso que carregamos enquanto respiramos que redefine o que ela representa.
E talvez a tarefa mais urgente e necessária não seja discutir a morte, mas aprender a tornar a vida menos insuportável para quem já não a reconhece como lar.
Sou muito da poesia, mas se a vida me empurrar para a artilharia,
jamais vou me furtar.
Porque há em mim uma inclinação natural para as palavras que curam, para os silêncios que acolhem e para as metáforas que ajudam o mundo a respirar um pouco melhor.
A poesia, afinal, é o território onde a sensibilidade ainda tem cidadania e onde a humanidade tenta se lembrar de si mesma.
Mas viver não é apenas contemplar.
Há momentos em que a realidade deixa de pedir versos e passa a exigir coragem.
Momentos em que a delicadeza, sozinha, já não protege quase nada — nem a dignidade, nem a verdade, nem a própria vida.
Nessas horas, permanecer apenas na poesia pode ser confundido com ausência, e silêncio pode parecer concordância.
Não porque a poesia seja fraca, mas porque existem tempos em que até a beleza precisa aprender a defender-se.
E nem se trata de abandonar a poesia, mas de compreender que ela também pode vestir armadura quando necessário.
Que quem cultiva sensibilidade não está condenado à passividade.
E que defender aquilo que dá sentido à vida também é uma forma de honrar tudo aquilo que a poesia sempre tentou dizer.
Ser da poesia é escolher, sempre que possível, o caminho da palavra antes do confronto.
Mas é também saber que a dignidade não pode ser permanentemente desarmada.
Porque quem ama profundamente a vida não luta por amar guerra — mas para que ainda exista mundo suficiente onde a poesia possa continuar respirando.
A vida é um amontoado de despedidas, onde ninguém sabe qual é a derradeira.
A vida, em essência, é uma sucessão de chegadas e partidas.
Um amontoado de despedidas silenciosas que se acumulam, quase sempre sem aviso.
Nunca sabemos qual abraço será o último, qual conversa não se repetirá, nem qual olhar se prenderá eternamente na memória.
Talvez seja justamente essa incerteza que valorize o instante — a consciência de que ele é frágil, transitório, irrepetível.
Por isso, a vida nos convida a viver cada encontro com reverência, cada presença com gratidão e cada despedida com a delicadeza de quem entende que até a separação faz parte do milagre de existir.
No fim, não é a derradeira despedida que mais importa, mas sim a intensidade dos encontros que a antecedem.
Que o Senhor da Vida liberte os que trilham as Estradas da Saudade calçados com as Sandálias do Remorso!
Amém!
Liberta, Senhor!
Arrebentai as Sandálias do Remorso de todos que revisitam as lembranças dos que partiram antes de nós!
Saudades, sim — Tristeza, não!
Amém!?!
Porque a Saudade, por si só, já é estrada longa o bastante — feita de Memórias, Silêncios e Ausências que aprendem a conversar conosco.
Mas há quem caminhe por ela ferindo os próprios pés, calçado com as sandálias do arrependimento.
São passos, às vezes, demasiadamente pesados, que machucam o coração a cada lembrança do que não foi dito, do abraço adiado, da reconciliação interrompida...
No entanto, a verdadeira cura começa quando entendemos que o amor não termina com a partida — apenas muda de endereço.
E quem parte não deseja nos ver presos ao que faltou, mas gratos pelo que foi vivido.
Descalçar o remorso é um gesto sagrado: é permitir que a saudade volte a ser caminho de amor e não de castigo.
Que possamos, então, revisitar nossas lembranças com a graça de quem sabe que o perdão é o único calçado capaz de levar a alma em paz, sobretudo pelas estradas pavimentadas pela Saudade.
Amém!
Somente com fé em Deus
tudo na vida avança
Com lealdade ao rei
e ao País o futuro alavanca.
Deixar-se iluminar e guiar
pela supremacia da Constituição
constrói a esperança
Cultivar o Estado de Direito
se colhe a confiança.
Com cortesia e moralidade,
se conquista a fortaleza,
a harmonia e a temperança.
No sutil recado da Bunga Raya
a importância de viver
em estado de Rukun Negara.
Fé como alicerce da sua vida,
e o respeito a quem tem
fé como você mesmo sendo
de religião diferente,
Seguir o Rukun Negara é
a orientação para seguir
em união com a sua gente,
O quanto você é capaz
de colocar em prática,
fala profundamente
sobre você e do encontro
com a segurança em Deus
para se proteger e proteger os seus.
As auroras da vida
e as linhas do destino
em águas atlânticas
trouxeram o povo trentino,
no Brasil construíram
o legado e o caminho.
Ali na Árvore de Natal
toda feita de Crochê fino,
há amor muito envolvido
todo em puro carinho
pela herança ancestral.
Ao redor da Árvore de Natal
baila o grupo Folk Trentino
com alegria monumental,
não faltou nem mesmo
o Corpo Bandistico Di Albiano.
Ah! Este Médio Vale do Itajaí
que exalto e amo tanto,
se for demais pedir ao bom Deus,
peço que abençoe o meu plano
de tudo o quê por amor insisto,
de ter você em Rodeio comigo.
Não é vergonha ser pobre,
e vigora como dizem por aí:
"- Vergonha mesmo
na vida é só ter dinheiro...",
Vergonha é não reconhecer
que fica feio juntar duas
vezes a letra r por obediência
acadêmica à Nova Ortografia,
sem ter a consciência de estar
destruindo a beleza da palavra.
Não tem muito tempo tempo
que alguém achou que iria reinar
na ofensa desferida ao outro,
só pelo fato dele ser pobre.
Em queda livre pediu socorro
quando foi confrontado
com educação e cultura,
e depois disso vestido
pela falta de berço
e moral paladina de subsolo,
ironizou que o interlocutor
deveria ser salvo da loucura,
achando que iria afetar com êxito,
e recebeu a seguinte resposta:
- Não preciso de salvação, eu sou poeta.
Florescermos para resistir
as erupções da vida
como a Red Heliconia
da Montserrat magnífica.
Assim é o melhor do amor
que nós dois queremos,
e ele para nós virá
no tempo que merecemos.
O amor é doce dádiva
para quem sabe o receber,
e faz de tudo para o manter.
Se sou o seu último pensamento
da noite como você é do meu,
algo diz que já sou tua e você é meu.
SENTIR
O sentimento é o cal que calcifica a vida.
O sentimento pode ser centenário, milenar, como a rija, madeira do Carvalho, ou ameno como a brisa que vem e, logo passa.
Ah, o sentimento... quantos sentimentos são.
Dos oscilantes aos mais estáveis, até os embriagantes.
Faz prisioneiro, todo viajante.
E tal qual o mar, em dia qualquer, deslumbra os amantes.
O sentimento, desgraça na dor e agracia, no amor.
Mas, quão belo dom, é o sentir do pensador.
De um pensamento, faz, ele, mil sentimentos.
Que podem ser lágrimas ou, um doce alento.
Sentindo um sentimento, sentimentos, somos.
E no vaivém, dos meus, dos seus, o nosso divagar,
finda em nós quando, não pesam, os pensamentos.
“O tempo não apenas passa — ele ensina, cobra e revela. Ao longo da vida, acumulamos decepções: no amor, no trabalho, nas pessoas… e até em nós mesmos.
Mas é na dor que nasce o verdadeiro despertar — o autoconhecimento que nos obriga a enxergar quem realmente somos.
E então entendemos uma verdade inevitável: nada do que fazemos ao outro se perde. O mal que plantamos, cedo ou tarde, volta para nos ensinar da forma mais dura.”
'Reflexão de vida"
“A necessidade de ser visto não é o problema;
o problema é quando você se perde tentando sustentar a imagem que criou.
Quem vive de aparência se torna refém da própria construção.
Ser notado é comum, mas depender disso é abrir espaço para viver de forma instável, quando se pode aprender a ser constante mesmo no invisível.”
@Suédnaa_Santos
Reflexão de vida
“O reconhecimento não é errado;
o problema é quando ele se torna indispensável.
Quem precisa ser lembrado o tempo todo
acaba se distanciando de quem realmente é. Ser valorizado é bom, mas depender disso é abrir mão da própria estabilidade emocional.
Afinal, Não é sobre validação, é sobre saber quem realmente você é."
@Suédnaa_Santos
*GPS da Vida Real: Sexta VS Segunda
Sexta-feira eu mando a localização:
"Gente, tô indo. Chego em 10".
Segunda-feira é a localização que me manda:
"Van, pelo amor de Deus, onde você tá?"
Sexta eu localizo os outros.
Segunda eu me perco de mim mesma 😂
Moral: meu celular tem vida dupla.
De dia é GPS, de ressaca é detetive particular.
Ps: se me verem perdida na segunda, só seguir o barulho.
É a vergonha gritando.🤦🏼♀️
_Van Escher_
A vida nem sempre é um caminho de flores. Muitas vezes, o vento sopra forte e as dificuldades aparecem para testar a nossa paciência e a nossa fé. Mas eu aprendi uma coisa importante: quem tem raízes fortes e confia em Deus, não cai.
Mesmo diante de todas as lutas, eu decidi que me manterei firme. Não é só por mim, mas por todos aqueles que estão ao meu redor. Ser esse porto seguro para a minha família, para a Carla e para os nossos amigos é o que me dá forças todos os
Cuidar de quem a gente ama é a missão mais bonita que existe. Seja nos momentos de alegria em nossos acampamentos, ou quando o dia está cinzento, eu estarei lá. Estarei firme como aquele viaduto de ferro que a gente tanto gosta, resistente ao tempo e sempre pronto para segurar o peso que vier.
A nossa vida em Itaipuaçu, cercada pela natureza e pelas bênçãos de Deus, é o que me renova. Olhar para as nossas flores, para o nosso cantinho e sentir a proteção dos anjos me faz ter a certeza de que nada vai nos separar e nada vai nos derrubar.
Seguimos juntos, com o pé no chão e o coração em Deus. Onde houver dificuldade, eu levarei cuidado. Onde houver cansaço, eu serei o apoio.
DeBrunoParaCarla
Vida paralela existe, com certeza.
Vejo o celular como a porta de entrada para um mundo universal — um mundo digital onde todos se encontram, se mostram, se escondem… e, de certa forma, se reinventam. Para mim, esse universo virtual é o verdadeiro mundo paralelo que tantos procuram, e o celular é o portal silencioso que nos conduz até ele.
Veja bem: eu existo nesses dois mundos. Transito entre eles. Sinto em ambos. Mas há um limite invisível que não posso atravessar — não posso tocar o meu “eu” do outro lado, não posso dar as mãos a essa versão que também sou.
E então me deparo com uma verdade simples e implacável: dois corpos não podem ocupar o mesmo espaço.
Talvez seja apenas uma teoria… uma reflexão de uma leiga no assunto.
Mas, ainda assim, carrega um certo peso de realidade.
E aqui estou eu…
Rindo — ou talvez pensando demais — dentro do meu próprio mundo.
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