Textos em homenagem às mães para expressar carinho, amor e gratidão

Para as Mães

Tem certas tempestades da vida de um ser humano que nos abala e nós deixa desacreditado parece que tudo deixa de existir e a beleza da natureza desaparece.Existe milhares de rostos frageis e fracos incapazes de resistir a essa tempestade.A tão falada dor nos faz refletir, voltar a amar e pedir humildemente a Deus que nos ensine a amar.Quantas saudades!e as dores nos pensamentos abrem feridas que o tempo não parece cicatrizar, mas ha vida nesse coração, e outros coraçoes precisam do seu amor para viver.Vc mãe é um coraçao vivo, forte e amigo,aquele sorriso, aquela alegria, parece despercebido no seu semblante, mas é assim que te vejo, é assim que te recordo.QUando a saudade tentara arrancar dos seus labios, essa virtude eleve o pensamento para o altissimo e sorria!Pois a natureza, as mais belas arvores estarão regendo essa sinfonia.Voce mãe,é uma das mulheres de rosto forte capaz de suportar uma grande tempestade.

"Deus não podia estar em todas partes ao mesmo tempo,
por isso criou às mães.
Algumas mães são carinhosas e outras são repreensivas,
mas isto é amor do mesmo modo.
Teus braços sempre abre quando preciso de um abraço;
o coração sempre compreendi quando preciso de uma amiga,
teus olhos se endurecem quando preciso de uma lição,
tua força nos dirigi pela vida e nos dão asas para voar...
Tu que é mais que uma verdadeira amiga;
nas dificuldades que repentinamente cai sobre nos,
nas adversidades, nos momentos bons de prosperidade...
Existem certas tempestades na vida que nos abalam, que nós deixa desacreditados, parece que tudo deixa de existir, nosso mundo desmorona.
Mais tu tem a capacidade de nos ouvir em silencio,
adivinhar meus sentimentos e
encontrar a palavra certa em momentos incertos.
Mãe teu amor é sincero sem exagero;
teu amor educa, nos aconchega...
Teu amor por mim é diferente de qualquer outra coisa do mundo;
nos te amamos sem saber e só nos damos conta desse amor no momento
da derradeira separação...
Mãe, uma palavra pequena com significado infinito pois quer dizer amor, dedicação, renúncia, força e sabedoria.
Agradeço a DEUS por ter me dado este presente maravilhoso."

Gratidão


Para as minhas mães, irmãs e filhas Dominicanas
e meus fraternos frades Maristas, Franciscanos e Beneditinos.
1979. Colégio Nossa Senhora das Dores. Uberaba-MG.


Deus me amou tanto que me fez poeta.
Quisera eu ser seu filho predileto:
poder multiplicar os pães de que o meu povo
tanto necessita, ter a sabedoria de Salomão
e as virtudes de Maria.

Quisera ser um Cristo e dar de graça a
salvação do mundo.

Mas não.

Pequenino como Marcelino,
guardo comigo a gratidão:
Deus me fez poeta:

Um homem comum
(pobre e feio),
como qualquer
um.

TODOS OS DIAS

Para as mães, tias, irmãs, filhas, amigas, namoradas, esposas...
Donas de casa, professoras, motoristas de ônibus, cozinheiras, prostitutas todas as profissionais que nesse mundo existe...
Mulheres que presenciam as alegrias e dissabores da vida..,
Que amam, choram, gritam, apanham, riem, trabalham, mulheres de todos os dias, de tantas histórias...
Tão perfeito ser, tão forte, tão amável, agressiva e indecifrável...
Vocês são merecedoras de todas as homenagens, todos os dias do ano...
Por que nesse mundo, a felicidade, a vida, a nossa existência não aconteceriam sem vocês.

Deixemos de Hipocrisia, família não é ter o mesmo sangue.
Conheço casos de filhos que largam mães pelos traficantes ...
Irmãos que nem procuram saber se o outro tem o que comer...
Mães que trocam seus filhos por qualquer vagabundo...
Pais que estupram suas filhas...
Irmãs que pegam o marido da outra...
FAMÍLIA É MAIS QUE SANGUE, É AFINIDADE, DOAÇÃO, AMOR, PERDÃO.

⁠Eu desejo a todas as mamães e futuras mamães um Feliz Dias Das Mães.
Peço ao Senhor que grandemente te abençoe, você mulher bem aventurada que foi agraciada por Deus.
Seja honrada
Seja homenageada não somente neste dia, mais todos os dias.
Deus te ama e confiou à você este trabalho tão difícil e ao mesmo tempo tão maravilhoso.
Deus te abençoe Mulher Virtuosa.

Mães, mulhereres agraciadas com o dom da vida.. criaturas quase mágicas, sobrehumanas que todos os dias travam muitas novas batalhas em seus lares, seus trabalhos e dentro de si mesmas.
Ser Mãe é ser o princípío e o fim. O princípio pois são elas o mistério de Deus, tem a dádiva da vida. E o fim, pois sem elas nosso mundo parecem simplesmente não existir mais.
Mães são definitivamente, como dizem, tudo igual. Só muda o nome e o endereço. E não importa se ela não te deixou ir à aquela festa maneira, isso não diminui o amor dela por você. Não importa se ela não aceita as suas escolhas, mas sim se ela está ao teu lado quando você tomá-las.
Eu posso não ser mãe, e não ter dos melhores relacionamentos Mãe&Filho mas de uma coisa eu tenho certeza. Não há nada nesse mundo que substitua ou se compare a uma Mãe.

Mães novas, mães idosas,
mães simples e mães vaidosas.
Mães zelosas, mães carinhosas,
mães solteiras e mães guerreiras...
Mães pais, mães avós, mães irmãs
e bisavós.
Mesmo as que estão lá no céu,
por quem os filhos choram...
e as que choram pelos seus filhos no céu...
Todas as mães são sempre amor...
Seja lá como for, a maneira como se chama...
mãe é quem ama, quem cuida e protege.
Mãe é quem agradece por ver
o filho contente.
É quem pede a Deus que
os abençoe sempre.

Foi-se o mês de maio, mês do amor, da doçura das noivas e mães. Passou para dar lugar ao mês de junho, mês paixão, cheio de cores, sabores, sons, luzes no céu e no chão. Não sei se é o calor da fogueira. Não sei se é o amendoim torrado, o coco ralado, quadrilhas, barraquinhas o forró, o quentão. Não sei se é o frio que pede abraço e dengo, se é o dia dos namorados que espalha romance no vento, ou é o arrasta-pé, coladinho no salão, que faz todo mundo lembrar que ser casal é arretado. Em junho, quem tem xodó fica muito mais apaixonado. E quem não tem, se anima a procurar um amor para se alegrar e quem sabe fazer um casamento...
Mesmo que seja só pelo tempo de uma quadrilha.

Depois Que Todos Foram Embora: a dor silenciosa das mães que continuam.


Existem abandonos que fazem barulho.


E existem aqueles que acontecem em silêncio.


Silenciosamente, algumas mulheres vão desaparecendo dentro da própria rotina. Não porque desistiram da vida. Mas porque passaram anos sustentando tudo sozinhas enquanto o mundo, pouco a pouco, foi indo embora.


“Depois Que Todos Foram Embora” nasce exatamente desse lugar invisível da existência humana.


Não é um livro sobre heroísmo. Não é uma história construída para romantizar sofrimento. E também não é uma obra feita para despertar pena.


É um retrato humano da permanência.


Daquelas mulheres que continuam quando todos os outros já partiram emocionalmente.


Mães que permanecem nas salas de terapia. Nos corredores silenciosos das clínicas. Nas madrugadas de crise. Nas batalhas escolares. Nos julgamentos sociais. Na exaustão invisível que quase ninguém vê.


Porque existe uma solidão específica na maternidade atípica que raramente é discutida com honestidade.


No começo, muitas pessoas estão presentes. Existem opiniões. Conselhos. Promessas de apoio. Discursos prontos.


Mas, com o passar dos anos, a realidade muda.


As visitas diminuem. As mensagens ficam mais raras. Os convites desaparecem. Os relacionamentos se transformam. E muitas mães passam a viver uma rotina onde o amor pelos filhos continua enorme, mas o suporte ao redor praticamente deixa de existir.


Então sobra ela.


A mãe.


Cansada. Sobrecarregada. Em silêncio. Tentando reorganizar emocionalmente uma vida inteira enquanto ainda precisa continuar funcionando para todos.


E talvez uma das maiores dores dessas mulheres seja justamente esta: o fato de que a sociedade aprende a enxergar o diagnóstico da criança, mas quase nunca enxerga o apagamento emocional da mãe.


“Depois Que Todos Foram Embora” fala sobre isso com profundidade humana.


Sobre o luto invisível da mulher que deixou de existir como indivíduo para sobreviver como estrutura emocional da família.


Sobre a culpa permanente. Sobre o medo constante. Sobre o esgotamento que não encontra descanso. Sobre a solidão que nasce não apenas da ausência física das pessoas, mas principalmente da ausência de compreensão.


Porque muitas mães atípicas não se isolam apenas por escolha.


Elas vão se recolhendo emocionalmente porque se cansam de explicar dores que ninguém realmente deseja compreender.


Cansam das opiniões superficiais. Das frases prontas. Das comparações cruéis. Da necessidade permanente de justificar sua exaustão.


Então elas economizam energia. Não porque deixaram de amar o mundo. Mas porque precisam sobreviver dentro dele.


Este livro também fala sobre algo profundamente humano: a permanência do amor mesmo quando o corpo está cansado.


Porque existem mulheres que continuam sustentando afetos mesmo emocionalmente exaustas.


Continuam lutando por terapias. Continuam pesquisando. Continuam protegendo. Continuam acreditando. Continuam tentando construir autonomia, pertencimento e dignidade para os filhos enquanto, muitas vezes, já não sabem mais onde ficou a própria identidade.


E talvez uma das partes mais dolorosas disso tudo seja perceber que a sociedade costuma chamar essas mulheres de fortes, sem perceber que muitas delas só continuam porque nunca tiveram a possibilidade real de parar.


“Depois Que Todos Foram Embora” não foi escrito para idealizar sofrimento materno.


Foi escrito para devolver humanidade a mulheres que passaram anos sendo vistas apenas pela função que exercem.


Porque antes de serem mães atípicas, elas eram pessoas.


Tinham sonhos. Tinham identidade. Tinham projetos. Tinham desejos próprios. Tinham existência individual.


E em muitos casos, tudo isso foi ficando para trás enquanto elas sustentavam silenciosamente o peso emocional de famílias inteiras.


Mas este livro não termina na dor.


Ele termina na reconstrução possível.


Na compreensão de que essas mulheres também precisam voltar a existir para além da sobrevivência.


Precisam de acolhimento real. Rede de apoio real. Escuta real. Presença real.


Precisam entender que autocuidado não é egoísmo. Que descansar não é abandono. Que existir como mulher não diminui o amor pelos filhos.


Porque nenhuma sociedade saudável pode continuar tratando mães emocionalmente destruídas como se isso fosse demonstração natural de amor.


O amor não deveria consumir completamente uma pessoa até ela desaparecer.


E talvez o maior propósito deste livro seja justamente este: fazer com que algumas mulheres percebam, pela primeira vez em muitos anos, que alguém finalmente conseguiu enxergar aquilo que elas passaram tanto tempo tentando esconder do mundo.


A solidão invisível de quem continuou mesmo depois que todos foram embora.{b}Depois Que Todos Foram Embora: a dor silenciosa das mães que continuam{/b}


Existem abandonos que fazem barulho.


E existem aqueles que acontecem em silêncio.


Silenciosamente, algumas mulheres vão desaparecendo dentro da própria rotina. Não porque desistiram da vida. Mas porque passaram anos sustentando tudo sozinhas enquanto o mundo, pouco a pouco, foi indo embora.


“Depois Que Todos Foram Embora” nasce exatamente desse lugar invisível da existência humana.


Não é um livro sobre heroísmo. Não é uma história construída para romantizar sofrimento. E também não é uma obra feita para despertar pena.


É um retrato humano da permanência.


Daquelas mulheres que continuam quando todos os outros já partiram emocionalmente.


Mães que permanecem nas salas de terapia. Nos corredores silenciosos das clínicas. Nas madrugadas de crise. Nas batalhas escolares. Nos julgamentos sociais. Na exaustão invisível que quase ninguém vê.


Porque existe uma solidão específica na maternidade atípica que raramente é discutida com honestidade.


No começo, muitas pessoas estão presentes. Existem opiniões. Conselhos. Promessas de apoio. Discursos prontos.


Mas, com o passar dos anos, a realidade muda.


As visitas diminuem. As mensagens ficam mais raras. Os convites desaparecem. Os relacionamentos se transformam. E muitas mães passam a viver uma rotina onde o amor pelos filhos continua enorme, mas o suporte ao redor praticamente deixa de existir.


Então sobra ela.


A mãe.


Cansada. Sobrecarregada. Em silêncio. Tentando reorganizar emocionalmente uma vida inteira enquanto ainda precisa continuar funcionando para todos.


E talvez uma das maiores dores dessas mulheres seja justamente esta: o fato de que a sociedade aprende a enxergar o diagnóstico da criança, mas quase nunca enxerga o apagamento emocional da mãe.


“Depois Que Todos Foram Embora” fala sobre isso com profundidade humana.


Sobre o luto invisível da mulher que deixou de existir como indivíduo para sobreviver como estrutura emocional da família.


Sobre a culpa permanente. Sobre o medo constante. Sobre o esgotamento que não encontra descanso. Sobre a solidão que nasce não apenas da ausência física das pessoas, mas principalmente da ausência de compreensão.


Porque muitas mães atípicas não se isolam apenas por escolha.


Elas vão se recolhendo emocionalmente porque se cansam de explicar dores que ninguém realmente deseja compreender.


Cansam das opiniões superficiais. Das frases prontas. Das comparações cruéis. Da necessidade permanente de justificar sua exaustão.


Então elas economizam energia. Não porque deixaram de amar o mundo. Mas porque precisam sobreviver dentro dele.


Este livro também fala sobre algo profundamente humano: a permanência do amor mesmo quando o corpo está cansado.


Porque existem mulheres que continuam sustentando afetos mesmo emocionalmente exaustas.


Continuam lutando por terapias. Continuam pesquisando. Continuam protegendo. Continuam acreditando. Continuam tentando construir autonomia, pertencimento e dignidade para os filhos enquanto, muitas vezes, já não sabem mais onde ficou a própria identidade.


E talvez uma das partes mais dolorosas disso tudo seja perceber que a sociedade costuma chamar essas mulheres de fortes, sem perceber que muitas delas só continuam porque nunca tiveram a possibilidade real de parar.


“Depois Que Todos Foram Embora” não foi escrito para idealizar sofrimento materno.


Foi escrito para devolver humanidade a mulheres que passaram anos sendo vistas apenas pela função que exercem.


Porque antes de serem mães atípicas, elas eram pessoas.


Tinham sonhos. Tinham identidade. Tinham projetos. Tinham desejos próprios. Tinham existência individual.


E em muitos casos, tudo isso foi ficando para trás enquanto elas sustentavam silenciosamente o peso emocional de famílias inteiras.


Mas este livro não termina na dor.


Ele termina na reconstrução possível.


Na compreensão de que essas mulheres também precisam voltar a existir para além da sobrevivência.


Precisam de acolhimento real. Rede de apoio real. Escuta real. Presença real.


Precisam entender que autocuidado não é egoísmo. Que descansar não é abandono. Que existir como mulher não diminui o amor pelos filhos.


Porque nenhuma sociedade saudável pode continuar tratando mães emocionalmente destruídas como se isso fosse demonstração natural de amor.


O amor não deveria consumir completamente uma pessoa até ela desaparecer.


E talvez o maior propósito deste livro seja justamente este: fazer com que algumas mulheres percebam, pela primeira vez em muitos anos, que alguém finalmente conseguiu enxergar aquilo que elas passaram tanto tempo tentando esconder do mundo.


A solidão invisível de quem continuou mesmo depois que todos foram embora.

Acalento


Cazuza dizia
Que só as mães são felizes
Eu discordo
Os filhos também são


Eu sempre a olho
Com olhar de gratidão
Pois ela sempre me estendeu a mão


Não me desamparou
Desde o primeiro dia me amou
Sua vida dedicou
Seus filhos jamais deixou


Por isso esses versos
A ela eu declamo
E com todo amor
Eu a amo

Parabéns a todas as mães.
Mães de barriga, mães adotivas,futuras mamães, pais que são mães...
Parabéns aos tios,tias,avós,avôs, madrinhas, padrinhos que criam.
Mães de bicho, mães de criação...
Todas e todos são mães de ❤️.
Porque sempre o que importa é o amor.
Amor incondicional .
Trabalho não remunerado,sem férias e feito com prazer.
Trabalho eterno.
Amor eterno.

Pais, mães, tutores, avós, tios e todos que cuidam e ensinam crianças....

Vocês nunca saberão o que é sofrer falta de amor e compreensão, a menos que já tenham vivenciado isso em suas vidas.

Então, deixem de lado o ego, preconceito, discriminação, racismo....

Coloque o amor acima de tudo e de todos para poder dar um bom exemplo e transformar nossas crianças em seres humanos amáveis.

Para isso acontecer, basta vocês seguirem algumas etapas simples, lembrando que para ter um bom resultado, você também deverá se transformar em uma pessoa amável, livre de conceitos pré estabelecidos.

Não crie suas crianças para serem exemplos estereotipados, sexistas, nem tampouco hipócritas.

Os crie para serem educados, respeitar quem os respeita, entender que há diferenças entre todos, terem liberdade de escolha, ter senso crítico, analítico e bom senso também.

Não caberá a mim e à ninguém escolher qual sexualidade meus filhos se identificarão. Cabe à nós instruí-los a melhor escola, a melhor faculdade ou profissão, mostrar à eles que existem pessoas boas e más e como identificar e se proteger delas, explicar que existem drogas, armas e ações que podem trazer más consequências como vícios, auto destruição, presídios e morte.

Eliminem quaisquer palavras de raiva, ódio, ameaças e agressões, substitua com diálogo e bons exemplos.

Sejam amigos das suas crianças, pois é um amigo que eles procurarão nos momentos de angústia, medo e dúvidas.

Tenham um diálogo saudável e sincero com eles e nunca usem contra eles o que eles confiaram à você, para não quebrar o elo entre vocês.

Os respeitem como desejam que te respeite, como ser humano, como pessoa de sentimentos.

Vocês deverão ser a luz na escuridão do saber.

O que desejo é que sejam felizes, independente de gênero.

Ame seus filhos, netos, sobrinhos, entiados, alunos!

Jane Fernanda N

Difícil falar das mães? Talvez, falarei então da minha mãezinha...
Qualquer semelhança é mera coincidência rs
Minha mãe briga comigo atoa, mais sempre esta certa, como quando ela fala pra eu levar blusa que vai esfriar ou guarda chuva que por que vai chover eu não levo e chego em casa com frio ou molhado.
E quando estou doente que ela já vem com chá disso chá daquilo, quando ninguém percebe que estou mal e ela de longe pergunta o que eu tenho.
Não sei se ela é da metrologia, medica ou psicóloga, se existe um livro secreto que todas as mães ganham e aprende tudo sobre nós.
Sei que o que a minha mãe faz por mim é prova de amor incondicional, é exemplo de vida, que me ensina e protege de forma única.
Vou tentar devolver todo esse carinho mostra até quando briga comigo.
Não da pra agradecer, o que podemos fazer é amar!
Mãe eu te amo! Feliz dia das mães!

Inserida por OdairSSouza

Enquanto os filhos viverem assim debaixo das asas de suas mães, eles jamais serão capazes de enfrentar seus medos...mesmo saindo debaixo delas o carinho o amor que uma mãe tem pelos filhos jamais será comparado a qualquer outro, pois mesmo de longe a mãe é capaz de sentir os perigos que um filho possa estar correndo...Por isso "filhos" nunca diga a sua mãe: " não vejo a hora de sair de casa" ou " vc não sabe nada mãe" Saiba que sua mãe jamais deixaria vc ir embora, e mãe sempre sabe tudo, afinal ela te deu a vida! Ela não irá te impedir de sair de casa, afinal os "filhos" crescem e aprendem a ter a suas próprias opiniões, eles caem, levantam, se aprumam novamente e segui adiante até acertar o seu próprio caminho...Eu não tive este dom de ser MÃE, mas escrevo este texto com sentimentos de uma verdadeira mãe, sei o que toda mãe passa quando escuto uma frase assim: "tá bom mãe, não enche" isso me dói, então vc que é jovem e que ainda mora na casa da sua mãe, pense bem antes de magoá-la, apesar de não ter sido Mãe, eu posso dizer com absoluta certeza de que sua mãe fica muito magoada quando ela sente que não é bem vinda na sua vida e nas suas idéias, eu saí da casa de minha mãezinha com apenas 14 aninhos, fui rebelde e nem dei importância de olhar pra trás e ver aquele rostinho chorando e dizendo vai com Deus filha, que ele cuide de vc pra mim! Uma música que marcou na minha vida é "NO DIA EM QUE SAÍ DE CASA" eu choro todas as vezes que ouço, e tenho vontade de voltar ao passado e corrigir tudo, mas não é bem assim, tenho certeza que vc ainda terá tempo de corrigir tudo o que tenha feito a sua mãe ficar triste! Vc que mora longe de sua mãe, já pensou de quantas vezes ela entra no teu quarto e olha tudo ali, imaginando cada cantinho daquele quarto ter um pouquinho de vc, o quanto ela desejaria te dar um abraço, pois é, traga mais a sua mãe pra sua vida, mesmo não dizendo tudo que aconteça nas suas baladas, mas pelo menos que se lembou dela em algumas das quais vc foi e teve vontade de estar em seus braços, muitas vezes a diversão não vale a pena, um abraço de uma mãe que só deseja a companhia de um filho é muito mais gratificante!
Por acaso vc já ligou pra sua mãe hoje? Já disse que a ama, e que morre de saudades e vontade do seu colo quentinho? Então o que vc está esperando?

...................Um beijo a vc que acabou de ler este meu desabafo.......

Inserida por sollima

Há alguns anos atrás...


Mães Paulistanas costumavam dizer:

"Filho, não esquece de levar um casaco e o guarda-chuva, não vá pegar friagem... Não volta tarde, por favor..."

Hoje...

"Filho, não esquece o colete e o capacete, cuidado com as balas perdidas... Volta vivo pra casa, por favor..."

Inserida por PoetaUrbano

Nós mães temos o dever de cuidar e olhar os passinhos de nossos filhos ainda pequeninos,mas depois de criados é bom desapegar um pouco e dá espaço para que possam caminhar com seus próprios pés,e recomeçar a cuidar mais da gente,para lembrar que existimos e merecemos esse auto carinho por nós mesmas.
Ivânia D.Farias

Inserida por Ivania-D-Farias

Mães que rezam

Eu chamo à lembrança a fé genuína que existe em você, que habitou primeiro em você. . . mãe. - 2 Timóteo 1: 5

A fé e as orações das mães podem ter um impacto profundo na vida de seus filhos. Primeiro Samuel 1 registra o pedido de Ana e a resposta de Deus no nascimento de seu filho Samuel. E numa carta a Timóteo, Paulo referiu-se à fé da mãe de Timóteo, que tenho certeza que muitas vezes era expressa em fervorosa oração por ele. Não admira que ele tenha sido usado por Deus na igreja primitiva.

Eu conheço a esposa de um pastor que é uma mulher de oração. Sempre que o marido partia para uma importante reunião ou visita, ela orava uma ou duas sentenças por ele, pedindo orientação, proteção, sabedoria e força ao Senhor. Ela costumava orar em voz alta e as crianças freqüentemente a ouviam, mas ela nunca pensava muito sobre o impacto que isso teria sobre elas.

Imagine o deleite desta mãe quando sua filha ligada à faculdade disse que sair de casa seria mais fácil porque ela sabia que sua mãe oraria por ela - e continuaria orando!

Às vezes as mães se sentem frustradas porque acham que são limitadas no que podem fazer por seus filhos. Mas eles podem sempre rezar - e suas orações estão entre os presentes mais estimados de todos.

Eu ouvi meu nome na oração da mãe
Quando eu era apenas uma criança
E agora por causa de sua preocupação
Para Deus eu estou reconciliado. - Hess

As orações de uma mãe podem construir uma fortaleza em volta de seus filhos. David C. Egner

Inserida por 2019paodiario

As Marias, Luízas, Serafinas e todas as outras mulheres,
As guerreiras, mães, casadas, solteiras, viúvas e afins
As donas de casa, empresarias, estudantes, empreendedoras e as que ainda não decidiram
As brancas, negras, mulatas e de todas a cores

Um feliz dia da mulher, hoje, amanhã e o ano todo

Inserida por caroline_simieli

Pensamento.

Quando criança temos a certeza que não ficamos sem nossas mães, ao crescermos sentimos a necessidade de sermos fortes e colocar outro alguém no lugar da mãe, Jesus Cristo. Para qualquer dor chamamos logo Ele e assim seguimos adiante, porém temos a certeza que a partir desse momento o nosso porto seguro maior é Ele, Jesus e por mais que chamamos a mãe sabemos e temos a certeza que é Jesus que vai nos curar. Essa certeza nos torna mais fortes e certos de que já somos capazes de vencer as lutas, já temos e sentimos a necessidade de lutar com mais objetivo para que possamos conseguir o que mais desejamos.

Inserida por damiana_rodrigues