Textos em Homenagem a Pessoas Ilustres
As pessoas não precisam ser do jeito que a gente quer. E a gente também não precisa ser do jeito que elas querem.
A gente precisa se sentir bem sozinho. Quando escolhemos estar com alguém, tem que ser porque gostamos da companhia, porque queremos e porque nos faz bem. Nunca por obrigação ou carência.
As pessoas não se precisam uma da outra. Elas se completam, mas não como duas metades. E sim como duas pessoas inteiras que resolvem dividir sonhos, alegrias e a vida juntas.
Vivemos em um mundo que as pessoas amam falar das suas conquistas, dos seus bens materiais, dos projetos, da casa, do carro, falam até do vizinho, mas, esquecem de proferir aquele que é o autor da vida, que nos deu a oportunidade de tudo isso viver.
Deveríamos falar pouco daquilo que não importa e falar mais do que realmente importa.
Jesus é o caminho, a verdade e a vida.
Evita as longas discussões, sobretudo com pessoas dispersas, que juntam argumentos sobre argumentos, sem ordem e sem disciplina, misturando juízos apenas de gosto com algumas pseudo-idéias mal-formadas e mal-assimiladas. Evita essas discussões que não são em nada benéficas.
Se não for possível conduzir o colóquio com alguém em boa ordem, segundo boa lógica, cuidadosa e organizada, é preferível que te cales. Sempre sê disciplinado no trabalho mental. Essa é a regra importante, e nunca ceder às vagabundagens do pensamento em conversas diluídas, dispersas, em que se fala de tudo e não se fala de nada.
Redes sociais...
De quantas você faz parte? Quantas pessoas você segue? Quantos são seus amigos? Quantos são os seus seguidores?
Não importa o grau de 'amizade' com tais amigos... são amigos virtuais... que, bem provavelmente, são diferentes de amigos reais... são amigos que não olham em nossos olhos, mas confortam nossos corações... não os vemos sorrir, mas nos fazem sorrir... quando chegamos a este mundo virtual, queremos encontrá-los nele.. que nossos amigos estejam lá... é o que importa... conhecemos o coração deles, que é o mais importante... não, não sou ingênua de acreditar em tudo o que 'vejo' no mundo virtual - e essa conversa dá muito pano pra manga...
Em época de fim de ano, vejo muito, especialmente no facebook, a seguinte frase: "Vou fazer uma limpa no meu face".... uma limpa, amigo...
Amigo sujo, vocè está fora!!! Agora, meu face (e meus tantos outros... esqueci a palavrinha que vai aqui.... desculpe-me) está limpo... brilhando de novo... só beleza!! E recomeço tudo de novo, aceitando solicitações de amizades, enviando outras mil, adicionando, Fulano, Fulano e Fulana de Tal.. Pinco Palino..... até chegar a hora de jogar fora os que me fazem mal.
Gente, isso de fazer uma limpa é muito estranho pra mim. Limpa de quê? Estou quietinha no meu canto, não cheiro mal.... então, não me leve a mal... eu amaria continuar sendo seu amig@ virtual... não me delete, eu não peso, posto, sim, às vezes um moooonnnnte de coisas... mas é só você não ler, não acessar minha página, não saber de mim... deixe-me esquecida num canto, mas não me delete.
Não delete ninguém, amig@... ou, pelo menos, não delete com a desculpa de que vai fazer uma limpa!!! Limpa do quê, criatura?
Agora falando bem sério: não tenho problemas em ser deletada, não... cada um é dono de seu espaço virtual e coloca/tira dele quem quiser... agora, se você é meu amigo de verdade, não há razão de me excluir... se já aconteceu de um 'amigo de verdade... real' me excluir do seu mundo virtual!? Claro... e até hoje fico me perguntando: que mal que eu fiz!?
Este post é produto da minha mais pura imaginação... como são palavras minhas, dou-me o direito de concordar com ele ou não, beleza!??? Ou com partes dele.... ;)
As pessoas mudam... sim, acredito que as pessoas podem mudar. Eu mesma mudei em relação a acreditar que as pessoas mudam... então, estou aqui a falar com conhecimento de causa.
Eu acreditava piamente na impossibilidade de as pessoas mudarem e agora acredito que tudo é possível no que diz respeito às pessoas. Eu acreditava que todo ser humano é de um jeito... e, conforme o tempo passa... e a vida vai se fazendo vida na vida de cada um, cada ser humano ia ficando mesmo mais parecido consigo mesmo... sim mais igual a si mesmo... e não diferente de si mesmo. Hoje acredito que se alguém é de um jeito - errado, torto, estragado, quebrado, desarrumado, desqualificado - e decide querer mudar... esse alguém consegue mudar
Ninguém precisa ficar quebrado pra sempre. E, agora, escrevendo sobre isso, me dou conta da grande bobagem em que eu acreditava: que o tempo passa e as pessoas vão se tornando cada vez mais elas... me dou conta da minha incoerrência: eu acredito totalmente (um pleonasmo intencional aí, blz?) que Jesus pode mudar a vida de uma pessoa - afinal Ele mudou a minha... então estou a falar com conhecimento de causa -, e ficava defendendo que uma pessoa não muda... apenas se torna mais parecida com ela mesma.
Muita repetição de palavras... muita repetição da mesma ideia... estou eu aqui querendo convencer você de que as pessoas podem mudar? Talvez.... ou talvez esteja apenas tentando convencer a mim mesma de que eu mudei...
pensando aqui com meus botões: isso de convencer a si próprio é meio difícil. Formar uma opinião não é algo fácil... é preciso esforço mental enormíssimo para formar uma opinião... colocar tijolinho sobre tijolinho e construir uma convicção forte leva tempo e esforço, e mudar a forma de pensar é mais - é como mudar pedras enormíssimas de lugar, pedras que estão a atravancar nossa lucidez e tirar do lugar o que não faz a pensar preconceituosamente, indevidamente erradamente. Antes disso até, acho que é necessário humildade pra admitir que se está errado - e poucos somos humildades, você há de comigo concordar..
Antes que este post se torne extenso demais... vou parar... mas não sem antes lhe falar o seguinte: você sabe do jeito que é, você sabe o que faz de errado (e se não sabe, peça a Deus pra lhe mostrar), você sabe que titudes suas estão a lhe incomodar, você sabe se o céu vai ganhar...
... se não sabe nada disso, está na hora de mudar seu jeito de essa sua vida levar... chega de travesseiro, lençol e lágrimas... chega de tudo azul não estar...
Você pode mudar... graças a Deus, você pode mudar... vai precisar de um forcinha aí, of course, mas o importante é que em outra vida, na outra vida, você vai estar... e mesmo nesta vida tudo pode mudar se você de uma vez por todas deixar por Jesus se encontrar.
"Eis que bato à porta...' quase O ouço a gritar.... você vai se fazer de surdo? não vai mesmo mudar? ai...aiaiai...aiai.
Muitas vezes eu quis, sim, a aprovação, admiração e validação de muitas pessoas que me diminuíram se achando superiores, eu sonhava com um grande evento onde eu entrava triunfante com um lindo vestido longo, um sapato de salto com pedrinhas brilhantes e eu cheguei até a comprar o sapato 😂🤭 mas eu amadureci de uma forma que hoje eu me vejo saindo desses eventos e curtindo minha Netflix em casa de pijama e completamente realizada com a pessoa que eu me tornei....
Hoje o meubrinde é para mim 🍷...🌸
zelo verde.
Existem pessoas que a gente aprende a guardar sem nunca ter assinado esse compromisso. Não existe promessa, não existe cerimônia, ninguém entrega nada nas nossas mãos dizendo “agora é sua responsabilidade”. Acontece antes. Num olhar pequeno demais para entender o mundo, num par de olhos verdes que ainda não conheciam a crueldade das coisas, e de repente alguma parte da gente decide que aquilo precisa chegar inteiro até a vida adulta.
Foi assim.
Antes de saber o que era proteger alguém, eu já queria protegê-la.
Talvez porque eu tenha visto cedo demais que nem todo lugar chamado de casa sabe ser abrigo. Enquanto algumas crianças aprendiam que os adultos eram aqueles que resolviam as coisas, ali se aprendia o contrário. Aprendia-se a reconhecer o peso de uma discussão pelo jeito que o silêncio vinha depois. A perceber quando alguma coisa estava errada antes mesmo de alguém dizer. A amadurecer não porque queria, mas porque certas coisas não deixam escolha.
E ela amadureceu cedo.
Talvez cedo demais.
Carregou coisas que não deveriam caber em alguém tão nova e, ainda assim, conseguiu conservar uma das coisas mais bonitas que alguém pode conservar depois de conhecer o lado difícil da vida: a doçura.
Isso sempre me impressionou.
Porque seria fácil endurecer. Seria compreensível fechar as portas, perder a delicadeza, deixar o mundo ensinar que sentir demais é uma fraqueza. Mas não foi isso que aconteceu. Ainda existe nela esse jeito doce, essa capacidade de se importar, de amar os animais quase como se eles fossem pequenos pedaços de um mundo que ainda vale a pena, de olhar para quem ama e se entregar de verdade.
E existe esse amor pelos irmãos também.
Talvez ela nem perceba o tamanho que isso tem.
Mas eu percebo.
Eu sempre percebi.
Talvez seja por isso que exista dentro de mim esse instinto quase absurdo de proteção. Tive que aprender a ter olhos de pai sem ser pai, cuidado de mãe sem ser mãe, e aquela vigilância silenciosa de quem sabe que alguma coisa preciosa está atravessando um lugar que nem sempre é gentil.
Eu não podia impedir tudo.
Mas queria.
Queria colocar meu corpo na frente de qualquer coisa que pudesse feri-la. Queria que certas palavras nunca chegassem até ela. Queria que certas noites não existissem. Queria que ela pudesse crescer sem precisar entender tão cedo coisas que ninguém deveria precisar entender cedo.
Só que o mundo não pede licença.
E talvez uma das coisas mais difíceis de assistir seja justamente perceber que alguém que você ama possui suas próprias tempestades.
Existem altas e baixas.
Dias em que tudo parece respirar melhor e dias em que a própria cabeça parece um lugar difícil de morar. Momentos em que aquela doçura aparece com força, em que ela se ilumina pelas pequenas coisas, pelos animais, pelas pessoas que ama, pela própria vontade de continuar sendo quem é. E existem momentos em que tudo parece perder o tamanho certo, em que sentimentos chegam como ondas grandes demais e levam consigo aquilo que parecia estável.
Eu gostaria de poder estar presente em todos.
Mas não posso.
Hoje existe distância.
Goiânia está longe. A vida mudou. Cada um está vivendo seus próprios dias, carregando seus próprios problemas, e eu não consigo mais estar perto de cada silêncio estranho, cada noite difícil, cada momento em que alguma coisa parece sair do lugar.
Mas a preocupação não diminuiu.
Ela só aprendeu a viajar.
Agora ela aparece numa mensagem.
Num “saudade ga”.
Num pensamento que surge do nada no meio do dia.
Na vontade de saber como está, mesmo quando ninguém disse que havia alguma coisa errada.
Porque certas responsabilidades não obedecem a quilômetros.
E talvez seja isso que a distância tenha me ensinado: eu não preciso conseguir salvá-la de tudo para continuar cuidando.
Existem batalhas que ninguém consegue lutar pelo outro. Existem dores que não desaparecem porque alguém ama muito. Existem momentos em que tudo o que eu posso fazer é permanecer disponível, lembrar que existe um lugar para voltar, uma voz que não vai julgar, alguém que não vai transformar uma fase ruim na definição de uma pessoa inteira.
Eu não quero que ela seja reduzida às partes difíceis.
Não quero que as baixas apaguem as altas.
Porque eu conheço a pessoa que existe entre uma tempestade e outra.
Conheço a menina que gosta de animais, que ama os irmãos, que ainda consegue ser doce depois de tudo. Conheço aquela parte que sente muito, talvez até mais do que deveria, mas que justamente por isso consegue oferecer um tipo de carinho que pouca gente sabe oferecer.
E talvez seja isso que eu queira proteger de verdade.
Não uma versão perfeita.
Não uma versão sem remédios, sem crises, sem dias ruins.
Quero proteger a essência.
Aquela capacidade de amar.
Aquela delicadeza que sobreviveu ao caos.
Porque algumas pessoas passam pelo inferno e voltam diferentes.
Ela passou por coisas que poderiam ter feito dela alguém frio, mas ainda existe ternura ali.
E isso, para mim, sempre foi uma vitória.
Às vezes eu volto naquela lembrança antiga. Uma criança pequena, aqueles olhos verdes, sem saber que alguém já tinha decidido silenciosamente que ela seria cuidada.
E talvez ela nunca tenha percebido o tamanho disso.
Tudo bem.
Algumas formas de amor funcionam melhor quando não fazem barulho.
Eu não preciso estar ao lado o tempo inteiro para continuar sendo abrigo. Não preciso aparecer em todas as fases para continuar fazendo parte daquilo que permanece. Existe uma parte de mim que continua em vigília, mesmo de longe, mesmo quando estou ocupado, mesmo quando tenho meus próprios demônios batendo na porta.
Porque existe coisa que a gente não abandona só porque cresceu.
Existe coisa que a gente não deixa de guardar só porque aprendeu que não pode controlar o mundo.
E talvez esse seja o verdadeiro espírito de quem nasceu primeiro: carregar uma espécie de radar permanente para aquilo que ama. Querer enfrentar monstros que nem existem ainda. Imaginar perigos antes deles aparecerem. E, mesmo sabendo que não pode impedir todas as quedas, continuar disposto a correr quando ouvir o barulho de alguma coisa quebrando.
Eu não posso blindá-la do mundo.
Ninguém pode.
Mas posso ser uma das poucas coisas que o mundo nunca precisará ensinar a ela:
que existe amor que não depende de distância, de fase, de humor ou de circunstância.
Amor que observa de longe.
Amor que espera.
Amor que não exige nada.
Amor que sabe que existem altas e baixas, dias claros e dias em que tudo pesa, e ainda assim permanece.
Porque, no fim, proteger alguém talvez nunca tenha sido impedir que a vida a machuque.
Talvez tenha sido apenas garantir que, depois de tudo, ela ainda tenha alguém olhando para aqueles olhos verdes e enxergando muito mais do que as cicatrizes.
Enxergando a doçura.
A força.
A menina que amadureceu cedo demais.
A pessoa que ama os animais, que ama os irmãos, que sente o mundo de um jeito próprio e que, apesar de tudo, continua aqui.
E talvez seja por isso que, mesmo de tão longe, uma parte de mim ainda permaneça exatamente onde sempre esteve:
de guarda
Tem coisas, e pessoas que nos desgastam tanto que, quando percebemos, já viraram um ciclo de repetições.
Batem, insistem, fazem a gente abrir a porta… mas, quando a gente abre, não permanecem, não cuidam, não fazem questão.
E esse movimento cansa.
Cansa a ponto de tirar a vontade de reagir, de falar, de tentar de novo.
A gente vai perdendo o interesse, a motivação…
e, quase sem perceber, escolhe o silêncio, se afasta, fecha um pouco mais a porta por dentro.
Não é frieza, nem falta de sentimento.
É excesso de desgaste.
É o corpo e a alma entendendo que nem toda insistência merece acesso,
e que insistir em certos ciclos dói mais do que soltar.
Então nasce o medo de abrir de novo…
mas junto com ele, nasce também algo importante: o cuidado.
Porque, às vezes, abrir mão não é desistir
é, finalmente, se escolher.
A Expansão de Dois Universos
Há pessoas que atravessam a vida umas das outras como quem visita um lugar. Eu não.
Sempre acreditei que existem pessoas extraordinárias. Pessoas que carregam dentro de si universos inteiros. Com constelações ainda sem nome, galáxias jamais exploradas, oceanos profundos e infinitos esperando alguém suficientemente curioso para permanecer.
Talvez seja por isso que nunca consegui amar pela superfície. Porque a superfície nunca foi capaz de sustentar aquilo que eu procurava. O extraordinário é raro. E, quando dois universos raros se encontram, o desejo deixa de ser apenas estar ao lado. Passa a ser descobrir.
Descobrir os continentes escondidos nas palavras não ditas, decifrar as estrelas por trás dos medos, encontrar vida onde ninguém antes teve paciência para procurar. E, enquanto isso, permitir que alguém também percorra o meu pequeno universo. Não apenas para me possuir, mas para me conhecer. Porque universos não se conquistam. Universos se desvendam.
Existe algo extraordinário quando duas imensidões deixam de apenas se observar e escolhem explorar uma à outra. Não para que uma complete a outra, mas para que ambas se expandam. Cada descoberta amplia a seguinte. Cada pergunta abre espaço para novas galáxias. Cada vulnerabilidade ilumina uma parte que ainda permanecia invisível.
É como se dois infinitos, ao se encontrarem, não diminuíssem um ao outro. Ao contrário. Expandissem. Porque conhecer profundamente alguém nunca reduz o mistério. Apenas revela que o infinito sempre foi maior do que imaginávamos.
Talvez seja esse o encontro que sempre procurei. Não alguém que apenas me olhasse, mas alguém disposto a passar uma vida inteira descobrindo os infinitos que habitam em mim, enquanto eu faria o mesmo pelos infinitos que habitam nele.
E talvez seja por isso que, um dia, escolhi entregar o meu universo. Não em partes. Não apenas o que era bonito ou fácil de compreender. Entreguei também os silêncios, as cicatrizes, as galáxias ainda sem nome e os lugares onde quase ninguém teve coragem de permanecer. Porque um universo só pode ser verdadeiramente entregue quando alguém confia ao outro até aquilo que ainda não foi completamente descoberto.
Talvez poucos compreendam o peso dessa entrega. Mas quem compreende sabe que receber um universo nunca foi um privilégio comum. Foi um convite para uma jornada sem fim.
Há uma força que exerço todos os dias, e poucas pessoas a enxergam.
É a força de me colocar constantemente no lugar dos outros. De tentar compreender antes de ser compreendida. De acolher antes de pedir acolhimento. De medir cada palavra, revisar cada atitude, reconstruir a mim mesma inúmeras vezes para não ferir, não decepcionar, não sobrecarregar quem está à minha volta.
Passei boa parte da vida acreditando que esse era o amor.
Então fui me desfazendo aos poucos.
Respeitei os limites de todos, menos os meus. Carreguei responsabilidades que nunca me pertenceram. Silenciei dores para preservar a paz alheia. Tomei para mim culpas que não eram minhas. Vivi em permanente autoavaliação, tentando corrigir defeitos, controlar reações, encontrar maneiras de ser mais fácil para o mundo.
Enquanto isso, o meu próprio mundo desmoronava em silêncio.
Talvez seja por isso que a ansiedade e a depressão não sejam, para mim, apenas nomes. Elas também carregam o peso de uma vida inteira tentando sustentar aquilo que nunca esteve sob o meu controle.
Hoje percebo o quanto é perigoso viver assim.
Existe uma diferença enorme entre amar e abandonar a si mesmo.
Entre servir e anular-se.
Entre cuidar e esquecer que também se precisa de cuidado.
E talvez seja justamente aí que muitos de nós nos percamos.
Passamos tanto tempo tentando corresponder às expectativas, apagar incêndios, carregar dores que não são nossas e manter a vida de todos em ordem, que nos esquecemos de voltar para casa: para dentro de nós.
Precisamos nos lembrar, constantemente, de que cada pessoa é responsável pelas próprias escolhas, pelos próprios caminhos e pela própria alma.
Podemos aconselhar, amar, acolher, estender a mão. Mas não podemos viver a vida de ninguém, nem assumir responsabilidades que Deus nunca nos entregou.
Porque haverá um dia em que estaremos diante d'Ele.
E, naquele dia, não será possível dizer:
"Senhor, eu escolhi esse caminho porque me senti obrigada."
"Eu não tive tempo de cuidar da minha alma porque estava ocupado demais cuidando da vida de todos."
"Eu vivi tentando agradar, obedecer às expectativas e corresponder ao que esperavam de mim."
Cada um responderá pela própria vida.
Que essa verdade não seja um peso, mas um despertar.
Que ela nos lembre de que não fomos chamados a viver sufocados pelas expectativas do mundo, nem aprisionados pelas necessidades das pessoas, a ponto de abandonarmos a única alma que Deus confiou aos nossos cuidados.
No fim, talvez a pergunta mais importante não seja quantas vidas tentamos salvar.
Mas o que fizemos com a nossa, enquanto tentávamos carregar o mundo inteiro sobre os ombros.
Faça do autoamor a sua bandeira! No fim das contas, pessoas vêm e vão, mas você fica. Trate-se bem. Trate-se com amor.
Há uma frase que eu gosto muito e que diz assim: “Não há inimigo fora de ti.” Em linhas gerais, talvez o segredo de tudo o que fazemos ou deixamos de fazer na vida não seja tão secreto assim. Está em nós. Em mim. Em você. Naquela pessoa que você encontra todos os dias no elevador, na fila do pão, no ponto de ônibus, na pista de caminhada, mas que você nunca perguntou nem o nome, muito menos olhou dentro dos olhos ao dar um bom dia (será que deu?). Porque é estranho. Esquisito. Desconfortável.
Assim como a grande sacada de tudo isso: é você o seu próprio vilão. É você o seu próprio herói. “Não há inimigo fora de ti”, lembra?
Ao mesmo tempo em que essa verdade liberta, ela dói. Porque às vezes tudo o que a gente precisa é de alguém – ou de alguma coisa – que nos livre da angústia de estarmos simplesmente com a gente mesmo. Já não experimentamos solitude. A roupa bonita e a casa arrumada só fazem sentido se formos receber visita ou se o plano é o de sairmos com alguém. Ir ao cinema sozinho, jantar sozinho, viajar sozinho, passear sozinho. Estranho. Solitário. Solidão. Será?
Eu só comecei a realizar os meus sonhos na vida quando eu parei de condicionar a minha felicidade a qualquer outro lugar que não esteja dentro de mim. Quando eu parei de culpar o outro pela forma como eu me sentia ou deixava de me sentir, pelas coisas que eu fazia ou deixava de fazer, pelas escolhas que, a bem da verdade, eram minhas, de mais ninguém.
Eu só comecei a efetivamente assumir as rédeas da minha vida quando eu parei de viver de “e ses” e de “quando isso acontecer, aí sim…” e passei a valorizar o agora.
Quando eu escolhi me amar e me respeitar apesar e justamente por causa dos meus defeitos. Quando aceitei e abracei as minhas vulnerabilidades. Quando entendi que sou falha, que não sei tudo, que não vi tudo, que não vou dar conta de tudo. E que está tudo bem.
Eu só comecei a viver relacionamentos mais saudáveis e mais empáticos com os outros – no amor, no trabalho, nas amizades, nas parcerias – quando aprendi a reconhecer e a exaltar o meu valor. Quando comecei a querer me arrumar e a me ver bonita para mim. Quando passei a enfeitar a casa e a mesa para mim. A cuidar do meu corpo e da minha mente para mim. A ser uma companhia querida e agradável para mim.
Sim, é válido e muito importante nos perguntarmos sempre: “Eu gosto de Fulano? Gosto da forma como Fulano me trata? Gosto de como me sinto quando estou com Fulano? Gosto de como me comporto? Mas, na mesma medida, será que você já se perguntou o quanto você se gosta? De que forma você se trata? De como você se sente quando a sua única companhia é você mesmo? De como você se comporta quando ninguém vê?”
Se você não se sente em paz com a sua própria companhia, confortável dentro do seu próprio corpo, preenchido com seus próprios silêncios, verdadeiro na sua própria pele, feliz simplesmente sendo você, sem máscaras, disfarces, justificativas e poréns, dificilmente você será uma boa companhia para alguém ou se sentirá confortável, preenchido, verdadeiro e feliz dentro do mundo, principalmente quando as necessidades de conexão e de pertencimento, inerentes ao ser humano, são tão grandes a ponto de nos afastar de nós mesmos, da nossa essência, dos nossos valores, das nossas buscas, de quem a gente realmente é.
Seja você a pessoa que você gostaria de ter como melhor amigo, aquela que você sempre deseja estar perto, que o faz sentir-se em que casa, que lhe traz paz, que lhe faz o bem.
No fim das contas, pessoas vêm e vão, mas você fica. Trate-se bem. Trate-se com amor. Você não precisa de ninguém para “salvá-lo” ou “fazê-lo feliz”.
Tudo bem, ninguém é uma ilha. É na conexão que nos reconhecemos e nos fortalecemos como seres humanos, mas você não precisa de nenhum salvador ou herói que não seja você mesmo. “Não há inimigo fora de ti.”
Algumas pessoas simplesmente não aceitam a felicidade daqueles ao seu redor. Elas se sentem incomodadas quando outra pessoa está vivendo os seus sonhos ou conquistando as coisas que sempre desejou. Para elas o sucesso do outro é como uma afronta e, por isso, sempre que alguém está realmente feliz, elas fazem de tudo para destruir a sua felicidade.
Infelizmente, é muito comum nos depararmos com essas pessoas em nossas vidas. Todas as vezes em que tudo está dando certo e estamos realmente felizes, satisfeitos com a maneira como tudo está acontecendo, não demora muito até aparecer alguém querendo nos prejudicar.
Essas pessoas chegam como amigas e, com o tempo, revelam suas intenções maldosas.
Elas não conseguem construir a própria felicidade e para sentirem-se melhor consigo mesmas, tentam estragar a felicidade dos outros.
Precisamos manter a distância de pessoas assim. Não podemos permitir que toda a nossa luta e esforço para alcançar o que temos hoje seja prejudicada por alguém infeliz consigo mesmo.
Nos momentos em que nossa estabilidade é testada por alguém que deseja tirar de nós o nosso chão, devemos nos impor, mostrar a nossa força.
Quando alguma pessoa tentar desestabilizar você, mostre a ela que sabe voar. Supere os seus próprios limites e deixe claro que nenhuma pedra no caminho é capaz de pará-lo.
Você não precisa aceitar a maldade de ninguém apenas para mostrar que é uma pessoa centrada e de bom coração.
Não permita que as palavras negativas de outra pessoa tirem sua paz. Use-as como um gatilho para o seu crescimento. Se tentarem tirar o seu chão, mostre que não precisa dele para ser feliz e ter sucesso, porque a sua verdadeira força reside dentro de você e por isso sempre será capaz de vencer qualquer problema que chegar em sua vida.
Tenha sempre muita certeza de quem você é e do seu valor. Assim, quando alguma pessoa lhe causar um dano, você saberá dar a volta por cima e conquistar muito mais do que tinha antes.
Em frente a um abismo, mostre as suas asas. Nunca se limite por nada nem ninguém.
Acredite em seu próprio potencial e liberte-se de toda a negatividade de pessoas mal-intencionadas.
A sua vida sofrerá uma grande mudança, quando você entender que não precisa aceitar que outras pessoas o diminuam ou roubem de você tudo aquilo que conquistou. Não fique preso ao lado de quem não lhe faz bem, nem ouça aqueles que não querem a sua felicidade. Voe!
Libra
Librianos tendem a ser pessoas controladas, fiéis e puras. Eles enxergam a beleza em tudo, raramente se desviam de sua paz, mesmo quando estão chateados, enxergam a vida com muito otimismo! Se você tem um libriano em sua vida, é muito sortudo, porque eles adicionam equilíbrio e confiança em seus dias, além de fazerem tudo ao seu alcance para que você sempre esteja bem.
Já fiz amigos eternos
já amei e não fui amada
já fui amada e não amei
já tentei esquecer pessoas inesquecíveis
já vivi de amor
já morri de amor
já perdoei erros
já fui perdoada
já abracei pra proteger
já fui abraçada para ser protegida
já chorei sentada no chão do banheiro
já fiz juras eternas que duraram pouco
já chorei rindo ouvindo música e vendo fotos
já liguei só pra escutar uma voz
já me apaixonei por um sorriso e por um olhar
já tive medo de perder alguém especial e acabei perdendo!
Já pensaram que nunca me perderiam e perderam!
Enfim, sou normal!
"Conto nos dedos (da mão esquerda do meu amigo) quantas pessoas, nas Redes Sociais, praticam o que publicam ou o que dizem defender."
"Ah, quase esqueço: meu amigo é um ET, com apenas três dedos em cada uma das mãos!"
0719 | Criado por Mim | Em 2014
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
Os dragões não querem ser aceitos. Eles fogem do paraíso, esse paraíso que nós, as pessoas banais, inventamos - como eu inventava uma beleza de artifícios para esperá-lo e prendê-lo para sempre junto a mim. Os dragões não conhecem o paraíso, onde tudo acontece perfeito e nada dói nem cintila ou ofega, numa eterna monotonia de pacífica falsidade. Seu paraíso é o conflito, nunca a harmonia.
Como as pessoas, os sentimentos mudam, as reações e as emoções também. Cada pessoa tem o seu jeito de amar e de demonstrar. Alguns são totalmente abertos, falam e expressam os seus sentimentos para todos. Outros já são mais tímidos, não falam sobre os sentimentos, mas esses, sim, demonstram. Com gestos, olhares, sorrisos. E em minha opinião, esses sim valem à pena. Eles são tímidos, mas completamente românticos. Como um sonho.
E bati, e bati outra vez, e tornei a bater, e continuei batendo sem me importar que as pessoas na rua parassem para olhar, eu quis chamá-lo, mas tinha esquecido seu nome, se é que alguma vez o soube, se é que ele o teve um dia, talvez eu tivesse febre, tudo ficara muito confuso, idéias misturadas, tremores, água de chuva e lama e conhaque batendo e continuava chovendo sem parar, mas eu não ia mais indo por dentro da chuva, pelo meio da cidade, eu só estava parado naquela porta fazia muito tempo, depois do ponto, tão escuro agora que eu não conseguiria nunca mais encontrar o caminho de volta, nem tentar outra coisa, outra ação, outro gesto além de continuar batendo, batendo, batendo, batendo, batendo, batendo, batendo, batendo, batendo, batendo, batendo, batendo, batendo, na mesma porta que não abre nunca.
As pessoas falam coisas, e por trás do que falam há o que sentem, e por trás do que sentem, há o que são e nem sempre se mostra. Há os níveis não formulados, camadas imperceptíveis, fantasias que nem sempre controlamos, expectativas que quase nunca se cumprem e sobretudo, como dizias, emoções que nem se mostram.
Dá vontade de escrever carta, dizendo coisas que as pessoas não dizem mais, porque seriam coisas que só se dizem por carta, não por telefone, e ninguém escreve mais cartas, só telefona, e portanto há coisas que não são mais ditas entre as pessoas. Que coisas, não sei ao certo. Que hoje não consigo quase nada, além de pensar vadio. Isso, aquilo: perdoe.
