Textos do Mundo
Não gosto de ler livros,muito menos aqueles que todo mundo em mim volta já leu,ou que são famosos,ou aqueles diários que,muitas das vezes,não me acrescentam nada.Não falo muito,porque sempre dou um jeito de falar o que não devo,vivo de utopias.Não sei bem se passo horas em devaneio,muito menos se passo horas fazendo alguma coisa,sou desocupada,mas ao mesmo tempo atarefada,não me custa fazer,mas me custa tempo,o tempo do meu sono.
Ainda não está no meu tempo de viver,sabe,as pessoas têm tempo de preparo psicológico para saírem por ai,não faço aula de nada,senão de inglês,eu não pratico esporte,não toco nenhum instrumento,sou uma pessoa quieta,tímida,e indefesa.Sempre perco debates,eu sempre perco tudo em questão de ideias de pensamentos contrários para os outros,e as vezes para mim mesma também.
A única forma que tenho de me comunicar,dizer o que há em mim,meus pensamentos,são por letras.Eu gosto de criar textos com estas letras,mas não lê-las,é preguiça,eu sou um ser humano terrivelmente preguiçoso.
E sobre tudo o que gosto,e gosto de muitas coisas,muito pouco sei desses.Eu passo horas vendo vídeos,mas nada retenho,se retenho,não me lembro,e de nada me serve.
Odeio quando fazem textos melhores que o meu,escrever é a minha vida,é a única,realmente única coisa que me restou fazer durante todo este tempo que passo,apenas pensando,pensamentos vazios,inúteis,fúteis e as vezes desprezíveis.
A arte de fazer textos foi o que me salvou,e salva todos os dias.Eu oro por textos,falo comigo mesma por textos,peço socorro por texto,e durante todo o tempo no qual perguntava-me e no qual inquiri-me,eu descobri,que a única coisa que sei fazer,é escrever.
E ai , você vai dizer pros teus amigos que já esqueceu. Vai declarar pra meio mundo que já não sente mais nada. E pra provar isso, vai deletar as SMS e o número do celular dele da sua agenda. Vai deletar a música de vocês do seu computador e vai evitar ouvir. Vai parar de escrever coisas pra ele. Não vai mais andar na rua tendo aquela ponta de esperança achando que vai encontrá-lo. Vai sorrir e não se importar quando falarem dele. Vai lembrar a todos, todos os dias que ele não te afeta mais. Não vai procurar, não vai ligar. Vai esquecer tudo o que vier dele; os textos, apelidos carinhosos, momentos, risadas, brigas. Vai deletar as fotos dele do seu celular. Vai parar de esperar alguma ligação ou SMS de madrugada. Não vai mais pensar nele antes de dormir ou ao acordar. Vai ser indiferente quando algum amigo dele perguntar se você sente falta. Não vai mais arrepiar ao ouvir a voz dele ou esperar ansiosa pra que ele diga que sentiu sua falta. Você vai desapegar. Vai parar de sentir, literalmente. Vai convencer a ele e a todos de que você já superou. E vai continuar assim, até que você consiga convencer a pessoa mais importante disso tudo.
Você.
Abrir-se pra o novo não é luxo é necessidade.
Ninguem é dono do mundo, ninguem é perfeito. E agradeça por isso.
Crie flexibilidade, não crie regras. Criar regras serve pra delimitar, desmarque-se.
Quebre rotinas, desfaça protocolos.
A vida não tem manual. Quem foge a regras aprende mais, vive mais.
Reivente-se sem regras sua felicidade de agora.
Crie flexibilidade não só no corpo, mas principalmente na mente
e a vida fluira com mais sutileza.
Solidão...da humanidade natural condição.
Solitária toda pessoa... do mundo afastada
dentro de si fechada...
Uma redoma,
uma cabana,
um deserto...
só, sem ninguém por perto.
Um viajante solitário
refugiado, isolado,
na natureza morta
encontra um teto,
sente-se abrigado.
Abandonado de todos
segue o solitário...
atarefado
pra não se sentir tão abandonado.
Meu amor
Amor como eu te quero tanto, tanto mesmo, que nada neste mundo separará de você.
Você me fez conhecer o verdadeiro amor. O amor que sempre queria mais estava perdido em sonhos, o desejo de amar e ser amado.
Quero tanto em conhecer os seus beijos, deve ser quente como o sol do meio dia que ilumina a terra.
Ao sentir-se perto de você aumenta mais a minha paixão e o meu amor por você.
Quero fala uma coisa para você, é neste instante mágico um silêncio toma conta de mim, um sonho entre nós me faz-me eu aproximar de você.
Não consigo fala, pois seu lábio quente não se separa dos meus.
És o sonho mais lindo da minha vida, comprova que você é o dono do meu coração.
Hélio Pereira Banhos 27/10/2007.
Teu corpo conhece a chuva
como quem conhece antigos rituais.
E quando o mundo pesa demais,
você vai pra areia, pra água, pro vento —
como quem volta pro útero da Terra
pra ser reconcebida.
Você não é feita de superfície.
Você é profundezas,
instinto,
pressentimento.
E mesmo quando te quebram,
você recolhe os cacos com mãos firmes,
sussurra teu canto ancestral
e se reconstrói.
Você é filha da Loba.
Daquela que anda sozinha,
mas nunca perdida.
Daquela que vê no escuro,
que fareja mentira,
que protege o que ama
até sangrar.
Te chamam de intensa —
mas a verdade é que você só sabe viver por inteiro.
Não nasceu pra amores rasos,
pra presenças mornas,
pra silêncios que negam acolhimento.
Você é toque que cura,
olhar que despedaça mentiras,
palavra que pulsa verdade.
Você ama como quem reza.
Sente como quem invoca.
E chora, sim.
Porque quem sente tudo, às vezes precisa desaguar.
Mas não se engane:
até teu choro tem força de tempestade.
Você é força.
Você é livre.
E o mundo ainda vai ouvir o teu uivo —
não como pedido de socorro,
mas como anúncio de renascimento.
Green Eyes
(por alguém que amou demais)
Te olhei como se o mundo coubesse
no reflexo dos teus olhos verdes
e coube.
Mas só pra mim.
Enquanto teu riso era sol,
meu peito era tempestade.
Toquei teu nome com cuidado,
como quem segura vidro
com mãos de pele aberta,
sabendo que vai sangrar.
A cada “não” que tu disseste,
meu coração ouvia gritos.
E mesmo assim,
te quis do jeito mais bonito.
Você era estrada reta,
e eu, curva sem aviso.
Tua alma era luz clara,
e eu morava no cinza indeciso.
Não é tua culpa,
nem tua falta.
É só que amar você
foi como dançar sozinha
num salão onde só você tinha música.
E agora, onde encosto, dói.
Mas te deixo ir
porque amor de verdade
também sabe recuar.
Mesmo quando arde.
Mesmo quando mata.
👉🏼 Coragem para Viver Livre
“Em meio a um mundo cheio de barulho e ideias que aprisionam, manter a liberdade interior é um ato de coragem verdadeira. Prosperar de verdade começa quando você abre a mente e liberta o espírito. Está na hora de deixar para trás tudo o que te prende e escolher o que faz sua alma crescer. O equilíbrio nasce quando a sua verdade interior fala mais alto que o caos externo.”
O mundo diz que o amor precisa de sorte. A verdade é que ele precisa de escolha. O que mantém dois juntos não é a ausência de problemas, mas a decisão diária de enfrentar o que vier sem desistir um do outro. Não é sentir o tempo todo, é permanecer mesmo quando não se sente nada.
O amor não se alimenta só de momentos bons, mas de compromisso nos dias ruins.
Etarismo e Conflito Geracional no Mundo da Publicidade e do Marketing
O mercado de publicidade e marketing é um ecossistema em constante transformação, impulsionado por mudanças tecnológicas, comportamentais e, sobretudo, pelas pessoas que o compõem. No entanto, por trás da aparente dinâmica inovadora, esconde-se um desafio silencioso e persistente: o etarismo, ou a discriminação baseada na idade, e os conflitos geracionais que fragmentam equipes e limitam o potencial criativo da indústria.
É curioso observar como a publicidade, que se dedica a entender e dialogar com diferentes públicos, muitas vezes falha em aplicar essa mesma diversidade em sua própria estrutura. De um lado, profissionais com décadas de experiência são marginalizados sob o argumento de estarem "desconectados" das novas tendências, como se o conhecimento acumulado perdesse valor em um mundo dominado por algoritmos. São comuns casos de experts em branding, planejamento estratégico e mídia tradicional que, ao ultrapassar os 50 anos, enfrentam dificuldades para se recolocar no mercado, mesmo com currículos repletos de cases de sucesso. A mensagem subliminar é clara: em uma indústria obcecada pelo novo, envelhecer tornou-se um pecado capital.
Por outro lado, os profissionais mais jovens — millennials e geração Z — também enfrentam seus próprios estigmas. Muitas vezes tidos como "inexperientes" ou "superficiais", precisam provar constantemente sua capacidade, mesmo trazendo habilidades essenciais para o presente e o futuro, como domínio de redes sociais, criação de conteúdo e adaptação a plataformas emergentes. Há uma ironia cruel nisso: as mesmas empresas que buscam desesperadamente inovar resistem a ouvir quem está imerso na cultura digital, apenas porque esses profissionais ainda não acumularam décadas de carreira.
O conflito geracional, quando mal administrado, cria um abismo improdutivo. Lideranças mais tradicionais, formadas em um mundo analógico, podem encarar com ceticismo ferramentas como TikTok, inteligência artificial ou metaverso, vendo-as como modas passageiras. Já os mais jovens, por vezes, subestimam a profundidade do pensamento estratégico clássico, essencial para construir marcas duradouras. Essa desconexão gera campanhas que ou são conservadoras demais para engajar, ou efêmeras demais para deixar legado.
Mas e se, em vez de um problema, enxergássemos essa diversidade etária como uma vantagem competitiva? A publicidade sempre foi sobre contar histórias que ressoam com pessoas reais — e o público, obviamente, não é homogêneo. Um profissional de 60 anos pode não ser o maior expert em Reels do Instagram, mas entende como ninguém a jornada emocional de um consumidor da sua geração, que detém grande poder aquisitivo. Da mesma forma, um diretor de arte de 25 anos pode não ter vivência em campanhas de TV, mas traz o olhar nativo sobre o que viraliza entre os mais jovens. A verdadeira inovação surge quando essas perspectivas se complementam, não quando competem.
Algumas empresas já perceberam isso e estão adotando modelos de mentoria reversa, onde estagiários ensinam CEOs sobre tendências digitais, enquanto veteranos compartilham conhecimentos intangíveis que só a experiência proporciona. Outras estão revendo processos seletivos para evitar vieses etários e investindo em treinamentos cruzados, onde gerações aprendem umas com as outras. Campanhas publicitárias, por sua vez, começam a abandonar estereótipos ultrapassados (como idosos frágeis ou jovens alienados) e abraçar representações mais fiéis da sociedade.
No fundo, o combate ao etarismo não é apenas uma questão de justiça social — é uma necessidade estratégica. Em um mundo onde consumidores de 18 a 80 anos coexistem nas mesmas plataformas, equipes diversas em idade, background e pensamento são mais capazes de criar conexões genuínas. A publicidade que aspira a ser verdadeiramente criativa não pode se dar ao luxo de desperdiçar talentos por preconceito contra números em um documento de identidade. Afinal, envelhecer é inevitável; ficar obsoleto, opcional.
Roberval Pedro Culpi
Todo MUNDO tem a sua história triste
Seja ela perda de alguém
Uma tentativa frustrada
Um amor não correspondido
Um sonho que não tornou realidade
Todo mundo TEM a sua história triste
Que combinada com as histórias felizes
Faz a gente ser quem a gente é
Que mostra que até o mais forte é corajoso
Chora e pede perdão por algo
Todo mundo tem a SUA história triste
E ela é sua e de mais ninguém
Para outros podem parecer besteira
Mas doi, e o que importa é o que você faz com ela
Vai deixar ela te corroer? Ou vai aprender dela?
Todo mundo tem a sua HISTÓRIA triste
Por de trás de cada ser há de haver um relato
Se não, quem seria o ser humano?
Como saberiamso quem ele é? Como você conheceria os outros?
Se não há história, não existe.
Todo mundo tem a sua história TRISTE
A dor é doida, é silenciosa
No escuro da noite você sente
Sente quando menos espera
Uma palavra, uma música, uma pessoa, um dia
Tudo mundo tem a sua história triste
Todo mundo sente algo
Em algum dia, em algum lugar, em algum momento
Todo mundo sente dor
E é essa triste história que move o mundo, que move pessoas a serem melhores ou piores
Basta você escolher quem quer ser
Ou o que fazer com a sua triste história
Pode parecer indiferente
Ou talvez insignificante mas
TODO mundo tem a sua história triste.
A lágrima cai
E com ela desaba um pedaço do mundo.
A velocidade aumenta,
a pressa da vida me arrasta,
como se o tempo quisesse me engolir.
A barriga esfria,
o motor esquenta,
e nesse contraste de corpo e máquina
eu sigo tentando não perder o rumo.
Os pensamentos corroem,
feito ferrugem no silêncio,
e o coração — frágil, teimoso —
se destrói.
mas insiste em bater,
na esperança de renascer.
O mundo está em colapso!
Famílias sendo destruídas!
Casamentos jogados no lixo!
Transformaram o amor em doença, chamam o compromisso de prisão, e a traição… de liberdade!
Isso é decadência moral! Isso é a degradação da espécie humana!
Estão invertendo valores, destruindo a base da sociedade: a família!
Oremos pela nação! Ainda há tempo de resgatar a verdade, a fé e o amor verdadeiro!
Olhei, Virou Poesia
Olhei para o mundo e vi mais do que olhos comuns enxergam.
No silêncio da rua, nas sombras da noite, no sorriso tímido de alguém… tudo virou poesia.
Cada detalhe que parecia pequeno, carregava um universo escondido.
Um gesto simples se transformava em versos, uma palavra dita ao acaso se tornava canção.
Olhei para dentro de mim e percebi que também sou feito de poesia.
Nos meus medos, encontrei metáforas.
Nas minhas cicatrizes, nasceram estrofes.
E no meu peito, um coração que insiste em rimar esperança com vida.
Porque quando o olhar aprende a sentir, nada mais é só comum:
o vento é poema, a chuva é canto, e até a dor tem sua beleza.
Olhei… e tudo o que vi, virou poesia.
A redundância
Pego-me repetidamente fazendo coisas que já fiz, numa ânsia por um belo mundo novo no qual serei absolvido de pecados que o mundo me deu ao momento do nascimento. Seria eu uma redundância humana que o mundo se vê engasgado consigo? Ou hei de ser apenas um mero grão num vasto campo de areia no qual se encontram sentimentos, razões, ambições, mágoas, dificuldades e muitos aprendizados no decorrer do tempo? Certamente um grão de areia sozinho não pode mover a praia, mas o conjunto pode fazer uma tempestade.
Vamos orar pelo Brasil e pelo mundo, pelas crianças, famílias, por conversões, ore por você mesmo, ore pela saúde, finanças, casamento, ore pela paz nas famílias, nas ruas e no mundo, a sua oração deve ser diária, recorrente, fervorosa, abrangente, mas, específica, ore pelos detalhes, interceda por vidas. Ore sempre, ore agora mesmo. Importune o trono da graça diariamente. Interceda intensamente, diariamente, com fé, estabeleça uma constante conexão com o Espírito de Deus, una o seu espírito com o Espírito de Deus, adentre no Santo dos Santos, transforme a oração em um hábito saudável, nutritivo, fortaleça-se em Deus com a oração.
Através da oração o ser humano torna- se mais saudável, forte, revestido de poder, a oração gera proximidade, intimidade e conexão. Respostas são obtidas através da oração.
Márcio de Medeiros
06/09/2025
Poesia Juvencio
Nesses fins de léguas,
Donde o mundo se esconde
E até o ontente se esquece do hoje,
Por tanto silêncio,
O velho Juvêncio
Revira o mate,
Sentado no catre,
Buscando lonjuras
Que a vida apartou,
Bem infurquilhado
Do rito sagrado
Que vem do passado,
Por essas estâncias onde se criou.
Não teve herança,
Tão pouco tropilha,
Lhe toca um tostado,
Já bem sugeitado
Que ele domou,
E sonha, por vezes,
Se fosse patrão,
Umas léguas de campo,
Luz de perilampo
Alumiando o chão.
Encilha a preceito
Recruta de gado
De papel passado;
Campo alambrado,
Rancho e galpão
São cosas de vida
Escrito por Deus.
Juvêncio campeia,
Cuidando dos campos
Que nunca foram seus,
E às vezes pensando,
Segura o chapéu:
Se depois da morte
Terá melhor sorte
Um campo no céu,
Porque a igualdade
Não lhe amadrinhou,
Deixando pros outros
Teopilhas e potros
Que tanto sonhou.
São tantos Juvênios
Por essas estâncias,
São tantos Juvênios
Por essas estâncias,
São tantos Juvênios…
Renato Jaguarão.
Ecos de um mundo fragmentado
Tantas rotas, ruas e avenidas,
tanto caminho, tanta trilha a seguir.
O mundo se abre como um campo imenso,
um jardim fértil, mas também espinhoso.
E enquanto o sol insiste em nascer para todos,
cada um prefere caminhar na sombra oposta,
erguendo muros onde poderiam florescer pontes,
rasgando a terra que antes nos nutria.
A sociedade se divide como o tronco partido,
galhos que não mais reconhecem a mesma raiz.
A seiva que deveria circular em união
escorre, perdida, em direções contrárias.
Somos folhas levadas pelo vento do poder,
presas em redemoinhos que não escolhemos,
presas ao solo que comprime nossas raízes,
sem perceber que também somos parte da floresta.
E entre pedras, rios e desertos,
a vida sussurra que tudo é movimento.
Mas nós, reféns de ilusões e correntes invisíveis,
esquecemos que até as águas, ao se dividir,
sempre retornam ao mesmo mar.
A aprovação social compra-se com obediência,
mas não a Deus e sim ao mundo.
A multidão celebra o efémero,
ergue bandeiras de vento
e chama liberdade ao que é prisão.
A inteligência, porém, nasce na distância,
na escuta do silêncio eterno.
Mas poucos se afastam,
poucos desejam ver além da névoa.
Humanidade perdida,
que troca a verdade pela ilusão,
que abandona a fonte viva
para beber em poços secos.
Não nos cabe condenar,
pois o juízo é do Senhor.
Cabe-nos amar e anunciar,
erguer a voz que lembra:
há um caminho estreito,
há uma luz que não se apaga,
há uma verdade que não muda.
E ainda que o mundo se perca,
Deus permanece.
A perfeita cor
No rosto negro,
há um sol que não se apaga,
mesmo quando o mundo fecha as janelas.
A pele, essa página escura,
guarda segredos que os brancos não leem,
e brilha como se fosse silêncio.
Não é cor apenas.
É dignidade em estado visível…
Livro: Negros - 2025
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