Textos de Verdade
O que é a verdade?
A verdade é que cada um tem uma verdade. E não adianta (as pessoas já deviam saber disso) querer impor a sua verdade na verdade de outra pessoa.
A minha verdade (isso inclui religião, ideal de felicidade, sonhos, visão do mundo, opinião sobre certo e errado, etc) é uma, diferente de todo o resto do mundo.
E, quer saber, vai mudar. As verdades interiores vivem mudando, se moldando, remodelando.
O ideal seria que cada um respeitasse a verdade alheia.
As minhas verdades podem ser um enumerado de Errados –para você-, para mim elas sempre serão Verdade (ou não).
A verdade é nua e crua, nada está acima dela, mas acredita, nem toda verdade deve ser dita de qualquer forma, (há sempre outras formas) porque o coração do homem é fraco demais.
Lembre-se de três grandes criações e aprenda com elas: os olhos (2), os ouvidos (2) e a boca (1).
Seja mais cauteloso/a possível com certas verdades que adoecem o coração!
Olá, você que está lendo isso. Lamento muito, de verdade. Lamento por você continuar lendo esse texto — ele não é mais do que aquilo que você já leu um dia. Não tem mais do que os que já fizeram antes. Isso é apenas mais um relato de alguém que já se perdeu, só mais um resquício de quem já se feriu.
Pois bem, já que está aqui, me ajude, que tal? Olhe pelos meus olhos e veja onde estou. Vou dar uma breve descrição de onde estou — e talvez onde todo mundo, no fundo, também esteja — mas poucos percebem que já chegaram.
É um lugar perigosamente belo, onde a felicidade pode florescer, mas onde o ódio também pode criar raízes. Durante minha vida, esse lugar mudou tantas vezes... E nem sempre era um lugar físico. Nesse espaço, já sofri de diversas formas e inúmeras vezes, nem todas bom, nem todas ruins. Nem todas as raízes que nascem aqui são ruins ou boas.
Cometi muitos erros, meus pecados que falei mim mesmo. Já sonhei com o que poderia ser possível e, com isso, coloquei todo o meu mundo — e mais, tudo o que poderia vir a ser. No fim, só me tornei aquilo que deveria transformar. E me perdi tão profundamente que nem consigo mais me enxergar.
Como um jardim tão fechado que nem você que é o dono consegue ver através dele. Depois de tanto tempo, esse lugar se tornou um espaço onde só há angústia e armaduras. E, de novo, me tornei aquilo que deveria transformar.
A última coisa de que me lembro é de ter confiado esse mundo todo quebrado a alguém. Não sei bem quem — não reconheço essa pessoa direito. Acho que foi alguém que criei em minha mente. Mas, mesmo assim, foi alguém muito importante.
E a última coisa em que pensei antes de você me encontrar foi: "Por que entregar esse mundo a alguém?" Quem daria um fardo desses a alguém?
Agora só pondero, dia após dia, sobre a fraqueza, a insegurança, a certeza, o amor, o ódio, a vida, a morte e a felicidade. Não sei o que preciso fazer. Acho que foi por isso que entreguei esse mundo a alguém mesmo sem ela saber — porque eu não sabia o que fazer, e esperava, magicamente, que essa pessoa soubesse lidar com toda essa bagunça.
Mas, apesar de tudo, acho que encontrei uma solução. Uma solução frágil, mas ainda assim uma solução. Porque o que importa é a esperança — que, nesse lugar, tem outro nome: fé.
O estranho é que essa palavra me parece familiar, mas não sei se algum dia reconheci seu verdadeiro significado.
Enfim... acho que já deu. Já deu dessa solidão insuportável. Sim, há várias questões abertas, talvez um grande descaso. Mas está na hora de seguir em frente.
Você pode me ajudar?
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"A postura de um cristão fala antes do seu nome. Quem serve a Deus de verdade não precisa se exibir — a presença limpa anuncia o caráter. Não se mete na vida alheia, porque já tem cruz suficiente pra carregar. Respeita, caminha em silêncio, vive o que prega. O servo de verdade não grita santidade, ele vive. Não tem tempo pra maldade, fofoca ou vaidade. Seu compromisso é com o céu, não com a opinião dos homens. Quem anda com Deus, anda com temor. E onde o temor anda, o mundo se cala."
— Purificação
A verdade para um ser feito de mentiras é um gato que nunca nasceu nem nunca morrerá.
Traaa e se quebrava o espelho do sonho.
O pensamento que o mundo não está pronto para ouvir nasce como um ovo no ninho de um animal mamífero.
O coração que ama o impossível é um homem grávido, enquanto sua mulher espera um filho.
O vazio que habita o ser humano é um balão preso na garganta.
O céu de quem perdeu toda a esperança é um universo colorido de estrelas que o homem não enxerga.
O nascimento ao contrário é um feto parindo sua mãe.
Antes de ser dita, a palavra precisa ser criada. As palavras nunca se repetem, elas são sempre um ser humano nascendo com suas únicas impressões digitais.
A dor que não cabe no corpo nem na linguagem é um pássaro que nunca pousa.
A dança de dois silêncios que se amam é a mãe olhando o filho pela primeira vez.
Nunca pense que Deus está distante da sua vida, porque Ele está, na verdade, no seu coração o tempo todo, dando forças para você seguir em frente com esperança. Ter Deus em você é carregar a certeza de que, aconteça o que acontecer, todo o seu esforço será recompensado e o dia da sua vitória vai chegar antes do que você imagina. (Código 0206)
Nelson Locatelli, escritor de Foz do Iguaçu
POEMA
O preço da noite
Verso 1
Não há desculpas para o mal que fiz,
Só a verdade nua no meu coração infeliz.
Mas creio em tua graça,que pode transformar,
Este teu filho que se humilha, e quer recomeçar.
Verso 2
Jesus eu caí, sou um pecador sem chão,
Com a cruz do meu erro, em cada oração.
Roubei uma vida, feri o que era meu,
Agora em teus braços, arrependo me sou réu.
Limpa a minha alma, com o teu puro perdão,
Dá me a chance de amar, na tua redenção.
Verso 3
A cada batida, ecoa o teu nome,
Um grito mudo de alma, que me consome.
A lembrança do brilho, que eu apaguei,
E a sombra do vazio, onde antes eu amei.
Verso 4
As noites são tão longas, o sono fugiu me,
As imagens não desaparecem, o fardo oprimiu me.
A voz que me acusa, vem do meu próprio ser,
Como posso seguir em frente? Como posso mais viver?
Eu sei que o teu amor é grande, bem maior que o meu pesar,
Mas a culpa aperta me, é difícil respirar!
Verso 5
Em cada batida, ecoa o teu nome,
como um grito de alma mudo,
Que me consome.
A lembrança do brilho, que eu mesma apaguei,
Fica a sombra do vazio, onde antes, eu amei.
Verso 6
As estrelas são testemunhas e a lua com o seu véu,
Parece que vejo o amor em teus olhos, mas só o ódio ascendeu,
Apenas num segundo de fúria, a escuridão reinou,
E o que eu tinha de mais precioso, o pecado me roubou.
As minhas mãos, antes limpas,
Agora, manchadas estão,
Com o sangue de Jesus, o redentor,
Que comprou o meu coração!
O algoritmo do crime
A guerra de anúncios, o comportamento errático e distorcivo da verdade são os menores problemas da IA do Youtube, do Instagram e do Facebook.
Além de negligenciar a liberdade de gênero, a igualdade racial, a democracia e as liberdades individuais, o comportamento nefasto de sua IA provê além do stalking abusivo pelos sites e o caos social e global como grande Big Techs que são; elas não se resguardam da prática nociva do ciberbullying, do terrorismo e da tortura psicológica. É agora; inclusive, fonte do planejamento orquestrado do terrorismo global e do crime organizado no país que se utiliza dos shorts como comando deliberado de ações contra a sociedade, formando o que podemos chamar de algoritmo do crime
Nem sempre o silêncio é a melhor resposta.
Às vezes, uma verdade dura é libertadora.
O tempo é ingrato quando não se pode voltar atrás para reviver os momentos bons.Mas é fundamental para superar os maus. Saber lidar com ele é uma dádiva que preciso aprender.
Hoje, quero o ontem.
Amanhã? Nem sei.
Mas, por hoje, dói lembrar — e pensa numa dor gostosa de sentir.
É tudo meio confuso, sim. Acho que é assim que sou.
Então vamos lá vim só pra falar verdade e também sobre o povo que zomba o diferente e diz que luta por igualdade o político até enche o peito pra falar de concientizamento mas acaba sendo só vento que não vai mudar a minha e a nossa realidade e nisso vivemos em um game infinito de desigualdade que jogamos a anos e nunca passamos de fase
somos como FIGURANTES sempre estamos jogados de lado parece que a gente nem tá presente no espaço e vemos coisas inaceitáveis e temos que aturar calado porque não temos espaço de fala e sempre que tentamos falar estamos errados
mas tenho certeza que Deus tem observado todo aquele que tem andado no caminho errado como os falsos cristãos,os políticos corruptos e os assasinos fardados que acham que só por que tem uma arma tem nos intimidado mas pra mim essa intimidação não existe pq meu povo resisti e a única arma que me intimida de verdade é aquela que começa no Gênesis e termina no apocalipse
Eu falo das verdades que todos precisam saber muitos da minha cor que vem da onde eu venho poderiam escrever para pelo menos contra o sistema tentar rebater
Eu acho que já vou parando por aqui essa é a visão de um menor da favela e vou deixando um recado pra vcs nem sempre acreditarem no que estão passando nas suas telas
Tenha conhecimento doq está acontecendo tlgd pq eu tava no meio da guerra e vi um trabalhador sendo baleado e ele era meu amigo e fiquei só o ódio quando olhei o jornal e vi que na matéria principal estavam se referindo a ele como bandido
Recomeço
É verdade...
Uma hora, a água vai secar
E o leite esfriar, o moinho vai parar
O vento não vai soprar
A ferida vai sarar, os abraços vão se acabar.
Mas, uma hora, tudo isso vai passar
O coração palpitar, o leite esquentar
O vento vai voltar, os abraços, recomeçar
E a ferida?
Essa ninguém quer saber,
Deixa pra lá...
Uma hora, o que era importante
Nada mais será;
Uma hora, o seu beijo falta não fará
Um sorriso acabará, mas outro nascerá...
Uma hora, tudo cansa, você descansa
E, logo, tão novamente,
Cansará, mesmo cansado
Assim é o coração,
Ora cansa
Ora está apaixonado...
Vou te contar uma verdade
Saltar de um avião é mais fácil do que parece,
a distância do chão, ajuda você a ter tempo de assimilar o que está acontencendo enquanto está caindo
e permite que você curta o momento,
descobrindo algo novo, sentindo algo inédito
O que machuca de verdade são saltos com vontade em pessoas rasas
Que aparentam uma profundidade externa aos demais,
Mas ao pular, você descobre um vazio.
Aí é tarde demais!
Leonardo Procópio, Janeiro de 2025
Máscaras e Verdades.
São poucos,
E morrem aos poucos os que são de verdade,
Mostram sua cara,
Não se travestem de máscaras,
Escancaradamente mórbidas,
No silencioso grito de suas palavras tortas,
Quase cantam,
Canto envolvente da sereia...
Pé na areia,
Mãos no chão,
Joga o cisco no vento que coça como um cão,
Ladra,
Não morde,
Morte,
Boa sorte para o karma em você,
Nesse mundo de máscaras,
Você mesma sabe,
Nada se faz sem querer.
A Boina, a Beleza e o Belo
Usar boina em Fortaleza é feito ser cristão de verdade.
Chama atenção, precisa de coragem e é lindo.
Alguns vão olhar para a beleza, querê-la para si e imitar.
Outros vão caçoar: ‘De boina no calor?’
Pena! Presos nos padrões da terra, não sabem como vale a pena suar pelo belo.
Entre os dedos vagueiam pensamentos e silêncios.
O que a tecla registra se torna uma verdade.
São dados, são fatos.
Hoje a noite também está escura e densa,
Mas o coração está em paz.
Vida nossa que nos leva de um lado a outro.
Escrevo e minha escrita me escreve.
Não falarei de dor, esse sentimento
Que rouba momentos de alegria, de criatividade.
Estou em paz e a paz fala por si só.
É um sentimento silencioso,
Que transforma em calma tudo que a rodeia.
É preciso apreciar momentos assim.
Nunca se sabe o que o futuro reserva.
Estou em paz e escrevo.
Escrevo para registrar que a vida tem solução.
A mesma vida que nos faz arder também
Proporciona-nos momentos de completude,
Em que tudo vale a pena.
Poderia dizer em que tudo faz sentido.
Mas sentido evoca pensamentos filosóficos
Que extrapolam os meus objetivos.
Vim registrar a paz como uma pomba branca
Anunciando o fim de uma guerra.
Por que meu barco me leva
De um lugar ao outro assim sem explicação?
Porque saio de uma dor insuportável
E entro em um momento meditativo de serenidade?
Difícil entender.
Talvez o dia me levou a esse estado.
Dia tranquilo, sem sobressalto.
Presença de pessoas significativas.
Nós como seres sociais, ansiamos
Por trocas com nossos pares.
Trocas profundas, acolhedoras.
Feliz aquele que ama e é amado.
Digo em um sentido mais ampla.
Não apenas o amor carnal,
Mas sobretudo o amor fraternal.
Hoje eu estou em paz e escrever não doi.
É leve, como leve me sinto.
Sinto uma força que me impele a querer ajudar.
Como dizer a alguém que desconheço:
Vai ficar tudo bem.
Você não está sozinho.
Somos humanos compartilhando essa sociedade
E todos os sentimentos afloram.
Sinto vontade de pegar na mão do leitor e o levantar.
Dizer: Olha, temos o mundo pela frente
E cada passa a mais é um passo em frente.
A dor que já senti um dia,
Eu daria o mundo para que ninguém mais sentisse.
Então escrevo que a vida é vida, mas a vida é boa.
A vida é complexa.
Dores e alegrias se misturam no espaço.
E só por hoje eu gostaria de te transmitir a minha paz.
Ver a calma tomando espaço em seu peito.
Olhar para trás e pensar: sim, eu fui muito feliz.
Dores existiram, mas eu fui feliz.
E agora o presente se monstra
Como uma oportunidade de continuar a caminhada,
Até que quando velhinho ou velhinha,
Você olhe para trás e sinta que muitas vezes doeu,
Mas foi uma linda história.
Hoje eu estou em paz
E posso transmitir essa paz para o universo.
Que assim seja.
Queria esquecer.
Mas esquecer de verdade.
Queria não lembrar mesmo.
Não por raiva.
Mas por sobrevivência.
Porque lembrar de ti me prende num tempo que você já deixou pra trás.
Queria apagar teus olhos da minha mente.
Esses olhos que atravessavam os meus
como se me decifrassem por dentro,
como se prometessem algo a mais que nunca veio.
Teus olhos me diziam coisas que tua boca nunca teve coragem de confirmar.
E como doem essas palavras não ditas.
Fico pensando se, em algum momento, você quis dizer mas não disse porque eu não te deixei espaço.
Ou porque já era tarde demais pra nós.
Queria esquecer tua boca.
Não só os beijos, mas o jeito que ela sorria fácil, me desmontando inteira num segundo.
O gosto dos teus lábios ainda vive nos meus, que cruel foi te beijar sabendo que seria a última vez.
A forma como você me beijava…
como se o mundo inteiro parasse pra assistir.
E eu deixava parar.
Porque era ali que eu queria morar.
E hoje me pergunto se, um dia, você também quis morar ali, mas eu não entendi.
Queria esquecer o toque.
Teu corpo no meu.
O amor que a gente fez com pressa e desejo,
como se nossos corpos dissessem "enfim",
com uma entrega que, da minha parte,
era tudo.
E, da sua…
talvez fosse só o agora. Ou talvez não.
Ainda sinto o arrepio na pele
quando te vejo passando por mim.
É automático.
É instintivo.
Como se meu corpo tivesse sido programado
pra reagir à tua presença.
Como se meus olhos estivessem programados pra olhar no teu olhar.
E agora que você já não olha mais como antes, eles continuam esperando…
como um hábito ruim que eu não consigo largar.
Mas o que mais machuca, não é lembrar de ti.
É lembrar do futuro que sonhei contigo.
O “quase” que nunca chegou.
Os planos que fiz sem você saber e talvez você também tivesse feito sem me contar.
A vontade que eu tinha de deixar o mundo todo saber quando e se eu fosse sua.
Mas, afinal, nossa história viveu em pedaços escondidos do dia,
momentos em que talvez fossem invisíveis para os outros. E talvez até pra nós mesmos. Esse talvez agoniante que me aprisiona e sufoca, que me mantém acorrentada na incerteza do nosso "quase". Mas foi tudo que nos restou, além das lembranças que ainda vivem em mim.
Nossas madrugadas de sábados e domingos,
as aulas que trocamos para estarmos juntos,
tantos papéis levados de propósito, só pra cruzarmos nosso olhar.
As mãos entrelaçadas em silêncio enquanto deitava no seu peito que batia forte.
Naquele mesmo carro, naquela mesma rua, naquela mesma hora.
As pequenas felicidades que eu via em nós.
O Espírito Santo fará com que perdure sempre na Igreja a mesma verdade, que os Apóstolos ouviram do seu Mestre.
A FÉ CATÓLICAde 2025 é a mesma que em 1925, em 525 ou em 125: ela É O TESOURO QUE A IGREJA, POR MEIO DA SUCESSÃO APOSTÓLICA, guarda, aprofunda e transmite há dois mil anos
(Dominum et vivificantem 4; Homilia da Missa Pro Ecclesia, em 9 de maio)
A minha vida só começou a fluir de verdade quando tive coragem de me afastar de tudo o que me arrastava para baixo. Percebi que nem toda companhia é presença e o silêncio, às vezes, é mais acolhedor do que conversas vazias.
Hoje, escolho qualidade, não quantidade. Prefiro poucos, mas verdadeiros. Gosto quando a energia conversa com a minha, sem ruído, sem esforço. Gente que vibra na mesma frequência de leveza e verdade. Aprendi que tudo na vida são fases, mas também entendi que algumas fases precisam ser encerradas com maturidade. Não sou mais alguém que tolera o que pesa sem razão, o que desgasta sem propósito. Chega um momento em que o que antes parecia ser normal começa a parecer pequeno para quem está em processo de expansão. E nessa fase em que me encontro, uma coisa se tornou inegociável: minha paz. Ela é meu norte. Meu filtro. Meu lar. Quando a paz se torna prioridade, tudo ao redor se reorganiza. A alma reconhece o que faz bem e se afasta do que não flui na mesma intensidade. Nada é mais valioso do que estar em paz consigo mesmo. E quando a gente escolhe essa paz com firmeza, não há distração, opinião ou presença que mereça tirar essa conquista.
A Verdade do Ser.
Percorrer, desenvolver, elaborar,
Trabalhar em busca de algo a alcançar.
Que saco está aqui, nesta rotina sem fim,
Quando tão somente desejo contemplar, sentir, enfim.
Apreço a beleza que o instante traz,
Experienciar o mundo, deixá-lo me tocar,
Pois na simplicidade de um momento sincero,
Encontro a essência do que é verdadeiro.
A loucura da vida vem com sua expansão,
Nos levando além da nossa compreensão.
Paradoxalmente, ao nos perder de nós mesmos,
Descobrimos quem somos, nossos próprios refletores internos.
Que possamos mergulhar na vastidão do ser,
Reconhecer nossa alma, aprender a viver.
Na busca incessante, na loucura do existir,
Reside a verdade que nos faz resistir.
Paula ingrissy
Aceito o caos,
contanto que ele me diga a verdade.
Que venha nu, sem véus ou promessas,
sem perfume de conforto,
nem máscaras de ordem.
Não fujo do abismo
olho dentro.
Vejo espelhos quebrados,
e em cada caco,
um reflexo meu que ainda resiste.
Não quero mapas seguros,
quero as rotas onde o erro dança,
onde a dúvida acende a chama
de uma lucidez que sangra,
mas cura.
Porque há mais vida no descompasso
do que no silêncio ensaiado.
E se a verdade mora no caos,
então que desabe
eu saberei ficar.
