Textos de Saudades de Amigos

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Praça

Hoje eu acordei com saudades de você
Beijei aquela foto que você me ofertou
Sentei naquele banco da pracinha só porque
Foi lá que começou o nosso amor

Senti que os passarinhos todos me reconheceram
E eles entenderam toda a minha solidão
Ficaram tão tristonhos, e até emudeceram
Aí então eu fiz esta canção

A mesma praça, o mesmo banco
As mesmas flores, o mesmo jardim
Tudo é igual, mas estou triste
Porque não tenho você perto de mim

TENHO SAUDADES DE TI MEU QUERIDO PORTUGAL
Poeta Brithowisckys
De heroicos patrícios o berço de bravos mares,
Terra de sonhos, do fandango, de luzes e fados,
Entre vinhedos de Dionísio e versos singulares,
Ecos de glórias ainda ecoam em tempo passado.

Camões encantou-se e cantou-te em épicas rimas,
Navegadores destemidos desbravaram o além-mar,
Fernando, com alma não tão pequena, te fez em acima,
Poema e amor à pátria portuguesa no verso que tem.

Lusitanos raiz, teus vinhos são sangue da terra antiga,
Mistério adocicado de almas em taças de cristais vertidas,
A cada gole, a história simbiótica que a vida longa abriga
O gosto eterno das mãos amigas sempre estendidas.

Ó velha Portugal, de brisas suaves, do Rio Douro na foz do Porto
Onde o sol parece beijar o mar no belo e encantador entardecer
Onde o Tejo murmura canções antigas e o Algarve incorporou
Que a alma lusitana jamais se acabe nem aqui nem além-mares
Bate no peito heroico de mil gerações o orgulho das naus de Cabral.
Tenho saudade de ti, da Torre de Belém, meu querido Portugal

Você é meu pecado
E eu sou o seu pecado
É normal sentir saudades?
Sentir o teu cheiro em meu corpo?
Você me fala dos cabelos meus em você
Eu falo que sua boca é doce
Sinto como se você me elevasse
Posso ver anjos
Sinto como se fosse uma rosa sagrada e você me penetrasse a alma
Estamos iluminados por uma luz maior que nos guia
É como se o seu DNA se entrelaçasse no meu e descobrisse que somos partes primordiais um do outro
É como se eu tivesse uma espécie de déjà vu todas as vezes que estou em tua presença
Dizendo apenas sim, não conseguimos dizer não e apenas continuamos aquilo que já é infinito.

Tinham tantas histórias a contar. Tantas saudades a reclamar. Momentos a recordar. Caminhos a planejar. Tantos sonhos a sonhar. Mas... quando finalmente ficam juntos, tudo desaparece, nada mais importa. Por que contar histórias, se a mais bela é o amor? Por que queixar-se da ausência, se o objeto da saudade está presente? Por que recordar o passado, se o momento é perfeito? Por que planejar caminhos, se as vidas estão traçadas? Por que sonhar, se viver é mais intenso?

Livro: Thaís, a Bela do Éden, página 188

Existem dores que não cabem em lágrimas,amores que não cabem em abraços
e saudades que não cabem em palavras.

O que sentimos de mais profundo,
muitas vezes, é justamente o que se torna inefável.

Porque a alma sabe sentir coisas
que a linguagem ainda não aprendeu a dizer.

— Sariel Oliveira

Preciso sentir saudades sua
Pois juntos demais vira costume
Saio andando pela noite lua
Pra que aconteça o descostume.

A distância rompe o tempo
E surgem tanta lembrança
Soprando você no pensamento
Fico feliz como criança.

A noite ao brilho do vaga-lume
Sinto falta de seu corpo e seu cheiro
Inebriado então pelo seu perfume
Retorno a seus braços tão ligeiro!

Baú de recordações

Baú de espantos...
Baú de recordações...
Saudades de um passado sem volta
Resgate de um tempo perdido
Sem tristezas
Sem magoas
Pedras no caminho
Tropeços de um crescimento interior
Buscas externas
Procuras internas
Equilíbrio encontrado
Há muito tempo esquecido e adormecido...

Nunca pensei que fazeria um poema como esse meu amor.




Eu to com saudades, saudades de nós dois, nossos beijos tensos, nosso abraço, nossa risada junta.


Querer algo sempre é difícil, mas também tem coisas fáceis, e o que eu quero é voltar com você, sei que não terminamos mas mesmo assim quero voltar com você.


E isso que eu tô pedindo é difícil, mas pelo amor da minha vida posso ser persistente ao máximo, bom eu acho, queria lhe pedir pensamento para voltar a mim e também paciência.


Mas toda vez que eu vou falar ou digitar "volta pra mim por favor e me desculpa por tudo" eu sinto que vou te pressionar com isso.


E como as perguntas que faço-me como "será que queres voltar a mim?" "Será que me amas ainda assim como eu lhe amo." E diversas perguntas.


Mas a principal que venho lhe fazer sem lhe pressionar minha flor es "poderias pensar em eu lhe deixar sentir você novamente??"


Autor= Henrique Gabriel

O Amor Quando Se Veste de Saudades Permanece Vivo

Não há dúvidas que ela foi uma guerreira. Lutou o máximo que pôde, não desistiu; foi forte e valente durante as suas fraquezas, pois O Senhor esteve com ela todo o tempo, além do apoio de todos que se mantiveram ao lado dela.

Era amorosa, sincera, carinhosa, pulse firme quando necessário; sorridente e agradecida. Tinha a plena consciência que o seu caminhar era bastante abençoado, assim como o seu lar e a sua família; deixou muitos ensinamentos e ricas recordações.

Por isso, a sua partida foi apenas fisicamente; continuará viva na mente e no coração daqueles que a amavam e ainda a amam verdadeiramente, continuarão nas suas jornadas; e em cada conquista e nos momentos difíceis, ela se fará presente.

E agora, o seu amor imensurável está vestido de muitas saudades, mas permanece vivo e as suas filhas serão a sua continuidade; então, o sorriso delas, se Deus quiser, no momento certo, voltará, já que aprenderam com aquela mulher, de fato, o que é amar.

Tem saudades que não cabem no peito…
elas transbordam pelos olhos mesmo. 😔
Mas existe algo bonito nisso:
quem sente assim, sentiu algo verdadeiro.
Só pergunta “já comeu?”, “dormiu bem?”
É quem ama com cuidado, com carinho, com presença.
Às vezes o amor continua existindo
mesmo quando só resta o silêncio respondendo.
E o tempo, quem pouco a pouco vai separando quem um dia já foi amante, já foi feliz com sorriso radiante.
E só restará as dolorosas lembranças de quem um dia soube como é amar.

Hoje aprendi a sentir saudades.
Aprendi que a saudade não precisa vir acompanhada de desespero. É possível lembrar e, ainda assim, sorrir. É possível sentir falta sem derramar lágrimas, porque algumas lembranças merecem gratidão, não sofrimento.
Aprendi que, se não é meu, eu deixo ir. Sem implorar, sem me perder, sem abandonar quem eu sou. Porque aquilo que realmente nos pertence não parte ao primeiro vento; permanece, escolhe ficar e enfrenta as tempestades ao nosso lado.
Hoje sinto saudades dos sorrisos que dividíamos, dos momentos em que o mundo desaparecia e existíamos apenas nós. E, curiosamente, essas lembranças já não me prendem. Elas apenas me lembram que fui capaz de amar de verdade.
Não sofro como antes, porque aprendi a seguir.
Encerrar ciclos é um dos processos mais difíceis da vida, mas também um dos mais necessários. Há portas que só se fecham para que outras possam, enfim, se abrir.
Sigo em frente, otimista, agarrado à esperança de que a felicidade ainda me espera em algum trecho dessa estrada. Busco novamente a paz que um dia senti, mas agora caminho diferente: mais sereno, mais firme, menos acessível. Não por frieza, mas por respeito às cicatrizes que a vida me deixou.
As dores não me destruíram. Elas me ensinaram. Hoje caminho olhando para frente, porque aprendi que quem vive preso ao passado nunca alcança o futuro.
A jornada é minha. A estrada parece não ter fim. Mas a minha vontade de chegar é infinitamente maior do que qualquer vontade de desistir.
Hoje aprendi que o choro não é sinal de fraqueza. Ele lava a alma, alivia o coração e rega a esperança de dias melhores.
Também aprendi que quem não está disposto a caminhar ao meu lado não merece nem mesmo a saudade que deixou em mim.
E talvez a maior lição tenha sido esta:
Hoje aprendi que a saudade também tem um fim.
Ela deixa de ser dor e passa a ser apenas uma lembrança bonita de quem um dia fez parte da minha história, mas já não faz parte do meu destino.

Olá, querido Deus, saudades! Eu sei que estou distante e não tenho cumprido meus propósitos. Nunca mais te escrevi, mas algo me afasta do meu caminho. Às vezes penso que não faz tanto sentido estar aqui, mas sei que tudo tem um motivo. Às vezes sinto saudades de mim e às vezes sinto saudades de você.




25/10/2025

"Saudades de um Colo"
​Quando a mãe se vai,
a casa fica grande demais.
O silêncio ocupa o lugar do: "filha, comeu direito?"
E a gente entende: o colo acabou.
​Agora eu sou o colo.
Sou eu quem mede febre de madrugada,
quem faz a sopinha sem receita — só reza e intuição.
Sou eu quem adivinha o choro antes que vire soluço.
​E dói perceber que o jogo virou.
Que ninguém vai largar o mundo para segurar minha mão
quando a gripe me derrubar na cama.
Ninguém vai sentar do meu lado só para eu não me sentir só.
​Filho ama, claro que ama.
Mas filho não desmarca a vida para cuidar da gente.
Filho tem pressa. Tem sonho. Tem voo.
E mãe… mãe é sempre porto. Nunca destino.
​A mãe que se foi levou junto o mimo.
Levou o "deixa que eu resolvo",
o "vem cá que passa",
o café na xícara certa, só porque ela sabia.
​Agora eu sou a mãe.
E entendo que mãe nunca muda:
mesmo cansada, mesmo doente, mesmo com saudade,
a gente abre os braços primeiro.
​Mas lá no fundo, bem fundo,
a menina que eu fui ainda espera.
Espera um colo que não volta mais.
Espera a sopa que só ela sabia fazer.
Espera ouvir: "fica tranquila, eu tô aqui".
​Mãe não tem mãe.
E quando a nossa se vai,
a gente vira órfã com filho no braço.

Vivemos para deixar, não para levar,
Deixar momentos, que nos fazem lembrar.
Deixar saudades, que o tempo não apaga,
Deixar histórias, que a vida propaga.


Deixar conhecimentos, que iluminam o ser,
Deixar transformações, que ajudam a crescer.
Deixar criações, que a alma expressa,
Deixar palavras, que o coração confessa.


Deixar pensamentos, que nos fazem refletir,
Deixar ideias, que nos fazem expandir.

Deixar sentimentos, que nos conectam no fundo,
Deixar afetos, que fazem o mundo.


E, por fim, deixar amor, em cada ação,
O maior legado, a verdadeira razão.

Sinto saudades, sim. Às vezes elas chegam de mansinho, como quem bate na porta da memória e pede um pouco de silêncio para ficar. No começo eu pensava que saudade era só ausência, um vazio que ninguém conseguia preencher. Mas com o tempo entendi outra coisa: algumas lembranças não foram feitas para voltar, foram feitas para morar dentro da gente.


Hoje eu olho para o passado com mais carinho do que dor. As pessoas, os momentos, as conversas simples que pareciam pequenas na época… tudo acabou virando parte de quem eu sou. E percebi que a melhor memória não é aquela que a gente tenta repetir, mas aquela que a gente guarda no coração, intacta, viva do jeito que foi.


Existe algo bonito nisso, quase como um segredo silencioso. Porque quando a lembrança mora dentro da gente, ninguém pode tirar. Ela não depende de lugar, nem de tempo, nem de circunstância. Está ali, quieta, mas forte, aquecendo o peito nos dias em que a vida parece um pouco mais fria.


Às vezes eu sorrio sozinha lembrando de algo que já passou. Outras vezes os olhos ficam marejados, mas não é tristeza pura, é um tipo de gratidão misturada com saudade. É como se o coração dissesse: valeu a pena viver aquilo.


Aprendi que sentir saudade também é uma prova de amor. Só sentimos falta do que, de alguma forma, nos tocou profundamente. E quando aceito isso, a saudade deixa de ser um peso e vira uma companhia delicada, que me lembra de tudo o que já vivi.


No fim, as melhores memórias não fazem barulho. Elas ficam guardadas no coração, quietinhas, esperando o momento certo de aparecer e me lembrar que a vida foi, e continua sendo, cheia de encontros que realmente importam.

Gabiróba, o sapinho mochileiro estava ficando doente de saudades de sua mãe, já fazia muito tempo que ele estava longe de casa e todos os dias pulava pelo caminho mas parece que nunca chegava.
Conforme o tempo passava ele se sentia cansado e sua aparente doença se agravava, ele era cauteloso com essas questões de saudades mas as vezes a razão pesava mais que o pesar. Além disso ele cometeu vários enganos e falhou justamente quando pensou que fazia o melhor que podia e por isso sentia tonteiras e palpitações em seu sapo coração. Ao olhar para trás, para os tantos anos que ele viveu sendo enganado e somando todas as suas faltas, sentia-se feliz em morrer e ver tudo acabado. Estava cansado das suas roupas amassadas, das frugais refeições que o alimentava e dos pezares da felicidade maltratada. Lembrou-se de como costumava se divertir entre as borboletas naquela trilha que o levava para a lagoa de casa. Mas qual sorte tinha ele agora e qual fada o furtava da vida a felicidade? Mais parecia estar vivendo uma aventura indigna de ser contada pensava Gabiróba e soluçava. Todos têm de morrer um dia mas não gostaria de morrer no meio do caminho ele pensave. Gostaria de ver com meus próprios olhos um casamento feliz que não fizesse ninguém sofrer, gostaria de ver os grandes olhos de ervilhas da minha amada se banhar em lágrimas felizes ao me ver. Mas tenho andado doente a anos e sonhado ultimamente com flores lancinantes sempre que fecho os olhos e sinto meu corpo sendo levado pelo barco àquele lugar distante.

À moda antiga

" Meu bem, estou lhe escrevendo para matar saudades e ir um pouco contra essa digitalização virtual, onde o romantismo é constantemente trocado por likes e o amor desfigurado, tornou-se digital. Pois bem minha querida, ainda que tenhamos que conviver com todas essas tecnologias e elas são ótimas, escrevo para que reviva nossos tempos de adolescentes, onde eu lhe dedicava tantas cartas de amor. Faz tempo que não se escrevem cartas de amor.
- Escrevo pois se falasse, as palavras morreriam ao vento, mas escritas,elas se perpetuam no papel e enquanto houver papel, escreverei que amo você...

Do passado, guardarei apenas as saudades.
Do presente, o desejo.
E do futuro, a pressa dos sonhos.


Não sou aquele que ensina,
sou o que aprende.
Pois na ausência da luz,
é no menor clarão que encontro minha devoção,
e, quando o sol me envolve inteiro,
desprezo àquilo que um dia jurei amor eterno.

1572
"Então, eu sussurrei para minha nova namorada: 'Hoje eu acordei com saudades de você / Beijei aquela foto que você me ofertou / Sentei naquele banco da pracinha só porque / Foi lá que começou o nosso amor'. Ela conhecia e sabia que Eu não era o Autor, HeHeHe! (Da composição 'A Praça', autoria realmente não minha e sim do Midas Carlos Imperial, o mesmo do 'Dez, Nota Dez'!)"

Sinto saudades do seu primeiro toque puro daquela noite fria, e ao mesmo tempo quente de sensações e indecisões. Já tinha lhe visto, confesso, e na primeira vez que lhe vi senti algo, um reboliço no estômago e sabia que você era a certa, independente do perigo, independente do navio em que estávamos ser grande ou pequeno, era ali o nosso habitat do amor, aonde eu queria lhe conhecer e jamais te esquecer.

E quando tive a oportunidade de lhe salvar, FIZ, e não me arrependi, salvei da morte a mulher mais tocante da minha vida, embora ela tenha sido curta, mas terminada ao seu lado, juntos, os dois, sentimos frio juntos, lutamos contra o gelo, contra a vontade de estar confortáveis, mas não dava, apenas podiamos preservar algo e isso era o nosso amor.

Hoje escrevo perto do local, vago todas as noites naquele mesmo horário, e lembro-me de quando ficamos ''voando'' na proa do Titanic, e jamais imaginávamos que faríamos parte um do outro para o resto de nossas vidas, mas não pudemos evitar nossos sentimentos e aquilo foi crescendo a cada dia, a cada noite, a cada minuto, a cada segundo. Fugíamos das cobras para celebrar a nossa felicidade e nossa aventura e fomos felizes, independente de tudo, me sinto vangloriado em estar morto agora, pois agora posso viver no local aonde fui o mais feliz que um homem pode ser.

Fico feliz pois não sinto mais frio, não sinto mais calor, não sinto mais nada, só sinto liberdade, e também não preciso mais ganhar dinheiro, trabalhar e nada mais, agora tenho todo o tempo para ficar observando toda a nossa história de amor e entrar pelos navios de humanos que passam por aqui para ver se acho um casal como nós, mas até hoje nunca nem cheguei perto de presenciar algo tão súblime quanto nós.

Agora, vou me despedindo querida Rose, irei voar, irei sentir a brisa do mar em minha alma, e um dia nos encontraremos e iremos nos apaixonar ainda mais, e ficarmos juntos, sem nenhum rico, sem nenhum pobre, nos separar, pois nosso amor vence até a morte, o que mais não poderia vencer?

Com amor,
Jack Dawson,
28 de abril de 1912.

Inserida por danilofina