Textos de Saudade de Falecido
A Saudade é o imposto mais alto e mais amargo que se paga por ser feliz diante da finitude da vida.
Talvez seja essa a ironia mais profunda da existência: aquilo que um dia nos fez transbordar de alegria é, muitas vezes, o que depois nos deixa vazios.
A vida nos concede instantes de plenitude, encontros que parecem eternos, abraços nos quais o mundo finalmente silencia e momentos tão simples que, enquanto acontecem, sequer percebemos a grandeza que carregam.
Só mais tarde compreendemos que estávamos sendo felizes — e que a felicidade, sem nos avisar, já começava a se transformar em lembrança.
A Saudade é a prova de que o tempo não leva tudo.
Há coisas que ele afasta dos nossos olhos, mas não consegue arrancar de dentro de nós.
Permanecem as vozes, os gestos, os lugares, os cheiros e até os silêncios compartilhados.
Permanecem, sobretudo, as versões de nós mesmos que existiram ao lado de certas pessoas, em determinados momentos, sob circunstâncias que jamais se repetirão da mesma maneira.
Porque não sentimos Saudade apenas de quem partiu ou do que perdemos; sentimos Saudade de quem fomos quando ainda tínhamos aquilo que agora nos falta.
E talvez seja essa a parte mais dolorosa: não há como regressar ao passado sem descobrir que ele já não existe.
Podemos revisitar uma casa, percorrer uma rua, ouvir uma canção ou reencontrar um rosto, mas nada será exatamente igual.
O tempo modifica os cenários, transforma as pessoas e, silenciosamente, também nos transforma.
Somos feitos de experiências irrepetíveis, e cada instante que vivemos desaparece no exato momento seguinte, como se a própria existência nos ensinasse, desde o princípio, a amar aquilo que não podemos conservar para sempre.
Ainda assim, seria injusto considerar a Saudade apenas uma forma de sofrimento.
Ela também é uma espécie de homenagem involuntária à felicidade.
Ninguém sente falta, com tamanha intensidade, daquilo que nunca lhe tocou a alma.
A dor da ausência é, de certa maneira, a continuidade da presença por outros meios.
O que já não podemos mais abraçar continua a nos alcançar pela memória; o que já não podemos reviver continua a influenciar nossas escolhas, nossos sentimentos e a maneira como enxergamos o mundo.
Talvez amadurecer seja compreender que amar alguém ou alguma coisa não significa possuir o poder de mantê-la conosco.
Pessoas não são eternas, momentos não obedecem à nossa vontade e a vida não nos oferece garantias de permanência.
Tudo aquilo que consideramos indispensável está sujeito à mudança, à distância e à perda.
E, diante dessa realidade, temos duas possibilidades: endurecer o coração na tentativa de evitar futuras dores ou aceitar a vulnerabilidade como parte inevitável de tudo o que verdadeiramente importa.
A primeira nos protege de algumas feridas, mas também nos distancia de muitas alegrias.
A segunda nos expõe ao risco de perder, mas nos permite experimentar a profundidade de estar vivo.
É por isso que talvez a sabedoria não consista em aprender a não sentir Saudade, mas em compreender o que ela nos revela.
Ela nos lembra que o presente merece atenção, que os encontros merecem entrega e que as palavras de afeto não deveriam ser adiadas indefinidamente.
Quantas vezes deixamos de dizer o que sentimos porque acreditamos que haverá outra oportunidade?
Quantos abraços economizamos, quantos instantes atravessamos distraídos, quantas pequenas felicidades desprezamos por estarmos ocupados demais esperando uma felicidade maior?
Vivemos como se o tempo fosse uma propriedade nossa, quando, na verdade, somos apenas passageiros de sua correnteza.
Fazemos planos, construímos certezas e adiamos experiências como se a vida tivesse a obrigação de nos conceder um amanhã semelhante ao que imaginamos.
Mas a finitude não pede licença.
Ela está presente em cada despedida, em cada mudança e até na passagem silenciosa dos dias comuns, aqueles que parecem insignificantes até se tornarem lembranças preciosas.
No fundo, talvez a Saudade seja o preço de termos sido tocados pela beleza de existir.
E, embora esse preço pareça alto demais quando a ausência aperta, seria ainda mais triste atravessar a vida sem nada que merecesse ser lembrado com os olhos marejados.
Porque há uma grandeza inexplicável em ter vivido algo que, mesmo depois de terminar, continua produzindo sentido dentro de nós.
Há uma espécie de eternidade escondida nas coisas que não duram: elas permanecem não porque o tempo deixou de agir sobre elas, mas porque, em algum momento, foram capazes de transformar quem somos.
No fim, não levaremos conosco as horas, os lugares ou as pessoas.
Levaremos aquilo que essas experiências fizeram de nós.
Talvez seja esse o único modo de permanência que a vida nos permite: não impedir que tudo passe, mas reconhecer que nem tudo o que passa desaparece por completo.
E, se a Saudade é o imposto mais alto e mais amargo que pagamos por ter sido felizes, que ao menos tenhamos a coragem de viver de maneira que valha a pena pagá-lo.
Que não nos falte a ousadia de amar sabendo que podemos perder, de celebrar sabendo que o instante terminará e de agradecer mesmo quando a felicidade já tiver se tornado memória.
Afinal, a vida é finita, mas o significado de alguns encontros ultrapassa o tempo em que aconteceram.
E talvez a verdadeira tragédia não seja sentir saudade daquilo que um dia nos fez felizes, mas passar por esta existência tão breve sem jamais ter encontrado algo — ou alguém — cuja ausência nos fizesse compreender a imensa beleza de sua presença.
Porque, no balanço final da existência, talvez a Saudade seja a única dívida que nos orgulhamos de ter contraído: ela é a marca deixada por tudo aquilo que, por algum instante, fez a vida valer a pena.
Saudade dos bons e velhos tempos em que quase todos queriam — e se atreviam a — ser diferentes uns dos outros.
Houve um tempo em que ser diferente não era uma estratégia para chamar a atenção, mas uma maneira espontânea de existir.
As pessoas carregavam suas excentricidades como quem carrega impressões digitais: únicas, intransferíveis, impossíveis de reproduzir por inteiro.
Havia quem desafiasse a moda, quem contrariasse os costumes, quem cultivasse ideias impopulares e quem simplesmente escolhesse caminhar na contramão, sem precisar transformar a própria existência em espetáculo.
Ser diferente era, antes de tudo, um exercício de liberdade.
Hoje, porém, parece que trocamos a inquietação de sermos nós mesmos pelo conforto de parecermos uns com os outros.
Vestimos as mesmas tendências, repetimos as mesmas opiniões, perseguimos os mesmos ideais e, muitas vezes, até fingimos sentir as mesmas emoções.
Nunca tivemos tantas possibilidades de expressão e, paradoxalmente, talvez nunca tenhamos sido tão tentados a esconder aquilo que verdadeiramente nos distingue.
A originalidade, que antes brotava da personalidade, parece agora depender da aprovação alheia.
Queremos ser únicos, desde que alguém confirme nossa unicidade.
Desejamos romper padrões, contanto que a ruptura esteja na moda.
Sonhamos com a liberdade, mas consultamos a multidão antes de dar o primeiro passo.
Eis uma das contradições mais curiosas do nosso tempo: nunca foi tão fácil mostrar quem somos, nem tão difícil escapar da tentação de mostrar aquilo que os outros esperam que sejamos.
As vitrines se multiplicaram, as vozes se tornaram infinitas e os palcos passaram a caber na palma da mão.
Todos podem falar, poucos parecem dispostos a pensar por conta própria; todos podem aparecer, mas nem todos se permitem simplesmente ser.
Há uma diferença imensa entre ter personalidade e construir um personagem, entre possuir convicções e colecionar opiniões emprestadas, entre pertencer a um grupo e entregar a ele as chaves da própria consciência.
Talvez o problema nunca tenha sido a semelhança em si.
Afinal, compartilhamos sonhos, medos, afetos e necessidades que nos aproximam enquanto seres humanos.
O problema começa quando a semelhança deixa de ser uma afinidade espontânea e se transforma numa exigência silenciosa.
Quando o medo de não pertencer se torna maior do que a vontade de ser autêntico.
Quando sacrificamos nossas particularidades no altar de uma aceitação que, por exigir tanto, acaba nos aceitando apenas pela metade.
Porque há uma solidão peculiar em ser igual a todo mundo: a de passar a vida inteira tentando ser reconhecido sem jamais permitir que alguém nos conheça de verdade.
Os antigos talvez não fossem mais livres, nem necessariamente mais autênticos.
Também carregavam preconceitos, convenções e receios.
Mas havia, em certos modos de viver, uma espontaneidade que hoje nos parece quase revolucionária: a liberdade de gostar do que ninguém gostava, de defender uma ideia sem transformá-la em bandeira de um grupo.
De vestir algo fora de época, de cultivar hábitos incompreendidos e de sustentar uma personalidade que não precisava de atualizações constantes para continuar sendo legítima.
Havia quem fosse estranho sem pedir desculpas.
Quem fosse extravagante sem precisar de plateia.
Quem pensasse diferente sem transformar toda discordância numa guerra.
E havia, sobretudo, a possibilidade de conviver com as diferenças sem essa necessidade quase infantil de converter o outro à nossa própria maneira de enxergar o mundo.
Que saudade dessa coragem despretensiosa!
Não necessariamente do passado, mas daquilo que nele existia de mais humano: a possibilidade de sermos imperfeitos, contraditórios, singulares e, ainda assim, dignos de afeto e respeito.
Talvez estejamos confundindo evolução com uniformidade.
Talvez tenhamos avançado tanto na capacidade de nos conectar que começamos a desaprender a arte de nos distinguir.
Afinal, conexão não é comunhão de consciências, assim como proximidade não significa intimidade.
Podemos estar ligados a milhares de pessoas e, ainda assim, distantes de nós mesmos.
E o mais inquietante é que ninguém precisa nos obrigar a abandonar nossa singularidade.
Fazemos isso voluntariamente, pouco a pouco, cada vez que silenciamos uma opinião para evitar desaprovação, escondemos uma preferência para não parecermos esquisitos ou abandonamos um sonho porque ele não combina com as expectativas alheias.
A uniformidade mais perigosa não é aquela imposta pela força, mas a que se instala tão suavemente que passamos a confundi-la com escolha.
Por isso, talvez ser diferente hoje exija mais coragem do que nunca.
Não a coragem barulhenta de quem precisa provar alguma coisa ao mundo, mas a coragem silenciosa de quem não negocia a própria essência por migalhas de reconhecimento.
A coragem de pensar antes de repetir, de questionar antes de concordar, de mudar de ideia quando necessário e de permanecer fiel a si mesmo quando mudar significaria apenas agradar à maioria.
Ser diferente não é discordar de tudo, assim como ser autêntico não é transformar cada particularidade numa virtude.
É ter a liberdade de concordar sem imitar, de discordar sem odiar e de existir sem pedir licença à opinião pública.
É compreender que a verdadeira originalidade não consiste em ser diferente dos outros a qualquer preço, mas em não se tornar uma cópia de ninguém por medo de não ser amado.
No fundo, talvez a saudade não seja só dos bons e velhos tempos.
Talvez seja de uma certa humanidade que parecia compreender, ainda que imperfeitamente, que a beleza da convivência não está em sermos todos iguais, mas em termos algo genuinamente nosso para compartilhar.
Porque uma sociedade na qual todos pretendem pensar da mesma maneira pode até parecer harmoniosa, mas corre o risco de perder a capacidade de pensar.
Um mundo em que todos desejam as mesmas coisas pode até produzir multidões satisfeitas, mas dificilmente compreenderá aqueles que sonham com o que ainda não existe.
Afinal, são as diferenças que ampliam os horizontes, as perguntas que desarrumam as certezas e as individualidades que impedem a humanidade de se transformar numa imensa sala de espelhos, onde cada um contempla a própria imagem multiplicada e acredita estar diante de um mundo inteiro.
Que nunca nos falte, portanto, a coragem de sermos quem somos, mesmo quando isso nos custar o privilégio de sermos iguais.
Que possamos recuperar a liberdade de não caber em todas as caixas, de não seguir todas as tendências, de não repetir todos os discursos e de não transformar a aprovação alheia numa medida do nosso valor.
Que voltemos a cultivar o prazer de surpreender, a elegância de discordar, a humildade de reconhecer nossos erros e a ousadia de sustentar nossas singularidades.
E que, no meio de tanta gente tentando desesperadamente se parecer com alguém, ainda existam aqueles que tenham a serenidade de não se parecer com ninguém além de si mesmos.
Porque o mundo não precisa de mais cópias bem-acabadas.
Precisa de pessoas inteiras.
E talvez a forma mais bonita de rebeldia, nos dias de hoje, seja esta: ter a coragem de continuar sendo original num mundo que transformou a imitação em pertencimento e a aprovação em identidade.
O fundo do poço de um homem é a saudade,porque a saudade nos leva ao profundo do sofrimento,a saudade em si corroi nossa alma,destitue nossos sonhos e mina nossas esperanças
Impossivel se refugiar de uma saudade,a saudade praticamente ela entra na nossa vida,sem permissão,aterroriza o nosso coração e disseca uma paixão!
saudade
Palavra tão pequena para um sentimento tão grande que não cabe dentro de mim.
Não sei com existem pessoas que conseguem contornar esse sentimento.
Em mim parece que tá faltando metade de mim,sinto-me impotente diante desse sentimento que me causa dor,falta o ar,perco a fala e as vezes perco o sono.
Ai de mim sem meus querido.
Preciso ouvir a voz de que amo.A saudade é como uma droga,na hora da abstinência fico sem sentido,falo alto,me deprimo,choro,grito,mas só de ouvir a voz de quem amo tudo se acalma.
Quando o reencontro acontece...
...Tudo fica diferente...
...Tudo fica mágico...
...Tudo fica colorido...
...O ar fica puro...
Desejo nunca mais me separar de quem amo,
Pois,A distância pode separar os corpos ,amas não separa os sentimentos.
" Sufoco".
Toca So damn lucky do Dave Matthews e eu sinto saudade. Tudo retraí a um passado bonito e difícil de esquecer. Não sinto dor, só saudade e sou uma tripa covarde que não consegue se mexer, só te ver de longe, parece mais saudável ou pelo menos eu consigo respirar. Me sinto capaz de te causar uma infelicidade bruta e se eu for arrancar a tua defesa, nem me aproximo. Não é justo eu destruir o pouco que sobrou. Se isso realmente aconteceu. Fica bem. Desculpa. Sempre falei melhor escrevendo do que por aquele aparelho telefônico. Eu baguncei tudo, em você, em mim. Agora eu entendo o termo usado na frase "encontrar para se perder", eu nunca estive tão dentro e fora de mim ao mesmo tempo.
Eu escrevo por etapa. Agora funciona assim meu organismo interno. Eu me escondo em meio aos meus livros novos que eu comprei para me proteger do vicio que é querer invadir a sua pele. Eu sinto uma falta que não é minha, e eu queria não existir por alguns instantes só para tentar entender o que é tudo isso. Mas o perigo se encontra no entendimento. Alguma coisa aperta minha garganta e eu não consigo gritar, não consigo chorar, não consigo correr. Eu gosto de correr. Eu gosto de tanta coisa que ninguém tem a mera ideia que é. Eu gosto dos meus vestidos florais que eu só uso quando quero me sentir tão eu mesma. Eu gosto quando as coisas funcionam fora da minha ordem imaginária e eu fico com o gosto de que a vida pode sim surpreender.
Eu gosto do mar, mesmo não sabendo nadar. Mas eu estou tão fora de mim por que agora, tem alguém dentro. Quieta vulnerabilidade. Não sei por que quando tá tudo dando certo demais, começa a tudo da errado de vez. A pressa é amiga do tempo, tenho certeza. A direção muda, e eu me apavoro o que é normal para um garota segura demais que vai dormir ao som de Radiohead por que tem medo de ouvir o coração acelerar enquanto sonha. Eu não sei funcionar mais. E existir tem sido difícil já que eu tenho passado dias e noites tentando adivinhar um futuro incerto e distante de mim. É o presente que eu não tenho conseguido viver.
E quando penso em você, fecho os olhos de saudade!
E de tudo que vivemos só mim restaram SAUDADES!
Como era bom te ter em meus braços.. beijar tua boca e dizer que te amo.
Depois que voce se foi ..sofri calado ..
Nas musicas, fotos, lugar .. Tudo mim fazia lembrar voce .
So quero que saiba de uma coisa .. eu nunca irei esquecer de voce!
SAUDADE;
Uma pequena palavra mais com bastante força.
Saudade um sentimento que não era pra existi, mas se não existisse seria impossível as pessoas sentirem falta uma das outras e a vida não teria graça.
Quando ouço a palavra "saudade", me vem em mente momentos bons que se passaram em minha vida. Momentos que pra sempre irei carregar comigo.
Momentos que valem a pena ser lembrados.
Saudades de você
Vontade de te ver...
Mas a distancia é longa
A saudade é infinita...
E minha angustia é dolorosa
Um amor mal resolvido
Sentimentos não sentidos
E lágrimas a serem derramadas
Lembranças a serem guardadas
Vitorias a serem conquistadas
E estafas a serem caminhadas...
Saudades de você...
Caminho dos meus descaminhos
Estradas de longas conquistas e perdas
Vitorias de muitos fracassos
Curvas de muitas surpresas
Tu que és...
Cupido de olhar penetrante
Anseio de Mara tão distante
Vontade de ser uma amante
Amante da vida, da noite, da lua
Amante do sol do mar... Amante do mundo...
Tu que és...
A razão da vida e infinidades
A esperança entre as frustrações
O caminho para a felicidade
Cuja morada é o meu coração
Há como eu quero... Eu desejo...
Há vontade de te ver...
Saudade
Meu olhar tristonho passeia pelos céus da vida,
Na lembrança que ficou na mente.
Nem sei se já fui querida,
Mas, penso no que foi,
diariamente,
No que poderia ter sido,
Se talvez eu tivesse,
Dado ao outro o que me foi pedido.
Eu sei que meu coração poderia,
Ter sido mais amável do que foi,
Mas, nem sempre fazemos o certo,
Quando alguém está por perto.
Sinto falta do que tive um dia.
Eu sinto tanta saudade
Sinto tanto frio quando não posso te ter por perto
Tenho tanto pra te contar..
Milhões e milhares de motivos pra te dizer:
“ É vc”
Eu penso que as vezes posso até voar pelo horizonte, sair por aí até te achar
Ter vc nos meus braços e dizer:
“ Sou sua “
E tenho tanto amor dentro de mim,
Penso e logo sei que ele não é e nem vai ser jogado no lixo
E por tanto tempo eu busquei inspiração para tanto a se dizer e agir
Hoje me dei conta de que a verdadeira inspiração partiu de vc
Pq vc me tocou o Âmago
Sinto tantas saudades
Por que eu sonhei que estaria mais perto de vc um dia em um futuro não muito distante
E eu tenho tantas palavras pra dizer pertinho do seu ouvido
E uma delas é “Sempre”
Quando chove fica tão frio
E sinto tanta saudade
Esteja aqui logo pra me aquecer
Diga mesmo que longe que o “Sempre” se tornou só tese
“E que na prática vai ser mais que” Sempre”
E eu sinto tanta saudade
Porque vc me prometeu que estaria comigo logo
E não é de quebrar promessas
Nem eu de esquecer.
Aquele Menino
Saudade daqueles tempos de criança,
jogando bola,comendo bala,aproveitando toda a infância.
Sem nenhuma obrigação,negócio mesmo era brincar,
não gostava de namoro,nem sofria por amar.
Mas ano após ano o tempo foi passando,
vieram obrigações,aquela infância estava acabando.
Alguns anos se passaram e o menino agora é homem,
entrou pro ensino médio esquecendo o dia de ontem.
Jogava Futebol e era amigos de todo mundo,
Parecia até aquela criança correndo e pulando muro.
Vivia com as meninas,estava sempre feliz,
Contando história pra elas e elas sempre pedindo BIS.
Passava por problemas,mas de cabeça erguida seguia andando,
mas estava com sentimento de que algo tava faltando.
Saia para festa com os amigos,gostava de beber,
Conhecia algumas meninas mas não tinham nada à oferecer.
Chegava em casa de manhã,sempre arrependido,
Reclamava com Deus porque nunca atendia o seu Pedido.
Chorava Triste da vida,achava que não tinha solução,
Só não queria ser mais um no meio da multidão.
Mas isso tudo tinha hora de acabar,
Conheceu uma menina e achou seu lugar.
Menina linda que chegou para ficar,
Tinha certeza que era por ela que ia se apaixonar.
Ficaram juntos por um tempo,nada era tão lindo assim,
problemas aconteceram e infelizmente teve um fim.
Agora corre atrás pelos erros que cometeu,
a história desse menino que com seus tropeços aprendeu.
Ter-se encontrado só. Que não tinha
A saudade vem, mas vem diferente
Vem assim:
Vontade de coisa conhecida
Coisa que se sabe, que se entende, que se gosta e admira e vê no olho
Que se imagina não mais poder ter como tinha
Mas vem também assim:
Lembrança do sossego que não tinha, da dúvida que tinha, da crença que não (mais) tinha
que tinha
que não tinha
quieta, quentinha, quietinha
Preciso te deixar
Acreditar
Em ti mesmo
Acredita (?)!
Ansiedade, arrependimento e o sentido da vida
Passos deste “só” trajeto.
Que não tinha
Saudade!?! Ah mas quantas?... quantas vezes, me pego de lápis na mão, buscando parceiras pra esta bandida! Ou só de pensamento em punho, divagando com ela? Ta bom, nem sempre bandida! Mas hoje assim: sem rima, sem frase sonada!
Só não abro mão da vírgula pra falar sobre saudade! 3 segundos sempre é tempo pra pensar se vale a pena escrever... ainda mais sobre saudade!! Saudade é boa, e vale a pena: quando a gente lembra do gosto, bem simples:
Saudades de beijos, de algum olhar... saudade de alguns que se foram sem se despedir, saudade de bichos!
Saudade de bolacha vênus da padaria continental (coisa de Bageense); saudade do jogo de botão, bater bola no meio da rua, os papos de calçada na frente de casa altas horas no verão; saudade do colo da vó; saudade de bronca de mãe, se é jovem! acredite: Um dia vai sentir saudade até disso!!
Sentimento que sempre rende umas linhas, e muitos pensamentos.
Parceira fiel, dos mates solitários, aqueles que a gente ceva em cuia pequena... água direto da chaleira, e de preferência, aquecida em fogão a lenha!
Companheira e algoz, me preenche... mas por vezes me esvazia também.
Sentir saudade, é coisa de quem vive!
Dizem ser a curiosidade a mãe da evolução, mas a saudade por certo é a madrasta, ao tentar substituir a saudade da sensação da descoberta é que se busca novos desafios... Vaidade! prima comum da saudade e do orgulho.
Saudade boa, é quando dói! se não é só falta...
Saudade intelectual, saudade de ter pensado daquele jeito, de ter tido uma atitude bacana, de ter pertencido a um clã.
Saudade de algumas velhas roupas.
De algumas coisas, que pensei terem sido gravadas com fogo, sinto saudade é de sentir saudade... pois sequer lembro do cheiro. Achei que doeria pra sempre, e no caminho descobri que pra sempre... é tempo pra caramba!!!
E o tempo só não apaga o que foi escrito na alma, rascunhos na mente: são facilmente soprados.
Saudade!! este texto só termina quando o grafite da vida acabar... e se tudo der certo, alguém ha de continuar.
Agora já é bem tarde, vou dormir... cheio de saudades de pensar.
Vagando em meus pensamentos.
Deito a cabeça no travesseiro e vêm os pensamentos,
saudade de tudo que se foi, saudade dos momentos,
fico pensando se o que passou valeu a pena,
as vezes minha mente me condena.
Estou sendo injusto em reclamar da vida,
muitos querem viver e só lembram da despedida,
dei um certo valor pra quem não merecia,
uma hora eu aprendo, quem sabe um dia.
Tem algo bom reservado pra mim?
essa fase vai ficar pra sempre assim?
são perguntas e perguntas, sem esclarecimento,
deve ter um motivo pra esse sofrimento.
Essa tal felicidade, é uma palavra perdida no dicionário?
sou o vencedor nessa vida ou apenas um adversário?
preciso de uma luz, pra seguir por apenas um caminho,
já cansei de andar por ai, na escuridão e sozinho.
12 de outubro
É hoje que a saudade aumenta, infância,
o tempo de mais sorrisos e menos arrogância,
avatar do facebook só destaca a lembrança,
todos de "velhos" voltaram a ser criança.
O tempo que em tudo se via inocência,
já hoje ter filho aos 12 é conseqüência,
o mundo ta mudado, uma eterna brincadeira,
colocando pra baixo do tapete, toda a sujeira.
*** Falta... ***
Hoje to com saudade de você...
To com saudade do seu olhar me convidando pra perder a linha
To com saudade da sua boca me forçando o ato..
To com saudade das suas mãos me trazendo o desejo...
To com saudade do seu corpo me fazendo suar...
Hoje to precisando de carinho, de beijinho, de um sorriso moleque, de um olhar tentador..
Hoje to carente do excêntrico que ate agora não veio me tirar o fôlego...
Agora não tenho pressa, tenho fome... fome que consome
Não tenho sede, tenho fúria de viver ainda mais.. VOCÊ!
Nostalgia
Saudade do tempo em que eu te olhava, admirando e procurando um jeito de ficar menos tímida ao te ver sorrir,
E eu me olho no espelho e já não me vejo,
Eu caminho por aí e já não ando com os pés,
E eu tenho um coração que bate forte aqui dentro, mas, ele já não é meu.
Saudade me leva por aí ao correr da chuva,
Saudade me atrai sempre pra algo em que eu não sei ser feliz sem te ter por perto,
A saudade sempre judia de mim,
Deixa-me com frio nos dias chuvosos, sem você pra me aquecer,
Ela me faz ser repetitiva com termos que eu odiava repetir,
Porém, agora, eu nem sou eu se não repetir o repetitivo umas cem vezes ao dia.
E pra que me serve a saudade?
Se tratando de um Amor puro, recíproco e verdadeiro, a saudade me serve de balança. Nela eu meço o “MAIS” E O ”PRA SEMPRE”.
E o “MAIS”, está sempre a pesar mais que o “PRA SEMPRE”, entretanto,
O “PRA SEMPRE“ está sempre a pesar mais que o “ MAIS”.
Muitas vezes me bate uma saudade dos velhos
amigos de infância, da minha terra, da minha
antiga vida. Saudades da inocência e da
esperança, saudade dos amores de infância,
saudade de sair correndo e gritando "quem
chegar por último é a mulher do padre!.". A
gente cresce e descobre que pega pega não é só
pega pega. Descobrimos que brincar também
dói, dói quando as pessoas brincam com nossos
sentimentos. Descobrimos que o mau não está
na cara de mau. Descobrimos que ser criança
era muito mais fácil. Descobrimos que crescer é
descobrir a vida e crescer é ver realmente que a
vida não é justa e que vemos humanos, mas não
humanidade. Num mundo onde presam pela
verdade, é tão descriminador ser você mesmo.
Quem me dera ser novamente criança.
E tem aqueles dias em que nada está bom, em que bate aquela saudade de como tudo era mais fácil... é aí que cai a ficha: 'Eu cresci!'
Cada dificuldade, uma experência e um caminho novo.
E reclamar adianta? Desde quando? Ninguém entende mesmo, na verdade, ninguém tá nem aí.
Só se conhece bem uma dor, quem passa por ela de cabeça erguida, que sofre calado e com um baita sorriso no rosto. E com o tempo diz pra si mesmo: 'Eu sobrevivi! Mais uma vez!'
A vida é feita de escolhas, e o problema é que não tem como saber se você escolheu certo ou errado, tem que dar a cara pra bater e sofrer as consequências.
Mas calma, isso tudo vai passar! Tem que passar!
Remember
-oi
-olá, saudade daquele tempo...
-aquele tempo acabou, faz tempo
-eu sei que faz
- se sabe porque tá com isso de remember?
-tô relembrando só, e não vem com essa de falar inglês, você não se lembra que não gosto?
-lembrar? lembrar?...eu não lembro muita coisa sobre você
-você quer beber alguma coisa?
-quero sim
-coca-cola?
-não sei me deixa ver o cardápio
-mas me fala de você
-não tenho nada pra falar de mim, a não ser que eu fale das flores que não se abriram, ou do meu sorriso fracassado
-hei, para com isso, quero saber mesmo de você, de tudo, me conta?
-quero coca-cola com gelo, sem o limão
-ihh, veio com limão, você vai encrencar né?
-não, não vou, é só tirar o limão com os dedos em pinça...
-você não vai dizer nada mais com nada né?
-não sei, não estou entendendo o que você quer dizer
-olha pra mim?
-pra que?
-vamos andar ali perto do mar, você gostava disso
-não vou não, vai sujar minha sandália
cruzam os braços, as ondas vão e vem, cruzam os braços, pedem cerveja e queijo a milanesa
o vento festeja num ar primaveril, as luzes artificiais fazem a festa, ela olha pra ele, sorri um sorriso sem sal e diz, tchau
sem beijo, sem esperança, as coisas, às vezes, chegam ao estado terminal.
