Textos de Saudade de Falecido
✨️💕"...saudade...daqueles momentos...guardados num tempo...que não volta atrás...saudade que aperta meu peito...sufoca meu ar...saudade é a arte de viver...sofrer...chorar...seguir em frente...e jamais esquecer...daquele...ou daquela...que um dia amei...e eternamente vou amar...pra sempre...enquanto viver...vive em meus pensamentos...nas palavras...em meu coração...em cada amanhecer...no raio solar...renovo a esperança de um dia te reencontrar...quem sabe um dia...no amanhecer...no brilho do meu...do seu olhar...quem sabe...um dia...quem sabe..."💕✨️
Eu sentir a saudade rasgando meu peito, eu quis te procurar bater na tua porta e cuspir todas as palavras que me fez engasgar, eu quis te ligar só pra ouvir tua voz mesmo que eu ficasse em silêncio, a saudade ela tá machucando tanto, eu já andei por aí feito louca olhando prós lados mas você fugiu da minha vida dos meus dias fugiu de mim como passarinho quando é solto, eu abrir mão de uma história pra viver a nossa a que eu inventei, eu vi nossa rotina voar ao vento feito cinzas eu te escrevi tantas mensagens mas não enviei e estou me contendo pra não te mandar por que a nossa última conversa me fez murcha e doeu, menino tu fosse a paixão mas louca e bonita da minha vida tu me fez ser criança me fez descobrir algo novo, me fez tremer de medo, fez minhas mãos soar e meu coração acelerar me fez arriscar tudo minha vida minha história e no final se foi sem um adeus menino a saudade tá fervendo em mim eu quis te procurar na verdade eu quero mas tô escolhendo morte de saudade
As vezes a saudade aperta, aumenta, contesta. As vezes ela doe, constrói e por fim destrói. O tempo, o que falar dele; parece que ele processa e conserta. Talvez o jardim não seja mais belo que as flores. Ah, se as flores não existissem espinhos, mas não havia carinhos. A saudade só aperta na noite e a no dia a esperança encanta como um olhar de uma criança, chorar? As vezes, porque a saudade é eterna, mas o amor supera.
As melhores memórias passeiam pelas ruas da saudade, fazendo reviver certas histórias, amores, amizades, verdades de hoje e de outrora, passando lugares importantes, reencontrando pessoas queridas, algumas delas continuam fisicamente presente, outras são ricas lembranças, a dádiva de se viver verdadeiramente, construindo cada memória, seja sozinho ou acompanhado, mas sempre que possível por caminhos de sabedoria, de singularidades, nascentes de euforias, iluminados por um amor grandioso, sabores de felicidades, uma poesia vivida com signinificados que tenham sentidos para serem memoráveis, ainda que estejam nas entrelinhas, que não sejam facilmente notados, pois a mente não merece ser mal habitada por banalidades que deixam o coração amargurado e sim por um valoroso memorial que ao ser acessado, leve de bom grado até um dia especial.
Há pouco a saudade veio me visitar e a voz de Toquinho ressoou- me aos ouvidos dizendo ” é, meu amigo ,só resta uma certeza; é preciso acabar com essa tristeza, é preciso inventar de novo o amor” mas não, não se inventa o amor. Digo isso porque já tentei, já me esforcei para ver mais as qualidades do que os defeitos de uma pessoa, para me encantar com olhos , gestos e sorrisos que não ma atraíam nenhum pouco. Desculpe Toquinho, mas não dá para inventar o amor, não dá para dizer ao coração para parar de sofrer por um amor e iniciar outro do nada, assim , do dia para noite sem nenhum peso, nenhuma cicatriz da experiência anterior, Não dá,o coração não é uma maquininha programada que segue suas ordens ao apertar um botão, é algo vivo, selvagem ,que tem vontade própria, que bate por conta própria sem você controlar, autônomo, livre, soberano, é simples, ou bate ou não bate.
Só espero que nesse meio tempo sua saudade encontre com a minha saudade , porque estou cansada de abraçar a sua ausência . E que seus lábios encontrem refúgio nos meus , seus braços aceitem meus abraços e que você tire todos os pontos de interrogação de mim apenas com um olhar , derrame meus dramas pelo chão , e transforme minhas dúvidas na certeza exagerada da paixão .
Eu prometi, jurei até que não iria lhe escrever, que ia deixar a saudade me matar, me sufocar por dentro, ir me matando um pouquinho a cada dia ao invés de lhe escrever. Só que eu também avisei que após escrever a primeira carta está tudo perdido: aí escrevo a segunda, a terceira, a quarta e isso se torna um ciclo viciante do qual não posso fugir. Escrever faz parte de mim, e infelizmente, te amar também.
Eu pensei: pensei tantas coisas, inclusive que morreria por não mais te ver, eu pensei na saudade que você deixou, eu pensei no vazio que ficou, eu pensei nas lágrimas que correram pela minha face; enfim, eu pensei em você e vi pelo retrovisor da saudade um amor ficando pelo meio do caminho e cheguei a conclusão de que mesmo sofrendo valeu a pena amar você. Valeu a pena amar quem me fez muito feliz, enfim, eu cheguei a conclusão de que não vale a pena te esquecer, a única razão para eu não te esquecer é porque ainda estou vivo, a não ser que eu morra, só assim não pensarei mais em você!
Não quero usar a separação como pretexto para te julgar, mas quero usar a saudade para nunca te esquecer,quero usar a esperança para esperar por alguém que me fez sonhar,quero usar o sonho para te trazer de novo para a minha realidade.Quero usar o passado,para te trazer para o meu presente, quero usar tudo aquilo que me faz lembrar de você.Se eu usar tudo aquilo que vivi com você, estarei preservando na minha memoria a certeza de que valeu a pena te amar,ainda que as lembranças me machucam,não quero esquecer o grande amor da minha vida!
#GERAÇÃO #SEM #MÚSICA, #GERAÇÃO #PERDIDA
As músicas acabaram...
O tempo se foi...
Como me causa pesar...
Como isso me dói...
Os dias já são tão chatos...
Tudo tão maçante...
Somente sendo saudosista...
Para me levar adiante...
Tive Bee Gees...
John Lennon...
Fred Mercury...
Michael Jackson...
Tina Turner...
Madona...
Carpenters...
Abba...
Que saudade...
Tantos outros...
Mas não esquecidos...
Ainda amo a todos...
E carrego comigo...
E os bailinhos?
De passos coreografados...
Dançar juntinho...
Ou como um pião desordenado...
Quem se lembra do primeiro amor?
Duvido alguém ter esquecido...
Dizem que o primeiro e o último...
São os mais fortes...
Os mais sentidos...
No meu primeiro porre...
Engoli tudo em um só gole...
O mundo girou...
E vomitando...
O chão me amou...
A ressaca...
Nossa um horror...
Pior era lembrar...
Do que tinha feito...
Na noite anterior...
Me lembro ainda...
Da fumaça do baseado...
De quem fumou ao meu lado...
Só o cheiro já me deixou dopado...
Desmaiei em minha cama...
E só me recordo...
De minha mãe arrancando meus sapatos...
Não era por ser jovem...
Que foi a era dourada...
Tudo era mais inocente...
Não tinha tanta maldade entre a gente...
Hoje o que vejo...
Fico abismado...
Já tantas vidas perdidas...
Sem mesmo ter começado...
Não ouço mais as músicas...
Que me faziam viajar...
Me embalavam...
Faziam-me sonhar...
Geração sem música...
Geração perdida...
Quais lembranças levarão...
Por toda sua vida?
Aonde isso se perdeu?
Serei eu o culpado?
Aonde tive o azar...
De ser tão descuidado?
Às vezes bailo aqui sozinho...
Junto às minhas flores e passarinhos...
Segurando nas mãos do vento...
Abandonando-me a esse sentimento...
Sei que nada mais retornará...
Passou...
E aqui estou...
Mas também sei....
Que continuo a sonhar...
Sonhar com o que de bom vivi...
Com quanto fui tão feliz...
Como o tempo passa rápido...
E dele fui aprendiz...
Sandro Paschoal Nogueira
http://conservatoriapoeta.blogspot.com
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Existem sentimentos que ficam irraizaidos dentro de nos...Que trazem lembrancas profundas....saudades... Bons momentos que ficaram marcados em nossas vidas... Alegrias vividas... palavras ditas... de amor... de carinho...Um olhar terno...Um sorriso de satisfacao...de prazer...Existem sentimentos que nao se explicam... Vivemos... sentimos... e que nos fazem imensamente bem... soam como melodia nos nossos coracoes...simone vercosa
Não é saudade, porque para mim a vida é dinâmica e nunca lamento o que se perdeu - mas é sem dúvida uma sensação muito clara de que a vida escorre talvez rápida demais e, a cada momento, tudo se perde. Nunca nos falamos, praticamente, nunca nos olhamos. Ficou só aquela vibração de silêncio, muito forte.
Eu sabia, dês da primeira vez que você pôs os olhos em mim, o quanto você me odiava. Odiava minha voz, meio jeito de sorrir, minhas piadas sem graça, odiava o modo como eu pensava, como eu gritava, e insistia que sabia cantar. E talvez se na quela época eu parasse para pensar um pouquinho mais, teria chegado a conclusão de que você me odiava até quando eu respirava. A gente não se dava bem, não se completava, nem ao menos se suportava. E bem eu até poderia dizer que também te odiava. Suas palavras sempre coincidiam com suas ações, suas verdades sempre eram verdades, e o resto bem, que se tornasse mentira. Você não se importava, nem ao menos um pouco ligava. Porque eu não conseguia ser assim? Porque eu não conseguia jogar no mesmo jogo que você? Porque eu ligava e me importava? Você me dizia, tanto fazia. Dizia que o mundo não estava nem aí para ninguém e que eu provavelmente eu iria acabar sozinha. E que você provavelmente também. Dizia que pessoas como nós nasciam para viver sozinhas, e terminarem sozinhas. Fazia horrores com minha mente, trazia e criava lembranças das quais eu queria esquecer, você tornava o mundo mais difícil para mim. Você odiava meu cabelo. Não suportava vê-lo solto, dizia que o irritava. Não gostava quando eu começava a falar e sempre mandava eu calar a minha boca. E eu pensava, uau, que submissa eu. Me calando por um homem qualquer. Eu estava enlouquecida. Você estava me enlouquecendo, e me perguntava até aonde essa loucura iria. Até onde você chegaria com essa história mal terminada, até onde você me controlaria, até onde você iria me fazer agir sempre pensando em você, até quando você me deixaria, ou me agarraria para sempre. Você criticava meu modo de viver, e me dizia que eu iria morrer sem nada ter feito, enquanto na verdade eu pensava constantemente em que você iria morrer sem nada fazer. Eu criticava o seu jeito, seus defeitos, minha mente estava sempre posta para apertar o gatilho em sua direção. Meus medos de todos o maior era terminar sozinha. De envelhecer, e no fim de tudo, nada viver. Eu corria sempre para o inevitável, e queria mudar ser a mudança, e como sempre você me criticava dizendo que eu sonhava demais. Você afirmava que sim, eu não era ninguém. Mas bem, dias depois você me disse que eu estava te deixando louco, e que não aguentava mais dividir o mesmo comodo que eu por muito tempo. Você me odiava, me desprezava. Engraçado, achei que você tivesse dito que eu era um ninguém, gritei uma vez para ele. E bom, ele gritou de volta: “Você sabe e sempre soube que você não é nada, uma ninguém, mas isso só quando não está comigo.” E eu pensei, meu deus como eu odeio esse tipo de cara. A gente não se completava, não se controlava, nem se suportava. A gente não servia para nada, muito menos para ficar juntos. Mas bem, tínhamos algo em comum, nós dois odiávamos seguir regras.
Eu ficava confusa, me sentia uma intrusa, eu só queria desaparecer. Não entendia o porque de uma pessoa me fazer tão mal, pudesse me fazer tão bem, com ele eu sentia frio, eu me sentia quente. Eu tentava dar um sorriso, até ele estragar tudo, mas porque diabos horas depois lá estava ele tentando me fazer sorrir? A minha vida nunca esteve tão confusa, tão difusa. De um lado eu rezava para que ele ficasse longe, afinal, eu tinha amor próprio! Mas porque será então que toda vez que eu colocava um pé para fora do apartamento, lá estava eu imaginado mil lugares onde poderia encontra-lo? Eu disse que ia desistir, mas eu também nunca fui muito de tentar, sempre gostei de deixar tudo como está. Sou comodista, uma grande artista da preguiça, falo mais que faço, e faço menos do que preciso. Eu que sempre fui considerada a grande contradição, a pura confusão, e me deparei logo com um campeão dessa colocação. Já cogitei a possibilidade de uma continuação, afinal o dia e a noite fazem parte do mesmo mundo, porque eu e ele não? Eu já tentei de tudo para me desfazer, mas de tudo eu consegui menos de você… Eu me perguntava qual era seu problema, você dizia que era eu, e eu não entendia, tudo que eu fiz foi fingir que existia. E ta aí o problema, eu sou um dilema, uma inconstante, enquanto você sempre tão certo e tão distante. Criticava até a caneta que eu escolhia, dos filmes, livros e tudo que eu dizia. Roubava minhas coisas, roubou até a mim mesma. Eu já disse, não toque em mim! Eu já disse se afaste! Faz parte. Tudo faz parte. Lamento pelo seu estado, lamento pela sua loucura. Lamento por sua personalidade invasiva, e por seu critério existente, lamento por mim, que fui me sentir confusa logo por um cara que tinha uma personalidade tão difusa. E não fique achando que eu lamento de tudo por você, afinal eu te dei tudo, e você, não me deu nem um terço do que eu merecia ter.
Para que ser normal se podemos ser loucos? A loucura engana, ilude e muitas vezes destrói, mas traz felicidade. Um homem muito sábio uma vez disse que o amor nos leva à loucura. Tive que discordar, afinal apenas os mais loucos são capazes de amar. Então, por favor, diga-me que vivemos em um mundo de loucos, onde a lucidez é indagável e a normalidade inaceitável.
Sinto falta do seu cheiro impregnado em minhas roupas, sinto falta do seu perfume no ar, sinto falta do seu olhar, do seu modo de falar, das coisas que você me falava. Eu sinto falta de você. Mas muito mais do que isso. Eu sinto falta de nós. Da gente. Do plural. De quando saiamos e não tínhamos nenhum objetivo a não ser ficar juntos. De quando só a nossa presença importava, de quando um sorriso bastava, de quando eu não tinha ideia do futuro e só o presente importava. Tenho saudades de quando você sussurrava coisas no meu ouvido, de quando você um dia tentou cantar para mim, mesmo não sabendo cantar, só para me fazer feliz. Lembro que você me amava, e nem precisava dizer isso, eu lembro, eu via nos seus olhos. Lembro de quando a gente foi se afastando. De quando você foi me deixando me largando, me deixando cair no chão. Foi como se fosse ontem, você não correspondia mas meus olhares, um sorriso começou a não ser o suficiente. Eu não sei se você enjôo do meu jeito idiota, de minhas piadas sem graça, de minha risada sem motivo, dos meus choros por besteira, da minha falta de sensibilidade com coisas serias, da minha falta de cuidado com tudo. Talvez você tenha enjoado, talvez você nunca tive-se menos gostado. É talvez. Mas não muda o fato de que eu não enjoei, eu não deixo de pensar em você, de reparar em você, não deixo de sofrer, de te olhar de longe e sorrir, não deixo de pensar em mil motivos para fazer você me querer de volta. Não deixo de imaginar como seria ter você de novo comigo. É talvez seja assim, difícil mesmo perder alguém e saber que nunca vai poder ter de novo. E é nessa hora que você começa a ter um relacionamento com as memórias, aquelas reais e as que você mesmo cria para não piorar as coisas
O engraçado é que durante toda a minha vida, eu nunca fui de ninguém, e ninguém nunca foi meu. Quanta falta de adjetivos possessivos! Eu era tão singular… As vezes eu queria ter a chance de ser um pouquinho no plural. Eu era tão sem graça, que chegava até a ser engraçada. Eu tinha uns pedaços soltos por aí, e você devagarzinho venho juntando tudo… Chegando perto, se aproximando, me deixando sem fala, sem graça, me deixando ser sua. E eu adorava a ideia de ser pelo menos um pouco sua. Mal sabia você, que esse quebra cabeça que era eu, não possuía peça alguma que se encaixava. Não com você por perto, assim, de forma que eu possa ouvir sua respiração. Não com você com os olhos grudados no meu gritando que eu sou sua. Não com você se aproximando dessa forma perigosa. E quer saber? Eu nunca me senti tão bem vivendo em pedaços.
Outrora doce, outrora amarga. Outrora sua, outrora nada. Outrora quente, outrora fria. Outrora noite, outrora dia. Outrora, outra hora, outra alma, outro alguém. Outro dia, outro não. Outro amor, quem sabe, outro coração? Outrora amada, outra hora desarmada. Outrora desejada, outra hora despejada. Outrora loucura, outrora amargura, outra hora viver, outra hora existir. Outrora querida, outra hora esquecida… Outrora já fora alguém, hoje apenas um ninguém, outrora já sorriu com alma, Hoje apenas com os lábios. Outrora corria perigo. Mas quem sabe se salve outra hora?
NÃO PERMITA que ninguém corte tuas asas, diminua teus horizontes ou deixe teu céu sem estrelas. Nunca permita que o teus medos tirem tua vontade de voar. Não perca tempo tentando descobrir o que vale mais: se é o que você quer ou é o que os outros querem, pois o que realmente importa é o que está em teu coração. Tenha atitudes, pois aqueles que te observam serão cativados por elas.
Fica aqui, me privilegie com seu silêncio, e então sorri, e nesse instante sinto que ainda há esperança pra mim. Lembro dos momentos de lixo, bons tempos... brincávamos de nos machucar, e o amor saiu ferido. Mesmo tendo ido, ainda é tão presente e isso me tem doído. Aquela paixão carregada de tanta insanidade, tanta juventude, do tipo que começa na rua e acaba na cama. Quando te olhava ali, dormir, era como se toda minha felicidade te dependia. Fica aqui, por essa noite, me faz sentir aquelas velhas sensações, me iludi ou qualquer coisa, me machuca, diz que sou insano, que a culpa foi minha, e eu vou assumir, só não sai daqui. Ficar a sós comigo é doentio, mas te prometo tudo que um dia te dei. Mesmo que seja só por hoje, e amanhã eu recomeço a te esquecer. Odeio essa cama arrumada, odeio a falta do seu cheiro, odeio amar o seu cabelo tão bagunçado quanto a minha vida, odeio tentar te odiar e no mesmo instante querer te beijar, descontar toda essa raiva, odeio esse sorriso que me faz odiar cada erro que te levou a ir. Mas talvez eu não seja um bom lugar pra habitar, eu mesmo não me recomendo. Mas fica aqui, pra me ouvir, e me olhar daquele jeito que me fez te escolher todas as noites. Dorme comigo, nada disso deixou de ser seu. Junta a tua dor com a minha. Fica aqui.
