Textos de Reflexão

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Sabedoria

Desde que tudo me cansa,
Comecei eu a viver.
Comecei a viver sem esperança...
E venha a morte quando
Deus quiser.

Dantes, ou muito ou pouco,
Sempre esperara:
Às vezes, tanto, que o meu sonho louco
Voava das estrelas à mais rara;
Outras, tão pouco,
Que ninguém mais com tal se conformara.

Hoje, é que nada espero.
Para quê, esperar?
Sei que já nada é meu senão se o não tiver;
Se quero, é só enquanto apenas quero;
Só de longe, e secreto, é que inda posso amar...
E venha a morte quando Deus quiser.

Mas, com isto, que têm as estrelas?
Continuam brilhando, altas e belas

José Régio
Poemas de Deus e do Diabo

A sabedoria de saber calar nos momentos oportunos, não revidar no calor das emoções e refletir antes de falar o que vem a cabeça.
Sou a favor do uso da língua com moderação, palavras soltas ao vento, nunca mais voltam. Mentiras, fofocas, xingamentos são os lados escuros de uma língua afiada.
Às vezes um palavrão, uma grosseria, uma tolice vira cicatriz na alma de alguém. Arque sempre com as consequências do "não levo desaforos para casa", "sinceridade", "autenticidade' cuja linha tênue se confunde com falta de educação. Você pode dizer o que quiser, você é livre para isso, mas usar da língua para magoar, tolher, ferir, caluniar, não é salutar.

Acredite, me conheço o suficiente para saber que tipo de pessoa deve estar ao meu lado para compartilhar minha vida e minhas experiências.
Eu tenho plena confiança das minhas habilidades, eu já sei conviver comigo mesmo, portanto não preciso da aceitação de ninguém, porquê não tenho dúvidas de quem eu sou e sei o que tenho para oferecer, então não tenho medo de ficar sozinho se esta for a melhor solução para as coisas funcionarem.

Saber ouvir, é um dom primoroso,
Quando se ouve com o coração,
Com a singeleza da sabedoria;
Bem mais que falar,
Especialmente, quando as palavras
Não são projetadas para o que elas intentam dizer;
Ou, quando são ditas apenas
Para preencher o vazio
Que o silêncio se encarregou de deixar.

No conjugar amor
Descobrimos coisas
que ninguém mais sabe

Coisas diversas do saber comum.

A transfusão que existe no beijar
quando a ternura é líquida
e a transparência
opaca
do suor
quando o amor é feito

e o jeito que nos fica
de namorar o corpo

E o exagero em tudo que se diz
nas juras repetidas

Perder é sabedoria
seu moço

Não saber
é bicho papão
debaixo da cama
trazido e amante
das infâncias
Que se temor
não levar
desespero leva

Leva anos pra resolver
o corpo refazer
E calabouço a procriar
outros espíritos vis
mas continuam os mesmos
todos infantis (gostei demais disso)

Mãe meu doce alento

Mãe é alegria e presente de todo dia.
Mãe é o saber tem a voz da sabedoria.
Mãe é a essência é o perfume que exala Indescritível de seu ser.
Mãe é a mais linda poesias é o verso de cada dia. Mãe é o som mais belo de música ao meus ouvidos. Mãe é como um maestro rege nossas vidas sem precisar de uma orquestra. Mãe é a mais linda biografia onde sua história vai além de uma Wikipedia ou gravuras sua história ⁠se eterniza mesmo com sua partida .Mãe é a maior força da natureza com seu dom de gerar vidas deu a mim é a você
O direito de nascer

⁠Filía é saber que existe alguém que acredita e admira você.

Filía é chegar no fim do dia e pensar em alguém antes de dormir e se orgulhar desse alguém.

(Filía me lembra panquecas, tudo fica melhor com panquecas.)

Filía é vencer e ter alguém que te aplauda, que se alegre com a sua vitória.

Filía e sentir o amor, apesar da dor.

Filía é errar e ter alguém que aponte o erro, mas também a solução.

Filía é ver a queda do outro e fazer com que se erga.É honrar e defender na ausência.

É fazer com que você sinta, que as estrelas foram feitas para serem vistas, pelos seus olhos.

Filia não se esconde, os olhos nunca mentem, está numa palavra bondosa, um abraço gentil, num conselho sincero, umas boas risadas.


Filía é o amor, O sublime amor entre amigos.

Todo guerreiro da luz precisa adquirir conhecimento, sabedoria, ser paciente, saber ouvir sempre o silêncio do seu coração, saber o momento certo de atacar ou de recuar.
A vida não é feita somente de vitórias, muitas vezes o guerreiro da luz precisa passar pelas derrotas para aprender alguma lição e fortalecer, sem contudo deixar se abater pela derrota . Um guerreiro da luz sabe que ninguém é tolo, e a vida ensina a todos, mesmo que isto exija tempo. Ele sempre dá o melhor de si, se espelha o melhor dos outros. Além disso, procura mostrar a todo mundo, com generosidade, do quanto cada um é capaz.

A sabedoria não está no saber, nem no mero conhecer; é como um vento.
Ninguém sabe de onde vem, para onde vai, ou desde quando sopra.
O sábio não perde tempo tentando entender essas coisas.
Ele apenas alinha suas velas na direção correta,
sabendo que jamais poderá dominá-la,
apenas aproveitar a brisa de sua visita, aliviando a moléstia debaixo do sol.

Não transformar aquilo que eu desejo que seja verdade em aquilo que afirmo saber.
Eu posso acreditar em Deus e dizer:
“Eu creio na vida eterna, mas não consigo demonstrar empiricamente como ela funciona.”
Também posso dizer:
“Tenho dúvidas sobre a existência da consciência depois da morte, mas continuo acreditando em Deus.”
E posso ainda dizer:
“Não sei.”

O problema não é acreditar em tudo. É não saber quanto acreditar em cada coisa

Nunca tivemos acesso a tanta informação / desinformação. E talvez nunca tenha sido tão difícil decidir o que fazer com ela.

Uma notícia chega pelo celular. Um vídeo apresenta uma explicação aparentemente convincente. Alguém compartilha uma denúncia. Um especialista afirma determinada coisa. Outro especialista afirma o contrário. Uma imagem parece comprovar um acontecimento. Uma inteligência artificial responde com segurança. Milhares de pessoas repetem a mesma versão.

Em poucos minutos, não estamos apenas diante de informações.

Estamos diante de disputas pela nossa confiança.

É comum imaginar que o grande problema da desinformação seja acreditar no que é falso. Evidentemente, isso faz parte do problema. Fake news, golpes digitais, conteúdos manipulados e informações deliberadamente enganosas dependem, em alguma medida, da capacidade de obter credibilidade.

Mas existe uma dificuldade anterior e mais profunda.

Mesmo quando uma informação é verdadeira, ainda precisamos decidir quanto peso ela merece.

Verdade e relevância não são a mesma coisa

Uma informação pode ser verdadeira e irrelevante para determinada decisão.

Outra pode ser verdadeira, relevante, mas insuficiente.

Uma terceira pode estar parcialmente correta e conduzir a uma conclusão equivocada porque omite elementos essenciais.

Isso significa que verificar se algo é verdadeiro constitui apenas uma parte do problema.

A pergunta seguinte é:

O que essa informação me autoriza a concluir?

Essa distinção parece simples, mas altera profundamente a maneira como pensamos a alfabetização midiática, o pensamento crítico e o combate à desinformação.

Não basta separar verdadeiro de falso.

Precisamos aprender a distinguir evidência de conclusão, informação de decisão e presença de um argumento do peso que concedemos a ele.

O perigo daquilo que confirma o que já pensamos

Há ainda outra dificuldade.

Não recebemos informações como recipientes vazios.

Interpretamos aquilo que encontramos a partir de expectativas, experiências anteriores, emoções, crenças, interesses e referências sociais. Uma informação que confirma aquilo em que já acreditamos tende a encontrar menos resistência do que outra que ameaça nossas convicções.

É por isso que combater fake news apenas oferecendo mais informação pode não ser suficiente.

Às vezes, o problema não está na ausência de dados.

Está na maneira como atribuímos autoridade aos dados que recebemos.

Duas pessoas podem acessar a mesma informação e conceder a ela pesos completamente diferentes. E uma mesma pessoa pode exigir provas rigorosas para aquilo de que discorda e aceitar evidências frágeis quando elas confirmam aquilo em que deseja acreditar.

Pensar criticamente, portanto, também exige aprender a desconfiar da facilidade com que concordamos conosco mesmos.

Nem acreditar, nem desacreditar automaticamente

Existe uma falsa alternativa que frequentemente empobrece esse debate.

De um lado estaria a credulidade: acreditar em tudo.

Do outro estaria a desconfiança: não acreditar em nada.

Nenhuma das duas produz necessariamente autonomia.

Quem acredita automaticamente terceiriza o julgamento para aquilo que recebe.

Quem desacredita automaticamente pode continuar igualmente determinado pelo conteúdo recebido, apenas invertendo o sinal da resposta.

A questão mais importante talvez esteja entre essas duas posições:

quanto de autoridade esta informação merece receber de mim, nesta situação, diante das evidências disponíveis?

Essa pergunta desloca o problema.

Em vez de apenas aceitar ou rejeitar, passamos a calibrar.

Da informação ao discernimento

É nesse ponto que a discussão encontra o eixo das pesquisas que venho desenvolvendo sobre discernimento.

Tenho trabalhado com a possibilidade de compreender o discernimento não apenas como virtude abstrata, prudência ou expressão do chamado bom senso, mas como uma capacidade que possa ser descrita operacionalmente, examinada e submetida à investigação empírica.

Entre os conceitos explorados nesses trabalhos está a calibração discernitiva.

Em termos simples, não se trata apenas de perguntar se determinada pista, informação ou argumento está presente. Trata-se de investigar se o peso concedido a esse elemento é compatível com sua utilidade para o julgamento que está sendo realizado.

Essa diferença é fundamental.

Uma informação não deveria governar uma decisão simplesmente porque apareceu.

Uma afirmação não se torna mais verdadeira porque foi repetida milhares de vezes.

Uma fonte não se torna infalível porque possui autoridade.

Uma emoção não transforma automaticamente uma interpretação em fato.

E aquilo que confirma nossas convicções não recebe, por isso, maior valor probatório.

O desafio está justamente em aprender a ponderar sem simplesmente obedecer.

Educação contra a desinformação

Talvez por isso a educação para o enfrentamento da desinformação precise ultrapassar a orientação tradicional de “verificar a fonte”.

Verificar fontes continua sendo indispensável.

Mas podemos avançar.

O estudante pode aprender a perguntar:

Qual é a evidência?

O que essa evidência efetivamente demonstra?

Que conclusão estou acrescentando por conta própria?

Estou atribuindo peso excessivo a uma informação apenas porque ela confirma aquilo que eu já pensava?

Que informação seria capaz de me fazer mudar de posição?

Estou avaliando a qualidade da evidência ou apenas a intensidade da minha reação diante dela?

Essas perguntas deslocam a educação do conteúdo para a operação cognitiva realizada sobre o conteúdo.

É nessa direção que a Pedagogia do Discernimento, a Alfabetização do Discernimento Consciente e outros constructos que venho investigando procuram abrir uma agenda de pesquisa: não oferecer às pessoas uma lista definitiva daquilo em que devem acreditar, mas investigar maneiras de desenvolver melhores condições para que consigam avaliar quanto peso cada influência merece.

A autonomia começa onde termina o automatismo

Fake news são perigosas.

Deepfakes são perigosos.

Golpes digitais são perigosos.

Algoritmos capazes de selecionar aquilo que vemos também merecem atenção.

Mas existe um elemento comum atravessando todos esses fenômenos: Em algum momento, algo externo encontra um sistema humano que precisa interpretar, avaliar, ponderar e decidir.

É nesse encontro que a autonomia pode ser preservada ou perdida.

Por isso, talvez o enfrentamento da desinformação não dependa somente de produzir informações melhores.

Dependa também de formar pessoas capazes de não transformar automaticamente informação em convicção, convicção em certeza e certeza em ação.

Porque discernir não é simplesmente acreditar menos.

Também não é duvidar de tudo.

Discernir é aprender a decidir quanto peso aquilo que nos influencia merece ter sobre aquilo que decidiremos.

Carlos Eduardo Balcarse
Psicanalista, Educador, Autor e Pesquisador

REDESCOBRIR ..
Constantemente acreditamos saber oque realmente somos
ou qual nosso verdadeiro proposito,mas que doce ironia
nada daquilo que imaginávamos é oque parecia ser ...
Possível em tao pouco tempo tal mudança acontecer ?
Hoje vejo que sim,porque sinto meus olhos abertos para aquilo
que é verdadeiro e que assim permaneça sendo...

Inserida por grazidias

Vivemos em um mundo
sem saber o q fazer
descobrimos muitas coisas
bonitas como você.
Vejo um arco-íris
no céu se abrir
deve ser seu rosto
prestes a sorrir.
Um belo dia de Sol
eu vou te contar
foi este seu jeito de menina
que me fez apaixonar.
Quando me lembro de você
me sinto feliz
pois tenho certeza
que nosso amor
é a raiz
que pode estar escondida
depois de tudo que eu fiz.
Fico a pensar
no que ira acontecer
o que eu tenho mais medo
e de pensar a te perder.
No senhor eu aguardo
a sua plena vontade
e logo verei
sua verdadeira identidade
que será a mais linda
ate mesmo que a vaidade .
Nestes versos eu termino
o meu grande sentimento
que expressa o que sinto
pelo lado de dentro
um amor muito grande
maior do que o vento.

Inserida por willianmsa13

A vingança

Disse-te tu nao acreditas-te
Ouvis-te nao quisses-te saber
Eu chorava enquanto passavas
As minhas lágrimas ignoravas

Passaram dias
Passaram semanas
Disses-te me eu nao acreditei
Eu ouvi nao quis saber
Disseram me que nao me querias perder

Tenho pena
Mas é o que vai acontecer
Porque quando te disse nao quisses-te saber
Agora sou eu quem nao se quer querer

Inserida por ANALOURO

DESCOBRINDO O SABER



O que de fato é do que se tem por saber?
O que de fato é do que se pode obter?
O que de fato é do que se pode entender?

O saber será o descoberto pelo que percebo?
O saber será o imaginado pelo que vejo?
O saber será o entendido pelo que conheço?

O saber não é do que não pode ser,
O saber pode ser do que não é,
O saber será do que se entende enquanto conhecer do ser.

Saber do ser requer conhecer sobre o ser,
Saber do que se acredita com profundo parecer,
Saber sem falsidade fazendo a pura verdade nascer.

Quero saber para crer,
Quero dizer do Saber,
Quero por causa Dele viver ou morrer.

Inserida por ricardodavisdavis

Eu me volvi, e apliquei o meu coração para saber, e inquirir, e buscar a sabedoria e a razão de tudo, e para conhecer que a impiedade é insensatez e que a estultícia é loucura.
E eu achei uma coisa mais amarga do que a morte, a mulher cujo coração são laços e redes, e cujas mãos são grilhões; quem agradar a Deus escapará dela; mas o pecador virá a ser preso por ela.
(Eclesiastes 7:25-26)

Inserida por EdinhoOliver

Quero escapar de mim
Sem saber do tempo
Quero respirar sem nunca voltar.
Gostaria de descobrir
Se paz interior pode ser alcançada
Ou se é mais uma mentira.
Gostaria de viver e não somente existir;
Quero sentir o silêncio...
Já não quero mais falar.
Só queria encontrar o meu dia.

Inserida por Chaconitrax

Hoje eu descobri uma coisa, descobri como saber q uma relação acaba:

Sabe quando ela acaba?

Quando a gente começa a pedir coisas, mas não qualquer coisa, quando começamos a pedir atenção, amor, carinho. É ai q a você sabe q a relação acabou, mas, você não se sente forte o sufuciente pra entender isso, no fundo o seu coração sabe q os beijos não são mais os mesmos o toque, o toque não é o mesmo. As conversas, as risadas, nada é a mesma coisa que foi um dia.


No fundo você sente que ja perdeu e que talvez isso não tenha mais volta. Você sente q as coisas tão dando errado, e só você pode decidir terminar ou não. Você sabe que é isso q tem q ser feito, mais tem medo. E é esse medo que te paraliza te torna tão refém como se estivesse em um assalto com uma arma apontada sobre você. Agora, tendo que decidir se reage ou continua sofrendo.

Inserida por anna_victoria_ls

Quando eu consigo me despir de tudo o que acredito saber, aprendo um caminho que me leva a um novo universo.
Já não é mais preciso pedir silêncio as vozes dentro da minha mente pois todas elas se calam com o interesse de ouvir o que tenho a dizer para fazer minha alma brilhar.
Nada mais me abala
Sou capaz de flutuar
E nada irá tão facilmente me tirar o chão.
Pois escolhi vivenciar a paz ao invés de tentar abrigar a razão.

Inserida por Justlevi