Textos de Paixão
Apaixonados são poucos, mais apaixonados são loucos e apaixonados são poetas.
Apaixonados matam e morrem por amor, que amam sem vergonha e sem juízo pelo amor ou pela dor.
Apaixonados é o retrato da insistência e da coragem.
Apaixonados ver a vida com amor sem frustração, Pois apaixonados é um grande coração.
Seus olhos me convidam a uma doce singela paixão e me entrego de corpo inteiro a teus desejos.
Quero ultrapassar fronteiras e perambular sorrateiramente em seu coração.
Faço-me obediente a seu querer de uma forma doce e brejeira com uma emoção pioneira.
Sou teu e você é minha, pois me dá a credibilidade de manter-me seguro com meus sentimentos.
Já me acustumei com seu jeito e me apaixonei.
Meu coração é prisioneiro, você dominou meus sentidos.
Vou sentir nostalgia longe de você.
Você destila a paixão, eu sei que não tens culpa.
Estou imerso ao seu carinho, vou tentar luzir o meu carinho por você.
Não quero o retrocesso como premio á intransigência entre nós dois.
Todos os dias quando acordo, lembro-me dos seu olhos castanhos...
Não tenho um discurso tão maduro nem experiência que mude minha direção, sou um poeta menino apaixonado acreditando na força do meu coração;
Meu assédio é literalmente impávido aos sentimentos que amo, baseando-se no seu coração com grandes observações;
Atordôo-me em ter as certezas de que te agradei com minhas palavras tão singelas e carinhosas, porém presenteado com o seu mais belo sorriso;
As inspirações de apaixonados são pelas belezas, mas por mim é pela lua, estrelas e a realidade que exaltam a minha rainha em questão;
Por mais que a mim e muito menos que a ela, são as invejas que rodeiam nossas certezas e criam dúvidas intermináveis;
Minhas palavras lhe darão a certeza do amor mais puro e infinito que há para que encontre a felicidade esquecida;
Apaixone-se por quem seria capaz de lhe dar a vida, que te compreenda e te apóia mesmo quando você comete erros;
Apaixone-se por quem não se importa pelos motivos de loucuras que te julgam e nem dos motivos que te apontam;
Apaixone-se por quem está ao teu lado, por quem mesmo no seu entender de não achar que não tenha atitudes, te prova que atitudes sem coragem nada é;
Apaixone-se por quem enfrentaria perigos e combateria o medo sorrindo, só para te agradar e te contemplar para desafiar o mundo;
Ainda não aprendi a me entregar
à força da paixão... Por que se
eu tivesse, não teria medo
de errar, nos caminhos do coração!
Ai! Hei de pensar que um dia
irei me apaixonar... Apaixonar-me
pela beleza que me levará à frustrar...
E me levará a inventar e então
a me reinventar à maneira
que me faça verdadeiramente
te amar!
Não vou dizer que estou apaixonado, deixarei que minhas atitudes falem por mim;
Eu jurei varias vezes que não sou qual quer um nem vou pagar de otário para rirem da minha cara pelos meus sentimentos;
Falo em outra língua o que realmente vivo na minha realidade;
Ouviram em todo lugar o grito do meu coração que tanto se fez carente;
E o grito do meu silêncio despertou a sua atenção;
Toda vez que me deparo com sua imagem eu me apaixono diferentemente dia após dia;
E nada esconde esse desejo de te ter aos meus braços pensando em te oferecer um poema no qual eu recite com o eco os meus sentimentos a você;
Deixe-me te encontrar para descobrir o seu eu com requinte de um romantismo suave, mas verdadeiro para iniciarmos uma linda história;
Sinto-me seu, sinto-me amado
Sozinho em meio à multidão
Mais um perdido apaixonado
Em tuas mãos eu repousei
Me fiz cansado,errado! Não me perduarei... Se me perdoas
Lhe agradeço!
Pois te presenteio com rosas vermelhas
Vou ao teu encontro
Ainda sim nos falamos
Para então nos amar
A todo instante;
Menina apaixonada
Com dedicação você se faz surtada
Surtada, mas é um surto bom
É um surto apaixonado... E um surto de coração
Em um curto momento o seu surto é preocupante
É um surto que dá susto
É um surto discrepante
Mas mesmo assim eu não me afasto
Sou todo esperança e ainda sou apaixonado
É um surto que dá susto, volto a repetir
Não consigo me encontrar sem seu surto nesse mundo
Mas menina apaixonada, seu surto é mesmo inevitável
E volto a dizer que ainda estou apaixonado!
SEIS DE ABRIL
você se apaixonou pelo o que inventou de mim,
contava dos amores passados
torcendo que finalmente havia achado o seu romeu,
entristecendo quando chegaram novas mensagens e o meu contato desceu.
me colocou em um pedestal,
em uma nova obra de arte desejada
que havia acabado de chegar no seu museu,
sonhando em um rolê nosso,
mas esse sonho era só seu.
a culpa não foi minha,
eu até queria que fosse, assim consertaria mais rápido.
e não me entenda mal, não vejo só o meu tempo,
mas é impossível identificar se você me ama ou se está fazendo drama.
confesso que não estava pronto pra te receber assim,
repleta de expectativas em cima de mim,
é injusto achar que deveria entender,
que deveria funcionar,
mas comigo não dá.
contei pro seu amigo que sou mais papo reto,
nada discreto,
me fala um "te amo",
até te converso, te abandono,
sou desleixado, não me apaixono.
deus e o mundo inteiro saber que está me gostando
é como construir uma casa sem o teto,
mas não esconde o afeto.
ser individual desejando dupla
te faz ser mais quieto.
você não vai sair desse limbo até aceitar a ida,
você é "demais" pra ele
só porque não soube aceitar a perda,
de que você é o mais e ele: o zero a esquerda.
doeu, você transparece;
comigo não precisou fingir que se esquece.
você procura os seus tais dias de glória
tentando ressignificar todos os lugares que já passou com ele.
depois que eu te ensinei a tornar tudo apenas como uma memória,
aos quatro ventos escutando "te procuro" das anavitória.
confesse pra mim,
não fale de mim, fale para mim,
por mais que a resposta seja não,
não quero soltar um monstro que você se quer me avisou que estava preso.
é que não rola nós dois
pois você é o que eu não sou
e quando tocar o celular, a ligação ficará em silêncio até que eu diga: alô?
Poema dos Apaixonados
Não sou o sol que nasce no infinito, mas posso bronzear o teu corpo.
Não sou a chuva que cai do céu azul, mas posso deixar-te molhada.
Não sou o mar que para na areia deserta, mas posso ser a lágrima salgada que entristece seu olhar.
Desconheço a autoria
Não sou o rio de água clara que te trouxe ao porto que uniu nossos sentimentos, mas posso levar-te em outro horizonte.
Não sou a balsa que segue no riacho do seu aconchego, mas posso ser a correnteza que leva pra longe tua íntima solidão.
Não sou a jangada que flutua no ribeirão sem fim, mas posso ser o peixe que nada em direção dos teus seios macios.
Não sou o córrego que divide o arvoredo da floresta, mas posso ser o vulcão que seduz, e o medo que te apavora.
Não sou o lago tranqüilo do bosque da cidade, mas posso ser o descanso do teu paradeiro.
Não sou o dourado da lagoa esquecida, mas posso ser a águia dourada que pousa na pedra da ilha que cruza teu caminho.
Não sou a represa que mata a sede da garça branca, mas posso ser o prazer que mata os teus anseios.
Não sou a cachoeira cristalina que busca tua miragem, mas posso ser o pranto sentido que rola em tua face.
Não sou o navio que se perdeu no oceano solitário, mas posso deixar-te perdida de encanto na estrada que te leva ao paraíso.
Não sou o jardim que floresce na primavera, mas posso deixar o teu mundo florido.
Não sou o calor do verão que toca tua pele, mas posso deixar-te suar no delírio do êxtase que te domina.
Não sou o outono que enfraquece as folhas com a sua chegada, mas posso enfraquecer-te de saudades com a distância que nos separa.
Não sou a neve que enfeita a manhã de inverno, mas posso ser o manto branco que traz a pureza do teu sorriso.
Não sou a nuvem que deixa o dia nublado, mas posso deixar sua tarde sem cor com a ausência dos meus carinhos.
Não sou a lua que pranteia o anoitecer, mas posso ser o véu do luar que cobre teu destino.
Não sou a estrela que brilha na escuridão da noite, mas posso refletir no espelho do teu castelo de sonhos.
Não sou Saturno que às vezes surge na imensidão do espaço, mas posso enlaçar o teu amor com a fúria de um beijo.
Não sou o vento que murmura no silêncio da madrugada, mas posso ser o redemoinho que assanha teus cabelos.
Não sou a terra que dá força à natureza, mas posso ser o universo dos teus passos.
Não sou a dor que te maltrata sem nenhuma piedade, mas posso ser a erva silvestre que te alivia.
Não sou a mata virgem que refresca a tua alma, mas posso ser a sombra suave que enxuga sua ardente transpiração.
Não sou o ramo nativo que cresce na várzea sem ser semeado, mas posso ser a semente fértil que germina em teu pensamento.
Não sou o pomar do pequeno vilarejo, mas posso ser a fruta doce que te alimenta.
Não sou o perigo da selva abandonada, mas posso ser a fera que te sufoca de agonia.
Não sou o pássaro que voa sobre a montanha, mas posso deixar-te no ar com o desejo louco de amar.
Não sou o fogo que faz a queimada da serra seca, mas posso ser a chama que te queima de paixão.
Não sou a coragem do herói que luta em defesa do sertão, mas posso ser a armadilha que te prende de sensação.
Não sou aquela demanda que espanta o feitiço que tranca o teu caminho, mas posso ser a espada que te protege.
Não sou a ânsia que domina teu ser, mas posso ser o pecado que marca tua boca vermelha.
Não sou o dono de tua vida, mas posso ser o dono do seu coração.
Não sou Deus que criou a verdade, mas posso ser a luz que iluminará a tua eternidade.....
Desconheço a autoria
Eu me apaixonei pela lua.
Me perguntam por que não consigo seguir em frente.
Eu também não sei.
Talvez porque seu brilho me guiou quando tudo estava escuro,
porque sua aura me aqueceu
quando eu tremia por dentro,
porque sua beleza me hipnotizou
sem pedir permissão.
Eu me apaixonei pela lua.
Mas o que antes parecia tão perto
se tornou distante demais.
Eu tento esquecê-la, de verdade, eu tento,
mas basta olhar para o céu
para lembrar que não posso tocá-la.
Dói tanto —
e ela nem parece se importar.
Ela não se importa, apenas brilha para outros.
Por que eu não posso ser única,
uma única vez?
Por que ela me fez amá-la tanto
se no final iria embora?
Eu me apaixonei pela lua
e, nesse processo,
parei de gostar de mim.
Amei demais e esqueci que existo.
Ela continua entre as estrelas, brilhando,
intocável.
Por que eu me apaixonei pela lua?
Não era óbvio que ela nunca seria minha?
É a lua, afinal.
Ela nunca me pertenceu
e nunca vai pertencer.
Achei que eu estivesse apaixonada
Eurealmenteachei que te amava
Mas a cada palavra dura que você soltava
Eu lembrava do porquê minhas dúvidas ficavam
Eu mandava mensagem primeiro
Você respondia sempre com tédio
Eu tocava, buscava o jeito
E você parecia em constante receio
Me disseram que intensidade não vale a pena
Mesmo assim, jurei que você fosse minha princesa encantada
Por que eu não notei antes?
Dizíamos ser amantes
Mas éramos tão distantes
Eu me perdi focando em poucos instantes
Eu não te odeio, de verdade
Só não reconheço quem você foi pra mim
Achei que você fosse meu recomeço, minha chance
Mas me iludi — e esse foi o fim.
📝 RUPTURA: Poema do Homem Sensato e a Paixão
Eu sempre fui um homem sensato,
Linhas retas, razão, tudo no lugar.
Organizado e bom de lidar, era fato,
Pronto pra colheita de um futuro a planejar.
Precavido com a vida, para evitar o fardo,
Queria um futuro brilhante e controlado pra viver.
Cada dia, cada passo, meticulosamente guardado...
Até você aparecer.
Minha cabeça escolhia bem o que fazer,
Tinha o controle da minha vida no lugar.
Mas bastou seu sorriso... para tudo estremecer,
E o meu coração, subitamente, querer comandar.
Foi aí que a bússola girou, perdi o Norte,
E a minha vida virou de ponta-cabeça, inteira.
Eu troquei a armadura, o terno forte,
Pela tua camiseta, leve e passageira.
Eu que só olhava a cotação, o balanço,
Agora só leio os sinais da sua respiração.
Minha planilha de gastos, agora é teu descanso,
E o meu "tempo é dinheiro" virou tua canção.
Eu planejei a estrada, quilômetro a quilômetro,
E você, sem aviso, me fez mudar o mapa.
Trouxe o caos, a desordem, o ar atômico,
E me fez feliz, sem volta, sem etapa.
A minha razão, essa voz que insiste em ser dura,
Grita: "Para com essa loucura! Isso não tem cura!"
Mas de que adianta estar certo, no castelo de vidro,
Se a alma clama o seu nome, faminta, em desespero?
Eu não sei de onde vem essa força que me leva ao perigo,
Eu só sei que me faz bem, me perdi no seu abrigo.
E se eu tiver errado... que o universo me castigue,
Porque por você, de livre e espontânea vontade, eu me rendo e sigo!
É a Ruptura, o momento final!
A minha cabeça sabe o que é bom, o que é ideal,
Mas meu coração ignora a linha de chegada, o final.
Eu sou o descontrole, eu sou a emoção que se elevou!
Um homem que era sensato, e que por fim... enlouqueceu de amor!
Me apaixonei por quem a minha mente nunca sonhou em amar,
Rasguei o manual, joguei a razão no fundo do mar.
Só pra deitar do seu lado, neste abraço que me consome.
Pode me julgar, doutor... A paixão é meu novo nome.
Apaixonante calmaria numa voz acolhedora, que ecoa pelo quarto, livre igual um belo pássaro que voa pelo céu, um cochicho carinhoso, um canto baixo, cantado com amor em harmonia profunda com a paixão, recebendo também a razão o seu valor
Como se fossem o esplendor da noite e do dia, do sol para o luar, um relacionamento afinado, num ciclo bastante inspirador, a emoção e a música conjugando o verbo cantar, juntas num mesmo tom, mas cada uma de um jeito particular
Cena simples e despretensiosa que consegue inspirar através de uma linda canção cantada de uma maneira branda, sincera com a doçura e a intensidade do coração, que atrai a atenção sem agressividade, provando a junção da sua alma com a musicalidade.
Viver não significa uma meta fixa, diária, mas uma bússola que integra paixões e valores para evoluir!
O tudo começa com o nada, se tudo desse certo na vida, não daria valor a felicidade, sem conhecer uma saudade!
Terrífico, uma vida sem lembranças marcantes e espetaculares, dos risos e lágrimas, das conquistas e superações!
Na ausência de bons motivos de sonhar gera uma sensação de exigência diária, em vez de vivência plena, evidenciando a importância de encontrar um propósito de vida... um significado à existência para o bem-estar!
Eu nunca imaginei que pudesse me apaixonar dessa maneira. O tempo passa, ano após ano, e ainda assim não consigo tirar você da minha mente. É como se fosse sempre o primeiro dia em que te conheci: meu coração dispara, sinto borboletas no estômago e minhas mãos ficam geladas. Nunca vivi nada parecido.
Foi ali que entendi o que é o amor e como ele pode ser cruel conosco. Meus pensamentos insistem em voltar para você, e isso dói profundamente. Dói saber que não posso te ter em meus braços, nem sentir teu cheiro de rosas, o gosto do teu beijo. Você me fazia feliz apenas por estar presente.
Ao seu lado, experimentei sentimentos que nunca tive por ninguém. Era intenso, quase viciante, e a sua ausência se transformou em abstinência. Preciso de você para me sentir completa, para me sentir bem.
Me cobro intensidade, odeio o raso
Mas às vezes confundo paixão com cansaço
Quero tudo agora, depois nada faz sentido
Meu interesse morre quando é compreendido
Tem dias que sou preso num único assunto
Outros dias não sinto apego a conjunto
Minha mente corre em círculos veloz
Se entedia fácil, mas cobra de nós
Obceco pra fugir do vazio momentâneo
Quando passa, sobra o silêncio estranho
Talvez não seja vício, nem falta de direção
É só minha cabeça pedindo atenção
Eu não mudo de sonho, mudo o foco do olhar
Cada obsessão é um jeito de respirar
Se não dura pra sempre, tudo bem também
Algumas vêm só pra ensinar e vão além
