Textos de Nelson Mandela
Nascemos para manifestar a glória do Universo que está dentro de nós. Não está apenas em um de nós: está em todos nós.
E conforme deixamos nossa própria luz brilhar, inconscientemente damos às outras pessoas permissão para fazer o mesmo.
E conforme nos libertamos do nosso medo, nossa presença, automaticamente, libera os outros.
Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, ou por sua origem, ou sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se elas aprendem a odiar, podem ser ensinadas a amar, pois o amor chega mais naturalmente ao coração humano do que o seu oposto. A bondade humana é uma chama que pode ser oculta, jamais extinta.
Não tem nada de iluminado no ato de se encolher, pois os outros se sentirão inseguros ao seu redor. Nascemos para manifestar a glória do Espírito que está dentro de nós. E a medida que deixamos nossa luz brilhar, damos permissão para os outros fazerem o mesmo. À medida que libertamos nosso medo, nossa presença libera outros.
Nota: Adaptação de um texto de Nelson Mandela
✨ Às vezes, tudo que precisamos é de uma frase certa, no momento certo.
Receba no seu WhatsApp mensagens diárias para nutrir sua mente e fortalecer sua jornada de transformação.
Entrar no canal do WhatsappSou fundamentalmente otimista. Se isso vem da natureza ou da criação, eu não posso dizer. Parte de ser otimista é manter a cabeça apontada para o sol, os pés se movendo para frente. Houve muitos momentos sombrios, quando minha fé na humanidade foi duramente testada, mas eu não iria e não podia me entregar ao desespero. Dessa forma, se estabelece a derrota e a morte.
Meus heróis não são necessariamente os homens e mulheres que possuem títulos, mas os homens e mulheres humildes que existem em todas as comunidades e que escolheram o mundo como palco de suas operações, que julgam que os maiores desafios são os problemas sócio-econômicos que desafiam o mundo, como a pobreza, o analfabetismo, a doença, a falta de moradia, a impossibilidade de mandar seus filhos para a escola. Estes são meus heróis.
Eu lutei contra a dominação branca, e eu lutei contra a dominação negra. Eu nutri o ideal de uma sociedade democrática e livre, na qual todas as pessoas vivem juntas em harmonia e com oportunidades iguais. É um ideal que espero viver para alcançar. Mas, se for preciso, é um ideal pelo qual estou preparado para morrer.
A corrida havia me ensinado lições valiosas. Em competições de corrida rústica, o treinamento valia mais do que habilidade intrínseca, e eu conseguia compensar minha falta natural de aptidão com diligência e disciplina. Eu aplicava isso em tudo o que fazia. Mesmo quando aluno, eu via muitos jovens que tinham grande habilidade natural, mas que não tinham autodisciplina e paciência para aprimorar seu dom natural.
Os erros são inerentes à ação política. Quem está no centro da luta política, tendo que lidar com problemas práticos e prementes, dispõe de pouco tempo para a reflexão, não há precedentes para guiá-los e estão sujeitos a errar muitas vezes. Mas no devido tempo, desde que sejam flexíveis e preparados para um exame crítico do próprio trabalho, adquirem a experiência e a visão necessárias para evitar as ciladas mais comuns, e podem seguir adiante em meio à palpitação dos eventos.
Nenhum deles [dos professores] jamais me informou como poderíamos acabar com os males do preconceito de cor, os livros que eu deveria ler a esse respeito e as organizações políticas a que deveria me filiar se quisesse tomar parte num movimento de liberdade disciplinado. Tive que aprender tudo isso por puro acaso e por tentativa e erro.
Durante toda a minha vida me dediquei à luta do povo africano. Lutei contra a dominação dos brancos e lutei contra a dominação dos negros. Defendi o ideal de uma sociedade livre e democrática em que todas as pessoas vivam juntas em harmonia, com oportunidades iguais. Vivo para esse ideal, que espero viver para alcançar. E se necessário for, estou preparado para morrer por esse ideal.
