Textos de Mar

Cerca de 4706 textos de Mar

O MAR


É tão lindo ver o mar
Sentir a leveza do vento
tocar seu rosto macio
Vivenciar o grande horizonte em sua volta
Sentir o cheiro das águas ao dançar da maresia...
Tocar a beleza das cristalinas
e pegar nas mãos as areias brancas do chão
e depois abrir um lindo sorriso..
O por do sol que dá brilho ao meus olhos
e dá cor a mais linda e bela das miragens.
É tão lindo ver o sol beijar as águas,
no encanto do alvorecer das manhãs.
Transbordando emoção em cada olhar de formosura...
Sentir o amor acorrentar sua alma,
deixar florescer tudo de bom ao seu redor...

Inserida por rafha_dhemello

MOMENTOS

A lua cheia brilha
Como sempre as estrelas me iluminando
Um lindo e maravilhoso mar em silêncio
E meu coração aqui chorando
Chorando por saudades
De momentos que viveu apaixonado
Dos momentos que passei vemdo o céu
ao seu lado
Daquele frio que nos deixou congelado
Que momentos...

Inserida por rafha_dhemello

Que mar se revolte !


⁠Passei muitas lutas,
enfrentei tempestades,
mas, não desisti.

Sou grato Jesus,
pela sua luz,
que brilha em mim.

Que eu seja fíel,
Nesse mundo cruel,
enquanto existir.

E a sua luz,
meu amado Jesus,
não retires de mim.

Que o mar se revolte,
com um vento mais forte,
que um vendaval.
Não temo o perigo, pois estais
comigo e me livra do mal.

Inserida por COMPOSITOR

⁠Pensando em te amar !


De papo pra cima,
De frente ao mar,
Passo tempo querida,
Pensando em te amar.

Não sei o que fazer,
Para te conquistar,
Pois eu quero que sejas,
A rainha do meu lar.

Entrou em minha vida,
mas logo saiu, sem ao menos
esperar, dela você partiu.

Mas tenho esperança, que tu
Irá voltar, com seu belo sorriso,
pra sempre me amar.

Inserida por COMPOSITOR

Mulheres de Pano e Terra
Vieram de longe, cruzaram o mar,
trouxeram a cruz, o aço e a fome,
tomaram o chão, queimaram os nomes,
fizeram o sangue da terra jorrar.

Os povos caíram, as terras sangraram,
ergueram engenhos, correntes, senzalas,
o açúcar crescia, o latifúndio mandava,
e o povo do Nordeste aprendia a lutar.

Mas quando o homem partiu sem aviso,
quem ficou foi o ventre, a enxada e a dor.
Foram as mães que costuraram a vida,
fiando o tempo com linha e suor.

Lavadeiras de rio, rendeiras da sorte,
mãos que tecem, que lavram, que oram.
E enquanto o homem some na cidade,
elas seguram o sertão nos ombros.

O Nordeste é feito de suas pegadas,
de suas vozes, de suas lutas.
Se o passado arrancou-lhes a terra,
foram elas que ficaram — e criaram a vida.

Inserida por lilianmorais0803

No barulho do Mar...



Por todos os caminhos que eu andar, de todas as histórias que contar, eu caminharei cantarolando o quanto foi bom amar. Se por todos os rios eu quiser me afogar, lembrarei que é bem melhor nadar do que morrer no mar porque embora minha alma queime de tristeza por tanto desprezar, saberei que meu desejo é viver para te buscar.
Apesar das águas calmas e tranqüilas dominando meu olhar e por mais brilhantes e cristalinas que sejam as ondas do mar, mais envolventes que o barulho do vento no ar, saberá amor, que beleza alguma em ti irá comparar.
Lentamente sigo meu rumo, levando da margem e caminho a pensar, quão misteriosa é a vida que deságua dentro do meu coração me fazendo chorar.
Nas horas de maior atrito interior, me reprimo em questionar: Porque foi embora pra nunca mais voltar?
Por todas as cidades que eu passar, em todos os olhares que eu fixar, sei ao certo que meu coração jamais se enganará, deveras fosse um passarinho cantante a beira do mar, um rouxinol entoando a canção do amar, ainda assim não saberia as notas do amor que sinto dentro alma pra te enfeitiçar.
Entre meio a milhares de vozes, no maior e mais profundo entoar, sentirei falta de apenas uma face, do vazio de apenas um olhar, do perfume do mais nobre a exalar e darei por fim a minha vida em troca de algum dia contigo estar.

Inserida por Erwelley

Cinzas ao mar...


Fogo! Da fogueira que acende por amar-te!
Ardor! Do sentir que por ti exala!
As migalhas lançadas para que lentamente
Sinta o gosto dos teus lábios...
É a sintonia do desejo de ter-te ao meu lado.
Explicar o que não se explica!
Implico! Impossível é não querer-te,
Perto estou de afogar-me nas lágrimas que escorrem
Por esta face triste e abatida!
Não suporto mais viver ao léu de tanta agonia,
Se o meu prantear é nostalgia!
Logo, meu corpo será de outro corpo,
Minha vida será de outra vida,
Meus pensamentos estarão noutro lugar,
Meu desejo apenas de amar-te.
Põe-se comigo a relutar,
Veja! Estou quase morta!
Sucumbida pelos vermes da paixão,
Iludida por palavras vazias que jogastes ao vento
Quando juravas amar-me de todo coração!
É desse amor que falavas?
É com tamanha covardia que de mim zombavas?
Portanto, não serei mais uma alma a vagar,
Não mais serei uma pedinte a clamar!
Volte! Volte a amar-me!
Outrora afugentarei momentos de silêncio,
Roerei minhas unhas e sofrerei a míngua
Por todos os dias que assim o necessitar,
Mas, nalguma hora, vazia, fria, solitária e seca...
Voltarei para mim, olharei para o espelho em pedaços,
O segurarei sem nenhuma força em meus braços,
Secarei da minha face esta última gota a secar,
Juntarei as cinzas de este meu lamentar e definha-me a vida
Em regressar!
Os restos serão levados pelos ventos do espírito,
O mau cheiro da dor seguirá logo atrás,
Os ossos quebrados serão sarados e os frangalhos defasados pelo mar.
Eu, em minha mais nobre lição do amar,
Saberei responder quantas vezes for preciso, quando o amor pelo meu nome chamar!

Inserida por Erwelley

A bordo de mim

Trancafiada aqui, no abismo vi, o mar mostrou.
Oculta em mim, embalo o fim, abordo estou.
O imundo mar, sôfrego vem, se lamentar.
Pálido! Gélido! Seco!
Escureceu! Não sou mais eu, o mar sou eu!
Fugi sem ar, me encarcerar, sombrio olhar.
O medo embarca, revolve marcas do meu pesar.
As ondas vêm, molham meus pés, vou mergulhar.
Vento bravio, um calafrio me faz chorar.
Tempestade a vista, revira o barco, me embaraço no relembrar.
Aos prantos grito! Sou eu o mito do tal amar!
Ouço gemidos, fundo do mar!
O horror convém, me mostra além, antigo olhar.
Quando era ardor, quem sabe amor, levou o mar.
Abordo estou, na noite vou, refugiar!
A negra vem, me acompanhar.
Seus braços frios, acariciam meu perturbar.
O barco vira, quebra o retrato, faz em relapso o meu pesar.
Corta meus pés, debruçada ao chão, sangro sem dor.
Junto os pedaços, varrendo os cacos do opaco amor.
A água vem, correntes vêm me soterrar!
O barco alaga, tão logo afunda, o vento ajuda meu naufragar.
A brisa leva o que restou, meu ser se afoga, o sal corrói, sôfrego amor.

Inserida por Erwelley

⁠Bioma cheio de belezas
Biodiversidade a mil
Opulência nas espécies
Na beira-mar do Brasil
Possui uma fauna endêmica
Mas com ação antropogênica
O ambiente fica hostil

Recebeu os lusitanos
No ciclo colonial
É dádiva da natureza
Patrimônio nacional
Teve guerras e armistícios
Egoísmo e sacrifício
Com a tradição ancestral

Falo sim sobre a mata-atlântica
Imensuráveis beldades
Grandes lagos e aquíferos
Solos com diversidades
De fauna, flora e história
Magnificência e memória
“Mãe” das variabilidades.

Inserida por IlanHudson19

⁠Como pode um ser tão complicado e tão simples ao mesmo tempo?
Um mar tempestuoso, mas basta uma pitada de carinho e esse mesmo mar se torna calmaria,
Tão forte, porém tão sensível, o que a define?
A necessidade,
Como pode características tão distintas descreverem uma só pessoa;
És o que és; única, decidida, amorosa... Entre tantas outras coisas boas,
Bem assim, uma Mulher!

Inserida por Marioolavo

Ó, mar!

⁠Ó, mar, suas ondas se movem

E seu mover é magnético, assim sendo frenético, afastando as opressões.

Ó, mar, a sua onda tem um mistério, onde me vejo e me supero, com seus barulhos e cores, assim como louvores, que edificam minhas emoções.

Ó, mar, sua batida é bem vinda e, assim como uma linda rima, vem de encontro ao meu corpo, mente, alma e coração.

17/10/2023

Inserida por danielantoniosp

Você pode escolher não sentir a brisa do mar, mas isso não quer dizer que as ondas não estejam batendo.
Você pode não querer ver o sol nascer, mas isso não afirma que ele não raiou sobre as montanhas.
Você pode ter desistido de algo, mas isso não necessariamente resulta na sua derrota.
Você pode ter cometido erros, mas isso não determina quem você é.
Você pode não ver Deus, mas isso não anula o fato de que Ele exista.
Uma realidade atual não anula uma realidade absoluta.

Inserida por edymarcs

Quero mergulhar na imensidão do seu mar

Quero mergulhar na imensidão do seu mar
E para ele me entregar
E os seus segredos desvendar
E em meios a devaneios me perder
E no seu balanço me encontrar
E todo medo com ele superar
E mesmo quando estiver revolto, com ele me acalmar
E em paz permanecer
Quero mergulhar na imensidão do seu mar
Para que eu possa, simplesmente, te amar!

Inserida por palmis_costa

⁠LETRAS POR ESCREVER
Serão escritas um dia, da serra
Rumo ao mar
Outras letras minhas
Sereninhas,
Inocentinhas
Que enviarei desta terra
Ao vento do meu gritar
Para poisarem no telhado
Da casa da escuridão
Em que escrevo versos
Controversos
Sem me deixarem comer
Desta fome de paixão!
Que ilusão
Que bendito chão
Da pocilga em que nasci...
Pelo menos aí
E ai,
Eu era carne de minha mãe,
Que Deus tem,
Sangue dela
E a dor sentida
Repartida
A acender a primeira luz da vida
Na vela
Pelas mãos nervosas de meu pai.

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠ALMA PERDIDA

Caiu-me a alma.
Não sei se dentro de um rio,
Ou na turbulência do mar.
Talvez na montanha
Tamanha de frio,
No calor do estio,
Quente de enregelar.
Será que ela fugiu de mim
E se esconde na cidade imensa
À espera da recompensa,
Numa espécie de arlequim
De rir pelas ruas
Sujas e nuas.
O que é que minha alma pensa?
Fartei-me dela, tão tensa
E cada vez mais pretensa
Gozando comigo sem par,
Que não perco mais um minuto
Em absoluto,
Para a encontrar!

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 23-09-2022)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠P A R E I

Precisava do ar das serras.
De tantas terras.
Faltava-me o iodo do mar.

Nem um ou outro eu pude aspirar,
Porque me prenderam no mesmo lugar.
Diz-me, então, porque paraste

Porque de ser tu, deixaste?
- Sei lá!...
Só sei
Que quando parei,
A minha vida ganhou outra luz
Como candeia que reluz
No quarto da solidão
E transforma a minha cruz
Num madeiro de expiação.

Afinal,
Até ao juízo final...

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 11-10-2022)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠A V I D E Z

Tanto ávido à espera
Da esfera
Por armilar,
Para se poder guiar
No mar da ganância
E jactância
Onde se vai afundar.

São como cegos
Coxos e moucos,
Para alimentar os egos
Neste inferno de loucos.

Calcam e recalcam
O pai, a mãe
E todo o alguém
Que assaltam
Em nome da avidez,
Da sofreguidão
Que alguma vez
Os há de fazer penar
E findar,
Então!

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 15-11-2022)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠AMOR FUGIDIO

Luz que vieste do oculto
Luz que cega sem brilhar,
Que convida a mar de amar
Maré negra de outro vulto.

Por que andaste no ofusco
Do meu sol de companhia,
Quando eu somente te pedia,
Essa coisa do amor que busco.

Fugiste. Eu vi, eu sei,
Porque por ela me dei,
Na noite longa que dormia.

Um sono de olhos abertos,
Como que a fixar a luz,
A tua, dos olhos incertos.

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 06-01-2023)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠MAR LONGE DE TÃO PERTO

Um dia destes vou morrer, ó mar...
Sem te poder sequer avisar
Ou mandar um recado pelo ar
Pela terra e não por mar,
Que mar já és tu tão distante
Deste meu penado cante,
Poema ao longe sem te abraçar.

O que me fizeram, ó mar!?...
Agora que não tenho força de andar
Para sentir-te num solfejo
E amar a areia que amas num beijo.

Manda uma concha da tua água até mim,
Que mate a sede dos meus pés
E abrande a minha mágoa sem fim.

Que a tua água salgada
Seja cura abençoada
Das chagas deste meu ser
Um pouco antes de eu morrer
Na cama deste poema,
Dilema sempre de mim.

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 05-02-2023)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠ESPINHO-MAR PÃO E
ÀS VEZES MAR CÃO

Como eu te amo, Espinho
Flor do mar
A brotar
Num lençol de verde linho
Nesta minha inquietude
Cravada na solicitude
Daquele botar
Do barco ao mar
A querer buscar
Algum peixe graúdo
Que os deuses
Por vezes,
Só te dão
Em ração
De pão
Miúdo.

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 13-04-2023)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro