Textos de Mãe para Filho
A vida precisa de momentos de tirar o fôlego,
tais como aqueles ao ouvir o primeiro choro de um recém nascido,
ao ver o filho dar seus primeiros passos,
na concretização de um sonho,
com a superação de um trauma antigo, durante um reencontro muito esperado, pela emoção de um amor sincero correspondido, na vitória após um medo enfrentado, de um grande desfecho de um livro,
por causa de uma música bastante agradável
ou o resultado de um casal conectado
num prazer recíproco
entre outros exemplos
e, resumindo,
o fôlego do viver deve ser esbanjado
em momentos que tragam sentido.
MINHA OUTRA METADE
Você veio como chuva de verão;
Me surpreendeu, encheu meus olhos de lágrimas e encharcou o meu coração de amor. De repente você foi crescendo...
E o berço já não mais lhe coube. Mas nos meus braços você ainda cabe. Assim como Deus tirou Eva da costela de Adão; você foi tirado de mim: minha outra metade. Como água; você ocupa cada espaço daqui de casa, e vai ocupando do meu peito também. Quando vejo já é noite, e você está dormindo. Nem parece aquela criança agitada de durante o dia. Você é o sonho de Deus, e eu passei a sonha-lo também.
Enquanto o mundo está se acabando lá fora, você dorme como se nada estivesse acontecendo.
Você foi crescendo e o tempo da vida foi tirando você de mim. Logo ficarei velha e voltarei a ser uma criança como tu também. E você cuidará de mim. O tempo é danado: a cada dia vai esculpindo na minha faça rugas, deixando meu cabelo da cor das nuvens. Meus olhos um dia já não mais verá você tão bem. Mas imaginarei teu sorriso gostoso sem nenhum dente...
Eu sentirei teu toque, teu cheiro, o cheiro da minha criança linda. Quero sempre ter meu rosto molhado com teu beijo...
Discordamos de muitas coisas, nossa relação nunca foi uma das melhores, construímos memórias marcantes, algumas histórias felizes dentro de muitos conflitos e de muitas decepções, vivenciamos momentos de lutas e de vitórias, não és o melhor pai, mas também não sou o melhor filho e apesar disso, até agora, juntos seguimos.
Outrora eu era apenas um menino imaturo, indefeso, enquanto o senhor era um homem difícil, desprovido do mínimo de bom senso, hoje, somos dois homens adultos e acredito honestamente que cada um amadureceu do seu jeito e que desde o começo, Deus tem estado conosco demonstrando o seu indispensável zelo.
Demorei muito, entretanto, compreendi que não adiantava ficar culpando o senhor pelos meus erros e nem ficar me cobrando pelos seus, que a respeito do nosso vínculo de sangue e de convivência, tudo aconteceu como deveria ter acontecido e vem acontecendo, teve e e tem um propósito, um significado, parte considerável do meu desenvolvimento.
As diferenças continuam, todavia, continua também o fato de sermos pai e filho em um relacionamento imperfeito, que graças a Deus tem sido ultimamente o mais saudável possível, onde um respeita e se preocupa com o outro, o que para mim já é suficiente entre vários desentendimentos, sinceramente, não sinto remorso, o tempo é passageiro, portanto, compensa o esforço para sempre nos entendermos.
Estando sob o encanto da noite, iluminado pelo luar, ouvi uma melodia profusamente apaixonante que fez o meu imaginário inquieto criar um cenário noturno entre as estrelas, que apresentava um ser desconhecido que de uma maneira inexplicável vagava perdido pelo vasto universo,
muito distante de tudo e de todos aqueles que talvez conhecesse, sendo oriundo de outra galáxia, assim, ele foi passando por vários lugares sem parar em nenhum deles, um caminho longo, onde o passar contínuo do tempo não importava, puxado e protegido por uma força muito misteriosa.
Não pediu para entrar nesta jornada, porém, não tinha nada que pudesse fazer a não ser aceitar, seguindo com a sua mente confusa, cansada, o medo de um futuro incerto, pelo menos, nenhum mal foi ao seu encontro, não sentia fome e nem sede e ainda não havia caído em total desespero.
Depois de tanto vagar, finalmente, chegou até às proximidades do nosso planeta, quando sentiu o seu corpo sendo trazido aos poucos para lua, algo assustador e também confortante, pois estranhamente sentiu uma sensação familiar como se tivesse voltado para casa, um momento bastante singular.
Não se sabe se lá voltou ou passou a ser o seu lar, mas o fato é que percebeu que não precisava mais partir deste lugar, que tinha tudo que precisava, foi muito bem recebido, então, decidiu ficar e logo passou a ser conhecido como o “Filho da Lua” nesta breve história que pude imaginar.
A Luta Nao Pode Esperar
Crônica baseada na morte do estudante de Matemática da UFG, Guilherme Silva Neto de 20 anos.
Por Josielly Rarunny
Imagine um jovem alternativo e revolucionário, desses que defende suas crenças, capaz de lutar até a morte. Literalmente.
Guilherme saiu numa manhã de quarta feira após uma briga com o pai, motivada pelo estilo do rapaz, causas sociais e políticas que Guilherme defendia.
O pai, engenheiro de 60 anos, conservador e depressivo não aceitava as atitudes do filho. Proibiu Guilherme de participar da tal reintegração de posse que ocupava universidades e lutava contra as propostas da PEC 241.
Discutiram. Discutiram feio por sinal. Dessas discussões onde se ouve gritos, xingamentos e ameaças. Saíram cada um para um lado.
Guilherme deu as costas e foi a luta.
Que a luta não pode esperar.
Quem sabe ele foi cantando a canção de protesto de Vandré.
Pra não dizer que não falei das flores.
A mãe na sala ao lado ouvia a discussão.
Em oração repreendia e preferiu não interferir.
Vai saber o que se passa no coração de uma mãe.
Aquela dor recolhida, aquele choro engolido, uma aflição que parece não ter fim. Um anseio de ver a paz reinando no almoço em família do dia seguinte.
Um almoço que não acontecerá mais.
O pai tinha o tempo de esfriar a cabeça ou sacar uma arma.
Advinha o que ele fez.
Voltou para casa.
Encontrou apenas aflição e oração em forma de mãe.
O filho não estava mais. Encontrou Guilherme numa praça perto de casa e disparou contra o filho quatro vezes. Houve tumulto e gritaria.
Guilherme conseguiu correr, mas o pai alcançou o filho e com mais disparos o matou.
E com o mesmo tempo que ele levou para sacar a arma, debruçou sobre o corpo do filho, talvez arrependido da besteira feita. Não quis ficar e lutar contra a justiça social e brasileira.
Que por sua vez nem é tão severa assim.
Preferiu antecipar o julgamento e a justiça divina.
Guilherme deu as costas e foi a luta.
Que a luta não pode esperar.
Quem sabe ele foi cantando a canção de protesto de Vandré.
Pra não dizer que não falei das flores.
Ninguém sabe, ninguém ouviu falar.
O que todos sabem é que ele foi.
Infelizmente, pra nunca mais voltar.
Ser pai é mais que um destino traçado; é uma missão tecida nos fios invisíveis do tempo. Não se trata apenas de perpetuar a vida, mas de adentrar as profundezas da própria alma, onde os mistérios da existência se entrelaçam com os laços do amor. Os filhos, esses seres que nos atravessam, não precisam necessariamente brotar de nossa carne, mas devem cruzar o nosso caminho, tocando-nos e sendo tocados por nós. É quando o belo se revela, quando o inesperado se concretiza, e almas destinadas a não ser acabam se tornando.
A paternidade é um processo singular, forjado no calor das alegrias e no frio das dificuldades. Reconhecido, sim, mas quase sempre silencioso, escondido nos gestos simples e nas palavras não ditas. Em cada uma das suas ações, os pais, com o seu jeito finito de ser Deus, nos revelam o Divino que se faz homem. Semelhante a Ele nas tangentes da vida, por vezes invisível aos olhos, mas sempre presente, sustentando nosso mundo.
Talvez o maior pecado dos pais seja a ausência, essa escolha silenciosa de prover o bem-estar que, paradoxalmente, impõe a distância. E assim, de herói a vilão, transita o pai a cada repreensão, a cada tentativa de moldar o caráter, sem perceber que, em sua finitude, é reflexo de algo maior.
No entanto, é justamente nesse dilema que reside a grandeza da paternidade. Pois ser pai é caminhar na corda bamba entre a presença e a ausência, entre o querer proteger e o precisar deixar ir. É viver no eterno dilema de dar o melhor de si, mesmo sabendo que o melhor nem sempre é suficiente. Divergir, e por vezes reconhecer que o ideal nem sempre é o necessário. Mas, acima de tudo, é aprender que a grandeza de ser pai não está na perfeição, mas no amor que, mesmo imperfeito, é capaz de construir pontes onde só havia abismos e de transformar o vazio em plenitude.
E assim, na vastidão desse papel, o pai descobre que ser grande é dissernir entre o estar perto e se fazer próximo, saber que, mesmo na ausência física, sua essência perdura, enraizada no coração e nas ações daqueles que, passaram e se eternizaram por ele.
"O pai pode ser responsável por garantir aos filhos; boa alimentação,
boa educação escolar, boa moradia...
O pai pode ser responsável por dar aos filhos bons conselhos,
por dar bons exemplos, por indicar bons caminhos...
A única coisa coisa que o pai não pode ser responsável é pelo acabamento no caráter de cada filho!"
☆Haredita Angel
Poema : Camisa 10
Ei garoto ouça este aviso: És Peculiar , especial , singular , exclusivo . Seu jeito de ser tão belo , que como um prego fixado pelo martelo , na tabua dos coraçoes deixa marcas de inumeras senções .17 anos de sua existencia , anos fazendo a diferença. inseguranças , medos e anseios , os vence pelo fato de se mostrar pra que veio.Notório , se destaca pela hombridade de um garoto varão.A força das ondas , a furia dos ventos , metaforas do sofrimento.Quando choras , sinto a dor de teu choro , quando ri compreendo para que eu nasci.Nosso amor , superou a distancia e foi por ela que aprendi a importãncia de viver o aqui.A branco queria ter o poder de te livrar da maldade existente no mundo.Da saudade, das perdas , das dores dos dissabores.Coraçao sofredor , pois é no labor que se forja um homem vencedor.Que habilidade é esta , para driblar as adversidades,É acima da media , tuas carcteristicas sem duvida encheriam uma emciclopedia.Na vida em meio ao revés., és craque , meu camisa 10.Em tempos dificeis ! Na moral és Grande como jogador de final , cresce nao desaparece na hora de colocar a bola na marca da cal. E na torcida , teus fäs , Pai, mãe , irmãos e amigos na arquibancada da vida , vibram com cada jogada sua construida. Companheiro, Amigo, Verdadeiro, Sensivel , Forte , Justo , Amoroso são peças do look que faz estiloso Habacuque o Duque. Em Deus Celebramos a vida a ti concedida .Parece passe de magica ou truque , alegria que nos produz meu filho Habacuque.
A paternidade não é um título, é um compromisso.
Raízes que nos lavram
Antes de sermos pais ou filhos, somos solo.
E como todo solo, recebemos sementes: algumas desejadas, outras jogadas com pressa, muitas lançadas com dor.
Não nascemos amando ou odiando nossos pais aprendemos. O amor é uma construção silenciosa, feita de ausências e presenças, de abraços dados ou recusados. E o ódio... se existe, nasce quase sempre como fruto de uma fome: de amor, de verdade, de um nome que não veio.
Crianças são terra fértil.
Tudo o que se joga nelas floresce: o cuidado, a negligência, a ternura, a violência.
Plantamos com gestos. Colhemos com o tempo.
E mesmo as raízes mais finas, quase invisíveis, crescem mais fundo que o tronco aparente.
Por isso, antes de cobrar que o mundo eduque, é preciso perguntar:
que chão temos sido para os nossos?
Porque, às vezes, culpamos a erva daninha...
mas esquecemos que fomos nós que abandonamos o terreno.
A educação começa dentro de casa, mas não só nos livros ou conselhos:
ela começa no silêncio das manhãs, no jeito de pedir desculpa, na escuta que não julga.
Começa quando a criança vê em nós aquilo que um dia sonha ser.
E se um dia o filho que criamos decide deixar de ser árvore para ser espinho, que não seja por nossa ausência.
Que ao menos ele saiba que teve sombra, raiz e água.
Somos o que herdamos, sim mas também somos o que escolhemos fazer com o que herdamos.
Somos filhos das nossas vivências, dos nossos traumas, dos acertos e erros que os nossos pais cometeram com as ferramentas que tinham.
Hoje, como pai, não sou perfeito.
Às vezes, falho como marido.
Às vezes, me desencontro de mim mesmo como filho.
Mas carrego comigo a decisão de ser presença.
De não repetir silêncios.
De ser espelho ainda que embaçado mas espelho honesto.
Os meus filhos...
Ah, os meus filhos são terra sagrada.
E o que será de mim, se não os lavrar com amor?
Não se planta com palavras apenas.
Planta-se com tempo.
Com propósito.
Com fé.
Com mãos sujas de cuidado.
Colhemos o que plantamos.
E às vezes, não colhemos nada porque nunca houve semeadura.
Mas quem planta amor... colhe legado.
Quanto a mim, não precisei ser pai para entender certas coisas.
Mas precisei vir a Luna para enxergar outras tantas.
A paternidade não é um título, é um compromisso.
E quem ama de verdade... dá a vida, mesmo quando ainda está aprendendo a vivê-la.
Por Malexandres
“O mundo só terá flores com as mulheres no controle.”
A flor do homem é o cravo e da mulher é a rosa.
Homem tem ego, mulher tem útero.
Quem gera vida não mata.
Se não fosse a mulher, não existiria nenhum homem.
Deus confiou seu filho Jesus a uma mulher.
A mulher o defendeu de homens que queriam matá-lo.
“Não sou um homem, sou filho de Deus.”
Deus não sonha que tem o poder, Deus é o poder.
"Presente do Tempo"
Há vinte anos, o tempo fez pausa...
suspirou ao te entregar pra mim.
Veio envolto em luz e esperança...
um amor que não tem mais fim.
Tão pequeno e já tão imenso...
coração de mãe reconhece...
que o mundo inteiro ganha cor
no instante em que a vida acontece.
Cresceram tuas pernas e sonhos...
e em cada passo teu, floresci.
Mesmo quando o vento soprou forte,
foi teu riso que me fez seguir.
Hoje celebro teu existir,
com orgulho bordado na alma...
És meu motivo, minha alvorada,
meu presente, minha calma.
Feliz aniversário, meu filho amado,
que a vida te abrace como eu te abracei.
E que o mundo descubra a beleza
que, há vinte anos, eu já enxerguei.
Somos divindades, porque temos o poder de gerar a vida, abençoar os caminhos, adivinhar os pensamentos, as necessidades, as dores, as angustias e tudo isso no início, por telepatia. Protegemos os da chuva, do vento, das pessoas, do tormento de uma vida inteira. Aceitamos as diferenças, as crenças, amenizamos as desavenças e doenças. Somos o amor encarnado e digam o que quiserem de nossos filhotes somos a defesa incondicional. Porque aqui nesse plano foi nos dado apenas um nome, Mãe.
Um discurso de Albert Einstein que adaptei para expressar o que sinto diante de alguns atuais acontecimentos, envolvendo os defensores e contrários ao governo: "Eu odeio o excesso de sentimento cívico. Um homem que se excede desta forma faz-me sentir desprezo... Não merece um cérebro humano, já que a medula espinhal o satisfaz. Deveríamos fazer desaparecer o mais depressa possível este câncer da civilização. Detesto com todas as forças o heroísmo obrigatório, a violência gratuita e o nacionalismo débil. A guerra, seja em qualquer dimensão, é a coisa mais desprezível que existe. Preferiria deixar-me assassinar a participar desta ignomínia."
Um cliente que gosta do seu trabalho te indica pra uns dez, e desses dez uns dois fecham contrato com você, mas um cliente que não gosta do seu trabalho ele reclama para uns vinte e desses vinte, trinta não aceitam te contratar... a propaganda negativa é muito mais viva o que a positiva e circula como um vírus.
Aquela voz que no silêncio grita é amor! A mente que mente é uma mentirosa. As ilusões que criamos dentro de nós, são armadilhas perigosas. Compreender um som que não possui som, é um aprendizado. No universo finito da mente de cada Ser, podemos despertar e criar uma nova realidade. Do nada surge o tudo, e o nada faz parte do todo. A voz da alma inerente que nos acompanha sempre é o som do amor. É tão gritante, ardente, forte, real, sublime, e poderosa a voz que temos dentro de nós, que é possível sentir sem estar presente fisicamente. Apenas se permitir poder amar, ser amado ou amada, permitir o florescer do amor. Negue amor, e você está se destruindo, se tornando uma terra estéril, um deserto sem oásis, e a sua luz interior se apaga. Então ame.
Na vida, aprende-se mais com os erros do que com os acertos, pois os mesmos nos fazem enxergar que nada é impossível, e que nunca devemos baixar a cabeça, afinal errar é humano, e erros são apenas etapas da vida, e pulando-as, não estaremos cometendo um erro, mas uma burrice, pois os erros servem para irmos além do acerto, servem para chegarmos ao sucesso.
Felicidade é muito mais do que uma palavra, é um sentimento, e deveria dominar nossos corações, temos que aprender a vivê-la de modo verdadeiro e intenso, assim, nos momentos e nas quantidades exatas, por mais que sejam ínfimos, são momentos de felicidade, e pra se chegar à plenitude desta, temos que saber juntar tudo, e percebermos que nada no mundo acontece por acaso.
Quando alguém entra nesse mistério do coração —o amor— e vive a experiência de não poder ficar com quem ama —seja lá por que circunstâncias forem—, tal pessoa sofrerá a pior tortura que o ser pode experimentar, mas não desejará ficar curada de sua própria dor, pois o amor não quer se curar de si mesmo, ainda que muitas vezes clame pedindo compaixão aos céus, implorando por “libertação”. Todavia, se a “opção de cura” lhe for oferecida, suicidamente, o amor a repudirá, visto que não pode negar-se a si mesmo.
Amor é o fruto da atitude de amar! Para poder desfrutá-lo é necessário abrir mão do controle, libertando, respeitando e confiando em si-mesmo, para poder fazer o mesmo com o outro, sem racionalização, condicionamentos ou idealizações. Porque só podemos dar o que temos e só iremos receber aquilo que damos, se não nos amarmos, aceitando o que somos em contínuo relacionamento com o si-mesmo, não poderemos amar e aceitar o que o outro é, estimulando-o também a ser livre, se amar e se relacionar continuamente com si-mesmo!
Felicidade é um instante da vida que a gente gostaria de um dia repetir. Um instante da vida que você gostaria que não acabasse ali. Um instante da vida que você gostaria que num outro dia a gente fizesse de novo. Felicidade é esse instante que você um dia pretendeu a eternidade. Felicidade é esse instante que você lamenta que tudo na vida tenha um fim. Que pelo menos por um segundo tenha pensado em coisas que não tinha pensado antes. Nesse singelo segundo você foi feliz, tomara você tenha sido feliz por um segundo!
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