Textos de Liberdade
Ninguém se torna livre quando busca a liberdade e tão somente isso. Nos tornamos livres quando buscamos a Verdade. A verdade sobre nós, nossos erros, falhas, vícios, imperfeiçoes. Assumindo tudo isso passamos a nos conhecer. E nos conhecendo, nos aceitamos, nos amamos, nos respeitamos, e melhoramos, evoluimos. Daí vem a possibilidade, a condição de ser um Ser livre, e a liberdade não se torna um Fim, e sim uma consequência
O tipo de liberdade que realmente importante envolve atenção, consciência, disciplina, esforço e capacidade de efetivamente se importar com os outros, repetidamente, numa miríade de maneiras triviais e sem glamour, todos os dias. Isso é liberdade de verdade. Isso é ser educado, e compreender como pensar.
Eu tenho medo de coisas novas, a liberdade me dá medo, tira a minha segurança, o futuro sempre foi um dos meus maiores medos, o improvável, o que será, como vai ser, tudo isso faz eu pensar, pensar demais, e acabo tendo medo, insegurança, acabo chorando e meu coração acelerando, acabo fazendo mal a mim mesmo, penso no que já passou, onde estou, e pra onde irei, as vezes meu coração acelera tanto que chega a doer, as vezes consigo não sentir isso, me sinto forte e invencível, mas logo isso quebra, parece que devo sempre tentar ser forte e feliz, uma obrigação, tudo por causa do passado.
Na vida do sonhador a liberdade lhe exige um alto preço. Tem períodos em nossa vida que nos sentimos perdidos, confusos e desorientados. Parece que tudo o que se faz, não faz sentido e tudo perde o significado. Sinto falta da companhia que outrora me fazia sonhar as noite eram escuras mais meu coração era luz. Já passa da meia noite, as trevas dominam o céu a inquietação estressante da sobrevivencia vai dando lugar ao sombrio repouso noturno . Será que a noite não foi feita dormir ? Preferi passar a noite em claro para sonhar acordado pois sei que ao amanhecer a natureza sai do esconderijo e o espetáculo volta ao palco do planeta terra. Boa noite.
Aprendi com a minha vida que liberdade não é ser solteira, pois meus pais me impediam de fazer muitas coisas. Não é ser casada, porque meu marido sempre me impediu de fazer muitas coisas. Não seria viver só, porque continuaria sendo vigiada e julgada pelas pessoas. Minha liberdade não é dizer tudo o que penso e sinto, pois muitos iriam discordar e muitas coisas que penso e sinto no silêncio de minha alma só cabem a Deus saber e me ajudar a compreender. Então, aprendi que minha liberdade está em sonhar, porque ninguém vê o que sonho. Posso sonhar o que eu quiser e como quiser e ninguém pode me impedir de sonhar. Enquanto não houver amor ao próximo, ninguém irá ter a liberdade de pensar, de fazer, de sentir e de viver o que quiser, sem ser monitorado pelos olhos alheios.
LIBERDADE de verdade, só acontece quando conseguimos nos livrar do que nos faz mal. Quando conseguimos coragem para se desfazer de preconceitos, medos, regras, amarras, dependências, amores errados ... LIBERDADE de verdade é conseguir abrir um espaço pra deixar as coisas boas chegarem e assim encontrar a FELICIDADE!!!
O conservador pensa na política como um meio de preservar a ordem, a justiça e a liberdade. O ideólogo, pelo contrário, pensa na política como um instrumento revolucionário para transformar a sociedade e até mesmo transformar a natureza humana. Na sua marcha em direção à utopia, o ideólogo é impiedoso.
Aqueles, dentre nós, que acreditam em liberdade devem crer também na liberdade dos indivíduos de cometer seus próprios erros. Se um homem prefere, conscientemente, viver o dia de hoje, usar seus recursos para se divertir, escolhendo deliberadamente uma velhice de privações, com que direito podemos impedi-lo de agir assim? Podemos argumentar com ele, tentar persuadi-lo de que está errado. Mas podemos usar a coerção para impedi-lo de fazer o que deseja fazer? Não existirá a possibilidade de que esteja ele certo e nós errados? A humildade é a virtude que distingue o indivíduo que acredita na liberdade; a arrogância é a que distingue o paternalista.
" Talvez eu fiquei livre de minha própria liberdade, isso e algo ou alguma coisa que me prende ou me solta mas nunca me deixa fugir e está sempre aqui,ali ou em todo o lugar, mesmo se eu fechar meus olhos estará sempre ali e em todos os lugares,eu acho que são meus sentimentos ou meus pensamentos mas não tenho certeza se é ou não , talvez sim"
Sábado a noite muitas mentes intensificam o sentimento liberdade. O céu está estrelado e a lua esta cheia. Eu confesso que queria uma outra companhia mais foi ela que veio, peguei-a pelo braço e saímos por aí . Conversamos de tudo, contei-lhe das lágrimas que escorreram em meu rosto, das visitas exagerada que a tristeza insiste em me fazer. Encontramos sentada em um banco uma velha conhecida que sem perder tempo correu e me abraçou forte. Falei com elas de você, disse-lhes o quanto eu queria que ficasse comigo até o final de minha vida e o quanto tenho te procurado. Já cansado convidei as duas para dormir comigo, ao chegar em meu quarto exclamei ; como eu não acho você FELICIDADE vou dormir tranquilo com a saudade e a solidão . Boa noite
Todos vocês, pensadores de "esquerda" amantes da liberdade no Ocidente! (...) Vocês, progressistas (...) estudantes! Para vocês, este livro inteiro é um desperdício de esforço. Você pode de repente entender tudo isso algum dia – mas apenas quando você ouvir "mãos atrás das costas!" e desembarcar em nosso arquipélago.
A única questão é que "liberdade", não é "libertinagem", ou seja, tudo que nos é garantido tem-se seu lado limite no "até que", e esse "até que" tem a ver com o respeito ao direito dos outros, que jamais poderiam ser discriminados quando da não concordância pelo que pensam.
"A separação começa, quando se há liberdade, para agir segundo suas intenções. Quem age fora disso, está condenado a viver uma vida com uma única opção: Servir a si mesmo e a sua própria vontade, como escravo de si mesmo, sem olhar para o triste fim. A vida vale muito mais do que a simples imundície, e a vaidade das palavras."
A liberdade da nossa existência cansa o ser e nos aprisiona, pois antes de nascer lembro de sofrer, nascemos obrigados a defender instituições, valores, ideias, ideologias, que nos foram impostos desde do contexto da existência como ser, e a liberdade que temos quando nascemos é falsa, vivemos a falsa liberdade no sentido do ser, pois preciso defender todos esse conjunto de valores que nos forçaram acreditar no contexto que nascemos, a nossa liberdade esta fadada a defender e não a existir, e isso cansa o meu ser que almeja somente sentir, existir e ser e não, ter, defender e combater. Cerne desse conceito criou da dualidade binária me cansa com ser, é preto ou branco, direita ou esquerda, isso ou aquilo, enquanto realmente hoje eu posso, ser preto e branco, esquerda e direita, ao mesmo tempo, mas isso realmente não importa para mim defender esse conjunto de valores nos foram impostos sem escolhermos, que defenderemos a até um último suspiro da nossa carne que nós faz humanos, eu quando percebemos que a defesa desse valores, foram todos em vão, que não vivemos da vida, de todos os absurdos, das experiências mais intrínsecas e profundas de nosso ser, que preferirmos defender, do que existir será tarde demais. O nosso ser talvez algumas pessoas perceberam que só defenderam valores e não foram realmente humanos. Não existiriam, apenas defenderam invés de ser.
“Há uma liberdade silenciosa em viver sem a necessidade de aprovação. Quando percebemos que a voz alheia não define o nosso caminho, compreendemos que a verdadeira paz nasce no intervalo entre o que dizem e o que somos. A maturidade está em ouvir sem se abalar, seguir sem se justificar e lembrar que a dignidade nunca depende do aplauso de ninguém.
A caneta me traz angústias, enquanto o editor de texto me traz ansiedade. A caneta me traz liberdade, enquanto o editor de texto me traz oportunidades. E nesse processo criativo, da arte magnifica de congregar palavras num estilo metamorfoseado entre o ler, o refletir e o escrever, a criatividade suscita entre a tinta da caneta e os caracteres do editor.
Quando eu fui privada de liberdade, por uma condição clínica psiquiátrica, eu percebi rapidamente a lógica da instituição: "Salve-se quem puder". E comecei a travessia, não bonita como em uma obra de Guimarães Rosa, mas atravessada pela dor e violência simbólica contínua. Eu percebi que a minha existência incomodava e tentei me fazer invisível o máximo que pude. Percebi que era proibido ter insônia e me mantinha acordada deitada na cama, ainda que meu ser pedisse circulação. Recusar um cigarro? Proibido. A recusa poderia resultar em agressão física. E eu perguntava a Deus, por que eu não podia olhar o céu, porque havia um muro alto com arame farpado e seguranças na porta. E chorei, não como que derruba lágrimas, foi um choro interno, que inundou minha alma. Eu estava sozinha em um lugar onde o terror era naturalizado. O meu silêncio profundo foi patologizado. Ela não melhorou. E eu segui me desviando da violência, sem palavras, sem chão, sem aplausos. Recusei a comida, como quem recusa a vida. E engolia os remédios com pressa, para não ser repreendida. Minha alma chorava e não havia céu no horizonte, apenas pessoas brutalizadas, que confundiam o meu silêncio com apatia. E o meu olhar era quase uma oração: "Senhor Deus que eu creio, livrai-me desse destino". E a oração se seguia de um desespero catatônico. Nesse lugar, de que me serviam os livro que eu li? Ali eu era um número, conveniente o suficiente para me calar. Muito mais eu poderia dizer desse lugar e de mim. Mas deixo o passado e suas sombras. Estou na minha casa em silêncio e grande vitória é a chave da porta. Quem nunca passou por uma internação agressiva, talvez nunca entenda minha palavras, e nunca saibam que a palavra 'Liberdade' é sagrada. E diz tudo aquilo que o sistema cala. Sobrevivi, inteira o suficiente para narrar minhas memórias. E sei com clareza absurda a hierarquia das nessecidades humanas. E o amor romântico não entra nessa equação. É um luxo facilmente descartável. E a saúde e a dignidade são absolutamente inegociáveis. Sigo firme e forte, o que não me mata, aumenta minha Lucidez.
O amor, a liberdade, a generosidade, a amizade, a paz e o respeito não tem dias. São princípios universais de humanidade de todos. Eu ate sou terminantemente contra aos dias marcados, pois no intuito de super valorizar estes princípios, os tornam comerciais e mais acentuados por algum dia. Com isto, amam só no dia do amor. Exercem a liberdade no dia do livre, são generosos nas festas natalícias, amigos no dia do amigo, a paz no dia da paz, o respeito só em algum dia. O que era principio de vida passa a ser principio comercial por um dia. Para mim é a banalização de toda cultura.
A melhor fase é viver após os sessenta anos. Plena liberdade. É tudo que esperei pela vida toda. Acordo ou durmo até a hora que quero. Pego me carro e vou onde quero. Não preciso dar satisfação. Tenho os amigos que quero e ainda conhecço outros novos. Saio dessa cidade e vou a outra, lá durmo, volto no mesmo dia ou dias depois. Ainda trabalho, mas logo estarei aposentada. Porém, produzindo, estudando, vivendo, criando e seguindo com esse tempo precioso. Esse é meu espaço, meu momento, não cabe ninguém para me tirar a paz e o sossego.
O caminho da vida é guiado pelo vento que nos impulsiona rumo à liberdade. Cada passo é uma conquista, cada sonho realizado reafirma a dignidade humana que vive dentro de nós. Nunca esqueça o seu valor; a autoestima nasce da certeza de que somos donos do nosso destino, capazes de transformar desafios em oportunidades. Abrace sua essência, confie em você e siga firme os passos rumo à realização e à paz interior.
