Textos de Humildade

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Ó mestre, eu permito que tu me persigas.
“Jesus, ó meu Mestre, meu Guia, minha dor amada… eu permito que Tu me persigas, se for na direção da Tua luz.”

Há corações que já não pedem consolo, pedem apenas sentido. E nesse instante sagrado, quando o Espírito se ajoelha diante do invisível, nasce a verdadeira prece aquela que não suplica por alívio, mas por permanência na Vontade Divina.

Há dores que não ferem, purificam. Há lágrimas que não denunciam fraqueza, mas lavam o que ainda é humano demais dentro de nós. Quando a alma pronuncia esse “eu permito”, ela não se entrega à fatalidade, mas à consciência daquilo que a move: o Amor que corrige, que chama, que transforma.

Não é a perseguição do castigo, é a perseguição da graça. O Mestre não vem para punir, vem para fazer de cada ferida um altar, de cada queda uma oportunidade de renascer. A perseguição de Jesus é o toque suave da Verdade que não desiste de nós, mesmo quando fugimos do espelho da própria consciência.

Quem assim se entrega já não busca milagres, busca entendimento. Já não deseja o conforto do corpo, mas o repouso da alma em Sua presença. É o instante em que o “eu” se dissolve e resta apenas o silêncio luminoso de quem ama sem pedir, de quem serve sem pesar, de quem sofre sem revolta.

E nessa entrega sem nome, sem forma e sem recompensa, a alma descobre que a dor, quando amada, deixa de ser dor. Torna-se caminho. Torna-se luz.

O monge que queria ver Cristo.
livro: Pontos e Contos
Irmão X.

Conta-nos Longfellow a história de um monge que passou muitos anos, rogando uma visão do Cristo. Certa manhã, quando orava, viu Jesus ao seu lado e caiu de joelhos, em jubilosa adoração.

No mesmo instante o sino do convento derramou-se em significativas badaladas. Era a hora de socorrer os doentes e aflitos, à porta da casa e, naquele momento, o trabalho lhe pertencia. O clérigo relutou, mas, com imenso esforço, levantou-se e foi cumprir as obrigações que Lhe competiam.

Serviu pacientemente ao povo, no grande portão do mosteiro, não obstante amargurado por haver interrompido a indefinível contemplação. Voltando, porém, à cela, após o dever cumprido, oh maravilha! Chorando e rindo de alegria, observou que o Senhor o aguardava no cubículo e, ajoelhando-se, de novo, no êxtase que o possuía, ouviu o Mestre que Lhe disse, bondoso:
“ - Se houvesses permanecido aqui, eu teria fugido.”

Assim, de nossa parte, dentro do ministério que hoje nos cabe, não nos é lícito desertar da luta e sim cooperar, dentro dela, para a vitória do Sumo Bem.

"Juventude e Silêncio da Alma:

O Despertar Espiritual em um Mundo Barulhento"

Há uma tragédia silenciosa que se alastra nas gerações mais jovens e não está nas telas, nas ruas ou nos ruídos que preenchem a existência moderna, mas sim no íntimo de corações que sentem demais, e por isso, sofrem. Em meio a um mundo que valoriza o imediatismo e a aparência, muitos jovens trazem dentro de si um clamor que não encontram palavras para expressar. São almas generosas, sensíveis, vocacionadas à luz, mas que se sentem deslocadas numa sociedade que parece premiar a superficialidade e o egoísmo.

O Espiritismo, como doutrina consoladora e racional, surge justamente como um abrigo para esses corações inquietos. Mas o encontro entre o jovem e o Espiritismo não é simples é, antes, um diálogo de almas: o jovem busca sentido, e o Espiritismo oferece luz; o jovem busca acolhimento, e o Espiritismo propõe responsabilidade; o jovem quer sentir Deus, e o Espiritismo o convida a compreendê-Lo pela razão.

Sob o ponto de vista filosófico, essa busca é o eco natural da alma imortal que, ao reencarnar num século de transição moral, encontra-se diante do velho dilema socrático o “Conhece-te a ti mesmo”. O jovem espírita de hoje é o novo filósofo da alma, pois precisa questionar o mundo sem perder a ternura, e indagar o sofrimento sem cair no desespero. Vive o conflito entre a sede de liberdade e o chamado da consciência, entre o impulso dos sentidos e a exigência do Espírito.

Do ponto de vista psicológico, o jovem moderno é o retrato de uma alma em reajuste. A ansiedade que o consome, a solidão que o acompanha e o vazio que sente não são apenas sintomas sociais são expressões de um Espírito em processo de amadurecimento moral. O mundo grita, mas o Espírito quer silêncio. O mundo exige máscaras, mas o Espírito clama por autenticidade. É nesse hiato entre o externo e o interno que se trava a grande batalha do ser. E o Espiritismo, ao oferecer-lhe a compreensão da vida espiritual, não o anestesia — educa-lhe a dor, dá-lhe sentido à espera, mostra-lhe que “muitas vezes, quando o coração mais se dói de solidão e ingratidão, é que está mais próximo de Deus”.

No aspecto moral, o jovem espírita é convidado a ser semente de renovação e não reflexo do mundo. A Doutrina não pede perfeição, mas coerência. É por isso que aos neófitos, àqueles que ainda tateiam os primeiros conceitos e, por desconhecimento, dizem algo anti-doutrinário, nós compreenderemos; mas aos que se dizem realmente Espíritas, por razão de estarem imersos em seu bojo transformador, nós lamentamos quando perdem o senso moral e o testemunho do Evangelho que professam. Porque o jovem que encontrou o Espiritismo tem o dever de não apenas falar sobre a luz, mas de acendê-la dentro de si.

O que o Espiritismo espera dos jovens? Que sejam sinceros, que estudem, que questionem, que sintam, mas, sobretudo, que vivam. Que transformem a fé em ação, a dúvida em pesquisa, o sofrimento em serviço. E o que os jovens esperam do Espiritismo? Que ele os acolha sem julgamentos, que não lhes imponha dogmas, que dialogue com sua dor e sua linguagem que lhes mostre que ser sensível não é fraqueza, mas uma das formas mais puras de força.

Ambos se completam: o Espiritismo precisa do coração ardente da juventude; e a juventude precisa da sabedoria serena do Espiritismo. Um é o ideal que ilumina, o outro é a chama que impulsiona.

Assim, a tragédia silenciosa da alma que sente demais pode tornar-se o prelúdio de uma nova era moral. O jovem que hoje chora em silêncio poderá ser o consolador de amanhã. Pois o Evangelho, quando verdadeiramente vivido, não pede aplausos pede entrega.

E quem, em meio ao barulho do mundo, consegue escutar a própria consciência, esse já começou a ouvir a voz de Deus.

“A Liturgia da Dor:
Quando Amar é Sofrer em Vida pelo Ser Amado”
Texto filosófico e psicológico.
Amar é sofrer em vida não por fraqueza, mas por excesso de humanidade. O amor, quando autêntico, carrega em si o germe do sofrimento, porque nasce do desejo de eternizar o que é efêmero, de reter o que inevitavelmente escapa. Amar é querer aprisionar o tempo no instante em que o olhar do outro nos faz existir; é suplicar à eternidade que não nos apague da memória de quem amamos.

Há uma liturgia secreta na dor amorosa. Ela purifica, depura, torna o ser mais lúcido e, paradoxalmente, mais enfermo. O amante vive uma crucificação sem sangue: carrega o peso invisível de um afeto que o mundo não compreende. Vive entre o êxtase e o abismo, entre o beijo e a renúncia. Freud chamaria isso de ambivalência afetiva: a coexistência de prazer e dor em um mesmo movimento da alma. Mas há algo mais profundo algo que a psicologia talvez não alcance, pois o amor, em sua forma mais elevada, é sempre um sacrifício voluntário.

Quem ama verdadeiramente, sofre antes mesmo da perda. Sofre por pressentir a fragilidade do instante, por saber que a ventura é breve, que o corpo é pó e que toda promessa humana é feita sobre ruínas. Esse sofrimento não é patológico, mas metafísico: é o reconhecimento de que a alma, ao amar, toca o eterno e, ao voltar à realidade, sente a mutilação de quem regressa do infinito.

Nietzsche, em seu niilismo luminoso, diria que o amor é a mais bela forma de tragédia, pois ele exige entrega total, sabendo-se fadado ao fim. Amar é afirmar a vida apesar do sofrimento, é dizer “sim” à existência, mesmo sabendo que o objeto amado um dia há de desaparecer. É um heroísmo silencioso, uma luta contra o absurdo.

Mas há também o lado sombrio o amor que se torna cárcere, o sentimento que se alimenta do próprio tormento. A psicologia o chamaria de complexo de mártir, mas o filósofo o vê como a tentativa desesperada de alcançar o absoluto num mundo que só oferece fragmentos. O sofrimento, então, torna-se o altar onde o amante consagra sua fé.

“Amar é sofrer em vida pelo ser amado” eis a verdade dos que ousaram sentir profundamente. É morrer um pouco a cada ausência, é carregar dentro de si a presença que já não se tem. O amor, quando verdadeiro, não busca recompensa: ele é em si o próprio sacrifício.

E talvez seja esse o segredo trágico e belo da existência: somente quem amou até sangrar conhece o sentido oculto de viver. Pois o amor é o único sofrimento que salva, a única dor que eleva. Quem nunca sofreu por amor, nunca amou apenas existiu.
Epílogo:
“Há dores que são preces disfarçadas. E o amor é a mais silenciosa de todas elas.”

DO SUBCONSCIENTE À LEI.
Catarina Labouré / Irmã Zoé .
Atingindo o ponto de liberdade que faz do homem autor de si mesmo em suas experiências costumeiras e múltiplas ;a autoridade que lhe advém das escolhas que lhe percrustam o subconsciente, emergem em emoções vividas e imantadas mediante o tempo que é de teor significativo prior,produzem invariavelmente sem o preparo ideal nas pautas do evangelho que alforria o homem de suas dependências primitivas em todas as áreas em que lhe concernem dores atrozes,segue o espírito por força maior do bem estar que ele procura para seguir em paz e adiante;chega então o sondar dos mistérios que o seu "eu pessoal" teima em esquecer das arbitrariedades praticadas contra a própria vida íntima ou alheia que lhe segregam envolvidas no mesmo universo psicológico que roga lograr êxito para uma sublimação que trespassa os interesses pessoais.
Cada ação,cada ato lhe tornando o receptáculo intransferível baseado nas leis naturais que sustentam todas as existências primárias ou milenares que pairam sobre as mesmas livres escolhas; chegam para diluírem-se na égide que cada um trás acima dos próprios atos,mesmo que desconhecendo-lhes o nascedouro não olvidam que lhe fazem aparentemente e de imediato humano o incompreensível mal que também se lhe transforma num educandário tanto no corpo como n'alma.Cabe ao homem que busca algo mais além das aparências turvas observar para compreender essa lei de causa e efeito, é a mesma que lhe chega com as mesmas forças dos atos pretéritos lhe elevando em direção a sentidos mais avançados e objetivos luminosos, abrindo-lhe portas e janelas dantes desconhecidas,mas agora um tanto mais interiorizados que olhamos e que nos olham em somas efetivas para despontar e redirecionar todos os que buscam a paz e o equilíbrio que almejamos,vivendo hoje esses sentidos, para que nessa transmutação amparada sob à lei inalienável da justiça divina aumentem em cada um de nós o merecimento de viver em mundos melhores e superiores na ação da paz conquistando ante as lei das reencarnações a lívida consciência dos deveres por hora bem realizados para com Deus na pessoa daqueles que conosco jornadeiam na mesma senda e seara.
Muita paz.

JOÃO 19.26 A 27
A SUBLIME TRANSFERÊNCIA DE AMOR E RESPONSABILIDADE.
O trecho de João 19.26 a 27, pertencente ao quarto Evangelho, insere-se no conjunto tradicionalmente denominado as Sete Palavras de Cristo na cruz. Nele lemos.
"Vendo, pois, Jesus sua mãe, e que o discípulo a quem ele amava estava presente, disse a sua mãe. Mulher, eis aí o teu filho. Depois disse ao discípulo. Eis aí tua mãe. E desde aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa."
A cena ocorre no Calvário, momento culminante da Paixão. Segundo o Evangelho de Evangelho segundo João, estavam junto à cruz Maria, mãe de Jesus, algumas mulheres e o discípulo amado, tradicionalmente identificado como João. A declaração não é meramente afetiva. É um ato jurídico, moral e espiritual.
No contexto judaico do século I, a responsabilidade filial pelo cuidado da mãe viúva recaía sobre o filho primogênito. Ao confiar Maria a João, Jesus cumpre a Lei e reafirma o quarto mandamento. Honrar pai e mãe não é apenas reverenciar. É prover, proteger, sustentar. Mesmo sob extrema agonia física, Ele preserva a ordem moral.
A expressão Mulher não denota frieza. É forma solene e respeitosa, semelhante à empregada nas bodas de Caná. Ao dizer Eis aí o teu filho, Cristo inaugura uma nova família fundada não no sangue, mas na fidelidade espiritual. E ao declarar Eis aí tua mãe, estabelece uma comunhão que ultrapassa a biologia.
Sob perspectiva histórica, o gesto garante amparo concreto a Maria. Sob perspectiva teológica, simboliza a formação da comunidade cristã como família espiritual. A cruz, instrumento de suplício romano, converte-se em altar de fundação comunitária.
Na tradição cristã antiga, essa passagem foi compreendida como sinal da maternidade espiritual de Maria em relação aos discípulos. Já na leitura ética clássica, destaca-se o exemplo supremo de responsabilidade mesmo em sofrimento extremo. A cruz não anula o dever. Antes o consagra.
Do ponto de vista psicológico, a cena revela lucidez e domínio interior. O condenado não se encerra na própria dor. Ele volta-se ao outro. O amor, aqui, não é emoção efêmera. É decisão consciente que organiza vínculos e assegura continuidade.
No horizonte moral, o texto ensina que a verdadeira grandeza não está no poder, mas na capacidade de cuidar. A autoridade espiritual manifesta-se no zelo silencioso.
Assim, João 19.26 a 27 não é apenas despedida. É instituição. É testamento afetivo. É pedagogia do amor responsável.
E desde aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa. Esta frase encerra uma verdade perene. O amor autêntico não se limita a palavras pronunciadas no auge da dor. Ele traduz-se em atos concretos, cotidianos, silenciosos.
Na cruz, o sofrimento não gerou desordem. Gerou família. E toda família que nasce do dever vivido com amor transforma a história.

A conquista e o sucesso são consequências das nossas lutas e das nossas buscas incessantes; independente de qualquer situação: seja ela financeira ou não. O sucesso é alcançado pela persistência, pela luta, pela dignidade e principalmente pela humildade. Somos aquilo que escolhemos ser. Precisamos muitas vezes perder para ganhar.
Quando alcançamos um objetivo é sinal de que os reflexos de nossas ações foram aceitos pelo universo. Recebemos aquilo que emitimos. Para ter é preciso primeiro SER.
O Universo dá para quem estiver preparado para receber. Somos parte dele, portanto, ou o entendemos, ou ficaremos à mercê de pequenas atitudes.

Sinceramente não consigo entender certos derrotados políticos...
Fogem da verdade, não reconhecem a derrota e o pior, continuam orgulhosos...
Um dia talvez, descobrirão que a maior virtude do ser humano se chama humildade, ela é o único caminho para a perfeição do caráter e a elevação espiritual.

Inserida por CassioMagalhaes

Aprendi que:
A Distância nos ensinam a valorizar cada centímetro juntos de quem amamos
A perda nos tornam mais cuidadosos
A dor nos ensinam a sermos mais fortes
As dificuldades nos mostram soluções
A humildade nos levam a qualquer lugar
A vida é uma eterna escola que nos ensinam tudo, todos os dias.

Inserida por atec_running

A aventura mais incrível que possa existir é mergulhar dentro de si mesmo e desatar as algemas do egocentrismo.
Pois o amor é a virtude mais bela e positiva do universo. Todos aqueles que conseguiram se desprender da altivez e do orgulho predatório, foram capazes de fluir no maior rio de todos.
O carinho e cuidado são livres!
A alegria é voluntária e espontânea!
Ser verdadeiro é simplesmente ser natural!
A simplicidade é singela e cômoda, sua visita ocasiona e produz o ambiente chamado: Humildade.

Inserida por lucas_rodrigues_3

Que a cada dia possamos reconhecer nossos erros
cometidos, buscando através disso a maturidade para
bem executarmos a vida. Quando nos fazemos pequenos,
estamos não nos rebaixando, mas admitindo sermos iguais a todos os outros,
quando se referindo a não pensar em ser
maior ou melhor.
Viemos todos do pó, e ao pó voltaremos.

Inserida por Eriedinadahora

Somos todos felizes!!!! Quando construímos a idéia de um Estado de Alma em nós livre de tensão. Livre de desprazer. Livre de sofrimento. Isso não é um delírio. É possível. Livre dos acontecimentos externos. A nossa vida vale a pena mesmo numa sociedade depressiva. Isso é o que importa. Somos amor, somos a Mãe Terra, somos por todos os irmãos. Somos a compaixão e o entendimento da dualidade. Somos perdão. Somos corresponsáveis uns pelos outros. Somos Luz. Meditemos.

"Vamos, juntos, co-criar essa realidade.
Comente: "Já deu certo" porque essa verdade já existe!"

Inserida por Todeschi

Amor puro é dos animais...
Meu gato, por exemplo, sempre que chego, ele me espera alegre...
Ele não se importa se eu estou com ou sem dinheiro...
Se meu carro é novo ou não, se a minha roupa é de grife ou não...
Quando eu estou quieto, ele simplesmente deita-se a meu lado...
Eles não nos abandonam por impulsos, não nos trocam por outro que tenha mais bens.
Animais te enxergam com um olhar puro e com a luz que receberam de Deus...
Eles não te acham velho para ficarem do nosso lado, também não se importam se somos ou não diplomados...
Não porque eles não tem consciência das coisas, mas porque foram feitos para permanecerem e viverem na simplicidade do amor do Pai...

Inserida por valdirventuri

"Ninguém é melhor que ninguém.
Não há um coração melhor que outro.
Assim como não há uma mente melhor que outra.
Pode haver é sim um coração coberto com mais lama que outro.
Assim como pode haver uma mente com pensamentos menos saudáveis que outra.
Isto esconde o que somos verdadeiramente.
Portanto, o coração está lá mas é preciso cuidar dele. E a mente, deve ser regada."

Búzio do Coração (dezembro, 2014)

Inserida por joelreis

CONSCIÊNCIA

Os problemas que passo
As profecias que penso
São parte do que nem se quer sofri

Exitei tantas vezes
Em fazer diferente,
Tudo o que é reprimido
Quando supernova
Demais demonstra
Faz machucar

Minha consciência, minha memória
Conhece o bom de amar, mas teima
Continua a errar e a exitar
Eis o medo de pedir perdão

Ajoelhar-se é ato tão nobre
Que para mim deixou sua nobreza
Tornou-se cena de novela clichê
O que me resta é não fazer.

Se vi passar o tempo,
Vi que passa devagar quando só
Sem amor tudo é pior
E os joelhos exigem os chãos
E a alma clama por misericórdia

Medíocre a consciência que fez reis
e escravos dos sentimentos.
Aqueles que calculam
Esquecem que da humildade
Surge a divindade além das fronteiras da razão.

Inserida por cassianodc

A simplicidade dos maiores e mais importantes sábios, nos liga quase que automaticamente à reflexão. É como um abraço na alma e um breve incentivo para ir de encontro à melhor parte que podemos ser enquanto viajantes e seres de luz.
A humildade enobrece aquilo que somos quando olhos não veem e que a sensibilidade aflora.

O que somos por dentro nos torna reais.

#luz_da_positividade #camilaharumi

Inserida por CAMILAHARUMI

Pessoas entram em saem das nossas vidas a todo momento, por ser um fluxo intenso, acabamos não filtrando esses contatos, muitas vezes damos preferência a pessoas de má fé, e deixamos ir embora uma pessoa de bom coração.
Nossa mente infelizmente não tem o poder de detectar e diferenciar pessoas em um primeiro encontro, às vezes até ficamos desconfiados e falamos “acho que nosso santo não bateu”, mas isso é relativo de pessoa a pessoa. Muitas vezes ao invés de conhecer a pessoa, nos encantamos pela sua “atuação”, sim, atuação, pessoas amam demonstram o que não são, para se beneficiar e se aproveitar do próximo, triste, mas é uma realidade constante.
Felizmente ninguém é perfeito. Porque felizmente? Pois as pessoas só nos dão valor pelos nossos erros. Como assim? Simples, quando assumimos que erramos e buscamos corrigir e não cometer mais esse erro, demonstramos uma palavra quase instinta “Humildade”, e em muitos casos quando erramos, surgem em nossas vidas, pessoas que vem para nos ajudar, e a essas pessoas demonstramos outro sentimento, também muito pouco praticado, chamado “Gratidão”.
Não podemos julgar ninguém pela aparência, muito menos pelo jeito, estilo, pois infelizmente ninguém sabe quem realmente vai estar ao seu lado no momento em que precisar.
Ninguém surge na vida de alguém por acaso, na vida tudo tem um propósito!

Inserida por lucascichowicz

Todos os dias ao acordar, não se esqueça de colocar no bolso coração esses oito sentimentos:
Força para ter coragem para lutar;
Fé para renovar as esperanças;
Perseverança para não desistir se tropeçar;
Amor para te impulsionar, te iluminar;
Humildade para reconhecer todos os seus erros;
Resignação para aceitar sem reclamar;
Sabedoria para não esperar cair do céu o que só você pode ir buscar;
E gratidão pelo que você foi, pelo o que é e, o que será.

Inserida por ednafrigato

Matheus 24:10 está se cumprindo...
A fome e a miséria assolam a África. No Brasil, não é diferente... somos geridos por gananciosos que tiram do povo o sonho de uma vida digna, diante de tantas catástrofes, sociais e naturais. Não adianta falar em tolerância entre religiões e políticas públicas. Enquanto um dos lados comemora o incêndio de Notre Dame, outros matam, muitas vezes de fome ou decapitando milhares de cristãos todo ano em nome da fé e da ganância.
O multiculturalismo é a vaselina para os submissos! Nada mais...

Oremos. Somos um misto de bem e mal na Terra.

Inserida por antoniodesouzasantos

Amigos bom dia!!

Parece que perdemos a capacidade de raciocinar, de entender o contexto e complexidade de tudo os que nos cerca. A política e a religião tem deixado as pessoas irracionais!!!🤔
Ninguém discute com seriedade o que está levando a nossa sociedade a viver na idade das trevas... estamos impregnados pela cultura do medo e da violência social...😔....Precisamos estar atentos, aos tipos de pessoas que convivem ao nosso lado, tendo a consciência de que aqueles que gostam de fofocar exageradamente irão nos colocar, uma hora ou outra, como personagem de alguma história maldosa, uma vez que é isso o que os fofoqueiros fazem e têm para dar, é disso que eles vivem e se alimentam.
As criaturas que habitam esta terra em que vivemos, sejam elas seres humanos ou animais, estão aqui para contribuir, cada uma com sua maneira peculiar, para a beleza e a prosperidade do mundo independente de sua energia... positivamente ou negativamente...
Deixe ir as pessoas que somente chegam para compartilhar queixas, problemas, histórias desastrosas, medo e julgamentos dos demais.
Elas são verdadeiras "vampiras" e irão sugar toda a energia que estiver ao seu redor, até deixá-lo fraco e sem forças.
Se alguém busca uma lixeira para deixar seu lixo, não deixe que seja a sua mente ok!!!🤔


Que tenhamos um dia de muito sucesso! Tenham FÉ🤗

Inserida por antoniodesouzasantos