Textos de Humildade

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⁠⁠As três chaves de ouro

Chaves costumam abrir abrir somente uma porta, porém há algumas chaves que podem abrir centenas de portas. Essas chaves têm os nomes de: "SABEDORIA", "HUMILDADE" e "PERSISTÊNCIA".

A sabedoria não é saber tudo, pelo contrário... É saber que quanto mais se sabe, mais ainda temos a aprender. É saber que o conhecimento é como a água, pois flui por ambos os lados e passa por onde existe um caminho. É reconhecer que podemos ser "mestres" em algo, mesmo assim um "iniciante" acabar nos ensinando algo. É ter a mente experta, o olhar tranquilo, mas com a visão aguçada, assim podemos deixar a soberba da posição ou status que ocupamos não nos atrapalharem na hora que precisemos identificar um novo aprendizado. Em resumo, sabedoria não é ter informação, mas saber captar, utilizar e repassar informações de maneira eficiente. Você pode saber pouco sobre algo, mas fazer incríveis coisas com o pouco que sabe.

Humildade não é somente sobre condições socioeconômicas, mas justamente sobre a nobreza do espírito de um ser. Podemos ser e agir de determinada maneira, termos mossos paradigmas ou veredictos, porém devemos também sermos capazes de ver e entender que os outros também os têm, e que essas filosofias de vida podem ser diferentes do que temos como certo ou errado. Ter essa humildade nos torna maleáveis, adaptáveis e "evoluíveis".

A persistência ou perseverança, por sua vez, são totalmente diferentes do que podemos chamar de "insistência". Pois enquanto o insistente não desiste em aplicar a mesma fórmula e mesmas forças nas buscas de um determinado resultado, o persistente tenta de uma forma, analisa seus resultados, estuda mais a respeito, observa quem tem resultados melhores, se ajusta em suas fórmulas e adequa suas forças para tentar novamente. O que eles realmente têm em comum é apenas a vontade de alcançar o resultado, mas suas condutas são totalmente diferentes. O insistente é rígido, pouco maleável e muitas vezes arrogante, mas o persistente é calmo, preciso, maleável e muitas vezes humilde e ensinável.

Essas são as três chaves de ouro para abrirmos infinitas portas em nossos mundos. Não somos perfeitos e nunca seremos, mas seremos sempre nossas melhores versões se escolhermos ter o aperfeiçoamento pessoal como filosofia de vida.

⁠a arrogância pousa onde lhe convém: às vezes ela é rica, às vezes pobre, às vezes é definitiva e às vezes ela só passa férias com as melhores pessoas; o certo é que qualquer pessoa desatenta pode hospedá-la, inclusive com roupas de "bom samaritano", que fazem bons estragos...

⁠Ei...
Comece o dia olhando-se no espelho e percebendo que você é a pessoa mais importante da sua vida...
Olhe no espelho e comece a amar... a sua cor, o seu cabelo, os seus olhos, a sua boca, seu nariz, as suas orelhas, as suas curvas, suas estrias, suas celulites, seus sinais, o sua estatura, a sua largura, a sua voz, o seu sorriso, o seu nome...
Apenas comece...
E termine se amando por inteiro(a) e descobrindo que a única aprovação que você precisa pra ser feliz...
É A SUA!
AME-SE!

⁠O ser humano sempre tem a escolha de fazer o bem ou o mal aos seus semelhantes. Aquele que escolhe por fazer o mal faz ciente e por esse motivo para mim deixa de ser humano.
Somos os únicos animais que conseguem ter essa distinção do certo e errado, se assim optamos pelo errado, somos parte do mal que só existe porque o homem o alimenta.
Ah, quão bom seria se fôssemos mais generosos e menos egoístas. Mais humildes e menos arrogantes. Mais amáveis e menos odiosos. Mais compreensíveis e menos intolerantes. Ah, como evitaríamos tanto derramar de sangue, tanta dor que o próprio homem trás para si. Por que no fim o que vai contar será qual foi a diferença que fizemos. Por que tudo passa, só o tempo permanece, esse sim é imutável.

⁠⁠↠ Pão Nosso ↞

Pão nosso de cada dia
Pão nosso que é tradição,
Pão nosso que sai da padaria
Pão nosso que sai do nosso fogão.
Pão nosso de variedades…
Pão nosso de muitos sabores,
Pão nosso que supre paladares
Pão nosso que mata a fome.
Pão nosso abençoado
Pão nosso: milagroso da multiplicação,
Pão nosso do Corpo de Deus Amado!
Pão nosso da Fé e da Religião.
Pão e vinho da Ceia do Senhor
Que deu Graças para ser nosso Salvador,
Símbolo da paz, humildade e atende o clamor
Do alimento sagrado transformado em amor.

⁠Senhor Jesus, Deus todo poderoso
Que morreu na cruz para me salvar.
Dai-me a tua graça Senhor Jesus, para que eu seja espelho e reflita sua bondade e sua misericórdia.
Tira de mim, todo o mal, todos pensamentos ruins, toda falta de perdão e tudo aquilo que me afasta de ti.
Amado Jesus venha curar meu coração de todas a feridas dos pecados que cometi.
Preencha o meu coração com o seu amor, para que eu possa emanar esse amor para todos ao meu redor.
Daí-me a tua graça santificante, para que, unido a ti, eu possa ser Santo ao menos por hoje.
Amém!!!

⁠As vezes me pego imaginando
Abraçando uma garota sem rosto
Ela é perfeita, tudo que sempre quiz
Atenciosa, humilde, carinhosa
Me vejo casada e com filhos com ela.
Infelizmente não sei seu nome, nem endereço
Talvez seja porque ela não exista
E eu estou em busca dessa tal garota
Na qual eu nunca vou achar

⁠A vida é como um chão molhado. É preciso ter postura ao andar, porque desta maneira você se impõe para alcançar os objetivos deseja.

Mas, ressaltando que é importante que faça isso sobre constante vigilância. Do contrário, o ego e a vaidade poderá te proporcionar doloroso tombos.

Porém, se mesmo sendo cauteloso cairdes, entenda que não é apenas de vitórias se vive o ser humano.

Durante todo o processo evolutivo também virão as quedas e precisamos sempre ter humildade para estar disposto cair e levantar quantas vezes necessário for.

⁠“A maior das pessoas não gostam de mim!”

O Alecrim dourado. Então, experimentar estar em lugares onde as pessoas não cuidam de suas energias. Tenho certeza que isso doerá muito mais do quê o seu ego ferido. E se não gostam de você, reveja o seu comportamento para com os outros. Na maioria das vezes, o erro não estar no outro e sim você.

Os sete degraus para a conquista de um grande sonho

O amor é o primeiro degrau para a conquista de um grande sonho, uma vez que ele mobiliza e direciona a força de vontade.
O segundo degrau chama-se paciência, pois há os meios e o tempo certo para todo propósito, assim, tudo precisa ser vivenciado em seu próprio momento.
O terceiro é a humildade, porque nos permite reconhecer quão dependentes somos de Deus e nos faz entender que não temos poder sobre as circunstâncias.
O quarto é a perseverança, que deve nos acompanhar até o alvo ser atingido de modo a nos fortalecer e incentivar a valorizar cada passo.
O quinto é o equilíbrio, que surge nos momentos mais desafiantes para nos ensinar a ter foco no processo e no resultado que queremos.
O sexto é a empatia, que nos permite compreender o outro e entender que, qualquer que seja o nosso sonho, ele terá impacto na vida das pessoas que nos cercam.
O último chama-se paz interior, pois somente por meio dessa paz é que o sonho valerá a pena, somente por meio dela haverá uma consciência tranquila e um coração feliz e satisfeito. Esses são os sete degraus para a conquista de um grande sonho. Nessa escada, não podemos pular degraus nem subir correndo: cada passo precisa ser dado de cada vez, para evitar que nos machuquemos ou que causemos danos a alguém. Desejo a todos(as) bons sonhos e excelentes realizações!

Eu gostaria de pedir “Perdão” a todo o momento, mesmo sem errar com ninguém e com nada. Eu gostaria de pedir “Perdão” por você, por todos, sim pela nação de forma demasiada. Eu gostaria de pedir “Perdão” até pelos erros que foram cometidos perto de mim. Eu gostaria de pedir “Perdão” pelo erro de um amigo, pelo ódio de um irmão.
Eu gostaria de pedir “Perdão” pelas flores que não nasceram simplesmente pelas sementes que não foram entregues a terra. Eu gostaria de pedir “Perdão” quando eu e quando qualquer outro erra. Eu gostaria de pedir “Perdão”.
Eu gostaria de errar só um pouquinho, mas simplesmente pela noção de poder pedir “Perdão”.
Perdoe-me.

A conquista e o sucesso são consequências das nossas lutas e das nossas buscas incessantes; independente de qualquer situação: seja ela financeira ou não. O sucesso é alcançado pela persistência, pela luta, pela dignidade e principalmente pela humildade. Somos aquilo que escolhemos ser. Precisamos muitas vezes perder para ganhar.
Quando alcançamos um objetivo é sinal de que os reflexos de nossas ações foram aceitos pelo universo. Recebemos aquilo que emitimos. Para ter é preciso primeiro SER.
O Universo dá para quem estiver preparado para receber. Somos parte dele, portanto, ou o entendemos, ou ficaremos à mercê de pequenas atitudes.

DO SUBCONSCIENTE À LEI.
Catarina Labouré / Irmã Zoé .
Atingindo o ponto de liberdade que faz do homem autor de si mesmo em suas experiências costumeiras e múltiplas ;a autoridade que lhe advém das escolhas que lhe percrustam o subconsciente, emergem em emoções vividas e imantadas mediante o tempo que é de teor significativo prior,produzem invariavelmente sem o preparo ideal nas pautas do evangelho que alforria o homem de suas dependências primitivas em todas as áreas em que lhe concernem dores atrozes,segue o espírito por força maior do bem estar que ele procura para seguir em paz e adiante;chega então o sondar dos mistérios que o seu "eu pessoal" teima em esquecer das arbitrariedades praticadas contra a própria vida íntima ou alheia que lhe segregam envolvidas no mesmo universo psicológico que roga lograr êxito para uma sublimação que trespassa os interesses pessoais.
Cada ação,cada ato lhe tornando o receptáculo intransferível baseado nas leis naturais que sustentam todas as existências primárias ou milenares que pairam sobre as mesmas livres escolhas; chegam para diluírem-se na égide que cada um trás acima dos próprios atos,mesmo que desconhecendo-lhes o nascedouro não olvidam que lhe fazem aparentemente e de imediato humano o incompreensível mal que também se lhe transforma num educandário tanto no corpo como n'alma.Cabe ao homem que busca algo mais além das aparências turvas observar para compreender essa lei de causa e efeito, é a mesma que lhe chega com as mesmas forças dos atos pretéritos lhe elevando em direção a sentidos mais avançados e objetivos luminosos, abrindo-lhe portas e janelas dantes desconhecidas,mas agora um tanto mais interiorizados que olhamos e que nos olham em somas efetivas para despontar e redirecionar todos os que buscam a paz e o equilíbrio que almejamos,vivendo hoje esses sentidos, para que nessa transmutação amparada sob à lei inalienável da justiça divina aumentem em cada um de nós o merecimento de viver em mundos melhores e superiores na ação da paz conquistando ante as lei das reencarnações a lívida consciência dos deveres por hora bem realizados para com Deus na pessoa daqueles que conosco jornadeiam na mesma senda e seara.
Muita paz.

O ÓDIO SOB A ÓTICA ESPÍRITA E SEUS EFEITOS PSICOLÓGICOS.
O ódio, à luz da doutrina, não é apenas um sentimento moralmente reprovável. É um estado vibratório de profunda desarmonia que compromete o equilíbrio do Espírito e repercute diretamente sobre o corpo físico por intermédio do perispírito.
Em "O Livro dos Espíritos", questão 886, lê-se que o verdadeiro sentido da caridade é benevolência para com todos, indulgência para as imperfeições alheias e perdão das ofensas. O ódio, portanto, é a negação prática dessa tríade moral. Ele fixa a consciência no passado, cristaliza a dor e impede o avanço espiritual. Não se trata apenas de falha ética, mas de estagnação evolutiva.
Dimensão Espiritual do Ódio
Segundo a perspectiva espírita, o Espírito é um ser em progresso contínuo. Emoções densas como o ódio produzem condensações fluídicas no perispírito, que é o envoltório semimaterial da alma. Esse envoltório, ao sofrer perturbações prolongadas, transmite ao corpo físico estados de tensão persistente.
A literatura doutrinária, inclusive nas reflexões de Léon Denis, esclarece que pensamentos reiterados estruturam formas mentais que se agregam ao campo vibratório do indivíduo. O ódio reiterado torna-se um circuito fechado. A criatura passa a nutrir-se da própria amargura. Forma-se um processo de auto obsessão, no qual o ofensor já não é necessário para que o sofrimento continue.
Efeitos Psicológicos
Sob o prisma psicológico, o ódio prolongado gera:
Ruminação mental persistente. A mente retorna compulsivamente ao fato que gerou a ofensa.
Alterações fisiológicas crônicas, como elevação constante de adrenalina e cortisol.
Rigidez cognitiva. A pessoa perde a capacidade de interpretar os fatos com elasticidade.
Identificação com a dor. O sujeito passa a definir-se pela ofensa recebida.
A psicologia contemporânea demonstra que emoções hostis mantidas por longo período estão associadas a transtornos de ansiedade, quadros depressivos e distúrbios psicossomáticos. O Espiritismo acrescenta que tais estados podem abrir campo para processos obsessivos, conforme analisado em "O Livro dos Médiuns", quando há sintonia vibratória com Espíritos igualmente perturbados.
Lei de Causa e Efeito
O ódio também se insere na dinâmica da lei de causa e efeito. Não como punição externa, mas como consequência natural. Ao odiar, o Espírito compromete sua própria paz. A desarmonia interior torna-se campo fértil para experiências regeneradoras futuras, inclusive por meio de reencontros reencarnatórios com aqueles a quem se ligou pelo ressentimento.
A reencarnação, portanto, surge como pedagogia divina. O desafeto de hoje pode converter-se no filho de amanhã. O adversário pode retornar como irmão consanguíneo. A providência espiritual não visa castigar, mas educar.
Superação
A superação do ódio não é repressão emocional. É transmutação. O perdão, segundo a ótica espírita, é libertação íntima. Não significa concordância com o erro alheio, mas recusa em manter-se prisioneiro dele.
A prática da oração, da vigilância mental e da reforma íntima modifica a frequência vibratória do Espírito. A disciplina do pensamento reorganiza o perispírito. O hábito do bem dilui gradualmente as cristalizações emocionais.
O ódio corrói, paralisa e obscurece. O perdão reorganiza, fortalece e ilumina. Entre permanecer na sombra da ofensa ou avançar na direção da consciência pacificada, o Espírito é sempre chamado a escolher.

Boa noite.
Pensando em você,
Resolvi te escrever,
Só pra dizer,
O quanto gosto de vc.

Talvez você saiba.
De minha felicidade,
Ao te encontrar,
No meio da cidade.
Só pra te contar.

Que você é especial.
E quem te conhece,
Realmente nunca esquece.
É muito alto astral.
Alguém muito legal.
E só quem merece.

Tem o privilégio de sua companhia.
Algo relevante.
Parece magia,
De tão contagiante.
Vc nos contagia.
Ficamos empolgantes.

De Ser seu amigo,
E nem sei se consigo.
Te agradecer.
Por ser assim comigo.
Mas ao amanhecer.

Vc vai ler esse verso.
Por isso te peço.
Se lembre de mim.
Agora, sabe sempre penso em você.


Grande presente de vida.

Ei você,
Que se lembra mim,
Só quero te dizer,
Não deixe para o fim,

Nem entre em contrariedade,
Muito menos se canse,
Ao passar pelas idades,
Até que alcance,

Luz, Paz e amor,
Na eternidade,
Pois até a flor,
Sabe que a verdade,

Que você plantou,
Merece caridade,
Pois quando jurou,
Espalhou por toda parte,

Um sopro do MEU viver,
Em ti contido,
Espero que você,
Não tenha esquecido,

Que antes de nascer,
Se fez comprometido,
Em saber viver,
Como eterno amigo,

Te ouvi relampejar,
Dizendo dou conta,
Como água que vai pro mar,
Não me desaponta.

SOU sua maior torcida,
Reflita nisso sempre,
Pois em toda sua vida,
Espero que se lembre,

De se ajoelhar,
Conversar com o infinito,
Assim vou estar lá,
Quando estiver aflito.

Para te proteger,
E te renovar,
Vai me reconhecer,
Como o vento a soprar,

Acho que não aguento,
Então vou te falar,
Que EU nem esquento,
Com alguém a fofocar,

Falar mau de você,
Pois na sua luta,
Só pra você saber,
Só resistiu por que crê.

Em uma força invisível,
Era em MIM que acreditava,
Por isso te acho incrível,
Enquanto vislumbrava,

E se encontrava perdido,
Sozinho a pensar,
Achei que já tinha entendido,
Que não precisa provar,

A ninguém nada,
Pois acredite em MIM,
Uma alma ajoelhada,
Aguenta até o fim.

Dessa jornada.

------------VIVA----------------------------Pare--
------------MAIS---------------------------Olhe---
--------AME-----------------------------Reflita---
--------MAIS-------------------------Entenda---
----------------------------------------Aproveite---
---------------------------------A grande vida---
----------------------------Que está contida--
------------------No do interior da gente---
----------Uma Grande luz do universo--
-----Nos permite olhar para a frente--
---Por isso compreenda esse verso--
Agora posso e contesto esse gesto-
-------De simplesmente saber amar---
-----------Como o sol poente enfeitar---
--------------As lindas belezas do luar---
-----------------Também pode explicar----
--------------------Até nas tempestades---
-----------------------A fonte de caridade---
-------------------------A grande bondade---
--------------------------------Da eternidade---
-----------PAZ-------------------De respirar----
-----========-----------------Sentir o ar---
---------SINTA----------------------Acalmar---
-------------A--------------------------Realizar---
--------CALMA-------------------------Amar----
-----PLENITUDE----------------------Falar----
--SOLIDARIEDADE-------------------Mar---
---------------------------------------------------Ar---

A SOBERANIA INTERIOR COMO ARQUITETURA DA VERDADEIRA LIBERDADE.

A máxima atribuída a Sêneca, " quem se domina é livre ", sintetiza um dos fundamentos mais elevados da filosofia antiga. No horizonte estóico, a liberdade não se confunde com a ausência de obstáculos, nem com o poder de moldar o mundo ao bel prazer humano. Ela nasce de um labor silencioso e contínuo sobre a própria consciência, uma educação rigorosa dos afetos, pulsões e juízos que, se deixados à deriva, convertem o indivíduo em prisioneiro de si mesmo.

O domínio de si, na perspectiva clássica, não é simples contenção, mas arte de reger as forças íntimas com disciplina e lucidez. Tal disciplina exige uma maturação moral que transcende a superficialidade das reações imediatas. O homem que se conhece e se administra já não se submete às oscilações do mundo, pois compreende que as vicissitudes externas pertencem ao campo das fatalidades necessárias, enquanto suas escolhas morais constituem o espaço legítimo de sua autonomia.

A tradição antiga sempre sustentou que a verdadeira serenidade emerge quando a alma, purificada de ilusões, aprende a distinguir o que lhe pertence do que escapa ao seu alcance. A partir dessa distinção, o ser humano se eleva a uma dignidade que o protege do tumulto e das intempéries emocionais. É nesse amadurecimento que a liberdade interior se torna não apenas possível, mas soberana, revelando que nenhum poder externo suplanta aquele que se exerce sobre si mesmo.

" Cada passo rumo ao autodomínio seja também uma ascensão rumo à mais alta forma de grandeza, pois é nesse ápice que a alma encontra sua própria imortalidade silenciosa. "

A FINALIDADE FILOSÓFICA DE JEAN PAUL SARTRE.

A proposta filosófica de Jean Paul Sartre dirige-se à elucidação da condição humana em sua radical nudez ontológica: existir antes de ser. Toda a estrutura do existencialismo sartreano converge para um único fim: demonstrar que a existência humana não possui essência prévia, modelo, finalidade transcendente, natureza fixa ou fundamento metafísico que determine o agir. O objetivo central da filosofia de Sartre consiste em afirmar que o homem é o único responsável pelo próprio ser, pelo próprio projeto e pelas conseqüências de suas escolhas.

A expressão clássica que condensa essa finalidade pode ser posta da seguinte forma: o homem está condenado à liberdade. Tal condenação não designa punição, mas estrutura ontológica: o ser humano não pode não decidir. Mesmo quando parece abdicar da escolha, escolhe não escolher. Assim, a finalidade filosófica de Sartre é mostrar que o agir humano é sempre um exercício de liberdade que inaugura caminhos inéditos no mundo, inscrevendo novas possibilidades na tessitura histórica da humanidade.

Nesse sentido, a filosofia sartriana assume três propósitos fundamentais:

PRIMEIRO. Evidenciar que a liberdade não é atributo psicológico, nem ideal moral, nem disposição interna: é o próprio ato decisório. A liberdade não está guardada em um espírito abstrato, mas se concretiza unicamente no momento em que se afirma uma possibilidade e se nega outra. Após a escolha, a liberdade se recolhe, retornando somente quando nova decisão se impõe.

SEGUNDO. Explicitar que circunstâncias, pressões sociais, condicionamentos históricos e contingências não anulam a liberdade. Elas constituem o cenário inevitável da existência, mas não substituem a decisão. A finalidade filosófica de Sartre é libertar o pensamento humano da ilusão de que agir seria mero produto das circunstâncias. Para ele, nunca existe ausência de circunstâncias; o que existe é o modo pelo qual o indivíduo assume a própria existência dentro delas.

TERCEIRO. Demonstrar que cada ato individual projeta o homem no mundo, abrindo uma via inédita para toda a humanidade. Não se trata, como no universalismo kantiano, de transformar a máxima pessoal em lei universal. Trata-se de reconhecer que cada escolha cria um precedente ontológico: dali em diante a humanidade sabe que aquele caminho existe. A história humana se amplia com cada decisão singular.

Assim, a finalidade central da filosofia de Sartre é fundar uma ética da responsabilidade absoluta no interior da existência contingente. Nada pode ser atribuído ao destino, à natureza, à essência ou a qualquer transcendência prescritiva. O homem é aquilo que faz de si mesmo nas circunstâncias em que está lançado. Todo ato é uma afirmação do ser, uma projeção de mundo e um pacto de responsabilidade integral.

Sinceramente não consigo entender certos derrotados políticos...
Fogem da verdade, não reconhecem a derrota e o pior, continuam orgulhosos...
Um dia talvez, descobrirão que a maior virtude do ser humano se chama humildade, ela é o único caminho para a perfeição do caráter e a elevação espiritual.

Inserida por CassioMagalhaes