Textos de Horizonte
No horizonte de eventos.
Tudo é visto com a beleza.
Qual seria o seu horizonte de eventos?
Pois a busca por beleza te faz admirar algo?
E enquanto isso nota feiura e contraste do caos te faz ter sentimentos. Para o qual o evento te proteja em sua mente a inércia da imagem. E tudo que se faz ou seja torna se maravilhoso. Num estado absurdo os sentidos lhe da realidade.
Os sentidos lhe dao liberdade e um sentido da vida.
Sem os sentidos vivera dentro da escuridão não haveria sentimentos apenas lembranças.
De um evento parado numa cena do desconhecido.
No horizonte há tantas possibilidades e oportunidades, e compreender os mistérios que nos cercam é a única verdade. Pois o mar pode engolir o seu ego dentro de regras simples; tudo o que conhecemos é apenas a equivalência do espírito.
Ignorar a segurança para aprender com cada instante nos faz avançar. Na simplicidade de abandonar o sentido da descoberta, observar e analisar é sábio até que tudo seja infinito dentro do macro mundo — pois o infinito está dentro de nós. Para nós, os limites são apenas linhas no horizonte. O pôr do sol, intensamente, pode lapidar o tempo para a noite, para descansar e sonhar com novos horizontes e ganhar mais conhecimento: uma reminiscência evolutiva. Tudo o que conhecemos torna-se evidência da história que contamos.
O salto de fé dentro da mente acontece quando aceitamos as possibilidades e probabilidades dentro de um contexto maior. Criamos fantasias dentro das alternativas, mas, mesmo assim, olhamos a imensidão, pois somos o próprio universo se observando num vasto mar de consciência.
Esta voz dentro de cada um se conecta na abertura de um livro, nas margens peculiares de um rio ou na imensidão do cosmos, buscando a compreensão e a perfeição da resiliência para entrar no mundo oriundo de si próprio. O que é perfeitamente acessível torna-se parte do destino de cada um, em uma camada de realidade dentro de sua existência.
Mesmo no micromundo, há movimentos que apenas observamos. E, mesmo que não nos lembremos do nosso próprio início, ainda sonhamos acordados até que exista um começo, pois existimos dentro da existência cognitiva.
Podemos nos contemplar, cometer erros e ser até alienados, mas ainda vivemos sob as limitações do tempo. Mesmo persistindo nas aventuras do universo conhecido, carregamos alegrias e tristezas, vagando em nossas mentes pelo extremo vazio. Contemplamos abismos e olhamos para dimensões infinitamente sobrepostas na escuridão dos nossos pensamentos.
O equilíbrio gravitacional dá sentido literário à busca do conhecimento, pois o universo se expande a todo momento até que comece a regredir dentro de suas variáveis infinitas. Somos um pingo que decidiu ser, para ser dentro do "Eu Sou".
— Celso Roberto Nadilo
A Transmutação da Consciência no Horizonte de Eventos
Envoltos na dilatação temporal exata da existência no amanhã, rumo ao horizonte de eventos, estaríamos na solidão do espaço. Enquanto isso, olhos atentos observariam nossas almas pairar sobre a Terra de outras horas. Chegamos num instante e avançamos para um estado inerte, olhando para a imensidão do presente e compreendendo, finalmente, o horizonte de eventos.
Uma luz cálida inflama-se na compreensão do exato momento em que a finitude se revela: seja ela a obra de um quebra-cabeça ou uma pirâmide visual. Afinal, a energia focalizada é um estado momentâneo para o qual caminhamos nesta realidade tridimensional. É quando a expansão da consciência se transmuta, elevada pelo conhecimento e pela visão absoluta da existência.
— Por Celso Roberto Nadilo
O sabor das almas aniquiladas pelas vertentes do horizonte sem fim.
A partida da equação do linear.
Vozes se repetem num marco...
Fenômenos expostos pela ganância; o ser químico torna-se o estado inerte da matéria.
Sendo prólogo da continuidade, começa a exploração do universo.
O monolito carrega dizeres em várias línguas — mais uma vertente para viajar pelos mansos braços cansados da origem do cosmos.
Sonsas falanges fantasmas, feitas de nuvens gasosas, mostram a centelha original por um instante. Avançamos no contínuo efeito das ondas massivas e vemos emoções dentro de grãos de areia.
Ventos de outrora, fora a metamorfose do antigo sol morto pela imensidão da ignorância humana.
O ser humano, recriado numa bolha, tem sua existência desenhada no cosmos em cada luz que se apaga.
Por Celso Roberto Nadilo
No isolamento do horizonte apenas fragmentos, sons de um momento no cosmo, o cosmonalta deixa sua nave para ver o planeta terra tão lindo no azul do infinito o mares parece flutuar, em suas ondas elipses de sonhos num ponto na imensidão, o macro universo,
Num desejo o luar é um paradoxo infinito, sua voz no infinito são folhas no outono.
Nas alturas do tempo, um pequeno estado no horizonte massivo: palavras prepostas pela realidade observada.
Nas nuvens, vemos aglomerados de convergência de estruturas envelhecidas pelo tempo. Vemos experimentos científicos buscando a compreensão dessas mesmas estruturas — a convergência cognitiva responsável pelo olhar crítico e cirúrgico sobre a entropia humana, congelada no descanso da análise.
Velhos pertences esquecidos na caverna das limitações humanas, pois os limites lineares da mente projetam imagens sob medida sobre o real. As ruínas envelhecidas e a continuidade relativa da probabilidade desenham, a cada dia, formas carregadas pelo vento. No espaço, ondas massivas e reações de colisão dominante dobram o tempo e a gravidade ao longo de milênios para transformar cada matéria em tempestade estelar, convergência gama e os tecritons da radiação cósmica infinita.
Compreender o que vemos exige traduções complexas: cálculos infinitos para dar forma, cor e qualidade aceitável ao inacreditável, convertendo o invisível na inata compreensão humana. No fim, dados congelados em preto e branco ou digitalizados por infravermelho revelam apenas tons de vermelho e borrões preenchidos — embalados por músicas impactantes de forte apelo psicológico para justificar investimentos de bilhões.
Enquanto trilionários e bilionários brincam com foguetes que explodem e jogam milhões no ralo — sem preocupação, pois há seguro —, o contraste se escancara: multidões enfrentam a fome e sangram em guerras por recursos básicos. A fumaça das florestas em chamas e o aquecimento global intensificam o El Niño e a La Niña. Observamos o planeta nos dar seus alertas enquanto acumulamos adversidades expostas.
PRECE DA MANHÃ
Senhor, nesta manhã em que o sol está despontando no horizonte e reluzindo como sempre, ainda que encoberto pelas nuvens, venho lhe pedir, para mim, para minha família e para meus amigos, que derrame suas graças sobre nós; nos proteja de toda maldade e violência; guie nossos passos para que não sofremos queda alguma; renove nossas forças para prosseguirmos, com bondade, saúde, paz, alegria e amor e, assim, continuarmos o belo ciclo da vida. Amém.
Escreveria qualquer coisa
Balbuciaria palavras quaisquer
Pintaria o horizonte que vejo ao longe
Mas meus olhos só vêem teus olhos
Minha boca só fala de ti
Meu abraço só abraçar teu corpo
Queria poder escrever
Em cinco anos, foram muitas vezes que pensei em ti.
Minto. Foram todos os dias
Foram todas as vezes
Talvez, todos os minutos
Apenas queria,
Teu abraço voltar a abraçar
Em teu olhar, voltar a estar
Se não disse te amo
É porque te amo nunca aprendi a dizer
Te amo nunca precisei dizer
Não se fala o que os olhos dizem sem dizer
O que o coração clama ao bater
O que eu sou, só por ser
Serás sempre tu o amor meu
A incondicionalidade dos sentimentos
Não se acaba com a saudade
Não é amor, se não for para eternidade!
Não é amor, se não fores tu minha outra metade!
(Uma homenagem à Eterna Glória Menezes)
(Cap. I: O Reino do Imaginário)
Era uma vez, num reino cujas terras se perdiam no horizonte, vivia príncipe sonhador. Tinha ideias muito estranhas, buscava um tesouro. Há pessoa que vivem para seus tesouros, eram acumuladores de moedas. Porém o tesouro que o príncipe almejava era muito diferente do brilho dos metais preciosos e inertes.O Príncipe buscava um outro tipo de felicidade.
EMOÇÕES MISTURADAS
Emoções que pairam no horizonte
Nas dimensões reais do prazer
Contraste através do horizonte
Formas diversas que se possa ver.
Emoções brotam toda vida
Escondem entre risos e lágrimas
Tal como chegada e partida
Tais forças em vários climas.
Desejos em fases mistificadas
Plantando ou colhendo flores
Horas de imprevisíveis temporais.
Assim em emoções tão misturadas
Sinais em tonalidades decolores
Águas sinuosas que não voltam jamais.
DÁDIVAS DA VIDA - LOUCO QUE FUI...!
O sol buscava a linha do horizonte e o manto escuro da noite já se espalhava pelos campos, quando o trabalhador deixou a lavoura e tomou o caminho de volta para casa.
Caminhava a passos largos com a colheita do dia às costas, quando notou que, em sentido contrário, vinha luxuosa carruagem revestida de estrelas.
Contemplando-a fascinado, viu-a parar junto dele e, quase assustado, reconheceu a presença do Senhor do Mundo, que saiu dela e estendeu-lhe a mão a pedir-lhe esmolas...
O quê? Refletiu espantado. O Senhor da Vida a rogar auxílio a mim, que nunca passei de mísero escravo na aspereza do solo?
Mas, como o Senhor continuava esperando, mergulhou a mão no alforje de trigo que trazia e entregou ao Divino Pedinte apenas um grão da preciosa carga.
O Senhor agradeceu e partiu.
Quando, porém, o pobre homem do campo voltou a si do próprio assombro, observou que doce claridade vinha do alforje poeirento...
O grão de trigo, do qual fizera sua dádiva, tornara à sacola transformado em uma pedra de ouro luminescente...
Deslumbrado gritou:
Louco que fui!... Por que não dei tudo o que tenho ao Senhor da Vida?
* * *
O apólogo retrata um pouco da atual realidade da Terra.
Quando o materialismo compromete edificações veneráveis da fé, no caminho dos homens, o Cristo pede cooperação para a sementeira do Seu Evangelho, junto ao Seu rebanho sofrido.
No entanto, nós costumamos agir como o lavrador.
Não estamos dispostos a ofertar a nossa dádiva em benefício do bem comum. E quando fazemos, damos apenas uma pequena migalha.
O Senhor da Vida não necessita das coisas materiais porque todas lhe pertencem, no entanto, solicita a nossa autodoação em prol da edificação de um mundo moralmente melhor.
Assim como o verme executa sua tarefa embaixo do solo, a chuva e o vento fazem seu papel no contexto da natureza.
Assim como o sol, a lua e os demais astros trabalham para que haja harmonia no Universo...
Assim como as abelhas e outros insetos fazem a tarefa da polinização, possibilitando a fecundação da vida... assim também o Senhor da Vida espera de nós a dádiva da polinização do Seu amor junto aos Seus filhos.
A pequena dádiva da paciência e da tolerância...
A esmola convertida em salário justo, dignificando o homem...
Uma migalha de afeto doada com sinceridade...
O sorriso capaz de despertar a alegria em alguém....
Um minuto de atenção a um enfermo solitário...
A palavra sincera capaz de esclarecer e consolar...
Uma semente de esperança plantada no coração de alguém que sofre... São nossas pequenas dádivas que se converterão em luz a iluminar nossa própria caminhada.
* * *
O Senhor da Vida está sempre a solicitar a nossa colaboração para que Seus objetivos nobres se concretizem na face da Terra.
Sabedores de que nossas pequenas dádivas se converterão em tesouros eternos, não as economizemos como o lavrador. Agindo assim não teremos que dizer:
Louco que fui!... Por que não dei tudo o que tenho ao Senhor da Vida?
Redação do Momento Espírita com base no cap. Dedicatória,
do livro Cartas e crônicas, pelo Espírito Irmão X,
psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. FEB.
Em 9.7.2020.
Novo Horizonte
Como é lindo ver o Sol
nascer em Novo Horizonte,
E lembrar tudo o que fez
a gente na vida crescer,
Com a chegada dos alemães
e italianos pela rota
do amado Rio Grande do Sul,
A nossa cidade surgiu
em meio ao verde, canções
e devoção por Santa Lúcia.
Quando você chegar vou
te levar para ver de perto
o Salto do Rio Bonito,
Verás que Novo Horizonte
pode te surpreender
como destino escolhido,
Em noite de céu aberto
tocarás estrelas comigo.
O nosso lugar acolhedor
no Oeste de Santa Catarina,
Tem na mesa herança e sabor,
Por esta terra nós temos
muita gratidão e infinito amor.
1583
"Conheci Helen 2 numa viagem de trem entre Rio e Belo Horizonte. Namoramos! O namoro durou menos de um mês porque, apesar de boa pessoa, ela passava dia e noite falando as mesmas coisas:
'Que Jesus está pra voltar, que Rostinho Bonito não dura pra Sempre, que o Passado não vale nada, que no Final iremos todos para o mesmo Buraco' e coisas assim. Dia e noite! Impossível (para Mim) continuar! Adeus, Helen 2."
De repente sento e olho para o horizonte ao som dessa música que me faz viajar...
Sinto essa brisa suave que toca meu rosto e o sorriso resplandece do meu semblante, as lágrimas escorrem não mais como tristeza mas com a lembrança de momentos bons.
Tenho a certeza ali que o amor é o sentimento mais puro, mais perfeito...
Ah não importa como a história terminou, posso andar milhas, posso fugir, gritar, correr, criar mil faces, fantasiar mil cores, amores, posso enlouquecer..
Mas sempre estará gravado em mim, sim gravado com brasas que encandeiam meu coração.
Sou você, por mais que tente me enganar sei que sou. Me desespera saber disso mas me conforto em cada lembrança e na certeza que viveria tudo novamente, porque amar é cada momento vivido, cada palavra proferida, cada beijo envolvente, cada sorriso, toque, suspiro... não não importa se ficou para trás, onde quer que eu vá meu coração sempre recordará!
O tempo é um barquinho que desliza sobre as horas
e leva para além do horizonte o que tiver de levar.
O que é de ficar, fica – passe o tempo que passar.
Fica o cheiro, vão-se as mágoas.
Fica o gosto, vai-se o toque.
Fica a lembrança, vai-se a presença.
Com um oceano inteiro pela frente, impossível ele voltar.
A gente também segue com a maré,
mas nunca se esquece do barquinho que um dia passou
e recolheu tudo que era pra acabar.
O barquinho
Leva contigo
Para além do horizonte
Com muito cuidado
Não deixa naufragar
São meus sonhos que partem
Nas águas do mar
Levados no barco
Deslizando sereno
Ao sabor do vento
À deriva da vida
De encontro à linha
Que não quer chegar...
O vento brando
Carrega o barquinho
Que em silêncio procura
O destino utópico
De uma quimera em linha
Onde num porto seguro
Ele há de ancorar
E meus sonhos enfim
Ali...aportar
Leva barquinho
A minha utopia
Transformada em poesia...
Cada um no seu caminho, é assim que vai ser daqui pra frente
olhando p'rum horizonte dificil de alcançar
quero atitudes que ninguem vai me mostrar
quero novas fontes, outro lugar para morar
me cansei dessa mesmice da incerteza de um talvez
me cansei da idiotice de viver um dia de cada vez
quero hoje me arriscar sentir o vento, cortar o inferno cair do decimo andar
quero pular de uma montanha, e dai se nada vai me amparar?
outro dia aparece corta o clima de rebeldia, as histórias se repetem e se repetindo me dão uma agonia.
outra estrada me aparece e o medo me faz parar
as frases feitas que me consomem, parecem me amedrontar,
e agora vou exercendo o meu oficio de sofredor, falando tantas bobeiras pra que vem atraz no corredor, vagando rumo ao incertyo com muito medo do que estas por vir..
falando de experiencias que nunca me vi sentir..
falndo da minha vida tão vazia de coragem restaurando umas lembranças que não valem minhas miragens
Amanha é outro dia, um outro dia tão comum,
minhas palavras que vão caindo não chegaram a lugar algum
mas até continuo a dizer a quem quer ouvir
tenha coragem caros amigos
um dia o belo há de vir!!!
ILUMINAR
Meu coração vai batendo em disparada
No horizonte dessa estrada
Vai seguindo sempre em frente
Buscando a luz, um sinal de lua clara
Pra que o escuro da jornada
Não confunda o olhar da gente
Meu coração, meio flor, meio de aço
Vai achando o seu compasso
Vai cumprindo aos poucos o seu papel
Encontrando seus motivos para amar
Renovando seus motivos pra sonhar
Pra não se perder
Pra não esquecer
Que o amor só com amor pode pagar...
Que o amor nos faz voar!
E nessa procura vou me aventurando
Vou criando asas que me levam longe
É pro alto que eu vou
Coração me leva a desbravar o mundo
Emprestando a luz pra quem está no fundo
Quero iluminar!
Coração me leva pelas suas asas
Semeando sonhos, desbravando estradas
É no alto que está o meu lugar
(Vou buscando um lugar)
E vivendo pra iluminar
E vivendo pra iluminar
Iluminar
O pensamento que constrói
Tenho visto muita gente de cabeça baixa, olhar perdido no horizonte, meio largado no espaço.
Gente que ainda não sabe o que vai fazer do amanhã, se o
amanhã chegar e quase sempre, deixa o dia passar.
Plantam diariamente pés de jilós, sempre amargos, e
esperam sonhadoramente, colher morangos doces.
A vida meu amigo, minha amiga, é exigente!
Ela adora pessoas determinadas, que não aceitam derrotas simples.
Gente testada na dor, que passa pelo crivo do abandono, as vezes da solidão.
E ainda assim, enxugam as lágrimas e seguem seu caminho.
Gente que sabe que dpeois da curva já é outra rua.
Que depois da meia noite já é dia e não há escuridão que resista ao sol do dia.
Gente que olha para o céu encoberto e sabe que o sol está lá.
Gente que não se lamenta pelo prato simples de comida, antes agradece.
E o coração dessa gente se aquece e a vida, professora sábia e zelosa, encantada com a sua determinação, libera bençãos, frutos, conquistas.
Até o que era para dar errado dá certo, até o que nem era para ser será.
A energia da certeza, a energia dos fortes, dos que sabem que estão no caminho certo.
É esse caminho que eu quero que você encontre etroilhe sem medo.
Ainda que o início seja só de pedras e espinhos, saiba que logo mais.
Logoa frente, há um bsoque florido e águia em abundância,
para quem não para e desiste, para quem segue adiante.
Firme, forte e confiante.
É assim que a vida quer te ver.
Então, que assim seja!
As vezes na vida olhamos no horizonte
*]tentando encontrar algo que nos complete
*que preencha um vazio que insiste existir dentro de nos
*tentamos encontrar isso em varios lugares
*em varias pessoas
*e nao encontramos
*mas no fundo sabemos que sabemos o que realmente procuramos
*so temos que deixar acontecer e aceitar e prestar atenção nos detalhes
*pois sao os detalhes que se revelaram as coisas mais especiais do mundo
*ai quem sabe nesse momento poderemos entender
*que o que tanto procuramos estava ao alcance de nossos olhos
*e assim poderemos sim olhar no horizonte mas nao em busca de algo
*mas sim simplesmente olhando a bela paisagem que ali se mostra
