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Textos de Força

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Gestão emocional: transformando emoções negativas em força criativa

As emoções são o motor que impulsiona a energia que circula dentro de nós; elas são, ao mesmo tempo, indicadores de onde a vibração está desequilibrada e fontes potenciais de energia bruta que podem ser refinadas. Quando surge a raiva, a frustração ou o medo, a tendência natural é fugir ou reprimir esses sentimentos, o que apenas cria um bloqueio energético que se acumula e atrasa a manifestação. A verdadeira arte da gestão emocional reside em acolher a emoção, reconhecê‑la como um mensageiro e, em seguida, transmutá‑la em força criativa. Por exemplo, ao sentir ansiedade antes de uma apresentação importante, em vez de tentar suprimir o nervosismo, respire profundamente, identifique a energia pulsante no peito e direcione‑a para a visualização de um desempenho confiante. Essa prática converte a energia nervosa em entusiasmo, elevando a vibração sem negar a experiência emocional. Outro caso prático é o da tristeza profunda que surge após uma perda; ao permitir que a lágrima flua, você libera a energia densa que estava presa, e ao escrever sobre o que aprendeu com a experiência, transforma a dor em sabedoria que pode ser usada para inspirar outras pessoas. Assim, a gestão emocional deixa de ser um simples controle e passa a ser um processo de alquimia interna, onde cada sentimento negativo se torna matéria-prima para a construção de uma realidade mais alinhada aos seus desejos.

EU SOU MULHER

“Ele compara para ferir.”
Mas eu não me deixo quebrar.
Sou feita de dor e força,
de queda e de recomeçar.

“Me deixa no chão — como se eu não valesse.”
Mas do chão eu criei asas.
Não sou falta, nem resto —
sou presença que não disfarça.

“Mulher inteira.”
É o que sou, sem precisar me calar.
Com alma que sente,
com voz que escolhe lutar.

Eu sou mulher —
não para caber em padrões,
mas para transbordar coragens
e romper comparações.

Desejo pra você hoje e sempre: coragem para encarar o desconhecido, força para lutar até o fim e alcançar teus objetivos. Luz para iluminar teus caminhos, para que nenhum obstáculo te impeça de vencer. Lembra-te sempre: vencer não é só ganhar, por vezes, perder também denomina-se vitória.
E o temido desconhecido transforma-se em notório, do verbo... VIVER.

⁠Força na alma
Sonhos na bagagem
Luta constante
Ser de fases

Guerreira na essência
Brilhante na vida
Forte como rocha
Sua luz é bem vinda

Iluminada como a lua
Ela é toda magnitude
Abençoada por Deus
E cheia de virtude

Como flor,
Com sua beleza e esplendor
Passa por vento e chuva
Mas sempre está na lida

Tem mistério
Tem beleza
És sentimento por natureza

Por toda parte, tuas sementes...
MULHER

Os cadarços de Sophia


“Não te falta força, porém cadarços amarelos para o sapatênis que não tem. Pois quem vive vida tão sofrida, morro acima, morro abaixo, com uma bacia de roupas na cabeça, não compra cadarços — cadarços amarelos — nem sapatênis, nem uniformes; muito menos pode ir à escola, como as crianças que não trabalham e podem estudar.”


Diziam isso para a menina que chorava por cadarços amarelos, para o sapatênis que ficava na vitrine da loja de calçados, a um quarteirão e meio da escola. Escola esta particular, única na vila, de fama alta entre antigos e novos moradores da cidade por causa dos seus uniformes. Eram uniformes com pudor, de menina-moça de família, educada e de muita estima, pelo lindo e desenhado traje que usavam — principalmente o das meninas, de mangas longas e vestido, com sapatênis preto, todo padronizado. Apenas a cor dos cadarços variava: rosé ou vermelho, verde ou azulado. Era essa a razão do sonho de Sophia — um sapatênis fechado com o bendito cadarço amarelado.


Era o sonho de Sophia comprar aqueles cadarços e, para isso, guardava seus trocados, que no trajeto do morro abaixo recebia da sua mãe, que com a menina repartia parte do pagamento: duas moedinhas de dez centavos pela tarefa cumprida, pelo esforço que fazia morro acima, carregando a trouxa de roupas e uma latinha.


De três em três dias, duas moedas no fundo do pequeno cofre tiniam. Cofre para este fim feito, artesanalmente “arranjado”, de latinha de leite moça improvisada, com um adesivo amarelo pregado. Nele, estava escrita pela mãe da menina a única palavra por ela aprendida — palavra esta que Sophia também aprendera no caminho morro acima e, quando descia a ladeira morro abaixo, com fé, pronunciava o som da palavra a cada passo; e o significado de cada fonema embrulhava como se faz com um presente que ainda não chegou a hora de dar.


Cadarço, que agora era o sonho de Sophia, já fora o sonho de sua mãe, que à escola nunca ia, pois uns cadarços, em vidas tão sofridas, nunca pôde comprar — muito menos sapatênis, uniformes e ir à escola estudar.


Forças e sonhos todas as manhãs arrumava. Com o tinido de cada moeda no fundo da lata se motivava. Nunca desistiu da caminhada: morro acima, morro abaixo. Aprendeu que, na vida, tudo passa e que uma grande meta a ser alcançada traz, no começo, uma dificuldade danada.


Primeiro os cadarços, depois o sapatênis, o uniforme e, por fim, a escola. Um passo atrás do outro, uma conquista de cada vez. Diziam para a menina que chorava por cadarços amarelos:
“Sonhar primeiro com os cadarços, aprender com a dor de alguns laços, para daí adiante não se enrolar na vida como quem tropeçou nos próprios passos.”


Para minha felicidade e admiração de sua mãe, anos mais tarde, quando voltei, dei de frente com Sophia. Em suas mãos não encontrei nem bacia nem latinha. Estava diferente. Diferente da menina que, morro acima, morro abaixo, repetia insistentemente a palavra alegria. A mesma palavra escrita naquela latinha, palavra ensinada pela mãezinha, razão que foi razão dos seus cadarços, do sapatênis, do uniforme e da escolinha.


De hoje em diante, também me sento com os moradores da cidade para, com orgulho, olhar aquelas que, de uniformes tão admiráveis, caminham para estudar. Que vão e vêm todos os dias — em especial a minha menina de cadarços amarelos, única entre as demais. Aquela que vai cantando insistentemente a palavra alegria, porque desde cedo ela sabia que, na vida, não se realizam sonhos — muito menos se compram cadarços amarelos — sem alegria, razão dos cadarços amarelos, razão do sonho de Sophia.

⁠Mulher de fases, tais como a lua.
Tem fases de querer se fazer sentida
igual a força exercida em homens e marés.
Fases de dar sentido criando destinos
como quem faz um mapa astral.
Fases de doação se fazendo clarão para
iluminar a noite escura dos apaixonados.
Fases de reconhecimento
querendo o olhar atento
dos que lhe escrevem versos de amor.
Ela é como a lua, só faz o que quer.
Ela é como a lua, tem fases e fusos próprios.
Míngua, Cresce e se re_Nova.
Ela é como a lua...
Cheia de vontades.

"Ela deixou de ser periférica, e se consolidou como força": é uma fraqueza humana ao transformar as regras do jogo, e questionar os limites da convivência com a vida!
Sem o "homem complexo", preciso de liberdade para a minha paz florir, de ser feliz... desejo honrar a minha alegria todos os dias!
Não se explica aos olhos esta visão: "eu quero um sol e um imenso jardim"; a maturidade pesa mais que a idade, não é a decadência que devo esperar no meu dia a dia!
Algo que não repete o que vejo, mas me faz enxergar além confiante: "quando ainda posso tornar fértil novamente um solo exausto da realidade, e supero até o que já havia!

Ando devagar porque minhas palavras e pensamentos se vestem de força, e criam formas, e um dia me retornam; todo exagero é uma encosta com um abismo à vista!
Já vi ondas dançando próximo do mar, dançando ao longo da areia sem pressa em retornar, e muitas se perderam ao irem mais longe... é a vida!
Algo não tem que doer como nunca, para não doer nunca mais... sempre existirá algo que vai doer, mas com às lições e nos próximos supera!
O mundo vê alguém como utilidade dele, a vida me vê como alguém que pode si amar; aquele que aprendeu a ser feliz sozinho, aprendeu a se valorizar!

⁠Continuai com essa força,
que vos faz mover,
Nesse lindo enternecer!
Até que Deus, nos ouça,
e lá de cima nos traga,
pela mão dos anjos,
a canção eterna do amor.
Tirai-nos toda a dor.
Para que nós e vós possamos ir
ao céu, num lindo sorrir.
Dai-nos da vossa água,
para que não haja mais sede,
nestas almas às vezes, tão cheias de tristeza.
Para que ainda juntos possamos,
levar a calmo mar,
este barco do amar.
Enfim que juntos possamos,
ainda e sempre cantar
a canção da felicidade.
Agora e sempre, com verdadeira liberdade!

(Dedicado ao ULDMA no seu 16. Aniversário)

A mulher tem encanto que não se explica,
é força serena, é luz que multiplica.
No olhar carrega mundos inteiros,
no silêncio, respostas; no gesto, verdadeiros.
Ela tem o poder de deixar o homem sem ar,
um sorriso basta, o tempo para de andar.
Faz o peito suspirar forte, sem pedir licença,
mistura doçura, coragem e resistência.
Não é só beleza — é alma que sustenta,
é braço que acolhe, é voz que enfrenta.
Quando cai, levanta com mais dignidade,
transforma dor em amor, medo em liberdade.
Hoje é dia de exaltar essa força bonita,
que luta, que ama, que nunca se limita.
Mulher é poesia escrita com o coração,
é força divina em forma de emoção.

Oh, querida, você não sabe a força que tem! Se você soubesse como é capaz de mudar o mundo... Seu sorriso deixa o dia mais claro e sua voz me acalma.
Meu amor, você é capaz de tudo nesta vida. Lembre-se de uma coisa: quando você se sentir triste, lembre-se que eu sempre estarei do seu lado. Você nunca está sozinha.
Mesmo distante, eu estarei aqui pensando em você. Quando você sentir que está carregando o peso da Terra sozinha, lembre-se que eu estarei aqui para te ajudar.

Ela é uma força da natureza em pequena estatura, uma mente perspicaz e autodidata que nunca cansa de florescer através do estudo. Embora o mundo tente diminuí-la para evitar a concorrência com sua luz, e muitos confundam sua doçura com fragilidade, ela finalmente compreendeu sua própria preciosidade.
​Entre o coração genuíno e a determinação de aço, ela aprendeu a blindar-se contra julgamentos; hoje, ela não busca aprovação, busca o seu próprio bem. Quem vê o frasco não imagina a imensidão do conteúdo: uma mulher que aprendeu a ler a vida de forma diferente e que, ao olhar para trás, reconhece que sua trajetória é a prova viva de um potencial que ninguém, além dela mesma, tem o direito de medir

Amadurecimento
O proibido é o cuidado,
o mundo nos força a amadurecer.
O aprendizado nem sempre vem de casa,
nem sempre a escola nos faz crescer.
Menina-mulher,
o corpo não se esconde mais em roupas folgadas.
A timidez é despida na malícia
de um olhar maduro, em estradas traçadas.
Mas o corpo, que tanto esperou,
entregou-se ao príncipe que se transformou.
Menina ingênua, que um amor pra vida toda sonhou,
viu o medo de um filho brotar onde a ilusão falhou.
Seu príncipe logo se mostrou um monstro,
o "para sempre" era apenas futilidade.
Era tudo ilusão da minha mente;
e da dele, apenas diversão.
(Assinado: Roseli Ribeiro)

O Senhor é a força do meu coração.
E é nessa certeza que começo o dia.
Não na minha própria capacidade,
mas no cuidado constante de Deus.
Ele me ensina que fé é permanecer confiante,
mesmo quando o cenário ainda não mudou.
Mas a minha segurança não está nas circunstâncias
está em Deus.
Ele renova minha fé como quem rega uma flor ao amanhecer.
Ele fortalece minha alma com delicadeza e poder.
Resiliência é confiar mesmo sem enxergar tudo.
É permanecer com o coração alinhado ao céu.
É saber que, com Deus, cada passo tem propósito.
- Joelma S Souza

O vento é a própria essência da liberdade, um sopro de mudança e a força invisível que molda a paisagem. Ele não se importa com opiniões, simplesmente é: forte ou suave, mas sempre autêntico. Sinta sua brisa na pele e deixe suas emoções fluírem sem reservas.


Ele carrega histórias, sussurros e a sensação de que tudo está em constante movimento. O vento nos convida a nos libertarmos, a soltar amarras e a abraçar o novo. Que sua conexão com ele inspire sua jornada. Seja como o vento: verdadeiro, livre e dono do seu próprio caminho. Minha vida é como o vento!

Uma mulher de força e sentimento profundo, cujo verdadeiro valor vai muito além da aparência. Ela enxerga o mundo com uma sabedoria única, difícil de descrever, mas que atrai e prende a nossa atenção. Queremos ficar por perto para ouvi-la.
É essa mulher, forte e radiante, que traz alegria e nos lembra o valor de estar vivo. Ela mostra, no meio de toda a loucura, que a vida tem um propósito belo e verdadeiro.

Hoje senti a força dos ventos pela manhã, fortes e certeiros, os galhos das árvores e as folhas farfalhavam de um lado para outro, assim despertei.
Na pausa para meu almoço chegou a chuva intensa e rápida, num abençoar doce da energia da terra.
A Terra, as plantas logo absorveu aquele néctar puro e cristalino, nutrindo a sede que possivelmente sentia.
No meio da tarde para fechar o dia o sol intenso apareceu sorrindo, me saudando em alegria!!! Sorri... Saudei com gratidão a presença tão presente dos quatro elementos!
Estar na presença presente é sentir tudo acontecer de forma plena e segura! Assim é!!
É muita gratidão!

⁠A Deus 2020.
Quando o ano de 2020 iniciou eu falei que o ano teria uma força tremenda dos quatro elementos, quatro estações, quatro direções e assim foi!
Trilhamos e confiamos, aprendemos muito, crescemos e evoluímos; foi um ano de introspecção, de silêncio, de acuidade, de curas, foi um ano em que tivemos que fechar os olhos...; e
A creditar, ou seja, colocar crédito num banco até então invisível.
Tivemos que “a creditar” e seguir em frente. No saldo foi um ano muito curativo, porque muitos conseguiram sair do medo e passaram a viver com mais presença, outros abriram os olhos para ver além, e ainda ampliaram suas vibrações na mais alta luz!
Enfim 2020 foi o ano 4....e certamente foi um convite para sair do quadrado, do aquário e mergulhar no oceano, foi um aprofundamento contínuo, o equilíbrio da matéria, e o alinhamento do físico com o espiritual!
Abençoe este ano, que te proporcionou a voltar para casa (corpo), abençoe os ensinamentos e os aprendizados.
2020 eu te entrego A Deus...
Que venha 2021 com muito amor e com a amplitude dos sentidos!
Mensagem de Gaya
Giovana Barbosa

⁠Quanta coragem e força precisou a borboleta para sair do casulo?
Quanta força de vontade ela precisou para perceber que precisava deixar o casulo, por mais confortável que ele podia parecer. Enfim, ela precisou compreender que isto era somente uma fase! Houve lutas, medos, e muita coragem para se tornar livre de si mesmo! A borboleta compreende que ao sair pode Ser o que se É e voa livre para encantar a todos com suas lindas asas ao vento a brilhar no jardim do solo sagrado!

⁠A alegria está no caminho da vida! Eu me encanto com cada momento, com a minha força de superação de encantamento! Vibro con cada vitória, honro e agradeço meu Ser por não desistir de nenhum sonho! Semana abençoada!
Honro demais toda a minha família, que se torna uma só em meu coração, pois nele não há separação!
Honro toda a espiritualidade que me guía, pois sem eles eu não seria nada !
Sou um pequenino grão de areia que expande num infinito que é só meu!
Honro e agradeço todos os seres de luz e da luz que me ilumina e me faz SER quem SOU!