Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo

Natureza felina

Gatos são como laços,
Te prendem e desatam.
Sua aura é delicada.
Cada nó uma história de amor,
Caminhando pelo seu telhado.

Ventríloquos do pensamento
Te fazem pensar ao contrário.
Gatos e os seus mistérios indecifráveis,
Desconhecidos e sutis.
Vagando em grupos ou solitários.

Nos ensinam a incrível arte da vida,
Viva e deixe viver.
Quero ser tranquila como um gato,
Amansar a alma.
Nunca se esqueça de seu felino no telhado.

Cada miado uma promessa de amor.
Seu ronronar apaixonante,
Te faz virar um amante.
Não vivo sem sua sutileza.
Incompreendida sua esperteza.

Com outros animais,
Aprendemos o amor incondicional,
Com gatos o amor-próprio.
Não os subestime,
São nobres criaturas do passado.

Esses bichanos te amam incondicionalmente,
Mas você não percebe.
São mestres na arte do disfarce.
Aprendamos com eles a habilidade,
Silenciar e observar a vida.

MEU EX-AMOR!
Escrevo essas poucas linhas para dar a você a dimensão exata daquilo que senti por você durante estes anos que nos conhecemos.
Deixei o tempo passar e com ele meu amor...
"Nada como o tempo para apagar certas coisas."
Grandes verdades estão escondidas nessas palavras aparentemente simples.
Mas,hoje tanto tempo depois que que saiba Para quem crê nenhuma prova é necessária.
Para quem não crê toda prova é inútil.
Não escrevo somente o que você quer ler mas sim o que você precisa saber, por esse motivo eu me permiti escrever pra você.
Adeus...
MEU EX-AMOR!(*29/09/98)
(+21/06/06)
OBS O que dói não é o Adeus,mas sim a certesa do nunca mais.

Desejava mais do que queria desejar
Queria mais do queria querer
Ansiava mais do que queria ansiar
Chorava mais do que desejava chorar
N'alguns momentos
Vivia sem querer viver
E desejava morrer
Sem querer morrer
Que confusa vida era a minha vida
Que vida mais confusa era o meu viver
Por fim, de tanto penar,
Compreendi que na vida não se pode haver compreensão
Se não compreendemos por meio de nossa própria dor
A dor dos outros.

Já perdi as contas de quantas vezes em minha vida me questionei sobre minhas inclinações e vontades. Sempre tive medo de julgamentos e nunca fui tão confiante como eu queria. Perdi as contas de quantas vezes escolhi me esconder atrás do que os outros dizem ser o melhor para mim, ou para eles, eu nunca soube distinguir a diferença. Mas por muito tempo eu tive medo de ser eu mesma, sempre fiz aquilo que os outros esperavam que eu fizesse. Em muitos momentos eu preferi sofrer calada, não suportava a ideia de ser apontada por outras pessoas, então eu me calava.
Só que um dia eu percebi que eu estava errada. Que viver daquele modo não estava fazendo de mim uma pessoa melhor e que mesmo não agradando a todos eu pelo menos estava sendo eu mesma. Finalmente eu fiz uma escolha em minha vida onde eu não estava me importando com outras pessoas. Nessa escolha era simplesmente eu. E não que a partir de agora eu vá optar pelas melhores escolhas ou que vão me fazer feliz e satisfeita, claro que não. Mas, independentemente de qual o desfecho eu sei que de todas eu terei uma lição. Do que foi bom vi que poderia continuar sendo bom ou melhor e do que foi ruim vi que poderia não mais fazer, mas também refiz muitas coisas por não acreditar que fosse tão ruim assim, errei muitas vezes e em outras me surpreendi. Engraçado, como acreditar mais em mim fez como que eu realmente me tornasse uma pessoa melhor, porque simplesmente eu estava sendo eu mesma, sem influências ou medos. E não importa o tamanho do meu problema, eu sei o tamanho da minha força e mais do que isso do Deus que me acompanha e não me abandona em nenhum momento.
Eu sei que não importa o tamanho da tempestade eu vou passar por ela, sei que vou fraquejar, que vou cair, mas sei também que vou me reerguer e vou sair de cabeça erguida. Sei que vou me arrepender de muita coisa, mas também me orgulhar de muitas outras. Não que eu vá ser melhor do que ninguém, porque eu não acredito que exista alguém melhor que os outros. Mas serei a melhor dentro das minhas limitações, serei a melhor diante dos meus medos e receios. Serei a melhor diante das minhas qualidades e mais do que isso eu serei eu mesma. E apenas isso já fiz de mim alguém especial o suficiente para entender que não existe ninguém melhor que eu. Porque eu sou única e só eu posso fazer aquilo que minha existência nessa vida pede de mim. Só eu posso evoluir diante das minhas dificuldades, só eu posso ser melhor do que eu já fui um dia. E essa consciência de mim que faz com que eu queria cada dia evoluir mais, mesmo sabendo que vou fraquejar, mesmo sabendo que nem tudo são flores. E eu sei que nada é tão ruim que não possa piorar e nada é tão bom que não possa ser ainda melhor!

Último Soneto

Que rosas fugitivas foste ali!
Requeriam-te os tapetes, e vieste...
--- Se me dói hoje o bem que me fizeste,
É justo, porque muito te devi.

Em que seda de afagos me envolvi
Quando entraste, nas tardes que apareceste!
Como fui de percal quando me deste
Tua boca a beijar, que remordi...

Pensei que fosse o meu o teu cansaço ---
Que seria entre nós um longo abraço
O tédio que, tão esbelta, te curvava...

E fugiste... Que importa? Se deixaste
A lembrança violeta que animaste,
Onde a minha saudade a Cor se trava?...

Boa noite...

Pra você que fica reclamando de tudo e de todos.
Troca a "fita", muda o lado do disco.
Faz alguma coisa pra mudar. Vai ser feliz.
Tem tantas pessoas que gostariam de poder fazer 1 décimo do que você faz. Não perca essa oportunidade. Não deixe de ver a vida com bons olhos, mesmo que pareça que tudo vai indo em direção errada. Mas só parece isso. Deus tem um jeito todo especial de nos conduzir pelos caminhos da vida, o seu ja esta traçado faz tempo.
#Viva_a_vida!!! (J.Dhany)

Encontrei alguém
Encontrei alguém que eu queira dividir a minha cama, meu amor e minha vida. Encontrei alguém que aguentasse meu coração enjoativamente doce, e que suportasse meu humor incrivelmente amargo. Alguém que me visse cair sem que eu gritasse e me desse a mão sem eu pedir. Alguém que me abraçasse mesmo…

Eu o amei com a cabeça, pela fantasia que criei dele, com as cores que o pintei e só eu enxergava.
Meu coração pedia outra pessoa. Outras palavras. Pedia mais verdade. Mais certeza. Mais atitudes pensadas e menos sentimentos vazios.
Meu coração pedia um homem. Porque eu preciso me sentir protegida. Preciso de alguém que me dê a certeza de que vai ficar tudo bem.

O olhar

Através de um simples olhar,
Formou uma grande amizade.
Depois de um abraço,
Virou um amor de verdade.

Através de coração,
Vem uma forte emoção.
Aquelo imenso desejo
De te amar,de beijar e de abraçar.

Vem com uma flor vermelha,
Que representa a paixão
Que significa o amor
Que vai explodindo,
No fundo do coração.

Através da fé, adquirimos a capacidade de ver os sonhos concretizados,
começamos a sentir que os nós estão se desatando, dando lugar aos laços bem-feitos, bordados decorados com afetos e levezas.
As tempestades não nos causam danos quando nos abrigamos em local seguro.
Nada é mais seguro do que se abrigar no coração de Deus!

Dona da Saudade

Ela tem olhos de mar aberto
Profundidade que não se mensura

Herdou dos Deuses, em seus lábios,
O além da eternidade, o infinito

A alma é trajada de lua
E ornada por mistérios

Ela é como um avatar celeste
Consignado a mim sem explicação

Tantas das minhas vidas irão passar
Antes que eu possa traduzi-la

Monólogo de uma Sombra

"Sou uma Sombra! Venho de outras eras,
Do cosmopolitismo das moneras...
Pólipo de recônditas reentrâncias,
Larva de caos telúrico, procedo
Da escuridão do cósmico segredo,
Da substância de todas as substâncias!

A simbiose das coisas me equilibra.
Em minha ignota mônada, ampla, vibra
A alma dos movimentos rotatórios...
E é de mim que decorrem, simultâneas,
A saúde das forças subterrâneas
E a morbidez dos seres ilusórios!

Pairando acima dos mundanos tetos,
Não conheço o acidente da Senectus
— Esta universitária sanguessuga
Que produz, sem dispêndio algum de vírus,
O amarelecimento do papirus
E a miséria anatômica da ruga!

Na existência social, possuo uma arma
— O metafisicismo de Abidarma —
E trago, sem bramânicas tesouras,
Como um dorso de azêmola passiva,
A solidariedade subjetiva
De todas as espécies sofredoras.

Como um pouco de saliva quotidiana
Mostro meu nojo à Natureza Humana.
A podridão me serve de Evangelho...
Amo o esterco, os resíduos ruins dos quiosques
E o animal inferior que urra nos bosques
É com certeza meu irmão mais velho!

Tal qual quem para o próprio túmulo olha,
Amarguradamente se me antolha,
À luz do americano plenilúnio,
Na alma crepuscular de minha raça
Como uma vocação para a Desgraça
E um tropismo ancestral para o Infortúnio.

Aí vem sujo, a coçar chagas plebéias,
Trazendo no deserto das idéias
O desespero endêmico do inferno,
Com a cara hirta, tatuada de fuligens
Esse mineiro doido das origens,
Que se chama o Filósofo Moderno!

Quis compreender, quebrando estéreis normas,
A vida fenomênica das Formas,
Que, iguais a fogos passageiros, luzem.
E apenas encontrou na idéia gasta,
O horror dessa mecânica nefasta,
A que todas as cousas se reduzem!

E hão de achá-lo, amanhã, bestas agrestes,
Sobre a esteira sarcófaga das pestes
A mostrar, já nos últimos momentos,
Como quem se submete a uma charqueada,
Ao clarão tropical da luz danada,
espólio dos seus dedos peçonhentos.

Tal a finalidade dos estames!
Mas ele viverá, rotos os liames
Dessa estranguladora lei que aperta
Todos os agregados perecíveis,
Nas eterizações indefiníveis
Da energia intra-atômica liberta!

Será calor, causa úbiqua de gozo,
Raio X, magnetismo misterioso,
Quimiotaxia, ondulação aérea,
Fonte de repulsões e de prazeres,
Sonoridade potencial dos seres,
Estrangulada dentro da matéria!

E o que ele foi: clavículas, abdômen,
O coração, a boca, em síntese, o Homem,
— Engrenagem de vísceras vulgares —
Os dedos carregados de peçonha,
Tudo coube na lógica medonha
Dos apodrecimentos musculares!

A desarrumação dos intestinos
Assombra! Vede-a! Os vermes assassinos
Dentro daquela massa que o húmus come,
Numa glutoneria hedionda, brincam,
Como as cadelas que as dentuças trincam
No espasmo fisiológico da fome.

É uma trágica festa emocionante!
A bacteriologia inventariante
Toma conta do corpo que apodrece...
E até os membros da família engulham,
Vendo as larvas malignas que se embrulham
No cadáver malsão, fazendo um s.

E foi então para isto que esse doudo
Estragou o vibrátil plasma todo,
À guisa de um faquir, pelos cenóbios?!...
Num suicídio graduado, consumir-se,
E após tantas vigílias, reduzir-se
À herança miserável de micróbios!

Estoutro agora é o sátiro peralta
Que o sensualismo sodomista exalta,
Nutrindo sua infâmia a leite e a trigo...
Como que, em suas células vilíssimas,
Há estratificações requintadíssimas
De uma animalidade sem castigo.

Brancas bacantes bêbedas o beijam.
Suas artérias hírcicas latejam,
Sentindo o odor das carnações abstêmias,
E à noite, vai gozar, ébrio de vício,
No sombrio bazar do meretrício,
O cuspo afrodisíaco das fêmeas.

No horror de sua anômala nevrose,
Toda a sensualidade da simbiose,
Uivando, à noite, em lúbricos arroubos,
Como no babilônico sansara,
Lembra a fome incoercível que escancara
A mucosa carnívora dos lobos.

Sôfrego, o monstro as vítimas aguarda.
Negra paixão congênita, bastarda,
Do seu zooplasma ofídico resulta...
E explode, igual à luz que o ar acomete,
Com a veemência mavórtica do ariete
E os arremessos de uma catapulta.

Mas muitas vezes, quando a noite avança,
Hirto, observa através a tênue trança
Dos filamentos fluídicos de um halo
A destra descarnada de um duende,
Que, tateando nas tênebras, se estende
Dentro da noite má, para agarrá-lo!

Cresce-lhe a intracefálica tortura,
E de su'alma na caverna escura,
Fazendo ultra-epilépticos esforços,
Acorda, com os candieiros apagados,
Numa coreografia de danados,
A família alarmada dos remorsos.

É o despertar de um povo subterrâneo!
É a fauna cavernícola do crânio
— Macbeths da patológica vigília,
Mostrando, em rembrandtescas telas várias,
As incestuosidades sanguinárias
Que ele tem praticado na família.

As alucinações tácteis pululam.
Sente que megatérios o estrangulam...
A asa negra das moscas o horroriza;
E autopsiando a amaríssirna existência
Encontra um cancro assíduo na consciência
E três manchas de sangue na camisa!

Míngua-se o combustível da lanterna
E a consciência do sátiro se inferna,
Reconhecendo, bêbedo de sono,
Na própria ânsia dionísica do gozo,
Essa necessidade de horroroso,
Que é talvez propriedade do carbono!

Ah! Dentro de toda a alma existe a prova
De que a dor como um dartro se renova,
Quando o prazer barbaramente a ataca...
Assim também, observa a ciência crua,
Dentro da elipse ignívoma da lua
A realidade de uma esfera opaca.

Somente a Arte, esculpindo a humana mágoa,
Abranda as rochas rígidas, torna água
Todo o fogo telúrico profundo
E reduz, sem que, entanto, a desintegre,
Á condição de uma planície alegre,
A aspereza orográfica do mundo!

Provo desta maneira ao mundo odiento
Pelas grandes razões do sentimento,
Sem os métodos da abstrusa ciência fria
E os trovões gritadores da dialética,
Que a mais alta expressão da dor estética
Consiste essencialmente na alegria.

Continua o martírio das criaturas:
— O homicídio nas vielas mais escuras,
— O ferido que a hostil gleba atra escarva,
— O último solilóquio dos suicidas —
E eu sinto a dor de todas essas vidas
Em minha vida anônima de larva!"

Disse isto a Sombra. E, ouvindo estes vocábulos,
Da luz da lua aos pálidos venábulos,
Na ânsia de um nervosíssimo entusiasmo,
julgava ouvir monótonas corujas,
Executando, entre caveiras sujas,
A orquestra arrepiadora do sarcasmo!

Era a elegia panteísta do Universo,
Na podridão do sangue humano imerso,
Prostituído talvez, em suas bases...
Era a canção da Natureza exausta,
Chorando e rindo na ironia infausta
Da incoerência infernal daquelas frases.

E o turbilhão de tais fonemas acres
Trovejando grandíloquos massacres,
Há-de ferir-me as auditivas portas,
Até que minha efêmera cabeça
Reverta à quietação da treva espessa
E à palidez das fotosferas mortas!

Augusto dos Anjos
ANJOS, A. Eu e Outras Poesias. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1998.

"Há um cansaço da inteligência abstrata, e é o mais horroroso dos cansaços. Não pesa como o cansaço do corpo, nem inquieta como o cansaço do conhecimento e da emoção. É um peso da consciência do mundo, um não poder respirar da alma”.

( Bernardo Soares [Semi-heterônimo de Fernando Pessoa]).

⁠Todos os dias quando acordo o primeiro pensamento é vc, a primeira saudade é de vc, a vontade de estar junto é de vc...
O sorriso que sinto falta é o seu...
O beijo que eu quero é o seu, o abraço que tenho vontade é o seu, o cheiro que eu queria sentir é o seu, os olhos que eu queria olhar é o seu, a voz que eu queria ouvir de bom dia é a sua!
Vc é a primeira vontade do meu dia e a última, porque o corpo que eu queria que estivesse aí meu lado me aquecendo é o seu...
Os carinhos, os beijos, os olhares, as risadas, os toques, a pele, o cheiro que me faz bem, vem de vc....
Meu dia, minha noite, meus pensamentos são teus...
Amo amar vc!

FELIZ PÁSCOA ...DESEJO DOS MÉDICOS.

Nas horas "mortas" da madrugada, enquanto a imensa maioria dos cidadãos usufrui de seu merecido repouso, alguns velam a madrugada, num combate feroz contra a dor, a morte e o sofrimento.

Em meio a gemidos, reclamos, desespero e agonia, exercitamos o duro ofício de oferecer remédio, alívio, resgate e, quando necessário, consolo.

Pagamos um preço elevado: envelhecemos mais cedo, nosso sono é desregulado, a alimentação desregrada, o estresse elevado. Nossas familias se privam de nossas presenças, nossas camas ficam vazias. Ostentamos elevados índices de distúrbios orgânicos e emocionais pelo rigor de nossas batalhas.

Mas escolhemos este caminho por amor à vida. Sabíamos que seria difícil e desgastante. E, embora alguns destoem de nossos ideais e nos envergonhem com suas posturas e condutas, a esmagadora maioria luta suas pelejas com devoção e dignidade.

Embora soubéssemos que seria um árduo caminho, não tínhamos consciência plena de que também sofreríamos com a incompreensão e ingratidão de muitos, e tampouco poderíamos, nem em nossos piores pesadelos de jovens idealistas, imaginar que seríamos alvos preferenciais de uma terrível campanha ideologicamente concebida e orquestrada, com o único objetivo de nos desmoralizar e demonizar frente àqueles que precisam de nosso trabalho.

Mas continuamos, apesar de tudo, acreditando na importância e beleza de nosso ofício, e vencendo a maioria das batalhas contra as doenças e as mortes evitaveis. E continuaremos a nos emocionar com uma vida salva, uma dor aplacada ou mesmo com a dor da perda por parte de um completo estranho.

Continuaremos, todos os dias e o dia todo, em prontidão para combates que nunca são simulados, e faremos o melhor que pudermos.

Não, não somos nem deuses e nem semi-deuses. Somos pais, mães, filhos e filhas, cidadãos, gente, seres humanos. Precisamos de descanso, de compreensão, de apoio. Precisamos de dignidade para trabalhar com a plenitude de nossas capacidades. Podemos errar, mas nunca por ser esta nossa intenção, mas porque nosso trabalho nos dá, às vezes, uma janela de poucos minutos ou mesmo segundos para tomar decisões gravíssimas.

E, quando ouvimos um agradecimento ou um gesto de reconhecimento, cada vez mais raros nestes dias de valores corrompidos e distorcidos, sentimos que tudo valeu a pena.


FELIZ PÁSCOA!!!!
Assinado : Médicos

“ Vai... não olhe para trás
Para frente aprecia-se a vida
Prossiga quem você foi não
Ficou no passado não importa mais.
Siga as setas da sua intuição
De um chega pra lá na solidão
Vai... em busca do que te dá sentido.
Permita-se os desencontros e os
Encontros com os outros e consigo
Tome as rédeas do seu coração.“

Viviane Andrade

Eu amo:
Deus. Família. Vida. Livros. Ideias. Chocolate. Novidades. Música. Dança. Amigos. Sol. Estrelas. Primavera. Flores. Pássaros. Balé. Inspirações. Sorrisos. Amanhãs. Sonhos. Chocolate quente. Deus. Conversas. Internet. Perfume. Blog. Começos. Violão. Amor. Piquenique. Pipas. Filmes. Adrenalina. Romances. Tulipas. Margaridas. Cartas. Abraços. Esperanças. Cores. Deus. Sertanejo. Pop. Temperos. Campo. Festas. Família. Amigos. Chuvas de verão. Vento. Companhia. Alegrias. Xadrez. Crianças. Sentimentos. Barcos. Viagens. Europa. Pêssegos. Paz. Dança. Tulipas. Branco. Preto. Rosa. Lágrimas. Amoras. Céu. Delicadezas. Intensidade. Doces. Diferenças. Proximidades. Verdade. Passos. Casa. Aconchego. Silêncio. Coragem...

Nunca brinque com os sentimentos de uma pessoa, de forma alguma!
Você não têm ideia de quantas vezes ela teve que se erguer, nesta guerra chamada vida, para se manter firme e seguir em frente, lutando pela própria vida.
Machucar o sentimento das pessoas, simplesmente por diversão, é a pior agressão que se pode praticar.
Lembre-se. o mal que praticas hoje pode voltar contra ti amanhã.
Ainda existe a Lei do Retorno e será cobrado em triplo!

O REI E O LOBO

Certo rei decidiu domesticar um lobo e transformá-lo em um cão dócil. Seu desejo baseava-se na ignorância e na ânsia de que os outros aprovassem e admirassem sua atitude, o que é causa freqüente de muitos problemas neste mundo. Fez com que tirassem de uma loba um dos seus filhotes recém-nascidos, e que fosse criado entre cães domésticos.
Quando o filhote de lobo cresceu, foi levado diante do rei e durante vários dias se comportou exatamente como um cão.
As pessoas que viam esse fato assombroso ficavam maravilhadas e pensavam que o rei era extraordinário.
Agindo de acordo com essa crença, fizeram do rei seu conselheiro em todas as coisas e lhe atribuíam grandes poderes. O próprio rei acreditou que o que acontecera era quase um milagre. Um dia, quando estava caçando, o rei ouviu uma matilha de lobos que se aproximava. Quando os animais chegaram perto, o lobo doméstico deu um salto, mostrou as presas e correu para lhes dar as boas vindas.
Em poucos segundos desapareceu, de volta aos seus companheiros naturais.
Esta é a origem do provérbio: "Um filhote de lobo será sempre lobo, ainda que criado entre os filhos do homem".
Durante milhares de anos, as pessoas acreditaram que se podia mudar os homens impondo-lhes padrões por meio de hábitos e exortações, convencidas de que isto produziria neles uma diferença ou uma mudança verdadeira. No entanto, quando certos fatos ocorrem, o "lobismo" se reafirma. As únicas pessoas nas quais isto não acontecerá são aquelas que são tão débeis que podem ser treinadas e aquelas nas quais uma mudança fundamental se realizou.

Alma pura,
Brilhante,
Aos olhos cintilantes
Coração que fala a linguagem do amor.

Vida que flui
Na desfassatez
Na leveza
Da cor...

Olhos que enxergam
o belo presente
Que a alma carrega por dentro.
A mais pura face do amor...

Liberdade que brota
Como borboletas

Que chamam teu nome
Voam e purificam o ar
E te dam um codinome.

" Pérola "
Sonho e imaginação
Poesia
Encanto
O perfume do coração.