Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo

Homem de atitude não é homem mandão,
nem tampouco homem estúpido.
Homem de verdade
não é simplesmente aquele que aparenta saber o que quer
ou em qual direção seguir.

Homem de atitude é aquele que apoia sua mulher,
que está do seu lado em todos os momentos,
e que posta-se diante de sua dama com espada
para defendê-la de todo e qualquer mal.

Homem de verdade não corre, nem engana.
Não é covarde: ele ama...

Homem de verdade, ora, pois,
não demonstra que é homem dando uma de machão,
nem muito menos exibindo um verniz
de segurança e virilidade em pequenas ações do dia-a-dia,
mas que na hora do vamos ver
simplesmente some.

Homem de verdade não some.

E se as pequenas atitudes
não encontram reflexo nos momentos importantes,
então elas não valem mais,
ficam sendo apenas pequenas mesmo.

Você é linda, sim, descabelada e até mesmo sem maquiagem. De salto alto ou havaianas.
É linda porque o seu sorriso não foi maquiado, a sua doçura não foi comprada e a sua paz é tão luz que resplandece aos demais. Você é especial, bem assim, do jeitinho que está, tão somente porque é obra-prima do Criador.

Descanse somente em Deus, ó minha alma; dele vem a minha esperança.
Somente ele é a rocha que me salva; ele é a minha torre alta! Não serei abalado!
A minha salvação e a minha honra de Deus dependem; ele é a minha rocha firme, o meu refúgio.
Confiem nele em todos os momentos, ó povo; derramem diante dele o coração, pois ele é o nosso refúgio

Salmos 62:5-8

Bom dia, meu amor!
Como você está se sentindo hoje?
Eu tive um pesadelo esta noite, que você me deixava...
Acordei naquela angústia e demorou para voltar ao mundo real, mas voltei!
Ainda bem que não passou de um sonho ruim.
Então posso te pedir uma coisa?
Me deixe te amar cada dia mais, com mais intensidade, com mais ternura, com mais vontade.
Que possamos viver toda essa magia do amor como uma alma que encontrou sua metade, como o luar toca a face do mar, como a flor recebendo o calor do sol.
Me permita ser melhor pra viver esse amor, não me arrepender de nada, sonhar com seu sorriso e acordar com ele.
Me abrace, me beije, vamos ser um só, de corpo e alma, como duas pessoas que anseiam por serem amados.
Eu te amo de verdade, te amo como acontece nos contos de fada, um amor que supera dificuldades, distâncias, enfrenta obstáculos só pelo prazer de estar do seu lado em breve.
Me deixe ser como criança que acredita inocentemente, me deixe te amar com o meu amor.
Porque encontrei você ou porque você me encontrou já não sei, só sei que estamos aqui, juntos, pra viver a cada dia como se fosse o 1º.
Da maneira mais simples, singela...
Eu amo você.
Tenha um excelente dia, meu amor.

A porta

Eu sou feita de madeira
Madeira, matéria morta
Mas não há coisa no mundo
Mais viva do que uma porta.

Eu abro devagarinho
Pra passar o menininho
Eu abro bem com cuidado
Pra passar o namorado
Eu abro bem prazenteira
Pra passar a cozinheira
Eu abro de supetão
Pra passar o capitão.

Só não abro pra essa gente
Que diz (a mim bem me importa...)
Que se uma pessoa é burra
É burra como uma porta.

Eu sou muito inteligente!

Eu fecho a frente da casa
Fecho a frente do quartel
Fecho tudo nesse mundo
Só vivo aberta no céu!

Vinicius de Moraes
A arca de Noé (1970).

Individualidade e Individualismo.

Há uma grande diferença entre o individualismo e a individualidade. O individualismo é uma característica doentia da personalidade, ancorada na incapacidade de aprender com os outros, na carência de solidariedade, no desejo de atender em primeiro, segundo e terceiro lugar aos próprios interesses. Em último lugar ficam as necessidades dos outros.

A individualidade, por sua vez, é ancorada na segurança, na determinação, na capacidade de escolha. É, portanto, uma característica muito saudável da personalidade. Infelizmente, desenvolvemos frequentemente o individualismo, e não a individualidade.

Augusto Cury
Livro: Nunca Desista De Seus Sonhos

Sentes, Pensas e Sabes que Pensas e Sentes

Dizes-me: tu és mais alguma cousa
Que uma pedra ou uma planta.
Dizes-me: sentes, pensas e sabes
Que pensas e sentes.
Então as pedras escrevem versos?
Então as plantas têm idéias sobre o mundo?

Sim: há diferença.
Mas não é a diferença que encontras;
Porque o ter consciência não me obriga a ter teorias sobre as cousas:
Só me obriga a ser consciente.

Se sou mais que uma pedra ou uma planta? Não sei.
Sou diferente. Não sei o que é mais ou menos.

Ter consciência é mais que ter cor?
Pode ser e pode não ser.
Sei que é diferente apenas.
Ninguém pode provar que é mais que só diferente.

Sei que a pedra é a real, e que a planta existe.
Sei isto porque elas existem.
Sei isto porque os meus sentidos mo mostram.
Sei que sou real também.
Sei isto porque os meus sentidos mo mostram,
Embora com menos clareza que me mostram a pedra e a planta.
Não sei mais nada.

Sim, escrevo versos, e a pedra não escreve versos.
Sim, faço idéias sobre o mundo, e a planta nenhumas.
Mas é que as pedras não são poetas, são pedras;
E as plantas são plantas só, e não pensadores.
Tanto posso dizer que sou superior a elas por isto,

Como que sou inferior.
Mas não digo isso: digo da pedra, "é uma pedra",
Digo da planta, "é uma planta",
Digo de mim, "sou eu".
E não digo mais nada. Que mais há a dizer?

(Heterônimo de Fernando Pessoa)

Alberto Caeiro
Poemas Inconjuntos

- "Eu me comprometo a ajudá-lo a amar a vida, a sempre abraçá-lo com ternura, e ter a paciência que o amor exige. Para falar quando palavras forem necessárias, e compartilhar o silêncio quando não forem. E viver no calor do seu coração, e sempre chamar de lar."

- "Eu me comprometo a amá-la seriamente, em todas suas formas. Agora e para sempre. Prometo que nunca vou esquecer que esse é um amor para toda a vida. E sempre sabendo na parte mais profunda da minha alma, que não importa que desafios venham a nos separar, sempre encontraremos um caminho de volta para o outro."

⁠Vivo, morta.
Sempre me perdendo e me reencontrando.
Sigo pelos versos de minha alma que canta, clama e abandona meu corpo todas as noites.
Sonho, viva.
Como se não houvesse mais nada a fazer aqui,
A alma sai com o vento
Voa no universo
Sorri, se alegra, reencontra amores
Reencontra os mortos, destrói as dores.
Sonho, viva.
Enfim volta, se ajeita, acelera meu ritmo cardíaco e me acorda.
Novamente,
Vivo, morta.

- Busco um homem honesto.
- Elogiar a si mesmo desagrada a todos.
- O amor é uma ocupação de quem não tem o que fazer.
- O insulto ofende a quem o faz e não a quem o recebe.
- A sabedoria serve para reprimir os jovens, para consolar os velhos, para enriquecer os pobres e para enfeitar os ricos.
- A liberdade para falar é a coisa mais bela para um homem.
- Um filósofo só serve para machucar os sentimentos de alguém.
- O tempo é o espelho da eternidade.
- Sou uma criatura do mundo.

Enquanto isso...

Fique em constante oração, não deixe que a dúvida abale sua fé. Se você orou, acredite na sua oração! Eu sei que não deve está sendo fácil, mas reclamar não vai mudar nada. Às vezes, perdemos as bênçãos por não confiar em Deus; Jesus disse: "no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo." João 16:33. Ter bom ânimo é acreditar que por mais difícil que seja, há um Deus no controle de tudo, e por você Ele trabalha; essa luta vai passar, e o milagre vai acontecer. Creia!

Pai que troca as fraldas do filho.
Pai que da mamadeira.
Pai que mostra o filho com orgulho.
Pai que ensina.
Pai que abraça.
Pai que beija o filho barbado.
Pai que acha que a filha ainda é pequena.
Pai que chora e se orgulha dos filhos.
Pai que diz que ama os filhos.
Pai que dá colo aos filhos adultos.
À todo tipo de pai:
FELIZ DIA DOS PAIS!

Depois de inventados todos os melhores e mais românticos poemas... Cabe a mim agora, demonstrar meu amor, atravez de palavras, amadoras e humildes...
Tentar provar que, todos os poemas já inventados, todas as melodias ja soadas, não chagarão perto do sentimento que se abriga no meu coração.
Sinto-me capaz, meu amor, de cantar, dançar, até mesmo de aprender a voar para escrever nas nuvens a nossa história.
Queria poder resumir aos poucos, como é intenso e subliminar este sentimento, que como um raio, tomou conta de todos o meu ser.
Mas como já dito de inicio,
Fora sim, ja declamadas, as mais belas poesias, e ouvidas as mais perfeitas melodias compostas por corações apaixonados...
Mas agora meu amor, faltam-me as palavras...
Peço-lhe desculpas, por mais uma vez, ter que ficar no repetido EU TE AMO...
Pois não tenho eu a capacidade, de inventar novas palavras...
Mas nossa história será,,, o mais novo e romantico poema, recitado ao tom da música mais linda, cujas notas representam todos os momentos e conquistas do nosso amor....
Ao meu amado Ricardo Ribeiro...

O que é o homem? Um vaso que pode quebrar-se ao menor abalo, ao menor movimento. Não é necessária uma grande tempestade para que se destrua; bata onde bater, se dissolverá. O que é o homem? Um corpo débil e frágil, desnudo, indefeso por sua própria natureza, que tem necessidade do auxílio alheio, exposto a todos os danos do destino; um corpo que quando exerceu bem os seus músculos, é pasto de qualquer fera, é vitima de qualquer uma; composto de matéria inconsistente e mole e brilhante somente nas suas feições exteriores; incapaz de suportar o frio, o calor, a fadiga e, por outro lado, destinado à desagregação pela inércia da ociosidade; um corpo preocupado com seus alimentos, por cuja carência ora se enfraquece, por cujo excesso ora se rompe; um corpo angustiado e inquieto por sua conservação, provido de uma respiração precária e pouco firme, a qual um forte ruído repentino perturba; um corpo que é fonte doentia e inútil, de contínuo perigo para si mesmo. Admiramo-nos da morte neste corpo, a qual não precisa senão de um suspiro? Acaso é necessário muito esforço para que venha sucumbir? Um odor, um
sabor, um cansaço, uma vigília, um humor, um alimento e aquelas coisas sem as quais não pode viver, lhe são mortais; para onde quer
que se mova, tem imediatamente consciência de sua fraqueza; incapaz de suportar qualquer clima, torna-se doente pela troca das águas, pelo sopro de ar não familiar e por incidentes e danos de mínima importância; um ser precário, doentio, tendo começado a vida pelo choro.

(Consolação a Márcia, XI, 2-4)

Quando te conheci

Quando te conheci me senti como uma menina
eufórica, feliz, ansiosa
meu sangue borbulhava de tanta felicidade
Quando te conheci, senti a sua alma tocar a minha
senti quando suas palavras me faziam delirar
Quando te conheci, descobri em mim um novo ser
descobri que eu podia brilhar mais que as estrelas
quando te conheci, tudo virou mágico
foram momentos de magia e emoção
Mas quando fui te conhecendo, percebi
que te queria mais do que podia
pois meus dias se tornavam incompletos sem você
descobri que quanto mais te conhecia
mais e mais te amava
e hoje posso dizer com todas as palavras
me sinto um ser incompleto sem você!

Se não conseguis agradar teu amor, então olhe nos olhos dele e diz:
-Não vou desistir de você mesmo com as tempestades, com os nevoeiros, e mesmo com a segueira que as vezes deixam os homens cegos para o amor. Sabe por que? Porque eu te amo mesmo assim, e quem sabe um dia darei meus olhos para você enxergar o que não queres ver. Pois dizem que o amor é cego, mas nunca ouvir dizer que ele se faz de cego!

"Eu arrisco. Sou ousada. Dou minha cara à tapa. Sou menina. Sou mulher. Faço o que bem quiser. Choro, mas também dou gargalhada. Sou taxada de metida. Mas também sou querida. Mas nunca me dou por vencida. Posso ser tudo. E posso ser nada. Depende o caminho na estrada. Sou loucura e razão num destino sem noção.
O que faço aqui então? Pois é, é tudo que eu queria saber, mas nem você tem a resposta pra me dizer. Sigo em frente sem nada a perder. Tento me desprender em fragmentos de palavras num rebuliço.O que é isso? Parece uma convulsão uma rebeldia de letras desconexas dentro do meu ser mas que eu precisava escrever.

PERNAS PRA QUE TE QUERO

(Cântico)

Pernas, pra que te quero?
Velozes, inquietas, entrelaçadas;
Presas a mim, abertas - descobertas.
Cruzadas - Ah, nó sem fim....

Brancas, vermelhas - Floridas com curvas.
Torneadas, desmaiadas - sobre a cama.
Enforcam-me, mordo, tiro o laço,
Escorrego, abraço - mergulho no abismo.

Sanha a boca, abrocham os lábios.
Desabrocha a fenda, floresce; adormece,
Arrepia os espinhos, fere-me o peito.
Devoro caminhos, me perco nas coxas.

Me encontro, na fonte da vida,
Entrando e saindo; salivando palavras.
Murmuro desejos, doces desejos!
Azedam os beijos agridoce sabor.

Da gruta à floresta, bosque sombrio,
Denso nevoeiro: noturnos silêncios,
Doloridas saudades. Orvalhadas contínuas,
Jorram - luminosas tempestades!

(Lamento)

Pernas, pra que te quero?
Trêmulas, frias e assombrosas.
Se não, para fugir do mundo!

Pernas, assim me perco. Morro!
Fecha-se o cerco, murcham os lírios,
Feneço nos campos...

Pernas, abram-se a mim, perto do fim.
Ainda não acabei. Pernas, escorrem de ti
O sol das manhãs, tardes afins.

Pernas, este canto se encerra,
Com versos floridos, umedecidos,
Por nectários desejos....

⁠Fujo do Amor (mas ainda espero por ele)

Eu fujo do amor.
E não é porque não acredito.
É porque, quando ele chega, eu tremo.
Tremo porque já acreditei antes…
E fiquei com as mãos cheias de nada.

Eu fujo do amor porque ele sabe entrar,
mas nem sempre sabe ficar.
E eu tenho medo.
Medo de ser mais uma vez abrigo temporário.
De ser casa que acolhe e depois vira lembrança.

Mas eu também quero.
Quero esse amor que não chega gritando,
mas se aproxima devagar e fica.
Que entende o meu silêncio.
Que não me cobra ser forte o tempo inteiro.

Fujo…
mas se me olham com verdade,
se me tocam com cuidado,
eu desarmo.
Porque, no fundo, eu ainda espero.

Espero por alguém que venha com presença,
com firmeza no gesto e leveza no olhar.
Que me beije como quem tem tempo.
Que me deseje, mas também me cuide.
Que não corra quando me encontrar vulnerável.

Então sim, eu fujo.
Mas se for amor de verdade…
pode vir atrás de mim devagar.
Pode me alcançar.
Pode me mostrar que amar não é sempre perder.
E que, dessa vez,
eu não vou precisar me despedir de novo.

⁠O que Me Move

Depois de falar sobre o olhar que me define, venho agora compartilhar um pouco mais sobre o que realmente me move.

Meu olhar sempre foi um caminho para além do óbvio. Não vejo apenas o instante, mas o que ele carrega. Cada imagem que registro e cada palavra que escrevo são fragmentos de tempo que se recusam a ser esquecidos. Gosto de capturar o que pulsa, o que sussurra histórias na sutileza dos detalhes.

Minha fotografia não é apenas sobre o que está diante de mim, mas sobre o que ecoa dentro. Busco o que resiste ao tempo, o que guarda essência, o que conecta. Escrevo para dar voz ao que se esconde nas entrelinhas, para transformar sensações em palavras que acolhem e despertam.

Mais do que um ofício, meu trabalho é um reflexo de quem sou. Um convite para ver com mais sensibilidade, sentir com mais verdade e reconhecer, na imagem e na palavra, um pedaço de si.

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