Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo
Numa análise do meu ponto de vista humanitário - ou aquele cujo eu não possuo - existe dois tipos de pessoas no mundo: as que nasceram para serem lógicas e as que nasceram para serem emotivas.
As lógicas são calculistas, não dão um passo sem saber aonde é que ele vai dar; pessoas que trabalham baseadas em consequências, em regras, na razão.
Já as emotivas agem por impulso, com o coração e por amor. Estão pouco se lixando para consequências, dor ou regras, elas fazem.
Bem, eu, na minha humilde opinião prefiro as insanas.
Aquelas que conseguem ver um pouco de amor na lógica e - acredite - um pouco de lógica no amor! Que conseguem ser calculistas perante regras do coração e conseguem ajustar razão ao impulso.
Essas são aquelas por quem você normalmente se apaixona porque, cá entre nós, tem coisa mais deliciosa do que alguém que consegue achar no amor um bocado de lógica?
Tem dias que queremos ficar sozinhos. Queremos ouvir apenas o bater do nosso coração. Sonhar acordado. Precisamos do silencio absoluto, o silencio da morte. Morte das palavras, de todas as pessoas, das brigas, de tudo. Barulhos dos carros, gente falando ao mesmo tempo. Isso mata as vezes. Agora quem tem que morrer um pouco são eles.
Precisamos ouvir mais os cantos dos pássaros. Os rangidos das arvores, vento levando as folhas caídas, e as que estão caindo.
O barulho do Sol refletido em um a janela. O som que ele faz quando esta indo dormir.
A musica da dança do calor do fim da tarde com o frio do começo da noite.
Precisamos prestar mais atenção nesses sons. São eles que nos fazem meditar, sem ao menos saber.
Essa vida me parece um caos...
Não me encontro em canto algum, perdido e sem sentido.
O olhar da minha mãe de tristeza não me deixa triste, ele simplesmente não me deixa mais. Onde quer que eu vá levo comigo pensamentos negativistas que me impulsionam a ter um péssimo dia e apesar de saber, não consigo fugir me esconder ou simplesmente encará-los e assim, a cada dia me entrego a essa vida que tenho construído e imagino com mais tristeza o que eu vou colher disso tudo ? Tenho medo do desconhecido como nunca tive, esse medo do novo me assombra, é triste olhar pra trás e assumir que hoje eu sou um covarde, mas é importante assumir certas coisas pra si mesmo, pois só assim poderei acertar o que está errado em mim, acerta o que não gosto em mim. Tenho plena consciência de que sou um SER HUMANO, alguém que intende seus limites e suas fraquezas apesar de não conhecer todos os meus defeitos, preciso aceitar e obter plena consciência dos erros cometidos e, força minha mente a guarda-los em uma “zona segura” para não se esquecer de quem eu fui, quem eu sou agora e de quem quero ser no futuro, Não se esquecer da minha personalidade, do meu caráter, minha honra, meu amor, compaixão, não posso esquecer que sou uma boa pessoa, que sou uma Ótima pessoa! Que tem suas fraquezas, mas também tem suas virtudes, aliás, sempre digo que se conhecesse alguém como eu, casaria com ela, pena que não é tão fácil assim conhecer alguém, eu mesmo não me conheço, talvez por nunca pensar tanto e por tanto tempo em mim. O mundo em que vivo não tem mais aquele belo arco íris, nem sol, nem aquela velha chuva do "casamento da raposa", que tanto admirava, meu mundo é escuro, solitário e mesmo assim cheio de gente, em breves momentos sinto uma leve brisa batendo em meu corpo, o frio me avisa que ainda existe vida correndo por aqui, que não estou completamente sozinho nesse mundo complicado, pois, todos à minha volta não me entendem, alguns chegaram perto de entender, até ficaram perto o suficiente para conviver comigo para tentar me conhecer, me entender, mas poucos são os que mergulham fundo para dentro do ”eu” e muito menos os que mergulham para dentro do “nós” e no geral as pessoas me enjoam facilmente, poucas são as que me levam em um papo legal e descontraído, poucos são os que gostam de debater ideias e ideais. Enquanto não compreendo o que se passa dentro de mim eu sigo sorrindo, dizem que sorrir é o melhor remédio eu continuo sorrindo, mesmo que tudo que eu mais queira seja gritar à minha dor para que todos escutem, mesmo que tudo que eu queira seja um rio de lágrimas, ou mesmo que eu não saiba o que eu quero,
Um sonho ?
É o que eu preciso pra sair daqui ?
Eu já tive um sonho importante!
Eu já tive planos!
Eu já caí!
Ainda não levantei!
Não quero mais ficar aqui, assim, sozinho !
lc
Eu estava a sós com meus atos, e me incumbi ao fato de enfrentar meus demônios, uma guerra fria, onde o campo de batalha era minha mente, fluidos de uma boa vodka, embalados pelas canções de Van Morrison. Eu precisava de um tempo de todo o resto, e pretendo sempre me permitir a enfrentar adversário tão digno que me mostrou verdades de uma ótica singular, natural de um verdadeiro virginiano. Privou-me de meias verdades, me libertou de palavras doces mostrando-me que só acerta aquele que suporta o medo de errar.
Em visitas a situações oportunas, na busca da definição de uma personalidade, no questionamento do caráter, na diferenciação entre sentimento e razão, me vi nu frente ao coletivo, pois me comparando ao melhor que posso ser, me ridicularizei, mesmo diante a tantas conquistas, tantas vitórias, me sinto pouco, feliz com o que sou, triste com o que demonstro ser, e infeliz com o que esperam de mim.
E ao final dessa valiosa garrafa, e não estou me referindo ao seu preço, nem tão pouco sua extinção, mas o fim da pecúnia que nesta noite me incorria, as conclusões voltavam a não ser tão conclusivas, a expectativa pelo incerto, inesperado e desconhecido voltara a alimentar minha mente, mesmo não gostando de depositar minha felicidade na projeção de algo ou alguém que nem sei se existe, ou se um dia vou ter chance de conhecer ou de identificá-la. Mas o que é a felicidade se não a esperança, o sonho existente no curto espaço de tempo entre o passado, futuro e o presente.
Cumplicidade, ato de lealdade que na angustia se arremate.
Só de pensar excita, o aroma inebria, a cor seduz, o sabor vicia.
A intensão que não parte, a razão que faz arte à menção que invade.
Loucura sem fonte, Culpa sem crime, assim se imprime em nossas mentes.
Mimo, iguaria, fortes misturas que deliciam em risco quem tente.
Presente, de presente, sempre presente!
Frio ou quente!
CHOCOLATE
Sim...
Enquanto isso!
Invadir mundos
Com o conhecimento
E semeá-los em uma nova atmosfera.
Aguardar os resultados
Catalogá-los...
Já não lembro,
O por quê.
Enquanto isso...
Toma a minha voz e com ela anestesia tua alma,
Liberte-a dos medos, permita-lhe os sonhos e as fantasias.
Leva minha força
e a traduza nas composições que Orfeu rabiscou
no decalque da minha angustia e na suplica do meu querer.
Sim...
Será?
Um canto, não um canto qualquer, mas um canto perfeito, canto de jeito, canto de um certo lugar.
Beleza que inspira acústica que faz planejar.
Luz que inspira o compor que faz o cantar.
Um canto, não um canto qualquer, mas um canto perfeito, canto de jeito, canto de um certo lugar.
Sabor que queima a garganta e suaviza a alma no querer estar.
.Aroma que confunde o ar que faz desejar.
Um canto, não um canto qualquer, mas um canto perfeito, canto de jeito, canto de um certo lugar.
Estórias, poemas, temas de eternizar, canções de infinita leveza, num canto, numa sala SEM estar.
Melodia sentida em um canto e, ouvida no canto de quem sabe cantar,
Um canto, não um canto qualquer, mas um canto perfeito, canto de jeito, canto de um certo lugar.
Pressentida por quem o canto é vida, mas esta mesma vida não permitiu participar.
Sim...
Quanto você vale?
"Peça para um publicitário descrever um botão de camisa, você ficará deslumbrado com tantas funcionalidades que ele vai achar para o botão e vai até mudar o seu conceito sobre o “pobre” botãozinho.
Peça para uma pessoa apaixonada descrever a pessoa amada, aquela pessoa bem “feiazinha” que você conhece desde a infância e vai até pensar que ele está falando de outra pessoa.
O apaixonado enche a descrição de delicadezas, doçura e gentilezas, transformando a fera em bela em instantes.
Peça para o poeta descrever o sol e a lua, e você vai se encantar pelos poderes apaixonantes da lua, pela beleza do sol que irradia seus raios como se fossem gotas do milagre
divino no arrebalde da tarde quente onde o amor convida os apaixonados para viver a vida intensamente…
Peça para um economista falar da economia mundial e tome uma lição de números e mercados, bolsas e câmbios oscilantes, inflação e mercados emergentes, e se não sair de perto, vai acreditar que em breve teremos a maior recessão da história e que a China é o melhor lugar do mundo para se viver.
Agora, peça para uma pessoa desanimada ou depressiva falar da vida, do sol, da lua, dos botões, das rosas e do amor para você ver.
Pegue um banquinho e um lenço e sente-se para chorar. É só reclamação, frustração, dores, misérias e desconfiança geral.
Você sente a energia te contaminando, vai fazendo mal, vai te deixando sem forças, porque os desanimados, os reclamões e depressivos tem o poder “vampiresco” de sugar energias do bem e transformar em medo, e o medo paralisa as pessoas de tal forma que fica difícil até o mais simples pensar.
E você?
Como é que você descreve a sua vida?
Quem é você para você mesmo?
Como seria um comercial da sua vida?
Como você venderia o produto “você”?
Você é barato, tem custo acessível ou é daquelas figuras caras,daquelas que não tem tempo para perder com a tristeza e com o passado?
Você tem 1001 utilidades?
Alias, você vive em que século mesmo?
São os teus olhos que refletem o que vai na sua alma, e o que vai na sua alma se reflete na qualidade de vida que você leva.
É o seu trabalho que representa o seu talento, ou não.
Por isso, não tem outro jeito, seja o melhor divulgador de você mesmo, valorize-se, esteja sempre pronto para dar o seu melhor, com seu melhor sorriso, com sua melhor roupa,
com seu melhor sentimento, com suas melhores intenções, com sua gentileza sempre pronta para entrar em ação.
Seja OMO, BRASTEMP, Lux de Luxo, e se for chocolate, que seja logo Godiva, belga e caro, porque gente especial igual a você não existe em nenhum mercado, e tem que valer sempre mais.
V A L O R I Z E – S E!, não importa o que você faz, importa sim como você faz, isso sim, faz toda a diferença."
Era um bando de sentimento
hoje é um bando de palavrão.
Era o espelho da beleza sincera
hoje são cacos, sem salvação...
Era linda a poesia
e a musica era de amor
a voz era suave, brilhava no fundo da alma
havia um forte calor
Porem da mao que dava carinho
Só me apontou o horror.
O ódio e sua sutil leveza,
de fazer tudo chegar a miseria,
Me golpeou o coração
deu um nó em minha traquéia.
A minha mao que precisava da tua
apenas acenou um dedo, o do meio
não disse mais nada, fui embora sem rodeios...
Eu sei que nosso amor é quase puro ódio
tão dificil de entender
e o que eu queria que fosse pra sempre um dia
hoje eu quero esquecer
que ironia da vida
ontem mesmo eu dizia que tudo que eu tinha era voce
e agora tenho que me levantar sozinha
e evitar minhas lagrimas
agora só me resta eu
mesmo assim
quero fingir que nao doeu
o que passou ja esta pra tras
agora eu nao quero á ninguem
por mim tanto faz
Ta machucado mais eu supero
vai demorar pra sarar
mas eu espero
nao ha nada na vida que o tempo nao possa curar
Logo eu encontro um novo motivo
pra um longo e sincero sorriso.
Passo agora da vida horas
Mirando a caixa de luzes
E contando letras pra extravasar
Vejo-me trincar a face ao mundo
Como uma barra de chocolate
E não sinto sabor algum que tem vida
Pois não se sente gosto com os olhos
É preciso apalpar junto ao rosto
Mastigar, engolir, deitar fora sobejos
Mas a hipnose da caixa de luzes
Faz-me acreditar que tenho o bastante
Que não vale a pena o risco de viver
Alem do meu gasto horizontes
Que morrer em cima do rastro
É uma dádiva imerecível
O anonimato é uma benção
E a dor incondicional a estrada
Lembro-me além da curva
Chame de medo ou covardia
Pois volto o rosto pra meus dedos
Condicionados a três letras
O mundo, a teia e a amplitude
Preso como mosca na rede
No epicentro do mundo
Nos espelhos que ocultam faces
Que a mascara me seja leve
Que vida me seja menos ríspida
SUBLIM-AÇÃO IMPRÓPRIA
Meu canto fica calado
No canto de uma casa,
Como peça de lego que não se casa,conforme as extremidades.
Que peça logo destino que me conforme,
Num momento do passado,
Em que foi passado a limpo toda minha verdade
Nas águas de um crisol ela nada,
Em meio ao fogo infinito de quase nada
Arde minha alma e não muda
No canto da casa, ela continua muda, calada.
A moça de cabelos azuis
Conte-me os teus segredos,
deixa eu te envolver num mundo de ilusão
em meio a culpa e o medo
deves resguardar em tudo teu coração.
Será que realmente eram lagrimas em seus olhos,
Que queria me encontrar só não podia ir
Se o que te prendia era somente o teu código,
sinceramente você não sabe mentir.
A Roda da Fortuna
Deixe-me sorrir
Do único motivo aparente
Esquecer-se de viver
Já foi um dia tão tedioso
Milhões de milhares de atalhos
No mesmo papel de parede
Perfeitas configurações
Interligadas pelo superflor
Como da vez que fatiguei
Tanto os meus pés ao ponto
De comprar uma carruagem
Para os que me rodeiam
E dormi com tantas mulheres
Que me minha luxuria
Causou desejo àquelas que nunca
Conheceram minha cama
E a tolice me engodou tanto
Que me tornei aquilo
Que todos odeiam
Mas com denodo defendem
Já foi um dia tão tedioso
Esquecer-se de viver
Do único motivo aparente
Deixe-me sorrir
DIVINA
Por quatro décadas
Esperou em frente à porta
Do que chamamos de vida
Até o dia que chegaria
Ainda vestida de branco
As rugas acentuavam teus sonhos
E eu sem definição
Poderia ser qualquer um
Na multidão dos astros
Pensavas tu que
O mais brilhante
Só poderia ser ofuscante eu
Os olhos, o engano
Eu estava chegando
A tua galáxia longe da porta
Minha luz por ti ainda não vista
E com toda pressa
Outro sol, cansada da espera
Embriagada pelos sonhos
Iludida escolheu
Já próxima à morte descobre o erro
Em orbita definida
Olhas para o céu e me ve
Brilhante a tua espera em meio ao breu
“Diário de um depressivo:
Diário de um depressivo: uma solidão profunda, ninguém se interessa por um individuo doente e por cimapsiquiátrico, somado a sensação de desgraça que se sente, minha cabeça parece que vai explodir, ainda dizem que sou normal... é duro, dá uma louca vontade de matar o ser interior que me atormenta dia e noite sem parar, a mente não para de trabalhar, não consigo dormir. Amanheci bem, fato raro nos últimos dias. Louvado seja a Deus!
Nunca gostei de solidão durante o dia mas adoro ficar sozinha no meu quarto durante a noite. Sempre gostei de barulho no café da manhã e de mesa cheia no horário do almoço mas trabalhar um pouco longe de casa me obrigou a almoçar sozinha no...s últimos tempos.
Minha sala de trabalho fica em um prédio comercial da rua mais movimentada do Juazeiro do Norte, e passo o dia todo praticamente trabalhando sozinha nessa sala, se eu abrir a porta vejo rostos conhecidos e faço isso umas 3 ou 4 vezes do dia, só pra me sentir menos sozinha mas quando olho pela janela, vejo um movimento infinito, um sobe e desce de rostos totalmente desconhecidos.
O restaurante que almoço fica quase em frente, um pouco a direita da minha janela, escolhi ele por ser perto, mas gostei também do clima familiar, ele parece a garagem de um velho sobrado com tinta verde "gasta" nas paredes mas a comida é boa e tem cajuína geladaaa na garrafa de vidro pra acompanhar.
Escolhi a primeira mesa do canto esquerdo pra ficar almoçando, todos os dias senta lá, uma moça simpática sempre diz o "prato do dia", eu escolho e eu peço a cajuína, no final ela sempre pergunta se quero café ou água, sempre sorrio e respondo que não, pago o mesmo valor todos os dias e vou embora.
Esporadicamente eu encontrava um senhor de uns 60 anos entrando quando eu ia saindo do restaurante e todos os dias ele dizia: -Calor grande hoje,né? - e eu sempre respondia(sorrindo): -Muito, aqui é o Juazeiro,né? - sempre o mesmo diálogo. Depois de algum tempo eu passei a encontrá-lo sentado em uma mesa sempre que eu chegava pra almoçar e não mais quando saia do restaurante e dias depois descobri que ele perguntou à "moça simpática que sempre diz o prato do dia" se eu costumava almoçar lá todos os dias e em que horário eu chegava sempre e ele começou a chegar mais cedo e almoçar na mesa vizinha.
Começamos a trocar algumas poucas palavras e em pouco tempo ele mudou-se para minha mesa, aquela que é a" primeira mesa do canto esquerdo", antes eu chamava ela de "minha mesa" e agora costumo dizer "nossa mesa".
Sr. Artur é aposentado e vive sozinho numa casinha pequena aqui perto, não tem mais filhos mas tem netos que moram bem distante, ele diz que não gosta de cozinhar pra uma pessoa só.
Suas histórias são realmente interessantes e passei a gostar do Juazeiro e a admirar o Padre Cicero pela boca dele. Ele diz que gosta como eu sorrio de suas histórias que chego e me engargar.
Ele é meu amigo e é impressionante como passamos a nos importar com pessoas novas. Hoje em dia não almoço mais todos os dias sozinha e em dias como hoje, espero realmente encontrá-lo me esperando na hora do almoço, lá embaixo, na calçada do "prédio comercial da rua mais movimentada do Juazeiro do Norte", onde fica minha sala de trabalho.
Aposto que hoje ele vai estar usando seu chapeuzinho xadrez de aba curta..
Sua voz oscilou, parecia saber..
Mas, eu não podia afirmar nada.
Busquei em seu tom de voz, o seu medo, e ele passou pra mim como se eu quisesse em uma conversa, ( e eu na verdade queria muito) sugar todo ele de você.
Não tenho força pra te prometer nada..
-Por que me sinto tão fraca?
Eu acompanhava sua voz calma, mais com um tom um pouco chateante, e como se você prevê-se o imprevisível, calmamente suspirou.
Eu senti um arrepio, queria negar as probabilidades, mais meu silêncio me entregou.
E nem foi apenas por eu estar quieta.. Mais sim por essa Habilidade irritante que você tem de ler minha mente.. de interpretar meu silêncio.. de assentir com apenas um movimento de meus músculos, o que provavelmente eu estou pensando.
Como você consegue fazer isso?
Eu sempre me assustei e me encantei com essa sua façanha.
Sei que alguma coisa me prende a você..
não é só inevitável.. é sem querer...
E to feliz, por te ter perto de mim..O que passou, passou..
Só não queria te deixar tão.. inseguro.. assim..
Vem cá, e olhe nos meus olhos.. sei que você é capaz de os ler..
Eu nunca mais.. vou deixar você !!
Por que some assim?
Como se por um minuto assentisse de que não precisa tanto de mim, quanto eu preciso desesperadamente de você..
Por que?
Sabe, existem lembranças que voltam.. sempre voltam.
E eu só queria, sentar de frente para o mar..jogar pedrinhas. e Não pensar em nada.. ( Será que é possível não pensar em nada?)
Parece tão sem lógica, eu necessitar tanto de você.. e você, nem parecer sentir o mesmo por mim..
Eu, as vezes..busco ( sem muito sucesso ) qualquer coisa que me faria entender você.
Errante mente, eu sei.. mais não sei perder essa mania de querer te conhecer por completo, e o chato é que quanto mais procuro respostas sobre você... Menos conheço a mim.
Só queria.. não precisar te querer..
E sim.. sempre te ter.
Talvez doesse menos..
Vou parar por aqui.. meu sono me mata.. e já to começando a não escrever nada com nada aqui.
Estranhamente, meus textos ficam assim quando se trata de ti!
Quer saber o que realmente achava?
Eu achava que você era um cara bacana, e sei que ainda é..
e que podia fazer a minha vida ter sentindo.. Embora tenhamos as nossas diferenças..
eu achava, que minhas horas com você de madrugada resultasse em confirmações de que eu estava tão afim de você quanto você aparentemente de mim..
e que nenhuma palavra minha seria tão suficiente, quanto entrar num escritorio e brigar com a impressora.. ao passo em que seus beijos acalmavam a situação..
Eu achava..
que podia ser bacana.. Tá certo que não foi um romance de filme, e nem aquelas coisas de troca de olhares, ou amor a primeira vista..
não teve final cinderelesco com você prometendo vim de Longe só pra ficar perto de mim..
e só por ser tão real, por não ter nada disso..
eu achava...
que podia dar certo!
Foi bem assim..
A chuva caindo e fazendo aquele barulhinho bom demais na telha..
Aquele que da preguiça, da vontade de pegar um filme, deitar e não levantar tão cedo.
Ai você apareceu, tinha acabado de sair do banho, ainda podia sentir o cheirinho do sabonete que com certeza percorreu seu corpo antes que eu pudesse pensar em fazer o mesmo.
Mais não liguei, nem consegui pensar em mais nada..
Você deitou ao meu lado, aquela ânsia de te abraçar me tomou de uma tal forma que assim o fiz..
e ali nos meus braços você confessou mais uma vez me amar.
Te beijei, um beijo longo e demorado.. o melhor de todos, pois envolvia a vontade de matar a saudade também.
E aquele beijo, aquele primeiro toque de suas mãos gelada (pois sempre preferiu banho frio), levantando automaticamente minha blusa e tocando na minha cintura quente.. deu um contraste não ruim, mais intenso.. Me fez arrepiar e sorrir por isso..
Então tu me puxou carinhosamente pra mais perto..
Ali estavamos nos.. perto mais uma vez, olho no olho.. um sorriso brincou no canto direito da sua boca.. AMO SEU SORRISO !
Fez uma cara de quem sabia que tinha o que queria de mim... e novamente me beijou.. agora eu havia deixado de ser razão.. eu tinha perdido os sentidos mais importantes, e deixado então ser guiada pela maior das emoções.. essa que sempre me invade e me doma quando estou contigo.
Essa que sempre me faz esquece o fato de que deveríamos ser somente amigos..Mas ensisto..sempre ensisto..
Por que, eu sei que te amo..
E desse amor.. Meu Grande Amor.. Eu não Desisto !!
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