Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo
O amor de verdade
É aquele que preenche não seu coração, mas sua vida com alegria, companheirismo e lealdade
Que compartilha seus momentos bons e ruins, dores ou sorrisos ele está sempre lá
É aquele que discorda, mas respeita e desenvolve formas saudáveis sem uso do ego para
fazer o outro enxergar.
É aquele que não pede um sorriso, cativa o mesmo com simpatia e afeto
É aquele que não mede esforços para fazer o outro feliz, claro, que sem auto-anulação
Não pensa só em si mesmo, mas pensa no nós com o grande valor que ele tem em sua vida
É aquele que te faz suspirar pensando, e te tira o ar quando o pensamento se materializa.
Ato de imperdoável insanidade pura não viver o que a vida tem de melhor.
É desejar em meio a milhares de mulheres, somente uma, mas uma que faça tudo ter um real sentido
E deixar claro, que aquele coração tem dona e que quando um coração tem dono as outras são simplesmente as outras.
Desejar somente uma mulher, querer beijar somente uma boca, tocar somente um corpo e sentir um cheiro apenas.
Viajar no sabor de um beijo, tranqüilizar a alma com uma voz suave ao pé do ouvido te dizendo “Eu te amo”... Ah! Não existe nada melhor que isso na vida...
Esperança.
No silêncio da noite vida de um homem;
No quarto de sua vida, onde se inclina;
Não houve nada, além do vento que sopra...
O dia não amanhece...
O homem mesmo forte,
Se enfraquece!
No limite fechado entre quatro paredes de sua vida, ainda espera...
O dia há de amanhecer...
O sol entrará pela janela,
E então...
Abrirá a porta para viver.
Paulo Sérgio Krajewski 15 de Agosto de 1998.
Carta a um amigo.
Prezado amigo:
Não há formas como expressar o que passo...
Coisas aconteceram, mesmo prevendo-as antes, não pude evitar, aconteceu.
Vivendo meus pequenos e grandes momentos que a vida me dá, há sentimentos, porém...
Não posso deixar me levar.
Me sentia como se estivesse afogando num profundo e grande rio, e em águas...
Não há como se segurar.
E se encontro um galho que atravessa no caminho,
Procuro o socorro, e nele vou agarrar fortemente, porque tive segurança...
E na angústia e medo de perecer, não soltei dele.
A amizade é coisa que não se faz,
Se conquista!
Ainda espero que a nossa, jamais seja envolvida com tudo o que ocorreu, pois, essa nossa vida passageira,
Oferece pouco tempo para nós.
Então...
Procuro ser feliz.
Paulo S. Krajewski.
28 de Março de 1998.
Você é o sol do meu dia a lua da minha noite.
Você chama a minha atenção de uma tal forma que não da para explicar.
Você é a gota da chuva caindo e sempre deixando o meu chão cada vez mais profundo.
E eu sou uma arvore, uma arvore de espinhos com galhos secos que não serve para nada em sua vida! mas você é meu poço que nunca vai secar.
Gosto de escutar você respirar, pois a cada batida do seu coração vai me deixando mais calmo e vai me conduzindo a uma pessoa melhor, então minha arvore de espinhos começa a cair e sobre ela nasce apenas uma rosa e esta rosa eu vou te dar para você lembrar de mim todos os dias de sua vida e não esquecer que eu nunca vou deixar você triste, porque eu a amo .
Orelhas de Burro
Simples, porém, me trouxe a tona uma reflexão
que considero bem interessante a respeito de coisas diferentes,mas com uma semelhança puramente interpretativa. Vejo pessoas que se prendem a pessoas, momentos e acontecimentos,que deveras dão origem a diversos bloqueios os quais travam uma imensidão de processos futuros. Parece tolice, e pode ate ser, mas comparo o trato dos livros com a vida e nossas diversas formas de conduzi-la.repare que um livro mal lido e mal cuidado fica cheio de marcas e cheio das tao conhecidas "Orelhas de Burro" que marcas pra sempre ao objeto em questao, com as pessoas não e muito diferente,
ambas quando passam pela vida deixam uma sequencia de orelhas de burro
as quais serão sempre marcas as quais levarao para o resto da vida,gerando um bloqueio atras do outro,e consequentemente se privando de dar um seguimento saudavel e normal a vida. Manter um link com o passado
com certeza te desliga do presente e te mantem refem de um ciclo de auto-repetiçao que em sua constancia consumirá os anos de vida de forma lenta e altamente destrutiva.
A ultima
si a ultima flor caiiiiir
naum saberei como suportar
soh queria saber viver
nesse mundo sem sofrer
pra nunca mais chorar
eu vivo o que é real
mas pensando numa imaginação
que nao doese quando bater
o sentimento no coração
si fosse a ultima cor
o ultimo silencio da noite
que nos olhos de quem nao viu nada
nao quisesse viver mais hoje
que sua ultima voz for quando sorrir
o despertador que ja ouviu foi que teve que partir
adeus viida...
O ventre
Qual é o limite da sua capacidade de suportar tombos?
É você que quando leva uma pancada da vida esmorece de vez?
Você quando recebe um não vai pra casa chorar?
Desiste diante dos obstáculos mais simples?
ou insiste demais por pura teimosia em qualquer coisa.
Você é aquela pessoa que fica em relacionamentos furados,
aceita empregos meia-boca acreditando que vai melhorar?
Ou você é a versão moderna da "Madre Teresa de Calcutá",
e quer abraçar os infelizes, doar alimentos para os famintos,
sem perceber que na sua própria vida anda faltando muita coisa.
Olha, eu trago um recado direto para o seu "eu",
que pode estar perdido em uma rua qualquer da desilusão.
E você, se sentindo sem chão, não sabe por onde recomeçar.
Comece ou recomece por você.
Perceba que só podemos doar o que já temos com alguma folga.
Não queria consertar o mundo lá fora sem antes remendar o seu.
Ame-se!
Valorize-se!
Não se compare com esse ou aquele, apenas seja o seu melhor.
Não olhe para os problemas que andam a sua volta.
Por maiores que sejam, passarão!
O dia de amanhã pode trazer uma solução prontinha para o seu maior problema.
E agora, sem o problema, o que você vai fazer da sua vida?
Perceba que o que importa não é o problema, é a sua vida.
E a sua vida não é e nem pode ser o "problema".
Viva a possibilidade de recomeçar agora.
De criar um novo projeto, de viver um novo sonho.
De desejar experimentar novos sabores do velho sorvete.
Ou da sopa que anda tão sem gosto.
Tempere-se!
Adoce-se!
Viva o prazer de desejar o melhor e assim, conquistar o melhor.
Acredite, o tempo é seu aliado quando você decide vencer.
Nada é maior que o sue desejo de vitória!
Acredite em você.
O Criador acredita desde o ventre da sua mãe.
ILUMINAR
Meu coração vai batendo em disparada
No horizonte dessa estrada
Vai seguindo sempre em frente
Buscando a luz, um sinal de lua clara
Pra que o escuro da jornada
Não confunda o olhar da gente
Meu coração, meio flor, meio de aço
Vai achando o seu compasso
Vai cumprindo aos poucos o seu papel
Encontrando seus motivos para amar
Renovando seus motivos pra sonhar
Pra não se perder
Pra não esquecer
Que o amor só com amor pode pagar...
Que o amor nos faz voar!
E nessa procura vou me aventurando
Vou criando asas que me levam longe
É pro alto que eu vou
Coração me leva a desbravar o mundo
Emprestando a luz pra quem está no fundo
Quero iluminar!
Coração me leva pelas suas asas
Semeando sonhos, desbravando estradas
É no alto que está o meu lugar
(Vou buscando um lugar)
E vivendo pra iluminar
E vivendo pra iluminar
Iluminar
Quem compreende o coração da gente?
O amor que se sente...
A alegria que é igual brisa do mar,
Que, contente, bate na cara de gente.
Tudo vem do coração...
Poema, oração ou canção.
Todo dia é de recomeço...
Porque viver não tem preço.
No Céu, nós somos iguais às gaivotas:
Planamos por aí...
Sem medo da luz e da vastidão.
Ah, nós voamos com o coração...
O luto é uma coisa medonha!
E o dia de finados? É coisa sem nexo.
Todo desencarnado tem sorte,
Porque não há morte.
Quem ama, não dá pedrada!
Porque isso é coisa feia.
Quem odeia, se dá mal...
Na Terra ou no Astral.
Quem bate, é fraco.
Porque violência não resolve nada.
Quem agride é doente,
E isso queima o filme do vivente.
O amor ama!
Isso parece óbvio.
Mas tem gente que não entende...
E, depois, se arrepende.
Ser audaz não é ser temerário.
É ter a coragem de ser feliz.
É mergulhar no próprio coração...
Para encontrar sua canção.
Morte? Conversa fiada!
O audaz sabe que, na Terra ou no Astral,
Está todo mundo vivo, e o amor chama...
Então, ele escuta, canta e ama.
Ah, sábio é quem ri de si mesmo...
Ele me faz bem, me faz feliz... Faz meu coraçao bater mais rapido e mais lento
ai mesmo tempo... Ele faz que um sorriso apareca no meu rosto mesmo quando as
lagrimas insistem em cair pelos meus olhos... Ele se faz de bobo pra me ver feliz... Ele fez doce o que era amargo na minha vida... Ele esta nos meus sonhos,
e um dia quem sabe estara aqui ao meu lado!
O problema é que as pessoas andam a mim julgar pela capa, não quer dizer que sou de uma beleza atraente que eu não tenha sentimentos. Sou humana e não pedra, porque até os bichos amam.
Então não me julgue pelo meu rosto, corpo ou modo de se vestir. Me conheça primeiro e depois tire suas conclusões.
Nuances
Não me perca...e nem deixe que eu te perca
A vida tem dessas coisas...
Pessoas veem e vão.
Não deixe que nos percamos....
Preciso tanto de você comigo.
Mas somos seres mutantes
E adaptável a todas as nuances
E é por isso que insisto...
Não permita que eu te perca pela vida a fora.
Quero estar contigo mesmo que não presente
Saber que estou guardada num cantinho do teu ser
Sentir tua presença cada vez que a saudade bater
Sem me sentir excluída pelo tempo
Não deixe que eu me perca de ti...
Porque sou volúvel em meus sentimentos
Sofro, choro e me rasgo...
Até que exaurida me esqueço.
E quando me esqueço...já não volto mais atrás
Caminhos percorridos, não fazem mais parte de mim
Por isso, não se perca de mim...
E tão pouco permita que eu me perca de você
Te falo de mim
Sou apenas alguém que gosta do belo
Do belo que apenas os belos veem
Da beleza de ser despertada pelo canto dos pássaros (ainda que pardais)
E de ver desabrochar no jardim a flor manhosa
Sou quem gosta dos pingos da chuva que cai mansamente ao entardecer
Como gotas de ouro que brilham no contraste do sol poente
Da serenidade do orvalho que cobre ousadamente a grama macia
De sentir os primeiros raios do sol que desponta a cada novo dia
Sou quem "perde" o tempo observando o vai e vem das ondas
E gestando em cada uma, uma nova canção ou poesia
Sou quem busca enternecer com carinhos meus amigos
Levando sempre que possível (e ainda que virtual) a eles uma flor
Sou também o ombro que se precisares, te ofereço
Mas que prefere te ver sorrir
Sou apenas alguém que te admira
Por ter enxergado em ti a beleza interior
Sou apenas alguém que gosta do que é belo
E por isso eu gosto de você...
Presença sentida
Não sintas saudades de mim
Pois que aqui estou ao lado teu
E se te concentrares um pouquinho
Podes minhas mãos nas tuas...sentir.
Não sintas saudades de mim
Porque eu sempre vou estar contigo
É só você pensar em mim
Que do seu lado eu vou estar...
Não sintas saudades de mim
Me chame sempre que precisares
Eu largo tudo e venho correndo
Apenas para contigo estar...
Não sintas saudades de mim
E não deixe nunca a tristeza chegar
Se te sentires só, mande teu coração gritar por mim
Eu venho te fazer sorrir...
Não sintas saudades de mim
Porque eu sou tua amiga, tua irmã
Sou quem atende ao teu chamado
Se me chamas com tua alma...
Então..., não sintas saudades de mim.
De volta ao passado
Enquanto escrevo observo
O olhar de minha mãe
Antes brilhantes
E por vezes fulminantes
Mas sempre ternos
Acompanhando estrepolias
da sua filharada...
Agora ela apenas olha
Um programa na tv
Seu olhar parece cansado
Seu brilho de outrora
Transformou-se em cataratas
Ela já não enxerga quase nada
Apenas olha...e nem sempre vê
Em seus olhos anuviados
Uma história de bravura
Se esconde e adormece
Ela viaja em seu passado
E o olhar perdido
por instantes,
Reluz no seu verde esfuziante
Uma lágrima teimosa aparece
Ela a seca com seu lenço
Volta a olhar a tv ligada
Volta a olhar e a não ver...
NOSSAS PARTES IGUAIS
O teu olhar previne o levado da procela
E adianta o tempo bom e serenando
Flamejando, os teus olhos são duas velas
As duas como uma consagração ao santo amado.
Teu coração tem um batimento que é do meu
E o meu no imprevisto faz de papel o teu
Idealizo o que falta desta, que ainda não se deu
Se já nos nossos abraços e velos beijos meus.
O teu colo é o lugar mais quente e plumoso
Que ao meu descanso depois das aventuras
De amor e sonho, quando o gesto é faltoso
Me chama teu coração, do meu delicioso.
O meu olhar são duas paredes limpas ao brilho
Que ao meu não faz, não se permite assim
Ser só o que reflete da tua luz, fogo do dia
Da minha face larga, uma tela de linho.
Abre todas as portas e que dá para toda entrada
E que se propaguem na minha alma o que já houve
O teu cantar que é pra Deus, tão delicado
Abrange a tua boca e em tudo a minha cala.
Meus olhos não te dão abrigo
Não, não, eu quero os teus
E assim não me davas, assim não farias
Por ti, por mim, teus olhos são meus.
Estes remédios, dessas partes tuas
O teu olhar que na noite brilha de se encantar.
O teu colo que amortece a mim da luta
Não que tenha vencido, nem que tenha lutado.
O teu beijo de todos os gostos que já provei
Tem um dele que nem fruta lá de longe
Me arremete ao céu parecido com o céu
E de ter o teu corpo e me aliviei
Bem no meio de mim, sândalo marrom.
PRESO
Como eu poderia ter-me em minha boca
Para o beijo e para o verbo,
Se o sabor de tudo isso sentido
Continua a ser detrás,
Daquele tempo que não se parte.
E para atender estes teus olhos
Cor da clara noite, lanternas acesas.
Como posso? Dos meus olhos
Deixei lá atrás nas encostas de orvalho
No vidro límpido que debaixo dele
Viajam peixinhos graçapés
Que por minhas mãos nunca consegui prender.
Um só sequer. Apenas um para tê-lo em casa
Já numa arca de embalagem
Transparente pressenti-lo de perto
Em carícias por ele pelo lado de fora.
A minha boca ficou no desejo da manga rosa
Dos cajus no seu tempo, onde experimento
Qual o mais doce ou qual o mais acre.
Salvo meu beijo, que não o dei,
Na forma de toda a ansiedade
Na menininha irrequieta e tímida
Por minha vontade que não se expressava.
E até o beijo da minha boca
Ficou solidificado, nos lastros das árvores.
Nas mãos dos meus pais, dos meus avós
E de meus padrinhos, na santa devoção
De estar beijando também outro pai.
De onde tirarei de mim para te ofertar
Por este amor sentindo em mim
E que há em mim somado
Ao que deixei do que eu era todo
Retidos no azedume das frutas ruins
De ternuras que foram desta maneira
Tocados pelos meus olhos,
Entretidos nos corpos de seda
Das afeições, caminhos, não resolvidas
Mas que em mim, detidos
Repassam a mim as fragrâncias e o desejo
Que preteri, em vez de fazê-lo.
Pegar minha baladeira e sair
Depois de uma chuva de inverno.
Tempo que faço
Hoje eu tenho tempo
Para olhar e conseguir enxergar
Coisas que não via
Mas que insistia em olhar
Hoje eu tenho tempo
Para entender os erros que cometi
Por tanto querer acertar
E por nada..., me stressar
Hoje eu tenho tempo
Para não mais me deixar levar
Pela emoção descabida
Que só faz a mágoa acalentar
Hoje eu tenho tempo
Para sorrir e até para viver
Já não tenho amarras a me prender
E assim...aprendi a não sofrer
Hoje eu tenho tempo
Para com todos vir brincar
Sentar na mesa desse buteco
E com carinho, aos amigos rabiscar
Hoje eu tenho tempo
Para não mais perder meu tempo
Nada e nem ninguém merece que eu perca
Um só segundo do meu tempo
TRINDADE
Meu Deus, se Vos ofendi foi por não saber
Que o mundo e todas as suas quantidades
Foi tudo criado por suas mãos profícuas
E sem saber que o Verbo era a citação
Do homem, vosso Filho
Purificado, amor que vim a saber
No tempo em que me permitistes vê-lo.
Esse homem é a razão de tudo
Até dos sacrifícios que fiz sem notar.
Ele e eu agora temos uma intimidade santa
Afeição do tempo da morte
Do filho amado e merecedor do amor dEle.
Por todas as estações de quedas o tropeços
Não sabia que me sagrando por Ele
O aceitando dividindo comigo
O amor que dividiria com todos igualmente
No meu rosto comum, até aí.
Me soltei dos comandos de mim mesmo
E implorar que de Vós tudo caminhasse.
Meu Deus foi necessário punir alguns
Para saber que o perdão é que é a gesto
Beijá-lo será a negativa da distância.
Citá-Lo em seus pedidos, em tudo a nós
É a única ação verdadeira, igualmente depois de tudo.
Pai, a quem eu careço depressa chamar de Pai?
A Vós, o mentor dividido, pelas entradas do céu.
A ELE, canonizador, descobridor dos puros.
Em suas locas, no jejum de pão e água.
Mas não paira dúvidas agora em meu juízo
É o Próprio Deus, o próprio Pai, que ao Mesmo Filho
Provedor de nossas vidas.
Me resta falar com glória!
Orar o Vosso perdão.
Sem estilo
Eu não tenho estilo
Rabisco o que quero
E como quero
Não me prendo a estilos
Até tentei ter um
Mas não tenho nenhum
Minha mão é livre
Discorre sem cabresto pelas palavras
Não se deixa dominar
Não se prende, só escreve
Tem seus dias de lirismo
Dramatiza meus momentos
Decanta amores e amigos
Inferniza quem se opõe no caminho
Eu não tenho estilo
Sou indefinido
E sem esse tal de estilo
Eu escrevo com estilo
Meus rabiscos descabidos
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