Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo

Tu Tens um Medo
Acabar.
Não vês que acabas todo o dia.
Que morres no amor.
Na tristeza.
Na dúvida.
No desejo.
Que te renovas todo dia.
No amor.
Na tristeza
Na dúvida.
No desejo.
Que és sempre outro.
Que és sempre o mesmo.
Que morrerás por idades imensas.
Até não teres medo de morrer.
E então serás eterno.
Não ames como os homens amam.
Não ames com amor.
Ama sem amor.
Ama sem querer.
Ama sem sentir.
Ama como se fosses outro.
Como se fosses amar.
Sem esperar.
Tão separado do que ama, em ti,
Que não te inquiete
Se o amor leva à felicidade,
Se leva à morte,
Se leva a algum destino.
Se te leva.
E se vai, ele mesmo...
Não faças de ti
Um sonho a realizar.
Vai.
Sem caminho marcado.
Tu és o de todos os caminhos.
Sê apenas uma presença.
Invisível presença silenciosa.
Todas as coisas esperam a luz,
Sem dizerem que a esperam.
Sem saberem que existe.
Todas as coisas esperarão por ti,
Sem te falarem.
Sem lhes falares.
Sê o que renuncia
Altamente:
Sem tristeza da tua renúncia!
Sem orgulho da tua renúncia!
Abre as tuas mãos sobre o infinito.
E não deixes ficar de ti
Nem esse último gesto!
O que tu viste amargo,
Doloroso,
Difícil,
O que tu viste inútil
Foi o que viram os teus olhos
Humanos,
Esquecidos...
Enganados...
No momento da tua renúncia
Estende sobre a vida
Os teus olhos
E tu verás o que vias:
Mas tu verás melhor...
... E tudo que era efêmero
se desfez.
E ficaste só tu, que é eterno.

Gosto de Comunicação e Filosofia. Amo muito os dois. Adoro relacioná-los, estabelecer insights que nenhum outro comunicador ponderou. É um amor visceral que já me custou bons empregos em escolas de comunicação que idolatram técnicos americanos e condenam qualquer tipo de reflexão crítica. Tornar-se um reprodutor acéfalo de discursos vindos de além-mar é o componente indispensável na formação da elite brasileira. Um amor platônico por aquilo que vem do norte do planeta e não do que pode ser feito aqui.

Amor por Filosofia, amor por Comunicação, amor por estrangeiros. Amor, amor e amor. Amar é tudo de bom. Não só por ele mesmo. Mas porque torna tudo mais interessante. Assim, se alguém preferir falar de futebol, de política ou de dinheiro é porque os ama.

Por isso escrevo e falo sobre o assunto. Mas a que afeto corresponde esta palavra tão recorrente?

Amor pode ser desejo. Quando estamos apaixonados. Gostaríamos que a vítima da nossa paixão permanecesse ao nosso lado todo o tempo. Como não dá, pensamos nela sem parar. Amamos o que desejamos, quando desejamos, enquanto desejarmos. E podemos desejar quase tudo. Desde uma pessoa até uma groselha bem gelada. Para desejar, basta não ter. Sempre que desejamos, é porque algo nos falta. Desejamos o que não temos, o que não somos, o que não podemos fazer. Assim, o desejo é sempre pelo que faz falta. E o amor, também.

Claro que você se deu conta das consequências deste entendimento. Ou você ama e deseja o que não tem, ou tem, mas aí, sem desejo, sem amor. Paradoxo platônico da existência. Ora, se a felicidade para você e para mim implica ter o que se quer ter, então, o amor não será feliz nunca. Aragon é poeta. Não há amor feliz para ele. Eu sou professor de Ética na Comunicação, ou seja, um pobre desgraçado na definição afetiva daquele filósofo e do Estado que me paga.

Mas Platão e seus tristes seguidores não têm sempre razão. Porque amor pode ser também alegria. É o que nos propõe Aristóteles, seu mais conhecido aluno. E alegria é diferente de desejo. Porque sempre acontece no encontro, na presença. O mundo alegra quando está bem diante de você. Não é como o objeto do desejo, confinado nos seus devaneios. O amor aristotélico é pelo mundo como ele é. Não pelo mundo como gostaríamos que fosse.

E você, andando na rua, declara sem medo de errar: gostei mais desta mulher do que gosto da minha. Afeto carnal. Inclinação erótica. Tesão. Eu prefiro um amor na alegria pelo que tenho do que no desejo pela mulher de capital estético exuberante e apetecível que me falta. Eu, no seu lugar caro leitor, teria cautela. Porque se seu cônjuge for adepto da mesma concepção, amará sempre o que encontrar. Na mais estrita presença. E aí, de duas uma. Ou você ocupa todos os seus espaços e se torna onipresente para ele, ou ele te amará só de vez em quando. Nos instantes de encontro. No resto do tempo ele amará a secretária, a copeira, o personal, o zelador e o que mais lhe alegrar pelo mundo.

Por isso, é melhor que os dois tenham razão. Para que o amor seja rico. E possamos amar na falta, desejando o que não temos, e também na presença, alegrando-nos com o que já se encontra à nossa disposição. É como dar aulas e sustentar uma família, um conflito afetivo entre minha alegria e a responsabilidade orçamentária com meus entes queridos. É bem verdade que não desejamos tudo e que nem tudo nos alegra. Mas não é nenhum problema, pois nossa capacidade de amar não é mesmo tão grande. Amemos no desejo e na alegria, e isto já nos converterá em grandes e refinados amantes.

Espero que nesse ano você, leitor, cultive mais inclinações amorosas do que suas obrigações ordinárias. Rotinas desagradáveis muitas vezes são importantes, mas não são fundamentais. O amor não é tão ruim como nos faz ver Platão. É possível ser prudente, sábio, e, mesmo assim, cultivar amores na vida. Optar pelo amor em detrimento da estabilidade já conhecida pode ser bom. Ser um pouco mais afetivo e um pouco menos racional. Pense nisso.

Você
Foi abrigo quando eu precisei...
Foi amigo quando eu chorei...
E riu da minha cara quando eu achei que tudo tinha desabado, pra eu perceber que estava confundindo as coisas...na verdade eu estava crescendo...
E me mostrou que as pedras no caminho que calejam os meus pés,são para que eles resistam as duras coisas da vida...
E brigou comigo quando eu não quis utilizar os aprendizados quea vida me deu...
E foi paciente em me ouvir mesmo quando o assunto não era muito agradável...
E me fez rir quando eu estava com aquela cara fechada, nos momentos mais difíceis, em que eu queria expor minhas lágrimas...
E se renunciou por amor a nossa amizade...
E me deu dias muito felizes...
E me surpreendeu nas horas corretas...
E me ensinou que usar a razão às vezes não é ser insensível...
E então... como viver sem sua amizade?

AMOR COM FIM

Sim, o amor acabou,
mas obrigado por ter começado.
Fui feliz porque te amei
honrado por ter estado ao seu lado,
mas ainda que tua boca diga que me ama
o silêncio dos teus olhos aflige meu coração.

Houve um tempo que sorríamos muito
em que nossas mãos caminhavam unidas
como uma oração ao Deus da felicidade
e hoje, ainda que haja lágrimas
essa lembrança alivia a dor na despedida.

Peço perdão
se por acaso não cumpri a promessa da eternidade
porém fui eterno todas as vezes que,
entre um sussurro e outro,
ajoelhei diante do milagre dos teu beijos.
E crucificado
na cruz dos dias que não davam certo
me sentia um deus
todas as noites
que ressuscitava em seu braços
o amor nosso de cada dia.

Não sei se posso ser seu amigo
depois ter sido seu amante,
mas depois de ter sido teu amante,
que graça tem ser seu amigo?

Não quero de volta as estrelas
que te dei
em troca de
todas as vezes que você me levou ao céu.
O amor é um presente
que poucos podem ter, ou dar.
Amar é um ato de coragem
já desamar requer humildade.

Quando se dá o último abraço
é porque já faltava braços há muito tempo.

Não quero entender o amor
de minha parte, só queria dizer obrigado.

sergio vaz

Ontem eu Chorei.

Ontem, eu chorei.
Voltei para casa, fui para o meu quarto, sentei na beira da cama.
Chutei os sapatos, desabotoei o sutiã
E caí no choro.
Quero que vocês saibam que
Eu chorei até meu nariz escorrer molhando a blusa de seda que
Comprei na liquidação.
Chorei até minha cabeça doer tanto, que eu mal via a pilha de lenços de papel
No chão aos meus pés.
Quero que vocês saibam
Que ontem eu chorei pra valer.
Ontem eu chorei

Por todos os dias que estive ocupada demais, ou cansada demais, ou com raiva demais para chorar.
Chorei por todos os dias, por todas as formas e por todas as vezes em que desonrei, desrespeitei e desliguei meu Eu de mim mesma.
Mas meu Eu se refletiu de volta para mim quando os outros fizeram comigo as mesmas coisas que eu já fizera comigo mesma.
Chorei por todas as coisas que me foram roubadas;
Por todas as coisas que eu pedi e não consegui receber;
Por todas as coisas que, depois de conquistar, eu dei a outras pessoas em circunstâncias que me deixaram vazia, gasta e exaurida.
Chorei porque realmente chega um momento em que a única coisa que nos resta é chorar.
Ontem eu chorei.
Chorei porque meninos são abandonados pelos pais; e as meninas são esquecidas pelas mães;
Os pais não sabem o que fazem e por isso vão embora;

As mães são abandonadas e ficam com raiva.
Chorei porque eu tive um menininho, e porque eu ainda era uma menina pequena, e
Porque eu era uma mãe que não sabia o que fazer, e
Porque eu queria que meu pai estivesse comigo, que chegava a doer.
Ontem eu chorei.
Chorei porque feri alguém. Chorei porque fui ferida.
Chorei porque a ferida não tem para onde ir senão até o mais fundo da dor que a causou, e quando chega lá a dor acorda você.
Chorei porque era tarde demais. Chorei porque tinha chegado a hora.
Chorei porque minha alma sabia que eu não sabia
Que minha alma sabia tudo que eu precisava saber.
Chorei um choro espiritual ontem, e esse choro me fez muito bem.
E me fez muito, muito mal.
Em meio ao choro, senti minha liberdade vindo,
Porque
Ontem eu chorei
Sobre cada momento da minha vida.

Cálice

Pai, afasta de mim esse cálice
Pai, afasta de mim esse cálice
Pai, afasta de mim esse cálice
De vinho tinto de sangue

Como beber dessa bebida amarga
Tragar a dor, engolir a labuta
Mesmo calada a boca, resta o peito
Silêncio na cidade não se escuta
De que me vale ser filho da santa
Melhor seria ser filho da outra
Outra realidade menos morta
Tanta mentira, tanta força bruta

Como é difícil acordar calado
Se na calada da noite eu me dano
Quero lançar um grito desumano
Que é uma maneira de ser escutado
Esse silêncio todo me atordoa
Atordoado eu permaneço atento
Na arquibancada pra a qualquer momento
Ver emergir o monstro da lagoa

De muito gorda a porca já não anda
De muito suada a faca já não corta
Como é difícil, pai, abrir a porta
Essa palavra presa na garganta
Esse pileque homérico no mundo
De que adianta ter boa vontade
Mesmo calado o peito, resta a cuca
Dos bêbados do centro da cidade

Talvez o mundo não seja pequeno
Nem seja a vida um fato consumado
Quero inventar o meu próprio pecado
Quero morrer do meu próprio veneno
Quero perder de vez tua cabeça
Minha cabeça perder teu juízo
Quero cheirar fumaça de óleo diesel
Me embriagar até que alguém me esqueça

Um cachorro não precisa de carrões, casas grandes ou roupas de marca. Um graveto está ótimo para ele. Um cachorro não se importa se você é rico ou pobre, inteligente ou idiota, esperto ou burro. Dê seu coração para ele, e ele lhe dará o dele.
De quantas pessoas você pode falar isso? Quantas pessoas fazem você raro, puro e especial? Quantas pessoas fazem você se sentir extraordinário? (John Grogan)

Marley e Eu

Nota: Marley & Eu (2008)

A Importância de Ser Você Mesmo!

Certo dia, um Samurai, que era um guerreiro muito orgulhoso,
veio ver um Mestre Zen.
Embora fosse muito famoso, ao olhar o Mestre,
sua beleza e o encanto daquele momento,
o samurai sentiu-se repentinamente inferior.
Ele então disse ao Mestre:
- "Por quê estou me sentindo inferior?
Apenas um momento atrás, tudo estava bem.
Quando aqui entrei, subitamente me senti inferior
e jamais me sentira assim antes.
Encarei a morte muitas vezes,
mas nunca experimentei medo algum.
Por quê estou me sentindo assustado agora?"
O Mestre falou:
- "Espere. Quando todos tiverem partido, responderei."
Durante todo o dia, pessoas chegavam para ver o Mestre,
e o samurai estava ficando mais e mais cansado de esperar.
Ao anoitecer, quando o quarto estava vazio,
o samurai perguntou novamente:
- "Agora você pode me responder por que me sinto inferior?"
O Mestre o levou para fora. Era um noite de lua cheia
e a lua estava justamente surgindo no horizonte.
Ele disse:
- "Olhe para estas duas árvores, a árvore alta
e a árvore pequena ao seu lado.
Ambas estiveram juntas ao lado de minha janela durante anos
e nunca houve problema algum.
A árvore menor jamais disse à maior
"Por quê me sinto inferior diante de você?
Esta árvore é pequena e aquela é grande - este é o fato,
e nunca ouvi sussurro algum sobre isso."
O samurai então argumentou:
- "Isto se dá porque elas não podem se comparar."
E o Mestre replicou:
Então não precisa me perguntar. Você sabe a resposta.
Quando você não compara, toda a inferioridade
e superioridade desaparecem.
Você é o que é e simplesmente existe. Um pequeno arbusto
ou uma grande e alta árvore, não importa, você é você mesmo.
Uma folhinha da relva é tão necessária quanto a maior das estrelas.
O canto de um pássaro é tão necessário quanto qualquer Buda,
pois o mundo será menos rico se este canto desaparecer.
Simplesmente olhe à sua volta.
Tudo é necessário e tudo se encaixa.
É uma unidade orgânica, ninguém é mais alto ou mais baixo,
ninguém é superior ou inferior.
Cada um é incomparavelmente único.
Você é necessário e basta.
Na Natureza, tamanho não é diferença.
Tudo é expressão igual de vida.

Amigo é aquele que estende as mãos, sem que você precise.
Aquele que em dias de chuva, já sai com um hiper guarda-chuva,
Para proteger os dois.
Aquele que conta moeda por moeda para pagar um delicioso sorvete.
Aquele que se transforma em palhaço para nos fazer sorrir.
Aquele que divide a sobremesa.
Aquele que em quase em todos os planos, quer te colocar
Passeios ao parque, cinema, lanchonetes...
Sempre tem um bom programinha no fim de semana para bons amigos
Aquele que fala com você praticamente todos os dias,
e em apenas algumas horas, quer saber se tem novidades...
Aquele que sempre pergunta se você é feliz.
Amigo Verdadeiro é muito raro,
É como ter dois anjos da guarda...
Um enviado dos céus, e um enviado da vida,
Ambos criados por Deus
E já programados para entrar em seu destino.
Amigo simplesmente é aquela parte que falta em nós:

A CORAGEM.

Eu, que sou cega, posso dar uma sugestão aos que veem - um conselho àqueles que deveriam fazer completo uso do dom da vista: servi-vos dos vossos olhos como se amanhã fôsseis cegar.
O mesmo princípio é válido para o restante dos sentidos.
Ouvi a música das vozes, o canto de uma ave, os poderosos acordes de uma orquestra, como se amanhã fôsseis vítimas da surdez.
Tocai em tudo que desejais tocar, como se amanhã viésseis a ficar privado da faculdade do tato.
Aspirai o perfume das flores, saboreai com deleite os vossos alimentos, como se amanhã perdêsseis o olfacto e o paladar.

Comportamentos que levam à Auto-Realízação

Experimente a vida como fazem as crianças, com total entrega e concentração
Experimente algo novo ao invés de prender-se ao que ó seguro e certo
Ouça seus próprios sentimentos para avaliar as experiências ao invés da voz da tradição, ou da autoridade, ou da maioria
Seja honesto; evite fingimentos ou "jogos"
Esteja preparado para ser impopular se suas opiniões não coincidirem com as da maioria
Assuma a responsabilidade
Trabalhe muito por tudo que decidir fazer
Procure identificar suas defesas e tenha coragem de abrir mão delas

Teu corpo sedutor e lindo, é a porta de entrada para a admiração inicial.
Teu sorriso e olhar estabelecem o fascínio completo.
Tua expansividade torna a atração mais eloqüente.
Tua malícia e sensualidade são hipnotizantes.
Tua naturalidade chega a inibir, porém logo após estar à vontade.
Essas e outras qualidades naturais a essa bela, maravilhosa e esfuziante mulher....
Fazem de você essa pessoa especial, apaixonante e linda totalmente.
Obrigado por me fazer feliz pelo tempo que nos conhecemos.
Sempre seu fã, e algumas vezes namorado como agora, este admirador incondicional.

“Out of the night that covers me,
black as the put from pole to pole,
I thank whatever Gods may be,
For my unconquerable soul.

In the fell clutch of circmstance
I have not winced on cried aloud
Under the bludgeonings of chance
My head is bloody, but unbowed
Beyond this place of wrath and tears

Looms but the horror of the shade
and yet themenace of years
Finds, and shall find, unafraid
It matters not how strait the gates

How charged with punishments in the scroll
I am the master of my fate
I am the captain of my soul”
(William Ernest Henley)
TRADUÇÃO:
Lucas: “Dentro da noite que me cobre
Negra como as Profundezas, de um pólo ao outro,
Agradeço aos deuses, se é que existem,
pela minha alma indômita.
Nas garras ferozes das circunstâncias
Não me encolhi, nem fiz alarde do meu pranto.
Golpeado pelo acaso,
Minha cabeça sangra, mas não se curva.
Longe deste lugar de ira e lágrimas
Só assoma o Horror da sombra,
Ainda assim, a ameaça dos anos
Me encontra, e me encontrará sempre, destemido.
Não importa quão estreita seja a porta,
Quão profusa em punições seja a lista,
Sou o mestre do meu destino.
Sou o capitão da minha alma.”

BOM CORAÇÃO



No tempo do Buda vivia uma velha mendiga chamada Confiando na Alegria. Ela observava os reis, príncipes e o povo em geral fazendo oferendas ao Buda e a seus discípulos, e não havia nada que quisesse mais do que poder fazer o mesmo. Saiu então pedindo esmolas, mas, no fim do dia não havia conseguido mais do que uma moedinha.

Levou a moedinha ao mercado para tentar trocá-la por algum óleo, mas o vendedor lhe disse que aquilo não dava para comprar nada. Entretanto, quando soube que ela queria fazer uma oferenda ao Buda, encheu-se de pena e deu-lhe o óleo que queria. A mendiga foi para o mosteiro e acendeu a lâmpada. Colocou-a diante do Buda e fez o seguinte pedido: — Nada tenho a oferecer senão esta pequena lâmpada. Mas, com esta oferenda, possa eu no futuro ser abençoada com a Lâmpada da Sabedoria. Possa eu libertar todos os seres das suas trevas, purificar todos os seus obscurecimentos e levá-los à Iluminação.

Durante a noite, o óleo de todas as lâmpadas havia acabado. Mas a lâmpada da mendiga ainda queimava na alvorada, quando Maudgalyayana — o discípulo do Buda — chegou para recolher as lâmpadas. Ao ver aquela única lâmpada ainda brilhando, cheia de óleo e com pavio novo, pensou: 'Não há razão para que essa lâmpada continue ainda queimando durante o dia', e tentou apagar a chama com os dedos, mas foi inútil. Tentou abafá-la com suas vestes, mas ela ainda ardia. O Buda, que o observava há algum tempo, disse: — Maudgalyayana: você quer apagar essa lâmpada? Não vai conseguir. Não conseguiria nem movê-la daí, que dirá apagá-la. Se jogasse nela toda a água dos oceanos, ainda assim não adiantaria. A água de todos os rios e lagos do mundo não poderia extinguir esta chama.

— Por que não? — Perguntou o discípulo de Buda.

— Porque ela foi oferecida com devoção e com pureza de coração e de mente. Essa motivação produziu um enorme benefício.

Quando o Buda terminou de falar, a mendiga se aproximou e ele profetizou que no futuro ela se tornaria um Perfeito Buda e seria conhecido como Luz da Lâmpada.

*
Em tudo, o nosso sentimento é o que importa. A intenção, boa ou má, influencia diretamente nossa vida no futuro. Qualquer ação, por mais simples que seja, se feita com coração, produz benefícios na vida das pessoas.

Folha em branco

Certo dia eu estava aplicando uma prova e os alunos, em silêncio, tentavam responder as perguntas com uma certa ansiedade. Faltavam uns 15 minutos para o encerramento e um aluno levantou o braço, se dirigiu a mim e disse:

Professor, pode me dar uma folha em branco?

Levei a folha até sua carteira e perguntei porque queria mais uma folha em branco. Ele respondeu:

Eu tentei responder as questões, rabisquei tudo, fiz uma confusão danada e queria começar outra vez.

Apesar do pouco tempo que faltava, confiei no rapaz, dei-lhe a folha em branco e fiquei torcendo por ele.

Aquela sua atitude causou-me simpatia. Hoje, lembrando aquele episódio simples, comecei a pensar quantas pessoas receberam uma folha em branco, que foi a vida que Deus lhe deu até agora, e só tem feito rabiscos, tentativas frustadas e uma confusão danada...

Acho que agora, seria um bom momento para se pedir a Deus uma nova folha em branco, uma nova oportunidade para ser feliz. Assim como tirar uma boa nota depende exclusivamente da atenção e esforço do aluno, uma vida boa, também depende da atenção de que demos aos ensinamentos do nosso professor, Deus.

Não importa qual seja sua idade, condição financeira, religião, etc. Levante o braço, peça uma folha em branco, passe sua vida a limpo. Não se preocupe em tirar 10, ser o melhor. Preocupe-se apenas em ter a simpatia do Mestre. Ele está mais interessado em quem pede ajuda, portanto, só depende de você.

"Se alguém tem falta de sabedoria, peça a Deus, ele dará porque é generoso e dá com bondade a todos"

Uma lição de amor

1º ano de colegial
Estava sentado na aula de inglês, admirando a garota ao meu lado. Ela era a minha tão chamada de “melhor amiga”. Eu admirava seu lindo cabelo sedoso, e desejava que ela fosse minha. Mas ela não me via com esses olhos, e eu sabia disso. Depois da aula ela veio em minha direção e me pediu as minhas anotações, pois tinha perdido a aula passada, e eu as entreguei a ela. Ela disse “obrigada” e deu-me um beijo na bochecha. Eu queria dizer a ela... eu quero que ela saiba que eu não quero que sejamos apenas bons amigos, eu a amo mais sou muito tímido.
2º ano de colegial
O telefone tocou do outro lado da linha, era ela. Ela estava em prantos, murmurando sobre o seu coração que fora partido por seu amor. Ela disse que fosse vê-la por que ela não queria ficar só, então fui. Assim que me sentei ao seu lado no sofá, eu me fixei em seu suave olhar, desejando que ela fosse minha. Após duas horas um filme de Drew Borrymore e três sacos de salgadinho, ela decidiu ir dormir. Ela olhou pra mim e disse “obrigado” e deu-me um beijo na bochecha. Eu queria dizer a ela.
3º ano de colegial
Na véspera do baile ela foi até o meu armário, “meu par esta doente – ela disse – e não vai melhorar”. Ela não tinha companhia, fizemos um pacto se nenhum de nós tivéssemos companhia para o baile, iríamos junto como “melhores amigos” então fomos.
Noite do Baile
Após tudo ter terminado, eu estava em pé, parado, na porta da casa dela! Eu a fitei enquanto ela sorria pra mim e me fitava com seus olhos de cristal. Eu quero que ela seja minha, mas ela não pensava em mim dessa forma, eu sabia disso. Então ela disse “Foi o melhor momento da minha vida” e deu-me um beijo na bochecha eu quero dizer a ela, não quero que sejamos apenas bons amigos.
Dia da Formatura
Um dia se passou, depois uma semana, depois um mês. Antes que eu pudesse piscar, era o dia da formatura. Eu olhei enquanto seu corpo perfeito flutuava como um anjo ate a plataforma para pegar o seu diploma. Eu queria que ela fosse minha, mas ela não me via dessa forma e eu sabia disso. Antes que todos dirigissem aos seus lares ela veio até mim com seu traje de formatura e chorou enquanto eu a abraçava.
Então ela levantou sua cabeça do meu ombro e disse: “você é o meu melhor amigo, obrigado” e deu - me um beijo na bochecha. Eu queria dizer a ela.
Alguns Anos Depois
Agora estou sentado no banco da igreja àquela garota está se casando, eu a vejo dizer “sim” e seguir em frente rumo a sua nova vida, casada com outro homem, eu queria que ela fosse minha, mas ela não me via desta forma e eu sabia disso. Mas antes que ela partisse ela veio até mim e disse: “ você veio!!!!” Ela disse “obrigado” e beijo-me a bochecha. Eu quero dizer a ela, eu quero que ela saiba que não quero que sejamos apenas amigos, eu a amo, mas sou muito tímido, e não sei porque.
Funeral
Anos se passaram, eu olho para o caixão de uma garota que costumava ser minha “melhor amiga”. Na cerimônia leram a entrada do diário dela, escrito na época do colegial. Isto foi o que leram:

“Eu o admiro desejando que ele seja meu, mas ele não me vê desta forma, eu quero dizer a ele, eu quero que ele saiba que não quero que sejamos apenas amigos eu o amo, mas sou muito tímida, e não sei porque. Queria que ele dissesse que me ama!!!”
Eu queria também... Eu pensei muito e chorei...
Depois de ler isso reflita:

Não demore a dizer isso a pessoa que você o ama e quanto ela é importante e especial na sua vida... um dia pode ser tarde...
MUITO TARDE!!!

Colega: Separa sua briga
Amigo: Já chega na voadora
Colega: xama seus pais de senhor e senhora
Amigo: xama de tio e tia...
Colega: nunk viu você chorar
Amigo: sempre teve os melhores ombros p/ você chorar
Colega: nunk pede nada para beber e comer
Amigo: abre o armário e se sente em casa
Colega: pede pra você escrever o seu número de telefone
Amigo: pergunta pelo telefone dele (pq não se lembra)
Colega: pede alguma coisa emprestada e devolve em uns dias
Amigo: tem 1 guarda-roupa cheio de coisas suas
Colega: sabe algumas coisas sobre você
Amigo: poderia escrever uma biografia sobre você
Colega: não ficaria c/ você se as outras pessoas não tivessem com você
Amigo: sempre ficaria c/ você
Colega: deletaria essa mensagem
Amigo: mandaria para todos seus amigos...

Pelo menos akeles q são REALMENTE importantesss....
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Eu odeio olhar pro lado e não ver você
Eu odeio quando o telefone toca e não é você
Eu odeio falar com vc e vc não me responder
Eu odeio não saber pensar em outra coisa sem ser você
Eu odeio só falar em você
Eu odeio não saber como você está
Eu odeio imaginar você com outra
Eu odeio saber q agora você pode estar nos braços de alguem q não te ama tanto quanto eu
Eu odeio ter q inventar alguma coisa pra fazer pra não ter q pensar em você
Eu odeio te ver online e não poder falar com vc
Eu odeio quando você fala comigo como se nada tivesse acontecido
Eu odeio pensar que você não me quer como única
Eu odeio quando você me trata como uma amiga qualquer
Eu odeio saber que não vou te ver
Eu odeio ter medo de você me esquecer
Eu odeio pensar que vc jah me esqueceu
Ah... como eu odeio

Hino ao crítico

Da paixão de um cocheiro e de uma lavadeira
Tagarela, nasceu um rebento raquítico.
Filho não é bagulho, não se atira na lixeira.
A mãe chorou e o batizou: crítico.

O pai, recordando sua progenitura,
Vivia a contestar os maternais direitos.
Com tais boas maneiras e tal compostura
Defendia o menino do pendor à sarjeta.

Assim como o vigia cantava a cozinheira,
A mãe cantava, a lavar calça e calção.
Dela o garoto herdou o cheiro de sujeira
E a arte de penetrar fácil e sem sabão.

Quando cresceu, do tamanho de um bastão,
Sardas na cara como um prato de cogumelos,
Lançaram-no, com um leve golpe de joelho,
À rua, para tornar-se um cidadão.

Será preciso muito para ele sair da fralda?
Um pedaço de pano, calças e um embornal.
Com o nariz grácil como um vintém por lauda
Ele cheirou o céu afável do jornal.

E em certa propriedade um certo magnata
Ouviu uma batida suavíssima na aldrava,
E logo o crítico, da teta das palavras
Ordenhou as calças, o pão e uma gravata.

Já vestido e calçado, é fácil fazer pouco
Dos jogos rebuscados dos jovens que pesquisam,
E pensar: quanto a estes, ao menos, é preciso
Mordiscar-lhes de leve os tornozelos loucos.

Mas se se infiltra na rede jornalística
Algo sobre a grandeza de Puchkin ou Dante,
Parece que apodrece ante a nossa vista
Um enorme lacaio, balofo e bajulante.

Quando, por fim, no jubileu do centenário,
Acordares em meio ao fumo funerário,
Verás brilhar na cigarreira-souvenir o
Seu nome em caixa alta, mais alvo do que um lírio.

Escritores, há muitos. Juntem um milhar.
E ergamos em Nice um asilo para os críticos.
Vocês pensam que é mole viver a enxaguar
A nossa roupa branca nos artigos?

Aprenda a Dar valor em quem Te Valoriza,
Aprenda a amar Quem Te ama,
Aprenda a Respeitar quem Te Respeita,
Aprenda a ser Amigo De quem é seu amigo,
Aprenda ser você mesmo em qualquer situação,
Aprenda a Dizer não quando necessário, da mesma maneira aprenda a dizer sim (!)
Aprenda a Viver intensamente~'
Simplesmente Por que VIVER não significa apenas fazer o q achamos q é certo, é mais do que isso, viver é fazer o que temos vontade, Claro que nem sempre nossas vontades são vistas com bons olhos (!) mais aprenda a não se preocupar com o que as pessoas vão falar ou pensar a Respeito do que você faz d Sua vida, Procure sempre agir Com a sua Consciência, de maneira que, estando bem com ela, sempre estará de bem consigo mesma(o) Aprenda simplesmente dar sentido a Sua vida, de forma que um dia Você Possa Dizer: "Erros e acertos cometidos diariamente, Sonhos realizados ou não, amores conquistados, amizades, Tudo Valeu a Pena (!)

=)
é a melhor coisa que existe :)
Pois antes se arrempender do que Fazemos, do que Não ter a chance d fazer novamente (!)