Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo
Se você pudesse por um instante estar em mim...
Perceberia o quanto te quero...
Que em cada sorriso
Escondido atrás da tela...
Há um calor de prazer...
Uma ansiedade de amar...
Um carinho querendo ter...
Uma alma a cantar....
Se você pudesse por um instante estar em mim...
Perceberia o quanto te pertenço...
Que somente por ti meu coração se abre...
Mesmo no frio, me aquece...
No silêncio... te sinto...
Nas palavras... te acolho...
Teus beijos... meus desejos...
Se você pudesse por um instante estar em mim...
Transportando-me no espaço
Estando na constância do tempo
Me acolhendo em teus braços...
Te amando sem cansaço...
Me entregando em teu abraço...
Mulheres
Como as mulheres são lindas!
Inútil pensar que é do vestido...
E depois não há só as bonitas:
Há também as simpáticas.
E as feias, certas feias em cujos olhos vejo isto:
Uma menininha que é batida e pisada e nunca sai da cozinha.
Como deve ser bom gostar de uma feia!
O meu amor porém não tem bondade alguma.
É fraco! Fraco!
Meu Deus, eu amo como as criancinhas...
És linda como uma história da carochinha...
E eu preciso de ti como precisava de mamãe e papai
(No tempo em que pensava que os ladrões moravam no morro atrás de casa e tinham cara de pau)
Falando do amor verdadeiro.
Eu gostaria de aprender, palavras mais bonitas, diferentes
das que todos dizem quando querem exprimir um sentimento.
Dizer somente "eu te amo" tornou-se através do tempo
apenas um efeito sonoro que, na maioria das vezes, fala de
um desejo do momento, e não de um sentimento verdadeiro.
As palavras que eu gostaria de saber deveriam ter uma
força, uma profundidade capaz de trazer do fundo do meu
ser, chegando até os seus ouvidos, com um realismo de
igual intensidade que tornasse realidade palpável, todo
este sentimento de amor que sinto por você.
Simplesmente Adoro você!
Adoro quando você me olha
Adoro quando você fica me perturbando
Adoro quando você sorri
Adoro quando você me beija
Adoro quando você liga pra mim
Adoro quando você fala que me adora
Adoro quando você toca violão pra mim
Adoro quando você me abraça
Adoro quando você me faz carinho
Adoro quando você diz que sou uma droga e que você não consegue ficar nem um dia sem me ver.
Eu adoro você e o seu jeito de ser não me importo com que os outros dizem sobre você se eles gostam ou não de você o importante e que eu te adoro acima de todas as coisas e que eu quero ficar com você por um longo tempo da minha vida, pois você me faz muito bem.
Augúrios de inocência
Ver um mundo num grão de areia,
E um céu numa flor do campo,
Capturar o infinito na palma da mão
E a eternidade numa hora
Um tordo rubro engaiolado
deixa o céu inteiro irado
Um cão com dono e esfaimado
prediz a ruína do estado
Ao grito da lebre caçada
da mente, uma fibra é arrancada
Ferida na asa a cotovia,
um querubim, seu canto silencia....
....Toda noite e toda manhã linda,
uns nascem para o doce gozo ainda
outros nascem numa noite infinda
Passamos na mentira a acreditar
qdo não vemos através do olhar
que uma noite nos traz e outra deduz,
quando a alma dorme mergulhada em luz
Deus aparece e Deus é luz amada
para aqueles que na noite têm morada
E na forma humana se anuncia,
para aqueles que vivem nas regiões do dia.
Um sábio me dizia: esta existência,
não vale a angústia de viver. A ciência,
se fôssemos eternos, num transporte
de desespero inventaria a morte.
Uma célula orgânica aparece
no infinito do tempo. E vibra e cresce
e se desdobra e estala num segundo.
Homem, eis o que somos neste mundo.
Assim falou-me o sábio e eu comecei a ver
dentro da própria morte, o encanto de morrer.
Um monge me dizia: ó mocidade,
és relâmpago ao pé da eternidade!
Pensa: o tempo anda sempre e não repousa;
esta vida não vale grande coisa.
Uma mulher que chora, um berço a um canto;
o riso, às vezes, quase sempre, um pranto.
Depois o mundo, a luta que intimida,
quadro círios acesos : eis a vida
Isto me disse o monge e eu continuei a ver
dentro da própria morte, o encanto de morrer.
Um pobre me dizia: para o pobre
a vida, é o pão e o andrajo vil que o cobre.
Deus, eu não creio nesta fantasia.
Deus me deu fome e sede a cada dia
mas nunca me deu pão, nem me deu água.
Deu-me a vergonha, a infâmia, a mágoa
de andar de porta em porta, esfarrapado.
Deu-me esta vida: um pão envenenado.
Assim falou-me o pobre e eu continuei a ver,
dentro da própria morte, o encanto de morrer.
Uma mulher me disse: vem comigo!
Fecha os olhos e sonha, meu amigo.
Sonha um lar, uma doce companheira
que queiras muito e que também te queira.
No telhado, um penacho de fumaça.
Cortinas muito brancas na vidraça
Um canário que canta na gaiola.
Que linda a vida lá por dentro rola!
Pela primeira vez eu comecei a ver,
dentro da própria vida, o encanto de viver.
Procura-se alguém...
Que tenha Carinho no olhar.
Que tenha leveza nas mãos.
Que tenha pureza no coração,
Que Ame e deixe-se Amar.
Que cuide e deixe-se cuidar...
Procura-se alguém...
Que num gesto tenha o poder do silêncio.
Que em uma palavra tenha o poder da ação.
Que tenha o sorriso de criança.
Que tenha na pele um toque intenso.
Procura-se alguém...
Que seja Amor puro e sincero.
Que seja Amigo e fiel.
Que seja Carinho.
Que tenha seu nome.
Que seja você!
Dê-me sua mão,
Deixe-me te guiar por esse caminho iluminado, caminhando lado a lado.
Ninguém consegue entender o Amor,
É um sentimento sem limites
Olha, você parece um morango doce. Daqueles que eu gosto. Aliás, vem aqui comigo comer morangos frescos? A gente pode esquecer do que acontece além da porta, apagar o verbo reflexivo "preocupar-se" de todos os dicionários e escutar aquele CD. Ou aquele outro. Ou o que você preferir. Acho que vou estar prestando mais atenção nos seus sons. Me perco, sim, acho que me perco nos seus tudo. Você me põe de cabeça para baixo com todas as suas definições particulares e apimentadas. E só eu sei o quanto eu gosto disso. Vem aqui comigo e entra com a chave que eu vou deixar debaixo do tapete. Vem, porque eu estou esperando com os morangos e só. E vem daquele jeito seu que eu acho lindo.
Você se habilita?
Canção da América
Amigo é coisa para se guardar
Debaixo de sete chaves
Dentro do coração
Assim falava a canção que na América ouvi
Mas quem cantava chorou
Ao ver o seu amigo partir
Mas quem ficou, no pensamento voou
Com seu canto que o outro lembrou
E quem voou, no pensamento ficou
Com a lembrança que o outro cantou
Amigo é coisa para se guardar
No lado esquerdo do peito
Mesmo que o tempo e a distância digam "não"
Mesmo esquecendo a canção
O que importa é ouvir
A voz que vem do coração
Pois seja o que vier, venha o que vier
Qualquer dia, amigo, eu volto
A te encontrar
Qualquer dia, amigo, a gente vai se encontrar.
A ratoeira
Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa
abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que poderia haver ali.
Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado.
Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:
"- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa !!! "
A galinha, disse:
"- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda."
O rato foi até o porco e lhe disse:
"- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira !!!"
"- Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar.
Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces."
O rato dirigiu-se então à vaca. Ela lhe disse:
"- O que Sr. Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo?
Acho que não!"
Então o rato voltou para a casa, cabisbaixo e abatido, para encarar a
ratoeira do fazendeiro.
Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua vítima.
A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego.
No escuro,ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa.
E a cobra picou a mulher...
O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital.
Ela voltou com febre.
Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha.
O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.
Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la.
Para alimenta- los o fazendeiro matou o porco.
A mulher não melhorou e acabou morrendo.
Muita gente veio para o funeral.
O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.
Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que, quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre risco.
O problema de um é problema de todos."
O direito ao delírio
O novo milênio já está nascendo. Não dá para levar o assunto muito a sério: afinal, é o ano 2001 para os cristãos, ano 1379 para os muçulmanos, 5114 para os maias e 5762 para os judeus. O novo milênio nasce em 1º de janeiro pela obra e graça de um capricho dos senadores do Império Romano, que certo dia decidiram quebrar a tradição que ordenava celebrar o ano novo no início da primavera. E a contagem dos anos da era cristã vem de outro capricho: certo dia, o Papa de Roma decidiu marcar uma data para o nascimento de Jesus, embora ninguém saiba quando Jesus nasceu.
O tempo burla os limites que inventamos para acreditar que ele nos obedece; mas o mundo inteiro celebra e teme essa fronteira.
Um convite ao voo
Milênio vai, milênio vem, a ocasião é propícia para que os oradores de inflamado verbo discursem sobre os destinos da humanidade e para que os porta vozes da ira de Deus anunciem o fim do mundo e o aniquilamento geral, enquanto o tempo, de boca fechada, continua sua caminhada ao longo da eternidade e do mistério.
Verdade seja dita, não há quem resista: numa data assim, por arbitrária que seja, qualquer um sente a tentação de perguntar-se como será o tempo que será. E vá-se lá saber como será. Temos uma única certeza: no século 21, se ainda estivermos aqui, todos nós seremos gente do século passado e , pior ainda, do milênio passado.
Embora não possamos adivinhar o tempo que será, temos, sim, o direito de imaginar o que queremos que seja. Em 1948 e em 1976, as Nações Unidas proclamaram extensas listas de direitos humanos, mas a imensa maioria da humanidade só tem o direito de ver, ouvir e calar. Que tal começarmos a exercer o jamais proclamado direito de sonhar? Que tal delirarmos um pouquinho? Vamos fixar o olhar num ponto além da infâmia para adivinhar outro mundo possível:
O ar estará mais limpo de todo o veneno que
Não provenha dos medos humanos e das humanas paixões.
Nas ruas, os carros serão esmagados pelos cães.
As pessoas não serão dirigidas pelos carros
Nem serão programadas pelo computador.
Nem serão compradas pelos supermercados
Nem serão assistidas pela TV,
A TV deixará de ser o membro mais importante da família,
Será tratada como um ferro de passar roupa
Ou uma máquina de lavar.
Será incorporado aos códigos penais
O crime da estupidez para aqueles que a cometem
Por viver só para ter o que ganhar
Ao invés de viver simplesmente
Como canta o pássaro em saber que canta
E como brinca a criança sem saber que brinca.
Em nenhum país serão presos os jovens
Que se recusem ao serviço militar
Senão aqueles que queiram servi-lo.
Ninguém viverá para trabalhar.
Mas todos trabalharemos para viver.
Os economistas não chamarão mais
De nível de vida o nível de consumo
E nem chamarão a qualidade de vida
A quantidade de coisas.
Os cozinheiros não mais acreditarão
que as lagostas gostam de ser fervidas vivas.
Os historiadores não acreditarão que os países adoram ser invadidos.
Os políticos não acreditarão que os pobres
Se encantam em comer promessas.
A solenidade deixará de acreditar que é uma virtude,
E ninguém, ninguém levará a sério alguém que não seja capaz de rir de si mesmo.
A morte e o dinheiro perderão seus mágicos poderes
E nem por falecimento e nem por fortuna
Se tornará o canalha em virtuoso cavalheiro.
A comida não será uma mercadoria
Nem a comunicação um negócio
Porque a comida e a comunicação são direitos humanos.
Ninguém morrerá de fome
Porque ninguém morrerá de indigestão.
As crianças de rua não serão tratadas como se fossem lixo
Porque não existirão crianças de rua.
As crianças ricas não serão como se fossem dinheiro
Porque não haverá crianças ricas.
A educação não será privilégio daqueles que podem pagá-la
E a polícia não será a maldição daqueles que podem comprá-la
A justiça e a liberdade, irmãs siamesas
Condenadas a viver separadas
Voltarão a juntar-se, bem agarradinhas,
Costas com costas.
Na Argentina, as loucas da Praça de Mayo
Serão um exemplo de saúde mental
Porque elas se negaram a esquecer
Os tempos da amnésia obrigatória.
A Santa Madre Igreja corrigirá
Algumas erratas das Taboas de Moisés,
E o sexto mandamento mandará festejar o corpo.
A Igreja ditará outro mandamento que Deus havia esquecido:
“Amarás a natureza, da qual fazes parte”
Serão reflorestados os desertos do mundo
E os desertos da alma
Os desesperados serão esperados
E os perdidos serão encontrados
Porque eles são os que se desesperaram por muito esperar
E eles se perderam por tanto buscar.
Seremos compatriotas e contemporâneos
De todos o que tenham
A vontade de beleza e vontade de justiça
Tenham nascido quando tenham nascido
Tenham vivido onde tenham vivido
Sem importarem nem um pouquinho
As fronteiras do mapa e do tempo.
Seremos imperfeitos
Porque a perfeição continuará sendo o aborrecido privilégios dos deuses
Mas neste mundo, trapalhão e fodido,
Seremos capazes
De viver cada dia como se fosse o primeiro
E cada noite como se fosse a última.
Mandai-me Senhores, hoje
que em breves rasgos descreva
do Amor a ilustre prosápia,
e de Cupido as proezas.
Dizem que de clara escuma,
dizem que do mar nascera,
que pegam debaixo d’água
as armas que o amor carrega.
O arco talvez de pipa,
a seta talvez esteira,
despido como um maroto,
cego como uma toupeira
E isto é o Amor? É um corno.
Isto é o Cupido? Má peça.
Aconselho que não comprem
Ainda que lhe achem venda
O amor é finalmente
um embaraço de pernas,
uma união de barrigas,
um breve tremor de artérias
Uma confusão de bocas,
uma batalha de veias,
um reboliço de ancas,
quem diz outra coisa é besta.
ROSAS BRANCAS
Se tudo na vida é relativo. . .
Relativa também é a idéia que cada um faz da felicidade.
Para uns, felicidade é dinheiro no bolso, cerveja na geladeira, roupa nova no armário.
Para outros a felicidade representa o sucesso, a carreira brilhante, o simples fato de se achar importante, (ainda que na verdade as coisas não sejam bem assim).
Para outros tantos, ser feliz é conhecer o mundo, ter um conhecimento profundo das coisas da Terra e do Ar.
Mas para mim, ser feliz é diferente.
Ser feliz é ser gente, é ter vida.
Que como dizia o poeta:
“É bonita, é bonita, é bonita...”
Felicidade é a família reunida.
É viver sem chegada, sem partida.
É sonhar, é chorar, é sorrir...
Felicidade é viver cercado de amor, é plantar amizade, é o calor do abraço daquele amigo, que mesmo distante, lembrou de dizer: “Alô”.
Ser feliz é acordar as cinco da matina, depois de ter ido dormir as três da madrugada, com sono e pra lá de cansado, só pra dar uma pontinha da cama, para o filho dormir.
Ser feliz é ter violetas na janela, é chá de maçã com canela, é pipoca na panela.
É um CD bem méla-méla, para esquentar o coração.
Ser feliz é curtir sol radiante, frio aconchegante, chuvinha ou temporal.
Ser feliz é enxergar o outro (e sabe-se lá quantos outros, que cruzam nossa estrada).
Ser feliz é fazer da vida, uma grande aventura, a maior loucura, um enorme prazer.
Ser feliz é ser amigo, mas... Antes de tudo é ter amigos, exatamente assim:
COMO VOCÊ!
Faça uma lista dos sonhos que tinha, quantos você desistiu de sonhar?
Quantos amores jurados pra sempre, quantos você conseguiu preservar?
Onde você ainda se reconhece: Na foto passada ou no espelho de agora?
Hoje é do jeito que achou que seria?
Quantas mentiras você condenava?, quantas você teve que cometer?
Quantos defeitos sanados com o tempo, eram o melhor que havia em você?
Nota: Techo da música composta por Oswaldo Montenegro e publicada em 1999. Link
EU SOU...
...
Eu sou
Mais que palavras,
Mais que uma voz...
Eu sou
Lágrima,
Sorriso,
Olhar distante...
Eu sou
Mãos que trabalham
E acariciam
E pedem
Mãos outras...
Eu sou
Fragmentos de um tempo
Que já passou...
(passado e presente)
Que me fez, assim...
Assim, como sou!
Eu sou presença
Inteira, única...
Frágil quando sonha
Forte quando quer mais!
Eu sou o dar-me
Sem nada ter...
Sou o livro
Por ler,
Metáfora de mulher
Que o é
Sem o ser...
E eu sou
Mais que palavras,
Mais que uma voz
Que se perde no espaço
E diz quase nada...
Do muito de nós!...
CONFISSÕES NO ESPAÇO VAZIO
Era uma vez
Uma menina-mulher independente que percebeu
Que em sua vida faltava alguma coisa.
Ela estava cansada de beijos sem sentimento, carícias sem motivo
Sexo sem compromisso...
Ela sabia que estava sofrendo por isso
Mas esperava insistentemente que o príncipe encantado viesse salvá-la.
Um dia perguntei a ela
"Como é esse seu príncipe encantado?"
Eis o que ela me respondeu:
"Ele não deve existir....
ou, se existir, deve estar muito longe de mim...
Imagino que seja um homem maduro, inteligente, divertido
Que saiba me tratar como eu mereço
Que me sacie com carinhos, beijos e muito amor
Que acompanhe meu ritmo noite e dia
Que entenda de poesia e possa fazer nas horas mais inusitadas
E que seja ousado... "
Diante dessa confissão, me questionei
Se a princesa estaria sendo exigente demais
Ou se realmente esse príncipe existe....
Ela continua procurando!
"Quem tem telhado de vidro não atira pedras ao do vizinho."
"Uma ovelha má põe o rebanho a perder."
"A fome é o melhor tempero."
"Se queres conhecer o vilão, põe-lhe uma vara na mão."
"A vingança é um prato que se serve frio."
"Quem nunca comeu melado, quando come lambuza-se."
"Assim como vive o Rei, vivem os vassalos."
"Mal de muitos consolo é."
"Bem mal ceia quem come de mão alheia."
"Cachorro mordido de cobra tem medo até de barbante."
"De grão em grão a galinha enche o papo."
"A ociosidade é a mãe de todos os vícios."
"Dois olhos vêem mais do que um só."
"A raposa tanto vai ao ninho, que um dia deixa o focinho."
"Em tempo de guerra, qualquer buraco é trincheira."
"Ferro que não se usa, gasta-o a ferrugem."
"Grandes peixes, pescam-se em grandes rios."
"Mais vale quem Deus ajuda do que quem cedo madruga."
"Mais vale um gosto do que seis vinténs."
"Águas passadas, não movem moinhos."
"Manda quem pode, obedece quem tem juízo."
"Não se deve despir um santo para vestir outro."
"A presunção é a mãe de todas as asneiras."
"Quando um burro fala, os outros baixam as orelhas."
"Duro com duro não faz bom muro."
"Ninguém é profeta na sua terra."
"Deus me dê paciência e um paninho para a embrulhar."
"O olho do dono é que engorda o cavalo."
"Quem quer vai, quem não quer manda."
"O que não tem solução, solucionado está."
"Para quem sabe ler um pingo é letra."
Quantos conselhos a gente já deu na vida para as pessoas
mas que na prática não seríamos capazes de realizar...
Quantas vezes criticamos as pessoas por atitudes que nós também cometemos...
Vivemos muito em cima do "faça 0 q eu digo, não faça o que eu faço"!
Somos capazes de indicar o melhor caminho para qualquer pessoa,
menos acertar o nosso próprio rumo na vida...
Quando a gente fala parece tão simples e fácil as atitudes que os outros devem tomar.
mas porque quando é nós que temos que tomar estas atitudes parece tudo tão complicado e difícil às vezes até completamente impraticável...
Mas mesmo assim somos capazes de dizer para uma outra pessoa fazer exatamente aquilo e não conseguimos...
Será que somos fracos demais, ou imaginamos que o outro é que é forte e capaz ou ainda simplesmente ignoramos o fato de que nem tudo é tao simples assim..."
[As falsas Recordações]
Se a gente pudesse escolher a infância
que teria vivido, com enternecimento eu não
recordaria agora aquele velho tio de perna de pau,
que nunca existiu na familia, e aquele arroio que
nunca passou aos fundos do quintal,
e onde íamos pescar e sestear nas tardes de verão,
sob o zumbido inquietante dos besouros...
SONETO VII
Ardor em firme coração nascido!
Pranto por belos olhos derramado!
Incêndio em mares de água disfarçado!
Rio de neve em fogo convertido!
Tu, que em um peito abrasas escondido, (*?) Tu, que em ímpeto abrasas escondido,
Tu, que em um rosto corres desatado,
Quando fogo em cristais aprisionado,
Quando cristal em chamas derretido.
Se és fogo como passas brandamente?
Se és neve, como queimas com porfia?
Mas ai! Que andou Amor em ti prudente.
Pois para temperar a tirania,
Como quis, que aqui fosse a neve ardente,
Permitiu, parecesse a chama fria.
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