Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo
O que mais adoece o ser humano é "a "comparação"...
Por isso é importante aprender a comparar-se consigo mesmo e não comparar-se aos outros.
Quem vive se comparando aos outros deixa de perceber se a si mesmo e usufruir do seu potencial e da sua capacidade de "vencer se a si mesmo e ser vencedor" mas também deixa de evoluir, crescer e prosperar!
Feche os olhos, abra o coração e e ao comparar o seu ser e o seu viver de ontem com o de hoje tente descobrir quem é realmente o melhor e , o mais importante: descubra "quem você quer ser para si mesmo"!...
Uma criança de 4 anos ainda é um bebê.
Às vezes esquecemos disso porque eles já falam como gente grande.
Mas 4 anos ainda é muito pequeno.
Aos 4 anos,
eles fazem mil perguntas, inventam histórias
e transformam qualquer coisa em brincadeira.
Mas também é a fase das emoções intensas.
Eles choram forte, se frustram rápido
e ainda estão aprendendo a lidar com o que sentem.
Quatro anos é a fase das gargalhadas sem motivo,
das perguntas inesperadas,
e dos abraços que chegam de surpresa.
Um dia eles não vão mais pedir abraço antes de dormir.
Um dia eles vão parar de subir no seu colo.
E você vai olhar para trás desejando
só mais um dia do seu filho de 4 anos.
🌻🌻🌻🌻🌻🌻
A fé não torna as coisas fáceis. A fé torna as coisas possíveis. Por isso trago comigo uma certeza: não , não tenho a pretensão de ser uma pessoa melhor do que ninguém, mas guiada pela luz Divina, pela fé e pela Esperança eu quero crescer e evoluir a cada dia mais, ser uma pessoa melhor para mim mesma, iluminando todo o meu ser, o meu existir e o meu viver e , se possível , ser luz para o mundo que me cerca.
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Plante boas ações, colha bons frutos. O que é de Deus está além do que podemos imaginar. Que tudo que cultivamos com amor e fé floresça de formas inesperadas — porque o bem que vem de Deus sempre ultrapassa o que conseguimos planejar.
Rosinei Nascimento Alves
Ótimo dia!
Deus abençoe sempre 🙏🏾
Tenhamos fé!
Se não nos compreendem, sigamos serenos,
deixemos o perdão florescer no olhar.
Mágoas e medos não sejam correntes,
que o coração aprenda a se libertar.
Há tantos que esperam de nós ternura,
um gesto simples que aqueça a vida.
Compreensão é ponte segura,
carinho é luz que nunca se despida.
Nos caminhos há espinhos e dores,
mas também lições que nos fazem crescer.
Perdoar é plantar novos amores,
seguir em frente é aprender a viver.
Rosinei Nascimento Alves
Ótimo dia!
Deus abençoe sempre 🙏🏾
Tenhamos fé!
Mudanças
O mundo que não imaginei...
A ingenuidade ou pequenez...
Tudo mudou tão rápido...
Sem que volte outra vez...
Somos outros,somos iguais...
Somos maus como os demais...
Somos egoistas e malvados...
Somos o esquecimento dos educados...
Somos o que não devia acontecer...
Sermos menores que um ser...
Loucos ,atrevidos,corajosos e mal medidos...
Destruidores do normal...
Preconceitos adormecidos...
Somos o espaço mal medido..
O valor que só escondido...
Volta pra nós sem ser medido...
Perdemos ,não por nossa culpa...
Mas talvez dalgum bandido...
Células do mal...
Numa via de um só sentido...
Mas afinal...Nasci para Viver...
Ou Viver já Morrido...
António José Ferreira
Se amar é viver
Então qual o sentido de viver sofrendo
Se a felicidade é a alegria de viver
Então porque a tristeza rouba de nós a maior parte da vida
Se viver é sentir paz
então porque vivemos em guerras sangrentas e desumanas
Se a vida é um Dom
Então porque morremos.
Dualidades da vida
Por Marcio Melo
O legado mais lindo que alguém pode nos deixar é o cuidado e o amor que um dia sentiu por nós, através do seu cuidado, exagero, implicância e nos ensinar a trabalhar e nos ensinar a lutar pelo que é nosso, esses foram as bases mas linda que tanto José Corrêa quanto Francisca Ferreira nos deixou, obrigada por tudo! E que seus filhos que já são pais passem para os filhos e netos a verdadeira riqueza: O trabalho, a dignidade! Obrigada meus avós e aos meus pais !
(TmCBelmiro)
Salve salve, Castro Alves!
eu de 14-bis para homenageá-lo singelamente
sentindo o climão com estes narizes pouco sutis
repetindo os rasantes de cor: liberal, doravante!
desenhando as pegadas nas mentes altaneiras:
“é germe que faz a palma, é chuva que faz o mar”!
meu poeta maior, vivo da silva e extravagante!
quero expô-lo romântico tardio, mas não óbvio
e dizê-lo – redivivo – repetida e publicamente!
Quadro em Branco
Ela me chamava de linda,
maravilhosa, incrível —
mas só quando alguém via.
Quando ninguém olhava,
eu era só um quadro em branco
pronto pra receber os rabiscos que um dia ela recebeu.
Dizia gostar de mim,
mas me empurrava
pra dentro de um mundo que não era meu,
cheio de palavras que eu não queria ouvir,
de ideias que não me vestiam.
Era como se sua escuridão
pedisse companhia.
Mas não por consolo —
por arrasto.
Ela era lousa cheia de marcas,
de frases cuspidas com força,
e queria que eu,
calma, limpa,
me tornasse reflexo do que ela já foi um dia.
Queria me ver tropeçar
onde ela caiu,
me ver perdida
onde ela se perdeu.
E eu, que só queria acolher,
quase fui moldada por mãos que não sabiam tocar.
Meus amigos viam —
viam o que eu demorava a ver.
Que havia elogio, sim,
mas era casca.
E por dentro, só o desejo
de me fazer menos eu.
Mas eu não fui.
Não me tornei.
Não desci o esgoto
pra caber no escuro dela.
Preferi ser ponte,
não túnel.
Preferi ser flor que cresce fora do caos,
e não raiz que se enrosca no que fere.
Hoje, guardo a lembrança,
mas não a culpa.
Porque às vezes,
a amizade também é saber dizer:
"eu não vou contigo,
não desse jeito."
Acreditar em si mesmo não é possuir uma blindagem mágica contra o medo, mas ter a firmeza de não deixar que ele, o medo, assuma a direção da sua vida.
Os pensamentos negativos sempre vão surgir, a mente humana é perita em antecipar o perigo, mas a maturidade está em tirar deles o poder de decisão.
E é curioso notar como, muitas vezes, a nossa maior força nasce justamente da ausência de opções; quando as alternativas desaparecem e a vida nos coloca diante de uma única via, não devemos enxergar isso como uma prisão, mas como o foco absoluto.
Se não há para onde recuar, você está exatamente onde deveria estar e a partir desse momento, a jornada se torna inegociável, e a única variável sob o seu controle é a postura do seu passo.
Portanto, assuma a autoria do seu trajeto e faça com que a sua caminhada, independentemente das pedras no chão, seja a assinatura inconfundível da sua excelência.
Aniz
Exemplos na Organização da Sociedade:
Código Civil e o Direito de Família: O Direito estabelece regras para o casamento, divórcio e guarda de filhos. Em vez de uma separação virar uma briga sem fim por bens ou pela guarda, o Direito define quem fica com o quê e como os filhos serão protegidos. Isso evita a violência doméstica e o desamparo de vulneráveis.
Código Penal: Quando alguém comete um furto ou uma agressão, o Direito impede que a vítima se vingue pessoalmente. O Estado intervém, processa o acusado e aplica uma pena. Isso mantém a ordem pública e impede que a sociedade viva em estado de guerra civil constante.
Direito de Vizinhança: Se o seu vizinho decide fazer uma obra que abala a estrutura da sua casa ou ouve som alto às 3 da manhã, você não precisa invadir a casa dele. O Direito oferece a norma e a Justiça para interromper o abuso, organizando o convívio em espaços compartilhados.
Exemplos na Organização da Economia:
Lei das S.A. e Direito Empresarial: Imagine que você investe na Bolsa de Valores. Você só faz isso porque o Direito garante que você é dono de uma parte da empresa e que os administradores não podem simplesmente fugir com o seu dinheiro. A lei organiza como o capital circula com segurança.
Código de Defesa do Consumidor (CDC): Se você compra um celular e ele explode, o Direito garante que a loja ou o fabricante te devolvam o dinheiro ou troquem o produto. Sem essa regra, as pessoas teriam medo de consumir, o que travaria o comércio e a produção industrial.
Direito de Propriedade Intelectual: Quando uma empresa farmacêutica gasta bilhões criando uma vacina, o Direito garante a ela uma patente. Isso assegura que ninguém vai simplesmente copiar a fórmula e vender mais barato no dia seguinte. Essa garantia jurídica é o que incentiva a inovação e o investimento em novas tecnologias.
Na esfera econômica, o Direito atua como o alicerce que permite a circulação de riquezas e o desenvolvimento. A finalidade aqui é transformar a incerteza em risco calculado: ao garantir o direito de propriedade e a obrigatoriedade dos contratos, o sistema jurídico oferece aos agentes econômicos a confiança necessária para investir capital e trabalho. O mercado não é um fenômeno natural que surge do nada, mas uma construção jurídica que depende de regras de concorrência e proteção ao crédito para não se tornar um ambiente de fraudes. Portanto, o Direito organiza a economia ao fornecer as ferramentas que validam as trocas e protegem o patrimônio, sendo o elemento indispensável para qualquer forma de progresso material sustentável.
Conclui-se, portanto, que o Direito é a peça-chave que impede a autodestruição da sociedade e o colapso do mercado. Sua finalidade última é transformar o conflito em processo e a incerteza econômica em regra clara. Sem essa estrutura jurídica, a convivência social regrediria ao uso da força e a economia seria impossível, já que ninguém se arriscaria a produzir ou trocar bens sem a garantia de que seus direitos seriam respeitados. O Direito não existe apenas para punir, mas para criar o ambiente de ordem e confiança necessário para que a vida em comunidade e o desenvolvimento financeiro sejam minimamente viáveis.
O Direito é a ferramenta que o ser humano criou para que a convivência em grupo e as trocas comerciais não virem uma guerra de todos contra todos. Ele funciona como a estrutura invisível que segura a sociedade e a economia em pé, transformando o caos de vontades individuais em um sistema de regras que todo mundo é obrigado a seguir. A finalidade do Direito na organização da sociedade é garantir a paz social e a segurança jurídica, substituindo a violência física e a vingança privada por um conjunto de leis aplicadas pelo Estado. Sem isso, a vida social seria imprevisível e perigosa.
Já na organização da economia, o Direito serve para criar um ambiente de confiança mínima onde as pessoas aceitam trocar bens e serviços. Ele garante que a propriedade privada seja respeitada e que os contratos assinados tenham força de lei, obrigando as partes a cumprirem o que prometeram. Sem o Direito, o mercado travaria, pois ninguém investiria dinheiro ou produziria algo se não tivesse a garantia jurídica de que poderia manter seus ganhos ou cobrar suas dívidas. No fim das contas, a finalidade do Direito é dar ordem ao convívio e previsibilidade ao dinheiro.
O conceito de Direito é o de um conjunto de normas jurídicas impostas pelo Estado para regular a conduta humana em sociedade. Ele não é apenas um conselho ou uma regra moral, mas um sistema que possui sanção, ou seja, se você descumpre a norma, sofre uma consequência aplicada pelo poder público.
Esse conceito se baseia na ideia de que, para o ser humano viver em grupo, ele precisa abrir mão de uma parte da sua liberdade individual em troca de ordem e segurança. O Direito, então, surge como o instrumento que define o que é justo e o que é lícito, servindo como o limite entre o interesse de uma pessoa e o interesse de todo o resto do grupo.
Em resumo, o conceito de Direito é o de um ordenador social que utiliza a lei para substituir a força, garantindo que a convivência e as trocas econômicas aconteçam dentro de um padrão de normalidade e previsibilidade.
Ontem, nós sabíamos um no outro.
Éramos um abrigo que se inventava em cada abraço, um mundo inteiro feito de pequenos gestos, de olhares que diziam mais que qualquer palavra.
Eu sabia o compasso da tua respiração e o teu sorriso sabia abrir todas as janelas do meu peito.
Fomos dois corpos dançando na mesma luz, fomos casa e tempestade, fogo e calmaria, fomos eternidades enquanto durou o instante.
Tudo em nós éramos grandes, urgente, como se o amor não soubesse esperar.
Mas o tempo, esse ladrão silencioso, foi apagando as luzes acesas em nós.
Primeiro, um beijo menos demorado.
Depois, um toque que se perdeu no caminho.
Até que um dia, sem perceber, paramos de procurar um ao outro na escuridão.
Hoje, caminhamos como dois desconhecidos com memórias brilhando nas mãos. O nosso amor, que já foi incêndio, agora é cinza que o vento leva devagar, e só resta o cheiro de fumaça na lembrança. Não houve briga, não houve grito, só o silêncio que cresce quando dois corações desaprendem a falar a mesma língua.
Te vejo de longe, e ainda reconheço o contorno do teu mundo, mas ele já não me pertence. O nosso caminho se cruza na memória, não mais na vida. E por mais que a saudade tente gritar, aprendi que não se chama de volta o que já se tornou passado.
Mesmo assim, quando fecho os olhos, ainda sinto o toque da tua mão no meu inverno, ouço o teu riso correndo pelo meu peito, vejo nós dois, imensos, construindo planos que nunca nasceram.
Ontem fomos universos. Hoje somos constelações distantes, cada estrela brilhando sozinha, lembrando que um dia fomos parte da mesma noite.
E, no fundo, é bonito e cruel perceber: há amores que não morrem, apenas se transformam em eternas lembranças que nos acendem por dentro toda a vez que a solidão sopra.
Quem sou eu?
Eu sou aquele menino que quando tinha apenas cinco anos quando perdeu o pai e quando tinha sete anos 99% dos colegas de classes não queria fazer dupla comigo e quando completei treze anos estava desistindo de estudar e que no certo dia tive que mentir para um professor em tão esse sou eu um pouco feliz e um pouco triste.
A casa se cala e o tempo se estica,
No centro da sala, sou sombra e espera.
O grilo lá fora sua nota replica,
Única voz dessa imensa atmosfera.
Um carro ao longe, um som que desmaia,
Corta o asfalto e mergulha no breu.
Enquanto o cachorro na rua se ensaia,
Latindo pro nada que o sono esqueceu.
Aqui, o vazio não pede licença,
Ocupa a poltrona, o teto, o chão;
É quando a ausência se torna presença,
No ritmo lento da própria solidão.
O mundo acontece do lado de lá,
Em luzes de estrada e latidos ao vento.
Aqui, sou o grilo que não quer parar,
Preso no eco do meu pensamento.
A casa emudece, o ar se condensa,
Onde o silêncio é quem dita o lugar.
A solidão se torna presença,
Nesta vontade de apenas escutar.
Lá fora, o grilo em nota constante,
Vigila a noite que não tem mais pressa.
O som de um carro, num brilho distante,
É o único elo que ainda resta.
O cachorro avisa que a rua está viva,
Num latido seco que o vento conduz.
Enquanto a minh'alma, de forma passiva,
Se perde no vácuo que a noite produz.
É um mundo lá fora, de asfalto e ruído,
Aqui dentro, a paz que o vazio traz.
Entre o que é visto e o que é ouvido,
Sou só o silêncio que o grilo refaz.
O sistema inventa, fomenta o surgimento de novas culturas, entretanto, uma vez instaladas, não colabora com a sua manutenção, ao contrário disso, cria cortes, elege protagonistas, eleva-os ao status de mártir. Ao final de cada corte cultural, e ainda sem a completa instalação, o dito, promove uma nova enculcação, elege uma nova demanda, e a expõe como urgente, então, surgem novos ideais e novos pregadores de verdades, todos aculturados, mas com a pretensão de serem portadores de conhecimentos originais.
O sistema, gera caos, apresenta soluções, mas em sua perversidade, não espera que a situação se concretize, logo inicia uma nova onda de descontentamentos.
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