Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo

"O Learning Experience Design (LXD) coloca o estudante no centro do processo, utilizando métodos de UX Design para entender as dores, as necessidades e os comportamentos dos alunos. O objetivo é criar jornadas de conhecimento que sejam intuitivas, memoráveis e, acima de tudo, eficazes para a retenção do aprendizado."


(PERRONE FILHO, 2020)

Checklist da POLÍTICA!
A gestão do futuro depende diretamente da qualidade dessa escolha hoje. Antes de entregar tamanha responsabilidade, o checklist é inegociável:


Quais valores essa pessoa carrega?


Quem são suas referências e com quem ela anda?


Qual é o seu histórico real de entregas?


Quem valida o caráter dessa pessoa?


Se, munido de informações, você ainda ignora a falta de princípios em favor de outras conveniências, o problema deixa de ser o escolhido e passa a ser quem escolheu. Uma má decisão não compromete apenas os recursos, mas o futuro de todos que dependem da sua visão. Escolha com critério.
Dinéh, Dênisson Hélder.

Agora é Decisão


Não é sobre falta de tempo.
É sobre falta de decisão.


Nós sabemos quando algo está errado. Sabemos quando estamos nos afastando de quem amamos. Sabemos quando o orgulho começa a falar mais alto que o afeto. Sabemos quando estamos empurrando um sonho para “depois”. A consciência não é o problema. O problema é o que fazemos com ela.


Entre perceber e agir existe o medo. Medo de perder, de falhar, de não ser aceito, de começar de novo. E então justificamos.
Dizemos que precisamos pensar melhor.
Dizemos que não é o momento ideal. Dizemos que semana que vem será diferente.


Mas aqui está a verdade simples:


Se você sabe
e não faz,
você já escolheu.


Não escolher também é escolha. Não agir também é ação. O que você adia continua produzindo consequência.


A vida raramente destrói tudo de uma vez.
Ela desgasta.
Ela esfria o que era intenso.
Ela transforma presença em convivência automática.


Devagar o suficiente para que a gente se acostume. E o mais perigoso não é o erro. É a adaptação ao que nos diminui.


Será que sabemos mesmo?
Ou apenas evitamos encarar?


Porque consciência sem movimento vira peso. E o peso acumulado vira arrependimento.


O tempo não negocia com indecisão. Ele não pausa até que você se sinta pronto. Ele segue. E enquanto segue, revela uma lógica inevitável:


O que você não decide
também decide você.


Viver dói. Amar expõe. Mudar desestabiliza. Mas não viver endurece.
Não amar esvazia.
Não mudar corrói lentamente por dentro.


A dor da ação é aguda; a dor da omissão é crônica.


E aqui está o ponto central: não é ignorância. É postergação consciente. Nós sentimos quando estamos nos traindo um pouco. Sentimos quando estamos ficando menores para caber no confortável. Sentimos quando estamos escolhendo paz superficial em vez de verdade profunda.


A pergunta não é se você sabe.
A pergunta é: o que você fará com o que sabe?


Um dia haverá silêncio. Não o silêncio de uma sala. O silêncio em que as oportunidades já passaram. E nesse dia não serão os outros que perguntarão. Será a própria consciência.


Quando você soube,
por que não fez?


Quando você sentiu,
por que não falou?


Quando percebeu que precisava mudar,
por que esperou estar pronto?


A vida nunca exigiu perfeição. Nunca exigiu ausência de medo. Exigiu presença.
Presença quando era desconfortável.
Presença quando era mais fácil fugir. Presença quando tudo dentro de você tremia.


Enquanto você respira, ainda é presença que está em jogo. Ainda é decisão. Ainda é movimento.


E movimento não começa com certeza absoluta.
Começa com coragem suficiente.


Agora não é teoria.
Não é filosofia.
Não é inspiração momentânea.


É escolha.


E escolha
é agora.

Lá na feira já virou tradição,
Quando Suzianne arma o fogão.
Panela grande, colher na mão,
O povo chega em procissão.


Ela mexe doce com concentração,
Segredo guardado no coração.
Coco ralado, açúcar e paixão,
Abacaxi e limão na combinação.


Pense num trem bão, visse não!
Gruda no dente mas alegra o povão.
Quem prova pede repetição,
É doce que causa animação.


Refrão
Você é boa, mulher!
Você é boa, mulher!
Quebra-queixo igual o que cê faz
Só nasce uma vez, se nascer!


Se tiver outro igual ao teu
É conversa, é invenção.
Porque doce desse jeito
Só sai da tua mão!


Tem cabra que perde o juízo,
Tem moça pedindo a receita.
Mas Suzianne só dá risada,
Diz que é herança perfeita.
Coco, abacaxi, açúcar e limão,


Mistura que vira tentação.
Quem come esquece da dieta,
E pede mais um pedaço então!


Refrão
Você é boa, mulher!
Você é boa, mulher!
Quebra-queixo igual o que cê faz
Se existir outro é provocação, oxente, é.
Você é boa mulher.
Você é boa mulher.
Quebra-queixo igual o que se cê faz.
Se existir outro é provocação, oxente é.

Eu hoje reli os versos que outrora fiz chorando...
E também reli os versos que outrora fiz amando.
Cada um tem uma história, da vida que vai girando.
Eu agora não tenho versos, eu agora estou só pensando...
Como será o futuro, será chorando ou amando?
De momento sigo sem versos, de momento, sigo aguardando...

Ela vive de mal humor,
Reclamando pra danar,
Parece um besouro, zum zum zum
Em todo canto a rondar.
Se o café esfria é motivo pra brigar,
Se o sol tá quente demais,
Já começa a resmungar.


Briga em qualquer situação,
Até com a televisão,
Se o vento sopra pro lado errado
Já vira confusão.
Mas no fundo a gente sabe,
Ela tem bom coração,
Só precisa de um carinho
Pra mudar a direção.


Pré-Refrão:
Cuidado minha gente, segura esse rojão,
Que ela já tá procurando
A vassoura no galpão!


Refrão:
A bruxa quer voar,
A bruxa quer voar,
Queima a vassoura gente
Que ela quer decolar!
A bruxa quer voar,
A bruxa quer voar,
Queima a vassoura gente
Ela quer decolar.


Se a panela queima o feijão,
Lá vem reclamação,
Se o sapato aperta o pé
É culpa da população.
Mas bota um forró animado
Pra ver a transformação,
A bruxa larga a braveza
Vai forrozar no salão.

O Acúmulo do Instante

Autoria: Marco Arawak


Cada instante desperdiçado desgasta sua essência como areia escorrendo pelos dedos, você vive lampejos e chama isso de plenitude, finge estar presente, mas quem se entrega só ao “agora” se fragmenta e entrega ao vazio tudo o que poderia ser sólido.


O tempo não espera, o tempo corrói.


Nos jogamos em picos de emoção, confundindo a explosão do fósforo com a profundidade do sol, brilho não é substância, intensidade sem propósito é incêndio que consome a própria casa. Nem tudo que acelera é progresso, nem tudo que brilha é diamante, pode ser uma lembrança de uma longínqua estrela que deixou existiu, só resta o brilho.


Sentir intensamente não é viver, o que importa é o fio invisível que costura seus atos e transforma segundos em legado. Nossas faíscas queimam a pele, mas congelam a alma, morrem no frio da própria futilidade.


O tédio, a dúvida, o vazio, não são inimigos, são mestres. Ignorá-los é desperdiçar força, direção e percepção, quem vive só do efêmero tropeça no futuro antes mesmo de alcançá-lo.


Laços frágeis se desfazem como fumaça, planos evaporam, projetos desmoronam no silêncio quando não há disciplina. Como árvores que se enraízam no escuro para resistir às tempestades, a vida só ganha peso quando você aceita o desconforto e cultiva consciência.


O acúmulo do instante rasga identidade, destrói memória, assassina oportunidades, o que você chama de vida é resíduo de segundos jogados ao lixo.
Somos talvez ingênuos, incapazes de perceber que, enquanto o universo se constrói com calma de milênios, nós nos destruímos em faíscas de um segundo.


Cada ação deve construir algo, cada escolha deve deixar cicatriz na eternidade. Sem isso, você não vive, apenas se dissolve no nada que chamou de “agora”.


Viver exige coragem, sangue e atenção, é atravessar calmaria e tempestade com a mesma intenção, transformar impulso em destino, transformar o instante em você.


O instante só vale quando gera efeito, deixa rastro, produz história, como rios que cortam pedra silenciosa ao longo de eras, nossas escolhas só moldam o destino se tiverem profundidade e continuidade.


Observe, perceba, respire. Não se perca. Não se apague.


Cada segundo negligenciado é peso invisível que se acumula até quebrar suas costas, o preço é implacável, inexorável.


Como a gravidade mantém mundos em órbita, a consequência de cada ato se soma agora, o instante não é refúgio, é banco de réus, é julgamento, é teste final.


Você passa ou se perde. Nada volta. Nada espera.


Cada segundo entregue ao vazio é ferida que não cicatriza, cada escolha sem construção é buraco negro no futuro, e você terá que atravessá-lo sozinho. Como pedras rolando ladeira abaixo, suas decisões soltas ganham velocidade e impacto, levando tudo ao colapso.


Você quer o brilho que cega ou o legado que ilumina?
Quer ser o consumidor do tempo ou o ferreiro da eternidade?
Vai viver de faíscas ou forjar o fogo que queima para sempre?


A grandeza exige firmeza, exige ser temperado pelo fogo e pelo gelo, o instante só tem poder quando se conecta ao todo, deixa você inteiro, faz você presente.


Não há mais desculpas, não há atalhos, não existe botão de retorno.


Se você não constrói, se desintegra, se não sente com propósito, se apaga na escuridão.


Pois o instante cobra, e ele sempre recebe em dia, com a sua própria vida. Sempre. Implacavelmente.




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"A inteligência artificial na educação não substitui o designer instrucional, mas amplia sua capacidade de análise. Ela permite processar grandes volumes de dados sobre o desempenho dos alunos em tempo real, possibilitando a criação de trilhas de aprendizagem hiperpersonalizadas que se adaptam automaticamente às lacunas de conhecimento identificadas."


(PERRONE FILHO, 2024)

"Uma Universidade Corporativa voltada para HealthTech precisa alinhar a agilidade da tecnologia com a precisão da área da saúde. A tecnologia educacional nesse cenário atua como um acelerador de competências técnicas e comportamentais, garantindo que o treinamento seja contínuo e integrado ao fluxo de trabalho dos profissionais."


(PERRONE FILHO, 2023)

"O futuro da educação é híbrido não por uma questão de conveniência, mas de estratégia pedagógica. A integração entre o síncrono e o assíncrono permite que o tempo em sala de aula seja utilizado para discussão e prática, enquanto a tecnologia cuida da entrega de base teórica de forma flexível e ubíqua."


(PERRONE FILHO, 2022)

"A aplicação de objetos de aprendizagem na área da saúde permite simular cenários críticos de forma segura. A tecnologia educacional proporciona ao profissional a oportunidade de errar em um ambiente controlado, transformando o erro em uma ferramenta de análise diagnóstica e refinamento técnico antes da prática real."


(PERRONE FILHO, 2023)

"O contexto em um jogo não é apenas o cenário onde a ação ocorre, mas o conjunto de elementos narrativos, visuais e sonoros que dão sentido às mecânicas. Para que a aprendizagem baseada em jogos seja efetiva, o aluno precisa sentir que suas ações dentro daquele contexto têm propósito e impacto direto na resolução de problemas propostos pelo sistema."


(PERRONE FILHO, 2021)

"A progressão em um sistema gamificado, ou level design, é o que garante que o desafio seja compatível com a habilidade do usuário. Se o nível de dificuldade sobe muito rápido, gera frustração; se demora a subir, gera tédio. Na educação, essa dosagem é essencial para manter o aluno em um estado de engajamento constante com o objeto de estudo."


(PERRONE FILHO, 2021)

Se você quiser experimentar uma sensação de felicidade, que transcende suas conquistas pessoais,
seja alento para alguém (nem que isso dure um momento); seja esperança, que enaltece um coração; seja luz, que clareia os pensamentos; seja brisa, que espalha emoção. Na alegria ou na dor, seja um agente do mais nobre sentimento: o amor.


Clara Fonttes

Palavras, onde estão que não as sinto?
Onde estão seus uis, seus ais
Hiatos, ditongos, encontros consonantais
Preciso acha-las
Entrelaça-las
Em poemas ou parolas
Em versos ou prosas
E do silêncio que nada calam
Compor cantigas que nada falam
Murmúrios, sussurros
Entre um ou dez.encontros sentimentais.

⁠Tecendo História.
Em perfeita sinfonia
Um bando de araras anunciava,
Os prelúdios de grandes transformações.
O vento quente de verão
Beijava com esplendor,
As perfumadas folhas das aroeiras.
E em veneração
As miúdas flores vermelhas,
Caiam feito tapetes
Por cima da terra dourada,
Ah! Terra adorada de Salvador!
Já o mar!
Com suas águas espumantes,
Trazia um povo fugido
Da tropa de Napoleão.
Ao desembarcarem,
Ondas de satisfação os invadiram,
Uma vez que o sabor adocicado,
Derreteu toda salmoura
Que até então
Envolviam a alma.
Porém, a coroa portuguesa
Ainda iriam provar,
Do gosto amargo de muitas batalhas.
Contudo, D. João VI decretou
As aberturas dos portos
E a comercialização inglesa,
Foi permitida.
Dentro de poucos dias,
A corte se despediu
Da região baiana
E mergulhou, na cidade maravilhosa.
Pedras sobre pedras
O Brasil foi erguido,
Deixou de ser colônia
Para ser Reino Unido.
Neste período Joanino
Construíram palácios, teatros e escolas.
A fauna e a flora foram rebuscadas,
Em “Belas Artes”.
Rio de Janeiro, à então capital do Brasil,
Era a que mais desfrutava
De todas essas melhorias.
No entanto, as demais capitanias
Se viam injustiçadas,
Já que os impostos, só aumentavam
E os laços internacionais se estreitavam.
Entretanto, a população lutava
Para se libertarem,
Das correntes políticas e econômicas.
Revoluções explodiram no Brasil
E também, do outro lado do atlântico
E os estilhaços de insatisfação,
Se espalhou por toda direção.
Dessa forma, D. João não teve saída.
Voltou para Lisboa,
Largando no Rio de Janeiro,
Seu filho Pedro de Alcântara,
Como príncipe regente.
O jovem governante se encontrava
Em uma maré de dificuldades.
Uma vez que a elite de Portugal,
Desejava restabelecer
A aliança colonial.
Então, a realeza exigiu,
Que o D. Pedro também retornasse.
Apesar disso, o príncipe decidiu
Trilhar o caminho separatista.
Facções se formaram,
Mas o povo confrontava,
E não aceitavam os retrocessos.
logo, um clube de resistência se formou
E o senado brasileiro recebeu,
Uma carta com milhares de assinaturas
Que defendia a permanência,
De D. Pedro no Brasil.
E como se dançasse um “minueto”,
O príncipe bateu os pés
E com a voz imponente declarou
Que iria ficar!
A corte combatia
Os privilégios brasileiros.
Ainda assim, influenciadores incentivavam,
Que D. Pedro continuasse a marchar
Em busca de mais autonomia.
Em meio a tantas tempestades,
Um feixe de luz inundou
A mente da princesa Leopoldina.
Posto que, o príncipe viajava
Para resolver alguns conflitos.
O poder agora se achava
Nas mãos, da jovem princesa.
Com adrenalina correndo nas veias,
Leopoldina convocou
Uma sessão extraordinária
Conduzida, por José Bonifácio,
Visto que era considerado,
Braço direito de seu esposo.
Corajosa e determinada,
A imperatriz assinou o decreto,
que iria escancarar as portas,
Da tão almejada liberdade.
De imediato, os sinos tilintaram,
Espalhando a grande novidade.
Já no litoral paulista,
O príncipe havia sido avisado,
Da valentia de sua Leopoldina.
De pressa, D. Pedro de Alcântara
Levantou a espada
E a sua voz, cortou o horizonte
Ao proclamar a independência do Brasil.
Enquanto isso,
O sol irradiava esperança.
E o rio Ipiranga,
Transcorria tranquilamente.
Outrora, se reinventava,
Contornava todas as pedras,
Que surgia em seu percurso.
Portanto, a natureza revelava
As dificuldades que a pátria,
Ainda iria atravessar.

Imenso amor.
Confesso que te amo;
amo tanto que já não é mais possível
camuflar este sentimento
que incendeia o meu ser
e assim, como um camaleão,
almejo revelar
as cores desta paixão.
Deixa vai?
Eu gritar para o mundo ouvir,
o quanto te desejo!
Não se preocupe com o que vão dizer,
pois a chama desse amor
derreterá qualquer barreira.
Deixa vai?
Eu percorrer os caminhos do seu corpo,
mas com carta-branca
para alcançar o teu coração.
Deixa vai?
Meus dedos embrenharem-se
em teus cabelos encaracolados,
em desalinhos e carícias,
Prometo mexer ainda mais
com as tuas emoções.
Deixa vai?
Eu me perder nas profundezas
dos teus lindos olhos negros
e em seguida poder me encontrar,
no calor dos teus braços.
Deixa vai?
Eu mergulhar em teus lábios fartos
e de imediato, colorir
o céu da tua boca com o meu sabor.
Deixa vai?
Eu soprar bem no pé do seu ouvido,
palavras doce feito mel,
mas com o poder de um furacão
que irá ti provocar
um misto de sensações.
Deixa vai?
Eu caminhar do teu lado
rumo à felicidade
Não quero apenas uma aventura,
mas sim, para toda a nossa eternidade.
Em vista disto, pintaremos
as páginas do livro da vida
com todas as cores do arco-íris.
E se eventualmente, a tempestade chegar
não se aflija,
porque certamente nos agarraremos
no alicerce da confiança
e nos abrigaremos
na fortaleza deste imenso amor!

A Arte de Conter Águas

Na superfície, aprendi a ser leve,
balanço embarcações, embalo olhares,
finjo calmaria para quem passa.
Mas abaixo do azul profundo
há movimentos que não se explicam;
correntes internas, em descompasso, se cruzam,
procurando um ritmo que nunca chega.
Lanço âncoras e as sustento por anos,
algumas firmam,
outras pesam.
Nem sempre sei se me mantêm inteiro
ou se me pedem silêncio demais.
Para conter a superfície em equilíbrio,
sustento ondas,
absorvo impactos
e recolho o que quebra.
Há fúria no fundo,
não em tempestades visíveis,
mas em giros contínuos,
em força que aprende a não transbordar.
Ainda assim, sigo vasto,
ensino caminhos,
devolvo ecos
e carrego vidas sobre mim.
E às vezes, diante do horizonte,
nem avanço, nem retorno,
apenas existo,
sentindo tudo o que me atravessa.
Talvez seja isso ser oceano:
sustentar o mundo
enquanto aprende, sozinho,
a não se desfazer em sal.
E se for assim,
quantos de nós
aprendem a respirar
em águas profundas?

FLERTANDO COM A SOLIDÃO


Estou flertando com a solidão, ela voltou a me procurar depois de alguns anos, perguntou pra mim se a esqueci! Eu disse que não, mas não queria ver ela novamente, pois a última vez que estivemos juntos, eu não me reconhecia como o eu. Estava tão apaixonado por ela que cheguei a pensar num relacionamento sério e pra vida toda. Mas um dia ela voltou, se apresentou bonita e carinhosa novamente, falou verdades ao meu ouvidos, segurando minha mão ela foi franca comigo. Disse: Por que você se foi de mim? O que mudou em nosso relacionamento? Eu nunca desisti de vc.
Ela estava serena, mostrou seu colo, deixou eu chorar até molhar seu vestido. Então ela tocou meu rosto e sem falar nada, me disse, eu sabia que vc ia voltar pra mim...

⁠Eu fico tão triste ao saber que pessoas que passaram em minha vida, já foi sem se despedir. Hoje se Abujamra me perguntasse " o que é a vida?" Eu responderia:" A vida é uma explosão de luz, momentos, sonhos, sentimentos e abandono. A explosão de luz quando estamos no óvulo no momento exato da fecundação até o nascer, momentos são aquelas fotos bonitas onde levamos pessoas em nossas cabeças para o resto de nossas vidas, sonhos em ser jogador; rico; ter o primeiro carro e por fim apenas cuidar de nossas famílias , sentimentos é o tudo, do ao nascer que aprendemos o que é o amor; O ao longo da vida, que aprendemos que dói viver e muito mais crescer, e com o crescimento perdemos o amor, pois é um único mandamento que devemos seguir e mesmo assim esquecemos . E por fim o abandono haaa o abandono, quando vemos nossas namoradas indo, quando vemos amigos indo, quando vemos nossos pais indo, e chega uma hora que estamos sós "
Espero que quem lê isso não fique triste, mas saiba que o tempo é implacável, e temos que aprender a lidar com todos os obstáculos, sem esquecer o amor e os amigos que passaram!