Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo

Você os verá.


Esse ano você, os verá.
Batendo em tua porta,
querendo te abraçar.




É tantas promessas, e tantos leros, leros.
Os miseráveis vão para os bairros, calçados com os pés em chinelos.


São humildes chega dá dó.
O que eles querem mesmo: É te prender no anzol.
São humildes chega dá dó.
O que eles querem mesmo: É te prender no anzol.

Até quando?


Até quando Deus,
Até quando Senhor,
Vou viver no mundo,
Com um povo sem amor.


Não tem compromisso,
Povo sem compaixão,
O coração pervertido,
Cheio de ilusão.


De Cristo não querem saber,
Amam o pecado e sentem
nele o prazer.


Agridem o Espírito Santo,
Falam um monte de besteira,
Por isso muitos perecem, com
a boca cheia de bicheira.

Deus do Universo!

Deus do Universo!
Ho! Meu Criador !
A ti eu mim rendo!
Ho! Meu Redentor!

A ti eu me rendo!
De coração!
Ho! Deus do Universo!
Ho! Deus de Abraão!

As tuas promessas nunca vão falhar!
E neste Mundo, ao germinar!
Eu sei que és digno de adoração!
Me rendo aos teus pés!
Ho! Deus de Abraão!


Ho! Jesus, eu te louvo, de coração!
Te agradeço, meu querido irmão!
Deixar-te tua glória, pra morrer na cruz!
Por meus pecados, meu amado Jesus!

Meu Cristo, eu te louvo!
Enquanto aqui viver!
E após a morte, vou permanecer!
Contigo na glória, e irei me encontrar!

E pra sempre Jesus!
Irei te louvoar!
E pra sempre Jesus!
Irei te louvoar!
E pra sempre Jesus!
Irei te louvar!

Já é madrugada.


Já é madrugada, agora dormirei,
Deixando o meu status:
Para os fora da lei.


Entram na minha janela,
Só para curujá, não me dizem nada,
Seu interesse, é só bisbilhotar.


Deixa de ser curioso, cadê a educação ?
Invadem a minha casa, sem a minha permissão.


Olhar os status, até podemos, mas não se esqueçam que somos observados e
para o dono do mesmo seremos mau educados.

Estou aqui Senhor !


Estou aqui Senhor,
Vir para te agradecer,
Seu infinito amor,
mesmo sem merecer.


Eu te neguei, Senhor; na flor da minha mocidade.
Mas, no fundo do poço, todo acabado;
sentir Senhor, que estavas ao meu lado.


Seu infinito amor, nunca acabou; mesmo para aqueles que igual a mim;
te abandonou.
Volta hoje amigo, põe-te de pé:
Para falar com Ele, Jesus de Nazaré.

Tu me inspira, tu és a minha fonte de inspiração.
Tu és a deusa da minha vida, mulher do meu coração.
Quanto tempo estamos juntos, e tu sempre do meu lado; querida minha querida, serei teu eterno namorado.
Longa jornada estamos juntos, há muito tempo; só lhe causei sofrimentos, mas as tuas orações; salvou o nosso casamento.
Clemilda Santos de Souza, hoje venho lhe dizer: Querida minha querida, de todo meu coração que tu és o meu amor e minha eterna paixão.
Cinquenta anos faremos juntos no dia trinta de abril, de dois mil e vinte seis, eu sou grato a Deus por tudo que ele nos fez.

Senhor estou aqui.


Senhor estou aqui,
preciso te ouvir;
Senhor vem me falar,
eu quero te escutar.


Ó vem meu Senhor,
Ó vem mim falar.
Que devo eu fazer?
Para te agradecer?
Estou aqui Senhor,
Preciso te ouvir;
Já madrugada,
porque não me diz nada?


Eu me rendo a te Senhor,
Meu grande Salvador.
Ao Mundo eu vou falar,
Que Cristo as portas está.

Olá, velho companheiro, quanto tempo se passou e quantas experiências vividas.
Neste momento o veterano relembra daquele jovem sonhador, que tanto pensou nestes dias.
Hoje, há um olhar para trás e um misto de emoções, uma dificuldade de retomar a inspiração.
O experiente combate volta para si, tentando assimilar as inúmeras batalhas e contar um pouco de sua experiência, mas as cicatrizes dos ferimentos de combate faz com que as palavras se percam nas memórias e traumas.
Mas o jovem Cioccolato olha atentamente e entusiasmado para aprender com as lições daquele que retornou da batalha com as experiências vivias no front, mas com a vitalidade de muito conquistas.

MANIFESTO HUMANISTA DE LIBERDADE


(um manifesto agnóstico sobre autonomia, responsabilidade e empatia)


O pior tipo de escravo é aquele que não consegue perceber as correntes que o aprisionam.
Vivemos num sistema que, por todos os lados, tenta nos domesticar: dizendo como devemos viver, o que devemos desejar, no que devemos acreditar. Impõem regras, dogmas e modelos prontos, moldando consciências para que tudo continue funcionando em favor de uma casta privilegiada que se mantém no topo da pirâmide às custas da nossa dor, do nosso medo e da nossa fragilidade emocional.
Foi ao compreender essa engrenagem que despertei. A partir desse momento, entendi que minha vida — e tudo o que faço ou deixo de fazer dela — é de minha inteira responsabilidade. Não delego mais a outros o direito de decidir por mim. Não preciso de pastores, padres ou de sistemas morais impostos de fora para me dizer qual caminho seguir, porque toda obediência cega é apenas mais uma forma de servidão.
Mas assumir a própria liberdade não significa viver isolado, nem fechar os olhos para o outro. Pelo contrário: é justamente quando deixo de agir por medo, culpa ou submissão que passo a responder conscientemente por meus atos. Compreendo então que cada ser humano que encontro é uma continuidade de mim mesmo — não porque sejamos iguais, mas porque compartilhamos a mesma condição de vulnerabilidade, dor e desejo de sentido.
A dor que bate à minha porta é a mesma que bate à porta do meu próximo. Somos partes de um todo, e esse todo não existe fora de nós. Por isso, viver em plenitude não é viver sem limites, mas viver sem mentiras: sem negar a própria liberdade e sem negar a humanidade do outro.

Dói na alma ver um brilho de um olhar te encontrar e ao mesmo tempo desaparecer.
Mas ao mesmo tempo a fortaleza do espírito nos prepara e nos molda a nos acostuma que nem sempre as escolhas mormentâneas são as melhores...
Sempre o sentimento foi algo que me desmantelou de alguma maneira, de uma forma tão profunda o apego as pessoas se tornam tão profundo!
Às vezes dá medo, sabe, pensar que em um piscar de olhos não temos o bem que tanto tivemos zelo a aqueles que se tornaram especiais em nossas vidas...
Amar uma pessoa não é como colar uma figurinha e depois tirar, isso está num íntimo onde é mistério, e muitas vezes nem o tempo consegue apagar!
Quando a gente vai reescrevendo as memórias, um furacão vem de dentro e nos fulmina; sim, o ser humano é frágil como se fosse um papel.
Que pode ser queimado e amassado, mas até onde o vento pode levar as cinzas de memórias que ficaram e marcaram?

Não, ninguém até hoje foi sábio o suficiente para saber como cê pode apagar uma memória, como poder apagar as mais amargas e as doce memórias, os simples momentos...

Isso ficou eternizado em nosso corações, e vira e mexe a gente está revirando e tendo que experimentar os resquícios que ficaram!

O milagre da vida




Há verdades silenciosas que o dinheiro jamais alcança.
Ele atravessa mãos, constrói muros, ergue impérios — mas não toca o essencial.
Porque, no fundo, há perguntas que nenhuma riqueza consegue responder:
de que vale possuir o mundo, se o coração permanece vazio?
De que serve o ouro, se a alma não encontra paz?
E que cor tem a vida, quando vista por olhos que já não sabem sentir?
Dizem que o dinheiro ajuda — e ajuda, sim, a sustentar o corpo nesta engrenagem material.
Mas há limites que ele não atravessa.
Ele não compra o tempo de volta, não negocia com a morte,
não cura as feridas invisíveis que sangram em silêncio dentro de nós.
Não realiza o milagre mais simples e mais profundo:
viver plenamente.
E então surge o mistério:
qual é a força que faz o coração pulsar, incansável, dentro do peito?
Que energia sustenta a vida sem que a vejamos?
Olhemos para o universo.
A vastidão do céu, os planetas em seus caminhos invisíveis,
as estrelas suspensas no infinito, o sol que aquece, a lua que acalma.
O que mantém tudo isso em harmonia, sem cair no caos?
E na Terra — a mesma sinfonia.
As plantas que brotam, os frutos que nascem,
os animais que seguem seus ciclos,
os insetos quase invisíveis que sustentam a vida,
o calor que nutre, a chuva que renova.
Tudo em equilíbrio. Tudo em perfeita ordem.
Mas o homem, em sua inquietude, criou o dinheiro —
e com ele, a ganância e o egoísmo.
E, na ilusão de possuir tudo, começou a perder a si mesmo.
Acumula o que não pode levar,
disputa o que sobra na abundância,
e esquece que a maior pobreza
é a da alma que se distancia da essência.
E o que leva o homem desta vida?
Não os bens, não os números, não os títulos —
mas, muitas vezes, as marcas do que escolheu ser:
ou a leveza de quem amou,
ou o peso de quem se perdeu.
Ainda assim, há algo que o mundo não conseguiu roubar.
Nem o tempo, nem a dor, nem a própria humanidade em crise
foram capazes de tirar de nós
a capacidade de sonhar, de sorrir, de se alegrar.
Porque há beleza em existir.
Há grandeza em contemplar o universo
e perceber que fazemos parte dele.
Há um milagre silencioso em cada respiração,
em cada batida do coração,
em cada instante vivido com presença.
E talvez seja isso o mais precioso de tudo:
a vida —
não como algo que se compra,
mas como algo que se sente, se vive e se honra.
Porque, no fim, tudo passa.
Mas aquilo que verdadeiramente somos
permanece.


Atila Negri

Os vendedores de sonhos e esperança


No mundo moderno, há um comércio silencioso e invisível — um mercado que não expõe vitrines, mas seduz multidões: vende-se sonhos, negocia-se esperança. E quem domina essa arte, prospera. Enriquece não apenas de bens, mas de influência sobre almas cansadas.


A humanidade, em sua essência mais profunda, tornou-se carente do divino poder de sonhar. Aos poucos, vai perdendo a esperança, e muitos, já exaustos, desistem até de si mesmos. É nesse terreno árido que surgem os chamados vendedores de sonhos — raros, eloquentes, envolventes. Com palavras bem construídas, acreditam transformar destinos. E os que ouvem, sedentos de sentido, creem ter sido salvos por discursos. Mas, no fundo, há um equívoco silencioso: ninguém pode vender aquilo que já habita o interior do outro.


O homem carrega dentro de si uma chave invisível. Quando acionada, ela não abre portas externas, mas desperta mundos internos. É ali, no íntimo, que a verdadeira transformação acontece — não pela voz de outro, mas pelo eco que essa voz encontra na própria essência.


Entretanto, o mundo moderno parece empenhado em sufocar o sonhador.
Arranca-lhe a esperança de viver, de se reinventar, de ser livre. Um sistema sutil e dominante molda pensamentos, condiciona desejos e ensina a se contentar com migalhas — migalhas emocionais, espirituais, existenciais.


E assim nasce uma dependência perigosa: a necessidade constante de alguém que diga o que sentir, no que acreditar, para onde ir. Até a fé — que deveria ser livre, gratuita e íntima — passa a ser moeda. Negocia-se o sagrado como se fosse produto, quando, na verdade, foi dado sem preço, sem barganha, sem troca.


Multiplicam-se os discursos, os palcos, os mediadores de ilusões. Muitos, com dons refinados de oratória, se erguem como guias, quase salvadores, oferecendo sonhos em larga escala. E em troca, pedem algo sutil, porém profundo: devoção, dependência, idolatria.


Que ironia dos tempos… Sonhos e esperança, outrora essência da alma, tornaram-se mercadoria. E aquele que pregou o amor, o perdão e a misericórdia — Jesus Cristo — que nada vendeu, que tudo doou, inclusive a própria vida, hoje tem seu nome muitas vezes usado como selo de comércio.


Vivemos dias em que a alma humana é leiloada em parcelas de ilusão. Dias em que a liberdade interior é trocada por conforto emocional imediato.


Caminhamos, lentamente, rumo a uma escravidão invisível — não de correntes nos pés, mas de amarras na mente e no coração.


Mas a história… ah, a história já foi escrita.


E quando o silêncio cobrar das palavras,
quando a verdade se impor sobre os discursos,
quando o homem, enfim, olhar para dentro de si…
a conta chegará.




Atila Negri

Ele entrou na minha vida em 2019… e nunca mais saiu.
Não foi uma história.
Não foi um relacionamento.
Não teve construção, promessa ou continuidade.
Mas teve presença.
Teve troca.
E teve um sentir… que eu nunca mais consegui acessar igual.
Eu não criei fantasia.
Eu não projetei um futuro.
Eu estava bem, resolvida, inteira.
E mesmo assim… ficou.
Anos se passaram.
Não nos vemos.
Não nos falamos.
Mas basta um sinal, uma lembrança, uma imagem…
E o meu corpo ainda reconhece.
Frio na barriga.
Energia que atravessa.
Como se nada tivesse ido embora.
Eu tentei entender.
Psicologia.
Espiritualidade.
Desapego.
Divórcio energético.
E nada apagou.
Até eu perceber uma coisa:
Talvez não seja sobre ele.
Talvez seja sobre o nível de presença que eu acessei sendo quem eu era naquele encontro.
Sobre a versão de mim que despertou ali.
Sobre o quanto eu senti… sem bloqueio, sem medo, sem defesa.
E isso marca.
Nem toda conexão vem pra ficar.
Algumas vêm pra te abrir.
E o verdadeiro despertar não é ficar presa ao que foi…
É honrar o que sentiu, integrar… e seguir inteira.
Porque sentir assim não era sobre ele.
Era sobre o que já existia em mim.

Um dia, você vai encontrar um pedaço da sua alma
escondido nos olhos de alguém…
Alguém que talvez tenha passado a vida inteira
sem saber exatamente o que procurava,
até te encontrar.
E quando isso acontecer,
não vai precisar de explicação, ciência ou lógica.
Vai ser sentido.
Porque existem conexões
que não nascem no tempo…
elas apenas se reconhecem nele.
O que ainda vive em você,
o que resistiu ao caos, às perdas, às versões que ficaram pra trás…
encontra um jeito de coexistir.
E então você entende:
não era sobre buscar alguém…
era sobre, finalmente, se reconhecer em outro coração. ✨

Minha espiritualidade não me anula, ela me revela.
Ela expande o que sou, não me cala, não me poda… me eleva.
Expandir a consciência, hoje, é rebeldia silenciosa, é ouvir a própria voz num mundo que pede ausência.
Se anular por algo ou alguém… nunca fez bons guerreiros, porque quem se apaga, não sustenta o próprio império.
Ele já nos salvou.
Agora é sobre presença, verdade e coragem,sobre honrar quem somos, sem pedir permissão.🔥

Há momentos em que o silêncio entra na vida como quem não quer nada, mas, pouco a pouco, ocupa todos os espaços. Ele se senta entre duas pessoas, paira sobre uma lembrança, repousa no canto de um quarto vazio e, sem dizer uma sílaba, revela o que nenhuma palavra consegue alcançar. O silêncio também fala, e muitas vezes fala com verdade do que qualquer discurso.
Ele se manifesta no olhar cansado de quem pede ajuda sem coragem de pedir, na pausa de quem guarda um sofrimento antigo, no abraço que dispensa explicações. Há silêncios que são muralhas, erguidas para proteger feridas. Outros são pontes, construídas com afeto, compreensão e presença. Em ambos, existe linguagem.
Ser humano aprender a escutar o que não foi dito. Nem todo silêncio é ausência; às vezes, é excesso. Excesso de dor, de amor, de medo, de saudade. Por isso, ouvir alguém vai além de prestar atenção às palavras: exige sensibilidade para perceber o que a alma sussurra quando a boca se cala. E talvez seja nesse espaço invisível que nascem as verdades profundas.

O Tom do Recomeço

"Numa segunda-feira à noite, eu senti uma vontade forte de tocar... Peguei o violão, tirei da capa, mas a corda estava ali: arrebentada.
​Pensei duas vezes. Não era hora de parar. Peguei aquela corda e Réaproveitei. Com paciência, eu a Rémendei. Ali mesmo, eu Récomecei a Réajustar o instrumento, buscando o tom de Ré... tudo para Récordar aquela música que eu tanto gosto de cantar.
​Sabe o que eu aprendi? Que a vida é feita desses detalhes.

Réaproveitar é evitar o desperdício da vida;

​Rémendar é ter a humildade de unir de novo os laços familiares;

Récomeçar é entender que cair faz parte, mas levantar é o que nos faz mestre;

Réajustar é saber se adaptar às diferenças, pois somos todos imperfeitos;

​E Récordar... é guardar só o que é bom no coração.

Eu não acordo Réclamando. Eu tirei esse 'Ré' da minha rotina. Eu acordo é para Clamar a Deus, agradecendo por mais um dia abençoado."

Queria ser uma cancão e te pedir desculpa com uma melodia e tom de amor.
Queria ser o tempo e voltar e poder te abracar nesse dia especial.
Queria ser um passaro e poder voar ate você e te dizer olhando nos olhos que é uma pessoa especial em minha vida.
Queria ser o vento e refrescar sua cabeca e lembrar que estou velha e esqueci do seu aniversário.
Quero dizer que te amo e é e sempre sera minha melhor amiga de infância e de toda vida. Feliz Nova primavera.

⁠Caminho

De manhã silencio
Ao meio dia grito
De tarde me perco
De noite me evito

No norte a lembrança
Contra ela luto
Do leste a esperança
O sul é meu luto.

Que outros calculem
Rumo e razão:
Eu vivo em vertigem
Morrendo em vão

Nasço no agora
Respiro o incerto
— Meu tempo é demora.
Meu passo, deserto.

Verso de Sombra e Luz


Cala-se o mundo, descansa o olhar,
No tom da cinza, me deixo encontrar.
Não preciso de cores para transbordar,
Pois no preto e no branco, a alma sabe falar.
Meus traços são versos, contornos da história,
Guardados no tempo, em viva memória.
Sem luz excessiva, mas cheia de glória,
Sou eu, em silêncio, minha própria vitória.