Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo
Ó Deus de Abraão, Isaac e Jacó,
Perdoa os meus erros, me livra do pó.
Enche-me, Senhor, com Teu Santo Espírito,
Faz de mim Teu vaso, Teu templo bendito.
Usa minha vida pra Te glorificar,
Que a Tua presença venha me guiar.
Criador da terra, do céu e do mar,
Teu Nome é Santo, digno de exaltar!
⸻
(Coro)
Deus Poderoso, sempre fiel,
Tua voz ressoa do céu ao cordel.
Tua presença é tudo que eu sou,
Teu amor eterno foi quem me salvou!
Liberta minha alma daquilo que passa,
Me dá Tua benção, me cobre com Tua graça.
O Teu caminho é estreito, eu sei,
Mas é seguro, e eu sigo Tua Lei!
⸻
(2ª Estrofe)
Nas horas difíceis, vem me guardar,
Livra-me, ó Pai, do que quer me parar.
Das coisas do mundo que o tempo destrói,
Me dá Tua unção que tudo constrói.
Ensina-me a andar com firmeza e fé,
Mesmo se a vida me levar ao pé.
Que eu não desista, que eu não pare não,
Pois sei que Teu amor é direção!
⸻
(Coro)
Deus Poderoso, sempre fiel,
Tua voz ressoa do céu ao cordel.
Tua presença é tudo que eu sou,
Teu amor eterno foi quem me salvou!
Discernimento e sabedoria, Senhor,
Pra caminhar nos Teus passos de amor.
Do ontem, do hoje, do sempre serás,
Meu Deus eterno, que nunca me deixará!
⸻
Final (Cântico de oração)
Em nome de Jesus, eu venho clamar,
Que Tua misericórdia venha me alcançar.
Não só hoje, mas por toda a vida,
És meu Pastor, minha rocha erguida,
O rei da minha vida,
Senhor Jesus tú és a luz que me conduz
Registro de Voos
Levados nos braços do ar
foram-se a tranco e barranco
será que se cansaram de estar em branco?
Caíram no rio que os levou ao mar
o sol os secou, novo vento os levou a voar
e os papéis não são mais os mesmos
Fartos de experiência real
pois nessa aventura mundana
chegaram a tocar na lama
Seguem já não tão alvas
nos braços do tempo
as folhas sem palavras
Levam em seu corpo de celulose
registros de sua metamorfose
fruto de experiências
Sem letras, canetas e impressoras
parecem pessoas
sem lingua humana
Sabemos que podem voar
embora reconheçamos
diferenças de papéis dos humanos
Voam, levando ou levados
cada um do seu jeito, na cabeça ou no vento
e seus voos são registrados
Cachos
É um emaranhado de beleza. É quando seu cabelo vira mar. É um convite para carinho. São seus fios fazendo as curvas de um sorriso. É um cabelo volumoso de amor. É autoafirmação. São os anéis que entrelaçam os seus dedos e pedem meu cafuné em casamento.
É quando a raiz do seu cabelo floresce cultura.
Quando caí, descobri que estava só. Olhei ao redor e não vi ninguém que me ajudasse a levantar - amigos, família e até aqueles que diziam irmãos. Então compreendi que tudo que vale se ganha em combate, como diz em Provérbios 17:17. "Em todo o tempo ama o amigo; e na angústia nasce o irmão"
Fai aí que compreendi que as verdadeiras conexões são forjadas na dificuldade, onde se revelam os que realmente permanecem. E assim, a dor de estar só tornou-se uma companheira incessante em minha jornada para alcançar aquilo que está destinado a ser meu.
Sabe porquê que não te publicaram ontem? Nem você publicou alguém?
Porque você não se orienta e não se decide na relação. Você é intolerante gera dúvidas constantes.
Você aparenta ser de um ou uma, mas demonstra ser de todos ou de todas.
Enquanto você não parar e segurar quem realmente vale a pena, o ciclo irá continuar.
Nos dias do amor, você entenderá que parace que você não tem lugar na vida de ninguém.
Mas o pior não é isso. É na verdade, que num canto qualquer do mundo, há naquele mesmo instante, alguém que fortemente espera por um telefonema seu, ou por uma mensagem sua.
Ganhe rumo. O amor importa.
Na imaginação:
Fecho os olhos, teus lábios me tocam,
seus dedos deslizam, minha pele se evoca.
Do pescoço às costas, caminho traçado,
me deixa ser tua estrada, teu destino
Prefiro mesmo sua chegada ao ponto de partida.
Tua boca incendeia, sem qualquer licença,
e queima em mim toda antiga crença.
Cada parte, cada canto,
se rende a ti, sem nenhum espanto.
Teu toque é chama, é fogo que dança,
é súplica surda do meu desejo.
Segura-me forte, com tanta vontade,
me faz esquecer o tempo, a dor e a saudade.
Te quero profundo, onde tua essência sabe o porquê,
te quero inteiro, sem medo, sem fim,
transborda em mim e me enche de ti.
Entre passos silenciosos,
toques leves,
conversas profundas.
Me beijou lento,
me abraçou forte,
atraiu fácil e me conquistou rápido.
Se fez abrigo em uma semana,
talvez no primeiro segundo.
Fez do meu lugar favorito lembrança sua,
do blues que tocava apenas som de fundo.
E agora,
o que eu faço com isso tudo?
Eu só quero deitar no seu peito
e esquecer o resto do mundo.
Só queria poder ser
todo o meu eu lírico
e todo o meu eu mudo.
É preciso ser muito pra fazer eu desistir de mim
muito mais do que grito,
muito mais do que fim.
É preciso ser corte que nem o tempo cicatriza, vento que arranca raiz,
muralha que não se humaniza.
Porque eu me faço inteira até no caco,
me refaço no avesso do dia,
faço da dor um palco pra dançar minha poesia.
Esse sorriso que anseia pela vida,
que se aglomera entre objetos, sonhos e planos…
Como poderia se conter
tanta energia que pede para transbordar
através do seu rosto?
Não tente se espreitar,
nem se resumir a rascunhos —
como uma molécula solitária,
sem perceber o próprio potencial.
Você é transformação.
É a prova de que a energia, quando bem direcionada,
se torna força, movimento
e um átomo inteiro de felicidade.
Minha amada Tessa,
Como em nossas histórias preferidas, há finais felizes e infelizes. Achei que poderíamos ter um final feliz, mas, infelizmente não era pra ser. Eu te amo com todo o meu coração e é por isso que tive que me afastar de você o máximo possível. Nós somos como um vício um para o outro, com partes iguais de prazer e de dor. E sobre aquela noite, aquela garota era uma das minhas conquistas antigas. Eu tive que me desculpar pelo meu passado para poder ter um futuro com você, mas o destino acabou entrando no nosso caminho. Chega de papo-furado. Você é boa demais para mim e eu sei. E, em algum lugar, bem lá no fundo, sempre soube que não ia durar e acho que você também sabia. Sei que será dolorido no começo e que pode levar dias, ou até mais, mas, finalmente, um dia você vai acordar e a tristeza começará a se dissolver e se tornará apenas uma lembranças distante. Adeus, Tessa.
Dentro dessas linhas
Você chegou como um cometa,
iluminando um céu que eu já achava apagado.
Rasgou a rotina,
fez meu coração repensar seus próprios passos.
Dentro dessas linhas,
eu caminho sem pressa, sem medo,
absorvendo cada instante que você me oferece.
E pela primeira vez,
sem a necessidade de estar armado,
sinto que posso, enfim,
ser amado.
Mostrei meu mundo em tão pouco tempo,
cada esquina, cada pedaço de mim.
E você, sem reservas,
abriu o íntimo que antes era ferida —
e transformou silêncio em confiança.
Até quando nos desencontramos,
o destino fez questão de nos juntar depressa,
como se dissesse que não há fuga
quando duas linhas foram feitas
para correr lado a lado.
Vejo você no amanhã que sempre temi,
como calor nos meus dias nublados,
como ar leve nos dias ensolarados —
onde antes havia peso,
agora existe respiro.
Do Acaso
E mesmo sem querer te encontrar,
eu te procurava.
E mesmo sem saber o que buscar,
você me buscava.
Foi nesse acaso, disfarçado de sorte,
que o tempo rendeu-se ao nosso encontro.
Sem promessas, sem planos, sem norte,
mas com um sentir que venceu qualquer confronto.
Não era destino, era mera distração do universo:
um sopro breve que rasgou o céu cinza, perverso.
E entre meus vícios de solidão e razão,
teu olhar devolveu batidas do meu coração.
Eu, que me resguardava em meus invernos,
vi, em tua presença, uma fissura na minha muralha.
Um perigo silencioso e necessário:
o risco de sentir ainda me encontrar.
E se um dia duvidar de tudo outra vez,
recordarei o silêncio entre nossas palavras —
porque quaisquer que sejam feitas nossas almas,
a minha e a tua parecem ter sido feitas do mesmo.
Nunca é tarde para nada.
Nem para uma graduação, um doutorado, aprender uma língua nova, abrir um novo negócio, uma mudança de rota, uma nova família ou filhos.
Começar/Recomeçar aos 20, aos 40 ou aos 60 diz menos sobre o tempo e mais sobre a coragem de finalmente escolher a si mesmo.
A vida não acontece de forma linear.
Ela acontece quando você para de pedir permissão para existir.
Sufocar a própria existência não deve ser uma opção. Jamais.
Um dos quereres
Já tive tempos, onde queria sucumbir,
mas hoje, deixe-me ver,
só quero viver, enquanto puder
pois, cabe a todos o partir,
embora dolorosa a vida que temos,
e ainda na felicidade e abundância,
não faz sentido viver sempre bem,
assim o requer a vida,
porque chegará uma parte dessa vida
que é retirado de nós essa tal felicidade,
dessa maneira, escolho viver
o tempo que me cabe,
mesmo com tons de felicidade e tristeza,
e findo a vida,
nem tristeza, nem felicidade
apenas paz...
Teu amado.
Perturba-me teu silêncio.
Resta-me teus olhos,
Que nada dizem, senão,
Beije-me a boca.
Que por sua vez,
Cálida e serena,
Melada de tua saliva doce.
É o pior dos venenos,
Apaixona, encanta.
Assombra-me teu tato.
Cada toque teu,
Tão delicados e intensos,
Amedronta-me a alma,
Posto que é doloroso
Acostumar-se a tuas carícias.
Teu olor, enfeitiça-me
E em meus passos,
Vou emaranhado de ti.
Isso é tudo.
Sou teu amado.
Alguma coisa, segurou-me os meus pés
Algo tomou-me pelos braços, ombro e costa
Minha cabeça pende de um lado para o outro
Minhas mãos tremem
Meu coração pulsa veementemente acelerado
Meu ar quase falta
Penso que sei o que é,
Mas abrindo mão da certeza,
Entrego-me
A fim de saber, como livrar-me.
Entre o medo e a intensidade: amar de novo assusta
Estou tendo crises de ansiedade por causa do amor. Não exatamente do amor em si, mas do que ele carrega: o medo de não ser recíproco, o medo de depositar tudo na pessoa errada outra vez. Já aconteceu antes. A leonina levou minhas energias como quem apaga uma luz sem aviso e deixou o coração em pedaços, tantos que reconstruí-lo pareceu um trabalho manual, lento, quase solitário. Voltar a acreditar foi um ato de coragem silenciosa.
Agora existe a dúvida. E a dúvida cansa. O que sinto é real ou apenas um eco da própria carência? Ainda mais quando a escorpiana, dona absoluta dos meus pensamentos, mora a 888 quilômetros de distância. A distância cria fantasmas, amplia sentimentos, confunde certezas. O que parece destino às vezes soa como invenção da mente. E, ainda assim, algo insiste, como se o universo tivesse empurrado os fios do acaso e colocado tudo exatamente nessa linha tênue onde tudo pode ser verdade ou não.
Há também o excesso. Deposito demais, sinto demais, calo demais. As palavras se acumulam até virarem peso, e falar parece sempre um risco. Existe o medo de não ser aceita, de parecer intensa demais, emocionada demais. Mas isso não é um desvio de caráter, é essência. Sou de Aquário, sim, mas feita de extremos. Oito ou oitenta. Ou tudo, ou nada.
O Banquete de Argila
À noite, as xícaras são sentinelas brancas sobre a mesa,
Rígidas como o gesso do meu parto, aquele erro, Aquele nó indesejado que o sangue não soube desfazer.
Você parou no umbral,
O hall transformado em abismo,
Partindo antes mesmo de habitar o próprio rastro.
Agora você retorna,
espectro de louça e mágoa,
Bebe o chá amargo nas minhas xícaras de ossos.
Enquanto o ódio flutua na superfície, como nata.
E papai aquele gigante de botas e fúria ruidosa
Me expulsa do mundo com um gesto de ferro,
Me tranco do lado de fora de mim mesmo.
Cômodo do silêncio
A noite entorta tudo como a minha vida.
A casa respira em desordem, revirada por dentro, como a mente que não encontra repouso.
Os móveis se inclinam, cansados, guardam o peso de pensamentos que ninguém sentiu para escutar.
As xícaras, sujas de um chá frio, ainda guardam bocas que passaram e não se despediram.
Há restos de calor no fundo da louça, um abandono doméstico, como se o dia tivesse desistido de se organizar em mim.
Caminho entre os cacos com cuidado demais qualquer passo em falso pode acordar para dormir.
E a noite observa, imóvel,
Sabendo que a bagunça não é da casa, Sou eu espalhado pelos cômodos.
Eu nunca fui realmente insano,
apenas atormentado
pela minha própria mente.
Consumido pelos extremos,
rendido ao esquecimento.
Perdoei quase tudo
exceto as raras vezes
em que meu coração foi tocado
com mãos que não sabiam cuidar.
Trago comigo uma estranha devoção:
a morte não como fim,
mas como pensamento constante,
sombra fiel que nunca me abandona
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