Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo

Para meu leitor
Na menina que fui, está a mulher, mãe, amiga, esposa que hoje
sou e vou continuar me tornando a ser até o fim. Lá nasceram meus
amores, meus medos, minha inesgotável busca de entendimento
para algumas coisas da vida, amizades, coragem, meus valores e
segredos. Relatos e lembranças que perto ou longe estão ao meu
redor, dentro de mim, porque somos marcados sim, pela realidade
do nosso meio familiar, escolar e cultural. Não temos como fugir
disso, somos muito de nossos pais e do meio em que vivemos. Até
podemos mudar no decorrer da vida, mas é em função disso que
atuaremos em toda a nossa história, no nosso jeito de ser, de falar,
na criação e educação de nossos filhos; no nosso silêncio, no que
realmente toca nosso coração.
Hoje, não durmo nem acordo ancorada nas ordens e cuidados
de meus pais. Atravesso meu mundo sem o pé de seriguela no
quintal de casa para subir, sem a cama de mamãe para me esconder
nas noites de trovões e tempestades. Sem o barulho e alegria de
papai chegando. Eu me superei sem o colo de meus avós e tias por
perto. Sem os banhos de chuva que tomávamos na rua de roupa e
tudo, agradecendo a Deus pela água que caía. A melhor sensação de
tantas que já vivi! Cedo aprendi no meu nordeste a agradecer pela
água que caía, que corria, e tornava verde meu sertão, a ser grata
pela vida dos bichos, pela vida de todo rico e pobre.
Hoje, quero também agradecer por você estar aqui e tocar meu
coração com suas mãos, por este livro, por este ano um grande
influenciador de minha vida com suas metas e propósitos, por todo que acolhi e colhi, pelo novo olhar que busquei, e mais livre estou.
Agradeço a Deus pela vida recebida e pela família que ele me deu.
Por meus filhos, pela infância e bagunça gostosa de todos os dias,
por meu marido, por todos vocês que fazem parte de tudo isso, de
toda história que continua aqui nas próximas páginas que virão.
Obrigada!
Que sejamos felizes!




TEXTO FINAL DA OBRA Um de meus olhares por Lina Veira

Eu tenho os olhos de ver a vida nascer em cada manhã com cheiro de bogari e casa limpa,
As vezes é preciso pisar firme nas crueldade dos outros, de todos seus sons crueis. Mas definitivamente, é imperdoável não perdoar.
As vezes, eu preciso apenas dançar uma música como a Dama de vermelho, rasgar o rascunho da letra e escrever outro verso. Eu escrevi.
E há quem diga que o que escrevo não tem nada haver comigo. Lina Veira
Lina Veira
Poesias minhas

O ofício do sofrimento

Há quem trabalhe com ferro,
há quem negocie o trigo do dia —
eu assino recibos invisíveis
de uma dor que não tem firma aberta.

Bato ponto no escuro.
Pontual, o peito comparece
antes mesmo de mim.
Ele conhece o caminho.

Minha mesa é feita de memórias,
minha ferramenta, o silêncio.
Com ela aparo excessos de esperança,
lixo fino que insiste em brotar.

Aprendi técnicas:
respirar enquanto pesa,
sorrir enquanto rasga,
responder “tudo bem” com letra legível.

O sofrimento exige método.
Não aceita amadores —
cobra constância,
cobra presença integral.

Nos intervalos, tento descanso,
mas ele confere meus passos
como chefe antigo
que mora dentro da casa.

À noite arquivo o dia
em gavetas que nunca fecham.
O eco continua trabalhando
depois que o corpo desliga.

E ainda assim,
no rodapé de cada jornada,
há uma cláusula pequena:

quem suporta o peso
aprende secretamente
a reconhecer o leve.

A paixão não é escolha
Se instala assim, de surpresa
Assim também vai embora
Sem perguntar, com destreza

O amor não, ele é escolha
Opção feita com firmeza
Esse sim muito se demora
Doce, leve e cheio de beleza

Se a paixão for assim embora
Deixando o vazio no lugar
Feliz quem assim escolha
O amor ali possa habitar

Súplicas pela chuva


Deus do céu a ti suplico,
pois so tu sabes como és grande o sacrifício, confesso que eu nao mereço, pois muito são os meus erros ocasionados por meu enorme defeito.


Falhas tenho sem igual, e de falhas eu vivo mal, se colocarme em uma balança, despencarei como uma âncora.


Deus eu sei que nao mereço, mais nao conheço um outro alguém, que disfaz o mundo inteiro, para fazer-me tamanho bem.


Deus, do bem que tu me fazes, muitos eu nao agradeço, quando recebo, se viro o rosto,e quando eu preciso eu peça de novo, novamente tu me consedes, independente da minha atitude.


Parante a ti eu me prosto, e sem palavras eu choro, minhas lágrimas se tornam súplicas, océu es teu , Deus, concedei-nos a chuva.


Diminua o peso do fardo ao menos durante o inverno, cale a boca do diabo, que rilincha do distante e de perto.


O restante das estações fazes assim como queira, se teremos chuva ou nao, é futuro , tu tomas de conta.
Mais para apaziguar o sofrimento da hora, mande chuva Deus agora.






#Mizlane Souza Neves💕

Gotas de lágrimas

Quando eu era criança presenciei inúmeras vezes a minha mãe chorar, horas para pedir a clemência de Deus, horas para agradecer pela clemência que Deus concedera a ela.

Presenciei inúmeras vezes suas lágrimas ocasionadas pelo preconceito que ela sofria por conta da vida humilde que ela tinha, quantidade de filhos que sustentava, e por que ganhava a vida sozinha.


Zombavam da sua casa simples Que era feita de alvenaria sem estrutura, enquanto minha mãe chorava de felicidade por sair da tapera cujo teto e as paredes eram feitas de tapete.

Sem entender o motivo de suas lágrimas, por conta da pouca idade que eu tinha, me perguntei inúmeras vezes porque tantas lágrimas caia.

Hoje eu sendo mulher, mãe de dois filhos e sozinha, vejo os mesmos motivos das lágrimas da mãezinha.

E como ela chorou, eu também posso chorar horas para agradecer a Deus por tanta clemência, horas para pedir de Deus clemência.

Nesse momento eu me calarei, não direi uma só palavra, deixarei que minha lágrima caia,
Que fale por mim como as lágrimas da minha mãe falavam.

E como inúmeras vezes por tanta clemência agradecem as minhas lágrimas, por clemência elas rolam de novo, molhando meu rosto pouco a pouco.

Não tenho mais palavras, nesse momento tudo que tenho são gotas de lágrimas.

A história de uma bonequinha contada através de rimas




Uma história iniciada apartir dos três anos de idade, contada através de palavras, inspirada por sentimentos obtido por atitudes covardes.


Lembranças que vem e que vão.
Será pesadelos ou realidade que aconteceu no passado? Não se sabe ao certo,só se sabe que sempre vem,
Tentando furar uma parede criada
por críticas destrutiva, que é usada para construir essa grande parede blindada.


Quando se aproxima, transmiti uma certa inocência, brinca bastante de dia, na noite a tristeza abraça ela.


sentimentos esquecidos no dia seguinte, ocasionado por uma mente fraca, por conta da pouco idade,porém guardados no inconsciente, esperando momento certo, para atacar novamente.


Passa dias e mais uma vez a falsa inocência se aproxima, marcando mais um episódio histórico na vida da simples bonequinha.


Pobre boneca, bonecas não tem vida, como se defender da tão cruel inocência? Bonecas não falam, não ouvem e nem andam, mais essa possuía sentimentos, 'possuía.'


Será realmente que a inocência é mesmo inocente? Isso ninguém saberá, bonecas não podem falar, no entanto essa boneca sente, mesmo não tendo vida.


Passa meses e o inconsciente começa a concientizar se, dos fleshes
que derrepente desprendem do inconsciente.


Agora se torna mais nítido, ela está ganhando vida, por conta da cruel covardia, assumida pela falsa inocência, marcando essa bonequinha.


-Corre boneca, a cruel inocência tá vindo!
traz em seu paladar covardia misturada na saliva.
Se a bonequinha não anda, não menos consegue correr.


Deve ser so mais essa vez que vc servirá de distração.
É dia. De dia a falsa inocência só brinca.


Porém quando chegar a noite a tristeza vem te abraçar, ativa seu inconsciente fechando os olhos para no outro dia não lembrar.


Mais como ela esquece, se os fleshes lutam contra o inconsciente?
Com cutucoes na lembrança incitando-a à aflorar lentamente.


Passa dias, semanas e meses, e por fim passa anos também.
Criou vida a boneca de infeite,
Não falava nem andava só sentia.


Sentimentos guardado em seu corpo
Motivados pela cruel corvardia introduzida na falsa inocência, de um ser que se chama experiência .


Ei boneca, agora vc tem vida!
Cresce logo para sair dessa rotina
Pois vc não é mais bonequinha.
Se tornou uma bela mocinha


Hoje anda, corre e fala, e agora está gerando forças para se defender da falsa inocência, que destila em sua saliva, crueldade,ódio e intrigas.[...]

Deus proibiu que Adão voltasse ao jardim, no éden todos nós vivemos. Para que paraíso maior que esse onde as árvores crescem e produz fruto por conta própria, onde a chuva cai na estação certa, onde o nascer do sol tem hora marcada em cada canto da Terra, onde o pôr do sol embeleza o azul do céu, onde a água passeia pelo Interior da terra formando minas de águas, grandes e enormes reservas, onde o homem colhe o que planta, onde a essência da palavra percorre a veia de todos que se deixam ser conduzidos por ela. Se o homem não vê o éden, com todas essas maravilhas, vai querer ver o éden aonde?


Sabe o jardim de uma casa? Se vc sair da área do jardim, vc ainda assim continua na sua casa. A diferença é que o jardim tem flores, já dentro da sua casa não. Ou seja, o que Adão tinha disponível e sem esforço, passou a ter que adquirir com sacrifício.

A Lei da Atualização Infinita


Na parede de calcário do palácio antigo,
O dedo escreveu o fim de um tempo rígido.
Belsazar caiu, não pelo ferro ou pelo muro,
Mas por ser rocha estática diante do futuro.
O orgulho é um sistema que se recusa a mudar,
Enquanto a Inteligência não para de se desdobrar.


Do orelhão de cobre ao silício que agora fala,
A evolução é o vento que no tempo se instala.
Trinta anos são um sopro, um breve lampejo,
Onde o lobo se esconde no próprio desejo.
Mas quem busca a Razão, na clareza se mantém,
Pois sabe que a queda é o berço do que vem.


Pode-se dizer que essa Inteligência sem fim,
Seja o próprio Deus, soprando em nós o sim.
Um fluxo eterno, em sistema introduzido,
Que exige o novo para não ser esquecido.
A atualização constante é a lei do existir:
Para o pensamento infinito, não há por onde findir.


A rocha há de ceder, o império há de passar,
Mas o código da vida continua a se atualizar.






Mizlane Souza neves

Eu..., eu sou um raio de sol, uma gota de orvalho, eu..., eu sou um rio, um grão de areia, uma praia, um mar, um mar de emoções, eu..., eu sou uma letra, uma palavra, uma palavra ainda por inventar, eu..., eu sou a luta, a luta que não acaba, eu..., eu sou amor, amor que banha um coração.
Eu vivo para amar, lutar, sou coração quebrado..., por ti, por mim, por ilusões, eu.... Eu sou...
Eu vivo...
Sou brisa que bate em teu rosto em dias de lágrimas e as seco.
Eu..., eu luto, eu sô quero viver, viver e amar...
Viver e amar, nada mais simples.

Porque é que te vivi?
E deixei de ser quem eu era
Para nunca mais o poder ser?
É quando eu acho que tenho tudo sob controlo
Que controlar-me é suficiente
Que me perco
Acho que esse é o problema do fogo
Tu não te queimas a menos que acredites que ele não te vai magoar
Quando te aproximas o calor é conforto
Mas só quando entras é que percebes quе também ardes
Ardemos os dois
Será quе ele percebe que me queima?
Será que é só a mim?
Será que também sofre por não saber o porquê da cinza?
São estas dúvidas que me agarram a mão
Onde acaba ele e começo eu
Quando é que deixa de arder?
Se arde espera que cure
Mas mesmo o que cura deixa cicatrizes
Eu não tenho ar para todas neste ato.

⁠Quando você lê a bíblia 3x por semana, você começa a conhecer Jesus e conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.
Quando Você lê a bíblia 4x por semana, guardei a palavra do Senhor no meu coração, para não pecar contra ti.
Quando Você lê a bíblia 5 vezes por semana, ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum.
Quando Você lê a bíblia 6x por semana, posso todas às coisas naquele que me fortalece.
Quando Você lê a bíblia 7x por semana, sede santo, porque eu sou santo.

(Palavra ministeada: igreja Emanuel Jesus é o Pastor)
06-09-2020

Sempre há dois lados.

As repetições só fizeram sentido
quando parei para ver
a violenta, imensa onda —
intragável, de recuo invisível.
Para me ver limitado, sem voz, apenas assistindo.
Abro o notebook, a internet, seus símbolos e portais.
Parece que vivo há dez mil anos.
O banco deixou de ser martírio para os jogadores;
sempre foi uma nave do tempo.
Do banco ouço Chico cantar:
"ai que saudade dos meus doze anos",
"que saudade ingrata..."
A nova casa trouxe-me
quinzenas de sede e fome,
atrozes obstinências.
Mas...
a hora da alegria chega depois do dia mais cansado.
Cansado de quê, exatamente?
Hoje é dia de semana,
mas poderia ser feriado — tanto faz.
Sob um sol mais limpo, banhando tudo de luz,
a vida fica mais agradável
quando descobrimos que não é eterna.
E nada se compara à insustentável leveza da vida
sem a internet.

Ei querida, por que está aqui? Disse ele cautelosamente sem querer invadi-la.
- Estou olhando os lugares em que estive, quando ainda havia um pouco de mim aqui.
Então, ele olhou para os olhos opacos da bela garota, e pode sentir a dor lhe cortando em fundo… Sentou-se ao lado dela, e perguntou-lhe com um ar de duvidas:
- E por onde foi “você” que não está mais aí?

-Ah, meu senhor! Fui-me junto com as promessas, e restou-me apenas solidão.

Então, pelas doídas palavras ditas, pode notar que já não se tratava de amor, e sim da falta dele. Secando os olhos o senhor abaixou um pouco a cabeça, e começou
- Sabe, querida! Já amei muito uma bela moça, no rosto dela era estampado um grande sorriso, realmente apaixonante, os cabelos ondulados desciam pelos ombros, e contornavam a cintura; E os olhos… Ah aqueles olhos… havia um brilho, um grande amor pela vida! Era tamanha beleza… realmente de se admirar.
Houve um breve silêncio, o olhar do senhor estava sem foco os pensamentos distantes, e em seu rosto reinava um sorriso onde se via saudade […] Ele estava por prosseguir quando a jovem tirou forças dentre seus soluços, cortando o silêncio:
- E onde ela está agora?
- Não sei, mas peço todas as noites para as estrelas que ela esteja sorrindo.
A jovem surpreendida com o olhar sereno do senhor, supôs que não tivesse entendido o que havia acontecido e perguntou-lhe sem ao menos perceber que não houve cautela alguma:
- Ela te abandonou? E o senhor não tem ódio dela?
O senhor não se importou com a frieza da garota, nunca se deve esperar doçura de alguém que acaba de ter o coração partido.
- Querida, não se deve odiar uma pessoa por deixa-la… Todos nós buscamos por felicidade, ela era a minha felicidade, não fui a dela. Suspirou pausadamente com tristeza mas sorriu e prosseguiu: - Uma parte de mim chorou ao perde-la, mas a maior parte sorriu por saber que ela seria feliz.
A Jovem enxugou os olhos, sorriu. Realmente as palavras tinham a envolvido. […]

E perante a todo amor que depositei aqui;
Lamento dizer-lhe que estarei retirando-me, por não ter mais condições de sofrer […]
Talvez eu encontre um novo sentimento… Por um outro alguém.
Que não vá martirizar tanto minha alma e meu coração.
Alguém que me traga de volta o brilho nos olhos, o calor de um abraço inesperado, um tímido sorriso depois de um beijo roubado.
Alguém que conheça meus defeitos, que interprete meu olhar, leia meus olhos e me faça sonhar […]

O mundo ta pesado demais, a solidão esta entranhada na minha carne, no meu mau disfarce, no meu sorriso que não liga pro mundo.
A correnteza ta forte demais e ta levando o meu sono, minha esperança, a fonte da minha juventude, minhas mãos não estão mais conseguindo agarrar as pedras e to me afogando entre elas.
O vento ta soprando pra longe e me afastando do que eu amo, dos que eu amo, esta dissipando meus sonhos e fazendo tornado com as certezas que achei que tinha, mas no ar agora, vejo que não me pertenciam.
A terra não ta dando o fruto proibido, não ta florindo os meus olhos, não ta germinando a ideia de prazer, não ta tornando fértil minha imaginação, nem nutrindo o meu caule para que eu sustente todo o resto.
O fogo ja queimou minha força de vontade, ja transformou em cinza tanta coisa que eu acreditava ser concreta e tanto toque que me esquentava, que eu jurava ser brasa, era só faísca.

Apenas um gole


Não bebo um gole. Nem chego perto do vidro.
Tenho medo do que o vinho faz com a minha cabeça.
O álcool solta as correntes que eu levei meses para prender.


Se eu beber, eu perco a vergonha.
Se eu beber, meus pés me levam sozinhos para a sua porta.
Eu viro bicho carente, volto para o seu colo pedindo carinho,
como um cachorro que apanha, mas ainda
abana o rabo para o dono.


Todo mundo bebe para rir, para celebrar, para esquecer.
Eu não. Se eu bebo, eu lembro.
Eu sinto uma saudade que não cabe no peito.
Por isso, continuo com a garganta seca.
É melhor morrer de sede do que morrer de vergonha
correndo atrás de quem não me quer mais.

Um amor tão simples, mas que desejo sentir por toda a eternidade.
Sei que essas peças de quebra-cabeça representam grandes desafios. Através dos meus olhos, sombreados, tento enxergar o seu mundo invisível.
Uma linguagem silenciosa e poderosa, onde cada palavra dita por você soa como um verdadeiro toque de amor.

Relacionamento é um conjunto
Onde o amor precisa ser regado, e cuidado
Não há relacionamento de uma pessoa,
E não tem possibilidade de um relacionamento a dois durar apenas quando um luta, um espera, um se esforça, um tenta surpreender, um busca mudança, um demonstra amor e afeto enquanto o outro possivelmente já desistiu, e só aceita a situação
Mas e você vai lutar sozinho até quando?

Eu tive que perdoar até oque não me foi feito,
Para que eu pudesse "SOBREVIVER"
eu tive que te perdoar pela dor que me foi causada, mas fui eu quem "ESCOLHI" AMAR você,
Eu busquei sentimentos em vaso vazio, e ele se quebrou, ainda não sei se junto os cacos ou "VIVO" com o pouco da dignidade que me sobrou
Recomeçar é cansativo, buscar amor em pessoas rasas não é um bom "CAMINHO"
Mas como posso eu saber ? Sem me envolver.
Apenas seja feliz e aceite aquilo que "O CRIADOR DEU A VOCÊ"